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Contabilidade

CTPS DIGITAL

Passo a passo 1 – Acessar a loja de aplicativos do seu celular (Apple Store ou Play Store), pesquisar por CTPS DIGITAL e fazer o download do aplicativo; 2 – Ao finalizar o download, abra o aplicativo, leia os informes e clique em ENTRAR; 3 – Caso já tenha cadastro no sistema acesso.gov.br, é só usar o mesmo login e senha no aplicativo Carteira de Trabalho Digital para começar a usar; 5 – Essas informações serão validadas no Cadastro Nacional de Informações Sociais, o Cnis e, se estiverem corretas, o trabalhador será direcionado a um questionário com cinco perguntas sobre seu histórico profissional; 5 – Essas informações serão validadas no Cadastro Nacional de Informações Sociais, o Cnis e, se estiverem corretas, o trabalhador será direcionado a um questionário com cinco perguntas sobre seu histórico profissional; É muito importante estar com a Carteira de Trabalho física em mãos ao tentar instalar o aplicativo. Sendo necessário acertar pelo menos quatro das cinco perguntas que são feitas; 6 – O trabalhador receberá uma senha provisória, que deverá ser trocada no primeiro acesso; Depois disso, o usuário vai conseguir ver todas as informações da sua carteira de trabalho e atualizações feitas durante seu contrato, sendo automáticas através do eSocial.

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Contratação de Estagiário

Passo a passo CONTRATAÇÃO Com todas as partes de acordo: 1. Prepare o TCE e contate uma seguradora que possa oferecer a apólice do Seguro Contra Acidentes Pessoais. Se sua empresa ainda não tem um modelo do termo, pode utilizar o da própria faculdade. Se estiver interessado em elaborar o próprio documento, é preciso incluir as seguintes informações: 2. Providencie a assinatura de todas as partes envolvidas no TCE. Vale ressaltar que o estágio NÃO configura VÍNCULO EMPREGATÍCIO, não há um processo de demissão e aviso prévio. Portanto, esse contrato pode ser encerrado a qualquer momento, tanto pelo estudante ou pela empresa. No entanto, a cada SEIS MESES de contrato cumprido, o RH precisa enviar à instituição de ensino um relatório de atividades, que deve ser apresentado ao término do período, junto a uma avaliação de desempenho feita pelo supervisor. Se atentar a alguns detalhes:

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Entenda a atualização do FGTS

O novo sistema do FGTS terá algumas mudanças para as empresas, com o objetivo de simplificar os processos para o empregador. O FGTS Digital será integrado a nova plataforma da Subsecretaria de Inspeção do Trabalho – SIT, do Ministério do Trabalho e Emprego. Para os empresários e empregadores, essas são as mudanças: – Forma de Pagamento: A partir de Março/2024 o FGTS deverá ser pago exclusivamente através de PIX, QR Code ou Copia e Cola. Não é necessário possuir chave Pix, apenas uma conta habilitada para esse tipo de pagamento. – Nova data de Pagamento: Com a entrada do FGTS Digital teremos também uma mudança na data de vencimento da guia Mensal, que passa do dia 7 para o dia 20 de cada mês. Programe o fluxo de caixa da sua empresa, uma vez que agora terá mais guias vencendo no dia 20. Essa mudança estará já valendo para próximas guias a partir do mês 04. – Obrigações dos empregadores: Os pagamentos passarão a ser recolhidos pelo próprio FGTS Digital. Os que foram realizados antes estavam sobre competência do sistema Conectividade Social, da Caixa. – Rescisões: A partir de agora são será mais necessária a chave de liberação para saque do FGTS (quando existe direito ao saque). Ele será feito automaticamente após a informação da demissão ser lançada no eSocial. – Admissão primeiro emprego: Não será mais necessário gerar o número de PIS. A identificação do empregado será apenas com o CPF. Os valores de FGTS em aberto a partir de agora estarão sujeitos a bloquear emissão de CNDs. Conte com a Equipe da SOLVÇÃO Contabilidade para cuidar do seu negócio. Assim você fica tranquilo para investir seu tempo na sua empresa!

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DCTFWeb: O que muda a partir de Janeiro de 2024

A partir do Período de Apuração (PA) janeiro de 2024, a DCTFWeb (Declaração de Débitos e Créditos Tributados Federais Previdenciários e de Outras Entidades e Fundos) terá novos tributos a ser declarados, veja: – Valores de retenção de Imposto de Renda, Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), Programa de Integração Social (PIS) e Cofins escriturados na EFD-Reinf; e – Os valores de PIS/Pasep sobre a folha de pagamento e escriturados no eSocial. Via de regra, os recolhimentos dos tributos mencionados ocorrerão em fevereiro de 2024 e serão realizados por meio do DARF (Documento de Arrecadação de Receitas Federais), numerado emitido pela DCTFWeb. No caso do vencimento do tributo ser anterior ao prazo de entrega da declaração, este deve ser recolhido preferencialmente pelo DARF numerado emitido no sistema SicalcWeb. Assim, antes do contribuinte confessar a dívida da DCTFWeb, poderá importar os Darfs pagos para abater os valores dos débitos declarados, o que evita pagamentos em duplicidade. Vale destacar que, sobre os tributos mencionados anteriormente, em fevereiro pode ocorrer a obrigatoriedade da entrega de duas obrigações: Por fim, outro fato importante é que o IRRF sobre rendimentos do trabalho, que já é declarado em DCTFWeb desde o PA maio de 2023. Para ter tranquilidade nos processos da sua empresa, conte com a equipe da SOLVÇÃO! Seja para cuidarmos diretamente da sua empresa ou por meio da Terceirização Contábil, teremos o maior prazer em Contabilizar uma História de Sucesso JUNTO COM VOCÊ!

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Guia completo: terceirização do setor financeiro.

O que é a Terceirização do Setor Financeiro? Quais são os serviços que a Terceirização envolve? Para quem é útil? Quando aderir a Terceirização do Setor Financeiro? Vantagens de terceirizar o financeiro Como a Solvção pode contribuir com a sua empresa?   Um dos setores mais importantes de toda empresa é o setor financeiro, por isso, garantir sua eficiência e otimização é fundamental para o sucesso de uma organização.   Na prática, esse recurso significa: gerir as finanças de forma eficiente com o conhecimento específico, tempo e recursos adequados, o que pode ser feito através da Terceirização do Setor Financeiro.   Muitas organizações optam por terceirizar sua área financeira, visando melhores resultados e benefícios significativos. Assim, vamos explorar neste blogspot o guia da Terceirização do Setor Financeiro, apresentando o que é BPO: quais os serviços, para quem é útil, quando aderir, as vantagens efetivas dessa prática e como a Solvção pode contribuir com sua empresa. O que é a Terceirização do Setor Financeiro? A Terceirização do Setor Financeiro, também conhecida como BPO (Business Process Outsourcing), envolve a transferência de atividades financeiras de uma empresa para um parceiro externo especializado que utiliza, em sua base, a tecnologia da informação.   Ao delegar as responsabilidades financeiras, a organização pode se concentrar em seu core business, enquanto profissionais qualificados cuidam das tarefas financeiras operacionais. Ou seja, o tempo de cuidar da conciliação bancária, das contas a pagar e a receber, entre outras tarefas de gestão das finanças será direcionado para a equipe externa contratada. Quais são os serviços que a Terceirização envolve? A Terceirização do Setor Financeiro abrange uma ampla gama de serviços, sendo adaptados às necessidades específicas de cada organização. Vamos conhecer algumas dessas atividades:   Contas a Pagar e Receber: processamento de pagamentos, emissão de faturas, gestão de cobranças e conciliação de contas. Emissão de Notas Fiscais e Boletos: preparação de declarações fiscais, demonstrações financeiras e cumprimento de obrigações contábeis. Conciliação Bancária: verificação e conciliação de transações bancárias com os registros contábeis. Redução de Custos: planejamento personalizado e soluções de otimização do balanço financeiro (despesas e receitas). Relatórios para acompanhamento: elaboração de orçamentos, análise de desempenho financeiro, projeções e relatórios financeiros. Movimentação Integrada com a Contabilidade: cálculo de salários, impostos, contribuições, benefícios e cumprimento de obrigações trabalhistas. Para quem é útil? A Terceirização do Setor Financeiro é válida para empresas de todos os tamanhos e segmentos. Alguns exemplos são as pequenas e médias empresas que não possuem recursos suficientes para manter uma área financeira interna bem estruturada em tempo integral e podem se beneficiar da expertise de uma equipe financeira externa. Ou, ainda, grandes empresas que aproveitam a terceirização para focar em atividades estratégicas, reduzindo custos e aumentando a sua eficiência operacional. Quando aderir a Terceirização do Setor Financeiro? Quanto antes! Vimos que a Terceirização do Setor Financeiro pode ser considerada em várias situações, mas que estão diretamente ligadas ao desenvolvimento organizacional, como, por exemplo:   Para a redução de custos: terceirizar é um caminho muito mais viável e econômico em relação a manter uma equipe interna de finanças, visto que isso exige salários, benefícios, treinamentos e infraestrutura. Além de ter efeitos na redução de despesas gerais mediante a gestão externa otimizada. Necessidade de especialização: se a empresa não possui profissionais financeiros especializados, a terceirização permite tanto o acesso a conhecimentos técnicos avançados como tecnologias facilitadoras. Escalabilidade e flexibilidade: a terceirização pode se ajustar às necessidades da empresa, possibilitando o aumento ou redução dos serviços conforme a demanda.   Sendo assim, vale a pena esperar para implementar uma solução que possa gerar resultados melhores e contribuir com o crescimento da empresa? Vantagens de terceirizar o financeiro Na prática, a Terceirização do Setor Financeiro traz diversas vantagens para as empresas, vamos conhecer algumas delas:   Foco no core business: ao delegar as atividades financeiras a especialistas, a empresa pode se concentrar em suas competências essenciais e no crescimento do negócio. Redução de riscos e erros: profissionais financeiros experientes possuem técnicas e métodos específicos para lidar com questões complexas e garantir conformidade com regulamentos e leis. Acesso à tecnologia e inovação: a terceirização permite acesso a sistemas financeiros atualizados e atividades inovadoras, que podem melhorar a eficiência e a precisão das operações financeiras. Redução de custos operacionais: a terceirização elimina a necessidade de investir em infraestrutura, software e treinamento, resultando em economia de recursos e otimização de processos. Como a Solvção pode contribuir com a sua empresa? A Solvção é uma empresa especializada em BPO e uma parceira confiável para sua empresa, assumindo a responsabilidade pelas atividades financeiras do seu negócio com uma Contabilidade Digital integrada ao Sistema de Gestão Empresarial.   Os valores da Solvção são: integridade, competência e a excelência. É a partir deles que todas as atividades de Terceirização do Setor Financeiro, para empresas de quaisquer segmentos e tamanhos, são desempenhadas. Tais quais:   Análise dos indicadores financeiros: com a capacidade analítica da Solvção você conta com auxílio na tomada de decisões baseando-se em números e indicadores. Organização de informações estratégicas: fazendo com que o grande volume de dados – que geralmente são complexos – virem informações simples de fácil compreensão para você e seu negócio. Otimização na visão futura da sua empresa: com uma comunicação direta, o planejamento financeiro te dá mais segurança para garantir precisão ao seu negócio.   Quer saber mais como implementar a Terceirização do Setor Financeiro na sua empresa e otimizar seus processos contábeis? Entre em contato com a nossa equipe de atendimento através do WhatsApp: (11) 95050-1217.   A Solvção está pronta para atender você.             Quando aderir a Terceirização do Setor Financeiro? Quanto antes! Vimos que a Terceirização do Setor Financeiro pode ser considerada em várias situações, mas que estão diretamente ligadas ao desenvolvimento organizacional, como, por exemplo: Para a redução de custos: terceirizar é um caminho muito mais viável e econômico em relação a manter uma equipe interna de finanças, visto que isso exige salários, benefícios, treinamentos e infraestrutura. Além de ter efeitos na redução de

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ME ou EPP? Qual o melhor para sua empresa?

Se você está pensando em abrir uma empresa, é importante entender a diferença entre ME e EPP para escolher o que mais se adequa ao seu negócio. Dessa forma, essa matéria explica essas diferenças para que você entenda sobre esses dois modelos. As diferenças entre ME e EPP A principal diferença está no tamanho da empresa, partindo do limite de faturamento. A ME pode faturar até R$360 mil por ano, enquanto a EPP tem o limite de R$4,8 milhões. Ambos podem optar por seguir o Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real e os impostos são calculados de acordo com o faturamento, ou seja, a medida que a empresa cresce, o regime tributário é alterado. Dessa forma, vemos a importância de você, como empresário ter uma assessoria contábil especializada, como a SOLVÇÃO, que tem serviços de consultoria e estuda sua empresa para te auxiliar no sonho de empreender com sucesso. Mas o que é uma ME? A Microempresa é diferente de outros tipos de empresa, como por exemplo o MEI, porque adequa-se a um número maior de sócios e até 19 funcionários, dependendo do seu segmento. A ME precisa emitir notas fiscais para todas as vendas realizadas e, ser ME traz vantagens no recolhimento de tributos, bem como na arrecadação de tributos e redução nas alíquotas. E o que é uma EPP? As Empresas de Pequeno Porte são, geralmente, uma ME que ultrapassou o limite anual de R$360 mil. Devem ter no mínimo 10 colaboradores e no máximo 49, mas para empresas do ramo de indústria, o máximo permitido é de 99 funcionários. Podem ser enquadradas em qualquer regime tributário, mas em alguns casos, o Lucro Real ou Presumido são obrigatórios, como empresas de bebidas alcoólicas, por exemplo. E qual é melhor? A opção de ser ME ou EPP deve ser relacionada ao modelo do seu negócio. Tudo depende do que é mais adequado, não ao que é melhor. Como vimos, é necessário observar critérios e analisar detalhes, como o número de funcionários, faturamento, atividades etc. Contudo, é preciso estudar e planejar a estratégia adotada e, sem dúvidas, contar com um bom contador! Como abro minha pequena empresa? Se você quer abrir seu próprio negócio, entre em contato com a SOLVÇÃO. Somos especialistas em abrir sua empresa da forma menos burocrática e trabalhamos com um valor justo, que cabe no seu bolso. Estudaremos juntos o melhor cenário para sua empresa e Vamos contabilizar uma História de Sucesso JUNTOS! Fonte: Contábeis

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Informações importantes para entender melhor sobre o Aviso Prévio

O que é aviso prévio? Quando um trabalhador decide sair do emprego, é exigido que ele cumpra um período de aviso de saída dessa empresa, o chamado aviso prévio. A CLT prevê que esse período seja cumprido quando o empregado pede demissão e quando a empresa decide demiti-lo sem justa causa. O aviso prévio tem período de 30 dias corridos e é uma segurança para o trabalhador conseguir encontrar um novo emprego quando é demitido e uma segurança para a empresa quando o empregado pede demissão, para contratar outro colaborador. Como funciona? Para consolidar o aviso prévio, a parte interessada em romper o contrato de trabalho – empregado ou empregador – deve fazer o comunicado por escrito. Há a possibilidade do funcionário ser dispensado de cumprir o aviso prévio, mas ele deve receber o salário daquele mês e mais o período proporcional em dinheiro. Já em caso de pedido de demissão por parte do colaborador, ele deve cumprir um aviso prévio de 30 dias corridos a partir do comunicado. O que é aviso prévio trabalhado? É aquele em que o trabalhador continua exercendo suas atividades profissionais na empresa pelos 30 dias combinados. O artigo 488 da CLT diz que ele tem direito a escolher entre os seguintes benefícios para a serem aplicados durante esse período do aviso prévio trabalhado: Ressaltando que a redução de jornada não pode ser substituída por horas extras. E se o colaborador faltar ou trabalhar menos do que o determinado por lei, ele pode receber descontos no salário quando assinar a rescisão. O que é aviso prévio indenizado? Acontece quando o profissional não precisa trabalhar durante o período de 30 dias em que está sob aviso, ou seja, não precisa cumprir essa jornada de trabalho mencionada e mesmo assim receberá o pagamento referente aos 30 dias de aviso. Geralmente, esse é um caso aplicado quando a empresa demite o funcionário. Importante lembrar que em caso de justa causa, a empresa pode optar por indenizar ou não o profissional. Quando o rompimento do contrato de trabalho é feito por parte da empresa, ela precisa adiantar o salário referente ao período do aviso, pagando o valor junto com a rescisão, que deve acontecer em 10 dias corridos após o desligamento. Se o profissional é quem solicita a demissão, mas não pode cumprir os 30 dias de aviso, é ele quem deve arcar com a multa da rescisão. O valor será descontado do acerto do trabalhador e deve equivaler a um mês de salário. A empresa pode optar por não cobrar do colaborador esse valor. Verbas rescisórias  O colaborador tem direito a receber as seguintes verbas: Se o funcionário tiver mais de um ano de trabalho na mesma empresa, ele também deve receber, se tiver: Aviso prévio cumprido em casa Este não é respaldado por nenhuma lei trabalhista, mas é bem comum de acontecer e geralmente ocorre quando o gestor e colaborador entram em um acordo de demissão. Assim, o trabalhador não precisa ir até a empresa, mas não deixa de ajustar as demandas antes de sair definitivamente do emprego. Essa condição é comumente proposta para que as empresas tenham mais tempo para realizar o pagamento da rescisão. Aviso prévio proporcional Foi criado com a Lei 12.506/2011 e serve para quem tem ao menos um ano completo de contrato. O aviso prévio de 30 dias (trabalhado ou indenizado) fica garantido para qualquer trabalhador que tenha até um ano de vínculo empregatício na empresa. Para quem tem um ano completo ou mais, além de 30 dias há mais três dias de salário para cada ano completo trabalhado, limitado a 20 anos, o que soma no máximo mais 60 dias de indenização. Ou seja, todo funcionário dispensado tem direito a 30 dias de aviso prévio, mais o aviso indenizado proporcional ao tempo trabalhado, limitado a até 60 dias proporcionais, o que somaria no máximo 90 dias de aviso. Quando o aviso prévio não é aplicado? O aviso prévio é aplicado nos seguintes cenários: Contudo, todas as situações que fogem a esses casos mencionados não se qualificam com a necessidade de aplicar o aviso prévio. No caso da demissão por justa causa, por exemplo, a empresa deixa de ter a obrigação de arcar com os custos do aviso prévio. Inclusive durante o período em que o aviso prévio já tenha sido dado e esteja sendo cumprido, o gestor pode acionar uma demissão por justa causa, desde que o profissional apresente algum comportamento indevido ou cometa uma falta grave. O que acontece com o não cumprimento do aviso prévio? Se a empresa não efetuar o devido pagamento no prazo estabelecido pela lei, o profissional passa a ter direito de receber o valor adicional de um salário com correções. Caso o descumprimento do aviso seja feito pelo colaborador que está em aviso prévio trabalhado, ele deverá ter descontado os valores referentes aos dias faltantes. Além de tudo isso, é importante ficar atento a uma exceção: se o profissional encontrar outro emprego durante o aviso prévio, ele poderá encerrar as atividades e receber integralmente o que lhe é devido. Será preciso, no entanto, comprovar a existência de um novo contrato. Portanto, é importante ficar atento às regras de cada modelo, principalmente do aviso prévio trabalhado, já que ele reduz a jornada de trabalho diária em 2 horas ou dá direito a ter sete dias consecutivos de folga no trabalho. De toda forma, é aconselhável procurar a Solvção Contabilidade ou o RH da sua empresa para que todas as dúvidas sobre o cumprimento desse aviso sejam esclarecidas e, se necessário, também acionar um advogado trabalhista. Fonte: Contábeis

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Como evitar problemas fiscais em seu e-commerce

O comércio digital foi um dos ramos que mais cresceu e se você realiza a venda de produtos, é necessário estar atento às autoridades fiscais, evitando multas e penalidades – até mesmo processos criminais, se as coisas ficarem realmente sérias.  1. Entenda sobre a legislação É importante ter entendimento sobre a legislação tributária brasileira, afinal já é sabido a alta complexidade desse sistema. Desse modo, estar informado e atualizado sobre as leis fiscais é imprescindível para evitar surpresas desagradáveis. 2. Mantenha registros detalhados de todas as suas vendas Se você realiza a venda de produtos em plataformas digitais, você deve manter registros detalhados de todas as suas vendas. Isto porque pode ocorrer uma inspeção de sua empresa a qualquer momento para comparar suas vendas com seus registros contábeis. Se suas vendas digitais forem superiores aos seus registros, você provavelmente será acusado de evasão fiscal. É por isso que você precisa manter seus registros por pelo menos cinco anos. 3. Fique atento aos documentos eletrônicos A NF-e – que é a nota fiscal eletrônica – é necessária para a parte fiscal da empresa. É fundamental manter todos os documentos organizados e com fácil acesso, caso sejam necessários em um determinado período. 4. Faça um planejamento tributário o planejamento tributário é fundamental para o e-commerce, pois mantém as obrigações cumpridas, como o pagamento de impostos. 5. Tenha um auxílio especializado Para garantir a plena segurança nos processos fiscais do seu e-commerce é fundamental ter um auxílio especializado. Por isso, conte com a Solvção! Trabalhamos sempre com toda atenção e carinho que você precisa e merece!! Fonte: Portal Contábeis

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Golpe do MEI – O que é e como evitar

