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Microempreendedor Individual

Contratação de Empregado – MEI

Passo a passo CONTRATAÇÃO DE EMPREGADO De acordo com o artigo 105 da Resolução CGSN n° 140/2018, o MEI pode contratar um único empregado que não pode receber mais que um salário mínimo nacional, piso salarial estadual (quando houver) ou piso salarial da categoria conforme determina a Convenção Coletiva do seu enquadramento sindical. É importante pontuar que mesmo o empregado do MEI tendo limitação quanto a sua remuneração contratual, isto não o impede de receber valores a título de horas extras, adicionais, tais como adicional de insalubridade, periculosidade ou adicional noturno, bem como quaisquer outros direitos trabalhistas decorrentes da atividade desempenhada que incidam sobre seu salário, nos termos do disposto no § 3° do artigo 105 da Resolução CGSN n° 140/2018. Em contrapartida, considerando o disposto do § 4° do artigo 105 da Resolução CGSN n° 140/2018 o pagamento de gratificações, gorjetas, percentuais, abonos e demais remunerações de caráter variável serão consideradas como descumprido o limite salarial, ou seja, esse pagamento é indevido. SALÁRIO 1) Piso da categoria;2) Piso estadual;3) Salário mínimo. Sempre priorizando esta ordem. EXPERIÊNCIA Máximo de 90 dias, podendo ser divido em até duas vezes. PRAZO PARA ADMISSÃO O cadastro da admissão deverá ser feito um dia antes do início das atividades. SST É obrigatório o envio dos eventos SST ao eSocial. Os laudos e exames obrigatórios será avaliado e informado de acordo com a clínica contratada.

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Contratação de Estagiário

Passo a passo CONTRATAÇÃO Com todas as partes de acordo: 1. Prepare o TCE e contate uma seguradora que possa oferecer a apólice do Seguro Contra Acidentes Pessoais. Se sua empresa ainda não tem um modelo do termo, pode utilizar o da própria faculdade. Se estiver interessado em elaborar o próprio documento, é preciso incluir as seguintes informações: 2. Providencie a assinatura de todas as partes envolvidas no TCE. Vale ressaltar que o estágio NÃO configura VÍNCULO EMPREGATÍCIO, não há um processo de demissão e aviso prévio. Portanto, esse contrato pode ser encerrado a qualquer momento, tanto pelo estudante ou pela empresa. No entanto, a cada SEIS MESES de contrato cumprido, o RH precisa enviar à instituição de ensino um relatório de atividades, que deve ser apresentado ao término do período, junto a uma avaliação de desempenho feita pelo supervisor. Se atentar a alguns detalhes:

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Declaração do MEI – Prazo e mudanças no preenchimento

Os autônomos já podem se preparar para o envio da Declaração do MEI (Microempreendedor Individual). O prazo de entrega deste ano já foi divulgado pela Receita Federal. Todos que possuem uma empresa aberta no regime de MEI devem obrigatoriamente enviar a Declaração Anual do MEI. Mesmo que não tenha tido lucro no ano anterior ou nenhuma contratação, o documento é obrigatório. O que incluir na Declaração do MEI A declaração anual do MEI é referente aos ganhos de 2023. Vale ressaltar que o empresário deve informar o que foi obtido em nome da empresa e não na sua conta de pessoa física. Além disso, essa declaração faz com que o empresário esteja isento de enviar o IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica). É necessário enviar informações como: – Faturamento anual no setor de comércio;– Faturamento anual no setor de indústria;– Informar se houve contratação de funcionário. Segundo o governo federal, caso o limite de faturamento do MEI seja ultrapassado, limite que é de R$81 mil por ano, será necessário buscar o apoio de uma contabilidade, como a SOLVÇÃO! Aqui, faremos o processo de desenquadramento do MEI, trazendo sua empresa para o regime do Simples Nacional e te orientando a como seguir com os novos impostos. O prazo de entrega A declaração do MEI deve ser entregue até 31 de maio de 2024. Os empresários podem escolher entre acessar o Site do Simples Nacional e realizar todo o preenchimento ou contar com o serviço especializado da SOLVÇÃO Contabilidade e deixar a entrega ser feita por profissionais!! Por fim, é importante lembrar que a entrega da declaração do MEI em atraso fica sujeita ao pagamento de multa, com valor mínimo de R$50,00. Caso seja paga no prozo de 30 dias, a quantia será reduzida em 50%, totalizando R$25,00. Evite atrasos e multas!Conte com a SOLVÇÃO Contabilidade e Vamos Contabilizar uma História de Sucesso JUNTOS!

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Guia completo: terceirização do setor financeiro.

O que é a Terceirização do Setor Financeiro? Quais são os serviços que a Terceirização envolve? Para quem é útil? Quando aderir a Terceirização do Setor Financeiro? Vantagens de terceirizar o financeiro Como a Solvção pode contribuir com a sua empresa?   Um dos setores mais importantes de toda empresa é o setor financeiro, por isso, garantir sua eficiência e otimização é fundamental para o sucesso de uma organização.   Na prática, esse recurso significa: gerir as finanças de forma eficiente com o conhecimento específico, tempo e recursos adequados, o que pode ser feito através da Terceirização do Setor Financeiro.   Muitas organizações optam por terceirizar sua área financeira, visando melhores resultados e benefícios significativos. Assim, vamos explorar neste blogspot o guia da Terceirização do Setor Financeiro, apresentando o que é BPO: quais os serviços, para quem é útil, quando aderir, as vantagens efetivas dessa prática e como a Solvção pode contribuir com sua empresa. O que é a Terceirização do Setor Financeiro? A Terceirização do Setor Financeiro, também conhecida como BPO (Business Process Outsourcing), envolve a transferência de atividades financeiras de uma empresa para um parceiro externo especializado que utiliza, em sua base, a tecnologia da informação.   Ao delegar as responsabilidades financeiras, a organização pode se concentrar em seu core business, enquanto profissionais qualificados cuidam das tarefas financeiras operacionais. Ou seja, o tempo de cuidar da conciliação bancária, das contas a pagar e a receber, entre outras tarefas de gestão das finanças será direcionado para a equipe externa contratada. Quais são os serviços que a Terceirização envolve? A Terceirização do Setor Financeiro abrange uma ampla gama de serviços, sendo adaptados às necessidades específicas de cada organização. Vamos conhecer algumas dessas atividades:   Contas a Pagar e Receber: processamento de pagamentos, emissão de faturas, gestão de cobranças e conciliação de contas. Emissão de Notas Fiscais e Boletos: preparação de declarações fiscais, demonstrações financeiras e cumprimento de obrigações contábeis. Conciliação Bancária: verificação e conciliação de transações bancárias com os registros contábeis. Redução de Custos: planejamento personalizado e soluções de otimização do balanço financeiro (despesas e receitas). Relatórios para acompanhamento: elaboração de orçamentos, análise de desempenho financeiro, projeções e relatórios financeiros. Movimentação Integrada com a Contabilidade: cálculo de salários, impostos, contribuições, benefícios e cumprimento de obrigações trabalhistas. Para quem é útil? A Terceirização do Setor Financeiro é válida para empresas de todos os tamanhos e segmentos. Alguns exemplos são as pequenas e médias empresas que não possuem recursos suficientes para manter uma área financeira interna bem estruturada em tempo integral e podem se beneficiar da expertise de uma equipe financeira externa. Ou, ainda, grandes empresas que aproveitam a terceirização para focar em atividades estratégicas, reduzindo custos e aumentando a sua eficiência operacional. Quando aderir a Terceirização do Setor Financeiro? Quanto antes! Vimos que a Terceirização do Setor Financeiro pode ser considerada em várias situações, mas que estão diretamente ligadas ao desenvolvimento organizacional, como, por exemplo:   Para a redução de custos: terceirizar é um caminho muito mais viável e econômico em relação a manter uma equipe interna de finanças, visto que isso exige salários, benefícios, treinamentos e infraestrutura. Além de ter efeitos na redução de despesas gerais mediante a gestão externa otimizada. Necessidade de especialização: se a empresa não possui profissionais financeiros especializados, a terceirização permite tanto o acesso a conhecimentos técnicos avançados como tecnologias facilitadoras. Escalabilidade e flexibilidade: a terceirização pode se ajustar às necessidades da empresa, possibilitando o aumento ou redução dos serviços conforme a demanda.   Sendo assim, vale a pena esperar para implementar uma solução que possa gerar resultados melhores e contribuir com o crescimento da empresa? Vantagens de terceirizar o financeiro Na prática, a Terceirização do Setor Financeiro traz diversas vantagens para as empresas, vamos conhecer algumas delas:   Foco no core business: ao delegar as atividades financeiras a especialistas, a empresa pode se concentrar em suas competências essenciais e no crescimento do negócio. Redução de riscos e erros: profissionais financeiros experientes possuem técnicas e métodos específicos para lidar com questões complexas e garantir conformidade com regulamentos e leis. Acesso à tecnologia e inovação: a terceirização permite acesso a sistemas financeiros atualizados e atividades inovadoras, que podem melhorar a eficiência e a precisão das operações financeiras. Redução de custos operacionais: a terceirização elimina a necessidade de investir em infraestrutura, software e treinamento, resultando em economia de recursos e otimização de processos. Como a Solvção pode contribuir com a sua empresa? A Solvção é uma empresa especializada em BPO e uma parceira confiável para sua empresa, assumindo a responsabilidade pelas atividades financeiras do seu negócio com uma Contabilidade Digital integrada ao Sistema de Gestão Empresarial.   Os valores da Solvção são: integridade, competência e a excelência. É a partir deles que todas as atividades de Terceirização do Setor Financeiro, para empresas de quaisquer segmentos e tamanhos, são desempenhadas. Tais quais:   Análise dos indicadores financeiros: com a capacidade analítica da Solvção você conta com auxílio na tomada de decisões baseando-se em números e indicadores. Organização de informações estratégicas: fazendo com que o grande volume de dados – que geralmente são complexos – virem informações simples de fácil compreensão para você e seu negócio. Otimização na visão futura da sua empresa: com uma comunicação direta, o planejamento financeiro te dá mais segurança para garantir precisão ao seu negócio.   Quer saber mais como implementar a Terceirização do Setor Financeiro na sua empresa e otimizar seus processos contábeis? Entre em contato com a nossa equipe de atendimento através do WhatsApp: (11) 95050-1217.   A Solvção está pronta para atender você.             Quando aderir a Terceirização do Setor Financeiro? Quanto antes! Vimos que a Terceirização do Setor Financeiro pode ser considerada em várias situações, mas que estão diretamente ligadas ao desenvolvimento organizacional, como, por exemplo: Para a redução de custos: terceirizar é um caminho muito mais viável e econômico em relação a manter uma equipe interna de finanças, visto que isso exige salários, benefícios, treinamentos e infraestrutura. Além de ter efeitos na redução de

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Como evitar problemas fiscais em seu e-commerce

O comércio digital foi um dos ramos que mais cresceu e se você realiza a venda de produtos, é necessário estar atento às autoridades fiscais, evitando multas e penalidades – até mesmo processos criminais, se as coisas ficarem realmente sérias.  1. Entenda sobre a legislação É importante ter entendimento sobre a legislação tributária brasileira, afinal já é sabido a alta complexidade desse sistema. Desse modo, estar informado e atualizado sobre as leis fiscais é imprescindível para evitar surpresas desagradáveis. 2. Mantenha registros detalhados de todas as suas vendas Se você realiza a venda de produtos em plataformas digitais, você deve manter registros detalhados de todas as suas vendas. Isto porque pode ocorrer uma inspeção de sua empresa a qualquer momento para comparar suas vendas com seus registros contábeis. Se suas vendas digitais forem superiores aos seus registros, você provavelmente será acusado de evasão fiscal. É por isso que você precisa manter seus registros por pelo menos cinco anos. 3. Fique atento aos documentos eletrônicos A NF-e – que é a nota fiscal eletrônica – é necessária para a parte fiscal da empresa. É fundamental manter todos os documentos organizados e com fácil acesso, caso sejam necessários em um determinado período. 4. Faça um planejamento tributário o planejamento tributário é fundamental para o e-commerce, pois mantém as obrigações cumpridas, como o pagamento de impostos. 5. Tenha um auxílio especializado Para garantir a plena segurança nos processos fiscais do seu e-commerce é fundamental ter um auxílio especializado. Por isso, conte com a Solvção! Trabalhamos sempre com toda atenção e carinho que você precisa e merece!! Fonte: Portal Contábeis

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Golpe do MEI – O que é e como evitar

