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Author name: Solvcão

Contratação de Empregada Doméstica

Passo a passo QUEM PODE SER EMPREGADO DOMÉSTICO? É considerado empregado ou trabalhador doméstico aquele que presta serviços de natureza contínua e de finalidade não lucrativa à pessoa ou família no âmbito residencial destas, conforme estabelecido pela Lei n.º 5.859, de 1972. São exemplos de ocupações dos empregados domésticos: Piso Regime de tempo parcial Permitido pagar menos que o salário-mínimo vigente, desde que a empregada tenha uma jornada de trabalho de até 25 horas por semana, com até 6 horas por dia. Exemplo cálculo de salário tempo parcial: Uma empregada que trabalha de segunda a sexta, durante 5 horas, irá trabalhar 25 horas semanais, e cerca de 110 horas mensais, teríamos os seguintes valores: 110 horas x R$ 5,51 = R$ 606,10 Experiência: Máximo de 90 dias, podendo ser dividido em até duas vezes. Prazo para admissão O cadastro da admissão deverá ser feito um dia antes do início das atividades. Exame Médico Os exames médicos como admissional, demissional e de retorno não são obrigatórios para os trabalhadores domésticos, visto que a escolha de sua realização é de responsabilidade dos empregadores. Férias A empregada doméstica tem direito a férias, porém o período dependerá da quantidade de horas semanais. + de 26 Horas = 30 diaspara jornadas entre 22 e 25 horas = 18 diaspara jornadas entre 20 e 22 horas = 16 diaspara jornadas entre 15 e 20 horas = 14 diaspara jornadas entre 10 e 15 horas = 12 diaspara jornadas entre 05 e 10 horas = 10 dias Além das férias remuneradas a empregada doméstica tem direito a 1/3 de adicional. Dependente Caso a doméstica possua dependentes a mesma tem direito ao salário família e dedução de IRRF. O salário família é um valor pago ao empregado que receba até R$1.655,98 e possua dependentes menores de 14 anos ou filho com deficiência de qualquer idade (mediante laudo emitido pela perícia do INSS) sendo o valor pago por dependente de R$ 56,47, vale ressaltar que esse valor é ajustado anualmente; A dedução de IRRF permite que o contribuinte deduza várias despesas e, assim, pague menos imposto ou receba uma restituição maior. Encargos FGTS: 8%Multa FGTS: 3,2%Seguro Acidente: 0,8%INSS empregador: 8%Total: 20%. SOBRE O CONTRATO Deve-se imprimir 2 VIAS DO CONTRATO DE TRABALHO O empregador e a funcionária devem assinar o contato e cada um fica com uma via.

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Contratação de Empregado – MEI

Passo a passo CONTRATAÇÃO DE EMPREGADO De acordo com o artigo 105 da Resolução CGSN n° 140/2018, o MEI pode contratar um único empregado que não pode receber mais que um salário mínimo nacional, piso salarial estadual (quando houver) ou piso salarial da categoria conforme determina a Convenção Coletiva do seu enquadramento sindical. É importante pontuar que mesmo o empregado do MEI tendo limitação quanto a sua remuneração contratual, isto não o impede de receber valores a título de horas extras, adicionais, tais como adicional de insalubridade, periculosidade ou adicional noturno, bem como quaisquer outros direitos trabalhistas decorrentes da atividade desempenhada que incidam sobre seu salário, nos termos do disposto no § 3° do artigo 105 da Resolução CGSN n° 140/2018. Em contrapartida, considerando o disposto do § 4° do artigo 105 da Resolução CGSN n° 140/2018 o pagamento de gratificações, gorjetas, percentuais, abonos e demais remunerações de caráter variável serão consideradas como descumprido o limite salarial, ou seja, esse pagamento é indevido. SALÁRIO 1) Piso da categoria;2) Piso estadual;3) Salário mínimo. Sempre priorizando esta ordem. EXPERIÊNCIA Máximo de 90 dias, podendo ser divido em até duas vezes. PRAZO PARA ADMISSÃO O cadastro da admissão deverá ser feito um dia antes do início das atividades. SST É obrigatório o envio dos eventos SST ao eSocial. Os laudos e exames obrigatórios será avaliado e informado de acordo com a clínica contratada.

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CTPS DIGITAL

Passo a passo 1 – Acessar a loja de aplicativos do seu celular (Apple Store ou Play Store), pesquisar por CTPS DIGITAL e fazer o download do aplicativo; 2 – Ao finalizar o download, abra o aplicativo, leia os informes e clique em ENTRAR; 3 – Caso já tenha cadastro no sistema acesso.gov.br, é só usar o mesmo login e senha no aplicativo Carteira de Trabalho Digital para começar a usar; 5 – Essas informações serão validadas no Cadastro Nacional de Informações Sociais, o Cnis e, se estiverem corretas, o trabalhador será direcionado a um questionário com cinco perguntas sobre seu histórico profissional; 5 – Essas informações serão validadas no Cadastro Nacional de Informações Sociais, o Cnis e, se estiverem corretas, o trabalhador será direcionado a um questionário com cinco perguntas sobre seu histórico profissional; É muito importante estar com a Carteira de Trabalho física em mãos ao tentar instalar o aplicativo. Sendo necessário acertar pelo menos quatro das cinco perguntas que são feitas; 6 – O trabalhador receberá uma senha provisória, que deverá ser trocada no primeiro acesso; Depois disso, o usuário vai conseguir ver todas as informações da sua carteira de trabalho e atualizações feitas durante seu contrato, sendo automáticas através do eSocial.

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Contratação de Estagiário

Passo a passo CONTRATAÇÃO Com todas as partes de acordo: 1. Prepare o TCE e contate uma seguradora que possa oferecer a apólice do Seguro Contra Acidentes Pessoais. Se sua empresa ainda não tem um modelo do termo, pode utilizar o da própria faculdade. Se estiver interessado em elaborar o próprio documento, é preciso incluir as seguintes informações: 2. Providencie a assinatura de todas as partes envolvidas no TCE. Vale ressaltar que o estágio NÃO configura VÍNCULO EMPREGATÍCIO, não há um processo de demissão e aviso prévio. Portanto, esse contrato pode ser encerrado a qualquer momento, tanto pelo estudante ou pela empresa. No entanto, a cada SEIS MESES de contrato cumprido, o RH precisa enviar à instituição de ensino um relatório de atividades, que deve ser apresentado ao término do período, junto a uma avaliação de desempenho feita pelo supervisor. Se atentar a alguns detalhes:

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Recolhimento Complementar MEI

Passo a passo O Recolhimento deve se limitar a 15% sobre o valor do salário mínimo vigente (R$1212,00 – 2022) , limitado ao teto do INSS vigente (R$7087,22 – 2022) O Recolhimento é feito através do CARNÊ da Previdência Social, podendo ser comprado em lotéricas, papelarias e lojas de conveniência e deve ser preenchido com o CÓDIGO 1910 Como preencher o carnê? IMPORTANTE: Preencha nos campos indicados de LARANJA. 1 – Nome, telefone e endereço completo. 2 – O vencimento do pagamento é SEMPRE no dia 15 DO MÊS SEGUINTE ao mês de contribuição. 3 – O Código de Pagamento é 1910. 4 – Insira o mês e ano no formato MM/AAAA conformeomês de contribuição do pagamento. 5 – O Identificador é o número de cadastro na Previdência Social. Pode ser o PIS / NIT / PASEP. 6 – Informe o valor a ser pago para o INSS. No caso, deve ser recolhido R$181,80 (15% de R$1.212). 7 – Apenas preencha Multa e Juros (ITEM 10) se a contribuição estiver sendo feita EM ATRASO, depois do dia 15 do mês seguinte a contribuição. 8 – No campo que solicita o total, informe o mesmo valor do ITEM 6 (caso não esteja pagando em atraso). Em caso de atraso, deve-se somar as Multas e Juros ao valor do item 6.

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Verificação de Duas Etapas GOV.BR

Passo a passo PELO COMPUTADOR 1- Acesse o portal GOV.br clicando AQUI. O acesso pode ser realizado por CPF e Senha ou via Certificado Digital. 2 – Ao acessar, clique no menu do lado direito, conforme descrito na imagem abaixo; 3 – Em seguida, clique em Segurança da Conta; 4 – Você verá 4 opções diferentes de serviços. Selecione a 3ª opção: “Verificação em duas etapas” , conforme indicado na imagem abaixo:

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Assinando pelo Clicksign

Passo a passo 1 – Você receberá um e-mail da Clisksign com o documento anexado e pronto para ser assinado. 2 – Clique em Visualizar para Assinar. 3 – O documento será aberto numa página web. 4 – Clique em Assinar. 5 – Confirme seus dados! Eles aparecerão na assinatura do seu documento! Clique em Avançar. 6 – Nesse momento você receberá um e-mail com um Código de Verificação. Copie o código. 7 – Cole o código que você recebeu no campo indicado. Por fim, clique em Finalizar. Pronto! Nós vamos receber automaticamente seu documento assinado e vamos dar andamento no processo de registro.

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Recolhimento de INSS Facultativo

Passo a passo 1 – ACESSE: Link (clique aqui) 2 – Selecionar no campo Cálculo – Categoria:FACULTATIVO; Informe seu NIT/PIS/PASEP, preencha o Captcha e confirme conforme a imagem abaixo. 3 – Confirme suas informações 4 – Informe a competência a ser recolhida e salário base. Ex: Comp. 01/2022 e R$1.212,00 (salário mínimo 2022), verificar qual cód. de pagamento estava sendo recolhido e data de pagamento. 5 – Selecione a Competência, verifique os valores e clique em Gerar Guia.

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Emissão de NFS-e MEI

Passo a passo TELA INICIAL 1 – Selecione para EMITIR NOTA FISCAL; 2 – Em seguida, selecione EMISSÃO COMPLETA; 3 – Em DATA DE COMPETÊNCIA, preencha a data de emissão; 4 – Em EMITENTE DA NFS-e o preenchimento como PRESTADOR é automático; 5 – Em TOMADOR DO SERVIÇO preencha dos dados para quem está prestando o serviço e clique em AVANÇAR; 6 – LOCAL DA PRESTAÇÃO: Onde o serviço foi prestado; 7 – SERVIÇO PRESTADO: Código será preenchido conforme orientação; 8 – Escreva uma descrição do serviço e clique em AVANÇAR; 9 – Preencha o valor do serviço e clique em AVANÇAR; 10 – Confirme se todos os dados estão corretos e clique em EMITIR.

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Como ter resiliência financeira com os impactos econômicos

Entendemos por resiliente a capacidade de algo retornar ao seu estado original após alguma mudança. Isso mostra a importância de ser flexível e adaptável. Financeiramente, isso acontece quando existe um plano que se ajusta rapidamente em momentos de crise. Ser resiliente financeiramente permite se reerguer e voltar uma empresa ao estado natural ou até melhor após algum impacto inesperado. A capacidade de se adaptar e se recuperar diante de dificuldades é crucial para ter uma estabilidade financeira. A resiliência não é apenas sobre sobreviver a crises econômicas, mas sobre aprender com elas e poder voltar mais forte. Assim, é importante ser adaptável, o que significa fazer ajustes em orçamentos, ou buscar novas fontes de investimentos caso seja necessário. Além disso, ter uma rede de apoio como família, amigos e um contador pode aumentar sua capacidade de superação durante momentos difíceis. Um bom exemplo de resiliência financeira foi o período durante a pandemia. Muitos empresários viram seu lucro cair, mas aqueles que tinham um fundo emergencial conseguiram se manter na ativa por mais tempo. Com um planejamento financeiro e seguros adequados, muitas empresas conseguiram escapar do fechamento. Muitos empresários buscaram conselhos financeiros, adotando uma mentalidade de crescimento e olhando além da crise, vendo oportunidades para a inovação. Os comércios passaram a ter um maior espaço on-line, diversificando seus produtos e se tornando mais resilientes para o futuro. Existem maneiras práticas de preparar seu negócio para ser resiliente em momentos de crise. Veja: – Aprenda conceitos básicos de finanças pessoais como orçamento, poupança e investimentos; – Realize um orçamento mensal para ter clareza sobre suas receitas e despensas, entendendo para onde vai seu dinheiro e verificando onde é possível cortar gastos, redirecionando esse valor para uma poupança. – Ter uma reserva para imprevistos é essencial. O recomendado é ter de 3 a 6 meses de despesas essenciais guardado; – Diversifique sua fonte de renda explorando outras maneiras de ganhar dinheiro aumentando sua segurança financeira. – Tenha uma mentalidade positiva, encarando os desafios como oportunidades de aprendizado. Foque na Solução, não no problema! – Conte com o apoio de uma contabilidade que enxergue seu cenário e entenda seu negócio. A SOLVÇÃO pode te ajudar a passar pelas turbulências do mundo dos negócios com tranquilidade, visando um futuro de sucesso. A construção da resiliência financeira é um processo contínuo que envolve aprendizado e adaptação, onde você pode alcançar maior estabilidade financeira. Dessa forma, você estará pronto para enfrentar e superar desafios econômicos, saindo ainda mais forte de cada situação.