Ao passo que mais pessoas formalizam os pequenos e micro negócios, os golpistas se aproveitam para fraudar documentos e desviar o dinheiro desses empreendedores.    Com isso, o Microempreendedor Individual (MEI) passa a se preocupar com a sua segurança no trabalho. Bem como, nos modos de evitar cair nas garras de golpistas. Como se dá o Golpe do MEI? O Golpe do MEI se dá, em resumo, pelo envio de uma correspondência falsa. Nela, consta o remetente “Simples Nacional” e a única forma de pagamento é o PIX. Visto que o remetente parece ser de um Órgão Federal, logo o MEI irá pagar a quantia, para não ter problemas com a Receita. Ao pagar o valor com o PIX, o MEI vê a empresa SIMPLES PAGAMENTO ONLINE LTDA, que é uma instituição privada. É nessa hora que as pessoas caem, porque o nome da empresa as confunde com o regime tributário Simples Nacional. Vamos entender e ficar alertas a 3 pontos: 1- Recebimento de e-mails falsos Uma guia para pagamento chega por e-mails falsos. Sabendo que a Receita Federal NÃO FAZ ESSE TIPO DE ENVIO PARA OS CONTRIBUINTES, não abra esse tipo de mensagem. Se você abrir, não clique em nenhum link, pois também pode ser vírus que vai “contaminar” o seu celular ou o seu computador, roubando seus dados. Para saber se o e-mail é falso, passe o cursor do mouse sobre o endereço do remetente. Logo, você verá que não se trata de um canal de comunicação da Receita Federal. Costumam enviar no e-mail falso: – Anexos para pagamento; – Pedido de preenchimento de dados; – Pedido de retificação da DASN (Declaração Anual do Simples Nacional). Atenção! A Receita Federal NUNCA envia esse tipo de solicitação através de mensagens eletrônicas. 2 – Envio de Guia falsa Neste e-mail, é comum vir uma guia parecida com o documento original. Aliás, tem até uma descrição da Secretaria da Receita Federal. Cuidado! A guia falsa só te dá a opção de fazer o pagamento através de PIX, o que não ocorre em uma guia original.  Sendo assim, ao emitir qualquer guia ou para tirar quaisquer dúvidas sobre as suas dívidas como MEI, entre em contato com sua Contabilidade. 3 – Golpe na Guia de Pagamento Outro ponto para se ficar esperto é o DAS (Documento de Arrecadação do Simples). Ele é o único documento obrigatório que o MEI paga mensalmente. No DAS, o MEI recolhe o Imposto de Renda, é tributado com o ICMS para indústria e comércio, o ISS para serviços e o INSS, que incide de acordo com o salário mínimo. Ele é pago todo dia 20 e pode ser emitido pelo site do Governo Federal ou pelo aplicativo MEI Fácil. Fique de olho no prazo! Lembrando que o primeiro pagamento ocorre sempre no mês seguinte, se os valores são registrados, por exemplo, em agosto, você só terá que pagar em setembro. Portanto, você deve desconsiderar qualquer cobrança fora deste prazo. Não pague nenhuma outra guia do MEI. Se proteja! Embora você tenha visto aqui alguns pontos de alerta, não se esqueça de que a cada dia mais formas de engano e fraude surgem. Por isso, sempre tome cuidado! E diante de muitos deveres e obrigações fiscais, o Microempreendedor Individual talvez fique bem perdido para dar conta de tudo. Mas, você não precisa se cansar, nem desistir! Conte com a Solvção Contabilidade!! Fonte: É SIMPLES AUDITORIA

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MEIs poderão emitir nota fiscal pelo Portal do Simples Nacional

O acesso à emissão da nota fiscal será feito pelo Portal do Simples Nacional, via computador ou app do celular. A partir de 1º de janeiro de 2023, os Microempreendedores Individuais (MEIs) precisarão emitir a Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e). O processo poderá ser feito pelo Portal do Simples Nacional, via computador ou app do celular. A medida foi publicada no Diário Oficial da União por meio da Resolução do Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) nº 169, de 27 de julho de 2022. O texto prevê que o microempreendedor deverá emitir a NFS-e nos casos em que houver a obrigatoriedade de emissão, como na prestação de serviços para pessoas jurídicas, e nos casos em que a nota é facultativa, como em serviços executados para pessoas físicas.  De acordo com a resolução, quando o MEI emitir a NFS-e ficará dispensado da Declaração Eletrônica de Serviços, bem como do documento fiscal municipal relativo ao Imposto Sobre Serviços (ISS) referente a uma mesma operação ou prestação. NFS-e para MEI A NFS-e para o MEI faz parte de projeto de documento fiscal eletrônico de serviços, realizado em parceria com os entes municipais e o Sebrae.  O documento terá validade em todo o país e será suficiente para fundamentação e constituição do crédito tributário, além de dispensar certificação digital para autenticação e assinatura do documento emitido. FONTE: por DANIELLE NADER – Jornalista e Coordenadora de Conteúdo do Portal Contábeis Se você é MEI e ficou com dúvidas sobre a emissão de notas fiscais, clique no botão abaixo e fale com um de nossos especialistas.

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Marketing para pequenas empresas: estratégias e dicas para seu negócio crescer

Não são apenas as grandes organizações que devem se preocupar com campanhas de divulgação da sua marca e produtos. Também é muito importante planejar o marketing para pequenas empresas, afinal, elas precisam encantar o seu público para se manterem fortes no mercado. Ainda que o público seja menor, é fundamental oferecer uma boa experiência para essas pessoas para que elas voltem a fazer compras e sejam fidelizadas. Além disso, as pequenas empresas também têm concorrentes. Então, se não criarem boas campanhas de marketing, podem acabar ficando para trás. Como fazer marketing para pequenas empresas? O marketing para pequenas empresas também precisa de planejamento. Independentemente do porte do negócio, ele tem uma solução específica, um público também específico, concorrentes e tudo mais que as grandes empresas têm. A diferença é que muitas ações costumam ter um foco regional para atender o público que está por perto. Além disso, estratégias e ferramentas devem ser adequadas às demandas e características do negócio. Empresas pequenas não podem deixar o marketing de lado, mas as ações e campanhas devem ser condizentes com a realidade do público e as necessidades do negócio. Desenvolva a identidade visual e a marca do negócio O que faz com que uma empresa seja real para o público é a identidade criada em torno dela. Essa identidade é composta pelo seu logotipo, as cores utilizadas, as fontes dos textos e toda essa parte gráfica e visual que torna essa empresa real, de modo que seja reconhecida pelas pessoas. A identidade contribui para gerar a identificação do público com a marca. É por isso que, para criar boas campanhas de marketing para pequenas empresas, é necessário desenvolver antes essa marca e essa identidade. Isso é feito com base no seu segmento de mercado, nas soluções disponibilizadas e no público atendido. Mescle ações virtuais e físicas Não é novidade que empresas de todos os segmentos estão migrando para o meio digital. Isso acontece mesmo com aquelas que pretendem continuar suas atividades em estabelecimentos físicos, uma vez que estar no meio digital é indispensável para alcançar o público. Veja a importância de conhecer bem essas pessoas e os hábitos delas para saber, por exemplo, se faz mais sentido investir em um outdoor, panfletagem, anunciar no rádio ou canal de TV local, ou então investir em mídias pagas online. Ter esse conhecimento ajuda a investir naquilo que tem maiores chances de trazer retorno. Tenha um site e um blog bem estruturados Essa é uma das regras principais para quem pretende começar a explorar o meio digital. O marketing para pequenas empresas na internet começa com a criação de um site e de um blog bem estruturados, pois esses são o endereço do negócio no mundo virtual. No entanto, perceba que explicamos que o site e o blog precisam ter uma boa estrutura. A internet é um mundo dinâmico, e as pessoas não gostam de perder tempo nesse espaço. Sendo assim, não é “qualquer coisa” que vai funcionar. É importante que o site seja organizado e completo, que tenha um bom layout e design para que os visitantes naveguem com facilidade. Esteja nas redes sociais Criar um perfil nas redes sociais é indispensável para as estratégias de marketing para pequenas empresas. Isso faz com que o negócio se torne mais acessível para o público e ainda contribui para que a marca faça parte do dia a dia dessas pessoas. Afinal, elas estão sempre conectadas e de olho no que está acontecendo. As redes sociais são o canal para você interagir com o público, levar informação, proporcionar entretenimento e divulgar produtos e serviços. Note que não se trata apenas de vendas. É muito importante que os perfis tragam humanização nessa interação com o público, evitando restringir as postagens apenas para incentivar compras porque isso pode levar à rejeição. Crie valor para o negócio É importante pensar naquilo que faz com que os clientes da sua empresa deem preferência para ela em vez de ir para a concorrência. Existe algo que de fato atraia essas pessoas para o seu negócio? O objetivo aqui é encantar o cliente mesmo que seja em detalhes, oferecer algo que vá além das soluções que a sua empresa entrega. Tenha esse diferencial que só pode ser encontrado no seu negócio, para que a experiência do público seja positiva e marcante. Ofereça um bom atendimento Quando o cliente é bem atendido, a tendência é ele voltar. Ou seja, oferecer um bom atendimento é uma estratégia que contribui para a fidelização do público. Ao mesmo tempo, ajuda a formar defensores e promotores da marca. Essas são as pessoas que vão fazer a indicação do seu negócio para outros, possibilitando atrair e ganhar novos clientes sem ter que, necessariamente, elaborar campanhas focadas nesse objetivo. Cada contato precisa de atenção, independentemente do teor da mensagem encaminhada. Dúvidas devem ser respondidas, problemas sanados e reclamações registradas para fazer melhorias. Atender bem demonstra preparo e profissionalismo, o que gera credibilidade e confiança. Como aplicar essas estratégias e dicas da melhor forma? 1. Conhecer os clientes Você tem que saber quem são essas pessoas, por exemplo, homens ou mulheres, jovens, de classe média ou alta, e assim por diante. É fundamental ir a fundo para conhecer também os hábitos, comportamentos, preferências e objeções. Todas essas informações são indispensáveis para que você saiba aquilo que pode funcionar para essas pessoas. 2. Estudar seus concorrentes Analise em detalhes seus concorrentes para que possa entender aquilo que elas não entregam e, dessa forma, gerar diferenciais e oportunidades. Essa também é uma maneira de ver aquilo que não pode faltar para que você não acabe ficando para trás. 3. Analisar o próprio negócio Procure se colocar no lugar dos seus clientes. Veja se o modo como as coisas estão sendo feitas agora poderia agradar você enquanto cliente. Mas também procure analisar os aspectos fortes para que possa investir cada vez mais neles e se destacar por causa desses diferenciais. 4. Medir os resultados Ao longo de todo o caminho, são necessárias adequações, investimentos

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Como aproveitar novas oportunidades de negócio com menos riscos

O que é uma oportunidade de negócio? Podemos defini-la como uma circunstância favorável para fazer alguma coisa — nesse caso, abrir ou promover um negócio, o que geralmente está relacionado à venda de um produto ou serviço. Por exemplo, abrir uma franquia reconhecida e de sucesso em uma cidade que ainda não conta com essa marca pode ser uma boa oportunidade de negócio — ou não. Tudo depende da análise de vários fatores e, claro, envolve riscos. A ideia pode acabar não tendo o sucesso esperado pelas características do público, mas a novidade pode, também, superar as expectativas. É preciso ter cuidado ao ter uma ideia, identificar uma oportunidade e executar o plano. Muitas coisas podem acontecer por esse caminho até fazer o negócio dar certo, mesmo que ele seja oportuno. De qualquer forma, a oportunidade já é um ponto positivo para viabilizar a ideia e torná-la real. Como identificar novas oportunidades de negócio para minha empresa? Basicamente, boas oportunidades dependem da detecção de uma necessidade ou desejo do público consumidor. Por sinal, aqui começam os equívocos. Repare que o crescimento estável do negócio depende do foco invariavelmente voltado ao chamado perfil de cliente ideal. As soluções devem ser concebidas para esse tipo de consumidor. O relacionamento com ele precisa ser mais bem desenvolvido. À medida que o tempo passa, as preferências dele podem mudar, como acontece com qualquer pessoa. Cabe à empresa utilizar meios eficazes para manter a sintonia fina com uma audiência tão especial, responsável por solidificar a base e viabilizar a conquista de mais clientes. Atração por meio de marketing digital Por mais que seja negligenciado por algumas pequenas e médias empresas (PMEs), o estágio de atração do cliente ideal (persona) é decisivo para o futuro do negócio. A qualidade, tanto da concepção quanto da execução da estratégia diz muito a respeito do grau de competitividade da empresa perante a concorrência. Uma vez que seu negócio tenha um blog alimentado com material de qualidade, a probabilidade de atrair e cativar a atenção do público esperado é alta. A partir do momento em que houver maturidade suficiente, ou seja, quando a marca já tiver credibilidade, fica fácil fazer com que as pessoas se tornem leads. Nesse instante, elas já manifestaram interesse por algum produto ou serviço específico oferecido pela organização, ao ponto de preencher um formulário com alguns dados pessoais. Em outras palavras, existe o nítido desejo de, no mínimo, saber mais sobre o assunto tratado naquelas circunstâncias. Quais os principais cuidados ao avaliar novas oportunidades de negócio? • Análise de perfil do cliente Definir o perfil do cliente ideal, como falamos em outro trecho, é apenas um dos passos indispensáveis para fechar ótimos negócios. Para ser completa, a análise precisa considerar a situação financeira de quem está disposto a adquirir um item da sua empresa. Assim, você pode vender com segurança. • Atenção ao pós-venda Finalmente, lembre-se de que a venda não se encerra no ato do recebimento do valor envolvido na transação. Mesmo em compras à vista, recomenda-se que a empresa acompanhe a experiência do cliente após a transação financeira. Se a intenção é estreitar os laços e encontrar novas oportunidades de negócios, nada mais vital do que se preocupar com o nível de satisfação dos clientes. Como montar um negócio de sucesso? Para finalizar, temos mais algumas dicas para aproveitar uma boa oportunidade de negócio e alcançar o sucesso. Veja o que não pode ficar de fora do seu foco de atenção. • Analisar o mercado A análise de mercado prévia, com certeza, é uma etapa essencial para o sucesso, pois ajuda a visualizar todo o potencial e os riscos envolvidos. Estude a concorrência, faça muitos cálculos e descubra quais são os diferenciais do seu negócio que você vai usar como força de venda. • Cuidar da saúde financeira Acompanhar os resultados é fundamental, além de contar com facilidades para fazer toda a gestão do dinheiro e evitar problemas, como a possibilidade de inadimplência — que é capaz de acabar com qualquer empresa. • Investir em comunicação digital As ferramentas virtuais (site, blog, redes sociais etc.) facilitam o contato com os clientes e permitem que você conheça melhor o seu público a partir dos dados disponibilizados. Enfim, como demonstramos ao longo deste post, conquistar excelentes oportunidades é desafiador, mas não é impossível. E se você está pensando em montar um negócio, fale com a gente! A Solvção conta com profissionais experientes que podem te dar todo o suporte. É só clicar no link abaixo e falar com um de nossos especialistas.

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MEI pode ter funcionário registrado?

O Microempreendedor Individual (MEI) é um modelo empresarial simplificado, criado para facilitar a regularização dos profissionais autônomos. Ao optar por este tipo de enquadramento, o empreendedor passa a atuar de maneira formal no mercado, conquista um CNPJ, passa a ser capaz de emitir notas fiscais e tem acesso aos benefícios da Previdência Social. Para ser MEI, no entanto, é preciso cumprir com um conjunto de exigências, como ter um limite de faturamento anual que não ultrapasse R$81 mil, ter a atividade econômica enquadrada neste regime e ainda respeitar a quantidade de colaboradores contratados. E é exatamente sobre este último tópico que vamos falar MEI pode ter funcionário? Muitos microempreendedores individuais têm dúvidas em relação à contratação de funcionários, e alguns não sabem que é permitido contar com um colaborador. Mas é importante saber que MEI pode ter funcionário, sim! De acordo com a Lei Complementar n 128/08, é preciso que o funcionário seja maior de 16 anos e realize exame admissional para integrar a empresa. Além disso, só é permitida a contratação de um funcionário por CNPJ. Caso exista a necessidade de mais colaboradores, será preciso sair do modelo MEI e optar pela microempresa. Vale lembrar que essa ação pode alterar os tributos que incidem sobre o negócio. Qual o valor do salário? O funcionário contratado pelo MEI precisa receber pelo menos um salário-mínimo, ou o piso determinado pela categoria, que pode ser consultado no site do sindicato da atividade exercida. O colaborador apresenta os mesmos direitos de um trabalhador que exerce função em uma empresa grande. Entre os benefícios previstos legalmente, estão o décimo terceiro salário, auxílio-maternidade, férias e acesso ao seguro-desemprego. Além disso, é preciso pagar horas extras, adicional noturno, entre outros. Quanto custa registrar um funcionário pelo MEI? O custo de um colaborador para o MEI gira em torno de 11%, sendo que 3% são destinados para o encargo previdenciário e 8% para o FGTS. O pagamento precisa ser efetuado até o dia 7 de cada mês. Os cálculos são feitos de forma automática pelo sistema GFIP, que precisa ser baixado no site da Receita Federal. Além do mais, o empreendedor deve fazer o cadastro do colaborador contratado no Programa de Integração Social (PIS), no site da Caixa Econômica Federal, para que o contratado tenha direito ao abono salarial. É fundamental que tudo seja pago da forma correta para evitar maiores adversidades. Quando os valores não são pagos como o exigido na lei, o profissional pode requerê-los na Justiça, o que não é vantajoso para o crescimento do seu negócio. Como é realizada a contratação de um funcionário? Para que seja possível efetivar a contratação do colaborador, é necessário que o empreendedor esteja ciente de suas obrigações. O futuro funcionário deverá ser inserido no regime CLT (Consolidação das Leis de Trabalho), ou seja, a carteira do profissional deverá ser assinada. O MEI deverá encaminhar o contratado para a realização do exame admissional, sendo que o valor deverá ser pago pelo empreendedor, para confirmar que ele está preparado e apto para exercer o cargo proposto. Caso a avaliação seja positiva, a contratação poderá ser efetuada. Saiba que, em casos de dúvidas, é essencial contar com o auxílio de um contador especializado no assunto. Neste caso, a Solvção pode avaliar corretamente a documentação enviada pelo colaborador, para que tudo aconteça dentro das regras. Normalmente, os documentos solicitados para a contratação são: • RG, CPF, título de eleitor; • certidão de nascimento ou de casamento; • histórico escolar; • carteira de trabalho; • certificado de reservista ou comprovante de quitação militar (específico para homens acima de 18 anos); • declaração de dependentes do IR; • número do PIS; • atestado de admissão médica. Além dos documentos citados, é necessário apresentar o contrato de trabalho assinado. O documento precisa conter importantes informações, como data da contratação, salário, período de contratação, dados pessoais do empregado e do empregador, assinatura dos envolvidos e de duas testemunhas. Todo processo burocrático de contratação deve ser realizado por meio do site do governo, o e-Social. Para facilitar todo o processo, você utilizar Certificado Digital ou o Código de Acesso e senha disponibilizados pelo próprio sistema. Caso você não saiba, o Certificado Digital é uma identidade eletrônica da empresa e a Solvção Contabilidade também pode realizar esse processo de validação para você! Com o Certificado, é possível assinar documentos de valor jurídico mesmo a distância, sem a necessidade de reconhecer firma em cartório. É obrigatório que a contratação do funcionário do MEI seja feita pelo e-Social. Isso porque todos os cálculos serão realizados diretamente pelo Governo, além de pegar a guia de pagamento para o FGTS e INSS do contratado. É vantajoso o MEI contratar um funcionário? Para saber se realmente é vantajoso fazer a contratação de um funcionário em sua empresa, é fundamental analisar a sua demanda de trabalho e o seu faturamento mensal. Ao verificar esses dois pontos, é possível saber a necessidade ou não de um profissional. Se você realizar a contratação e não conseguir arcar com os gastos, o seu negócio poderá ter diversos contratempos trabalhistas. Mas se sua demanda é grande e você não consegue mais fazer as tarefas sozinho, é válido contar com um funcionário para auxiliar. Ao oferecer um serviço de qualidade no mercado, as chances de melhorar a produtividade e atender a mais clientes aumentam. Além do mais, você está dando a oportunidade de alguém de ter sua carteira assinada e seus direitos devidamente garantidos. Portanto, o MEI pode ter um funcionário registrado, desde que consiga cumprir com todas as obrigações, uma vez que profissional contratado precisa ter seus direitos resguardados. Se você é MEI e ainda tem dúvidas sobre contratar um funcionário, nós da Solvção podemos te ajudar. Clique no link abaixo e fale com um de nossos especialistas.