Ao passo que mais pessoas formalizam os pequenos e micro negócios, os golpistas se aproveitam para fraudar documentos e desviar o dinheiro desses empreendedores.    Com isso, o Microempreendedor Individual (MEI) passa a se preocupar com a sua segurança no trabalho. Bem como, nos modos de evitar cair nas garras de golpistas. Como se dá o Golpe do MEI? O Golpe do MEI se dá, em resumo, pelo envio de uma correspondência falsa. Nela, consta o remetente “Simples Nacional” e a única forma de pagamento é o PIX. Visto que o remetente parece ser de um Órgão Federal, logo o MEI irá pagar a quantia, para não ter problemas com a Receita. Ao pagar o valor com o PIX, o MEI vê a empresa SIMPLES PAGAMENTO ONLINE LTDA, que é uma instituição privada. É nessa hora que as pessoas caem, porque o nome da empresa as confunde com o regime tributário Simples Nacional. Vamos entender e ficar alertas a 3 pontos: 1- Recebimento de e-mails falsos Uma guia para pagamento chega por e-mails falsos. Sabendo que a Receita Federal NÃO FAZ ESSE TIPO DE ENVIO PARA OS CONTRIBUINTES, não abra esse tipo de mensagem. Se você abrir, não clique em nenhum link, pois também pode ser vírus que vai “contaminar” o seu celular ou o seu computador, roubando seus dados. Para saber se o e-mail é falso, passe o cursor do mouse sobre o endereço do remetente. Logo, você verá que não se trata de um canal de comunicação da Receita Federal. Costumam enviar no e-mail falso: – Anexos para pagamento; – Pedido de preenchimento de dados; – Pedido de retificação da DASN (Declaração Anual do Simples Nacional). Atenção! A Receita Federal NUNCA envia esse tipo de solicitação através de mensagens eletrônicas. 2 – Envio de Guia falsa Neste e-mail, é comum vir uma guia parecida com o documento original. Aliás, tem até uma descrição da Secretaria da Receita Federal. Cuidado! A guia falsa só te dá a opção de fazer o pagamento através de PIX, o que não ocorre em uma guia original.  Sendo assim, ao emitir qualquer guia ou para tirar quaisquer dúvidas sobre as suas dívidas como MEI, entre em contato com sua Contabilidade. 3 – Golpe na Guia de Pagamento Outro ponto para se ficar esperto é o DAS (Documento de Arrecadação do Simples). Ele é o único documento obrigatório que o MEI paga mensalmente. No DAS, o MEI recolhe o Imposto de Renda, é tributado com o ICMS para indústria e comércio, o ISS para serviços e o INSS, que incide de acordo com o salário mínimo. Ele é pago todo dia 20 e pode ser emitido pelo site do Governo Federal ou pelo aplicativo MEI Fácil. Fique de olho no prazo! Lembrando que o primeiro pagamento ocorre sempre no mês seguinte, se os valores são registrados, por exemplo, em agosto, você só terá que pagar em setembro. Portanto, você deve desconsiderar qualquer cobrança fora deste prazo. Não pague nenhuma outra guia do MEI. Se proteja! Embora você tenha visto aqui alguns pontos de alerta, não se esqueça de que a cada dia mais formas de engano e fraude surgem. Por isso, sempre tome cuidado! E diante de muitos deveres e obrigações fiscais, o Microempreendedor Individual talvez fique bem perdido para dar conta de tudo. Mas, você não precisa se cansar, nem desistir! Conte com a Solvção Contabilidade!! Fonte: É SIMPLES AUDITORIA

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MEIs poderão emitir nota fiscal pelo Portal do Simples Nacional

O acesso à emissão da nota fiscal será feito pelo Portal do Simples Nacional, via computador ou app do celular. A partir de 1º de janeiro de 2023, os Microempreendedores Individuais (MEIs) precisarão emitir a Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e). O processo poderá ser feito pelo Portal do Simples Nacional, via computador ou app do celular. A medida foi publicada no Diário Oficial da União por meio da Resolução do Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) nº 169, de 27 de julho de 2022. O texto prevê que o microempreendedor deverá emitir a NFS-e nos casos em que houver a obrigatoriedade de emissão, como na prestação de serviços para pessoas jurídicas, e nos casos em que a nota é facultativa, como em serviços executados para pessoas físicas.  De acordo com a resolução, quando o MEI emitir a NFS-e ficará dispensado da Declaração Eletrônica de Serviços, bem como do documento fiscal municipal relativo ao Imposto Sobre Serviços (ISS) referente a uma mesma operação ou prestação. NFS-e para MEI A NFS-e para o MEI faz parte de projeto de documento fiscal eletrônico de serviços, realizado em parceria com os entes municipais e o Sebrae.  O documento terá validade em todo o país e será suficiente para fundamentação e constituição do crédito tributário, além de dispensar certificação digital para autenticação e assinatura do documento emitido. FONTE: por DANIELLE NADER – Jornalista e Coordenadora de Conteúdo do Portal Contábeis Se você é MEI e ficou com dúvidas sobre a emissão de notas fiscais, clique no botão abaixo e fale com um de nossos especialistas.

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Marketing para pequenas empresas: estratégias e dicas para seu negócio crescer

Não são apenas as grandes organizações que devem se preocupar com campanhas de divulgação da sua marca e produtos. Também é muito importante planejar o marketing para pequenas empresas, afinal, elas precisam encantar o seu público para se manterem fortes no mercado. Ainda que o público seja menor, é fundamental oferecer uma boa experiência para essas pessoas para que elas voltem a fazer compras e sejam fidelizadas. Além disso, as pequenas empresas também têm concorrentes. Então, se não criarem boas campanhas de marketing, podem acabar ficando para trás. Como fazer marketing para pequenas empresas? O marketing para pequenas empresas também precisa de planejamento. Independentemente do porte do negócio, ele tem uma solução específica, um público também específico, concorrentes e tudo mais que as grandes empresas têm. A diferença é que muitas ações costumam ter um foco regional para atender o público que está por perto. Além disso, estratégias e ferramentas devem ser adequadas às demandas e características do negócio. Empresas pequenas não podem deixar o marketing de lado, mas as ações e campanhas devem ser condizentes com a realidade do público e as necessidades do negócio. Desenvolva a identidade visual e a marca do negócio O que faz com que uma empresa seja real para o público é a identidade criada em torno dela. Essa identidade é composta pelo seu logotipo, as cores utilizadas, as fontes dos textos e toda essa parte gráfica e visual que torna essa empresa real, de modo que seja reconhecida pelas pessoas. A identidade contribui para gerar a identificação do público com a marca. É por isso que, para criar boas campanhas de marketing para pequenas empresas, é necessário desenvolver antes essa marca e essa identidade. Isso é feito com base no seu segmento de mercado, nas soluções disponibilizadas e no público atendido. Mescle ações virtuais e físicas Não é novidade que empresas de todos os segmentos estão migrando para o meio digital. Isso acontece mesmo com aquelas que pretendem continuar suas atividades em estabelecimentos físicos, uma vez que estar no meio digital é indispensável para alcançar o público. Veja a importância de conhecer bem essas pessoas e os hábitos delas para saber, por exemplo, se faz mais sentido investir em um outdoor, panfletagem, anunciar no rádio ou canal de TV local, ou então investir em mídias pagas online. Ter esse conhecimento ajuda a investir naquilo que tem maiores chances de trazer retorno. Tenha um site e um blog bem estruturados Essa é uma das regras principais para quem pretende começar a explorar o meio digital. O marketing para pequenas empresas na internet começa com a criação de um site e de um blog bem estruturados, pois esses são o endereço do negócio no mundo virtual. No entanto, perceba que explicamos que o site e o blog precisam ter uma boa estrutura. A internet é um mundo dinâmico, e as pessoas não gostam de perder tempo nesse espaço. Sendo assim, não é “qualquer coisa” que vai funcionar. É importante que o site seja organizado e completo, que tenha um bom layout e design para que os visitantes naveguem com facilidade. Esteja nas redes sociais Criar um perfil nas redes sociais é indispensável para as estratégias de marketing para pequenas empresas. Isso faz com que o negócio se torne mais acessível para o público e ainda contribui para que a marca faça parte do dia a dia dessas pessoas. Afinal, elas estão sempre conectadas e de olho no que está acontecendo. As redes sociais são o canal para você interagir com o público, levar informação, proporcionar entretenimento e divulgar produtos e serviços. Note que não se trata apenas de vendas. É muito importante que os perfis tragam humanização nessa interação com o público, evitando restringir as postagens apenas para incentivar compras porque isso pode levar à rejeição. Crie valor para o negócio É importante pensar naquilo que faz com que os clientes da sua empresa deem preferência para ela em vez de ir para a concorrência. Existe algo que de fato atraia essas pessoas para o seu negócio? O objetivo aqui é encantar o cliente mesmo que seja em detalhes, oferecer algo que vá além das soluções que a sua empresa entrega. Tenha esse diferencial que só pode ser encontrado no seu negócio, para que a experiência do público seja positiva e marcante. Ofereça um bom atendimento Quando o cliente é bem atendido, a tendência é ele voltar. Ou seja, oferecer um bom atendimento é uma estratégia que contribui para a fidelização do público. Ao mesmo tempo, ajuda a formar defensores e promotores da marca. Essas são as pessoas que vão fazer a indicação do seu negócio para outros, possibilitando atrair e ganhar novos clientes sem ter que, necessariamente, elaborar campanhas focadas nesse objetivo. Cada contato precisa de atenção, independentemente do teor da mensagem encaminhada. Dúvidas devem ser respondidas, problemas sanados e reclamações registradas para fazer melhorias. Atender bem demonstra preparo e profissionalismo, o que gera credibilidade e confiança. Como aplicar essas estratégias e dicas da melhor forma? 1. Conhecer os clientes Você tem que saber quem são essas pessoas, por exemplo, homens ou mulheres, jovens, de classe média ou alta, e assim por diante. É fundamental ir a fundo para conhecer também os hábitos, comportamentos, preferências e objeções. Todas essas informações são indispensáveis para que você saiba aquilo que pode funcionar para essas pessoas. 2. Estudar seus concorrentes Analise em detalhes seus concorrentes para que possa entender aquilo que elas não entregam e, dessa forma, gerar diferenciais e oportunidades. Essa também é uma maneira de ver aquilo que não pode faltar para que você não acabe ficando para trás. 3. Analisar o próprio negócio Procure se colocar no lugar dos seus clientes. Veja se o modo como as coisas estão sendo feitas agora poderia agradar você enquanto cliente. Mas também procure analisar os aspectos fortes para que possa investir cada vez mais neles e se destacar por causa desses diferenciais. 4. Medir os resultados Ao longo de todo o caminho, são necessárias adequações, investimentos

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Como aproveitar novas oportunidades de negócio com menos riscos

O que é uma oportunidade de negócio? Podemos defini-la como uma circunstância favorável para fazer alguma coisa — nesse caso, abrir ou promover um negócio, o que geralmente está relacionado à venda de um produto ou serviço. Por exemplo, abrir uma franquia reconhecida e de sucesso em uma cidade que ainda não conta com essa marca pode ser uma boa oportunidade de negócio — ou não. Tudo depende da análise de vários fatores e, claro, envolve riscos. A ideia pode acabar não tendo o sucesso esperado pelas características do público, mas a novidade pode, também, superar as expectativas. É preciso ter cuidado ao ter uma ideia, identificar uma oportunidade e executar o plano. Muitas coisas podem acontecer por esse caminho até fazer o negócio dar certo, mesmo que ele seja oportuno. De qualquer forma, a oportunidade já é um ponto positivo para viabilizar a ideia e torná-la real. Como identificar novas oportunidades de negócio para minha empresa? Basicamente, boas oportunidades dependem da detecção de uma necessidade ou desejo do público consumidor. Por sinal, aqui começam os equívocos. Repare que o crescimento estável do negócio depende do foco invariavelmente voltado ao chamado perfil de cliente ideal. As soluções devem ser concebidas para esse tipo de consumidor. O relacionamento com ele precisa ser mais bem desenvolvido. À medida que o tempo passa, as preferências dele podem mudar, como acontece com qualquer pessoa. Cabe à empresa utilizar meios eficazes para manter a sintonia fina com uma audiência tão especial, responsável por solidificar a base e viabilizar a conquista de mais clientes. Atração por meio de marketing digital Por mais que seja negligenciado por algumas pequenas e médias empresas (PMEs), o estágio de atração do cliente ideal (persona) é decisivo para o futuro do negócio. A qualidade, tanto da concepção quanto da execução da estratégia diz muito a respeito do grau de competitividade da empresa perante a concorrência. Uma vez que seu negócio tenha um blog alimentado com material de qualidade, a probabilidade de atrair e cativar a atenção do público esperado é alta. A partir do momento em que houver maturidade suficiente, ou seja, quando a marca já tiver credibilidade, fica fácil fazer com que as pessoas se tornem leads. Nesse instante, elas já manifestaram interesse por algum produto ou serviço específico oferecido pela organização, ao ponto de preencher um formulário com alguns dados pessoais. Em outras palavras, existe o nítido desejo de, no mínimo, saber mais sobre o assunto tratado naquelas circunstâncias. Quais os principais cuidados ao avaliar novas oportunidades de negócio? • Análise de perfil do cliente Definir o perfil do cliente ideal, como falamos em outro trecho, é apenas um dos passos indispensáveis para fechar ótimos negócios. Para ser completa, a análise precisa considerar a situação financeira de quem está disposto a adquirir um item da sua empresa. Assim, você pode vender com segurança. • Atenção ao pós-venda Finalmente, lembre-se de que a venda não se encerra no ato do recebimento do valor envolvido na transação. Mesmo em compras à vista, recomenda-se que a empresa acompanhe a experiência do cliente após a transação financeira. Se a intenção é estreitar os laços e encontrar novas oportunidades de negócios, nada mais vital do que se preocupar com o nível de satisfação dos clientes. Como montar um negócio de sucesso? Para finalizar, temos mais algumas dicas para aproveitar uma boa oportunidade de negócio e alcançar o sucesso. Veja o que não pode ficar de fora do seu foco de atenção. • Analisar o mercado A análise de mercado prévia, com certeza, é uma etapa essencial para o sucesso, pois ajuda a visualizar todo o potencial e os riscos envolvidos. Estude a concorrência, faça muitos cálculos e descubra quais são os diferenciais do seu negócio que você vai usar como força de venda. • Cuidar da saúde financeira Acompanhar os resultados é fundamental, além de contar com facilidades para fazer toda a gestão do dinheiro e evitar problemas, como a possibilidade de inadimplência — que é capaz de acabar com qualquer empresa. • Investir em comunicação digital As ferramentas virtuais (site, blog, redes sociais etc.) facilitam o contato com os clientes e permitem que você conheça melhor o seu público a partir dos dados disponibilizados. Enfim, como demonstramos ao longo deste post, conquistar excelentes oportunidades é desafiador, mas não é impossível. E se você está pensando em montar um negócio, fale com a gente! A Solvção conta com profissionais experientes que podem te dar todo o suporte. É só clicar no link abaixo e falar com um de nossos especialistas.