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CNPJ Inapto: O que é, suas consequências e como resolver

Se você possui uma empresa, é importante saber o que é o CNPJ Inapto e como deve proceder para regularizar essa situação. Várias empresas ficam nessa situação, na maioria das vezes, por falta de atenção do contribuinte ou falta das entregas tributárias. As consequências de um CNPJ Inapto podem ser prejuízos financeiros, mas é possível (e recomendado) reverter essa situação, garantindo o desenvolvimento legal da empresa. A SOLVÇÃO conta com especialistas que podem resolver essa situação para você e traz nessa matéria tudo o que você precisa saber sobre esse tema. O que é um CNPJ Inapto É a empresa que está com alguma pendência ou omissão de declarações fiscais por 2 anos seguidos. A contagem desses dois anos se inicia a partir do ano-calendário das declarações omitidas pela empresa, ou seja, o contribuinte deve verificar se as pendências são mensais ou anuais. A diferença entre CNPJ Inapto e Inativo Os conceitos são parecidos, mas as aplicações são diferentes. Um CNPJ Inapto conta com pendências na Receita por 2 anos seguidos, sem nenhum tipo de regularização nesse período. O CNPJ Inativo não tem movimentação, como emissão de Notas Fiscais, operações de compra e venda e outras atividades empresariais. O Fisco considera um CNPJ Inativo se, dentro de 30 dias a empresa não realizar nenhuma atividade. Os tipos de situações cadastrais Existem outros tipos de situação cadastral além do CNPJ Inapto. – Ativa: CNPJ regular com entregas e pagamentos em dia; – Inativa: CNPJ com mais de 30 dias sem atividade; – Inapta: Conta com dois anos consecutivos em omissão das obrigações fiscais; – Suspensa: CNPJ com alguma inconsistência de informações ou em processo de auditoria fiscal; – Baixada: Empresa baixada pelo contribuinte ou pela Receita Federal; – Nula: CNPJ com suspeita de fraude, duplicidade de Inscrição Estadual ou inconformidade de informações e dados cadastrais. As principais consequências do CNPJ Inapto Ir atrás da Regularização é muito importante para garantir que o seu Cadastro de Pessoa Jurídica continue a operar. Veja as consequências de uma empresa Inapta: – Os documentos fiscais da empresa ficam nulos; – A empresa não pode realizar nenhuma nova inscrição; – Pode ser baixada; – Os sócios são responsáveis pelos débitos cobrados; – Não pode participar de nenhuma licitação; – O CNPJ será incluso no Cadastro Informativo de Créditos Não Quitados do Setor Público Federal. Impedimentos do CNPJ Inapto Não pode realizar vendas e nenhum tipo de operação comercial, como também está impossibilitada de emitir notas fiscais até a sua regularização. A empresa com CNPJ Inapto basicamente não consegue funcionar, o que a impede de gerar renda. Por isso a importância da regularização o mais breve possível. Como regularizar um CNPJ Inapto Existem meios de regularizar a inaptidão de um CNPJ, fazendo com que a empresa volte à situação de legalidade fiscal. Para garantir que o processo de verificação de pendências e documentos necessários seja realizado de forma correta, o mais indicado é solicitar a assistência da SOLVÇÃO, que tem especialização nessa demanda. Aqui, fazemos o levantamento de dívidas do seu CNPJ no Federal, Estadual e Municipal e verificamos juntos a melhor forma de regularização. Tudo por um valor JUSTO! Concluindo Garanta a regularização da situação cadastral da sua empresa para evitar problemas e se beneficiar de lucros financeiros que seu negócio pode ter. Conte com a SOLVÇÃO em caso de irregularidade e Vamos Contabilizar uma História de Sucesso JUNTOS!!

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Evite fraudes em Assinaturas Digitais

Se previna de golpes e proteja como pessoa física e como empresa contra fraudes de assinatura digital. As assinaturas de documentos por meio digital fazem cada vez mais parte do cotidiano do brasileiro. Ao mesmo tempo, é necessário redobrar a atenção, especialmente para evitar fraudes. Aqui, elucidamos com dados, e eles assustam! Segundo um levantamento da Serasa Experian, houve um aumento de 400% nas tentativas de fraude de assinaturas digitais em um período de dois anos. Reforçamos que pessoas físicas e jurídicas precisam ter medidas efetivas contra golpes. Apesar de ser prática, a assinatura digital exige atenção! Para auxiliar nesse processo de proteção contra fraudes, elencamos aqui algumas dicas essenciais que evitam golpes. Veja: Valide o signatário Tenha plataformas que verifique a identidade do signatário com algum autenticador, como bancos ou empresas certificadas.Existem formas de validação variadas, seja por SMS, tokens, biometria ou senhas definidas.Além disso, verifique se os dados batem com os documentos oficiais. Atenção na segurança do documento Utilize soluções que registram as modificações feitas no arquivo, garantindo que o processo tenha rastreabilidade e integridade.Além disso, guarde os documentos assinados em plataformas que sejam seguras e que realizem backups com regularidade. Fique de olho nos detalhes Não acesse links ou abra anexos de remetentes desconhecidos.Verifique se a URL da plataforma de assinatura é legitima antes de inserir qualquer dado pessoal.Geralmente sites seguros levam antes do link o protocolo HTTPS. Esse dado assegura que o servidor protege os dados por meio de criptografia.É importante verificar se o destinatário do documento é quem você espera. Seu dispositivo sempre atualizado Tenha seu computador protegido mantendo-o atualizado com antivírus, antispyware, etc.Além disso, tenha senhas exclusivas e fortes, e, de preferência, diferentes para cada conta, além de alterar periodicamente. Utilize ferramentas de segurança É possível utilizar tokens para gerar senhas únicas e temporárias para assinatura documentos digitalmente.Também existem plataformas que fazem autenticação biométrica, como reconhecimento digital ou facial, aumentando a segurança da assinatura.Escolha plataformas que possuem certificados de segurança e proteção de dados. Você sabia que dá pra assinar documentos de forma digital com validade jurídica, igual uma assinatura em cartório? A SOLVÇÃO Contabilidade trabalha com todos os tipos de certificado digital, validando o processo desde o início e com a possibilidade de validação dos dados por meio de videoconferência, ficando tudo pronto no mesmo dia, sem que você precise sair da sua casa ou da sua empresa.

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A importância da Gestão Contábil para os negócios

Impulsionadas pela pandemia que nos assolou por mais de um ano, diversas empresas fecharam as portas e, consequentemente, surgiram novos pequenos negócios. Contudo, é possível avaliar que esse aumento no número de novas empresas esteja diretamente ligado ao aumento do desemprego e à dificuldade na recolocação desses profissionais no mercado de trabalho. Diante disso, observa-se que algumas pessoas optaram por empreender a fim de garantir a sua própria fonte de renda. Para esses novos empreendedores, existem alguns desafios nessa nova etapa, o de administrar, gerir e alcançar o sucesso do seu próprio negócio. Para Chiavenato (2009, p.19), “Administrar significa conduzir toda uma organização em direção a objetivos previamente definidos, para oferecer resultados concretos e alcançar sucesso e sustentabilidade ao longo do tempo”. Administrar uma empresa não é uma tarefa fácil, ela é cheia de desafios, responsabilidades e planejamentos. Muitos são os setores nos quais é preciso atenção. A gestão contábil é essencial dentro do gerenciamento de um negócio. Os administradores precisam ser os principais interessados e preocupados em buscar a boa gestão e a saúde financeira da empresa. Entretanto é possível administrar o seu negócio com a ajuda de profissionais capacitados, que te auxiliem nas áreas financeira e econômica visando manter a saúde da sua empresa e analisando as melhores alternativas para alcançar um sucesso mais duradouro. Para Gitman (2010, p. 48), “os administradores devem ser a principal parte interessada desse grupo. Estes devem se preocupar não só com a situação financeira da empresa, mas também têm um interesse crítico no que as demais partes interessadas pensam a respeito da empresa”. Para que seja mantida a saúde da empresa é importante entender a gestão contábil como instrumento decisivo para conquistar vantagem competitiva. Mais que cuidar da parte financeira, essa gestão vai proporcionar aos gestores e empresários um controle financeiro de forma estruturada, ajudando a traçar um caminho para sustentabilidade financeira a longo prazo, oferecendo resultados concretos e buscando alcançar o sucesso tão esperado. Vale ressaltar que as dificuldades na administração das empresas vão além dos controles financeiros. Outros fatores que influenciam diretamente são: a falta do planejamento estratégico, falta de foco e direcionamento. Contudo, ter profissionais que auxiliem nesses pontos é fundamental. O profissional contábil é a peça fundamental e indispensável em qualquer empresa. Uma boa contabilidade pode auxiliar os gestores nas tomadas de decisões. Se você é um empreendedor e tem o seu próprio negócio e ainda não tem um contador, busque imediatamente esse profissional para que possa te ajudar a alavancar o seu negócio.

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Fraude de Devolução: O que é e como proteger as vendas

A fraude de devolução pode afetar seu negócio e é muito importante saber identificar para não correr riscos. Este é um tipo de fraude que se aproveita da política de devolução de uma loja e pode impactar no desempenho do seu e-commerce. Embora as vendas online continuem aumentando, as fraudes também aumentam em um ritmo muito rápido. Saiba como se prevenir desse problema! O que você precisa saber sobre as fraudes de devolução: – É um problema crescente. De acordo com a Federação Nacional de Varejo, as fraudes nos EUA têm um custo de mais de US$ 18 bi por ano aos varejistas. – Os fraudadores profissionais estão promovendo seus serviços em aplicativos de mensagem e em outros locais da web. – Os varejistas podem melhorar as descrições dos produtos para se protegerem das devoluções em série e abusos por parte dos consumidores. Uma pesquisa de opinião do consumidor aponta que 75% dos clientes que têm experiência com a devolução ruim não compra novamente com o mesmo varejista. Enquanto isso, 83% dos clientes que têm uma boa experiência de devolução dizem que retornarão na mesma loja. Porém, ao decidir se aceitam uma devolução e o reembolso, os varejistas precisam fazer uma escolha. Se negarem uma devolução podem perder um cliente valioso. Se fornecerem o reembolso e a devolução for falsa, seu negócio terá um impacto financeiro. Existem algumas alternativas para esses cenários Não existe um manual a seguir com relação às devoluções. Se você tem um e-commerce, é você quem define as regras. Ao pensar nas regras, considere os fatores que têm mais peso para você e seu negócio, como: – Proteger sua empresa com regras mais rígidas de devolução e, quem sabe, proibir a devolução de certos itens; – Ter uma política de devolução menos restritiva sabendo que seu negócio fica mais exposto às fraudes; – Proteger a experiência do cliente e potencializar o ciclo de vida do cliente, fazendo com que ele seja recorrente devido uma experiência positiva com seu negócio. Identifique as devoluções abusivas Existem as devoluções compreensíveis e outras que caem em uma área nebulosa. Algumas pessoas compram por impulso e se arrependem, bem como outras podem comprar um mesmo produto de tamanhos diferentes para testar o que é ideal. Dados apontam que pouco mais da metade dos consumidores realizaram uma devolução porque o item “não era ideal”. Embora sejam inconvenientes, esses não são casos fraudulentos. Assim, os varejistas precisam decidir o que suas políticas permitem e como vão lidar com casos individuais. Por outro lado, é evidente quando as fraudes entram em jogo. O melhor exemplo são as organizações clandestinas que fazem negócios em nome dos clientes e organizam devoluções indevidas em troca de até 40% do valor do reembolso sem realmente devolver o item. Como evitar as fraudes de devolução Separamos algumas sugestões para diminuir esses problemas, veja: Forneça dados detalhados sobre seus produtos no seu site Com fotos e descrições da sua mercadoria, bem como tamanhos, cores etc., os clientes terão menos motivos para realizar a devolução dos itens. Tenha uma política de devolução clara no seu site Deve incluir condições e restrições sobre as devoluções e detalhar o período de processamento das devoluções. Evite ter uma política universal para equilibrar o tratamento de um cliente fiel de um novo cliente que faz um pedido questionável. Coloque barreiras. Uma devolução muito fácil pode afastar um cliente fiel. Fornecer um reembolso imediato pode expor a sua empresa a riscos desnecessários. Agendamento de entregas O varejista pode exigir uma assinatura como prova de entrega. Também pode ser combinado com as empresas de logística para tirar uma foto do pacote entregue no endereço correto. Essas medidas podem auxiliar a evitar pedidos de reembolso por pedidos não entregues. _____________________________________________________________________________________________________________ Outra forma de diminuir problemas de fraude online é analisar os padrões de abusos e fraudes. Reconhecer a identidade e a intenção de cada transação permite que os empresários se protejam não apenas de compras fraudulentas, mas da emissão de reembolsos não devidos.

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O que é Certificado Digital e pra que serve?

O Certificado Digital é a identidade digital da pessoa física e jurídica no meio eletrônico. Ele garante autenticidade, confidencialidade, integridade e não repúdio nas operações que são realizadas por meio dele, com validade jurídica. Os benefícios do Certificado Digital Sendo uma identificação no meio eletrônico, ele permite que diversos serviços sejam realizados sem a necessidade da presença física, o que significa: agilidade nos processos, sustentabilidade e redução de custos. Armazenamento do Certificado Digital Existem tipos diferentes de Certificado Digital: Certificado A1 – É armazenado no computador. Tem grau de segurança nível 1, por isso possui validade de apenas 1 ano.É o tipo de certificado mais prático e ágil nos serviços contábeis e sistemas em geral e pode ser instalado em quantos computadores for necessário. Certificado A3 – É armazenado em mídia criptográfica (Cartão ou Token). Tem grau de segurança nível 3 e validade de 1 a 5 anos.Apesar de mais seguro, só é possível ter um certificado por mídia. Dessa forma, caso precise ter mais de um certificado, será necessário comprar mais de um! Certificado NF-e – Pode ser armazenado tanto como A1 ou A3. Este certificado é feito para maior segurança da empresa no processo de emissão de notas. Feito por um funcionário designado para esse trabalho, com autorização do representante da empresa. Certificado Digital para Pessoa Física e Jurídica Certificado Digital e-CPF O e-CPF é a Identidade Digital da Pessoa Física no meio eletrônico. Pode ser utilizado para assinar documentos com validade jurídica, se comunicar com a Receita Federal e dar andamento aos serviços oferecidos pelos governos estadual e federal, acessar o eSocial e o Conectividade Social, enviar a Declaração do Imposto de Renda com muito mais facilidade, entre outras aplicações. Certificado Digital e-CNPJ – para empresas O e-CNPJ é a Identidade Digital da Pessoa Jurídica no meio eletrônico, que viabiliza a autenticação em sistemas públicos ou privados em nome da empresa. Com o e-CNPJ é possível assinar documentos com validade jurídica, se comunicar com a Receita, acessar ao programa Conectividade Social, emitir a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e a Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e), entre outras aplicações. Notas Fiscais e o e-CNPJ A emissão de Notas Fiscais por meio do e-CNPJ é aconselhável somente se o próprio titular do Certificado for o emissor das notas. Se mais de uma pessoa for responsável por essa parte do negócio, é indicada a compra do Certificado Digital Emissor de Notas Fiscais (NF-e), que é emitido vinculado ao e-CNPJ da empresa, mas com o CPF do funcionário. ______________________________________________________________________________ Emita o seu Certificado Digital com segurança e agilidade com a SOLVÇÃO Contabilidade. Podemos auxiliar desde o faturamento até a emissão e utilização do arquivo. Além disso, temos a facilidade de validar o processo por meio de videoconferência!*