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5 passos para realizar a gestão de vendas eficiente no seu pequeno negócio

A gestão de vendas consiste em um processo relacionado com a contratação e a capacitação de colaboradores. Para que a estratégia de vendas da empresa ocorra de forma satisfatória, é fundamental que exista um bom controle dos processos. Nesse sentido, é importante ressaltar que a criação de boas estratégias ajuda a melhorar o crescimento da receita do negócio. Afinal, as vendas são fundamentais no sucesso de qualquer empreendimento. Por isso, uma gestão de vendas se torna essencial. Ela é uma excelente maneira de tornar o trabalho da sua equipe mais produtivo e eficiente. 1. Estude a necessidade da gestão de vendas para o seu negócio Não é nem preciso dizer que as vendas em um negócio são essenciais, uma vez que é a partir delas que o investidor terá lucratividade. No entanto, as pequenas empresas precisam gerenciar isso de forma estratégica para que consigam potencializar e melhorar seus resultados para não ficar para trás. Por meio de uma eficiente gestão de vendas, é possível encontrar possíveis falhas e erros no setor, compreender as principais necessidades dos clientes, inserir estratégias mais assertivas e cumprir com as metas e objetivos estabelecidos. 2. Entenda quais são as etapas do ciclo de vendas Uma boa forma de realizar uma gestão de vendas é compreender melhor o funcionamento do ciclo das vendas. Vamos abordar aqui como funciona cada etapa! • Lead Lead corresponde à etapa em que a pessoa demonstra interesse em comprar os produtos do seu estabelecimento, tornando-se um cliente em potencial. É nessa fase que começa o relacionamento do consumidor com o seu negócio, podendo ocorrer durante uma visita à loja, ao site ou no contato com os vendedores. • Oportunidade Nessa fase, o cliente percebe que precisa comprar um determinado produto. Por essa razão, ele pode chegar à loja já sabendo o que busca. É essencial que os vendedores escutem os compradores e busquem compreender suas necessidades e expectativas para conseguir achar a melhor solução para suas necessidades. Essa etapa é fundamental, uma vez que é nela que você conquista o cliente. Vale destacar que um negócio precisa aproveitar boas oportunidades para melhorar sua rentabilidade. • Proposta Após saber melhor das necessidades e dos desejos dos consumidores, é hora de o vendedor oferecer o produto. É importante deixar claro todos os benefícios do item e as razões para ele ser a melhor opção para o cliente. Um dos maiores diferenciais de um negócio é a apresentação do produto comercializado. Isso ajuda a elevar as chances de o indivíduo escolher os itens de sua empresa. Logo, é necessário que essa etapa seja bem executada. • Negociação É preciso estar preparado e atento a possíveis objeções relacionadas a forma de pagamento, valor, desconto e caraterísticas do serviço ou produto ofertado. Dessa forma, esse é o principal desafio no momento de concretizar a venda. O colaborador precisa ter sempre uma carta na manga para contornar a situação durante a etapa de negociação. • Fechamento No fechamento, o comprador é conduzido à conclusão da compra, e o valor do serviço ou produto é pago. Nessa etapa é quando ocorre o processo de conversão, isto é, o colaborador conseguiu vender o item ofertado. • Satisfação O pós-venda em uma empresa não pode ser deixado de lado. É preciso que exista uma eficiente comunicação após o cliente realizar a compra em sua organização. Assim, você saberá se o cliente tem algum elogio ou uma reclamação para fazer a respeito do produto adquirido. Quando o atendimento é bem feito, existem grandes chances de o consumidor voltar para a sua loja e realizar outras compras. Além disso, eles acabam elogiando seu negócio para os amigos e familiares. Saiba que esse marketing boca a boca é fundamental para quem deseja se destacar no mercado. 3. Estruture e treine a equipe de vendas Ter uma equipe de vendas bem treinada e capacitada é primordial para que eles estejam preparados para atender às principais demandas do mercado. Essa ação garante que as habilidades e o conhecimento dos profissionais sempre melhorem. Um gerente de vendas sabe que diversas vezes precisa atender clientes de vários segmentos e com diversas necessidades. Para que consiga cumprir com o desejado, é necessário segmentar e treinar a força de vendas. Assim, eles ficarão preparados para lidar com qualquer negociação e processos. Para que a etapa de vendas ocorra bem, é necessário que os processos estejam bem estruturados. Logo, é fundamental estabelecer as metas, definindo a quantidade de clientes que desejam alcançar na semana e que ações serão feitas para gerar mais leads. Quando as etapas de vendas passam por um bom planejamento e são executadas adequadamente, os resultados são obtidos como o desejado. 4. Estude e conheça os produtos Para conseguir traçar boas estratégias de vendas, é preciso que você conheça bem os produtos e serviços. Desse modo, conseguirá realizar uma gestão de vendas mais satisfatória. A compreensão dos produtos permite tomar decisões mais corretas e coerentes com seu negócio. Ao conhecer melhor os seus produtos e seus diferenciais, os consumidores conseguem confiar mais em seu empreendimento. Desse modo, você consegue detalhar melhor as características do produto para o time de vendas. 5. Defina indicadores de desempenho que serão acompanhados Os gestores de venda precisam analisar e escolher os indicadores que mostram se a estratégia está conseguindo bons resultados ou se ela precisa ser melhorada. Nesse contexto, eles podem optar pela análise de vendas concluídas, faturamento, clientes atendidos, número de pedidos feitos, leads, quantidade de visitantes nas redes sociais, entre outros. Com a definição de bons indicadores, é possível saber melhor a respeito do desempenho do seu empreendimento no mercado. Desse modo, é fundamental dar atenção às escolhas que fazem para que as vendas e a retenção de novos consumidores sejam potencializadas. Portanto, a gestão de vendas é imprescindível em um pequeno negócio. Visto que essa ação permite a criação de estratégias eficazes para o seu crescimento. As vendas de uma empresa precisam ser realizadas com atenção e cuidado para que os clientes sempre retornem ao local para

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Como deve ser feito o controle de pagamentos de clientes

Sabemos que não é fácil manter um controle de pagamentos de clientes. Isso porque, na maioria das vezes, não é um processo que depende exclusivamente do empreendedor. Porém, há estratégias que podemos implementar para motivar o consumidor a pagar as suas dívidas em dia e, assim, não atrapalhar o seu fluxo de caixa. Infelizmente, são frequentes as reclamações dos empreendedores relacionadas à inadimplência. São clientes que não realizam o pagamento das contas dentro do prazo ou possuem diversas faturas pendentes com algumas semanas de atraso. Pensando nisso, preparamos este post para falar um pouco sobre o assunto. Continue a leitura! O que é o controle de pagamentos de clientes? O controle de pagamentos de clientes é a gestão de tudo o que a sua empresa tem a receber dos seus usuários. É importante destacar que o sucesso empresarial tem uma relação íntima com o bom gerenciamento dos recursos e o recebimento deles, compreendendo o fluxo da caixa, por meio do contrabalanceamento do que entrará e do que sairá. Logo, ter o controle do pagamento dos clientes e oferecer a eles caminhos viáveis para realizá-lo é um ato imprescindível. Como fazer o controle de pagamentos de clientes em sua empresa? Há diversas maneiras para realizarmos esse processo de forma eficiente e benéfica para todos os envolvidos. Confira algumas dicas infalíveis que separamos para você. • Defina uma data de pagamento com os seus clientes Uma das maneiras de realizarmos o controle de pagamentos de clientes é obtendo o consentimento deles para agendarmos uma data para a realização do pagamento, caso eles usem cartões de débito ou crédito em conta para a realização das transações. Diante disso, os valores a serem pagos serão debitados de forma automática e muito mais prática. Uma forma de realizarmos o controle de pagamento de clientes é disponibilizando um formulário online em seu site. A partir disso, o consumidor colocará as informações e agendará um dia mais viável para ele realizar o seu pagamento. Isso é uma excelente maneira de evitarmos atrasos nos pagamentos. Com essa ideia, a empresa conseguirá receber os pagamentos com pontualidade e prevenir possíveis atrasos ou esquecimentos. Além do mais, os clientes ficarão mais seguros e sentirão o controle de suas finanças, com a garantia de que os serviços prestados não serão bloqueados. • Ofereça flexibilidade Ainda que os pagamentos automáticos ofereçam inúmeras vantagens tanto para os usuários quanto para as empresas, alguns consumidores podem ficar com receio na hora de agendar uma data fixa e, consequentemente, não ter uma flexibilidade para superar os problemas financeiros inesperados. Diante disso, se deseja saber como realizar o controle do pagamento dos usuários é de suma importância que você tenha definido as opções para eles: • possibilidade de poder solicitar alterações no pagamento uma semana antes do prazo estabelecido no vencimento; • disposição em encontrar uma data de pagamento que beneficie tanto você quanto o consumidor, de forma que alivie as incertezas de ambos; • oferecimento de uma opção de parcelamento e outras condições de pagamento facilitado, como o WhatsApp Pay. Com a aplicação dessas dicas, sua empresa conseguirá manter uma excelente relação com os seus usuários e, assim, evitar pagamentos em atraso. • Envie lembretes para alertar os seus usuários Quem nunca pagou uma dívida em atraso simplesmente pelo fato de ter esquecido a data de pagamento? Isso é um problema bem corriqueiro. Para evitar essa falha, uma dica é enviar lembretes para os seus usuários. Uma forma de realizar o controle dos pagamentos dos usuários é adotar alguns serviços online que automatizam a comunicação de pagamentos com os consumidores. Com a adoção desses sistemas, o envio de e-mails ou mensagens de texto para os dispositivos dos clientes será automático, alertando o cliente sobre o valor que deverá ser debitado. Se houver a necessidade de realizar qualquer alteração no cartão ou na data de pagamento, eles poderão contatar seu negócio antes mesmo da transação ser realizada. Por fim, certifique-se que o usuário tenha também uma cópia dos termos acordados, viabilizando a consulta a qualquer momento. Isso ajudará a reduzir futuros problemas em casos de um pagamento não autorizado, por exemplo. Por que deve ser feito? Ter um bom controle do pagamento dos seus clientes evita diversos transtornos para a sua corporação. É nítida a importância que uma boa gestão de pagamentos tem em impulsionar o desenvolvimento de toda a empresa. Um empreendedor renomado fica sempre de olho em todos os setores do seu negócio. Isso porque a gestão financeira é vital para que todos os departamentos continuem funcionando de forma eficaz e lucrativa. Dessa forma, é necessário ter muita atenção no momento de realizar a organização da gestão de controle de pagamentos de clientes. Estar ciente de que os seus débitos já estão quitados é o que traz diversos benefícios para a sua empresa. Porém, se você ainda tem dificuldade para realizar tudo isso, não se assuste e fique calmo. Atualmente, existem diversas maneiras para resolvermos, como já mencionamos brevemente. Opte por aquela solução que mais se enquadre na sua realidade e nos objetivos da empresa. Ficou com dúvidas? Clique no link abaixo e fale com um de nossos especialistas, estamos aqui para ajudar você!

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Faturamento: Saiba o que é e como calcular corretamente

Para que uma empresa prospere, é importante cuidar de seu setor financeiro, implementando um bom Fluxo de Caixa, sistemas de análise de vendas e mecanismos para calcular o faturamento dela. Uma ferramenta contábil muito utilizada pelas empresas é o DRE. Essa ferramenta permite inferir diversas informações interessantes sobre o negócio, devendo ser implementada logo no início das atividades empresariais para o melhor controle financeiro. Quando o gestor tem todas essas informações em mãos, ele é capaz de tomar boas decisões, guiando o negócio para o sucesso. Em contrapartida, a falta dessas métricas pode rapidamente causar diversos problemas para a empresa, inclusive com a própria Receita Federal. Além de ser uma métrica de valor, o faturamento também tem a finalidade de enquadrar um negócio no sistema tributário nacional. Por medir razoavelmente bem o tamanho da empresa, ela é tributada de acordo com esse valor. Está um pouco perdido? Neste conteúdo vamos apresentar diversas informações valiosas sobre faturamento.  O QUE É FATURAMENTO? O faturamento é a soma de todo o dinheiro que a empresa arrecadou em um determinado período, mesmo que a quantia ainda não tenha caído em caixa. Portanto, devemos ter cuidado com as velocidades nesse quesito, pois a declaração das empresas requer a soma das receitas que ainda não chegaram, as quais compõem o faturamento. Dessa forma, esse conceito está atrelado à capacidade de vender do negócio. Empresas que vendem muito tem faturamentos altos, e o contrário também é verdade.  Mas não se engane: são todos os ganhos, não apenas o de vendas, que devem ser somados. Até mesmo retornos em investimentos financeiros precisam ser contabilizados. QUAL A RELAÇÃO DO FATURAMENTO COM O REGIME TRIBUTÁRIO? Como já foi informado anteriormente, o método usado pela Receita Federal, no que tange à tributação, leva em conta o faturamento. Então, existe uma relação forte entre o faturamento e o regime tributário, sendo esta métrica a responsável pelo enquadramento, na maioria dos casos. No Brasil, temos os seguintes regimes tributários: • Simples Nacional: esse regime tributário é o mais fácil de lidar, mas contempla apenas empresas com faturamento anual abaixo de R$ 4,8 milhões. As alíquotas são baixas e a burocracia é bastante simplificada. • Lucro Presumido: somente empresas que faturam abaixo de R$ 78 milhões podem entrar nesse regime tributário. Em resumo, as empresas pagam alíquotas fixas, definidas pela União. • Lucro Real: o lucro real é aplicado para negócios que ultrapassam o faturamento de R$ 78 milhões, sendo sua base de cálculo de impostos o lucro real da empresa, ou seja, quanto dinheiro sobra após retirados todos os custos e tributos. O Brasil é um país de micro e pequenas empresas, por isso o Simples Nacional é o regime mais comum. A IMPORTÂNCIA DE CONHECER O FATURAMENTO DE UMA EMPRESA O primeiro motivo para calcular o faturamento da empresa é o enquadramento. Vale lembrar que empresas fora do enquadramento adequado estão passíveis de multa e processos por parte da Receita. Fora isso, o faturamento é uma métrica de alta relevância para os negócios, facilitando mensurar o quão bem a empresa está indo em suas operações. Ultrapassar o teto de faturamento de seu enquadramento deve ser visto como um ponto positivo, e não uma punição. Esse valor também é relevante para o cálculo de impostos, assim como as demais métricas de interesse para os gestores. Quer saber mais sobre a ferramenta DRE e como ela pode ser útil para sua empresa? Clique no link abaixo e fale com um de nossos especialistas.

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Como abrir um empreendimento com pouco dinheiro?

São diversos os exemplos de pessoas que mudaram totalmente suas vidas, tornando-se empreendedores de sucesso. Essa também pode ser sua história! E uma das primeiras medidas para alcançar essa posição tão desejada é entender como moldar a própria mente para ser bem-sucedido nos negócios. Afinal, não dá para conduzir uma empresa sem acreditar em si mesmo. Se você está buscando ideias para montar um pequeno negócio de sucesso com possibilidades de expansão, quer saber se é possível abrir uma empresa com pouco dinheiro, está interessado em descobrir qual é o investimento inicial e se é preciso se formalizar, chegou ao lugar certo. Acompanhe os próximos tópicos para solucionar todas essas dúvidas! Faça uma autoanálise e entenda seu propósito Afinal, do que você realmente gosta? É imprescindível buscar um estilo de negócio que combine com suas preferências e seu estilo de vida. Só assim você se sentirá confortável com seu trabalho e muito mais disposto para dar continuidade a suas atividades com empolgação e energia. Tenha em mente desde já, portanto, que começar um negócio exige uma boa dose de responsabilidade. Você está ciente e mesmo assim tem muita vontade de empreender? Então isso provavelmente não será um problema! Considere novas ideias de negócio de sucesso Pode ser interessante buscar novas formas para começar um negócio, além daquelas já tradicionais do mercado. Se você não tem capital suficiente para abrir uma loja física em um shopping ou mesmo na rua, nada de desânimo!  Antes de optar por qualquer modelo de negócio, é preciso ter certeza de que há demanda suficiente para isso. Lembre-se: uma ótima forma de se aproximar do sucesso é saber que as pessoas consomem produtos parecidos com aqueles que você deseja vender. E é claro que, tendo uma visão mais apurada do mercado, você mesmo pode perceber que as pessoas têm necessidades que ainda nem descobriram. Agarre essa chance! É importante ter em mente que nenhuma dessas possibilidades está mais correta ou é melhor que a outra. O que realmente importa é que você consiga ter o padrão de vida que gostaria a partir do faturamento da sua empresa, não é mesmo?  Entenda a importância da formalização Ao se deparar com a falta de parte do capital necessário para a abertura da empresa, você tem a opção de buscar um empréstimo. Nesse sentido, um plano de negócios cuidadosamente estruturado pode ajudar bastante. Para causar um impacto diferente, no entanto, é bom ter experiência prévia e já ter aplicado testes que garantam, na prática, que seu produto ou serviço tem potencial. E o melhor é que, ao contrário do que muita gente pode pensar, o processo de formalização é muito fácil e pode ser feito totalmente online. Se você está começando agora seu negócio e tem um faturamento de até 81 mil reais por ano, é possível começar suas atividades ao se formalizar como MEI! Tenha em mente o que você precisa para começar Não desistir, mesmo quando tudo parecer muito complicado, é um dos grandes segredos para se alcançar o sucesso. Não tenha medo de julgamentos se você acredita que o que está fazendo pode dar certo, mas saiba escutar as sugestões construtivas de quem está à sua volta. Faça tudo a partir de um grande propósito. Mova-se pelo que você ama. Em relação à parte prática, busque atender à demanda do mercado e tenha consciência de que é preciso estar disposto a trabalhar duro e investir dinheiro, energia e tempo. Trabalhe seu diferencial e seu posicionamento. E nada de hesitar em pedir ajuda e conselhos a quem tem mais experiência em negócios! Se você está pensando em abrir um negócio, fale com a Solvção e pode confiar que a gente cuida de tudo por você. É só clicar no link abaixo e falar com um de nossos especialistas.

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POR QUE VOCÊ DEVE ACOMPANHAR O CNPJ DA SUA EMPRESA?

Sabemos que a rotina de um gestor é repleta de obrigações, porém a consulta do CNPJ da empresa não pode ser deixada de lado. Você realiza essa atividade? O procedimento é importante para conhecer o perfil financeiro da companhia, adotar medidas de correção, caso sejam necessárias, entre outros benefícios. Mas para alcançar bons resultados, o processo deve ser implementado corretamente. Para ajudar nessa missão, preparamos este texto com dicas sobre o assunto. Continue a leitura, entenda os motivos para acompanhar o CNPJ da empresa e veja como fazer isso! Quais são os benefícios de acompanhar o CNPJ da sua empresa? Algumas pessoas podem desconhecer a estratégia de análise do próprio CNPJ. Contudo, vale destacar que o procedimento é significativo para a proteção e o sucesso do negócio. Alguns benefícios são: – proteção e ações de correção rápida em caso de fraudes; – análise do perfil financeiro e possibilidade de aplicar estratégias de melhoria; – redução de insegurança do mercado; – contribuição para facilitar a obtenção de crédito. Ter uma boa reputação no mercado e um score elevado são passos essenciais para manter a saúde financeira da empresa em dia e realizar acordos mais vantajosos. Por isso, é importante conhecer o perfil financeiro da sua empresa e aplicar medidas para melhorá-la, se for o caso. Uma das dicas para isso é evitar a negativação. Tal fato pode ocorrer se a sua empresa deixar de pagar alguma conta e o credor enviar os dados dela para os órgãos de proteção ao crédito com o objetivo de obter o pagamento. Ficar na lista de negativados gera complicações para o seu negócio, pois afeta a sua reputação e pode dificultar acordos comerciais, compras a prazo e obtenção de empréstimo. Diante disso, é imprescindível ter um bom controle financeiro para evitar despesas em atrasos. Além do mais, ao monitorar o CNPJ da firma, você poderá receber avisos em caso de pré-negativação para identificar dívidas em aberto e adotar medidas de correção rápidas para que isso não prejudique o perfil dela. Outro benefício de acompanhar o CNPJ é quanto à redução de riscos. As empresas, sejam elas pequenas ou grandes, não estão livres de sofrerem com ações fraudulentas. Dessa forma, caso uma pessoa utilize os dados da companhia para aplicar golpes no mercado, você ficará sabendo disso com mais rapidez e poderá tomar atitudes para resolver a situação e minimizar os danos. O que você deve acompanhar e com qual frequência deve fazer isso? Ao analisar o CNPJ da empresa é possível obter uma série de dados, tais como: – score de crédito; – dívidas e protestos; – consulta por outras empresas. Todas essas informações são importantes para entender o perfil do negócio e aplicar as estratégias adequadas. Contudo, como as movimentações podem acontecer de forma constante, é preciso dar atenção a esses dados com frequência. O processo para a consulta de CNPJ pode ser feito de forma manual com pesquisas junto ao órgão de proteção ao crédito. Nesse caso, é recomendado definir de quanto em quanto tempo isso deve ser feito de acordo com as características e os objetivos da empresa. Uma alternativa mais prática é o monitoramento de CNPJ com auxílio de soluções tecnológicas. Assim, você consegue realizar um acompanhamento constante do documento. Como acompanhar o CNPJ da sua empresa? Agora que você já entendeu os benefícios da estratégia, deve estar com dúvidas sobre como monitorar o CNPJ da empresa, não é mesmo? Como falamos no tópico anterior, isso pode ser feito de forma manual, com uma frequência de consulta quinzenal ou mensal, por exemplo, ou com o apoio da tecnologia. Investir em soluções tecnológicas é uma excelente maneira de analisar os dados da empresa de forma facilitada. sabia que também é possível consultar o documento de seus clientes? A atitude é positiva para reduzir riscos na venda! Ninguém deseja ter que lidar com atrasos no pagamento ou inadimplência, não é mesmo? Essas situações prejudicam o fluxo de caixa e a saúde financeira da companhia e geram custos extras para a recuperação de dívidas. Por isso, é preciso adotar estratégias de análise de crédito para minimizar os riscos em vendas com pagamento a prazo. Uma das formas de fazer isso é consultar CPF ou CNPJ do cliente antes de toda a venda, outra dica é utilizar uma ferramenta para monitoramento da carteira de clientes empresariais. Assim, você obtém dados atualizados e recebe avisos em casos de movimentações nos documentos. Sendo assim, você pode obter informações atualizadas sobre o seu empreendimento e sobre seus clientes para tomar decisões mais acertadas, influenciando a saúde financeira e o sucesso corporativo. E então, conseguiu entender a importância de consultar o CNPJ da empresa? Um gestor precisa ficar atento a inúmeros fatores para garantir a sustentabilidade e o crescimento do negócio. Como mostramos, cuidar do CNPJ é uma medida significativa para conhecer o perfil financeiro da companhia perante o mercado e adotar estratégias para melhorar isso e ter mais facilidade ao solicitar empréstimos e fazer acordos comerciais. Ainda ficou com dúvidas? A Solvção pode te ajudar! É só clicar no link abaixo e falar com um de nossos especialistas. Fonte: Serasa Experian

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Para que serve a DRE?