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MEI pode ter funcionário registrado?

O Microempreendedor Individual (MEI) é um modelo empresarial simplificado, criado para facilitar a regularização dos profissionais autônomos. Ao optar por este tipo de enquadramento, o empreendedor passa a atuar de maneira formal no mercado, conquista um CNPJ, passa a ser capaz de emitir notas fiscais e tem acesso aos benefícios da Previdência Social. Para ser MEI, no entanto, é preciso cumprir com um conjunto de exigências, como ter um limite de faturamento anual que não ultrapasse R$81 mil, ter a atividade econômica enquadrada neste regime e ainda respeitar a quantidade de colaboradores contratados. E é exatamente sobre este último tópico que vamos falar MEI pode ter funcionário? Muitos microempreendedores individuais têm dúvidas em relação à contratação de funcionários, e alguns não sabem que é permitido contar com um colaborador. Mas é importante saber que MEI pode ter funcionário, sim! De acordo com a Lei Complementar n 128/08, é preciso que o funcionário seja maior de 16 anos e realize exame admissional para integrar a empresa. Além disso, só é permitida a contratação de um funcionário por CNPJ. Caso exista a necessidade de mais colaboradores, será preciso sair do modelo MEI e optar pela microempresa. Vale lembrar que essa ação pode alterar os tributos que incidem sobre o negócio. Qual o valor do salário? O funcionário contratado pelo MEI precisa receber pelo menos um salário-mínimo, ou o piso determinado pela categoria, que pode ser consultado no site do sindicato da atividade exercida. O colaborador apresenta os mesmos direitos de um trabalhador que exerce função em uma empresa grande. Entre os benefícios previstos legalmente, estão o décimo terceiro salário, auxílio-maternidade, férias e acesso ao seguro-desemprego. Além disso, é preciso pagar horas extras, adicional noturno, entre outros. Quanto custa registrar um funcionário pelo MEI? O custo de um colaborador para o MEI gira em torno de 11%, sendo que 3% são destinados para o encargo previdenciário e 8% para o FGTS. O pagamento precisa ser efetuado até o dia 7 de cada mês. Os cálculos são feitos de forma automática pelo sistema GFIP, que precisa ser baixado no site da Receita Federal. Além do mais, o empreendedor deve fazer o cadastro do colaborador contratado no Programa de Integração Social (PIS), no site da Caixa Econômica Federal, para que o contratado tenha direito ao abono salarial. É fundamental que tudo seja pago da forma correta para evitar maiores adversidades. Quando os valores não são pagos como o exigido na lei, o profissional pode requerê-los na Justiça, o que não é vantajoso para o crescimento do seu negócio. Como é realizada a contratação de um funcionário? Para que seja possível efetivar a contratação do colaborador, é necessário que o empreendedor esteja ciente de suas obrigações. O futuro funcionário deverá ser inserido no regime CLT (Consolidação das Leis de Trabalho), ou seja, a carteira do profissional deverá ser assinada. O MEI deverá encaminhar o contratado para a realização do exame admissional, sendo que o valor deverá ser pago pelo empreendedor, para confirmar que ele está preparado e apto para exercer o cargo proposto. Caso a avaliação seja positiva, a contratação poderá ser efetuada. Saiba que, em casos de dúvidas, é essencial contar com o auxílio de um contador especializado no assunto. Neste caso, a Solvção pode avaliar corretamente a documentação enviada pelo colaborador, para que tudo aconteça dentro das regras. Normalmente, os documentos solicitados para a contratação são: • RG, CPF, título de eleitor; • certidão de nascimento ou de casamento; • histórico escolar; • carteira de trabalho; • certificado de reservista ou comprovante de quitação militar (específico para homens acima de 18 anos); • declaração de dependentes do IR; • número do PIS; • atestado de admissão médica. Além dos documentos citados, é necessário apresentar o contrato de trabalho assinado. O documento precisa conter importantes informações, como data da contratação, salário, período de contratação, dados pessoais do empregado e do empregador, assinatura dos envolvidos e de duas testemunhas. Todo processo burocrático de contratação deve ser realizado por meio do site do governo, o e-Social. Para facilitar todo o processo, você utilizar Certificado Digital ou o Código de Acesso e senha disponibilizados pelo próprio sistema. Caso você não saiba, o Certificado Digital é uma identidade eletrônica da empresa e a Solvção Contabilidade também pode realizar esse processo de validação para você! Com o Certificado, é possível assinar documentos de valor jurídico mesmo a distância, sem a necessidade de reconhecer firma em cartório. É obrigatório que a contratação do funcionário do MEI seja feita pelo e-Social. Isso porque todos os cálculos serão realizados diretamente pelo Governo, além de pegar a guia de pagamento para o FGTS e INSS do contratado. É vantajoso o MEI contratar um funcionário? Para saber se realmente é vantajoso fazer a contratação de um funcionário em sua empresa, é fundamental analisar a sua demanda de trabalho e o seu faturamento mensal. Ao verificar esses dois pontos, é possível saber a necessidade ou não de um profissional. Se você realizar a contratação e não conseguir arcar com os gastos, o seu negócio poderá ter diversos contratempos trabalhistas. Mas se sua demanda é grande e você não consegue mais fazer as tarefas sozinho, é válido contar com um funcionário para auxiliar. Ao oferecer um serviço de qualidade no mercado, as chances de melhorar a produtividade e atender a mais clientes aumentam. Além do mais, você está dando a oportunidade de alguém de ter sua carteira assinada e seus direitos devidamente garantidos. Portanto, o MEI pode ter um funcionário registrado, desde que consiga cumprir com todas as obrigações, uma vez que profissional contratado precisa ter seus direitos resguardados. Se você é MEI e ainda tem dúvidas sobre contratar um funcionário, nós da Solvção podemos te ajudar. Clique no link abaixo e fale com um de nossos especialistas.

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5 passos para realizar a gestão de vendas eficiente no seu pequeno negócio

A gestão de vendas consiste em um processo relacionado com a contratação e a capacitação de colaboradores. Para que a estratégia de vendas da empresa ocorra de forma satisfatória, é fundamental que exista um bom controle dos processos. Nesse sentido, é importante ressaltar que a criação de boas estratégias ajuda a melhorar o crescimento da receita do negócio. Afinal, as vendas são fundamentais no sucesso de qualquer empreendimento. Por isso, uma gestão de vendas se torna essencial. Ela é uma excelente maneira de tornar o trabalho da sua equipe mais produtivo e eficiente. 1. Estude a necessidade da gestão de vendas para o seu negócio Não é nem preciso dizer que as vendas em um negócio são essenciais, uma vez que é a partir delas que o investidor terá lucratividade. No entanto, as pequenas empresas precisam gerenciar isso de forma estratégica para que consigam potencializar e melhorar seus resultados para não ficar para trás. Por meio de uma eficiente gestão de vendas, é possível encontrar possíveis falhas e erros no setor, compreender as principais necessidades dos clientes, inserir estratégias mais assertivas e cumprir com as metas e objetivos estabelecidos. 2. Entenda quais são as etapas do ciclo de vendas Uma boa forma de realizar uma gestão de vendas é compreender melhor o funcionamento do ciclo das vendas. Vamos abordar aqui como funciona cada etapa! • Lead Lead corresponde à etapa em que a pessoa demonstra interesse em comprar os produtos do seu estabelecimento, tornando-se um cliente em potencial. É nessa fase que começa o relacionamento do consumidor com o seu negócio, podendo ocorrer durante uma visita à loja, ao site ou no contato com os vendedores. • Oportunidade Nessa fase, o cliente percebe que precisa comprar um determinado produto. Por essa razão, ele pode chegar à loja já sabendo o que busca. É essencial que os vendedores escutem os compradores e busquem compreender suas necessidades e expectativas para conseguir achar a melhor solução para suas necessidades. Essa etapa é fundamental, uma vez que é nela que você conquista o cliente. Vale destacar que um negócio precisa aproveitar boas oportunidades para melhorar sua rentabilidade. • Proposta Após saber melhor das necessidades e dos desejos dos consumidores, é hora de o vendedor oferecer o produto. É importante deixar claro todos os benefícios do item e as razões para ele ser a melhor opção para o cliente. Um dos maiores diferenciais de um negócio é a apresentação do produto comercializado. Isso ajuda a elevar as chances de o indivíduo escolher os itens de sua empresa. Logo, é necessário que essa etapa seja bem executada. • Negociação É preciso estar preparado e atento a possíveis objeções relacionadas a forma de pagamento, valor, desconto e caraterísticas do serviço ou produto ofertado. Dessa forma, esse é o principal desafio no momento de concretizar a venda. O colaborador precisa ter sempre uma carta na manga para contornar a situação durante a etapa de negociação. • Fechamento No fechamento, o comprador é conduzido à conclusão da compra, e o valor do serviço ou produto é pago. Nessa etapa é quando ocorre o processo de conversão, isto é, o colaborador conseguiu vender o item ofertado. • Satisfação O pós-venda em uma empresa não pode ser deixado de lado. É preciso que exista uma eficiente comunicação após o cliente realizar a compra em sua organização. Assim, você saberá se o cliente tem algum elogio ou uma reclamação para fazer a respeito do produto adquirido. Quando o atendimento é bem feito, existem grandes chances de o consumidor voltar para a sua loja e realizar outras compras. Além disso, eles acabam elogiando seu negócio para os amigos e familiares. Saiba que esse marketing boca a boca é fundamental para quem deseja se destacar no mercado. 3. Estruture e treine a equipe de vendas Ter uma equipe de vendas bem treinada e capacitada é primordial para que eles estejam preparados para atender às principais demandas do mercado. Essa ação garante que as habilidades e o conhecimento dos profissionais sempre melhorem. Um gerente de vendas sabe que diversas vezes precisa atender clientes de vários segmentos e com diversas necessidades. Para que consiga cumprir com o desejado, é necessário segmentar e treinar a força de vendas. Assim, eles ficarão preparados para lidar com qualquer negociação e processos. Para que a etapa de vendas ocorra bem, é necessário que os processos estejam bem estruturados. Logo, é fundamental estabelecer as metas, definindo a quantidade de clientes que desejam alcançar na semana e que ações serão feitas para gerar mais leads. Quando as etapas de vendas passam por um bom planejamento e são executadas adequadamente, os resultados são obtidos como o desejado. 4. Estude e conheça os produtos Para conseguir traçar boas estratégias de vendas, é preciso que você conheça bem os produtos e serviços. Desse modo, conseguirá realizar uma gestão de vendas mais satisfatória. A compreensão dos produtos permite tomar decisões mais corretas e coerentes com seu negócio. Ao conhecer melhor os seus produtos e seus diferenciais, os consumidores conseguem confiar mais em seu empreendimento. Desse modo, você consegue detalhar melhor as características do produto para o time de vendas. 5. Defina indicadores de desempenho que serão acompanhados Os gestores de venda precisam analisar e escolher os indicadores que mostram se a estratégia está conseguindo bons resultados ou se ela precisa ser melhorada. Nesse contexto, eles podem optar pela análise de vendas concluídas, faturamento, clientes atendidos, número de pedidos feitos, leads, quantidade de visitantes nas redes sociais, entre outros. Com a definição de bons indicadores, é possível saber melhor a respeito do desempenho do seu empreendimento no mercado. Desse modo, é fundamental dar atenção às escolhas que fazem para que as vendas e a retenção de novos consumidores sejam potencializadas. Portanto, a gestão de vendas é imprescindível em um pequeno negócio. Visto que essa ação permite a criação de estratégias eficazes para o seu crescimento. As vendas de uma empresa precisam ser realizadas com atenção e cuidado para que os clientes sempre retornem ao local para

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Como abrir um empreendimento com pouco dinheiro?

São diversos os exemplos de pessoas que mudaram totalmente suas vidas, tornando-se empreendedores de sucesso. Essa também pode ser sua história! E uma das primeiras medidas para alcançar essa posição tão desejada é entender como moldar a própria mente para ser bem-sucedido nos negócios. Afinal, não dá para conduzir uma empresa sem acreditar em si mesmo. Se você está buscando ideias para montar um pequeno negócio de sucesso com possibilidades de expansão, quer saber se é possível abrir uma empresa com pouco dinheiro, está interessado em descobrir qual é o investimento inicial e se é preciso se formalizar, chegou ao lugar certo. Acompanhe os próximos tópicos para solucionar todas essas dúvidas! Faça uma autoanálise e entenda seu propósito Afinal, do que você realmente gosta? É imprescindível buscar um estilo de negócio que combine com suas preferências e seu estilo de vida. Só assim você se sentirá confortável com seu trabalho e muito mais disposto para dar continuidade a suas atividades com empolgação e energia. Tenha em mente desde já, portanto, que começar um negócio exige uma boa dose de responsabilidade. Você está ciente e mesmo assim tem muita vontade de empreender? Então isso provavelmente não será um problema! Considere novas ideias de negócio de sucesso Pode ser interessante buscar novas formas para começar um negócio, além daquelas já tradicionais do mercado. Se você não tem capital suficiente para abrir uma loja física em um shopping ou mesmo na rua, nada de desânimo!  Antes de optar por qualquer modelo de negócio, é preciso ter certeza de que há demanda suficiente para isso. Lembre-se: uma ótima forma de se aproximar do sucesso é saber que as pessoas consomem produtos parecidos com aqueles que você deseja vender. E é claro que, tendo uma visão mais apurada do mercado, você mesmo pode perceber que as pessoas têm necessidades que ainda nem descobriram. Agarre essa chance! É importante ter em mente que nenhuma dessas possibilidades está mais correta ou é melhor que a outra. O que realmente importa é que você consiga ter o padrão de vida que gostaria a partir do faturamento da sua empresa, não é mesmo?  Entenda a importância da formalização Ao se deparar com a falta de parte do capital necessário para a abertura da empresa, você tem a opção de buscar um empréstimo. Nesse sentido, um plano de negócios cuidadosamente estruturado pode ajudar bastante. Para causar um impacto diferente, no entanto, é bom ter experiência prévia e já ter aplicado testes que garantam, na prática, que seu produto ou serviço tem potencial. E o melhor é que, ao contrário do que muita gente pode pensar, o processo de formalização é muito fácil e pode ser feito totalmente online. Se você está começando agora seu negócio e tem um faturamento de até 81 mil reais por ano, é possível começar suas atividades ao se formalizar como MEI! Tenha em mente o que você precisa para começar Não desistir, mesmo quando tudo parecer muito complicado, é um dos grandes segredos para se alcançar o sucesso. Não tenha medo de julgamentos se você acredita que o que está fazendo pode dar certo, mas saiba escutar as sugestões construtivas de quem está à sua volta. Faça tudo a partir de um grande propósito. Mova-se pelo que você ama. Em relação à parte prática, busque atender à demanda do mercado e tenha consciência de que é preciso estar disposto a trabalhar duro e investir dinheiro, energia e tempo. Trabalhe seu diferencial e seu posicionamento. E nada de hesitar em pedir ajuda e conselhos a quem tem mais experiência em negócios! Se você está pensando em abrir um negócio, fale com a Solvção e pode confiar que a gente cuida de tudo por você. É só clicar no link abaixo e falar com um de nossos especialistas.