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Os direitos do prestador de serviços

Ser prestador de serviços oferece muitas vantagens, como autonomia na gestão do tempo e atividades, flexibilidade, possibilidade de terceirizar demandas e garantias previdenciárias, bem como auxílios do governo. Porém, esse modo de trabalho também implica em responsabilidades tributárias e obrigações contratuais. Entenda as diferenças entre CLT e Prestador de Serviços É muito importante entender a diferença entre as modalidades de trabalho. O vínculo assegurado pela CLT é caracterizado por: – O trabalho é remunerado por meio de salário;– É um trabalho contínuo;– O trabalhador realiza as atividades sem possibilidade de substituição;– O contratado está sujeito às regras e supervisão do empregador. Benefícios e responsabilidade tributária A principal diferença entre os modelos de trabalho está no recolhimento de tributos e entrega de informações ao governo. Com vínculo empregatício, o contratante deve recolher os tributos e deduzir do colaborador os valores devidos, conforme a lei trabalhista. Quando o prestador de serviços atua como autônomo, ele é responsável por recolher os tributos na contratação. No caso de autônomos e profissionais liberais atuando como Pessoa Física, é necessário recolher do Carnê-Leão, a Declaração de IRPF, INSS e IR sobre rendimentos. Cumprir com as obrigações garante a regularidade perante a legislação e confere benefícios ao prestador de serviços. O recolhimento ao INSS é essencial para assegurar o acesso à aposentadoria e benefícios previdenciários, como licença maternidade. A importância do contrato de prestação de serviços O contrato de prestação de serviços estabelece os direitos e deveres as partes envolvidas e define as condições para execução do serviço. Além disso, pode abordar multas de rescisão ou atraso no pagamento de honorários, reajuste de valores para novas demandas e garantias. Um contrato bem elaborado evita conflitos e garante segurança jurídica da relação estabelecida. É recomendado que haja uma revisão do documento final por um profissional especializado, para garantir a validade e proteção dos direitos do prestador de serviços. Abrir uma empresa ou ser autônomo? Sendo um prestador de serviços sem vínculo empregatício, existem 2 opções: Ser autônomo ou profissional liberal como pessoa física ou abrindo uma empresa. A decisão envolve fatores como perfil empreendedor e disposição para assumir responsabilidades, além de considerações fiscais. Os autônomos são tributados de acordo com a tabela do IRPF, com alíquotas podendo chegar a 27,5% para quem recebe mais de R$ 4,5 mil por mês. As micro e pequenas empresas optantes pelo Simples Nacional podem ter alíquotas de 4,5% a 15,5% dependendo do serviço prestado e do faturamento. A contribuição ao INSS também tem impacto nos rendimentos do prestador de serviços. Os autônomos calculam o INSS com base no total de rendimentos, com alíquotas que chegam a 20%. Os que trabalham como Pessoa Jurídica recolhem sobre o pro-labore, com alíquota fixa de 11%. Essas diferenças podem ter um impacto significativo nos rendimentos do prestador de serviços. Dessa forma, é importante analisar com cuidado e consultar um profissional especializado antes de tomar a decisão de abrir uma empresa ou atuar como autônomo. Ser um prestador de serviços oferece vantagens como flexibilidade e autonomia, mas tem a parte tributária e a necessidade de um contrato adequado. Compreender essas diferenças é essencial para garantir os direitos e o sucesso profissional. Para ter certeza do melhor caminho a seguir, entre em contato com os profissionais da SOLVÇÃO. Aqui nós estudamos o seu cenário e te auxiliamos no melhor caminho profissional. Vamos contabilizar uma História de Sucesso JUNTOS!!

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Como se organizar para melhorar a produtividade no home office

Sabemos que o home office passou de uma tendência para uma grande realidade, principalmente pós pandemia. Estamos em uma nova realidade de trabalho, onde salas e quartos tornaram-se escritórios. Sendo assim, é preciso se organizar para que o ambiente não interfira na produtividade e foco. Veja algumas dicas que vão te ajudar a manter a produtividade e o foco no trabalho: 1 – Tenha um lugar específico para trabalhar Procure um lugar onde você fique confortável, mas não pense na sua cama! Ela é confortável, mas não é lugar para trabalhar. Além disso, você precisa de um espaço onde não sofra interferências. Escolha um bom lugar para sentar e uma mesa onde você possa colocar tudo aquilo que você necessita, como anotações e objetos. 2 – Crie rituais de trabalho É muito importante seguir uma rotina de trabalho mesmo que você esteja em casa. Então levante, alimente-se, troque de roupa. Lembre-se: o pijama é traidor. Finja que você está no escritório, tenha a mesma rotina que você tem quando sai de casa para ir até o escritório, isso vai te ajudar a manter a produtividade. 3 – Avise sobre o seu horário de trabalho É muito importante avisar as pessoas que convivem com você sobre o seu horário do trabalho para que assim elas respeitem e tentem interromper o menos possível durante o expediente para não tirar o seu foco. 4 – Respeite o seu horário de trabalho Quando trabalhamos em casa, temos o costume de passar do nosso horário, mas isso é um erro. É de extrema importância respeitar o horário de entrada e saída, porque precisamos viver a nossa vida pessoal. Quando seu expediente chegar ao fim, desligue-se do trabalho, viva sua vida pessoal, desligue o notebook e celular da empresa. Ligue-os apenas em casos extremos ou apenas no dia seguinte. Vale lembrar que quem tem sua empresa na sua residência também precisa de tempo para se organizar pessoalmente. O empreendedor organizado tem a tranquilidade de investir no seu negócio e atender melhor seus clientes. E uma dica valiosa de como empreender com tranquilidade é: Tenha uma Contabilidade que te apoie! DICA BONUS: Conte com a SOLVÇÃO Contabilidade! Aqui na Solvção nós apoiamos o seu desejo de empreender e te auxiliamos desde a abertura da sua empresa até a melhor forma de se planejar tributariamente. Cada passo que você dá, nós te auxiliamos e, assim, Contabilizamos uma História de Sucesso JUNTOS!

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O caminho para o Planejamento Tributário nas empresas

O Planejamento Tributário é fundamental para empresas de todos os tamanhos e setores, visando otimizar sua carga fiscal de maneira legal e ética. Entenda como reduzir a carga tributária da sua empresa sem descumprir as normas vigentes. Empreender gera empregos, renda para a cidade que estão inseridas, proporciona o sustento de diversas famílias e é responsável pela grande parte de impostos pagos ao Estado. Mas, para toda adversidade e altos custos de impostos existe uma saída viável e embasada pela legislação vigente. Essa saída se chama Planejamento Tributário. Com o auxílio de uma Contabilidade especializada, estudos em benefício da empresa podem encontrar caminhos com: Maiores benefícios fiscais, reduções de base de cálculo, isenções, menores alíquotas, entre outras formas de redução tributária. Além disso, é configurado o Planejamento Tributário quando se busca o melhor regime tributário para a empresa. Essa busca se dá após projeções e cálculos que visam o crescimento, observando o regime de tributação menos oneroso: Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real. É importante ressaltar os benefícios e a finalidade de um Planejamento Tributário consciente, fazendo com que a empresa aumente seu fluxo de caixa, aumente sua competitividade no mercado, aumente sua margem de lucro e possa investir em outras áreas da empresa. Dessa forma Com esse panorama, os empresários precisam se planejar, adotar abordagens proativas, considerando também as especificidades operacionais e expectativas de crescimento. A busca por uma gestão financeira eficiente demanda estratégia e visão de futuro. O Planejamento Tributário não se trata apenas de cumprir obrigações fiscais, mas de posicionar a empresa de forma competitiva, garantindo recursos para novos investimentos. A integridade no Planejamento é vital para a estabilidade financeira do negócio e tem papel essencial na sustentabilidade das empresas. Vale lembrar que o peso da carga tributária no Brasil, que consome cerca de 40% da economia nacional, reforça a importância do planejamento tributário como uma ferramenta estratégica e muitas vezes de sobrevivência empresarial. Concluindo A empresa que investe em Planejamento Tributário não tem apenas maiores chances de sobreviver às adversidades, mas de se destacar no mercado. O Desafio é real, mas as oportunidades também. Para o processo de tomada de decisão da sua empresa é importante contar com o auxílio de profissionais contábeis responsáveis e que enxerguem sua empresa! Dessa forma, a SOLVÇÃO Contabilidade está aqui para te auxiliar em todo esse processo. Conte com nossa equipe!!

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O que você precisa saber antes de abrir uma empresa

O ato de abrir uma empresa é a concretização de um objetivo, significa um sonho sendo realizado. Até chegar nesse ponto, existe uma série de questões a serem analisadas e estudadas. A ideia é que a iniciativa não seja frustrada e os esforços e investimentos envolvidos não tenham sido em vão. Entre outras coisas, é necessário avaliar se existe um perfil empreendedor. É importante conhecer suas principais características, escolher seus sócios, estudar o mercado no qual vai entrar, estabelecer um plano de negócios, definir metas, prever custos iniciais, planejar uma reserva de capital e escolher o regime de tributação adequado. Também existem muitas coisas para os futuros empresários ficarem atentos. Uma delas é que aprender com os erros dos outros é mais vantajoso do que aprender com os seus próprios erros. Deve saber observar e tirar proveito disso. Outro ponto é que conhecer o seu cliente é tão ou mais importante do que conhecer o seu produto, portanto, esteja pronto para monitorar sua concorrência. É preciso também obter ajuda especializada. Neste aspecto, um escritório de contabilidade é muito importante para cuidar dos setores fiscais e trabalhistas da empresa. Qual tipo de empresa devo abrir? Entre as muitas decisões importantes que o empreendedor se vê desafiado a tomar, uma das mais importantes é com relação ao tipo de empresa que ele vai abrir. Aí estamos falando de Formato Jurídico, Regime Tributário e Porte da Empresa. Existem muitos tipos de empresa, que são formados pelas escolhas das opções existentes entre essas três variáveis, cada um atendendo a um determinado perfil de empreendedor. Regime Tributário É nesta hora que o dono da empresa vai começar a desenhar o tipo de tributação que sua empresa irá sofrer. Aqui é necessário averiguar se o negócio pode ser enquadrado no Simples Nacional, que é um modelo de tributação preferido por unificar o pagamento dos impostos em uma única guia, o DAS. Caso não possa ser do Simples, a tendência é a empresa estar no Lucro Presumido. O regime tem esse nome pelo sistema de tributação dos seus principais impostos federais. São eles: o Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e a Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL). Ambos incidem sobre a parcela que a legislação considera como lucro. O IRPJ e a CSLL são apurados e pagos trimestralmente utilizando a receita desse período como base de cálculo bruta. Porte da Empresa Aqui o que vai mandar é o faturamento. É ele que irá definir o porte da sua empresa. Se uma empresa fatura na faixa até R$ 360 mil por ano, ela será enquadrada como uma microempresa, também conhecida como ME, que é uma empresa de pequena dimensão. Já se a receita bruta anual for superior a R$ 360.000,00 e igual ou inferior é R$ 4,8 milhões ela será enquadrada como Empresa de Pequeno Porte. Para obter mais informações sobre abertura de empresa e a melhor forma de trabalhar com a tributação, conte com a SOLVÇÃO! Estamos à disposição para auxiliar você a esclarecer qualquer dúvida e alinhar suas expectativas com a realidade de empreender! Vamos Contabilizar uma História de Sucesso Juntos!

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Como sua marca pode ser relevante no mercado

Que não existe uma receita para o sucesso no mundo dos negócios, isso todos já sabem. Não tem uma fórmula mágica que garante que uma empresa seja bem-sucedida no mercado. Cada gestor precisa entender, desde o início, o propósito da construção do seu próprio caminho. Mas claro, mesmo não sendo uma receita anotada em um caderno, existem ingredientes chave fundamentais para elaborar uma grande história. Para ser relevante a empresa precisa construir sua autoridade, ou seja, precisa estabelecer uma reputação positiva que englobe todos os aspectos da marca. Estruturar o posicionamento de referência no seu setor de atuação passa por diferentes caminhos, como: – Indicações;– Premiações de mercado;– Presença constante e qualificada na imprensa;– Produção de conteúdo relevante nas redes. Esses esforços combinados podem colocar a empresa como protagonista em seu segmento. É importante entender que somente a autoridade não é suficiente. É vital entregar resultados! Independente do setor ou tamanho da empresa, não é possível manter uma posição de relevância sem atender às expectativas e demandas dos stakeholders. O sucesso de uma empresa é medido pelo valor que ela entrega. Se a produção não bate com o que é esperado, tudo o que está em torno desmorona em algum momento. 4 pilares fundamentais Mesmo não existindo uma fórmula que garanta a relevância, a construção de autoridade e entrega de resultados são elementos fundamentais. Esses elementos não atuam de forma isolada, mas como peças de um quebra-cabeça que geram relevância de um negócio. Assim, veja os quatro pilares que podem sustentar a autoridade e resultados de uma empresa. – Vendas: representam a essência do negócio. São responsáveis por gerar receita e impulsionar o crescimento da empresa; – Gestão: uma gestão eficaz garante que os recursos sejam alocados estrategicamente, com que os processos sejam otimizados e que os objetivos sejam alcançados; – Performance: se refere à capacidade da corporação executar suas operações com excelência, mantendo seus padrões de eficiência e qualidade; – Cultura: a cultura da organização molda todo o ambiente de trabalho. Influencia o comportamento dos colaboradores e a forma como a empresa é conhecida de forma interna e, principalmente, externamente. Alcançar o equilíbrio desses pilares permite que a empresa tenha uma base sólida, para manter não apenas sua autoridade, mas para garantir resultados significativos. É essencial que os empreendedores tenham definido o que é o sucesso para sua empresa. Ter essa clareza facilita a escolha de estratégias e ferramentas adequadas para o acompanhamento de metas, alinhando a empresa em direção de um mesmo propósito. Dessa forma, com o auxílio da SOLVÇÃO Contabilidade, além de estarmos alinhados com os objetivos da sua empresa, estaremos empenhados em Contabilizar uma História de Sucesso JUNTOS!