Para conseguir realizar uma gestão de pequenas e médias empresas eficiente, é preciso contar com o auxílio de ferramentas, como a Demonstração do Resultado do Exercício (DRE). Seu principal objetivo é detalhar os resultados da organização, assim, é possível ter uma visão real e global dos custos, despesas e lucros de seu negócio. Nesse sentido, o empreendedor que deseja o crescimento financeiro de sua companhia deve usar esse documento. Saiba que o demonstrativo precisa ser realizado anualmente por todas as instituições, exceto o Microempreendedor Individual (MEI), e precisa ser assinado por um contador. Continue a leitura e descubra mais a respeito da DRE! O que é DRE? A DRE consiste em um documento feito por uma organização, em que são registrados os resultados relacionados com as operações financeiras. Nela é preciso constar os lucros e os prejuízos ao longo do período. Logo, a declaração é um relatório com dados a respeito da receita, dos gastos, das despesas e dos investimentos do negócio. Nesse contexto, para facilitar a avaliação das informações contidas, ela é feita em formato de planilha. Além do mais, saiba que ela pode ser feita a cada mês, bimestre, semestre ou ano, dependendo dos seus objetivos com o documento. Apenas a demonstração anual é obrigatória. Qual é a importância da DRE? A DRE é um documento muito importante, já que seu resultado é capaz de interferir em diversas áreas do seu negócio. Se sua organização tem um setor de contabilidade, no começo do ano, é válido reunir todas as informações necessárias para elaborar os documentos contábeis de forma eficiente. Já se não tiver um contador, é indicado contratar os serviços de uma empresa especializada para ajudar na elaboração na DRE. A declaração é essencial, visto que serve como prestação de contas de seu empreendimento com o governo. A partir dela, a Receita Federal pode se certificar de que todos os impostos devidos foram declarados de forma correta. Também é feito um comparativo entre o lucro presente na DRE com o valor declarado no Imposto de Renda de Pessoa Física feito pelo empreendedor. Por essa razão, é necessário ficar de olho nas declarações que são feitas por você e pelo seu negócio. Como fazer a DRE de uma empresa? Uma maneira prática de produzir a DRE é por meio da utilização de planilhas para que, assim, consiga detalhar todas as despesas necessárias. Para deixar o processo mais prático, é válido realizar o fechamento mensal para ter mais tranquilidade no momento de produzir o anual. Saiba que isso reduzirá a quantidade de informações a serem inseridas e avaliadas no momento de finalizar a DRE. Após todos os meses preenchidos de forma correta, é preciso apenas fazer a soma dos resultados de cada campo. Esse resultado pode ser passado para um sistema, para que o gestor ou outros colaboradores tenham acesso. Dessa forma, a empresa consegue ter boas informações para tomar decisões mais certeiras no decorrer do ano e, assim, potencializar o desenvolvimento da instituição. O que entra na DRE? Para que a DRE seja executada de maneira satisfatória e sem falhas, é necessário saber o que deve ser anotado. Confira: • Receita bruta – A receita bruta são todos os valores que entram na companhia. Logo, precisam ser inseridas as receitas alcançadas com o recebimento de juros, venda de serviços ou produtos e o retorno de dividendos ou royalties. • Tributos – É necessário inserir quais os impostos que a organização precisa pagar, por exemplo, o Imposto Sobre Serviços (ISS) e o Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Além do mais, é preciso inserir os descontos e devoluções feiras pelos clientes. • Receita líquida – A receita líquida é a subtração entre a receita bruta e os tributos que precisam ser pagos. • Custos dos produtos vendidos – É preciso colocar os gastos para realizar a fabricação do produto, como logística, mão de obra, matéria-prima, entre outros. • Lucro bruto – O lucro bruto consiste no resultado da subtração entre o valor da receita líquida e os gastos com produção. • Despesas – É necessário incluir os gastos relacionados com a comercialização do produto ou serviço, como marketing e publicidade. Além do mais, é preciso levar em consideração o salário dos colaboradores, comissões, despesas com o estabelecimento comercial e outras. • Lucro operacional – O lucro operacional consiste na diferença entre o lucro bruto e as despesas mencionadas. Esse lucro tem como finalidade permitir uma avaliação mais completa do resultado operacional da empresa. • Resultado – Para encontrar o resultado financeiro, é preciso somar todos os juros que foram pagos naquele determinado tempo pela companhia por causa de algum débito. Ainda, é necessário inserir o montante recebido pela empresa por meio de rendimentos com investimentos financeiros. • Lucro sem o Imposto de Renda – É preciso saber o valor do lucro sem o Imposto de Renda, já que ele é o que mais interfere no valor do faturamento final. • Imposto de Renda – É preciso levar em consideração, também, o Imposto de Renda de Pessoa Jurídica e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), sendo que esse imposto é calculado com base no lucro absoluto do empreendimento. Saiba que CSLL é pago por meio da DARF, que é um documento para manter a regularização fiscal da empresa. • Lucro líquido – Após passar por todas as etapas anteriores, é preciso saber o lucro líquido, ou seja, o destinado para o empresário e seus sócios, se existirem. É preciso ter atenção a esse ponto, pois se ele for negativo, mostra que a empresa ficou no prejuízo. Caso tenha sido positivo, deixa claro que a empresa lucrou com seus produtos e serviços. Se apresentou um valor zero, o negócio se encontra em equilíbrio. Portanto, é perceptível que a DRE é uma demonstração muito importante para as empresas, já que nela é preciso inserir informações financeiras. Um negócio que deseja crescer e se destacar no mercado precisa estar atento a esse documento, pois é possível realizar ações mais certeiras para o seu crescimento, além de ficar em dia

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7 dicas para não errar na escolha dos fornecedores da sua empresa

Acertar na escolha dos fornecedores é fundamental para potencializar os resultados do negócio. Isso é um desafio e para as empresas, principalmente quando a compra é direta. Por isso, antes de tomar qualquer decisão, o comprador precisa considerar alguns critérios no momento da negociação para ser assertivo na escolha dos fornecedores. O preço, apesar de ser um fator muito relevante na gestão de compras, é apenas um dos requisitos a serem considerados na hora de selecionar fornecedores. As empresas que querem manter uma boa reputação e elevar sua vantagem competitiva devem se atentar ao comprometimento dos fornecedores com questões ambientais, sociais e de governança (ESG), pois estão cobrando iniciativas e ações ligadas a esses aspectos. Confira dicas para não errar na escolha dos seus fornecedores e potencializar seus resultados. 7 dicas para não errar na escolha de fornecedores 1. Objetivos alinhados Escolher fornecedores com objetivos alinhados aos da sua empresa é o primeiro passo para conquistas relações confiáveis e duradouras. Nesse sentido, a colaboração entre comprador e fornecedor é benéfica para o fortalecimento de ambos. Por exemplo, se a sua empresa tem como valor a sustentabilidade, pode ter a reputação afetada caso compre de um fornecedor cujo negócio não contribui para diminuir o efeito estufa. 2. Qualidade dos produtos ou serviços De nada adianta negociar um bom preço com o fornecedor se a qualidade do produto ou serviço está comprometida. É difícil ter 100% de garantia que um produto ou serviço é de excelente qualidade, por isso é importante realizar testes e avaliações com calma, para não trazer prejuízos significativos à empresa, comprometer lucros e até parar a sua linha de produção e a própria continuidade do negócio. 3. Reputação do fornecedor Um dos erros mais cometidos na hora de selecionar um fornecedor é não pesquisar sobre ele com profundidade e isso pode colocar em risco a reputação da sua empresa. Pesquise se a empresa cumpre obrigações legais, fiscais e as regulamentações técnicas, entre outras avaliações importantes. Antes de firmar uma parceria, ouça as empresas que já foram atendidas pelo fornecedor. O tempo de atuação no mercado também deve ser considerado. 4. Negocie para obter savings Pesquise os preços praticados no mercado, faça comparações e mostre ao fornecedor o quanto sua empresa está disposta a buscar as melhores negociações. Antes de tomar qualquer decisão, revise seu orçamento, defina metas e identifique oportunidades de redução de custo das aquisições. 5. Especifique o que você precisa É comum um pedido de cotação chegar a um fornecedor sem conter a descrição completa e detalhada da necessidade do cliente. Para tornar uma negociação com fornecedor ágil e fácil, descreva os detalhes do produto que deseja adquirir, quais são os prazos que precisa e formas de pagamento praticadas. Com informações precisas e definidas, é possível saber se o fornecedor tem capacidade para atender às suas necessidades. 6. Conte com mais de um fornecedor Imprevistos, falhas, enganos e erros podem acontecer em qualquer negócio. Por isso, tenha um plano B para o fornecimento de produtos e serviços que a sua empresa necessita. Além disso, contar com mais fornecedores pode ajudar sua empresa em um aumento repentino de demanda, sem deixar clientes esperando por muito tempo. 7. Valorize a comunicação entre as empresas Para alcançar melhores resultados, comprador e fornecedor precisam estar dispostos a se comunicar de forma clara, objetiva e simples. Sendo assim, centralizar as informações em um só lugar pode facilitar a rotina de quem compra e quem vende. Quando o assunto for contabilidade, conte com a equipe da Solvção! É só clicar no botão de contato e falar com um de nossos especialistas. Fonte: Mercado Eletrônico

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Entenda a importância da estratégia empresarial

A pandemia da Covid-19 trouxe inúmeros desafios para a sociedade como um todo. Em diversos momentos pairava a incerteza, o medo e a insegurança, não só pessoal como também no mundo dos negócios. Foi necessário as pessoas se reinventarem, estabelecerem novos posicionamentos, formas de trabalho, tomada de decisões mais rápidas e assertivas diante do cenário pandêmico, sobretudo, agir com estratégia e coragem no ambiente corporativo. Estudo realizado pela empresa PageGroup, em parceria com a Fundação Dom Cabral, entre setembro e outubro de 2020, calculou que 75,8% dos líderes acreditavam que as tomadas de decisões ficaram mais rápidas durante o cenário de crise. O estudo ouviu mais de 230 membros da alta liderança de empresas brasileiras. No entanto, fazer essas escolhas muitas vezes não é algo fácil, porque toda ação impacta de forma direta ou indireta em um número significativo de pessoas, assim como tomar decisões precipitadas não é a saída. Criando estratégias A criação de estratégias é tão importante quanto agilizar a tomada de decisões. Além disso, quando o empresário desenvolve estratégias para o negócio, a clareza e preparação devem “andar” juntas, pois se não controlarmos as emoções, as ações poderão ser motivadas por impulso ou dominadas pelo medo. Decisões focadas em coragem e objetividade nos círculos de negócios requerem um planejamento estratégico. Portanto, uma alternativa é a criação de um framework, conjunto de técnicas, conceitos ou ferramentas pré-definidos utilizados para solucionar um problema de um domínio ou projeto específico. Tópicos fundamentais de um framework • Buscas por autoconhecimento; • Potenciais e consequências das escolhas; • Aspectos positivos e negativos das decisões; • Fixar seus valores. Por fim, é importante que o empresário consiga identificar se está confortável com suas decisões e se elas retratam bem o perfil, não só da empresa, mas também de si mesmo. Gostou dessa matéria? Siga-nos nas redes sociais e fique por dentro de tudo o acontece no mundo corporativo e na área da contabilidade. E, caso necessite de assessoria contábil, a Solvção está à sua disposição, é só clicar no botão abaixo e falar com um de nossos especialistas.

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Erros na gestão de notas fiscais de entrada podem gerar multas superiores a R$ 1 mil por documento.

Gestão de notas fiscais ainda é desafio para as empresas. Trabalho, muitas vezes, feito manualmente ou com softwares inadequados, causando penalidades. Facilitar a rotina fiscal e ter erros humanos minimizados neste campo é o sonho de toda empresa brasileira, afinal, a legislação do país é extremamente complexa e, por consequência, passível de retrabalho, perda de tempo e de dinheiro.  Neste aspecto, um dos principais desafios das empresas tem sido a recepção e gestão completa de documentos fiscais de entradas, das compras, de mercadorias, de serviços e outras. Geralmente, se não houver um padrão de organização bem delineado destes documentos, que servem para certificar uma transação comercial, constando os detalhes sobre o produto ou o serviço adquirido, bem como seus respectivos impostos, não há como fazer uma boa gestão, afetando muitas áreas de uma organização, desde compras, controladoria, fiscal, contábil e, principalmente, o contas a pagar.  Outro problema bem narrado pelas empresas é o preenchimento incorreto de documentos fiscais pelos seus fornecedores. Adiante, vem ainda a conferência de autenticidade dos documentos, que para notas de mercadorias pode ser feita em um portal, mas para as de serviços, são “apenas” 5.570 portais, de cada município.  Mas não acaba aí, há ainda a conferência de regularidade do fornecedor no site da Receita Federal, da opção do Simples Nacional em outro portal e do CPOM (cadastro de prestadores de outros municípios) em cada prefeitura. Ou seja: um processo longo, manual e cheio de detalhes.  Por fim, tem a questão da guarda e do prazo para conservação desses documentos, exigido por lei, que é de cinco anos. Isso quer dizer que se um fiscal for a um estabelecimento e requerer uma ou mais notas, e se o empresário não apresentar, é multa na certa, que pode, inclusive, ultrapassar R$ 1 mil, por documento, além da glosa de dedutibilidade do IRPJ e da CSLL, de 34%, mais 9,25% de créditos irregulares de PIS e COFINS. É muito dinheiro e não vale a pena correr o risco. Gestão de notas fiscais Além do obstáculo “armazenamento”, há o desafio de monitorar as notas fiscais após o recebimento, onde o usuário necessita fazer uma consulta sempre que quiser saber o status do documento, pois estes podem ser cancelados ou anulados pelo fornecedor sem a autorização do destinatário.  Em situações como essa, a empresa pode estar se apropriando de créditos indevidos e registrando notas fiscais inválidas em seu Enterprise Resource Planning (ERP). Portanto, para evitar dor de cabeça, o ideal é automatizar a gestão de notas fiscais de entradas (compras).  “Quando a empresa opta por fazer este trabalho de forma manual, haverá um gasto de tempo exorbitante e custos para o setor fiscal, contábil e em toda a empresa, porque há pessoas de diversas áreas recebendo e registrando documentos fiscais de compras. As empresas mais preocupadas com Compliance, escalabilidade e transformação digital, estão automatizando o processo de ponta a ponta”, garante Lucas Ribeiro, CEO do ROIT BANK.. Para se ter uma ideia, por lá, foram extraídas as informações de mais de 1 milhão de notas fiscais de mercadorias e de serviços, utilizando Inteligência Artificial, com a aplicação de OCR (Optical Character Recognition – Reconhecimento Óptico de Caracteres, em português) e de NLP (Natural Language Processing – Processamento de Linguagem Natural, em português), tecnologias voltadas para reconhecer caracteres em documentos eletrônicos, compatível com diversos formatos de imagem e texto, tais como JPEG, PNG, PDF, assim como, definir o tipo de dado e reconhecê-lo por contexto, com altíssima acuracidade. O segredo de tanto sucesso é um só: automatizar o processo por completo, e não apenas parte dele. Isso envolve desde a baixa dos documentos fiscais, sua classificação, extração, enriquecimento com consultas externas diversas, vinculação automática a pedido de compras, cadastro do fornecedor no ERP (software de gestão) automático, críticas fiscais, classificação contábil, pagamento diretamente no banco e consolidação dos dados no ERP.  Um longo processo, atualmente operado por muita gente nas empresas, que leva tempo, está sujeito a diversos erros e não é escalável. Com o avanço da inteligência artificial e da robotização essa realidade vem mudando muito. Ficou com alguma dúvida? Nós da Solvção podemos te orientar, clique no link abaixo e fale com um de nossos especialistas.

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Documentos contábeis que devem ser enviados para o contador todo mês

O contador realiza um papel primordial para as empresas e para isso ocorrer é preciso que as empresas também cumpram seu papel e um deles é encaminhar os documentos contábeis relativos ao negócio para o contador.  No decorrer dessa matéria falaremos sobre os documentos que as empresas devem encaminhar mensalmente para o seu contador.  A importância de encaminhar os documentos ao contador  É muito importante manter seus documentos contábeis em ordem e em dia, afinal eles contêm informações que podem afetar a escrituração contábil do seu negócio.  Sendo eles documentos como notas fiscais, extratos de meios de pagamentos, documentos trabalhistas, documentos de recolhimento de tributos, dentre outros e alguns deles devem ser encaminhados obrigatoriamente todo mês ao seu contador.  Resumindo, esses documentos são essenciais como meio de comprovação das movimentações financeiras realizadas no mês pela empresa. Sabendo dessa importância é importante emitir, armazenar e em seguida enviar os documentos para o seu contador ou escritório contábil.  Documentos que devem ser enviados ao contador todo mês  Separamos aqui os documentos que devem ser encaminhados ao contador, permitindo um melhor gerenciamento tributário, outras demandas fiscais e evitando futuros problemas para seu negócio, sendo eles:  • Arquivos Eletrônicos:  Nota Fiscal Paulista, Redução Z, Arquivos do Sped Fiscal e XML’s das notas fiscais. • Notas fiscais: de entrada e saída.  Documentos a serem enviados no final do mês: • Controle de Estoque, (caso for comércio); • Arquivo (.xls) de Movimentação de despesas e de receitas; • Extratos Bancários em (.OFX), de Aplicações, Cartões de Crédito, Empréstimos e Desconto de Duplicatas; • Recibos e Contratos: de locação, de honorários, despesas e contratos a pagar; • Notas Fiscais de serviços adquiridos. Informações e documentos a serem enviados no final do mês: • Recibos de pagamento: salários, Pró-Labore, Férias, Vale Transporte e Atestados Médicos de Funcionários; • Movimentos e recibos de autônomos e outros colaboradores; • Comprovantes de pagamentos de impostos: como a DAS, DARFs, etc.; • Guias de Impostos ou Contribuições: INSS, FGTS, Contribuição Sindical, outras Contribuições Sindicais. Venha para a Contabilidade Digital Consultiva, clique no botão abaixo e fale com um de nossos especialistas.

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5 dicas para trabalhar como PJ

Para cortar custos, as empresas têm optado cada vez mais pela contratação de serviços de Pessoas Jurídicas (PJ). Este regime de contratação pode ser bem mais econômico que o de CLT, e com o aumento de ofertas de emprego como PJ também aumentam as dúvidas dos profissionais sobre o assunto. O PJ deixa de ser uma pessoa física e passa a ser uma pessoa jurídica, ou seja, uma empresa trabalhando para outra, pois torna-se um prestador de serviços e não um colaborador. Para deixar mais claro, o PJ deve abrir uma empresa e registrá-la na prefeitura para que sua situação seja oficial. Há benefícios nesta contratação como um salário normalmente maior, mas é preciso pensar sobre o assunto e pesquisar informações que lhe ajudem a decidir a optar ou não por este tipo de trabalho. Mas caso você queira mesmo trabalhar como PJ confira na sequência 5 dicas que irão lhe ajudar. 1- Faça um plano de previdência privada Um trabalhador registrado pelo sistema de CLT tem diversos benefícios e diferenciais como convênio médico, seguro-desemprego, vale transporte e alimentação, entre outros. Já um PJ, na maioria dos casos, possui apenas o seu salário e deve planejar sua vida para arcar com todas as despesas. Investir em uma previdência privada é a garantia de um dinheiro extra caso algum imprevisto aconteça. 2- Contrate um bom contador Há diversos custos extras e pagamentos de tributos ao governo que um PJ deve quitar. Além disso, quando se abre uma empresa um contador deve ser o responsável por fechar as contas mensais dela, e para fazer isso um profissional eficaz e de confiança deve ser requisitado. 3- Se atente aos contratos Ao se tornar PJ, o profissional trabalhará como prestador de serviços e seus trabalhos serão acordados por meio de contratos. É essencial prestar atenção em cada cláusula e em todas aquelas “letras pequenas”. Se possível, avalie o documento com a ajuda de um advogado e sugira modificações ao contratante se necessário. 4- Saiba negociar Muitas vezes um profissional deixa de ser registrado em uma organização e passa a ser PJ no mesmo local. Esta situação acontece normalmente por pedido da empresa e com isso fica mais fácil negociar alguns benefícios como férias, 13° salário e outras regalias que o regime de CLT concede. Se a situação não for esta, vale negociar também algum benefício adicional, ou reavaliar o salário pretendido. 5- Entenda e faça entender a sua posição Um PJ presta serviços, por isso não há mais subordinações. O serviço a ser executado deve estar especificado em contratos e nada além do estipulado deve ser solicitado pelo contratante. Saiba o que é ser um PJ e faça as organizações entenderem a sua posição. Se você optou em deixar o regime CLT e partir para a carreira solo como PJ, a Solvção está à disposição para fazer sua contabilidade. Clique no botão abaixo e fale com um de nossos especialistas.