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POR QUE VOCÊ DEVE ACOMPANHAR O CNPJ DA SUA EMPRESA?

Sabemos que a rotina de um gestor é repleta de obrigações, porém a consulta do CNPJ da empresa não pode ser deixada de lado. Você realiza essa atividade? O procedimento é importante para conhecer o perfil financeiro da companhia, adotar medidas de correção, caso sejam necessárias, entre outros benefícios. Mas para alcançar bons resultados, o processo deve ser implementado corretamente. Para ajudar nessa missão, preparamos este texto com dicas sobre o assunto. Continue a leitura, entenda os motivos para acompanhar o CNPJ da empresa e veja como fazer isso! Quais são os benefícios de acompanhar o CNPJ da sua empresa? Algumas pessoas podem desconhecer a estratégia de análise do próprio CNPJ. Contudo, vale destacar que o procedimento é significativo para a proteção e o sucesso do negócio. Alguns benefícios são: – proteção e ações de correção rápida em caso de fraudes; – análise do perfil financeiro e possibilidade de aplicar estratégias de melhoria; – redução de insegurança do mercado; – contribuição para facilitar a obtenção de crédito. Ter uma boa reputação no mercado e um score elevado são passos essenciais para manter a saúde financeira da empresa em dia e realizar acordos mais vantajosos. Por isso, é importante conhecer o perfil financeiro da sua empresa e aplicar medidas para melhorá-la, se for o caso. Uma das dicas para isso é evitar a negativação. Tal fato pode ocorrer se a sua empresa deixar de pagar alguma conta e o credor enviar os dados dela para os órgãos de proteção ao crédito com o objetivo de obter o pagamento. Ficar na lista de negativados gera complicações para o seu negócio, pois afeta a sua reputação e pode dificultar acordos comerciais, compras a prazo e obtenção de empréstimo. Diante disso, é imprescindível ter um bom controle financeiro para evitar despesas em atrasos. Além do mais, ao monitorar o CNPJ da firma, você poderá receber avisos em caso de pré-negativação para identificar dívidas em aberto e adotar medidas de correção rápidas para que isso não prejudique o perfil dela. Outro benefício de acompanhar o CNPJ é quanto à redução de riscos. As empresas, sejam elas pequenas ou grandes, não estão livres de sofrerem com ações fraudulentas. Dessa forma, caso uma pessoa utilize os dados da companhia para aplicar golpes no mercado, você ficará sabendo disso com mais rapidez e poderá tomar atitudes para resolver a situação e minimizar os danos. O que você deve acompanhar e com qual frequência deve fazer isso? Ao analisar o CNPJ da empresa é possível obter uma série de dados, tais como: – score de crédito; – dívidas e protestos; – consulta por outras empresas. Todas essas informações são importantes para entender o perfil do negócio e aplicar as estratégias adequadas. Contudo, como as movimentações podem acontecer de forma constante, é preciso dar atenção a esses dados com frequência. O processo para a consulta de CNPJ pode ser feito de forma manual com pesquisas junto ao órgão de proteção ao crédito. Nesse caso, é recomendado definir de quanto em quanto tempo isso deve ser feito de acordo com as características e os objetivos da empresa. Uma alternativa mais prática é o monitoramento de CNPJ com auxílio de soluções tecnológicas. Assim, você consegue realizar um acompanhamento constante do documento. Como acompanhar o CNPJ da sua empresa? Agora que você já entendeu os benefícios da estratégia, deve estar com dúvidas sobre como monitorar o CNPJ da empresa, não é mesmo? Como falamos no tópico anterior, isso pode ser feito de forma manual, com uma frequência de consulta quinzenal ou mensal, por exemplo, ou com o apoio da tecnologia. Investir em soluções tecnológicas é uma excelente maneira de analisar os dados da empresa de forma facilitada. sabia que também é possível consultar o documento de seus clientes? A atitude é positiva para reduzir riscos na venda! Ninguém deseja ter que lidar com atrasos no pagamento ou inadimplência, não é mesmo? Essas situações prejudicam o fluxo de caixa e a saúde financeira da companhia e geram custos extras para a recuperação de dívidas. Por isso, é preciso adotar estratégias de análise de crédito para minimizar os riscos em vendas com pagamento a prazo. Uma das formas de fazer isso é consultar CPF ou CNPJ do cliente antes de toda a venda, outra dica é utilizar uma ferramenta para monitoramento da carteira de clientes empresariais. Assim, você obtém dados atualizados e recebe avisos em casos de movimentações nos documentos. Sendo assim, você pode obter informações atualizadas sobre o seu empreendimento e sobre seus clientes para tomar decisões mais acertadas, influenciando a saúde financeira e o sucesso corporativo. E então, conseguiu entender a importância de consultar o CNPJ da empresa? Um gestor precisa ficar atento a inúmeros fatores para garantir a sustentabilidade e o crescimento do negócio. Como mostramos, cuidar do CNPJ é uma medida significativa para conhecer o perfil financeiro da companhia perante o mercado e adotar estratégias para melhorar isso e ter mais facilidade ao solicitar empréstimos e fazer acordos comerciais. Ainda ficou com dúvidas? A Solvção pode te ajudar! É só clicar no link abaixo e falar com um de nossos especialistas. Fonte: Serasa Experian

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Vendas B2B: como ampliar oportunidades sem prejudicar o seu negócio

A sua empresa está em busca de novas oportunidades para crescer? Já pensou em considerar vendas B2B? A estratégia pode ser positiva para o negócio, mas deve ser planejada com cuidado para conquistar bons clientes. Diferentemente das vendas para o consumidor final, no processo B2B, a transação é feita entre empresas, ou seja, é necessário aplicar mudanças para atrair esse perfil de cliente. Quer entender melhor o assunto e ver dicas para ter novas oportunidades de negócio? Então, confira o artigo que preparamos para você! O que é venda B2B? A expressão B2B vem do inglês “business to business”, que em português significa “de empresa para empresa”. O ramo é bastante atrativo para quem pretende aplicar mudanças, seja para lidar com momentos desafiadores como o atual, seja para buscar novas oportunidades de crescimento. Além disso, pode ser voltado tanto para e-commerce quanto para vendas físicas. Contudo, um passo importante para ter sucesso na prospecção em vendas empresariais é adequar os processos internos, com informações e planejamento. Mostraremos nos tópicos a seguir algumas dicas sobre ferramentas e etapas para isso. Qual é a diferença entre venda B2B e venda B2C? Há algumas diferenças entre venda B2B e B2C e para conquistar clientes empresariais será importante rever os objetivos da sua companhia, a linguagem e a atuação da equipe de vendas, entre outros fatores. Um ponto relevante de se entender é que, embora a jornada de compra dos dois segmentos envolva as mesmas etapas, como prospecção, negociação e pós-venda, o processo para clientes empresariais é mais demorado. Isso acontece porque a decisão, geralmente, envolve mais de uma pessoa e área. Além disso, a estratégia se diferencia da venda B2C em alguns outros aspectos. A venda para o consumidor final tende a ser mais emotiva, ter um ciclo de vida curto e um ticket médio mais baixo. Já um negócio B2B geralmente é caracterizado por vendas racionais, ticket médio mais alto e ciclo de vendas mais longo. Quais são as vantagens de reforçar as vendas B2B na empresa? Explorar as vendas B2B pode ser bastante vantajoso. Afinal, há inúmeros negócios pelo país que podem precisar do seu produto ou serviço, aumentando os ganhos. Além disso, manter acordos comerciais com outras companhias pode oferecer: • mais estabilidade com contratos longos; • equilíbrio do fluxo de caixa; • acordos mais atrativos; • redução de riscos de pagamentos. A negociação e o fechamento de um contrato de venda B2B tende a ser mais complexo do que a venda para o consumidor final. O comprador deve se certificar de que está fazendo um bom acordo, avaliando custo-benefício, prazo de entregas e reputação do fornecedor. Diante disso, é importante estar com a documentação regularizada. Além do mais, antes de concretizar a venda, a sua empresa deve analisar o CNPJ do cliente para garantir um acordo seguro e evitar problemas com inadimplência. Como aumentar esse tipo de venda? Agora que você já entendeu um pouco sobre como funciona a venda B2B, vamos mostrar algumas dicas que podem ajudar no planejamento de vendas para esse segmento. Conheça o perfil de seu cliente empresarial e o mercado Entender o perfil desse novo cliente é essencial para definir as ferramentas e os canais mais adequados para a divulgação, entender a melhor linguagem para abordagem e estabelecer ações de marketing acertadas, entre outras iniciativas que aumentam as vendas. Sendo assim, procure conhecer as principais características dele e saber quais são os seus interesses e as suas necessidades. Analisar as características do mercado é outra estratégia importante. Dessa forma, você conseguirá identificar o perfil da concorrência e as tendências do setor para adotar medidas competitivas e diferenciar o negócio. Treine a sua equipe de vendas Em uma negociação B2B os vendedores devem se comportar como consultores. Diferentemente de negócios com o consumidor final, a venda é mais racional; por isso, não adianta só ter carisma: a equipe de vendas precisa demonstrar que entende o mercado e as necessidades do cliente para oferecer a solução adequada. Esse atendimento personalizado pode ser mais demorado e requer treinamento, informações de qualidade sobre o mercado e sobre a área de atuação da empresa, entre outros dados. Contudo, o esforço é recompensado pela concretização de um contrato que pode ser duradouro. Adote estratégias de marketing adequadas Você já deve conhecer o marketing de conteúdo, certo? Ele consiste em oferecer materiais relevantes para atrair visitantes ao seu site, gerar leads qualificados e convertê-los em clientes. E a medida também pode ser aplicada no segmento B2B! Para ter sucesso na estratégia, é preciso seguir a primeira dica desse tópico e conhecer o perfil dos seus clientes. Assim, será possível planejar conteúdos atrativos e que tenham relevância para o seu público. O marketing de conteúdo ainda é positivo para demonstrar o conhecimento da sua empresa sobre o mercado de atuação. Sendo assim, invista em textos para blogs, que sejam aprofundados e relevantes, ofereça e-books gratuitos, planeje eventos online, entre outros formatos. Investir em anúncios pode ser mais uma medida vantajosa. Google Ads, Facebook Ads e anúncios no Instagram são algumas alternativas. Para definir os melhores canais, analise o perfil de seu público e os objetivos da empresa. Utilize a tecnologia Ferramentas tecnológicas são significativas para o sucesso de um negócio, elas permitem fazer uma gestão otimizada das finanças e do estoque, controlar a carteira de clientes, fazer cobranças, entre outras tarefas. No processo de vendas, a tecnologia pode ser benéfica, por exemplo, para obter dados sobre o seu público e tomar decisões mais estratégicas. Com o Big Data você consegue avaliar dados demográficos e o comportamento dos consumidores para criar segmentações e abordagens mais certeiras. Defina e acompanhe as suas métricas de vendas Para avaliar se as suas estratégias estão corretas (e para adequá-las, se necessário), é importante acompanhar o desempenho do processo de vendas. Alguns indicadores são o ROI (Retorno sobre investimento) e o CAC (Custo de Aquisição de Cliente). Essas são as nossas principais dicas para explorar vendas B2B. Tal modelo pode gerar resultados positivos para o negócio, mas deve ser implementado com atenção. Busque informação de qualidade, analise

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Para que serve a DRE?