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Entenda a atualização do FGTS

O novo sistema do FGTS terá algumas mudanças para as empresas, com o objetivo de simplificar os processos para o empregador. O FGTS Digital será integrado a nova plataforma da Subsecretaria de Inspeção do Trabalho – SIT, do Ministério do Trabalho e Emprego. Para os empresários e empregadores, essas são as mudanças: – Forma de Pagamento: A partir de Março/2024 o FGTS deverá ser pago exclusivamente através de PIX, QR Code ou Copia e Cola. Não é necessário possuir chave Pix, apenas uma conta habilitada para esse tipo de pagamento. – Nova data de Pagamento: Com a entrada do FGTS Digital teremos também uma mudança na data de vencimento da guia Mensal, que passa do dia 7 para o dia 20 de cada mês. Programe o fluxo de caixa da sua empresa, uma vez que agora terá mais guias vencendo no dia 20. Essa mudança estará já valendo para próximas guias a partir do mês 04. – Obrigações dos empregadores: Os pagamentos passarão a ser recolhidos pelo próprio FGTS Digital. Os que foram realizados antes estavam sobre competência do sistema Conectividade Social, da Caixa. – Rescisões: A partir de agora são será mais necessária a chave de liberação para saque do FGTS (quando existe direito ao saque). Ele será feito automaticamente após a informação da demissão ser lançada no eSocial. – Admissão primeiro emprego: Não será mais necessário gerar o número de PIS. A identificação do empregado será apenas com o CPF. Os valores de FGTS em aberto a partir de agora estarão sujeitos a bloquear emissão de CNDs. Conte com a Equipe da SOLVÇÃO Contabilidade para cuidar do seu negócio. Assim você fica tranquilo para investir seu tempo na sua empresa!

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Planejamento Tributário: Quais são as suas finalidades

No Brasil existem vários tipos de empresas, cada uma com suas particularidades. Algumas possuem um sistema de tributação mais simplificado que outras, por isso é muito importante fazer um planejamento tributário. Esse planejamento é um método que tem o objetivo de encontrar formas legais para diminuir a carga tributária da empresa. Estar em dia com todos os deveres fiscais e tributários não é algo fácil para muitos empresários, mas os gestores podem ter a contabilidade como aliada.  Finalidades do planejamento tributário Quando o planejamento tributário é executado de forma eficaz, pode ajudar na redução de impostos, arrecadações e taxas. Esse procedimento é autorizado pela legislação, mas muitos empresários desconhecem essa possibilidade e acabam pagando impostos em excesso. Outra vantagem que o planejamento tributário pode assegurar é o adiamento do pagamento e de multas. Importante: Para conseguir essas vantagens é preciso que o empresário conte com uma assessoria contábil. Confira abaixo uma lista com os objetivos do planejamento tributário e a explicação de cada um: • Aproveitamento dos incentivos fiscais –  Em alguns casos, os empresários pagam mais taxas do que o previsto, isso pode acontecer por causa da falta de planejamento tributário.Com o planejamento é possível enxergar outras oportunidades, como: incentivos fiscais determinados pela lei para algumas categorias de atividades; • Adiamento de pagamento de impostos e multas – Vários empresários acumulam dívidas por causa dos altos impostos e das multas.Isso afeta muito o capital de giro, podendo até acabar com ele e prejudicar bastante o negócio.O que muitos não sabem é que a lei pode autorizar o adiamento do pagamento desses débitos. Com o planejamento tributário, os pagamentos podem ser efetuados, através de regimes de caixa, onde os registros são realizados a partir da data de pagamento, ou então, de competência, onde os registros são feitos na data da ocorrência.Assim, o governo pode receber o pagamento desses impostos depois da retenção da quantia comercial pela empresa, isso ajuda a melhorar o capital de giro. • Melhor escolha do regime de impostos – Os impostos podem representar cerca de 30% dos lucros da empresa, por essa razão a escolha do regime tributário é algo tão importante. Cada categoria possui suas características e regras. Como fazer um planejamento tributário? O planejamento tributário para microempresas e empresas de pequeno porte é realizado através da coleta de informações sobre o empreendimento e de uma assessoria contábil. Vale destacar que o diálogo entre o empresário e a assessoria deve ser transparente, pois a partir dele serão apresentadas as metas e questões importantes para o negócio. Desse modo a assessoria poderá traçar uma estratégia para o desenvolvimento da empresa Pontos que serão avaliados na coleta de dados: – Porte do negócio; – Enquadramento tributário; – Atividades da empresa; – Questões operacionais, contábeis, administrativas e financeiras;  – Tipos de produtos e serviços comercializados. Importante: Todas as atitudes tomadas são baseadas na lei vigente. Entenda todo o processo de um bom Planejamento Tributário com o auxílio da Solvção Contabilidade!Vamos Contabilizar uma História de Sucesso JUNTOS!!

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Planejamento Financeiro para Microempreendedores

Como micro e pequenos empreendedores podem se organizar e ter melhor propriedade das finanças do seu negócio. De acordo com o IBGE, aproximadamente 21% dos empresários encerram seus negócios antes de completarem um ano de atividade e 50% antes de completarem quatro anos. Um dos principais motivos para isso é uma má administração financeira. A maioria dos negócios surgem por impulso, com o intuito de gerar uma renda extra e a consequência do despreparo leva o empresário iniciante à falência. Esses empresários enfrentam dificuldades para lidar com fluxo de caixa, contas a pagar e receber, fornecedores, separação de gastos pessoais e da empresa, etc. Dessa forma, o que fazer para melhorar a situação? O que é necessário? Essas são respostas que vamos apresentar nessa matéria para evitar que você, empresário, não fique em uma situação financeira negativa. Planejamento Fazer o planejamento te prepara para lidar com as adversidades e mostra soluções de curto, médio e longo prazo. Lidar com a parte financeira da empresa é se preparar para os custos fixos e variáveis, bem como para os meses bons e ruins. Acompanhar a movimentação financeira e aplicar os recursos de forma correta é muito importante para a saúde do seu negócio. Entender o que se passa na empresa como a entrada e saída de capital, caixa, plano de contas, gestão financeira, orçamentos, redução de custos, vendas, demonstrações contábeis como DRE e Balanço Patrimonial, ter boas relações com os fornecedores e clientes, são pontos principais na estratégia financeira. Plano de Contas O Plano de contas é um conjunto de contas que auxiliam na classificação e organização dos tipos de movimentos financeiros. Ajudam a ter uma melhor visibilidade dos recursos da empresa. Orçamento financeiro O orçamento é essencial para a gestão econômica e sustentável das finanças do seu negócio. É um planejamento que organiza e prevê as despesas e receitas em um determinado período. Com ele é possível visualizar a saúde financeira da empresa e identificar oportunidades de redução de custos, além de auxiliar a estabelecer metas realistas. Ferramentas de Gestão A ferramenta de gestão auxilia no registro de movimentações da empresa. Pode ser um caderno, uma planilha ou um sistema mais complexo, como ERP. Assim, é mais fácil o gestor fazer lançamentos e registros da empresa e gerar relatórios com informações referentes ao desempenho do negócio. Elaboração de Demonstrações Contábeis As demonstrações contábeis são relatórios que esclarecem o fluxo de informações do setor financeiro, gerencial e contábil da empresa. A mais comuns são: DRE – Demonstração de Resultado do Exercício, DFC – Demonstração de Fluxo de Caixa e BP – Balanço Patrimonial. Com essas ferramentas o empreendedor tem em mãos informações que vão auxiliar no entendimento e tomada de decisão. Separe Pessoa Física de Pessoa Jurídica É conhecido como princípio contábil da entidade. Separar a pessoa física da jurídica é um dos maiores desafios para o micro e pequeno empreendedor. O empresário precisa entender que, mesmo sendo dono, ele também é um colaborador da empresa, ou seja, também tem um salário – o pró-labore. Assim, as despesas pessoais devem ser pagas com esse salário, sem utilizar valores da empresa, mantendo sua eficiência e controle de caixa. Sendo assim… A Solvção tem formas de te ajudar a administrar seu negócio. Claro que existem outros meios de se organizar. Os pontos mencionados, colocados em prática, você estará à frente de muitos outros empreendimentos, aumentando sua chance de sucesso e se mantendo no mercado por longos anos. Conte com a SOLVÇÃO Contabilidade para cuidar do seu negócio! Além do atendimento único e personalizado, trabalhamos com um valor justo. Vamos Contabilizar uma História de Sucesso Juntos!

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Novar regras do IRPF

Entenda as novas regras na declaração do IRPF. O limite de rendimentos subiu, devido a mudança na faixa de isenção. No próximo dia 15 se inicia o prazo de entrega da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física 2024 – ano base 2023. Neste ano a declaração tem algumas mudanças. A principal é o limite de rendimentos, que ocorreu devido a mudança na faixa de isenção. No ano de 2023, o Governo elevou a faixa de isenção para R$2.640,00, valor equivalente a dois salários-mínimos vigentes na época. Os novos valores que obrigam a entrega da declaração – Limite de rendimentos tributáveis passou de R$ 28.559,70 para R$ 30.639,90;– Limite de rendimentos isentos e não tributáveis passa de R$ 40 mil para R$ 200 mil;– Receita bruta da atividade rural passou de R$ 142.798,50 para R$ 153.199,50;– Posse ou propriedade de bens e direitos: O patrimônio mínimo subiu de R$ 300 mil para R$ 800 mil. Segundo a Receita Federal, essas mudanças farão com que cerca de 4 milhões de contribuintes deixem de declarar o Imposto de Renda neste ano. Ainda assim, o Fisco espera receber cerca de 43 milhões de declarações neste ano de 2024. A nova tabela do Imposto de Renda não refletiu no valor de dedução por dependente (R$ 2.275,08), no limite anual das despesas com instrução (R$ 3.561,50) e no limite anual para o desconto simplificado (R$ 16.754,34). A isenção para maiores de 65 anos também não teve mudança. Outras Mudanças no IRPF Pela primeira vez, a declaração pré-preenchida terá informações sobre embarcações aéreas. Os formulários para criptoativos são mais detalhados. Com relação a doações, terá aumento de limites para algumas categorias. Além disso, alterações na informação sobre alimentandos no exterior e contribuinte não-residente que tenha voltado ao Brasil em 2023. Veja: – Identificação do tipo de criptoativo na declaração; – Preenchimento obrigatório do CPF de alimentandos no exterior e campo para informações de decisão judicial ou de escritura pública; – Data de retorno ao país de contribuintes não-residentes que tenham voltado em 2023; – Aumento de 1 ponto percentual na dedução de doações para projetos esportivos e paraesportivos, podendo chegar a 7% do IR devido; – Doação de 6% (do imposto devido a projetos) que estimulem a reciclagem; -Retorno da doação de 1% do imposto devido ao PRONON (Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica); – Retorno da doação de 1% ao PRONAS (Programa de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência). Para Declarar seu IRPF 2024 com segurança e Agilidade, conte com o serviço da SOLVÇÃO! Contamos com profissionais especialistas nos processos, garantindo a você a tranquilidade que você precisa!

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Declaração do MEI – Prazo e mudanças no preenchimento

Os autônomos já podem se preparar para o envio da Declaração do MEI (Microempreendedor Individual). O prazo de entrega deste ano já foi divulgado pela Receita Federal. Todos que possuem uma empresa aberta no regime de MEI devem obrigatoriamente enviar a Declaração Anual do MEI. Mesmo que não tenha tido lucro no ano anterior ou nenhuma contratação, o documento é obrigatório. O que incluir na Declaração do MEI A declaração anual do MEI é referente aos ganhos de 2023. Vale ressaltar que o empresário deve informar o que foi obtido em nome da empresa e não na sua conta de pessoa física. Além disso, essa declaração faz com que o empresário esteja isento de enviar o IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica). É necessário enviar informações como: – Faturamento anual no setor de comércio;– Faturamento anual no setor de indústria;– Informar se houve contratação de funcionário. Segundo o governo federal, caso o limite de faturamento do MEI seja ultrapassado, limite que é de R$81 mil por ano, será necessário buscar o apoio de uma contabilidade, como a SOLVÇÃO! Aqui, faremos o processo de desenquadramento do MEI, trazendo sua empresa para o regime do Simples Nacional e te orientando a como seguir com os novos impostos. O prazo de entrega A declaração do MEI deve ser entregue até 31 de maio de 2024. Os empresários podem escolher entre acessar o Site do Simples Nacional e realizar todo o preenchimento ou contar com o serviço especializado da SOLVÇÃO Contabilidade e deixar a entrega ser feita por profissionais!! Por fim, é importante lembrar que a entrega da declaração do MEI em atraso fica sujeita ao pagamento de multa, com valor mínimo de R$50,00. Caso seja paga no prozo de 30 dias, a quantia será reduzida em 50%, totalizando R$25,00. Evite atrasos e multas!Conte com a SOLVÇÃO Contabilidade e Vamos Contabilizar uma História de Sucesso JUNTOS!

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Você sabe a diferença entre Razão Social e Nome Fantasia?