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QUEM É MEI PAGA INSS PARA APOSENTAR?

O profissional que trabalhava com carteira assinada e resolveu abrir o próprio negócio ou virar autônomo pode se registrar como MEI (Microempreendedor Individual), para se formalizar e ter acesso a benefícios do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), como a aposentadoria. No entanto, é preciso entender que as regras de contribuição para a Previdência são diferentes de quando era registrado e que, para ter direito à aposentadoria por tempo de serviço, é preciso pagar uma complementação mensal equivalente a 15% do salário mínimo, ou R$ 181,80. Quem é MEI já sabe que precisa fazer o pagamento mensal do DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional), que é de 5% do mínimo mais impostos, que variam de acordo com a atividade. O valor vai de R$ 61,60 a R$ 66,60. A taxa garante a formalização dos profissionais de turismo e o acesso a benefícios assistenciais, mas condiciona a aposentadoria à idade mínima, que hoje está em 62 anos para mulheres e 65 para homens. Ruslan Stuchi, advogado e sócio do Stuchi Advogados, afirma que o trabalhador com carteira assinada já contribui automaticamente com o INSS com base no valor do salário, por meio de descontos na folha de pagamento. No caso do microempreendedor, é preciso fazer uma complementação. “É válida essa contribuição do MEI ao INSS porque garante o pagamento de benefícios por incapacidade, auxílio-doença e salário-maternidade, mas, para ter direito à aposentadoria por tempo de contribuição, tem de pagar um adicional de 15%, além dos 5%.” Essa é uma forma de o profissional poder contabilizar os anos de trabalho registrados e também o período como MEI, para poder se aposentar por tempo de contribuição e até mesmo ter um benefício melhor, caso tenha um histórico salarial maior. Como MEI e somente com o pagamento do DAS, por outro lado, o segurado ficará só com um benefício de um salário mínimo. Independentemente disso, Stuchi aconselha que o empreendedor procure um advogado ou profissional que faça um planejamento previdenciário. Ele exemplifica que é comum uma pessoa virar MEI para completar os três ou quatro anos que precisa para ter acesso ao benefício por tempo de contribuição. “Mas depois da reforma da Previdência, existe muita gente pagando um valor maior que nem sempre resulta em uma aposentadoria maior”, explica o advogado. Fonte: Diário do Grande ABC Se você é MEI e ficou com alguma dúvida sobre sua aposentadoria, nós da Solvção estamos à disposição para te ajudar, é só clicar no botão abaixo e falar com um de nossos especialistas.

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MEI Caminhoneiro já é realidade! Saiba o que é e quais as regras.

Quem trabalha com transportes sabe que os custos com a operação de transporte são bem elevados. Aumento do combustível, carga tributária pesada, pneu, óleo e até mesmo o pedágio são os principais fatores que acabam impactando na operação. Pensando em como a categoria do transportador é vital para a economia do país e como grande parte dos caminhoneiros são autônomos e atuam na informalidade, o senador Jorginho Mello (PL-SC), em parceria com o Sebrae, desenvolveu o projeto de MEI-Caminhoneiro, que nada mais é do que a inclusão dos caminhoneiros em uma nova categoria, dentro do MEI padrão, que contempla o transportador autônomo.  A partir de abril, o MEI-Caminhoneiro pagará o correspondente a 12% (doze porcento) do limite mínimo mensal do salário de contribuição para fins de previdência. O valor deverá ser recolhido de forma unificada, por meio do documento de arrecadação do MEI (DAS-SIMEI) e será somado aos valores fixos de ICMS ou ISS, conforme o caso. Além disso, o transportador poderá manter receita bruta anual de até R$ 251.600,00 (duzentos e cinquenta e um mil e seiscentos reais) ou, nos casos de início da atividade, o proporcional mensal de R$ 20.966,67 (vinte mil, novecentos e sessenta e seis reais e sessenta e sete centavos) multiplicado pelo número de meses, contados até o final do ano. O MEI é uma modalidade simplificada de negócio. Com sua formalização, o trabalhador passa a ter o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) e pode emitir notas fiscais, além de ter acesso a benefícios previdenciários como auxílio-doença e pensão por morte. Se você é caminhoneiro, ou conhece alguém que seja, saiba que a Solvção está apta a abrir o seu MEI e dar todo o suporte com a contabilidade. Clique no botão abaixo e fale com um de nossos especialistas.

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7 dicas para aumentar a restituição do seu Imposto de Renda

Existem maneiras de aumentar a restituição. Desde coisas simples, tais como despesas com saúde e educação, até a reforma de imóveis podem ser declarados (Crédito: Arquivo/Agência Brasil) O prazo para a entrega da declaração de Imposto de Renda 2021 acaba em 29 de abril e as restituições começam a ser pagas no dia 31 de maio mesmo e vão até 30 de setembro. E entre as várias dúvidas que surgem em meio ao processo da declaração, uma delas é comum: como aumentar o valor recebido na restituição? Fique sabendo que existem, sim, maneiras de aumentar a restituição do Imposto de Renda. Desde coisas mais simples, tais como despesas com saúde e educação, até a reforma de imóveis podem ser declarados para ajudar a aumentar a sua restituição do Imposto de Renda e diminuir o valor do imposto a pagar. Apesar disso, preste bastante atenção aos detalhes da declaração do Imposto de Renda para não errar as informações declaradas, afinal, você não quer cair na malha fina e acabar sem restituição nenhuma. O mais importante, para isso, é que você tenha todos os documentos e comprovantes necessários em mãos. Além disso, existe também a possibilidade de fazer um rascunho através do app da Receita Federal antes de preencher a declaração, de fato – pode parecer um pouco bobo, mas é uma forma de garantir que você fará tudo corretamente quando chegar a hora. 1. Gastos com saúde e educaçãoO que incluem as despesas com saúde? São valores pagos, por exemplo, em planos de saúde, hospitais, exames e consulta com médicos, dentistas, psicólogos, fisioterapeutas, entre outros. O valor com gastos de saúde são deduzidos integralmente, mas note que os pagamentos de medicamentos, assim como gastos com nutricionistas e tratamentos estéticos, não estão nesta lista! Os gastos com educação, ao contrário, têm limite de dedução. Para 2021, o valor máximo é de R$ 3.561,50, segundo a Secretaria da Receita Federal. Além disso, são gastos restritos a educação infantil; ensino fundamental; ensino médio e educação superior. Cursos extracurriculares não podem ser deduzidos, de maneira que cursinhos como inglês e informática, por exemplo, não servirão para aumentar a restituição do Imposto de Renda. Todas as despesas devem ser comprovadas e informadas em “Pagamentos Efetuados” ao preencher a declaração do Imposto de Renda. É importante que o declarante guarde os comprovantes por até cinco anos, em caso de ter que apresentá-los ao Fisco. 2. Gastos com dependentesPara conseguir deduzir os gastos com dependentes do valor pago de Imposto de Renda, é necessário apresentar todas as respectivas receitas. Se você estiver em dúvida se realmente vale a pena declarar esse tipo de gastos, faça uma simulação antes de realizar a declaração IR. Quem pode ser cadastrados como dependentes os cônjuges; filhos; companheiros; pais; avós, entre outros (desde que comprovada judicialmente a dependência de cada um). 3. Pensão alimentíciaEsse tipo de dedução no Imposto de Renda é válido somente para pensões determinadas judicialmente, estabelecidas por meio de acordo homologado na Justiça ou por meio de escritura pública – e apenas o valor estabelecido no acordo é dedutível! Contudo, se você estiver no lado que recebe a pensão alimentícia, não declarar os filhos recebendo essa pensão como dependentes seus irá aumentar o valor do Imposto de Renda que você paga. Isto porque quem recebe a pensão sofre uma tributação semelhante a do recebimento de salário. Assim, é melhor que cada filho tenha uma declaração de renda feita separada para desviar do pagamento do Imposto de Renda. 4. Previdência privadaVocê sabia que valores pagos ao INSS e fundos de pensão privados também são dedutíveis do Imposto de Renda? Pois é, pode acreditar! Mas claro, esse é um benefício limitado para quem utiliza a previdência oficial ou as previdências privadas PGBL ou Fapi. E existem algumas regrinhas de acordo com a situação de cada contribuinte. Previdência Oficial da União, Estados e Municípios: valores do Imposto de Renda são deduzidos integralmente;Previdência Privada: dedução limitada a 12% dos rendimentos tributáveis para quem tem PGBL (caso contribua também com a Previdência oficial) e Fapi. 5. DoaçõesDoações feitas a instituições e fundos do governo são dedutíveis também, contanto que feitas durante o ano da declaração prevista. Então, se você tiver feito ou quiser fazer doações, pode escolher doar para esses locais ligados ao governo e garantir um aumento na sua restituição do Imposto de Renda. 6. Declaração conjuntaCasais que fazem declaração em conjunto recebem uma faixa de tributação de Imposto de Renda maior do que quando declaram separadamente. Isso quer dizer que se os dois tiverem rendimentos, será melhor realizar a declaração IR separadamente. Afinal, quanto maior a renda declarada, maior também será o cálculo do imposto a ser pago. Assim, se cada um faz sua própria declaração, as chances de aumentar a restituição IR também aumentam consideravelmente, visto que a taxa de tributação será menor. 7. Profissionais autônomosSe você trabalha por conta própria, é possível deduzir as despesas ligadas diretamente à sua atividade profissional, como luz, telefone e até mesmo aluguel de escritório (caso não trabalhe na sua própria casa). Isso contando que todos esses gastos possam ser comprovados. Se o seu caso é o de trabalhar na própria casa, você ainda conta com o benefício de receber até um quinto do valor total de gastos com manutenção de residência, tais como taxa de condomínio e IPTU. Já reparos e recuperação de imóvel não estão inclusos na dedução. É importante notar que esses benefícios só são válidos se você fizer uma declaração mensal no carnê-leão. Precisa de uma empresa para fazer sua Declaração de Imposto de Renda? 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Compensação de horas trabalhadas, entenda o porquê.

Compensar horas de trabalho significa acrescer à jornada contratada as horas reduzidas ou suprimidas, do dia a ser compensado. Em outras palavras, o acordo de compensação de horas ocorre quando o excesso de horas de prestação de serviço em um dia é compensado em outro, através da diminuição da jornada de trabalho. O mais comum nas empresas do acordo de compensação de horas é referente à jornada de sábado, onde a empresa distribui a jornada desse dia no período da semana, realizando o colaborador uma jornada de segunda a sexta de 8h48min, ou 9h de segunda a quinta e 8h na sexta-feira, tendo o total das 44 horas. Nas ocasiões em que um feriado cair no sábado, por se tratar de um dia de descanso semanal remunerado, entende-se que na semana de que se tem esse ocorrido o funcionário não tem a necessidade de cumprir a jornada correspondente ao sábado. Então, se o feriado cair no sábado como devo proceder? Segue abaixo três exemplos do que pode ser feito: É importante salientar que para aplicar qualquer situação é necessário ter um acordo prévio com o colaborador, estando exposto de forma clara no acordo de compensação. A convenção e acordo coletivo de trabalho gera lei entre empregador e empregado. Portanto, é muito importante observar se as normas benéficas aos funcionários estão sendo respeitadas. O contador pode ajudar o empresário com relação a essa questão. Então, se ainda tiver alguma dúvida, clique no botão abaixo e fale com um de nossos especialistas.

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LGPD, o que é mito e o que é verdade

A Lei Geral de Proteção de dados – LGPD tem tirado o sono de muitos empresários, pois as empresas que não atenderem às novas exigências serão multadas. A crescente alta nos casos de golpes e vazamento de dados, principalmente, durante a crise sanitária que ainda passamos, tornou-se uma preocupação ainda maior para a população em geral e principalmente para o mundo empresarial. A LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados trouxe mudanças significativas para a coleta, tratamento e armazenamento de informações e dados pessoais dos usuários por partes das empresas. A lei traz muitos detalhes a serem observados para cada nicho do mercado, mas traz também muitos mitos a serem esclarecidos. É fato que a Lei já está vigorando e a adaptação se torna urgente, mas pesquisa recente feita com 207 companhias brasileiras e seus conselhos de administração ou consultivo, mostra que 40% delas não estão ajustadas às novas exigências. Isso pode até parecer um dado bem preocupante. Porém, a pesquisa ocorreu com apenas 207 empresas e, se pararmos para pensar no Brasil como um todo, essa porcentagem é muito pequena. Portanto, seguem alguns mitos e verdades sobre a LGPD: Mito: O principal ponto da lei é a autorização para o tratamento de dados pessoais. É mito porque a LGPD traz em sua legislação cerca de 10 bases legais para embasar o tratamento de dados pessoais, sendo a autorização desse uso apenas um deles. Sendo assim, ter o consentimento do usuário é de muita importância, quando não se é possível o enquadramento do tratamento em nenhuma das outras opções da lei. Mito: A LGPD foi criada para impedir o uso de dados pessoais pelas empresas. A Lei foi criada para reestruturar a forma com que as empresas trabalham com dados pessoais dos clientes. A privacidade dos usuários é trabalhada de forma bem dura nessa Lei, mas também oferece pontos positivos como segurança jurídica e traz muito mais transparência na relação cliente-empresa, evitando assim que os dados sejam utilizados de forma indevida. Mito: Dados impressos ou arquivos físicos não precisam seguir a LGPD. Esse deve ser um dos maiores mitos já pensados em relação à Lei. Dados pessoais não deixam de ser dados pessoais por estarem impressos em uma folha. Portanto a legislação não diferencia como os dados devem ser tratados. O que fica bem claro é que todas as empresas que trabalham com dados pessoais dos clientes devem se adaptar à LGPD, não importa se você trabalha de forma impressa ou digital. E a forma como essas informações são usadas devem ser transparentes e bem claras junto aos titulares. Verdade:Todos os dados pessoais dos usuários devem ser apagados dos bancos de dados das empresas. E segundo a Lei de Proteção de Dados isso deve ser feito de forma definitiva, pois segundo a Lei os usuários têm como direito que seus dados sejam eliminados, não podendo ficar armazenados, a não ser que tenha alguma obrigação legislativa que seja necessário seguir, como por exemplo: um funcionário da empresa e seus dados trabalhistas, ou o registro de uma compra que existem prazo definidos pela Secretaria da Fazenda. Se não houver algo que obrigue esse armazenamento, a guarda desses dados não é mais permitida. Esperamos ter esclarecido algumas de suas dúvidas sobre os mitos e verdades da LGPD, para que você fique atento para não ter problemas e multas. E se você ainda tiver dúvidas e precisar de ajuda, clique no botão abaixo e fale com um de nossos especialistas. Teremos prazer em ajudá-lo!

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Empresa inativa ainda tem obrigações a serem cumpridas?

Se por algum motivo você não conseguir tocar adiante os negócios de sua empresa, fique ciente que é preciso liquidar com todas as suas obrigações.  Estar com o CNPJ irregular pode levar o empresário a ter as práticas cotidianas da organização bloqueadas, recebimentos e pagamentos impedidos e, consequentemente, prejuízo na receita. O empresário deve estar muito ciente ao tomar a decisão de manter a organização inativa, pois, o não pagamento de encargos, incorre em multas e, ainda, risco de suspensão do CPF e cobrança das dívidas dos eventuais sócios do negócio. Vamos explicar como funciona este processo. Acompanhe. O que é uma empresa inativa? Uma empresa se dá como inativa, a partir do momento que ela não executa nenhuma atividade operacional ou financeira. Dentre alguns exemplos de obrigações a serem honradas estão: os impostos que ficam pendentes, correção em documentação ou o CNPJ que está parado há anos e esquecido em algum canto da contabilidade, são alguns deles. Alguns empresários se veem sem saída para atender às burocracias para encerrar as atividades e, portanto, não ficam extintas dos órgãos competentes e fiscalizadores. Elas continuam existindo, porém, sem movimentação. Apesar de ser um procedimento legal e viável temporariamente para alguns empreendedores, essa prática pode ser perigosa ao longo do tempo, entretanto, deve ser usada por quem pretende voltar ao exercício da atividade ou por quem não tem dinheiro para fechar a empresa imediatamente. Quais são as obrigações de uma empresa inativa? Mesmo a empresa estando inativa, o empresário deve cumprir a burocracia vigente para não incorrer nos órgãos fiscalizadores e, eventualmente, virem a dívida fiscal crescer com o passar do tempo. Portanto, é muito importante entregar as obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas. Entre as obrigações, algumas são: – RAIS; – DCTF; – GFIP; – Imposto de Renda Pessoa Jurídica; Escriturações fiscais. Os empresários que não cumprem com a responsabilidade no momento do fechamento ou inatividade da instituição, acabam deixando de entregar as obrigações acessórias ou adicionais. É importante destacar que o pagamento de tributos relativos aos anos-calendário anteriores, bem como, a multa pelo descumprimento de uma obrigação acessória não descaracteriza a empresa como inativa. O administrador tem a responsabilidade de oferecer informações fiscais, previdenciárias e trabalhistas aos órgãos competentes dentro do prazo pré-estabelecido, além de respeitar uma série de normas. Os contadores podem auxiliá-lo na missão de não ter a dívida ativa aumentando à medida em que o tempo de empresa inativa passa, sendo assim, ele facilita toda a burocracia junto à Receita Federal para que o prejuízo não seja ainda maior. Quanto tempo uma empresa pode ficar inativa? Não há um prazo estipulado permitido para que a empresa permaneça inativa, entretanto, o empreendedor precisa compreender e ter consciência de que essa atitude é algo temporário, bem como dos riscos e multas por atraso no pagamento das contas tributárias. Com o crescimento corrente dos débitos, o empresário também pode ser prejudicado como pessoa física e ter seu CPF suspenso. O ideal é que a empresa seja fechada assim que a decisão for tomada, pois as dívidas podem sair do controle e, com o passar do tempo, não terem como ser sanadas. Caso a dívida não seja paga e a empresa possuir sócios, eles também são responsabilizados diante à Receita Federal, Prefeitura e Estado, podendo correr o risco de ter o nome protestado no cartório. É preciso declarar imposto de renda? Como já citamos acima, a empresa sem movimento deve entregar as obrigações acessórias comuns a qualquer companhia e uma dessas obrigações é o Imposto de renda pessoa jurídica. Caso isso não ocorra, o empresário (bem como seus sócios) corre o risco de ter o CNPJ e CPF cancelados. É possível reativar a empresa? Sim, é possível reativar CNPJ inapto ou suspenso. Para isso, é preciso: – verificar junto à Receita Federal quais pendências precisam ser regularizadas; – separar os documentos para regularizar a situação, que costumam ser escriturações fiscais e declarações contábeis. O prazo para reativação do CNPJ é de, geralmente, 24 horas após a análise dos documentos e do pagamento dos débitos, caso haja algum. Ainda tem dúvidas? Teremos prazer em ajuda-lo! Clique no link abaixo e fale com um de nossos especialistas.

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Tendências que vieram para ficar nos pequenos negócios

O ano de 2022 começa com muitos desafios para os empreendedores, mas também é um ano de novas oportunidades. Algumas atitudes criadas ou intensificadas durante a pandemia podem ser adotadas ou mantidas na vida do empreendedor. E a boa notícia é que são tendências que só vão ajudar no dia a dia de quem tem um negócio. Confira quais são essas tendências: Negócios à distância A pandemia nos mostrou que, em muitos casos, não é preciso estar fisicamente em um lugar para trabalhar, fazer contatos e fechar negócios. Isso amplia e supera barreiras. Vale para o home office e para reuniões e encontros. Você pode fazer negócios muito online com pessoas de outros estados e países, o que abre um leque de oportunidades e amplia muito as chances de negócios. Relações mais verdadeiras Poucas vezes na história da sociedade, todo mundo viveu uma mesma situação, como tem sido durante a pandemia do coronavírus. Isso gera empatia entre as pessoas, o que vale tanto para a vida pessoal, quanto para o empreendedorismo. Porque cada um entende o que o outro está passando e com isso as relações ficam mais fáceis. Sentimento de Comunidade Grupos de interesse estão se formando e parece que existe uma abertura e um olhar maior para a vida em comunidade. Isso é muito bom para os pequenos negócios. Com a pandemia surgiu um movimento muito grande de apoio a estabelecimentos locais, e isso vem perdurando. Ser uma empresa pequena ficou mais fácil e mais possível. Em maio de 2021, o g1 contou algumas histórias de pequenos empresários que estavam se beneficiando do poder da comunidade. Os empresários Ana Rosa Guedes e Rodrigo Laranjeira, donos de uma padaria artesanal, viram o faturamento aumentar 4 vezes em 10 meses, durante a pandemia. Para eles, o sucesso veio exatamente da divulgação boca a boca e, por isso, a empresa cresceu de forma orgânica. Respeito à saúde mental Burnout, depressão, ansiedade são problemas sérios, muitas vezes vistos com discriminação. A pandemia trouxe a saúde mental à tona e isso pode ajudar as pessoas a tratá-las da forma correta. Empreendedores precisam estar sempre alerta e cuidar do bem-estar e da saúde para tocar seus negócios com qualidade. A pandemia trouxe com ela uma maior conscientização sobre o quanto a saúde mental é importante. Avanços no uso da tecnologia As pequenas empresas estão mais digitais do que nunca e muitas aprenderam da pior forma, durante a pandemia. Mas isso as deixou mais abertas para os avanços tecnológicos, afinal foi isso que salvou muito negócio durante o distanciamento social e fechamento do comércio. Um estudo realizado em 2021 mostrou que os pequenos negócios que aderiram às vendas online conseguiram reduzir queda no faturamento durante a pandemia. Com certeza, esse é um caminho sem volta. A Contabilidade Digital Consultiva também é uma nova modalidade de contabilidade que veio para ficar. Se você ainda não se decidiu a abandonar a contabilidade tradicional, a hora é agora! Clique no botão abaixo e fale com um de nossos especialistas.