Para conseguir realizar uma gestão de pequenas e médias empresas eficiente, é preciso contar com o auxílio de ferramentas, como a Demonstração do Resultado do Exercício (DRE). Seu principal objetivo é detalhar os resultados da organização, assim, é possível ter uma visão real e global dos custos, despesas e lucros de seu negócio. Nesse sentido, o empreendedor que deseja o crescimento financeiro de sua companhia deve usar esse documento. Saiba que o demonstrativo precisa ser realizado anualmente por todas as instituições, exceto o Microempreendedor Individual (MEI), e precisa ser assinado por um contador. Continue a leitura e descubra mais a respeito da DRE! O que é DRE? A DRE consiste em um documento feito por uma organização, em que são registrados os resultados relacionados com as operações financeiras. Nela é preciso constar os lucros e os prejuízos ao longo do período. Logo, a declaração é um relatório com dados a respeito da receita, dos gastos, das despesas e dos investimentos do negócio. Nesse contexto, para facilitar a avaliação das informações contidas, ela é feita em formato de planilha. Além do mais, saiba que ela pode ser feita a cada mês, bimestre, semestre ou ano, dependendo dos seus objetivos com o documento. Apenas a demonstração anual é obrigatória. Qual é a importância da DRE? A DRE é um documento muito importante, já que seu resultado é capaz de interferir em diversas áreas do seu negócio. Se sua organização tem um setor de contabilidade, no começo do ano, é válido reunir todas as informações necessárias para elaborar os documentos contábeis de forma eficiente. Já se não tiver um contador, é indicado contratar os serviços de uma empresa especializada para ajudar na elaboração na DRE. A declaração é essencial, visto que serve como prestação de contas de seu empreendimento com o governo. A partir dela, a Receita Federal pode se certificar de que todos os impostos devidos foram declarados de forma correta. Também é feito um comparativo entre o lucro presente na DRE com o valor declarado no Imposto de Renda de Pessoa Física feito pelo empreendedor. Por essa razão, é necessário ficar de olho nas declarações que são feitas por você e pelo seu negócio. Como fazer a DRE de uma empresa? Uma maneira prática de produzir a DRE é por meio da utilização de planilhas para que, assim, consiga detalhar todas as despesas necessárias. Para deixar o processo mais prático, é válido realizar o fechamento mensal para ter mais tranquilidade no momento de produzir o anual. Saiba que isso reduzirá a quantidade de informações a serem inseridas e avaliadas no momento de finalizar a DRE. Após todos os meses preenchidos de forma correta, é preciso apenas fazer a soma dos resultados de cada campo. Esse resultado pode ser passado para um sistema, para que o gestor ou outros colaboradores tenham acesso. Dessa forma, a empresa consegue ter boas informações para tomar decisões mais certeiras no decorrer do ano e, assim, potencializar o desenvolvimento da instituição. O que entra na DRE? Para que a DRE seja executada de maneira satisfatória e sem falhas, é necessário saber o que deve ser anotado. Confira: • Receita bruta – A receita bruta são todos os valores que entram na companhia. Logo, precisam ser inseridas as receitas alcançadas com o recebimento de juros, venda de serviços ou produtos e o retorno de dividendos ou royalties. • Tributos – É necessário inserir quais os impostos que a organização precisa pagar, por exemplo, o Imposto Sobre Serviços (ISS) e o Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Além do mais, é preciso inserir os descontos e devoluções feiras pelos clientes. • Receita líquida – A receita líquida é a subtração entre a receita bruta e os tributos que precisam ser pagos. • Custos dos produtos vendidos – É preciso colocar os gastos para realizar a fabricação do produto, como logística, mão de obra, matéria-prima, entre outros. • Lucro bruto – O lucro bruto consiste no resultado da subtração entre o valor da receita líquida e os gastos com produção. • Despesas – É necessário incluir os gastos relacionados com a comercialização do produto ou serviço, como marketing e publicidade. Além do mais, é preciso levar em consideração o salário dos colaboradores, comissões, despesas com o estabelecimento comercial e outras. • Lucro operacional – O lucro operacional consiste na diferença entre o lucro bruto e as despesas mencionadas. Esse lucro tem como finalidade permitir uma avaliação mais completa do resultado operacional da empresa. • Resultado – Para encontrar o resultado financeiro, é preciso somar todos os juros que foram pagos naquele determinado tempo pela companhia por causa de algum débito. Ainda, é necessário inserir o montante recebido pela empresa por meio de rendimentos com investimentos financeiros. • Lucro sem o Imposto de Renda – É preciso saber o valor do lucro sem o Imposto de Renda, já que ele é o que mais interfere no valor do faturamento final. • Imposto de Renda – É preciso levar em consideração, também, o Imposto de Renda de Pessoa Jurídica e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), sendo que esse imposto é calculado com base no lucro absoluto do empreendimento. Saiba que CSLL é pago por meio da DARF, que é um documento para manter a regularização fiscal da empresa. • Lucro líquido – Após passar por todas as etapas anteriores, é preciso saber o lucro líquido, ou seja, o destinado para o empresário e seus sócios, se existirem. É preciso ter atenção a esse ponto, pois se ele for negativo, mostra que a empresa ficou no prejuízo. Caso tenha sido positivo, deixa claro que a empresa lucrou com seus produtos e serviços. Se apresentou um valor zero, o negócio se encontra em equilíbrio. Portanto, é perceptível que a DRE é uma demonstração muito importante para as empresas, já que nela é preciso inserir informações financeiras. Um negócio que deseja crescer e se destacar no mercado precisa estar atento a esse documento, pois é possível realizar ações mais certeiras para o seu crescimento, além de ficar em dia

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7 dicas para não errar na escolha dos fornecedores da sua empresa

Acertar na escolha dos fornecedores é fundamental para potencializar os resultados do negócio. Isso é um desafio e para as empresas, principalmente quando a compra é direta. Por isso, antes de tomar qualquer decisão, o comprador precisa considerar alguns critérios no momento da negociação para ser assertivo na escolha dos fornecedores. O preço, apesar de ser um fator muito relevante na gestão de compras, é apenas um dos requisitos a serem considerados na hora de selecionar fornecedores. As empresas que querem manter uma boa reputação e elevar sua vantagem competitiva devem se atentar ao comprometimento dos fornecedores com questões ambientais, sociais e de governança (ESG), pois estão cobrando iniciativas e ações ligadas a esses aspectos. Confira dicas para não errar na escolha dos seus fornecedores e potencializar seus resultados. 7 dicas para não errar na escolha de fornecedores 1. Objetivos alinhados Escolher fornecedores com objetivos alinhados aos da sua empresa é o primeiro passo para conquistas relações confiáveis e duradouras. Nesse sentido, a colaboração entre comprador e fornecedor é benéfica para o fortalecimento de ambos. Por exemplo, se a sua empresa tem como valor a sustentabilidade, pode ter a reputação afetada caso compre de um fornecedor cujo negócio não contribui para diminuir o efeito estufa. 2. Qualidade dos produtos ou serviços De nada adianta negociar um bom preço com o fornecedor se a qualidade do produto ou serviço está comprometida. É difícil ter 100% de garantia que um produto ou serviço é de excelente qualidade, por isso é importante realizar testes e avaliações com calma, para não trazer prejuízos significativos à empresa, comprometer lucros e até parar a sua linha de produção e a própria continuidade do negócio. 3. Reputação do fornecedor Um dos erros mais cometidos na hora de selecionar um fornecedor é não pesquisar sobre ele com profundidade e isso pode colocar em risco a reputação da sua empresa. Pesquise se a empresa cumpre obrigações legais, fiscais e as regulamentações técnicas, entre outras avaliações importantes. Antes de firmar uma parceria, ouça as empresas que já foram atendidas pelo fornecedor. O tempo de atuação no mercado também deve ser considerado. 4. Negocie para obter savings Pesquise os preços praticados no mercado, faça comparações e mostre ao fornecedor o quanto sua empresa está disposta a buscar as melhores negociações. Antes de tomar qualquer decisão, revise seu orçamento, defina metas e identifique oportunidades de redução de custo das aquisições. 5. Especifique o que você precisa É comum um pedido de cotação chegar a um fornecedor sem conter a descrição completa e detalhada da necessidade do cliente. Para tornar uma negociação com fornecedor ágil e fácil, descreva os detalhes do produto que deseja adquirir, quais são os prazos que precisa e formas de pagamento praticadas. Com informações precisas e definidas, é possível saber se o fornecedor tem capacidade para atender às suas necessidades. 6. Conte com mais de um fornecedor Imprevistos, falhas, enganos e erros podem acontecer em qualquer negócio. Por isso, tenha um plano B para o fornecimento de produtos e serviços que a sua empresa necessita. Além disso, contar com mais fornecedores pode ajudar sua empresa em um aumento repentino de demanda, sem deixar clientes esperando por muito tempo. 7. Valorize a comunicação entre as empresas Para alcançar melhores resultados, comprador e fornecedor precisam estar dispostos a se comunicar de forma clara, objetiva e simples. Sendo assim, centralizar as informações em um só lugar pode facilitar a rotina de quem compra e quem vende. Quando o assunto for contabilidade, conte com a equipe da Solvção! É só clicar no botão de contato e falar com um de nossos especialistas. Fonte: Mercado Eletrônico

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Entenda a importância da estratégia empresarial

A pandemia da Covid-19 trouxe inúmeros desafios para a sociedade como um todo. Em diversos momentos pairava a incerteza, o medo e a insegurança, não só pessoal como também no mundo dos negócios. Foi necessário as pessoas se reinventarem, estabelecerem novos posicionamentos, formas de trabalho, tomada de decisões mais rápidas e assertivas diante do cenário pandêmico, sobretudo, agir com estratégia e coragem no ambiente corporativo. Estudo realizado pela empresa PageGroup, em parceria com a Fundação Dom Cabral, entre setembro e outubro de 2020, calculou que 75,8% dos líderes acreditavam que as tomadas de decisões ficaram mais rápidas durante o cenário de crise. O estudo ouviu mais de 230 membros da alta liderança de empresas brasileiras. No entanto, fazer essas escolhas muitas vezes não é algo fácil, porque toda ação impacta de forma direta ou indireta em um número significativo de pessoas, assim como tomar decisões precipitadas não é a saída. Criando estratégias A criação de estratégias é tão importante quanto agilizar a tomada de decisões. Além disso, quando o empresário desenvolve estratégias para o negócio, a clareza e preparação devem “andar” juntas, pois se não controlarmos as emoções, as ações poderão ser motivadas por impulso ou dominadas pelo medo. Decisões focadas em coragem e objetividade nos círculos de negócios requerem um planejamento estratégico. Portanto, uma alternativa é a criação de um framework, conjunto de técnicas, conceitos ou ferramentas pré-definidos utilizados para solucionar um problema de um domínio ou projeto específico. Tópicos fundamentais de um framework • Buscas por autoconhecimento; • Potenciais e consequências das escolhas; • Aspectos positivos e negativos das decisões; • Fixar seus valores. Por fim, é importante que o empresário consiga identificar se está confortável com suas decisões e se elas retratam bem o perfil, não só da empresa, mas também de si mesmo. Gostou dessa matéria? Siga-nos nas redes sociais e fique por dentro de tudo o acontece no mundo corporativo e na área da contabilidade. E, caso necessite de assessoria contábil, a Solvção está à sua disposição, é só clicar no botão abaixo e falar com um de nossos especialistas.

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Erros na gestão de notas fiscais de entrada podem gerar multas superiores a R$ 1 mil por documento.

Gestão de notas fiscais ainda é desafio para as empresas. Trabalho, muitas vezes, feito manualmente ou com softwares inadequados, causando penalidades. Facilitar a rotina fiscal e ter erros humanos minimizados neste campo é o sonho de toda empresa brasileira, afinal, a legislação do país é extremamente complexa e, por consequência, passível de retrabalho, perda de tempo e de dinheiro.  Neste aspecto, um dos principais desafios das empresas tem sido a recepção e gestão completa de documentos fiscais de entradas, das compras, de mercadorias, de serviços e outras. Geralmente, se não houver um padrão de organização bem delineado destes documentos, que servem para certificar uma transação comercial, constando os detalhes sobre o produto ou o serviço adquirido, bem como seus respectivos impostos, não há como fazer uma boa gestão, afetando muitas áreas de uma organização, desde compras, controladoria, fiscal, contábil e, principalmente, o contas a pagar.  Outro problema bem narrado pelas empresas é o preenchimento incorreto de documentos fiscais pelos seus fornecedores. Adiante, vem ainda a conferência de autenticidade dos documentos, que para notas de mercadorias pode ser feita em um portal, mas para as de serviços, são “apenas” 5.570 portais, de cada município.  Mas não acaba aí, há ainda a conferência de regularidade do fornecedor no site da Receita Federal, da opção do Simples Nacional em outro portal e do CPOM (cadastro de prestadores de outros municípios) em cada prefeitura. Ou seja: um processo longo, manual e cheio de detalhes.  Por fim, tem a questão da guarda e do prazo para conservação desses documentos, exigido por lei, que é de cinco anos. Isso quer dizer que se um fiscal for a um estabelecimento e requerer uma ou mais notas, e se o empresário não apresentar, é multa na certa, que pode, inclusive, ultrapassar R$ 1 mil, por documento, além da glosa de dedutibilidade do IRPJ e da CSLL, de 34%, mais 9,25% de créditos irregulares de PIS e COFINS. É muito dinheiro e não vale a pena correr o risco. Gestão de notas fiscais Além do obstáculo “armazenamento”, há o desafio de monitorar as notas fiscais após o recebimento, onde o usuário necessita fazer uma consulta sempre que quiser saber o status do documento, pois estes podem ser cancelados ou anulados pelo fornecedor sem a autorização do destinatário.  Em situações como essa, a empresa pode estar se apropriando de créditos indevidos e registrando notas fiscais inválidas em seu Enterprise Resource Planning (ERP). Portanto, para evitar dor de cabeça, o ideal é automatizar a gestão de notas fiscais de entradas (compras).  “Quando a empresa opta por fazer este trabalho de forma manual, haverá um gasto de tempo exorbitante e custos para o setor fiscal, contábil e em toda a empresa, porque há pessoas de diversas áreas recebendo e registrando documentos fiscais de compras. As empresas mais preocupadas com Compliance, escalabilidade e transformação digital, estão automatizando o processo de ponta a ponta”, garante Lucas Ribeiro, CEO do ROIT BANK.. Para se ter uma ideia, por lá, foram extraídas as informações de mais de 1 milhão de notas fiscais de mercadorias e de serviços, utilizando Inteligência Artificial, com a aplicação de OCR (Optical Character Recognition – Reconhecimento Óptico de Caracteres, em português) e de NLP (Natural Language Processing – Processamento de Linguagem Natural, em português), tecnologias voltadas para reconhecer caracteres em documentos eletrônicos, compatível com diversos formatos de imagem e texto, tais como JPEG, PNG, PDF, assim como, definir o tipo de dado e reconhecê-lo por contexto, com altíssima acuracidade. O segredo de tanto sucesso é um só: automatizar o processo por completo, e não apenas parte dele. Isso envolve desde a baixa dos documentos fiscais, sua classificação, extração, enriquecimento com consultas externas diversas, vinculação automática a pedido de compras, cadastro do fornecedor no ERP (software de gestão) automático, críticas fiscais, classificação contábil, pagamento diretamente no banco e consolidação dos dados no ERP.  Um longo processo, atualmente operado por muita gente nas empresas, que leva tempo, está sujeito a diversos erros e não é escalável. Com o avanço da inteligência artificial e da robotização essa realidade vem mudando muito. Ficou com alguma dúvida? Nós da Solvção podemos te orientar, clique no link abaixo e fale com um de nossos especialistas.