Ao abrir uma empresa, você precisará avaliar dois temas importantíssimos: Razão Social e Nome Fantasia. E devido a uma certa similaridade entre ambos, é natural que você possa confundir. Logo, conhecer e diferenciar cada um deles será extremamente importante para consolidar o seu negócio. Dito isso, para ter uma visão mais estratégica do seu novo empreendimento, fique atento aos principais assuntos sobre os temas a seguir: O que é Razão Social? A Razão Social se refere ao nome de registro da empresa, que estará presente em questões jurídicas (contrato social, notas fiscais etc.). É diferente do Nome Fantasia, pois não está ligado às questões mais comerciais como a logomarca e fachada do negócio, por exemplo. A Razão Social também pode ser chamada de Firma ou Denominação Social. Além disso, vale destacar que o seu processo de oficialização deve ocorrer na constituição do contrato social da Junta Comercial ou no Cartório. O que é Nome Fantasia? O Nome Fantasia também pode ser chamado de Nome Comercial, Nome de Marca ou Nome de Fachada. Está atrelado, por exemplo, à comercialização do produto ou serviço, à elaboração do logotipo, marca e fachada de um negócio. É aquele nome que você escolherá para divulgar o seu empreendimento e que poderá ser registrado no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). Observação: de modo geral, qualquer pessoa jurídica (privada ou pública) poderá optar pelo Nome Fantasia. Esse nome poderá ser igual ao que consta na Razão Social. Dicas para escolher Nome Fantasia e Razão Social No momento de definição da Razão Social e Nome Fantasia, há algumas dicas que serão estratégicas para o seu empreendimento. Razão Social: – Busque um contador para pesquisar a Razão Social do seu negócio. Afinal, não podem haver duas Razões Sociais iguais; – Escolha uma Razão Social que reflita o seu empreendimento e passe credibilidade, pois o termo estará presente em documentos importantes. Nome Fantasia: – Defina um nome que reflita o propósito do seu empreendimento, que tenha a ver com a sua marca; – Cuidado com os nomes óbvios, termos em inglês ou que geram interpretações variadas. Defina-o com criatividade; – Tenha presença digital, mas não se esqueça de pesquisar se o nome do seu site não foi registrado. Razão Social e Nome Fantasia podem ser alterados posteriormente? Após as informações passadas, é natural que você queira saber se a Razão Social e Nome Fantasia podem ser alterados. Nesse caso, saiba que tanto o Nome Fantasia quanto a Razão Social (com exceção do MEI) poderão ser alterados. A Razão Social deverá ser alterada no Contrato Social, com um novo registro na Junta Comercial ou Cartório. Já o Nome Fantasia pode ser alterado de forma simples e prática através da internet, diretamente pela base da Receita Federal. Razão Social e Nome Fantasia do MEI No caso do Microempreendedor Individual (MEI), definir a Razão Social e Nome Fantasia é mais prático, pois o processo é todo feito pelo Portal do Empreendedor de forma online. Ao seguir o passo a passo do site e informar seus dados, o seu CNPJ será registrado e sua Razão Social será a raiz do seu CNPJ seguido do seu nome completo (ex. 12.345.678 José da Silva). Com relação ao Nome Fantasia, com objetivo de simplificar a coleta de dados do processo de inscrição e de alteração do MEI, o ‘Nome Fantasia’ foi descontinuado na base do CNPJ a partir de 15 de novembro de 2023. – Gov.br Razão Social e Nome Fantasia do Empreendedor Individual Para evitar erros ao definir a sua Razão Social e Nome Fantasia, enquanto Empreendedor Individual (EI) busque ajuda de um contador. Saiba que a Razão Social deverá ter o nome do empreendedor, entretanto, o nome poderá ser abreviado. Já o sobrenome, não. Se o nome do empresário já estiver registrado, você poderá inserir o ramo de atuação do negócio em seguida. Exemplo: Maria da Graça Souza – empresa de colchões. Será: MG Souza Colchões. Diferenças entre Razão Social e Nome Fantasia: as finalidades são diferentes! Razão Social e Nome Fantasia possuem uma proposta parecida, mas finalidades diferentes. Portanto, conheça os pontos que as diferenciam a seguir: – Finalidade Promocional e Legal: a finalidade Promocional está ligada ao Nome Fantasia. Seu objetivo é dar nome ao negócio em uma campanha publicitária, mas sem uma obrigação legal envolvida na situação.Já a Razão Social possui uma finalidade legal. Está presente em contratos, certificados etc.; – Comprometimento: por estar associado às questões legais, a Razão Social possui obrigação fiscal e regulamentadora muito maior do que o Nome Fantasia; – Alteração: a mudança do Nome Fantasia é simples de ser feita. Quando isso ocorre com a Razão Social, todos os documentos que possuem relação com a mesma deverão ser alterados.Vale lembrar que a Razão Social só poderá ser alterada na Junta Comercial ou no Cartório; – Definição obrigatória: a Razão Social é necessária, mas a definição do Nome Fantasia é opcional. Razão Social e Nome Fantasia: onde são utilizados na prática? Descobrir de forma prática o uso da Razão Social e do Nome Fantasia é necessário para que você possa confirmar a importância dos temas e suas diferenças. Por isso, conheça logo abaixo algumas das principais situações em que a Razão Social e Nome Fantasia podem ser utilizados: Situações para o uso da Razão Social: – Notas Fiscais; – Faturas de clientes; – Folha de salário entregue ao funcionário; – Emissão de cheque bancário; – Certificados; – Contratos; – Comunicados à imprensa. Situações para o uso do Nome Fantasia: – Site; – Rede social; – Material gráfico; – Evento corporativo; – Fachadas; – Estabelecimento comercial; – Produtos fabricados; – Propagandas publicitárias. _______________________________________________________________________________ Experimente mudar para a Contabilidade Digital Consultiva. A Solvção está à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas sobre contabilidade.

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Pró-labore: O que é, quem tem direito, valores e prazos para retirada

O Pró-labore se refere a um valor adicional que pode ser pago em algumas situações. Para esclarecer todas as dúvidas sobre o tema, nós da Solvção preparamos esse artigo sobre o que é pró-labore e todos seus detalhes. O que é pró-labore O termo está relacionado à remuneração dos sócios e administradores de uma empresa, contribuindo para o desenvolvimento e sucesso do empreendimento. Não é um benefício, mas uma remuneração aos sócios que podem receber por seu trabalho na organização, como uma compensação financeira pelo trabalho prestado. Outro pensamento equivocado sobre o tema é achar que pró-labore é igual a lucros e dividendos. Enquanto o pró-labore é uma compensação de trabalho, os lucros são ganhos operacionais e os dividendos são distribuições de lucros aos acionistas. Cada um tem um papel diferente na parte financeira e de gestão da empresa. Vale ressaltar que nem toda empresa tem pró-labore e, mesmo que tenha, o valor não é distribuído a todos os sócios e nem de forma proporcional. Quem tem direito a receber A modalidade é destinada aos sócios e administradores que atuam diretamente na gestão da empresa. Pode ser distribuído para quem faz parte da tomada de decisão estratégica, supervisão de equipes, participação em reuniões de diretoria e outras responsabilidades relacionadas a administração da empresa. Colaboradores que não desempenham funções de gestão, não podem tirar pró-labore. Pró-labore e Salário: a diferença Como já colocamos, o pró-labore é uma remuneração aos sócios que trabalham na empresa. O salário é um pagamento mensal destinado aos trabalhadores com carteira assinada. O pró-labore é como se fosse um salário, mas tem diferenças com o salário de um funcionário, como a falta do 13º e benefícios. Ambos são formas de compensação financeira, mas têm finalidades diferentes dentro da empresa. Como definir o valor do pró-labore A definição do valor leva em consideração vários fatores, como o porte da empresa, o mercado que atua e o valor médio da remuneração para funções semelhantes. Dessa forma, seu valor pode variar conforme o papel de cada sócio na empresa, só não pode ser menor que o salário-mínimo vigente. Quando retirar o pró-labore Não existe uma regra que determine a frequência para retirar o pró-labore, mas é comum que seja feito de forma mensal. Veja as opções de retirada: – Mensal: É a prática mais comum e conveniente em muitos casos. Permite que os sócios recebam uma remuneração regular, como um salário, facilitando o planejamento financeiro pessoal. – Trimestral: Pode ser apropriado quando as finanças da empresa permitem um pagamento com menos frequência quando os sócios têm outra fonte de renda. – Anual: É mais comum em negócios sazonais, quando a maior parte do faturamento se concentra em uma determinada época do ano. A escolha do período para retirar pró-labore deve ser feita com base na necessidade e situação financeira da empresa, assim como nas preferências dos envolvidos. Imposto sobre o pró-labore O valor está sujeito a tributação, sendo que os principais são o IRRF (Imposto de Renda Retido na Fonte) e a Contribuição previdenciária. O IRRF é deduzido direto na fonte e o cálculo depende do valor recebido, com descontos entre 0 e 27%. A Contribuição Previdenciária ao INSS é sobre o valor total do pró-labore e deve ser recolhida de forma mensal. Como tem contribuição ao INSS, quem recebe pró-labore tem direito a aposentadoria e outros benefícios. Portanto, é uma forma de remuneração diferente de um salário, direcionado aos sócios da empresa que dedicam tempo e esforço para a gestão e administração do negócio. Quer realizar o seu sonho de empreender? Entre em contato com a SOLVÇÃO e entenda a melhor maneira de Abrir sua Empresa. Vamos Contabilizar uma História de Sucesso JUNTOS!

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Outsourcing Contábil: As vantagens de Terceirizar a Contabilidade

O outsourcing contábil, também conhecido como terceirização contábil, é uma prática em que uma empresa contrata os serviços de uma contabilidade para realizar tarefas relacionadas à gestão financeira, contábil e fiscal. Essa abordagem permite que a empresa foque em suas atividades principais, enquanto a parte contábil é gerenciada por profissionais especializados. O que você vai ler neste blog: Benefícios da Terceirização Contábil (Outsourcing Contábil) A terceirização contábil oferece uma série de benefícios para as empresas. Veja alguns deles: Redução de custos Ao optar pelo outsourcing contábil, a empresa evita a contratação de profissionais em tempo integral, o que resulta em economia de salários, benefícios e encargos trabalhistas. Além disso, não é necessário investir em infraestrutura e tecnologia contábil, pois a empresa terceirizada já possui esses recursos. Expertise especializada As empresas de outsourcing contábil contam com profissionais especializados em contabilidade, fiscalização e legislação tributária. Isso garante que as tarefas contábeis sejam executadas com precisão e em conformidade com as leis e regulamentações em vigor. Foco no negócio principal Ao delegar as tarefas contábeis a uma terceirizada, a empresa pode concentrar seus esforços e recursos em suas atividades principais. Isso permite que os gestores dediquem mais tempo e atenção ao crescimento dos negócios, estratégias de mercado e desenvolvimento de produtos. Esse benefício é mais impactante em empresas de pequeno e médio porte, onde a gestão da empresa costuma estar mais presente nas operações administrativas. É bem melhor contar com uma equipe inteira de especialistas, sabendo que o custo final é inferior à um funcionário com salário mínimo e que não haverá um custo alto de rescisão como há na contratação CLT de um profissional interno. (Se você deseja essa realidade para sua empresa, fale com a Solvção.) Acesso a tecnologias avançadas As empresas de outsourcing contábil geralmente possuem sistemas e softwares contábeis atualizados, o que permite uma gestão eficiente e ágil das informações financeiras. O resultado pode ser visto em relatórios mais precisos, melhor controle de fluxo de caixa e tomada de decisões mais embasadas. Além disso, o fato de você poder contar com o atendimento da empresa especializada para a melhor compreensão dos relatórios é importantíssimo para boa tomada de decisões. Redução de riscos A terceirização contábil também ajuda a mitigar riscos relacionados à conformidade fiscal e legal. As empresas de contabilidade terceirizada estão atualizadas sobre as mudanças na legislação e possuem conhecimentos especializados para garantir que a empresa esteja em conformidade com todas as obrigações fiscais e regulatórias. Como ficam as informações estratégicas no Outsourcing Contábil? É importante ressaltar que, ao optar pelo outsourcing contábil, a empresa mantém o controle sobre as informações financeiras e estratégicas. Ela pode estabelecer acordos contratuais, definir os serviços a serem realizados e monitorar o desempenho da empresa de contabilidade terceirizada. No entanto, antes de decidir pela terceirização contábil, é fundamental fazer uma análise cuidadosa das necessidades da empresa, considerar o tamanho, a complexidade e as exigências do negócio. Por isso, contar com uma empresa como a Solvção é fundamental. São mais de 35 anos de história e centenas de clientes atendidos com excelência. Como saber se a Terceirização da Contabilidade é para sua empresa? Se a sua empresa está cogitando o outsourcing contábil, aqui estão algumas dicas para ajudar no processo de tomada de decisão: Avalie suas necessidades Antes de iniciar o processo de terceirização, faça uma análise interna das necessidades contábeis da sua empresa. Considere o volume de transações, a complexidade das operações financeiras e os requisitos específicos do seu setor. Isso ajudará a identificar quais serviços contábeis você precisa terceirizar. Pesquise e selecione fornecedores confiáveis Faça uma pesquisa detalhada de empresas de outsourcing contábil. Busque referências, leia avaliações de clientes, verifique a experiência e a reputação no mercado. Certifique-se de selecionar uma contabilidade confiável, com expertise no seu setor e que esteja alinhado com a cultura e valores da sua empresa. Defina metas e expectativas claras Antes de fechar um contrato com uma empresa de contabilidade terceirizada, estabeleça metas e expectativas claras. Vale discutir os serviços contábeis fornecidos, o nível de detalhamento dos relatórios, prazos de entrega, acesso aos dados financeiros, entre outros. É essencial alinhar as expectativas desde o início para evitar problemas futuros. Lembrando que cada empresa é única, portanto, é importante adaptar essas dicas às necessidades e circunstâncias específicas do seu negócio. O outsourcing contábil pode ser uma excelente opção para muitas empresas, desde que haja uma análise cuidadosa e uma escolha adequada da contabilidade terceirizada. O Outsourcing Contábil é realmente importante? Sim. Em um ambiente empresarial dinâmico, a importância do Outsourcing Contábil reside na capacidade de garantir conformidade, eficiência e foco estratégico. A Solvção não apenas atende a essas necessidades, mas também se torna uma peça fundamental para impulsionar o sucesso a longo prazo de sua empresa. Quais são os benefícios do Outsourcing Contábil para a sua empresa? Foco no Core Business: Ao terceirizar tarefas contábeis, sua equipe pode concentrar esforços no que realmente importa: o crescimento do negócio. Expertise Especializada: A Solvção oferece uma equipe experiente e atualizada, garantindo conformidade com as constantes mudanças nas leis fiscais e contábeis. Redução de Custos: Evite despesas com treinamento e benefícios para uma equipe contábil interna, optando por um serviço terceirizado. Agilidade e Eficiência: Processos otimizados resultam em uma execução mais rápida e eficiente das tarefas contábeis. Existe algum contraponto do Outsourcing Contábil? Como em qualquer estratégia, há desafios a serem considerados. A dependência de um serviço externo pode gerar preocupações com a confidencialidade e controle. Entretanto, ao escolher um parceiro confiável como a Solvção, esses contrapontos podem ser mitigados, assegurando uma transição suave e segura. Diante da complexidade do mundo empresarial, o Outsourcing Contábil se destaca como uma solução inteligente e estratégica. Ao escolher a Solvção como sua parceira contábil, sua empresa não apenas supera desafios financeiros, mas também abre caminho para um crescimento sustentável e bem-sucedido. Não permita que as questões contábeis se tornem um obstáculo; transforme-as em oportunidades de prosperidade com o Outsourcing Contábil e a expertise da Solvção. Direcione seus recursos para outras áreas e