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A importância da contabilidade no crescimento das empresas

A importância da contabilidade para o crescimento das empresas é algo que não pode ser ignorado. Afinal de contas, os trabalhos contábeis, sejam feitos por uma equipe de contabilidade em São Bernardo do Campo ou um grande escritório contábil em São Paulo, servem para ajudar os negócios a ultrapassarem certos obstáculos e conseguir aumentar seu faturamento e lucratividade. Isso é importante porque o Brasil é um dos mercados mais hostis para quem quer empreender. No nosso país, 06 em cada 10 empresas são obrigadas a fechar as portas em 5 anos de atividade, o que significa que há uma espécie de barreira invisível por onde a maior parte dos negócios não consegue passar e, entre os que conseguem, ainda há a dificuldade em se estabelecer e conseguir crescer. Por isso é necessário conhecer a importância da contabilidade para o crescimento das empresas e entender como ela pode ajudar nesses desafios. Siga a leitura para saber mais sobre o assunto! Como enxergar a importância da contabilidade para o crescimento das empresas em 5 pontos 1. Ela permite controlar os custos Um dos primeiros benefícios que a contabilidade traz para as empresas é que ela pode controlar melhor os custos do seu negócio. Isso porque ela permite rastrear e acompanhar cada gasto da sua empresa para produzir o produto/serviço e garantir que tudo seja contabilizado adequadamente.  Por exemplo, suponha que a sua empresa seja uma hamburgueria (sabia que esse é um dos negócios que mais cresce no Brasil?). Ela produz vários lanches diferentes e tem vários combos no cardápio, cada um com um custo específico (e cada um com custo variável, já que os produtos podem ter diferentes preços, de acordo com a inflação de cada momento).  A contabilidade permite que você possa entender exatamente quanto custou cada um dos seus produtos ou serviços e, portanto, possa entender: a) quais são os elementos que mais encarecem os seus produtos; b) qual o preço mais adequado para cobrar do seu cliente (falaremos mais sobre isso no último item deste artigo). 2. Ela encontra oportunidades de reduzir impostos Um dos benefícios de uma assessoria contábil é que ela sempre procurará por oportunidades para que o seu negócio possa pagar menos impostos e assim ter menos custos. A começar, claro, pela correta adequação da sua empresa no regime tributário mais indicado para ela, com a menor alíquota para o seu CNAE. Isso só pode ser feito por meio de um completo planejamento tributário, que saberá qual o melhor enquadramento. Em segundo lugar, há também a busca ativa por benefícios e isenções concedidas por órgãos governamentais para a sua empresa. Em muitos casos, a contabilidade pode até sugerir a mudança da sede da empresa para aproveitar melhor os benefícios em outras cidades. 3. Ela ajuda a conseguir contratos públicos Os contratos públicos com a Administração Pública podem ser uma ótima fonte de renda para empresas de todos os tamanhos. Isso porque os órgãos públicos são os maiores compradores do mercado, pagam de forma garantida e não há problema em realizar o trabalho com eles. Basta vencer as licitações. Um elemento que ajuda nisso é ter as contas da empresa todas em ordem. Na verdade, existem certas restrições quando o negócio tem os livros contábeis em desordem. Por isso, a contabilidade ajuda no crescimento da empresa ao encontrar uma fonte estável de renda quando consegue fechar contratos com a Administração Pública. 4. Ela torna sua empresa mais amigável a investidores Além de conseguir fechar mais contratos e licitações com o governo, ter as contas da empresa em ordem, organizadas e comprovadas, também é muito útil para transformar a empresa mais amigável e agradável a investidores.  Muitos investidores só aceitam investir em uma empresa (permitindo que ela use esse dinheiro para crescer) se os seus livros contábeis estiverem bem organizados e eles puderem entender como a empresa funciona e qual o seu estado atual. É a contabilidade que prepara tudo isso para que o negócio possa receber esse dinheiro, que pode chegar a valores altos: só o Rappi, por exemplo, coletou mais de $500 milhões de dólares na sua última rodada de investimentos. 5. Ela ajuda a precificar seu produto de forma mais estratégica Por fim, vale lembrar que a contabilidade ajuda a precificar o seu produto de forma mais estratégica. Suponha que o seu custo é de R$ 2,00 por unidade e que, no mercado, o produto é vendido em média por R$ 10,00 a unidade. Isso significa que você tem toda essa margem para determinar o seu preço. Caso queira angariar mais clientes, você pode colocar o seu preço em R$ 9,00 ou R$ 8,00, permitindo que o preço baixo seja um atrativo para os consumidores conhecerem seu produto. Isso é precificar com estratégia, e só é possível se você dominar os seus custos. Pronto! Agora que você já viu a importância da contabilidade para o crescimento das empresas, pode começar a pensar em usar a área contábil para melhorar o seu negócio. Lembre-se de cuidar para que os seus investimentos sejam feitos em uma consultoria tributária que seja realmente útil e que melhore o seu negócio do ponto de vista estratégico. Se você precisa de Prática Contábil, clique no botão abaixo e fale com um de nossos especialistas.

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Código CNAE: Aprenda como classificar a sua empresa

Aprenda como classificar a sua empresa com o código CNAE correto. O CNAE é muito importante para a saúde financeira do seu empreendimento. Com certeza você sabe o que a sua empresa faz, mas você deve saber classificá-la no CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas), saber utilizar o código CNAE certo vai ajudar a sua empresa. Nós iremos te ajudar a se livrar de problemas que podem aparecer caso você utilize o código CNAE errado, acompanhe este artigo até o final e se informe. CNAE, o que é isso? A Classificação Nacional de Atividades Econômicas, ou código CNAE, é um jeito de criar um padrão no Brasil  para definir as atividades econômicas, os códigos têm o objetivo de definir o segmento da sua empresa, para determinar a sua área de atuação e realizar a cobrança de impostos de acordo com a atividade econômica da sua empresa. A Classificação Nacional de Atividades Econômicas vale para todos agentes econômicos  que se encaixam na produção de bens e serviços. Isso inclui empresas e organismos públicos ou privados, estabelecimentos agrícolas, instituições sem fins lucrativos e até mesmo agentes autônomos (pessoa física). Como escolher o código CNAE certo para sua empresa? Primeiramente converse com seu contador, esse profissional saberá te orientar qual é o melhor CNAE a escolher, então peça orientações a ele antes de escolher o código CNAE. Após conversar com seu contador você vai precisar pensar quais são os códigos de atividade que a sua empresa pode se enquadrar, defina quais vão ser as atividades, operações de vendas, revenda, prestações de serviços, quais serão os produtos que a sua empresa vai vender ou quais serviços ela vai prestar, essas respostas vão definir se a sua empresa terá apenas um código CNAE ou mais um código.  Uma empresa poderá informar uma atividade principal e até 99 atividades secundárias. Essas atividades devem ser informadas com atenção, pois elas vão servir para o fisco conferir as atividades que a sua empresa exerce e tributar a sua empresa de acordo, a atividade principal será a atividade que gera mais renda para sua empresa. Para conferir a tabela com os códigos é só acessar a CNAE-Fiscal, no site do CNAE. Mas sempre procure buscar orientação profissional, pois abrir uma empresa pode ser muito burocrático e cansativo. Então faça todo o processo de abertura da sua empresa com seu contador e escolha as atividades seguindo as orientações dele. Os conselhos do seu contador vão te ajudar a pagar menos tributos e podem até mesmo te livrar de multas. A Solvção está à disposição para orientá-lo e assessorá-lo em todo o processo de abertura da sua empresa. Clique no link abaixo e fale com um de nossos especialistas.

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Sua empresa está inativa? Conheça suas obrigações contábeis.

Atualizado em 31/08/2023. Devido à burocracia para fechar uma empresa, muitos empreendedores mantêm seus negócios formalizados, mesmo que não estejam funcionando. Manter uma empresa inativa, no entanto, não exclui uma série de obrigações que devem ser realizadas pelo empreendedor, sob pena de aplicação de sanções pela Receita Federal. Quer saber quais são as obrigações contábeis de uma empresa inativa? Não deixe de conferir essa matéria! Quando considero minha empresa inativa? Uma empresa é considerada como inativa a partir do mês em que não realizar qualquer atividade operacional, não operacional, patrimonial ou financeira, incluindo aplicações no mercado de capitais. É importante destacar que o pagamento de tributos relativos aos anos-calendário anteriores, bem como, a multa pelo descumprimento de uma obrigação acessória não descaracteriza a empresa como inativa. O empreendedor deve ter em mente que empresa inativa e empresa sem movimento são conceitos diferentes e que acarretam situações práticas distintas. Uma empresa inativa é aquela que não possui qualquer atividade, enquanto uma empresa sem movimento, vez ou outra, realiza alguma transação. Empresas que tenham passado por um processo de fusão, aquisição ou mesmo incorporação e, em razão dessas operações tenha ficado inativa durante o ano-calendário, também devem entregar a DCTF Inativa, por exemplo. Obrigações acessórias de uma empresa Mais do que recolher tributos, todas as empresas contam com o dever de oferecer informações fiscais, previdenciárias e trabalhistas aos órgãos de fiscalização. Por meio do SPED Contábil e Fiscal, o empreendedor deve repassar de forma online as seguintes informações aos órgãos responsáveis. Empresas que recolhem pelo Lucro Presumido Empresas que tributam pelo Lucro Presumido contam com uma margem de lucro pré-fixada da legislação, que serve de base para a tributação do Imposto de Renda e também da Contribuição Social sobre o Lucro. Nesse sistema, portanto, existe uma previsão de lucro que pode ser obtida em um período anterior ao recolhimento, para que então haja a definição dos valores a serem pagos. Nesse sistema, a empresa contribuinte também necessita prestar algumas declarações obrigatórias que contam com prazos específicos. ECF -Escrituração Contábil Fiscal Até 2014, todas as empresas que recolhiam tributos pelo Lucro Presumido deveriam apresentar anualmente à Receita Federal a DIPJ (Declaração de Rendimentos de Pessoa Jurídica). Essa declaração tinha como finalidade informar o resultado das operações da empresa realizadas entre 01 de janeiro a 31 de dezembro do ano anterior à entrega da declaração. No ano-calendário de 2014, no entanto, a DIPJ foi substituída pela Escrituração Contábil Fiscal (ECF), um documento que deve ser entregue por meio eletrônico através do SPED, até o último dia útil do mês de julho. Na ECF, a empresa contribuinte deve informar todas as operações que influenciaram a composição da base de cálculo tanto do IRPJ quanto da CSLL durante o período do ano-calendário. A falta ou mesmo o atraso da ECF poderá gerar a empresa a  aplicação de penalidades pelo Fisco. DCTF – Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais Essa declaração tem como finalidade informar à Receita todos os valores pagos e devidos relativos a impostos e contribuições federais, tais como IRPJ, IRRF, IOF, ITR, CSLL, PIS/PASEP, COFINS e CPFM. Informações relativas à eventuais parcelamentos, compensações de créditos e suspensão da exigibilidade do crédito tributário também devem estar presentes nessa declaração. A DCTF deve ser entregue mensalmente através da internet, por empresas que recolhem pelo regime do Lucro Presumido e também pelo Lucro Real. Assim como outras declarações, caso a empresa deixe de entregar esse documento, poderá sofrer a aplicação de sanções. Empresas inativas: obrigações e erros comuns. Empreendedores que não formalizaram o fechamento de suas empresas, em geral, acabam deixando de entregar as chamadas obrigações acessórias. As empresas que são consideradas inativas ficam dispensadas da entrega mensal do DACON e GFIP, mas para isso é preciso que essas empresas se mantenham inativas durante todo o ano calendário. Porém, a entrega do DCTF Inativa deve ser feita, sob pena de multa. No caso das empresas sem movimento, todas as obrigações acessórias comuns à qualquer negócio devem ser entregues. Como entregar a DCTF-Inativa A DCTF é uma declaração obrigatória para diversas empresas. Além das empresas tradicionais que recolhem pelo Lucro Presumido ou Lucro Real, os consórcios, unidades gestoras de orçamento, me e epp (em situações específicas), devem entregar a DCTF. Mas e as empresas inativas? Sim, elas também precisam! Muitos empreendedores, no entanto, acreditam que não, por conta da antiga Declaração Simplificada da Pessoa Jurídica (DSPJ – Inativa). Porém, a DSPJ – Inativa foi extinta pela INSTRUÇÃO NORMATIVA RFB Nº 1646, DE 30 DE MAIO DE 2016 e todo empreendedor que tem uma empresa inativa deve se preocupar com a entrega da DCTF Inativa. Pequenas e Microempresas As ME e EPP que optam pelo Simples Nacional também devem entregar a DCTF Inativa, caso permaneçam sem qualquer atividade durante o ano calendário. É muito comum encontrar empreendedores desesperados após receberem uma multa buscando por auxílio. Por isso, caso a sua empresa esteja inativa, não deixe de cumprir com as suas obrigações. Isso evita dores de cabeça e também no bolso! Está considerando migrar para a Contabilidade Digital Consultiva?  Clique no link abaixo e fale com um de nossos especialistas. Será um prazer receber sua empresa no time dos clientes da Solvção!

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Como usar a gamificação nas empresas e quais os benefícios?

Nos últimos anos, grandes empresas e organizações ao redor do mundo incorporaram a gamificação em vários processos para atingir metas internas e externas, tornando essa prática uma tendência global. Mas, qual é o motivo de cada vez mais empresas adotarem essa estratégia? Simples, ela funciona. Estudos afirmam que 83% dos funcionários ficam muito mais motivados quando seu trabalho é gamificado. Por isso, neste artigo vamos falar sobre o que é a gamificação nas empresas, os objetivos da aplicação dessa técnica e como aplicá-la em sua organização. O que é gamificação nas empresas? Gamificação é uma técnica que consiste em aplicar alguns dos elementos mais típicos dos jogos nas empresas para aumentar o engajamento dos colaboradores e dos clientes. No entanto, quando se fala em um processo gamificado, é preciso entender que existem dois tipos: gamificação externa e interna.  A gamificação externa é direcionada ao cliente, nesse caso a aplicação da mecânica do jogo é feita em estratégias de marketing para atrair e reter clientes.  Por outro lado, a gamificação interna visa os recursos humanos da organização, onde a aplicação de conceitos dos jogos é feita em estratégias que permitem a melhora das competências dos colaboradores. Assim, integrar essa estratégia é um processo natural e muito bem recebido nas empresas em todo o mundo. Além disso, possui várias vantagens, como vamos ver na sequência. Quais as vantagens da gamificação para as empresas? Se você já passou um tempo jogando vídeo game e perdeu a noção do tempo, provavelmente já sentiu o enorme poder da gamificação. Os jogos aumentam a nossa motivação e são capazes de trazer à tona o que há de melhor em nós mesmos. Além disso, é possível ter os seguintes benefícios com a gamificação nas empresas. Compromisso e motivação As organizações em todo o mundo enfrentam dificuldades em engajar os colaboradores e os deixar motivados.  Nesse caso, a gamificação, graças ao seu sistema de pontos, níveis e classificações, ajuda a motivar os colaboradores, melhorando a sua produtividade e engajamento. Mais criatividade A criatividade é uma soft skill altamente valorizada pelas empresas para garantir seu desenvolvimento.  Ao gamificar alguns processos, é possível estimular as mentes e habilidades criativas dos funcionários.   Desenvolve habilidades Graças à gamificação, as empresas podem melhorar ou desenvolver competências específicas em suas equipes.  Por exemplo, programas gamificados relacionados ao treinamento serão úteis para fazer os  colaboradores melhorarem em aspectos essenciais como liderança, gerenciamento de estresse e habilidades de oratória. Melhora a comunicação A dinâmica da gamificação melhora a comunicação interna entre funcionários e gestores da empresa, tornando-se muito mais fluida. Aumenta a produtividade A gamificação aumenta o número de tarefas realizadas e o tempo gasto com elas. Graças à diversão que isso gera, os funcionários ficam viciados em tarefas que nem mesmo queriam fazer antes. O resultado é que os funcionários trabalham mais e melhor. Todos esses benefícios resultarão em um time de alta performance, mais motivado, engajado, acostumado com os feedbacks e mais produtivo.  É por isso que as empresas estão utilizando a gamificação para transformar seus negócios, pois as técnicas tradicionais de aprendizagem são repetitivas e cada vez menos eficazes. Gostou dessa matéria? Então deixe seu comentário.Nós, da Solvção, utilizamos esse canal não só para falar de contabilidade, mas também para manter nossos leitores e clientes informados sobre tudo o que acontece no mundo das empresas.Vem pra Solvção você também! É só clicar abaixo e falar com um de nossos especialistas.

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CEPOM, não seja pego de surpresa!

O Cadastro de Prestadores de Serviços de Outros Municípios (CEPOM) é um registro, no qual prestadores se inscrevem para atender a clientes situados em outras cidades. Dependendo do local, a sigla ainda pode ser CENE, que resume o nome Cadastro de Empresas Não Estabelecidas. Caso o negócio preste serviços a clientes de outros municípios nos quais o CEPOM existe, pode até não ficar impedida de atuar sem o cadastramento, porém, possivelmente pagará impostos a mais, por motivos que veremos a seguir. Além disso, o cadastro prévio dos prestadores ainda conta com outros detalhes que eles precisam saber. Portanto, a seguir, vamos detalhar 4 aspectos dessa obrigação para que você não seja pego de surpresa ao prestar serviços para empresas de outras cidades. Acompanhe! 1. Funcionamento do CEPOM O CEPOM serve para que os prestadores de serviços comprovem diante de outros municípios (os dos seus clientes) que possuem empresas corretamente constituídas. Já em relação à tributação, o cadastro faz com que o Imposto sobre Serviços (ISS) seja corretamente direcionado e não incida duplamente sobre a nota de serviço emitida. Por exemplo: quando uma empresa de fora da cidade presta serviços a outro negócio situado nela, em muitas vezes esse cliente deve reter o ISS se o prestador não estiver cadastrado no CEPOM. Porém, o problema é que, via de regra, o ISS sempre é pago ao município do prestador, na origem da operação. Então, em casos como no do exemplo, a falta do cadastro prévio pode acarretar em pagamento duplo do tributo municipal, o que representa prejuízo. Primeiramente, parte do valor do serviço, conforme o documento fiscal, fica retido no recebimento para o ISS da cidade do tomador do serviço. Depois, pelo Simples Nacional ou pela guia da prefeitura diretamente, o imposto é cobrado pelo município do prestador. 2. Documentos necessários para o cadastro Como as cidades apresentam muitas diferenças em suas leis tributárias e demais regras internas, inclusive nas alíquotas de impostos, os municípios podem exigir mais ou menos documentos. Porém, a base da documentação é composta por itens de comprovação da existência do negócio e da sua instalação na localidade declarada, como: – comprovante de endereço; – cópia de CNPJ e contrato social ou Requerimento de Empresário; – documento de registro ou de locação do imóvel sede do prestador; – comprovação de cadastro na prefeitura da sua cidade; – fotos da empresa. Por conta disso, o negócio não pode tentar se adiantar fazendo o registro enquanto outros processos ocorrem, como o de obtenção de alvará e inscrição municipal. Para se cadastrar no CEPOM, ele deve estar 100% regularizado nos âmbitos municipal, estadual e nacional. Um dos motivos para a necessidade de formalização total antes do cadastro, e da apresentação de vários documentos e até fotos, é o fato de, antigamente, empresários migrarem de cidades com impostos altos para municípios vizinhos com alíquotas mais baixas do ISS, mas só formalmente. Na prática, mantinham suas operações (e até suas sedes) nos mesmos lugares de antes. Logo, se um cadastro for reprovado, ou o prestador manter-se sem cadastro no CEPOM, continuará ocorrendo a bitributação pelo serviço realizado. 3. Cidades que contam com o CEPOM No total, existem 5.569 municípios em todo o Brasil. Os principais deles, que contam com o CEPOM, são: – Aracaju/SE – Bauru/SP – Belém/PA – Brasília/DF – Campinas/SP – Campo Grande/MS – Corumbá/MS – Curitiba/PR – Fortaleza/CE – Joinville/SC – Mogi das Cruzes/SP – Niterói/RJ – Porto Alegre/RS – Recife/PE – Rio de Janeiro/RJ – São Luís/MA – São Paulo/SP – Sorocaba/SP – Teresina/PI – Uberlândia/MG – Vila Velha/ES Como prática de prevenção de problemas, você deve ter atenção redobrada nas cidades grandes e/ou em regiões metropolitanas, cujos sistemas de fiscalização e gestão tributária foram modernizados há mais tempo. Por isso, se você já tem clientes de outras cidades, precisa se informar nessas prefeituras acerca da existência, ou não, do CEPOM nelas e de suas regras. Após isso, conforme for adquirindo clientes de outros municípios, deve ir se inteirando dos critérios de cadastro deles. Outro aspecto que demanda cuidados é o fato de algumas cidades exigirem a inclusão no CEPOM para os prestadores de fora atenderem aos clientes situados nelas. Como comparação, existem municípios nos quais o CEPOM existe, mas que a inscrição nele não é obrigatória e a falta dela não impede o atendimento de clientes sediados nesses locais. É importante atentar, ainda, às diferenças que existem entre as cidades para os cadastros, pois não é um processo de padrão nacional, geral ou unificado de outra forma para todas as localidades. Logo, se o prestador atender a clientes de 10 municípios, por exemplo, que exijam a inscrição, ela deverá ser feita 10 vezes, uma em cada prefeitura. 4. Importância da assessoria especializada no processo Primeiramente, se você ainda tiver mais dúvidas sobre o CEPOM, além das que já tiramos neste texto, contadores são os profissionais preparados para saná-las e garantir segurança às suas ações. No momento de uma prefeitura fornecer informações, também podem surgir alguns termos técnicos e legais, além de trechos da legislação interna municipal. Nesse caso, contar com um profissional contábil para “traduzir” uma possível resposta complicada e ajudar a entender as leis de outro local é extremamente importante. Inclusive, isso pode marcar a diferença entre ter ou não problemas decorrentes de entendimento (ou falta dele) das informações obtidas com fiscais. Em relação ao processo de cadastro em si, pode ser feito pelo próprio escritório contábil — e não obrigatoriamente por um sócio ou pelo proprietário da empresa. Consequentemente, os riscos de erros no registro e no atendimento a outras regras são reduzidos, evitando transtornos futuros do empreendimento com a fiscalização tributária de outra prefeitura, que pode ser bem agressiva ao questionar uma empresa. Além disso, a terceirização dessa carga burocrática tira do empreendedor preocupações e mais tarefas, o que é sempre bom para o gestor que precisa concentrar seus esforços no dia a dia da empresa, no seu crescimento, em serviços, na gestão de pessoas e em outros fatores operacionais e administrativos. Enfim, entendendo o que é o CEPOM