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5 dicas para trabalhar como PJ

Para cortar custos, as empresas têm optado cada vez mais pela contratação de serviços de Pessoas Jurídicas (PJ). Este regime de contratação pode ser bem mais econômico que o de CLT, e com o aumento de ofertas de emprego como PJ também aumentam as dúvidas dos profissionais sobre o assunto. O PJ deixa de ser uma pessoa física e passa a ser uma pessoa jurídica, ou seja, uma empresa trabalhando para outra, pois torna-se um prestador de serviços e não um colaborador. Para deixar mais claro, o PJ deve abrir uma empresa e registrá-la na prefeitura para que sua situação seja oficial. Há benefícios nesta contratação como um salário normalmente maior, mas é preciso pensar sobre o assunto e pesquisar informações que lhe ajudem a decidir a optar ou não por este tipo de trabalho. Mas caso você queira mesmo trabalhar como PJ confira na sequência 5 dicas que irão lhe ajudar. 1- Faça um plano de previdência privada Um trabalhador registrado pelo sistema de CLT tem diversos benefícios e diferenciais como convênio médico, seguro-desemprego, vale transporte e alimentação, entre outros. Já um PJ, na maioria dos casos, possui apenas o seu salário e deve planejar sua vida para arcar com todas as despesas. Investir em uma previdência privada é a garantia de um dinheiro extra caso algum imprevisto aconteça. 2- Contrate um bom contador Há diversos custos extras e pagamentos de tributos ao governo que um PJ deve quitar. Além disso, quando se abre uma empresa um contador deve ser o responsável por fechar as contas mensais dela, e para fazer isso um profissional eficaz e de confiança deve ser requisitado. 3- Se atente aos contratos Ao se tornar PJ, o profissional trabalhará como prestador de serviços e seus trabalhos serão acordados por meio de contratos. É essencial prestar atenção em cada cláusula e em todas aquelas “letras pequenas”. Se possível, avalie o documento com a ajuda de um advogado e sugira modificações ao contratante se necessário. 4- Saiba negociar Muitas vezes um profissional deixa de ser registrado em uma organização e passa a ser PJ no mesmo local. Esta situação acontece normalmente por pedido da empresa e com isso fica mais fácil negociar alguns benefícios como férias, 13° salário e outras regalias que o regime de CLT concede. Se a situação não for esta, vale negociar também algum benefício adicional, ou reavaliar o salário pretendido. 5- Entenda e faça entender a sua posição Um PJ presta serviços, por isso não há mais subordinações. O serviço a ser executado deve estar especificado em contratos e nada além do estipulado deve ser solicitado pelo contratante. Saiba o que é ser um PJ e faça as organizações entenderem a sua posição. Se você optou em deixar o regime CLT e partir para a carreira solo como PJ, a Solvção está à disposição para fazer sua contabilidade. Clique no botão abaixo e fale com um de nossos especialistas.

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QUEM É MEI PAGA INSS PARA APOSENTAR?

O profissional que trabalhava com carteira assinada e resolveu abrir o próprio negócio ou virar autônomo pode se registrar como MEI (Microempreendedor Individual), para se formalizar e ter acesso a benefícios do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), como a aposentadoria. No entanto, é preciso entender que as regras de contribuição para a Previdência são diferentes de quando era registrado e que, para ter direito à aposentadoria por tempo de serviço, é preciso pagar uma complementação mensal equivalente a 15% do salário mínimo, ou R$ 181,80. Quem é MEI já sabe que precisa fazer o pagamento mensal do DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional), que é de 5% do mínimo mais impostos, que variam de acordo com a atividade. O valor vai de R$ 61,60 a R$ 66,60. A taxa garante a formalização dos profissionais de turismo e o acesso a benefícios assistenciais, mas condiciona a aposentadoria à idade mínima, que hoje está em 62 anos para mulheres e 65 para homens. Ruslan Stuchi, advogado e sócio do Stuchi Advogados, afirma que o trabalhador com carteira assinada já contribui automaticamente com o INSS com base no valor do salário, por meio de descontos na folha de pagamento. No caso do microempreendedor, é preciso fazer uma complementação. “É válida essa contribuição do MEI ao INSS porque garante o pagamento de benefícios por incapacidade, auxílio-doença e salário-maternidade, mas, para ter direito à aposentadoria por tempo de contribuição, tem de pagar um adicional de 15%, além dos 5%.” Essa é uma forma de o profissional poder contabilizar os anos de trabalho registrados e também o período como MEI, para poder se aposentar por tempo de contribuição e até mesmo ter um benefício melhor, caso tenha um histórico salarial maior. Como MEI e somente com o pagamento do DAS, por outro lado, o segurado ficará só com um benefício de um salário mínimo. Independentemente disso, Stuchi aconselha que o empreendedor procure um advogado ou profissional que faça um planejamento previdenciário. Ele exemplifica que é comum uma pessoa virar MEI para completar os três ou quatro anos que precisa para ter acesso ao benefício por tempo de contribuição. “Mas depois da reforma da Previdência, existe muita gente pagando um valor maior que nem sempre resulta em uma aposentadoria maior”, explica o advogado. Fonte: Diário do Grande ABC Se você é MEI e ficou com alguma dúvida sobre sua aposentadoria, nós da Solvção estamos à disposição para te ajudar, é só clicar no botão abaixo e falar com um de nossos especialistas.

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MEI Caminhoneiro já é realidade! Saiba o que é e quais as regras.

Quem trabalha com transportes sabe que os custos com a operação de transporte são bem elevados. Aumento do combustível, carga tributária pesada, pneu, óleo e até mesmo o pedágio são os principais fatores que acabam impactando na operação. Pensando em como a categoria do transportador é vital para a economia do país e como grande parte dos caminhoneiros são autônomos e atuam na informalidade, o senador Jorginho Mello (PL-SC), em parceria com o Sebrae, desenvolveu o projeto de MEI-Caminhoneiro, que nada mais é do que a inclusão dos caminhoneiros em uma nova categoria, dentro do MEI padrão, que contempla o transportador autônomo.  A partir de abril, o MEI-Caminhoneiro pagará o correspondente a 12% (doze porcento) do limite mínimo mensal do salário de contribuição para fins de previdência. O valor deverá ser recolhido de forma unificada, por meio do documento de arrecadação do MEI (DAS-SIMEI) e será somado aos valores fixos de ICMS ou ISS, conforme o caso. Além disso, o transportador poderá manter receita bruta anual de até R$ 251.600,00 (duzentos e cinquenta e um mil e seiscentos reais) ou, nos casos de início da atividade, o proporcional mensal de R$ 20.966,67 (vinte mil, novecentos e sessenta e seis reais e sessenta e sete centavos) multiplicado pelo número de meses, contados até o final do ano. O MEI é uma modalidade simplificada de negócio. Com sua formalização, o trabalhador passa a ter o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) e pode emitir notas fiscais, além de ter acesso a benefícios previdenciários como auxílio-doença e pensão por morte. Se você é caminhoneiro, ou conhece alguém que seja, saiba que a Solvção está apta a abrir o seu MEI e dar todo o suporte com a contabilidade. Clique no botão abaixo e fale com um de nossos especialistas.

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LGPD, o que é mito e o que é verdade

A Lei Geral de Proteção de dados – LGPD tem tirado o sono de muitos empresários, pois as empresas que não atenderem às novas exigências serão multadas. A crescente alta nos casos de golpes e vazamento de dados, principalmente, durante a crise sanitária que ainda passamos, tornou-se uma preocupação ainda maior para a população em geral e principalmente para o mundo empresarial. A LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados trouxe mudanças significativas para a coleta, tratamento e armazenamento de informações e dados pessoais dos usuários por partes das empresas. A lei traz muitos detalhes a serem observados para cada nicho do mercado, mas traz também muitos mitos a serem esclarecidos. É fato que a Lei já está vigorando e a adaptação se torna urgente, mas pesquisa recente feita com 207 companhias brasileiras e seus conselhos de administração ou consultivo, mostra que 40% delas não estão ajustadas às novas exigências. Isso pode até parecer um dado bem preocupante. Porém, a pesquisa ocorreu com apenas 207 empresas e, se pararmos para pensar no Brasil como um todo, essa porcentagem é muito pequena. Portanto, seguem alguns mitos e verdades sobre a LGPD: Mito: O principal ponto da lei é a autorização para o tratamento de dados pessoais. É mito porque a LGPD traz em sua legislação cerca de 10 bases legais para embasar o tratamento de dados pessoais, sendo a autorização desse uso apenas um deles. Sendo assim, ter o consentimento do usuário é de muita importância, quando não se é possível o enquadramento do tratamento em nenhuma das outras opções da lei. Mito: A LGPD foi criada para impedir o uso de dados pessoais pelas empresas. A Lei foi criada para reestruturar a forma com que as empresas trabalham com dados pessoais dos clientes. A privacidade dos usuários é trabalhada de forma bem dura nessa Lei, mas também oferece pontos positivos como segurança jurídica e traz muito mais transparência na relação cliente-empresa, evitando assim que os dados sejam utilizados de forma indevida. Mito: Dados impressos ou arquivos físicos não precisam seguir a LGPD. Esse deve ser um dos maiores mitos já pensados em relação à Lei. Dados pessoais não deixam de ser dados pessoais por estarem impressos em uma folha. Portanto a legislação não diferencia como os dados devem ser tratados. O que fica bem claro é que todas as empresas que trabalham com dados pessoais dos clientes devem se adaptar à LGPD, não importa se você trabalha de forma impressa ou digital. E a forma como essas informações são usadas devem ser transparentes e bem claras junto aos titulares. Verdade:Todos os dados pessoais dos usuários devem ser apagados dos bancos de dados das empresas. E segundo a Lei de Proteção de Dados isso deve ser feito de forma definitiva, pois segundo a Lei os usuários têm como direito que seus dados sejam eliminados, não podendo ficar armazenados, a não ser que tenha alguma obrigação legislativa que seja necessário seguir, como por exemplo: um funcionário da empresa e seus dados trabalhistas, ou o registro de uma compra que existem prazo definidos pela Secretaria da Fazenda. Se não houver algo que obrigue esse armazenamento, a guarda desses dados não é mais permitida. Esperamos ter esclarecido algumas de suas dúvidas sobre os mitos e verdades da LGPD, para que você fique atento para não ter problemas e multas. E se você ainda tiver dúvidas e precisar de ajuda, clique no botão abaixo e fale com um de nossos especialistas. Teremos prazer em ajudá-lo!

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Tendências que vieram para ficar nos pequenos negócios

O ano de 2022 começa com muitos desafios para os empreendedores, mas também é um ano de novas oportunidades. Algumas atitudes criadas ou intensificadas durante a pandemia podem ser adotadas ou mantidas na vida do empreendedor. E a boa notícia é que são tendências que só vão ajudar no dia a dia de quem tem um negócio. Confira quais são essas tendências: Negócios à distância A pandemia nos mostrou que, em muitos casos, não é preciso estar fisicamente em um lugar para trabalhar, fazer contatos e fechar negócios. Isso amplia e supera barreiras. Vale para o home office e para reuniões e encontros. Você pode fazer negócios muito online com pessoas de outros estados e países, o que abre um leque de oportunidades e amplia muito as chances de negócios. Relações mais verdadeiras Poucas vezes na história da sociedade, todo mundo viveu uma mesma situação, como tem sido durante a pandemia do coronavírus. Isso gera empatia entre as pessoas, o que vale tanto para a vida pessoal, quanto para o empreendedorismo. Porque cada um entende o que o outro está passando e com isso as relações ficam mais fáceis. Sentimento de Comunidade Grupos de interesse estão se formando e parece que existe uma abertura e um olhar maior para a vida em comunidade. Isso é muito bom para os pequenos negócios. Com a pandemia surgiu um movimento muito grande de apoio a estabelecimentos locais, e isso vem perdurando. Ser uma empresa pequena ficou mais fácil e mais possível. Em maio de 2021, o g1 contou algumas histórias de pequenos empresários que estavam se beneficiando do poder da comunidade. Os empresários Ana Rosa Guedes e Rodrigo Laranjeira, donos de uma padaria artesanal, viram o faturamento aumentar 4 vezes em 10 meses, durante a pandemia. Para eles, o sucesso veio exatamente da divulgação boca a boca e, por isso, a empresa cresceu de forma orgânica. Respeito à saúde mental Burnout, depressão, ansiedade são problemas sérios, muitas vezes vistos com discriminação. A pandemia trouxe a saúde mental à tona e isso pode ajudar as pessoas a tratá-las da forma correta. Empreendedores precisam estar sempre alerta e cuidar do bem-estar e da saúde para tocar seus negócios com qualidade. A pandemia trouxe com ela uma maior conscientização sobre o quanto a saúde mental é importante. Avanços no uso da tecnologia As pequenas empresas estão mais digitais do que nunca e muitas aprenderam da pior forma, durante a pandemia. Mas isso as deixou mais abertas para os avanços tecnológicos, afinal foi isso que salvou muito negócio durante o distanciamento social e fechamento do comércio. Um estudo realizado em 2021 mostrou que os pequenos negócios que aderiram às vendas online conseguiram reduzir queda no faturamento durante a pandemia. Com certeza, esse é um caminho sem volta. A Contabilidade Digital Consultiva também é uma nova modalidade de contabilidade que veio para ficar. Se você ainda não se decidiu a abandonar a contabilidade tradicional, a hora é agora! Clique no botão abaixo e fale com um de nossos especialistas.