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Quanto uma pequena empresa paga de imposto

Vamos tentar descomplicar um pouco a burocracia tributária no Brasil pra você. Assim, você consegue se planejar melhor. Confira quanto uma pequena empresa paga de imposto e prepare-se! Quais são os regimes tributários? O regime tributário no qual seu negócio está enquadrado é essencial para a definição de quais impostos deverão ser pagos. Existem três tipos mais comuns no Brasil: – Simples Nacional; – Lucro Presumido; – Lucro Real. Muitos negócios de pequeno porte acabam pagando mais impostos do que precisariam por escolher o regime tributário ou o CNAE inadequado. Nesse caso, é importante analisar cada imposto de forma isolada e, depois, verificar o percentual de todos juntos sobre a receita bruta. Optar pelo mais adequado às características do negócio vai propiciar maiores benefícios, tanto em relação às questões legais quanto às financeiras. Conheça mais sobre os regimes tributários e veja qual é o melhor para o seu caso. Quais sãos os impostos para pequenas empresas? As pequenas empresas precisam pagar 8 impostos nos quais as taxas variam de acordo com o regime tributário escolhido. Quem está enquadrado no Lucro Presumido precisa realizar o cálculo e o pagamento de cada um individualmente. Já no Simples Nacional eles são somados e pagos juntos por meio do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS). Veja quais são esses tributos: – Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) O IRPJ considera o faturamento que a empresa obteve nos últimos 12 meses. A alíquota é de 15% do Lucro Real ou Presumido. No Simples Nacional, a taxa fica em torno de 0% a 0,54% para atividade de indústria ou comércio e chega a 0,84% para empresas prestadoras de serviço.É importante frisar que as prestadoras de serviços que se enquadram nas determinações do Anexo IV da Lei Complementar 123 podem pagar a alíquota de até 6,2%, dependendo do faturamento anual. Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) A CSLL é um imposto que acompanha o regime tributário definido para a apuração do IRPJ.A taxa é de 9%, exceto para instituições financeiras, de capitalização e de seguros privados, em que pode chegar a 15%.As optantes do Simples Nacional que atuam na indústria e no comércio têm alíquota semelhante a do IRPJ, podendo chegar a 0,79% para prestadoras de serviços e 2,53% para as que estão inseridas no Anexo IV. Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) O Cofins é um imposto federal apurado com base na receita bruta das companhias e é destinado para fundos de previdência e assistência social e da saúde pública.O cálculo vai depender do regime em que a empresa está enquadrada e se ela é optante ou não da incidência cumulativa, sendo a alíquota de 3% ou 7,6%.Para as enquadradas no Simples Nacional, a taxa varia de 1,6% para comércio e indústria, 2,42% para serviços e 2,63% para serviços estabelecidos no anexo IV. PIS/Pasep O Programa de Integração Social (PIS) e o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) são benefícios pagos para os colaboradores de empresas privadas e do setor público.É uma contribuição federal paga mensalmente sobre o faturamento da instituição ou da folha de pagamento, variando conforme a atividade executada.No Simples Nacional, a taxa pode chegar a 0,38% no comércio e na indústria e a 0,57% para serviços e companhias enquadradas no anexo IV. Imposto Sobre Serviços (ISS) O ISS é um imposto municipal que considera o preço do serviço prestado como base de cálculo.As normas variam de acordo com o município e a alíquota é limitada entre 2% e 5%.No Simples Nacional, a taxa é de 2% a 4,65% quando o faturamento chega a R$ 1,8 milhão. Já quem obtém um faturamento maior deve pagar 5%.Os profissionais autônomos, que atuam como prestadores de serviços, também precisam pagar o ISS. Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) O ICMS é um imposto estadual cobrado quando ocorre alguma transação de produtos entre Estados, por exemplo, de São Paulo para o Rio de Janeiro.Cada estado define a sua alíquota, que varia entre 7% e 18%.As empresas inscritas no Simples Nacional pagam uma alíquota entre 1,25% e 3,95% caso sejam da indústria ou comércio. Contribuição Previdenciária Patronal (CPP) O CPP é o imposto atribuído à seguridade social.A alíquota varia entre 2,75% e 4,6% para indústria e comércio e de 4% a 7,83% para serviços de empresas enquadradas no Simples Nacional.Para os demais regimes tributários, a taxa é de 20%, mensurada sobre a folha de pagamento. Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) É o tributo cobrado das companhias que produzem ou importam produtos, ou seja, as indústrias.A alíquota é calculada considerando o preço de venda do produto e as taxas são estipuladas na Tabela do IPI (TIPI).Para o Simples Nacional, existe uma alíquota padrão de 0,5% cobrada somente das indústrias. Como você pode perceber, mesmo as pequenas empresas precisam pagar diferentes tipos de tributos, o que influencia o tempo gasto para que seu contador consiga fazer o cálculo correto de cada imposto e o pagamento deles. Agora que você entende melhor sobre impostos de pequenas empresas e como a definição do regime tributário pesa no orçamento do seu negócio, é importante ter certeza de que seu serviço de contabilidade atende suas necessidades. _______________________________________________________________________________ Se você está pensando em mudar para a contabilidade digital consultiva, mas acha que isso é muito complicado, a Solvção está à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas sobre o assunto.

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Taxas municipais: o que sua empresa precisa pagar

Ao abrir seu negócio, é importante manter regular os impostos e taxas Federais, Estaduais e Municipais, sabendo que as cobranças federais abrangem todo o território nacional, diferente de quando falamos da taxa municipal. É necessário ter as informações da cidade que seu negócio está inserido, seja para abertura ou manutenção do negócio. Por isso, separamos essa matéria para que você entenda onde consultar e como pagar as taxas municipais. O que é taxa municipal? A taxa municipal é a cobrança de valores pelas Prefeituras e tem pagamentos a serviços solicitados ao órgão, sendo eles recorrentes ou não. Embora a legislação federal tenha uma orientação abrangente sobre as taxas municipais, a definição de valores e datas é feita pela Prefeitura – então cada cidade pode ter um nome e valores diferentes. As taxas municipais Com relação as taxas empresariais, as prefeituras geralmente cobram pelo menos dois tipos: – Licenciamento, ao abrir a empresa;– Fiscalização sanitária, para empresas que se enquadram neste perfil, como restaurante e locais que utilizam coisas perecíveis. Em cada município as cobranças podem ter nomes diferentes, por isso você pode consultar sua contabilidade o que se encaixa com seu negócio. Em muitas cidades há diferença nas taxas para MEI (Microempreendedor Individual), ou até isenção da cobrança. As taxas municipais para empresas mudam com o porte? Para que o exemplo fique mais claro, vamos explorar o exemplo da Prefeitura Municipal de São Paulo. A Secretaria da Fazenda da Prefeitura Municipal de São Paulo informa sobre as taxas de forma online. No Município estão vigentes três taxas: – TFE – Taxa de Fiscalização de Estabelecimentos, que visa o controle e fiscalização referente à segurança, saúde, higiene, vigilância sanitária, ordem pública, dentre outros serviços; – TFA – Taxa de Fiscalização de Anúncios, que visa o controle e fiscalização referente à exploração ou utilização de anúncios em vias públicas ou qualquer lugar de acesso ao público; – TRSS – Taxa de Resíduos Sólidos de Serviços de Saúde, que custeia a coleta, transporte e destino final dos resíduos originados dos serviços de saúde de população humana e animal. Esta tem valores diferentes referente ao volume de resíduos gerados e podem ser classificadas como pequenos ou grandes geradores. Como fazer o pagamento das taxas Cada município define as taxas e formas de cobrança, bem como os valores. O pagamento é realizado pela guia de arrecadação municipal – que na maioria dos casos pode ser emitida de forma online. Para que essas taxas servem? Os valores das taxas servem para custear o funcionamento dos serviços municipais. Seu pagamento é obrigatório, definido em legislação. Assim, é possível entender a importância de ter uma parceria com sua contabilidade. A SOLVÇÃO Contabilidade está pronta para Contabilizar uma História de Sucesso COM VOCÊ e te auxiliar a realizar seu sonho de empreender.

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Casal de empresários realizando a gestão de estoque do local.

Gestão de estoque: como fazer de forma eficiente

Gestão de estoque é o processo de controle e rastreamento de itens de uma empresa. Está na base de estratégias de vendas e pode fazer a diferença entre seu sucesso e fracasso. A partir de uma análise é possível supervisionar as quantidades, repor itens, administrar vendas e possíveis demanda. Quando bem feita, equilibra os custos de manutenção e evita excessos ou falta de produtos, evitando perdas financeiras e garantindo a satisfação dos clientes. Mas afinal, o que é a Gestão de Estoque e como colocar em prática? É o que vamos abordar aqui! O que é Gestão de Estoque? É o processo de controlar e administrar produtos, materiais armazenados por uma organização. Aqui, é preciso supervisionar as quantidades, repor itens quando necessário, monitorar os níveis de estoque e organizar os produtos. Existem três objetivos centrais para o controle de estoque, veja: Ter um sistema de gerenciamento de estoque confiável ajuda os clientes de um e-commerce a ter uma experiência positiva. Os donos das lojas têm uma visualização melhor dos produtos que estão em excesso, em falta, fora do estoque ou completamente ausentes. Ter esse controle ajuda a prever as compras necessárias e evita a falta de produtos em períodos de alta demanda. Assim, quando um produto está disponível, aparece de forma correta na loja virtual e os clientes têm a garantia que vão receber o produto. A importância de uma boa Gestão de Estoque Existem várias razões que mostram que investir no controle de estoque está longe de ser uma perda de tempo ou dinheiro. Confira! Evitar perdas por falta de produtos Como falamos, uma gestão de estoque bem feita garante que a empresa tenha produtos para atender à demanda imediata de seus clientes. Mantendo produtos disponíveis significa mais vendas e clientes satisfeitos. Redução de custos Ter produtos em excesso tem um custo, porque inclui despesa de armazenamento, manutenção e o próprio dinheiro que poderia ter sido investido em outros lugares ou outros produtos. Diminui riscos de obsolescência Quando os itens de estoque ficam muito tempo parados, eles se tornam obsoletos. Um monte de produtos antigos em estoque é mais difícil de vender, o que faz você perder dinheiro. Aumento de eficiência operacional Um sistema de Gestão de Estoque torna o processo de suprimento e entrega mais tranquilo, o que significa menos atrasos e erros e, consequentemente, clientes mais satisfeitos. Lembre-se: clientes felizes voltam para mais compras e indicam seu negócio para mais pessoas! Boas práticas para uma Gestão de Estoque Eficiente Veja as dicas valiosas que vão fazer a diferença na sua empresa! Bons fornecedores Ter uma boa relação com os fornecedores garante a qualidade dos produtos, prazos confiáveis e possibilidade de negociação de preços e condições. Caso não possua empresas parceiras, dê uma olhada nessas dicas: – Pesquise potenciais fornecedores levando em consideração preço, prazos de entrega, qualidade e histórico de atendimento; – Negocie termos e condições favoráveis, como descontos ou prazos de pagamento estendidos; – Mantenha registros detalhados das transações com os fornecedores para ter referência futuramente. Dessa forma, você minimiza problemas rotineiros da sua empresa e garante que os produtos estejam disponíveis no momento certo. Registro de entradas e saídas Registrar as compras e vendas é fundamental para uma boa Gestão de Estoque. Isso porque nem todos os produtos têm a mesma taxa de venda, pois alguns são mais populares e tem maior movimento, enquanto outros tem uma demanda menor. Fazer esse acompanhamento ajuda a identificar os itens de maior demanda e os que podem se tornar obsoletos. Ter um software que registre as transações permite que você tenha uma visão atualizada do seu estoque. Inventário de materiais Fazer o inventário envolve contar os produtos em estoque para verificar se o número está de acordo com o sistema. Padrão no cadastro de produtos Ter uma base padronizada de nomes e categorias de produtos facilita a localização dos itens no estoque. Integração do Estoque com outras áreas As estratégias de venda devem ser baseadas em informações de previsões de demanda, enquanto o setor de compras precisa compreender a necessidade do estoque. Ou seja, a integração dos setores da empresa contribui com a Gestão de estoque. Portanto, entendemos que a Gestão de Estoque é um desafio, mas esse processo não precisa ser complicado. Utilize as melhores práticas e tecnologias disponíveis para facilitar sua vida. Conte com o auxílio da Solvção Contabilidade de forma completa ou por meio de Consultoria Empresarial. Vamos Contabilizar uma História de Sucesso JUNTOS!

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DCTFWeb: O que muda a partir de Janeiro de 2024

A partir do Período de Apuração (PA) janeiro de 2024, a DCTFWeb (Declaração de Débitos e Créditos Tributados Federais Previdenciários e de Outras Entidades e Fundos) terá novos tributos a ser declarados, veja: – Valores de retenção de Imposto de Renda, Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), Programa de Integração Social (PIS) e Cofins escriturados na EFD-Reinf; e – Os valores de PIS/Pasep sobre a folha de pagamento e escriturados no eSocial. Via de regra, os recolhimentos dos tributos mencionados ocorrerão em fevereiro de 2024 e serão realizados por meio do DARF (Documento de Arrecadação de Receitas Federais), numerado emitido pela DCTFWeb. No caso do vencimento do tributo ser anterior ao prazo de entrega da declaração, este deve ser recolhido preferencialmente pelo DARF numerado emitido no sistema SicalcWeb. Assim, antes do contribuinte confessar a dívida da DCTFWeb, poderá importar os Darfs pagos para abater os valores dos débitos declarados, o que evita pagamentos em duplicidade. Vale destacar que, sobre os tributos mencionados anteriormente, em fevereiro pode ocorrer a obrigatoriedade da entrega de duas obrigações: Por fim, outro fato importante é que o IRRF sobre rendimentos do trabalho, que já é declarado em DCTFWeb desde o PA maio de 2023. Para ter tranquilidade nos processos da sua empresa, conte com a equipe da SOLVÇÃO! Seja para cuidarmos diretamente da sua empresa ou por meio da Terceirização Contábil, teremos o maior prazer em Contabilizar uma História de Sucesso JUNTO COM VOCÊ!