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Invoice: Entenda o que é, para que serve e como preencher

O que é um documento Invoice? Invoice Internacional, Comercial Invoice, ou apenas Invoice, é um termo em inglês usado para nomear uma fatura emitida em casos de transações comerciais entre uma empresa e clientes que estão em países diferentes. Assim, é possível dizer que Invoice é um tipo de nota fiscal, emitida para importação e/ou exportação de produtos e serviços. Seguindo esse princípio, a Invoice tem a mesma importância e valor das outras notas fiscais geradas por um negócio, a exemplo da NFS-e — Nota Fiscal Eletrônica de Serviços; da NFC-e — Nota Fiscal ao Consumidor Eletrônica, e da NF-e — Nota Fiscal Eletrônica de Produtos ou Mercadorias. Como funciona a Invoice? A Invoice funciona da seguinte forma: ela deve ser emitida quando houver uma relação comercial internacional, seja uma exportação, seja uma importação de produtos e/ou serviços, e transitar com a nota fiscal do item alvo da negociação comercial. Sobre isso, é bem importante destacar que não são todos os casos de transações comerciais envolvendo empresas e clientes de países diferentes que exigem a emissão desse comprovante — porém, ainda assim, é recomendado. Confira agora quando a emissão da Invoice é obrigatória e quando é apenas indicada. 1. Emissão obrigatória A emissão da Invoice é obrigatória quando o valor da operação for superior a 3 mil dólares americanos, ou quantia equivalente em outra moeda. Nesse caso, é indispensável que esse tipo de fatura seja gerado para regulamentação e registro da transação comercial. 2. Emissão indicada A emissão da Invoice é indicada em situações nas quais a relação comercial gere cobrança inferior a 3 mil dólares americanos, ou valor equivalente em outra moeda. Vale destacar que, nesses casos, é dispensada a emissão desse tipo de documento. No entanto, ele é recomendado como forma de indicar o código da natureza da operação, evitando problemas futuros com os órgãos fiscalizadores, o que pode resultar diversos transtornos e até na obrigatoriedade desse comprovante. O que deve constar na Invoice? Por ser uma espécie de fatura de cobrança, os dados e informações que devem constar em uma Invoice são: – data de emissão; – número do documento; – nome e endereço completo do emissor; – nome e endereço completo do destinatário; – descrição completa da mercadoria, ou do serviço prestado, preferencialmente incluindo o NCM, Nomenclatura Comum do Mercosul; – tipo de transporte do fruto da operação comercial; – local de embarque e de desembarque; – preço unitário, moeda, valor total; – peso bruto, peso líquido e quantidade; – forma e canal de pagamento; – condições e termos de vendas (Incoterms – International Commercial Terms); – assinatura do emissor da Invoice (indicado). Quem emite a Invoice? A Invoice é emitida por quem vende o produto ou presta o serviço. Afinal, esse é um modelo de documento que serve para faturar (cobrar) uma transação comercial. Assim, depois que você descobre como abrir uma empresa, é essencial entender como gerar esse comprovante se for atender clientes que estão em outros países. Quanto a isso, vale destacar que cada região tem um processo de emissão distinto. Por esse motivo, é interessante que você se oriente junto à prefeitura onde a sua empresa está localizada, ou ainda, converse com o seu contador. Como preencher a Invoice? Não existe um modelo padrão de Invoice que precise ser usado por todas as empresas que fazem transações comerciais internacionais. Desse modo, fica a critério do empreendedor utilizar um formulário pronto, ou mesmo criar o seu próprio. O ideal é que a Invoice seja preenchida no idioma do cliente, ou em inglês, para facilitar a compreensão. Esse tipo de comprovante de relação comercial deve ser gerado em 3 vias iguais, devidamente assinadas e carimbadas pelo emissor. Como pagar uma Invoice? O pagamento da Invoice é feito por transferência internacional, e essa transação financeira pode ser feita por intermédio de bancos tradicionais ou de plataformas especializadas nesse tipo de serviço. Quais são as taxas cobradas? Quando você faz uma transação comercial internacional, a sua empresa fica isenta de pagar impostos municipais e estaduais, a exemplo do ISS e do ICMS.  Porém, não está livre de outros tributos, como o IOF, Imposto sobre Operações Financeiras — atualmente, 0,38% sobre o valor da nota.  Somado a esse, dependendo da natureza da operação, pode haver a cobrança do Imposto de Renda. O que é uma Invoice Number? Invoice Number é um código numérico sequencial que identifica cada Invoice emitida pela empresa. Como emitir nota fiscal de importação de serviços? A nota fiscal de importação de serviços pode ser emitida diretamente por sistemas de geração voltados para o comércio exterior. Geralmente, cada região tem a sua própria solução. Por isso, é interessante se informar com a prefeitura onde está a sua empresa, bem como com o seu contador. Aqui, vale lembrar que esse tipo de nota deve ser emitido antes da retirada da mercadoria no local de desembaraço, ou na aduana. Quais são as principais informações contidas numa Invoice? As principais informações contidas em um Invoice são: – Dados completos do importador e do exportador; – Dados completos da mercadoria ou do serviço prestado, tais como quantidade, espécie, peso, entre outros; – Valor da transação comercial; – Forma de pagamento; – Informações sobre o frete; – Meio de transporte; – Termos de venda. Como lançar Invoice na contabilidade? Na hora de lançar a Invoice na contabilidade da sua empresa, o ponto mais importante a considerar é o fechamento do câmbio. Isso porque ele determina o momento da venda da moeda estrangeira para o banco ou plataforma nacional que escolheu para receber os seus pagamentos. Na prática, deve-se considerar a variação cambial até o dia do recebimento do valor do produto ou serviço comercializado, mas, para fins de faturamento, o cálculo deve considerar o preço da moeda no dia em que o negócio foi feito. Esperamos que daqui pra frente você não tenha mais dúvidas sobre para que serve e como emitir uma Invoice. Mas se ainda tiver dúvidas, clique no botão abaixo e fale com um de nossos especialistas. A Solvção está à disposição para te ajudar.

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Entenda a diferença entre distribuição de lucros ou dividendos e pró-labore

É comum que os empreendedores, especialmente os iniciantes, tenham dúvidas sobre as diferenças entre a distribuição de lucros ou dividendos e o pagamento de pró-labore. Sendo assim, é importante esclarecer que tratam-se de pagamentos distintos e que estão sujeitos a tributações diferenciadas. Lucros e dividendos Os sócios, acionistas/quotistas de uma empresa têm direito ao recebimento de uma remuneração em contrapartida ao capital investido para a criação e desenvolvimento do negócio, essa remuneração é chamada de divisão de lucros ou dividendos. O lucro de uma empresa é apurado a partir da dedução das despesas fixas e variáveis, assim como dos tributos aplicáveis. Com base nesse valor e levando em consideração o plano financeiro e contábil da sociedade, os sócios devem definir o percentual do lucro que será partilhado entre eles e qual valor será armazenado no caixa da empresa para capital de giro, investimentos e expansão do negócio. Vale mencionar que a empresa somente deve partilhar tais valores com os sócios desde que efetivamente tenha sido apurado algum lucro, ao passo que a distribuição é vedada caso a sociedade tenha débitos fiscais, nos termos do art. 32 da Lei 4.357/64. A divisão dos lucros geralmente é proporcional às quotas de cada sócio, porém também é possível que se faça uma distribuição desproporcional, desde que esteja devidamente descrito no contrato social ou acordo de sócios e em conformidade com a legislação vigente. Da mesma forma, a divisão dos dividendos em regra é apurada e retirada anualmente, mas é possível que se faça a antecipação mensalmente, trimestralmente ou conforme outra definição entre os sócios. Ainda, a remuneração por participação em lucros não sofre a incidência de imposto de renda ou contribuição previdenciária, desde que comprovada por contabilidade regular, nos termos do Art.10 da Lei 9.249/95. Sendo assim, recomenda-se o reporte da justificativa de pagamento para a contabilidade responsável pela empresa, para que sejam feitos os respectivos registros nos livros contábeis, bem como proceda-se com o recolhimento de outros tributos, quando cabível. Pró-labore A expressão “pró-labore” vem do latim e significa “pelo trabalho”, e trata-se de uma outra forma de remuneração e é destinada ao administrador da empresa, que pode ou não fazer parte do quadro societário, e para todos os sócios que desempenhem funções administrativas. Por se tratar de uma remuneração por um serviço efetivamente prestado, o pró-labore deve ser pago aos sócios que administram a sociedade a partir do momento em que a empresa obtiver faturamento, e independe da existência de apuração de lucros no período. A retirada do pró-labore é obrigatória, nos termos do art. 12 da Lei 8.212, e há a incidência de contribuição previdenciária (INSS) na qualidade de contribuinte obrigatório. Caso a empresa faça o recolhimento tributário pelo Simples Nacional e, caso seja optante de outro sistema de tributação, deverá recolher além do INSS os demais tributos exigidos pela legislação fiscal. A legislação não determina um percentual ou valor específico para a remuneração mediante pró-labore, porém dispõe que essa quantia não poderá ser inferior ao salário mínimo vigente. Recomenda-se que a empresa defina o valor do pró-labore com base no custo que teria para a contratação de um profissional para o desempenho de função equivalente no mercado. Se você é MEI ou tem uma empresa, experimente mudar para a Contabilidade Digital Consultiva. A Solvção está à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas sobre contabilidade, é só entrar em contato com a gente:pelo telefone 11 4858-4085ou WhatsApp 11 95050-1217ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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MEI: conheça as vantagens de ter um contador

Além da assessoria contábil, fiscal e trabalhista, o profissional de contabilidade ajuda na comprovação do lucros. O Microempreendedor Individual (MEI) foi criado para facilitar a regularização das atividades econômicas de pessoas que trabalham por conta própria, que não têm sócios e faturam até R$ 81 mil por ano. Atualmente, esse modelo empresarial simplificado, segundo o Portal do Empreendedor, tem mais de 11,3 milhões de MEIs ativos e é responsável por 30% do PIB do País e mais de 50% da geração de empregos formais.  Ao se formalizar, o empreendedor passa a ter um CNPJ próprio e com isso, a possibilidade de emitir notas fiscais, ter acesso aos benefícios da Previdência Social, além de contar com vantagens como o pagamento simplificado de tributos e linhas de crédito exclusivas. Primeiro é importante ressaltar que o MEI não é obrigado a ter um contador. Entretanto, por existir a exigência de emissão e pagamento de uma guia mensal, declaração anual e até a própria abertura do CNPJ, que para muitos não é um processo simples, a contratação do profissional contábil pode ser um diferencial no sucesso do negócio. Tendo isso em vista, confira alguns benefícios principais de ter um contador: Apesar de não ser obrigado por lei a manter escrituração contábil, o processo de registro e rotina de folha de pagamento será facilitado com a contratação de um contador. A assistência contábil também será útil para fornecer ajuda fiscal e trabalhista nas entregas das obrigações dentro dos prazos estipulados pelo Governo. Além disso, o contador é essencial para comprovar quando o lucro for maior que a presunção, através de uma escrituração contábil. Ou seja, caso o lucro efetivamente obtido seja superior aos apurados com base nos percentuais da presunção, o empreendedor que tiver um contador poderá retirar 100% dessa quantia sem pagar imposto de renda adicional e sem risco de cair na malha fina. Segundo a Resolução 140 do CGSN, se o MEI mantiver escrituração contábil poderá, se houver lucro, retirar com isenção do IR quantias superiores aos percentuais presumidos (8%, 16% e 32%), desde que evidenciado na contabilidade. Isso significa que caso a presunção do lucro seja superior e o MEI tenha a escritura contábil regular, ele terá um ganho maior, sem a retenção do imposto de renda. Porém, caso não tenha a escrituração contábil, o empreendedor poderá fazer a distribuição do lucro sem pagamento do imposto com base nos índices de presunção, regra prevista no artigo 145 §3° da Resolução CGSN 140/2018. Uma outra questão, que nem todo empreendedor sabe, é que segundo a Lei Complementar 123/2006 em seu artigo 18, § 22-B, os escritórios de serviços contábeis devem promover gratuitamente a formalização do MEI e a primeira declaração anual simplificada da microempresa individual. ____________________________________________________________________ Se você é MEI ou tem uma empresa, experimente mudar para a Contabilidade Digital Consultiva. A Solvção está à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas sobre contabilidade, é só entrar em contato com a gente: pelo telefone 11 4858-4085 ou WhatsApp 11 95050-1217 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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Conheça a Solvção!

Uma empresa de contabilidade Digital que está do lado do empreendedor.  O nosso objetivo é ajudar você a manter a saúde financeira do seu negócio, independentemente do tamanho, tanto por meio dos nossos conteúdos gratuitos como com a prestação de serviços de contabilidade. Nós também podemos ajudar você a abrir sua empresa ou transformar o seu MEI em ME e mantê-la regular! Conheça o nosso trabalho! Você receberá tudo bem explicadinho, com prazos, valores, benefícios incluídos e tudo mais.  Nosso time de Contadores está sempre motivado a ajudar e com muita prestatividade para atender você da maneira que você merece. • Contabilidade completa – Cuidamos de todas as suas obrigações contábeis; • Atendimento excelente – Telefone, chat ou e-mail. Convidamos você a solicitar o nosso contato para receber uma proposta personalizada para a realidade do seu negócio. Escolha uma contabilidade que é movida por Soluções. Conheça a Solvção! Entre em contato com a gente hoje mesmo: pelo telefone 11 4858-4085 ou WhatsApp 11 95050-1217 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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Contabilidade sem papel? Veja 5 Motivos para mudar!

Atualizado em 07/08/2023 Com as empresas mais conectadas e jornadas híbridas, muitos gestores começaram a enxergar que é possível ter mais flexibilidade e conectividade sem que os negócios parem. Além disso, muitos estão cada vez mais preocupados em cortar custos sem que isso afete a qualidade das operações. Para quem trabalha com muitos papéis, boletos e contas em cima de uma mesa e que terão que ser digitalizados, essa pode ser a solução ideal para os dias atuais. Todos os órgãos municipais, estaduais e federais, já estão aptos a utilizar o recebimento de documentos eletrônicos. Ao invés de termos um enorme investimento para receber, enviar, processar, organizar, manter, localizar e proteger uma montanha de papel e para que todo o trabalho seja feito, investimos em uma plataforma segura, inteligente e integrada para todos os processos de contabilidade sem papel. Mas será que ela está dentro dos protocolos? Você vai conseguir mexer na plataforma e se acostumar? Sim! Além de ser super simples e intuitivo de mexer, o Sistema e-plataforma aumenta sua produtividade, permitindo que o trabalho do contador se torne mais dinâmico, organizado e integrado. Além disso, existem muitos outros benefícios para quem adota esse sistema sustentável e digital. Confira: 5 motivos para mudar para uma contabilidade sem papel 1- Economia Nada de gastar mensalmente com motoboy e com material de escritório, papéis e cartucho para impressora. Como já não é preciso guardar papel de NFe, CTe, NFSe, NFCe, entre outros documentos eletrônicos, digitalizar a empresa também significa economizar nisso, além de aumentar a confiança dos clientes, administradores e colaboradores. Mesmo que haja controle na empresa, não é possível impedir totalmente o gasto frequente de material com a impressão de papéis desnecessários ou com erros, — levando à necessidade de imprimir novamente. Além disso, uma empresa de contabilidade sem papel reduz significativamente os gastos financeiros da empresa. 2- Acesso em qualquer lugar aos documentos Se os profissionais conseguem ter tudo em mãos facilmente, sua empresa ganha em eficiência. Essa é uma questão primordial em tempos atuais. Imagine a gestão de contratos, por exemplo. O próprio software pode enviar notificações sobre pendências e validade. Essa é uma tecnologia que vem ajudar o contador e a empresa, facilitando seu trabalho e auxiliando na criação de uma rotina e processos mais ágeis e de fácil gerenciamento. Imagine ter que levar para casa inúmeros processos ou procurar em meio a pastas e mais pastas de arquivo por um único documento? Com a contabilidade sem papel, todo o faturamento e burocracia do negócio ficam armazenados digitalmente. Antes o contador tratava de cada empresa de modo individual, acompanhando e fazendo a gestão de cada processo fiscal. Nos dias de hoje é possível fazer a gestão de todos os clientes em uma única interface e ter acesso a qualquer documento emitido ou recebido pela empresa, através do CNPJ, por exemplo. 3- Organização Se os documentos forem armazenados no e-plataforma, toda vez que alguém procurar por algo, ele estará lá. Isso significa que as horas gastas remexendo arquivos ou atrás de informações adequadas estão a alguns cliques de distância. Manter arquivos físicos também demanda um considerável gasto de espaço. Assim, ao investir na contabilidade sem papel, você poderá otimizar a distribuição de salas e a circulação dos colaboradores. Com isso, você traz mais organização e renova o ambiente de trabalho, o que terá um impacto positivo na motivação e no bem-estar da sua equipe. Consequentemente, eles vão produzir mais e melhor! 4- Segurança dos dados e informações O e-plataforma é uma plataforma integrada (dentro de todas as leis) para que todos os documentos e processos de contabilidade da sua empresa fiquem em segurança. Com o serviço, você tem o controle, acesso ilimitado e seguro aos documentos, a partir de qualquer lugar, em qualquer dispositivo com acesso a internet. Além da interface ser super intuitiva, toda a informação do seu negócio é centralizada e atualizada num sistema único de arquivo digital. Você digitaliza os papéis ou faz o upload diretamente através do seu e-mail ou do seu smartphone. O Sistema também pode compartilhar documentos em tempo real entre empresas e escritórios de contabilidade. Tudo é rigorosamente controlado por vários níveis de segurança, com pedidos automatizados de consentimento e personalização. Ou seja, o e-plataforma garante a conformidade dos procedimentos da sua empresa – e dos dados que são guardados e arquivados – de acordo com o LGPD. Somente pessoas que têm acesso conseguem visualizar as informações da empresa. Outra coisa são as camadas que protegem os arquivos digitais e a criptografia. Isso sem contar que ao ter tudo digitalizado, em caso de roubo a informação da empresa não se perde. 5- Sustentabilidade Em pleno Século XXI, as empresas precisam estar cientes e fazerem sua parte quanto a sustentabilidade. E isso sem dúvidas, dentro da contabilidade, significa muito quando falamos em diminuir o uso do papel. ______________________________________________________________________________ Além de colaborar com a sustentabilidade, a Contabilidade Digital Consultiva é uma ótima solução para quem precisa de eficiência, economia e segurança! Quer mais benefícios? A Solvção está à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas sobre o e-plataforma. 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PRECISO DE UM CONTADOR PARA ABRIR UMA EMPRESA?