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MEI: saiba como o eSocial simplificado ajudará os pequenos empresários

A partir de outubro, o eSocial ganhará um módulo simplificado para ajudar o Microempreendedor Individual (MEI) a prestar informações sobre a empresa.  Na prática, ele vai estimular os pequenos empreendedores a combater a informalidade, regularizando de forma simples suas contratações e postos de trabalho. O serviço coletará informações como cadastramento, vínculos empregatícios, contribuições previdenciárias, folha de pagamento e outras relacionadas aos funcionários.  Outra vantagem será a disponibilidade de geração unificada e simplificada das guias para recolhimentos de contribuição previdenciária (INSS) e FGTS, por meio do Documento de Arrecadação do eSocial (DAE). É importante ressaltar que o MEI só precisará usar o eSocial caso tenha algum empregado. Além dos microempreendedores, segurados especiais que trabalham em pequena produção ou de forma familiar também poderão usar o sistema. eSocial para MEIs A expectativa é que o novo eSocial reduza a burocracia e estimule mais contratações nos pequenos negócios.  “Cerca 3,5% dos 13 milhões de MEI têm empregados contratados formalmente. Com o lançamento, é possível que muitos que já possuam empregados ou auxiliares não formalizados optem pela formalização. Isso vai gerar mais postos de emprego e beneficiar mais pessoas com os direitos previdenciários e trabalhistas”, afirma Helena Rego, analista de políticas públicas do Sebrae, em comunicado à imprensa. Para a especialista, a digitalização dos processos trabalhistas é uma ferramenta importante para desburocratizar as rotinas do pequeno empreendedor.  “São trabalhadores que possuem uma rotina intensa. Muitos deles se dedicam sozinhos aos negócios. Com essa facilidade, aquela pessoa que, por exemplo, faz refeições para vender todos os dias pode contratar uma outra pessoa para ajudar e ficará mais simples regularizar esta mão de obra”, pontua. Se você é MEI ou tem uma empresa, experimente mudar para a Contabilidade Digital Consultiva. A Solvção está à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas sobre contabilidade, é só entrar em contato com a gente:pelo telefone 11 4858-4085ou WhatsApp 11 95050-1217ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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MEI: conheça as vantagens de ter um contador

Além da assessoria contábil, fiscal e trabalhista, o profissional de contabilidade ajuda na comprovação do lucros. O Microempreendedor Individual (MEI) foi criado para facilitar a regularização das atividades econômicas de pessoas que trabalham por conta própria, que não têm sócios e faturam até R$ 81 mil por ano. Atualmente, esse modelo empresarial simplificado, segundo o Portal do Empreendedor, tem mais de 11,3 milhões de MEIs ativos e é responsável por 30% do PIB do País e mais de 50% da geração de empregos formais.  Ao se formalizar, o empreendedor passa a ter um CNPJ próprio e com isso, a possibilidade de emitir notas fiscais, ter acesso aos benefícios da Previdência Social, além de contar com vantagens como o pagamento simplificado de tributos e linhas de crédito exclusivas. Primeiro é importante ressaltar que o MEI não é obrigado a ter um contador. Entretanto, por existir a exigência de emissão e pagamento de uma guia mensal, declaração anual e até a própria abertura do CNPJ, que para muitos não é um processo simples, a contratação do profissional contábil pode ser um diferencial no sucesso do negócio. Tendo isso em vista, confira alguns benefícios principais de ter um contador: Apesar de não ser obrigado por lei a manter escrituração contábil, o processo de registro e rotina de folha de pagamento será facilitado com a contratação de um contador. A assistência contábil também será útil para fornecer ajuda fiscal e trabalhista nas entregas das obrigações dentro dos prazos estipulados pelo Governo. Além disso, o contador é essencial para comprovar quando o lucro for maior que a presunção, através de uma escrituração contábil. Ou seja, caso o lucro efetivamente obtido seja superior aos apurados com base nos percentuais da presunção, o empreendedor que tiver um contador poderá retirar 100% dessa quantia sem pagar imposto de renda adicional e sem risco de cair na malha fina. Segundo a Resolução 140 do CGSN, se o MEI mantiver escrituração contábil poderá, se houver lucro, retirar com isenção do IR quantias superiores aos percentuais presumidos (8%, 16% e 32%), desde que evidenciado na contabilidade. Isso significa que caso a presunção do lucro seja superior e o MEI tenha a escritura contábil regular, ele terá um ganho maior, sem a retenção do imposto de renda. Porém, caso não tenha a escrituração contábil, o empreendedor poderá fazer a distribuição do lucro sem pagamento do imposto com base nos índices de presunção, regra prevista no artigo 145 §3° da Resolução CGSN 140/2018. Uma outra questão, que nem todo empreendedor sabe, é que segundo a Lei Complementar 123/2006 em seu artigo 18, § 22-B, os escritórios de serviços contábeis devem promover gratuitamente a formalização do MEI e a primeira declaração anual simplificada da microempresa individual. ____________________________________________________________________ Se você é MEI ou tem uma empresa, experimente mudar para a Contabilidade Digital Consultiva. A Solvção está à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas sobre contabilidade, é só entrar em contato com a gente: pelo telefone 11 4858-4085 ou WhatsApp 11 95050-1217 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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Responsável legal X Representante Legal: Você sabe a diferença?

Atualizado em 15/05/2023 O representante legal é a pessoa física que representa a empresa diante da Receita Federal e de outras pessoas físicas ou jurídicas que ela venha a se relacionar. Ou seja, no caso uma empresa, o seu representante legal é seu sócio, sócio administrador ou dono. O uso do certificado digital está sempre sob responsabilidade de seu representante, exceto quando esse nomeia, via procuração pública, um responsável legal para a utilização do certificado em seu nome. Apesar dessa possibilidade de autorização de uso da certificação por um terceiro, o representante legal não pode ser alterado ou ter seus dados atualizados sem que ocorra a invalidação do certificado digital. Neste caso, é necessária a emissão de um novo certificado. E o responsável legal? É quem efetivamente terá a posse do certificado e sua senha e será capaz de assinar documentos e autenticar operações por meio delas. O responsável não precisa obrigatoriamente fazer parte do grupo de sócios da empresa. Conforme o Termo de Titularidade da ICP-Brasil, assinado no ato da emissão, as obrigações do responsável legal consistem em: apresentar a documentação original comprobatória dos dados em seu Certificado Digital; e responsabilizar-se pela criação, troca, utilização e proteção das senhas, chave privada e da mídia que as contém. Por que há confusão? A confusão entre esses dois papéis do universo dos certificados digitais não é incomum e pode acontecer por motivos diferentes.  Primeiramente, nada impede que o representante legal seja também o responsável legal pelo certificado e quem o utiliza durante as operações. Além disso, é válido lembrar que para todo CNPJ há uma pessoa física registrada na Receita como responsável pela empresa, que representa e responde pelo negócio juridicamente. No entanto, na área de certificações essa pessoa é nomeada como representante.  De todo modo, agora você sabe a diferença entre esses dois sujeitos da certificação e fica mais fácil não confundir os termos, não é mesmo? Certificado digital e procuração O certificado digital é uma tecnologia que permite a realização de operações eletrônicas seguras e autênticas. Porém, nem sempre o titular é realmente quem utiliza o certificado durante as operações, principalmente quando estamos falando em certificações de pessoas jurídicas.  Para donos de empresa, é fundamental saber a diferença entre representante legal e responsável legal. Como já dito, o representante legal do certificado pode emitir uma procuração pública, junto à RFB ou de forma eletrônica, para que outro assuma a responsabilidade e o uso do certificado digital, contemplando as aplicações de assinatura de documentos até as autenticações de acesso para serviços públicos, como os do portal e-CAC.  Porém, a procuração não exclui a necessidade de comparecimento do representante e do responsável à Autoridade Certificadora para a apresentação dos documentos. Além disso, a procuração só é aceita pela Autoridade Certificadora se tiver sido emitida em até 90 dias antes da data de apresentação dos documentos para a certificação. Nela, os poderes cedidos ao responsável são estabelecidos com exatidão. Tipos de certificado digital e procuração O estabelecimento de um responsável legal para o certificado a partir de uma procuração não é válido para todos os tipos de certificados digitais. Essa condição vale somente para certificações destinadas à pessoas jurídicas, sejam elas micro, pequenas, médias ou grandes empresas. Porém, quando falamos de certificados digitais de pessoa física, a procuração e a transferência de responsabilidade não são admitidas, pois a certificação funciona como uma identidade eletrônica do titular.  Neste último caso, o titular deve ser identificado no Termo de Titularidade na emissão da certificação e ele cumpre o papel de representante e responsável legal do certificado. _____________________________________________________________________________ Nós fazemos o seu Certificado Digital! Depois de entender um pouco mais sobre o mundo dos certificados digitais, que tal aproveitar uma oportunidade de negócio a partir deles? Os clientes da Solvção têm desconto especial na compra do Certificado Digital A1 e-CNPJ e e-CPF (com validade de 12 meses) com atendimento por Videoconferência nas renovações. É só entrar em contato com a gente: pelo telefone 11 4858-4085, WhatsApp 11 95050-1217 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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Quer empreender? Então fique atento aos erros que podem matar seu negócio.

Após cinco anos de funcionamento, somente quatro em cada dez empresas continuam a operar no Brasil, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em seu último estudo de Demografia das Empresas e Estatísticas de Empreendedorismo. E os erros que podem matar seu negócio se repetem: falta de planejamento, falta de visibilidade sobre fluxo de caixa, entre outros. Para evitar cair nas mesmas falhas de outros empreendedores, o melhor é se informar. Conheça os cinco erros que a maioria dos empreendedores principiantes cometem ao abrir um negócio e garanta o sucesso da sua empresa. 1 – Sacar todo o dinheiro do caixa É muito importante administrar o lucro, fazer um planejamento no sentido de ter um salário fixo ou ganhos que representem apenas um percentual do lucro. Muitos empreendedores não fazem isso e acabam ficando sem capital de giro. O erro também ocorre por acharem que o período de ganhos fartos se estenderá por um longo tempo. Mas após esse período de bonança, a receita diminui e se veem numa situação sem caixa. Por isso é muito importante ter um planejamento de caixa e de salário próprio, além de pés no chão para ter fôlego quando as coisas não estiverem indo tão bem. 2 – Investir pouco na melhoria do negócio Com pouco caixa acaba faltando dinheiro para reinvestir na melhoria do negócio. Com o crescimento da empresa, o ideal é que você passe a terceirizar parte do serviço ou automatizar, buscando avanços que proporcionem tempo para focar na gestão do negócio e não no operacional. Dessa forma, você pode ganhar escala para aumentar a sua receita. Isso se torna um problema se você tiver uma má gestão do caixa da empresa. Além disso, operar sem caixa te coloca em maus lençóis em momentos inesperados, como o que ocorreu na pandemia, fazendo diversos negócios trabalhar de portas fechadas por alguns meses. 3 – Não saber precificar o trabalho Busque sempre referências, entenda seus custos e seu diferencial. A precificação do seu trabalho passa por diversos cuidados e é muito importante; às vezes você pode estar vendendo muito mas operando no zero a zero se não colocar seu preço com uma margem de lucro. Na criação de conteúdo, o exercício de entender o seu produto deve ser constante, porque ele muda o tempo todo. Na gestão do negócio, cometer o erro de vender por um preço muito abaixo do mercado ou muito acima também é perigoso. Ambas as linhas são ruins a longo prazo. 4 – Demorar para aprender e mudar a estratégia A agilidade é fundamental para negócios que estão nascendo, porque geralmente você aprende com os erros apresentados nos testes de produtos. Não há uma fórmula mágica que te aponte qual produto será mais vendido e falado no mercado. O ponto de atenção aqui é fazer deste teste algo rápido. O aprendizado tem que ser constante e as mudanças de rotas devem ser rápidas, pois demorar muito tempo em alguma estratégia que não está dando certo pode ser mortal para os negócios. 5 – Não ter uma identidade visual clara A identidade visual e de comunicação faz o cliente identificar sua marca em um feed com milhares de postagens. Ao bater o olho, ele já sabe quem está fazendo a postagem. Além de investir na melhoria do seu produto, também tome um cuidado especial de como está publicando a sua marca. Uma falta de identidade, em geral, não te destaca em um mercado competitivo. Por fim, conclui-se que pequenas ações podem salvar o seu negócio de erros que podem ser prejudiciais a médio e longo prazo. Esperamos que essas dicas te ajudem a ter um negócio sólido e conte com nossa contabilidade para ajudá-lo a crescer.

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Seja um MEI e Amplie seus Negócios!