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Contabilidade Digital: é preciso evoluir!

A Contabilidade Digital utiliza a internet, softwares e outras tecnologias para otimizar os serviços contábeis. Dessa forma, os processos da contabilidade são feitos de forma mais ágil e minimizando erros. Além disso, ferramentas podem coletar e analisar dados, fazendo com que os setores da contabilidade melhorem seus resultados e impactam seus clientes de forma positiva. Contabilidade Digital e Online são a mesma coisa? De cara, afirmamos que não! A Contabilidade Digital utiliza a tecnologia de forma mais ampla do que a Online e isso significa MUITO! Por mais que muitos processos sejam feitos pela internet ou de forma remota, sem sempre envolve programas e ferramentas de automação. Todas essas facilidades são parte do perfil, que é uma solução completa, por ter um maior potencial de otimizar os serviços contábeis e revoluciona a contabilidade tradicional. Qual o objetivo da Contabilidade Digital? O principal objetivo é otimizar os serviços contábeis, executando de forma mais rápida e segura. Para tratarmos isso de forma mais detalhada, podemos citar outras vantagens, como: – Ganho de produtividade;– Redução de erros e, consequentemente, de retrabalho;– Cumprimento da legislação de forma mais eficiente;– Maior qualidade na entrega do serviço. De modo geral, a Contabilidade Digital busca agregar valor e impactar positivamente na organização como um todo com a transformação digital. Por que contratar? Ela permite que as atividades sejam mais estratégicas, agindo a favor dos resultados do seu negócio. Vale lembrar que um dos papéis da contabilidade é garantir um com controle financeiro e o cumprimento de obrigações. Se tratando de processos burocráticos, caso a contabilidade seja interna, o processo de terceirização também pode facilitar muito a vida do empresário. Por fim… A Contabilidade Digital rompe com o modo tradicional de realizar os serviços contábeis. Para aproveitar os benefícios que a Contabilidade Digital oferece, entre em contato com a SOLVÇÃO! Além dos serviços contábeis, oferecemos diversos outros serviços que irão cuidar da sua empresa.

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Imposto de Renda 2024 – Prazos e mudanças

A Declaração do Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF) de 2024 tem o prazo de entrega de 15 de março a 31 de maio, assim, os contribuintes terão dois meses e meio para cumprir essa obrigação. A Receita Federal estima que mais de 13,5 milhões de cidadãos estejam isentos da declaração. O que é o Imposto de Renda? É um tributo federal aplicado sobre o que cada brasileiro ganha (renda) anualmente, acompanhando a evolução patrimonial ano após ano. Para realizar esse acompanhamento, o governo solicita aos trabalhadores e empresas que informem à Receita os seus ganhos anuais. No ano seguinte é avaliado se o que foi cobrado era realmente devido. Quem precisa declarar Imposto de Renda em 2024? A obrigatoriedade se dá a todos que receberam rendimentos tributáveis que ultrapassam R$ 28.559,70 em 2023 e também: – Quem teve um rendimento maior que R$ 40 mil em rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados na fonte, cono bolsa de estudo e indenizações trabalhistas; – Aqueles que possuem bens, como imóveis e veículos, com valor superior a R$ 300 mil; – Se movimentaram operação na bolsa de valores com valor superior a R$ 40 mil; – Quem teve receita bruta anual de atividade rural maior que R$ 142.798,50; – Estrangeiros que se mudaram para o Brasil em qualquer mês de 2023. A faixa de isenção deste ano foi ampliada, ficando isentos quem possui renda mensal de até R$ 2.640, um valor que corresponde ao cálculo de R$ 2.112 adicionado ao desconto de R$ 528, aplicado ao imposto pago diretamente na fonte. Antes dessa mudança, a isenção era aplicada apenas a quem tinha renda de até R$ 1.903,98 ao mês. Tabela do Imposto de Renda 2024 Além disso, será concedido um desconto de R$ 528 sobre o imposto pago direto na fonte para todos os contribuintes que optarem pelo modelo simplificado. Veja alguns exemplos práticos na tabelo abaixo. Vale lembrar que, devido o desconto simplificado, quem ganha até R$ 2.640 estará isento do imposto. Por que declarar Imposto de Renda? Segundo o Ministério da Fazenda, parte dos impostos arrecadados é destinada para a saúde, educação, segurança e inúmeros serviços públicos prestados. Outra parte é enviada para programas de geração de empregos e incluso social, como plano de reforma agrária, construção de habitação popular, saneamento e reurbanização. Além disso, uma parte é direcionada para investimentos em infraestrutura, segurança pública, cultura, esporte, defesa do meio ambiente e para estimular o desenvolvimento da ciência e tecnologia. Penalidades para o atraso do IR A Receita Federal cobra uma multa pelo atraso no envio, assim como a falta de entrega pode gerar irregularidade no CPF, impedindo o recebimentos de pix, transferências bancárias, compra e venda de imóveis. O contribuinte que deixa de entregar a declaração no prazo recebe uma multa aplicada ao imposto devido com acréscimo de juros e tem valor mínimo de R$ 165,74. O valor corresponde a 1% ao mês, calculado sobre o valor do imposto devido, com um limite máximo de 20% do valor. Pare de se preocupar em como vai entregar seu Imposto de Renda sem perder o prazo! Conte com a SOLVÇÃO Contabilidade. Nós nos preocupamos por você. Temos um time especializado e pronto para declarar o seu IRPF. Entre em contato com a gente e Vamos Contabilizar uma História de Sucesso JUNTOS!

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Alíquota do Lucro Presumido para Serviços

O que é o Lucro Presumido? Tributações do Lucro Presumido Obrigações Acessórias do Lucro Presumido Como saber o valor do percentual presumido? O que difere o Lucro Presumido dos demais regimes tributários? Vantagens do Lucro Presumido Desvantagens do Lucro Presumido   Você sabe quanto uma empresa de Serviços no Lucro Presumido paga de impostos, quais são e como isso funciona? A Solvção separou esse conteúdo para te explicar a tributação de empresas no Lucro Presumido e tirar suas dúvidas sobre o assunto.   No Brasil, o Lucro Presumido é uma das opções tributárias para empresas que não se enquadram no Simples Nacional, mas desejam uma alternativa simplificada em relação ao Lucro Real. Para empresas prestadoras de serviços, entender a alíquota do Lucro Presumido é essencial para calcular e gerir os impostos. O que é o Lucro Presumido? O Lucro Presumido é um regime tributário adotado por empresas no Brasil para a apuração simplificada do Imposto de Renda (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). Nesse regime, a base de cálculo desses impostos é determinada de forma presumida, utilizando-se uma porcentagem fixa sobre a receita bruta da empresa, sem considerar os custos e despesas efetivamente incorridos.   Essa porcentagem, variável de acordo com o tipo de atividade da empresa, representa uma presunção do lucro que a empresa obteve. Ou seja, em vez de calcular os impostos com base no lucro real, que leva em consideração todos os custos e despesas, o Lucro Presumido simplifica o processo ao presumir um lucro a partir da receita bruta.   Empresas que optam pelo Lucro Presumido precisam pagar IRPJ e CSLL com alíquotas pré-determinadas sobre essa receita presumida, sem a necessidade de apresentar a contabilidade completa para o cálculo desses tributos.   É importante ressaltar que, mesmo adotando o Lucro Presumido, a empresa ainda precisa pagar outros tributos, como o PIS, COFINS, INSS (separadamente da apuração do IRPJ e CSLL) e seguir outras obrigações fiscais e contábeis previstas na legislação.   Esse regime é mais indicado para empresas que têm uma margem de lucro mais elevada em relação às suas despesas e custos, já que não permite a dedução completa de todos os gastos, podendo, em alguns casos, resultar em uma carga tributária maior se comparado ao Lucro Real, outro regime tributário.   Em resumo, o Lucro Presumido simplifica a tributação ao estimar o lucro a partir de uma porcentagem fixa sobre a receita bruta, porém, sua aplicação deve ser analisada de acordo com o perfil e as características específicas de cada empresa. Tributações do Lucro Presumido No regime do Lucro Presumido, as empresas devem pagar alguns tributos com base na receita presumida, sem considerar todos os gastos e despesas efetivamente realizados. Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) Calculado à alíquota de 15% sobre a base de cálculo presumida. Essa base é determinada aplicando-se uma porcentagem sobre a receita bruta da empresa, variável de acordo com a atividade. Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) Incide à alíquota de 9% sobre a mesma base de cálculo do IRPJ, ou seja, a porcentagem aplicada sobre a receita bruta para estimar o lucro presumido. Além desses tributos diretamente ligados à atividade e à receita bruta, as empresas que optam pelo Lucro Presumido ainda precisam considerar outros impostos e contribuições, tais como: PIS (Programa de Integração Social) Alíquota de 0,65% a 1,65% sobre a receita bruta, dependendo do ramo de atividade. COFINS (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) Alíquota de 3% a 7,6% sobre a receita bruta, variando conforme a atividade econômica da empresa. Contribuição Previdenciária Patronal (INSS) Este tributo incide sobre a folha de pagamento da empresa e não é diretamente relacionado ao regime de tributação, mas sim à contratação de funcionários. É fundamental estar ciente de que, apesar de simplificar o cálculo de alguns tributos, o Lucro Presumido não elimina todas as obrigações fiscais e contábeis da empresa. Ela ainda precisa cumprir com outras obrigações acessórias, como emissão de notas fiscais, manutenção de livros contábeis e entrega de declarações específicas exigidas pela legislação fiscal brasileira. Obrigações Acessórias do Lucro Presumido Escrituração Contábil Livro Caixa: Registra as receitas, despesas, investimentos e movimentações financeiras da empresa. Livro Razão: Detalha todas as movimentações financeiras da empresa, mostrando o saldo das contas.  Emissão de Documentos Fiscais Emissão de Notas Fiscais: Documentos que formalizam as transações de compra e venda de produtos ou serviços. Escrituração Fiscal Digital (EFD): Obrigatoriedade de enviar arquivos digitais com informações de todas as operações da empresa para a Receita Federal. Entrega de Declarações DCTF (Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais): Declaração que informa os débitos e créditos fiscais da empresa. DIRF (Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte): Declaração que informa os rendimentos pagos e os impostos retidos na fonte. SPED Contábil: Documento eletrônico que registra toda a escrituração contábil da empresa. SPED Fiscal: Registro digital de todas as operações de entrada e saída de mercadorias e serviços. ECD (Escrituração Contábil Digital): Documento digital que contém toda a escrituração contábil da empresa. Outras Obrigações Regularidade Fiscal: Manter a regularidade fiscal, incluindo o pagamento dos tributos e o cumprimento das obrigações acessórias dentro dos prazos estipulados. Demonstrações Contábeis: Elaboração e apresentação periódica de demonstrativos contábeis, como o Balanço Patrimonial e a Demonstração de Resultados do Exercício. Recolhimento de Tributos e Contribuições Sociais: Além dos impostos, a empresa deve pagar outras contribuições sociais, como o INSS sobre a folha de pagamento.   O não cumprimento dessas obrigações acessórias ou o seu cumprimento inadequado pode acarretar multas e penalidades para a empresa, por isso é essencial manter-se em dia com todas as exigências contábeis e fiscais estabelecidas pela legislação brasileira. Como saber o valor do percentual presumido? Os percentuais presumidos para o cálculo do Lucro Presumido variam de acordo com o tipo de atividade econômica da empresa. Eles são estabelecidos pela legislação tributária e representam uma porcentagem aplicada sobre a receita bruta para estimar o lucro tributável da empresa. Aqui estão alguns exemplos dos percentuais presumidos mais comuns para algumas atividades: Comércio Revenda

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A importância dos Indicadores de Departamento Pessoal