Para abrir a empresa, não necessariamente precisa de um contador. Porém, de acordo com os Conselhos Regionais de Contabilidade (CRCs) responsáveis pela fiscalização dos profissionais da área, todas as empresas precisam do acompanhamento e contabilização de sua movimentação por um contador devidamente registrado junto a esse órgão. Portanto, toda empresa precisa contratar um serviço de contabilidade para manutenção do negócio. Neste cenário, é altamente recomendável que já se contrate um profissional da área para auxiliar na abertura da empresa e numa possível consultoria contábil. E com relação ao MEI? Bem, na lei 128/2008, que trata das questões referentes ao Microempreendor Individual, não há nada que o obrigue a contratar uma contabilidade ou a manutenção de um contador por parte de empresas que não ultrapassem R$ 81 mil de faturamento anual, já que os impostos poderão ser recolhidos em valores fixos e mensais a partir de uma declaração de faturamento, através do Simples Nacional. Porém, sem uma contabilidade, o empreendedor será tributado em todo valor que ultrapassar 32% de seu lucro. E esse imposto não é baixo, podendo chegar a até 27,50%. Supondo que foram emitidos R$ 5.000,00 em notas no mês. Sem um contador, apenas R$ 1.600,00 estarão isentos de tributos. Em cima dos outros R$ 3.400,00, podem incidir impostos de até 27,50%. O trecho da Lei que aborda o tema está no Art. 14º da Lei Complementar Nº123, de 14 de dezembro de 2006. Quais os documentos necessários para abrir uma empresa? Basicamente, você precisará do comprovante da propriedade do endereço/contrato de aluguel e da cópia do último IPTU, isso com relação ao local que será a sede da empresa. Já sobre você e seus possíveis sócios, será necessário RG e CPF ou CNH, comprovante de endereço, se casado(a), certidão de casamento, número de entrega do recibo do último IRPF. Além desses documentos, será preciso identificar o tipo de negócio da empresa e estimar um faturamento para o primeiro ano. E se um estrangeiro quiser abrir uma empresa no Brasil? As facilidades cada vez maiores para abrir empresa no Brasil, as ideias de empreendedorismo sempre latentes e o processo constante de globalização e velocidade de informações fazem com que a busca por esse tema esteja cada vez mais presente no dia a dia do mundo empresarial. Você sabe o que um estrangeiro precisa para abrir empresa no Brasil? Veja quais são os documentos necessários: • Visto de residente no Brasil • RNE – Registro Nacional de Estrangeiros (válida) • CPF (Cadastro de Pessoas Físicas) • Comprovante de Endereço Quanto custa para abrir uma empresa? A resposta não é exata. O quanto custa varia muito de acordo com o tipo de empresa, a complexidade, a cidade, entre outras variáveis. Existem algumas taxas fixas, como DARE (Documento de Arrecadação de Receitas Estaduais), DARF (Documento de Arrecadação de Receitas Federais), Junta Comercial, Certificado Digital e honorários da contabilidade, que é uma exigência para se manter uma empresa. No Estado de São Paulo, por exemplo, a soma dessas taxas fica em até R$ 1.000,00 dependendo do tipo de empresa que será aberta – Sociedade, EIRELI ou Empresário Individual. Gostou? Então acompanhe a gente nas redes Sociais. Na próxima semana explicaremos como é o Processo de Abertura de uma Empresa. Curta nossa página no Facebook e fique ligado nas nossas publicações. —————————————————————————————————————————– A Solvção está à disposição para ajudá-lo a esclarecer suas dúvidas sobre abertura de empresa e contabilidade, é só entrar em contato com a gente pelo telefone 11 4858-4085 ou WhatsApp 11 95050-1217 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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Por que escolher a Contabilidade Digital ao invés da Online ou Tradicional?

Atualizado em 27/02/2023 Com o avanço tecnológico, vários setores da economia passaram por mudanças. Foram implementadas estratégias e ferramentas para simplificar e aumentar a qualidade dos serviços prestados. No campo da Contabilidade não foi diferente. Por esse motivo, nos últimos anos vimos surgir os serviços de contabilidade prestados a distância, sem que empresa e contador estejam localizados na mesma cidade. Antes o único tipo de contabilidade era conceituado como tradicional, que englobava reuniões presenciais, office-boys para coletar documentos, numerosos contatos telefônicos, visita do contador e sua equipe na empresa do cliente rotineiramente, etc. Com a alta demanda por mudanças, surgem mais dois conceitos: online e digital. Apesar dos termos parecidos, tais modelos são bastante distintos. A grande questão é: qual a diferença entre esses serviços? Vem com a gente que vamos te explicar! Contabilidade Tradicional A contabilidade tradicional preza por atendimento e prestação de serviços de forma presencial, geralmente executa as atividades do dia a dia por meio de processos pouco automatizados, com pouca adesão de ferramentas tecnológicas e grande trânsito. Contato Direto – Embora muitas demandas possam ser resolvidas pela internet, o contato humano ainda é fundamental para diversas atividades. Entre os pontos que o tornam tão importante, podemos citar a confiança. Comodidade –  Embora tecnologias como o armazenamento em nuvem, meios de comunicação digital, e-mails e aplicativos tornem o armazenamento e a troca de informações mais simples, elas podem ser complexas e até não confiáveis para gestores. Serviço personalizado e especializado – Um contador especializado é capaz de identificar as necessidades no atendimento de determinados tipos de empresas, o que lhes permite prestar um serviço ainda mais alinhado às necessidades do negócio. Contabilidade Online A comunicação entre contadores e clientes acontece por meio de uma plataforma digital. O cliente geralmente não tem acesso a suportes telefônicos e na maioria dos casos, não há contato direto com o responsável contábil, bem como com os demais colaboradores envolvidos no atendimento. Quem decide se há ou não a necessidade de contato telefônico nesse modelo é a empresa contábil e não o cliente. Apesar da imensa burocracia que existe no Brasil, todos nós sabemos que não basta cumpri-las para atingir sucesso nos negócios. No modelo online, não há contribuições envolvendo a gestão, as finanças, dentre outras áreas de suma importância. O empresário está “sozinho” e os departamentos do escritório contábil não trabalham como uma extensão da empresa do cliente. Geralmente é a própria empresa contratante que se responsabiliza pela execução das diversas atividades. Por isso em muitos casos, o preço da contabilidade online é inferior, o que faz com que ela também seja conhecida como “econômica”. No entanto, o empreendedor pode sair perdendo, já que as horas gastas para realizar as tarefas provavelmente custam mais que o valor economizado anteriormente. A contabilidade online também possui uma limitação por atender apenas empresas de serviço e comércio, que praticam apenas as operações fiscais mais simples. Caso haja alguma urgência (e todo empresário sabe que elas existem), só há uma coisa a fazer: aguardar em uma (longa) fila de atendimento ou tentar a sorte no Reclame Aqui. Contabilidade Digital A Contabilidade Digital apareceu recentemente no mercado. Podemos dizer que trata-se de uma espécie de resposta dada pelos escritórios de contabilidade tradicionais para as empresas que atuam apenas de forma online. Esse modelo não concorre com preço. Entretanto, para gerar valor aos serviços, integrou novas tecnologias e práticas, ganhando eficiência e se caracterizando pela busca de desenvolvimento da relação com seus clientes. A intenção é aprimorar a eficácia dos resultados, resolver questões burocráticas corretamente e trabalhar de forma consultiva e próxima ao contratante do serviço. A contabilidade digital utiliza ferramentas inovadoras para tornar a atividade mais produtiva e aprimorar a oferta dos serviços contábeis, portanto, deve ser vista como uma oportunidade e não ameaça. A distância funciona? Com os diversos sistemas que possibilitam a integração da gestão contábil, poder contar com todos os serviços contábeis vindos de um escritório de qualquer localidade se tornou simples. Nós da Solvção temos total condição de oferecer todas as vantagens da Contabilidade Digital, somadas ao atendimento da contabilidade tradicional! Confira abaixo. Proximidade com a equipe e com o contador Somos capazes de oferecer uma interação entre empresa e contador, fato que não ocorre quando a Contabilidade Digital e Tradicional estão isoladas. Isso porque ela é capaz de unir os pontos positivos das duas modalidades, criando um atendimento muito mais completo. Neste modelo de negócios, não deixamos de oferecer novas formas de contato, ou seja, o empresário consegue facilmente falar com um contador sempre que tiver alguma dúvida. Integração entre o escritório e a empresa via ERP A troca de informações entre a empresa e o escritório de contabilidade é mais ágil e segura. Isso porque ela trabalha com a integração entre o ERP da empresa e o sistema utilizado pelo escritório. Graças a essa facilidade, o contador pode acessar, em tempo real, as informações que precisa para executar suas tarefas. Ressaltamos que essa comodidade não elimina o contato entre o contador e empresa; apenas permite que o profissional gaste menos tempo com deslocamento quando não for necessário, de modo que ele possa se concentrar em outras questões. Redução de custos para o cliente A redução de custos da operação torna o serviço contábil mais acessível financeiramente para o empresário. Além disso, a redução no uso de papéis permite que o cliente gaste menos com a impressão e armazenamento de documentos, refletindo de modo positivo em seu orçamento. Contando com os serviços da Solvção, a empresa contrata serviços eficazes graças ao uso de tecnologias e não perde o contato com os responsáveis pelo atendimento à sua empresa, já que essa relação é fundamental alinhar o trabalho às demandas de cada negócio. Se você é MEI ou tem uma empresa, experimente mudar para a Contabilidade Digital.A Solvção está à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas sobre contabilidade! 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Temos 5 dicas para reduzir o pagamento de impostos como PJ

Atualizado em 22/02/2023 Uma das grandes preocupações de prestadores de serviço é como conseguir pagar menos impostos sendo PJ. Afinal, os tributos estão entre os grandes custos do trabalho desse profissional. Além dos gastos normais com materiais (quando existem), marketing para captação de clientes e outros, um PJ ainda precisa pagar impostos do próprio bolso, o que reduz os seus ganhos. Mas é possível pagar menos impostos sendo PJ? Dá para organizar a sua vida contábil de modo a aproveitar a liberdade e autonomia de ser um profissional liberal sem pagar muito por isso? Claro que sim! Se você quer saber como, confira as 5 dicas que listamos para ajudar você. 1. Escolha o Enquadramento Tributário correto Você sabia que grande parte dos profissionais liberais paga mais impostos do que deveria originalmente? Parte desse problema está no regime tributário escolhido pelo profissional. Ao todo, existem três principais enquadramentos tributários para escolher: o Simples Nacional, o Lucro Real e o Lucro Presumido. Além deles, ainda existe o Inova Simples para startups e o MEI para Microempreendedores Individuais. O problema do MEI para profissionais liberais é que nem todas as profissões se encaixam nos seus requisitos e o limite de faturamento anual (R$81.000,00 por ano) é baixo demais. Dentre os três principais enquadramentos, existem diferenças de impostos pagos e alíquotas. Para muitos profissionais o Simples Nacional, por exemplo, é uma ótima opção. No entanto, para outros o Lucro Presumido ou Real é a alternativa com menos gastos. Por isso é importante analisar cada caso antes de tomar a sua decisão. 2. Estabeleça um Planejamento Tributário Parte dos gastos tributários de um profissional liberal são gerados por multas ao não pagar os impostos em dia. Isso encarece ainda mais a sua atuação profissional. No pior dos casos, a Receita Federal pode interpretar os atrasos e falhas como sonegação fiscal, o que gera consequências ainda piores. Por isso, é essencial acompanhar a agenda tributária para garantir que você terá um planejamento tributário adequado para não perder nenhuma data. 3. Analise possíveis Incentivos Fiscais na sua área Um dos mecanismos de políticas públicas para o desenvolvimento de áreas e segmentos econômicos na sociedade é a liberação de incentivos fiscais. Por exemplo, a Zona Franca de Manaus conta com incentivos fiscais, além de uma infraestrutura já em ordem, para estimular a implementação de operações fabris de alta tecnologia na região. Enquanto isso, cidades, regiões e estados podem estabelecer outros incentivos fiscais para estimular o empreendedorismo em seus domínios,  podendo ajudar você a pagar menos impostos sendo PJ. No entanto, esses incentivos quase nunca são “automáticos, ou seja: eles não aparecem sem que você faça nada. É necessário pesquisar a existência dos descontos para aplicá-los em sua vida contábil, especialmente porque a maioria exige algum tipo de adaptação ou documentação. Por isso, analise a possibilidade de encontrar incentivos fiscais na sua área de atuação ou na sua cidade para economizar no gasto com tributos. 4. Troque o Pró-Labore pelos Lucros e Dividendos Se você já pesquisou um pouco sobre o básico de administração e contabilidade, sabe que existe o pró-labore como ferramenta para que você ganhe um “salário” da sua atuação profissional. O pró-labore é uma ferramenta muito interessante para ajudar a diferenciar as contas da sua atuação como profissional liberal (que é uma empresa) e as suas contas pessoais como o seu aluguel e coisas do tipo. No entanto, o pró-labore pode gerar um desconto tributário de até 48% do seu valor por causa dos impostos presentes nele. Enquanto isso, a sua remuneração em distribuição de lucros é isenta de imposto de renda, o que a torna mais vantajosa. 5. Contrate uma Consultoria de Contabilidade Uma dica importante para que você possa pagar menos impostos sendo PJ é contratar uma consultoria de contabilidade para auxiliar na sua atuação. Além de tirar dúvidas e ajudar a cumprir os seus compromissos contábeis, a consultoria trabalha pró-ativamente para diminuir a carga de impostos que você tem que pagar, de modo a tornar a sua atividade profissional mais leve. Para completar, além de economizar com os impostos, a consultoria ainda aumenta a sua produtividade. Imagine, por exemplo, que você cobra R$50,00 por hora de trabalho e gasta 1 hora por dia para cumprir as suas obrigações contábeis. Em uma semana, são R$250,00 “perdidos” ao cuidar dessas tarefas de contabilidade. Em um mês, são R$1.000,00. Ao contratar uma consultoria, você fica livre para ocupar essas horas com clientes, gerando uma renda extra que compensa o pagamento da consultoria. Por isso, pode contar com a gente!!! _____________________________________________________ Se você é MEI ou tem uma empresa, experimente mudar para a Contabilidade Digital Consultiva.A Solvção está à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas sobre contabilidade, é só entrar em contato com a gente: pelo telefone 11 4858-4085 ou WhatsApp 11 95050-1217 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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Afinal, qual é o papel do contador na vida do empresário?

É muito importante que contador e empresário saibam dos seus papéis dentro da relação de parceria para trabalhar em conjunto, de forma assertiva e com bons resultados.  O empresário precisa estar ciente de que é responsável por todo o cenário da sua empresa, incluindo informações contábeis e fiscais através do seu contador que, por sua vez, deve estar sempre atento à legislação, impostos e tudo mais que for necessário para garantir que seu cliente esteja sempre dentro da lei.  O contador pode acabar desempenhando diferentes papéis dentro de uma empresa, mas sempre com a principal responsabilidade de ser o guardião financeiro e contábil de todos os seus clientes.  Existe o contador mais técnico, que geralmente se preocupa apenas em cumprir as obrigatoriedades, calcular todos os impostos e entregar tudo corretamente ao Fisco. Ou seja, um serviço mais voltado à contabilidade tradicional.  Em seguida, temos o contador que, além de técnico, também atua fortemente como consultor de seus clientes. Ou seja, comprometido com a gestão financeira das empresas, prestando consultorias de negócios e participando ativamente do crescimento de cada um dos seus clientes. Avançando mais um pouco, entramos na fase de contador conselheiro que, além de técnico, trabalha em uma junção com o papel de consultor, participando do planejamento estratégico das empresas, em todos os quesitos, como se fosse um diretor financeiro, ou seja, alguém diretamente ligado à prosperidade de seus clientes. Nessas duas últimas fases, o contador desempenha um papel muito importante de parceiro efetivo dos empresários na jornada de prosperidade das empresas e é capaz de agregar muito mais valor ao seu trabalho.  Fique atento e descubra, qual é o papel de contador que você quer ter com os seus clientes: A contabilidade consultiva Contabilidade Consultiva é o modelo de negócios no qual o contador atua de forma mais próxima dos empresários, com o foco no relacionamento com o cliente, utilizando-se da Ciência da Contabilidade para diagnosticar e cuidar da saúde das pequenas empresas, levando-as à riqueza e à prosperidade. A Contabilidade Consultiva não deixa de realizar as atividades comuns à contabilidade, como apurar fluxo de caixa e orçamentos anuais, controlar passivos fiscais, despesas fixas e variáveis. Mas esse não é o foco. O foco do contador consultor é adotar estratégias de marketing de relacionamento e inovação onde puder. É uma nova visão da contabilidade, mais moderna e com maior valor agregado.  A contabilidade tradicional e a transformação digital Já não é novidade para ninguém que o mundo dos serviços contábeis está em constante transição, sofrendo rápidas e fortes mudanças. Mas isso tem levado a uma enorme confusão entre os diferentes modelos existentes, principalmente na linha digital para o meio contábil conceitos como a contabilidade online e a contabilidade digital, porém não são a mesma coisa, são modelos bem diferentes de serviço oferecido.  O contador sempre foi o profissional de maior confiança para os empresários, porém o momento atual exige mudança e o contador possui total conhecimento para trabalhar em busca da prosperidade das empresas de uma forma mais próxima de seus clientes. A transformação digital precisa ser vista como uma oportunidade de negócio para os contadores mais tradicionais, e não como uma ameaça. O mais importante para se tornar um contador digital, consultor e conselheiro dos seus clientes, é a expertise, os conhecimentos. Ou seja, um pré-requisito que todos os contadores já possuem.  É aqui que a tecnologia entra como ponto principal para essa transformação, onde as tarefas podem ser automatizadas e o foco das suas atividades pode ser totalmente voltado para o desenvolvimento de planejamento e novas estratégias para seus clientes.  Ou seja, uma nova forma de agregar valor aos seus serviços e trabalhar com muito mais eficiência e agilidade. Tudo isso de forma digitalizada, com tarefas e funções automatizadas e informações de qualidade que permitem melhores previsões e planejamentos, além da criação de cenários mais reais para o futuro dos seus clientes. ————————————- A Solvção está à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas e também oferecer um serviço de contabilidade moderno e confiável. É só entrar em contato com a gente pelo telefone  11 4858-4084 ou WhatsApp 11 99339-8780 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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Não tenha medo de trocar de contador

Muitas empresas, por muitos motivos, sentem a necessidade de trocar de contador e é preciso tomar alguns cuidados neste processo para que a transição ocorra de forma segura. A troca em si é muito simples, o foco deve estar em manter a regularidade fiscal da empresa de forma organizada para evitar dores de cabeça com o fisco, por exemplo, e ainda organizar as atividades estratégicas do negócio com uma mentalidade de crescimento e lucratividade. Escritório contábil terceirizado X Contador no ambiente empresarial Obrigatório em todas as empresas (exceto MEI), o contador e seu escritório são importantes para alinhar a gestão financeira, econômica, tributária e patrimonial no ambiente dos negócios. A rotina desse profissional envolve cálculos, demonstrativos de resultados e apuração de impostos. Um escritório terceirizado, por exemplo, consegue auxiliar o gestor de uma empresa a ter uma visão mais direcionada às receitas e despesas do negócio e o que efetivamente está gerando lucro. Além disso, esse processo ajuda na avaliação de riscos, no desenvolvimento de estratégias para reduzir a carga tributária e ainda na escolha de decisões mais assertivas conforme a empresa e o mercado em que atua. Posso ou não trocar de contador? Segundo o Código de Defesa do Consumidor, todos os empresários têm o direito de escolher uma empresa que atenda às necessidades do seu negócio. Você, empresário, precisa se atentar na assinatura do contrato, quais são os serviços inclusos e se há multa por rescisão contratual antes do prazo acordado por ambas as partes. Se houver multa, faça uma avaliação colocando ‘na ponta do lápis’ os valores e a troca,  e se preciso negocie com a nova empresa que vai assumir as atividades contábeis para que seu negócio consiga uma boa vantagem nesta troca. Como trocar de contador? Existem vários motivos que levam um empresário a trocar de contador e de empresa. Muitas podem ser as razões recorrentes, como uma falta de comunicação eficiente, como também atrasos nas entregas combinadas. A motivação pode ser financeira também, afinal, muitas empresas podem não estar satisfeitas com o valor que pagam à contabilidade relacionada com os serviços prestados. Após entender o motivo e fechar a questão, formalize o cancelamento dos serviços através de um e-mail ou documento assinado e digitalizado para a empresa. Existe o prazo de 30 dias de rescisão de contrato em que é possível organizar a documentação cadastral, fiscal e contábil da sua empresa para tudo esteja em suas mãos nesta finalização. Forma segura de trocar de contador Para ter efetividade neste processo, você deve levar em consideração alguns pontos essenciais para escolher uma nova empresa. Busque por empresas conhecidas no mercado, seja por amigos empresários, prestadores de serviços que você conhece, como até mesmo clientes que você confia na indicação. Atualmente as empresas de contabilidade online estão crescendo muito em função da praticidade, segurança e valores aplicados ao serviço. Além disso, se atende para: • Se o escritório conta com registro regular no CRC; • Se a oferta de serviços vai ao encontro  das necessidades do seu negócio; • Observe se a proposta inclui condições específicas como valores extras por serviços prestados ou multa de rescisão; • Informe-se sobre os processos e documentos para solicitação de guias para pagamentos de impostos ou informações gerenciais. _______________________________________________________________________________ A Solvção está à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas, é só entrar em contato com a gente pelo telefone:  11 4858-4085 ou WhatsApp: 11 95050-1217 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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