MEI é a sigla para Microempreendedor Individual. Este regime tributário tem o objetivo de formalizar trabalhos informais. A partir disso, autônomos ou mesmo aqueles que planejam abrir um negócio passam a ter uma opção menos burocrática para regularizar suas atividades. O que é MEI? O MEI é a forma mais utilizada para se empreender no Brasil. Ele possui uma carga tributária mais baixa perante outros regimes tributários e ainda, permite o acesso do empreendedor à Previdência Social. Dessa forma, ele tem como benefícios o auxílio-doença, licença maternidade, pensão por morte e muitos outros. Além disso, e ao mesmo tempo, o MEI também pode ter um funcionário contratado, desde que receba um salário mínimo ou o piso da categoria. Sendo esse, outro facilitador na atividade de uma microempresa. Qual a diferença entre o MEI, microempresa e empresa de pequeno porte? Cada uma dessas modalidades de empresa tem obrigações fiscais diferentes. Elas devem ser muito bem estudadas pelo empreendedor antes de escolher o melhor regime tributário para a sua empresa. No entanto, a principal distinção entre elas está no seu rendimento bruto anual: Pré-requisitos: quem pode ser MEI? O faturamento não é o único fator que pode classificar a sua empresa no MEI. Os principais requisitos para se enquadrar na categoria são: Atividades permitidas para o MEI Nem todas as atividades estão liberadas para o MEI. São mais de 480 atividades cadastradas para quem deseja entrar neste regime. Entre as profissões estão artesão, fotógrafo, comerciante, eletricista, mecânico e muito mais. Entre em contato conosco e teremos prazer em orientá-lo quanto à atividade que mais se encaixa com seu negócio.  Como funciona o regime MEI? Para se tornar um Microempreendedor Individual precisa entender que não há uma separação entre o patrimônio pessoal e o empresarial. A partir do momento em que o empreendedor está no MEI, ele estará exercendo a atividade de empresa com o seu próprio nome. Isso também significa que caso haja dívidas ou qualquer complicação contraída pelo nome da empresa, isso afetará também o patrimônio pessoal do empreendedor titular e vice-versa. Para entender ainda mais sobre o regime é indicado entender bem os pré-requisitos necessários para tornar-se um MEI, esse é um passo importante para não se deparar com problemas futuros. Quanto custa ser MEI? A inscrição do MEI é isenta de qualquer taxa, no entanto após a formalização e cadastramento é necessário fazer um pagamento mensal do carnê DAS (Documento de arrecadação do Simples Nacional). Os valores variam entre R$ 51,95 a R$ 57,95. Confira agora o valor a ser pago mensalmente, dependendo do ramo de atuação: *Importante: esses valores são referentes ao ano de 2020. *Esse é um valor fixo atualizado anualmente, ou seja, ele não mudará conforme seu volume de vendas. Quais são as obrigações do Microempreendedor Individual? O MEI  possui obrigações importantes, que são: Isso significa que o MEI possui tarefas a cumprir junto ao fisco e caso tenha contratado um funcionário, também será necessário cumprir com as obrigações trabalhistas que são: O MEI não é obrigado a emitir nota fiscal quando efetua uma venda ou presta um serviço para pessoa física, ou seja, o consumidor final. Exceto nos casos em que o cliente solicite. Quais são os benefícios do INSS do Microempreendedor Individual? O INSS para MEI funciona de maneira bastante simples, e assim o microempreendedor pode ficar mais tranquilo, já que todos os seus direitos como contribuinte estão garantidos. A grande facilidade é que o MEI pertence à categoria de Contribuinte individual do INSS e o pagamento é feito através da guia mensal DAS MEI.  O valor pago já inclui a alíquota de 5% referente ao salário mínimo, que será destinado para o INSS. Todos os benefícios previdenciários são válidos para os que contribuem como MEI. Exceto para obter aposentadoria por tempo de contribuição. Existem muitas vantagens para os empreendedores que se tornam MEI, sendo a principal delas o direito a benefícios como: MEI precisa de contador? Não. Porem é importante contar com a ajuda de um profissional especializado caso haja dúvidas a respeito de algum processo ou sobre as questões mais burocráticas. Nós da Solvção apoiamos o empreendedorismo e damos todas as instruções e ajuda GRÁTIS para os nossos clientes na abertura com a definição exata da atividade e posteriormente fazemos o cadastro, emissão do alvará e CCM, isso quer dizer: regularizamos o MEI junto a a Receita federal e ao Município. É só entrar em contato com a gente pelo telefone 11 4858-4084 ou WhatsApp 11 99339-8780 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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O Pequeno Empresário precisa de contador?

Com exceção do Microempreendedor individual (MEI), todas as demais microempresas (ME) precisam de contador não apenas por exigência da lei, mas para se tornarem mais seguras e eficientes. A principal diferença tem a ver com o teto de faturamento, valor limite para a emissão de notas. No caso do MEI, é permitido emitir até 81 mil reais anuais em notas fiscais e o empreendedor não pode ter participação ou sociedade em outras empresas. Já a ME pode faturar até 360 mil reais durante um ano. Ela pode se enquadrar como Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real, escolha que depende da atividade e estratégia do negócio. E sabe quem auxilia você nessa decisão? Ele mesmo: o contador! Além disso, nem todas as atividades são permitidas para o MEI, sabia? Por isso, é preciso analisar previamente se é ou não possível abrir a empresa nesse formato. Em caso positivo, não é preciso registrar o Contrato Social da Junta Comercial, como é exigido com a ME. E se a intenção é ter mais de um funcionário ou mesmo uma pequena equipe, o caminho é optar pela ME. Essas são as diferenças básicas entre os dois tipos. A partir delas já dá para entender que uma opção não é melhor que a outra, mas sim mais ou menos adequada para cada situação. Enquanto o MEI não exige tantas etapas e documentos, a ME tem mais liberdade para faturar e crescer. Se você se enquadra nesse segundo cenário, não se preocupe, pois a parceria com um bom contador consegue deixar o processo bem mais tranquilo e com menores riscos! Além de cuidar da entrega das obrigações para o governo na hora certa, o contador irá lhe auxiliar a abrir sua empresa da maneira correta, comandar o planejamento financeiro, verificar se está tudo caminhando para o lucro, além de gerar informações essenciais para a tomada de decisões a respeito do futuro da empresa.  O balanço, os livros contábeis e aqueles arquivos enviados digitalmente (SPED, DIRF, DCTF e tantas outras siglas) precisam ser assinados por um contador com registro ativo no Conselho Regional de Contabilidade (CRC). Nesse contexto, dá até para pensar que a alternativa mais vantajosa é se tornar um MEI para se ver livre de todas essas obrigações, não é mesmo? Na prática, porém, não é bem assim que funciona. Para você entender melhor do que estamos falando, vamos aproveitar para mostrar algumas diferenças entre a Microempresa (ME) e o Microempreendedor Individual (MEI). Nós contadores somos parceiros para todas as horas, afinal de contas, qual é o papel do contador? Explicamos, anteriormente e de maneira geral, sua importância, mas precisamos detalhar suas funções. Entenda! Cuida do processo de abertura do CNPJ A formalização de uma empresa exige uma série de procedimentos que empreendedores não costumam conhecer. Entra aí o contador, profissional especializado que sabe de todos os detalhes necessários para lidar com esse processo. Ele dá suporte na definição do capital social e do regime de tributação, bem como orienta sobre o CNAE mais adequado para o ramo de atividade, entre diversos outros pontos do início ao fim do processo. Organiza rotinas diárias e mensais Como a contabilidade demanda informações financeiras bem detalhadas, acaba imprimindo ritmo e organização aos lançamentos de entradas e saídas de caixa, estoque e administração de bens e equipamentos. O contador é quem recebe essas informações e as organiza, gerando relatórios mensais, semestrais e anuais, obrigatórios para prestar satisfações ao Fisco. Gera informações e relatórios para a gestão Os documentos gerados pelo contador não servem apenas para atender a exigências legais. Na realidade, eles podem orientar os rumos da empresa, apontando tanto aquilo que dá lucro como o que representa fragilidade para o negócio. O apoio desse profissional também ajuda na tomada de melhores decisões sobre o fluxo de caixa, o capital de giro, a formação de preços, entre outros assuntos. Mantém a empresa regularizada A contabilidade é responsável pelo fornecimento de dados para investidores, sócios e o governo. Especificamente para o governo, quando essas informações são passadas de forma incorreta, o negócio fica exposto ao pagamento de multas e restrições que podem até impedir seu funcionamento. Mas não se preocupe, porque são mínimas as chances de ter que lidar com isso ao contar com o auxílio de uma boa contabilidade, que vai enviar as devidas obrigações com precisão na apuração e, claro, nas datas certas. Fonte: jornalcontabil.com.br ______________________________________________________________________________ A Solvção está à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas, é só entrar em contato com a gente pelo telefone  11 4858-4084 ou WhatsApp 11 99339-8780 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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Não tenha medo de trocar de contador

Muitas empresas, por muitos motivos, sentem a necessidade de trocar de contador e é preciso tomar alguns cuidados neste processo para que a transição ocorra de forma segura. A troca em si é muito simples, o foco deve estar em manter a regularidade fiscal da empresa de forma organizada para evitar dores de cabeça com o fisco, por exemplo, e ainda organizar as atividades estratégicas do negócio com uma mentalidade de crescimento e lucratividade. Escritório contábil terceirizado X Contador no ambiente empresarial Obrigatório em todas as empresas (exceto MEI), o contador e seu escritório são importantes para alinhar a gestão financeira, econômica, tributária e patrimonial no ambiente dos negócios. A rotina desse profissional envolve cálculos, demonstrativos de resultados e apuração de impostos. Um escritório terceirizado, por exemplo, consegue auxiliar o gestor de uma empresa a ter uma visão mais direcionada às receitas e despesas do negócio e o que efetivamente está gerando lucro. Além disso, esse processo ajuda na avaliação de riscos, no desenvolvimento de estratégias para reduzir a carga tributária e ainda na escolha de decisões mais assertivas conforme a empresa e o mercado em que atua. Posso ou não trocar de contador? Segundo o Código de Defesa do Consumidor, todos os empresários têm o direito de escolher uma empresa que atenda às necessidades do seu negócio. Você, empresário, precisa se atentar na assinatura do contrato, quais são os serviços inclusos e se há multa por rescisão contratual antes do prazo acordado por ambas as partes. Se houver multa, faça uma avaliação colocando ‘na ponta do lápis’ os valores e a troca,  e se preciso negocie com a nova empresa que vai assumir as atividades contábeis para que seu negócio consiga uma boa vantagem nesta troca. Como trocar de contador? Existem vários motivos que levam um empresário a trocar de contador e de empresa. Muitas podem ser as razões recorrentes, como uma falta de comunicação eficiente, como também atrasos nas entregas combinadas. A motivação pode ser financeira também, afinal, muitas empresas podem não estar satisfeitas com o valor que pagam à contabilidade relacionada com os serviços prestados. Após entender o motivo e fechar a questão, formalize o cancelamento dos serviços através de um e-mail ou documento assinado e digitalizado para a empresa. Existe o prazo de 30 dias de rescisão de contrato em que é possível organizar a documentação cadastral, fiscal e contábil da sua empresa para tudo esteja em suas mãos nesta finalização. Forma segura de trocar de contador Para ter efetividade neste processo, você deve levar em consideração alguns pontos essenciais para escolher uma nova empresa. Busque por empresas conhecidas no mercado, seja por amigos empresários, prestadores de serviços que você conhece, como até mesmo clientes que você confia na indicação. Atualmente as empresas de contabilidade online estão crescendo muito em função da praticidade, segurança e valores aplicados ao serviço. Além disso, se atende para: • Se o escritório conta com registro regular no CRC; • Se a oferta de serviços vai ao encontro  das necessidades do seu negócio; • Observe se a proposta inclui condições específicas como valores extras por serviços prestados ou multa de rescisão; • Informe-se sobre os processos e documentos para solicitação de guias para pagamentos de impostos ou informações gerenciais. _______________________________________________________________________________ A Solvção está à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas, é só entrar em contato com a gente pelo telefone:  11 4858-4085 ou WhatsApp: 11 95050-1217 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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Alívio para os Microempreendedores (MEI): contribuição mensal ganha novos prazos.

Mais uma ação para minimizar os efeitos da crise. Na última semana, o Comitê Gestor do Simples Nacional anunciou que o pagamento de tributo dos microempreendedores individuais (MEI) ganha novos prazos. A partir do mês de abril, os valores serão prorrogados tendo as datas de vencimento entre abril e dezembro. A decisão foi anunciada em parceria com o governo federal, que informou também uma série de ações tendo como público alvo os trabalhadores formais. As novas datas de pagamento dos impostos acontecerão todas a partir do segundo semestre e estão sujeitas a prorrogação caso a crise gerada pelo coronavírus perdure. Segundo o ofício liberado no último dia 18 de março, os envios de abril, maio e junho acontecerão da seguinte forma:• Cobrança referente ao mês de março de 2020, com vencimento inicial em 20 de abril de 2020, ficará com validade para 20 de outubro de 2020;• Cobrança referente ao mês de abril de 2020, com vencimento inicial em 20 de abril de 2020, ficará com validade para 20 de novembro de 2020;• Cobrança referente ao mês de maio de 2020, com vencimento inicial em 20 de abril de 2020, ficará com validade para 20 de dezembro de 2020; Segundo os representantes, a medida espera segurar a classe durante o período de instabilidade financeira. Na categoria de micro empreendedor, estão enquadrados trabalhadores como Uber, entregador de comidas, pequenos empresários, donos de negócios em desenvolvimento, restaurantes, salões de beleza e mais. Profissionais que estão sendo afetados e sendo paralisados por causa da pandemia que está em expansão desde o mês de fevereiro. No entanto, é preciso estar atento, pois as guias de fevereiro, que tinham como data máxima o dia 20 de março, ainda precisam ser pagas e estão sujeitas a juros. Se você é MEI ou tem uma empresa, experimente mudar para a Contabilidade Digital Consultiva. A Solvção está à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas sobre contabilidade, é só entrar em contato com a gente:pelo telefone 11 4858-4085ou WhatsApp 11 95050-1217ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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