Atualizado em 08/12/2023. A sua gestão de talentos está trazendo resultados positivos? A melhor maneira de descobrir é usando indicadores de desempenho de departamento pessoal. Os indicadores de desempenho são ferramentas que calculam resultados e mensuram o impacto de determinadas ações realizadas em uma organização. Para o setor de departamento pessoal, o uso de indicadores é fundamental para descobrir o potencial de cada colaborador e atribuir funções e responsabilidades de acordo com seu perfil profissional. Isso ajuda a melhorar o serviço e os resultados da empresa. Além disso, com a ajuda dos indicadores de departamento pessoal, é possível identificar quais estratégias têm dado certo e quais não estão funcionando tão bem. Assim, fica mais fácil agregar valor ao negócio por meio de ações focadas nos colaboradores. Pensando nisso, separamos 7 indicadores de departamento pessoal para você utilizar na sua empresa. Confira e saiba como eles podem te ajudar a acompanhar os resultados e a tomar decisões mais assertivas.     7 indicadores de departamento pessoal Alguns KPIs de gestão de pessoas são fundamentais para acompanhar o desempenho do departamento de RH. Conheça alguns deles.   Rotatividade de funcionários Também conhecido como turnover, a rotatividade de funcionários é um indicador que mostra a quantidade de colaboradores que se desligam da empresa em determinado período de tempo. O cálculo pode ser feito de forma geral ou segmentado por cargo, departamento, gênero, idade, etc. Com o resultado do turnover é possível, por exemplo, identificar padrões nos perfis de funcionários para os quais a empresa é mais interessante e se há evasão de um tipo específico de profissional. Ao determinar esse índice, evite usar porcentagens vagas. Utilize números absolutos, expondo de que maneira isso pode ser bom ou ruim para empresa.   Custos de rotatividade A rotatividade gera custos para a empresa. Para calcular este KPI gestão de pessoas, é necessário inserir todas as informações de despesas relacionadas a pagamento das rescisões contratuais, multas, tributos e reposição do profissional que saiu da empresa, além de treinamentos e demais capacitações com o novo funcionário. A rotatividade representa um alto custo para as empresas, por isso, medi-la é fundamental.   Eficácia de treinamentos Uma das responsabilidades do departamento pessoal é garantir que os colaboradores recebam os treinamentos certos no momento certo. Para garantir a eficácia dos treinamentos, é interessante medir quantos funcionários receberam treinamento. Além disso, você pode fazer uma avaliação de desempenho comparando a performance do funcionário antes e depois de ser treinado.   Satisfação dos funcionários Muitos empresários se preocupam apenas com a satisfação dos clientes e esquecem que funcionários insatisfeitos também podem impactar os resultados do negócio. Esse indicador é importante para saber se os colaboradores estão felizes em trabalhar na empresa. Dependendo do resultado, fica mais fácil definir as estratégias que podem ser tomadas para melhorar o índice de satisfação. Para isso, faça uma pesquisa e colete dados quantitativos e qualitativos.   Horas extras X Horas trabalhadas A relação entre horas extras e horas trabalhadas está ligada à produtividade dos colaboradores. É um dos indicadores de horas extras mais usados. Incluir esse índice entre seus KPIs de RH é importante para avaliar se os funcionários estão sendo sobrecarregados em suas funções, se a capacidade operacional da empresa está dentro dos conformes, se há necessidade de realocar mão de obra ou de fazer novas contratações.   Taxa de absenteísmo A taxa de absenteísmo é um dos mais importantes indicadores de departamento pessoal. Ela mede o número de faltas, justificadas ou não, que ocorreram durante determinado período e pode ser aplicado de maneira coletiva ou individual. A partir desse índice, é possível identificar os motivos do alto absenteísmo, como insatisfação dos funcionários (más condições de trabalho, remuneração baixa, pouco reconhecimento etc.) e problemas pessoais. A taxa de absenteísmo é extremamente importante para a empresa, pois, quanto maior ela for, menor será a produtividade e maiores serão as despesas.     Índice de reclamações trabalhistas As reclamações trabalhistas são um dos principais motivos de dor de cabeça para os empresários. Isso porque enfrentar um processo judicial dessa natureza gera muito desgaste e custos com advogados e indenizações. Por isso, é fundamental que o departamento pessoal esteja atento ao índice de reclamações trabalhistas. O objetivo desse KPI de RH é fazer com que ele esteja o mais baixo possível. Para evitar esse tipo de processo, a empresa deve sempre se assegurar de que está operando dentro das obrigações legais, oferecendo boas condições de trabalho, não atrasando os pagamentos, recolhendo INSS, FGTS etc.   Esses foram os 7 principais indicadores de departamento pessoal. Qual deles você já usa na sua empresa?   Se você é empresário, experimente mudar para a Contabilidade Digital Consultiva. A Solvção está à disposição para ajudar a esclarecer suas dúvidas. É só entrar em contato com a gente pelo telefone 11 4858-4085 / WhatsApp 11 95050-1217 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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Sou aposentado e quero abrir um MEI. Perco o benefício?

Aposentados e pensionistas que desejam se tornar Microempreendedores Individuais (MEI) sem afetar sua aposentadoria, essa matéria é pra você! Aí vai sua resposta: Sim! Aposentados e pensionistas podem ser MEIs sem perder seu benefício. Mas vale ressaltar que como tudo na vida, existem exceções, por exemplo, um aposentado que se torna MEI ou Sócio de uma empresa, está sujeito a contribuir para o INSS. Quando o aposentado não pode ser MEI? Estão no grupo de quem não pode ser MEI os aposentados por invalidez, servidores públicos federais, aposentados especiais, sócios de outras empresas e aqueles que recebem seguro-desemprego (estes, mesmo que possam ser MEI, perdem o benefício do seguro). Se tratando de servidores públicos, o caso é mais complexo. Não podem ser MEI os servidores federais, porém, os estaduais e municipais podem – desde que verifiquem as leis locais. Os aposentados por invalidez que são pensionistas do INSS, ao abrir um MEI são considerados recuperados, dessa forma deixam de receber o benefício. Uma segunda aposentadoria sendo MEI? Ao se tornar MEI, o aposentado tem direito a uma segunda aposentadoria? A resposta é Não. A formalização do MEI de um aposentado não dá direito a uma segunda aposentadoria, mas o empreendedor passa a ter acesso ao serviço de reabilitação profissional do INSS – caso precise – além de outros benefícios previdenciários. Como se tornar um MEI? Se você é aposentado e segue com o desejo de se tornar um MEI, fique atento a algumas condições. Para se tornar MEI, precisa cumprir requisitos como: Renda Bruta Anual até R$81 mil; Ter no máximo 1 funcionário registrado; Não ter participação em outra empresa, seja como sócio, titular ou administrador; Estar incluído em uma das atividades permitidas ao MEI. Portanto, ser aposentado e abrir um MEI para dar continuidade na sua jornada no mercado de trabalho com seu próprio negócio, pode ser benéfico! E caso deseje abrir o seu MEI, pode contar com toda a equipe da SOLVÇÃO! Aqui você tem agilidade, valor justo e atendimento personalizado. Entre em contato pelo site, redes sociais e WhatsApp. Vamos Contabilizar uma História de Sucesso JUNTOS!

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Lucro real: Qual empresa pode aderir a este regime?

Atualizado em 23/11/2023. O Lucro Real é um dos regimes tributários no qual o cálculo do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL), é realizado com base no lucro real da empresa.  É considerado por muitos como um regime mais complexo, por possuir regras mais rígidas, o que exige uma gestão minuciosa para que os valores apurados reflitam a realidade da empresa. Mas diante dos cálculos corretos, o gestor obtém a redução de despesas tributárias. Então, saiba que as alíquotas do Lucro Real são calculadas com base no lucro que foi obtido a partir das receitas e despesas geradas no período.  Portanto, se você pretende abrir uma empresa e quer saber mais informações sobre este regime, veja neste artigo quais empresas podem aderir ao Lucro Real.  Tributação Para facilitar a coleta de dados desse regime tributário, a Receita Federal disponibiliza o ECF-SPED, que se trata de um sistema digital voltado à escrituração contábil fiscal. Através dele é feito o envio dos dados da empresa, mediante os cálculos de alíquotas que são o resultado da seguinte fórmula: Receita (-) Despesas (=) Lucro Real. Assim, as alíquotas são as seguintes: Imposto de Renda Pessoa Jurídica: 15% para lucro de até R$ 20 mil mensais; Imposto de Renda Pessoa Jurídica: 25% para lucro superior a R$ 20 mil mensais.  Contribuição Social sobre o Lucro Líquido: a alíquota será de 9% sobre o lucro. Diante disso, os encargos aumentam ou diminuem de acordo com o lucro registrado no período. Por isso, a tributação mais justa é uma das principais vantagens do Lucro Real, além disso, também pode ser feita a compensação de prejuízos fiscais e a possibilidade de aproveitar créditos do PIS (Programa de Integração Social) e da Cofins (Contribuição para Financiamento da Seguridade Social) que também incidem sobre o Lucro Real.  Além disso, a empresa que faz adesão a este regime fica desobrigada a pagar os tributos sobre o lucro quando a empresa apresenta prejuízo fiscal. Quem pode aderir?  Algumas empresas devem, obrigatoriamente, optar pelo regime de tributação do Lucro Real em razão da atividade que exercem ou quando possuem um faturamento superior a R$ 78 milhões. Também devem optar por esse regime as organizações dos seguintes setores: Bancos, instituições independentes, cooperativas de crédito, seguro privado, entidades de previdência aberta e sociedades de crédito imobiliário; Empresas que obtiveram lucros e fluxo de capital com origem estrangeira; Empresas que exploram atividades de compras de direitos de crédito como resultado de vendas mercantis a prazo ou de prestação de serviços; Empresas com benefícios fiscais como a redução ou isenção de seus impostos. Da mesma forma, todas as empresas que se encaixam no setor financeiro ou faturamento acima condicionadas a adotar esse regime tributário. Vale ressaltar que qualquer empresa pode aderir ao regime voluntariamente.   A opção de aderir ao Lucro Real deve ser feita no início de cada ano-calendário e não poderá ser alterada ao longo do ano. Desta forma, a orientação é de que todas as obrigações fiscais da empresa estejam em dia para que seja possível se enquadrar nesse regime. Se você é MEI ou do Lucro Real, experimente mudar para a Contabilidade Digital Consultiva. A Solvção está à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas. É só entrar em contato com a gente pelo telefone 11 4858-4085 ou WhatsApp 11 95050-1217 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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Produtividade: 4 estratégias para fazer mais no trabalho em menos tempo

Atualizado em 09/11/2023. Produtividade é uma palavra que está em alta. Com a adoção do home office, algumas pessoas se sentiram mais produtivas, enquanto outras, menos.  Cada pessoa tem um ritmo de trabalho, e isso pode influenciar positivamente ou negativamente na hora de administrar a quantidade de trabalho e as horas do dia. Para muitos, o desafio é saber como fazer mais coisas em menos tempo. A fundadora da empresa de consultoria australiana Inventium, dedicada a fornecer assessoria em ciências comportamentais, Amantha Imber, criou quatro estratégias que podem ajudar a administrar o tempo de forma mais eficaz para ter uma melhor qualidade de vida. Nos últimos três anos, a especialista entrevistou pessoas de diferentes áreas de trabalho para tentar descobrir como podemos estruturar nossos dias de modo a tirar mais proveito deles. Nessas conversas, ela ouviu várias vezes que não é saudável deixar que as prioridades de outras pessoas determinem as suas. “A produtividade não tem a ver com quantas horas você trabalha ou quantas tarefas pendentes você pode tirar da sua lista”, afirma Imber em entrevista à BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC. “Trata-se de fazer o que você precisa para trabalhar de maneira eficiente.“ A seguir, confira quatro estratégias utilizadas por pessoas altamente produtivas, segundo os estudos realizados por Imber. Alinhe o trabalho com seu ‘cronotipo’ O “cronotipo” é simplesmente uma forma de se referir ao relógio biológico. Assim, é importante determinar seus momentos de maior e menor energia.  De acordo com Imber, cerca de 10% das pessoas são “cotovias” que se sentem mais dispostas pela manhã. No outro extremo do espectro, estão os 20% da população chamados de “corujas”, aqueles que trabalham melhor à noite. A maioria das pessoas se encontra, no entanto, em algum ponto intermediário. Normalmente, sentem um pico de energia antes do meio-dia, uma queda depois do almoço e um segundo estímulo no fim da tarde. Aqui, o fundamental é que você organize o seu dia levando em conta seu relógio biológico, de forma que as atividades que exigem maior concentração ou que são mais relevantes sejam realizadas nos momentos em que sua energia está em alta — e que você deixe as atividades mais rotineiras (como responder e-mails, por exemplo) para quando sua energia cai. Planeje a jornada de trabalho no fim do dia anterior Um dia produtivo não acontece por acaso. Requer planejamento. Se escrevermos o que queremos fazer, quando e onde, é muito mais provável que os objetivos sejam alcançados. Uma maneira eficaz de fazer isso é anotar suas três prioridades para o dia seguinte, ou seja, aquelas coisas que você não pode deixar de fazer. O próximo passo é completar a lista de tudo que tem pela frente, de preferência hora a hora. Também é conveniente acrescentar no final pequenas tarefas que podem ser feitas entre reuniões ou em qualquer intervalo. No fim das contas, o que mais ajuda é um planejamento cuidadoso. Desenvolva métodos São relacionados a onde e quando trabalhar de acordo com o tipo de tarefa. Ao fazer isso de forma consistente, seu cérebro irá associar esses sinais físicos e temporais a essas tarefas. Por que o tempo e o espaço são importantes? Basicamente porque nos ajudam a mudar a “chave” mental. Por exemplo, há pessoas que, quando precisam resolver problemas complexos ou desafios criativos, usam certos trajetos para caminhar e pensar. Outros preferem dividir as tarefas entre um espaço do escritório e outro, o que ajuda a quebrar a monotonia e também influencia a atitude com que abordamos determinados desafios. E se você trabalha de casa, isso ajuda a definir o que fazer em que cômodo. Ou dividir o espaço entre manhã e tarde. Você pode participar de reuniões por videoconferência no quarto, responder e-mails na sala e se concentrar em uma poltrona. Depois de praticar por algumas semanas, você terá gerado um fluxo que torna mais fácil atingir os objetivos em menos tempo. Evite bloquear 100% a agenda Um dia completamente bloqueado na agenda pode dar uma falsa sensação de produtividade. Você não terá tempo para resolver imprevistos, momentos de criatividade ou contato social com membros de sua equipe. Se sua agenda parece estar sempre cheia, programe deliberadamente um tempo para não fazer nada. Você pode usar esse tempo para tarefas inesperadas que surgem ao longo do dia ou para fazer uma pequena pausa que pode ajudá-lo a arejar a cabeça e seguir em frente com mais energia. Se você precisa aumentar a produtividade da sua empresa, experimente mudar para a Contabilidade Digital Consultiva! A Solvção está à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas. Entre em contato com a gente pelo telefone 11 4858-4085 ou WhatsApp 11 95050-1217 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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Entenda como funciona o Lucro Real

O que é o Lucro Real? Como funcionam os ajustes fiscais? O principal desafio do Lucro Real As empresas podem aderir ao Lucro Real Calculando as alíquotas do Lucro Real As vantagens do Lucro Real As desvantagens do Lucro Real Os cuidados para essa tributação Organize os processos internos Entenda o período de apuração   O Lucro Real é um dos regimes mais importantes que existem no Brasil. Com vantagens e desvantagens, ele faz parte de uma pequena parcela de empresas quando comparado a outros regimes tributários.   Dentre os regimes tributários temos: Presumido, Arbitrado, Simples Nacional e o Lucro Real.   Este é considerado o mais complexo com relação aos outros tipos de regime tributário. Seu cálculo é mais longo e envolve a apuração da própria empresa, bem como os ajustes da legislação fiscal.   Uma característica importante é que as empresas dessa tributação precisam apresentar à Secretaria da Receita Federal os registros especiais de seu sistema contábil e financeiro.   Para entender todas as informações sobre o Lucro Real, não deixe de ver o conteúdo que a Solvção preparou para você! O que é o Lucro Real? O Lucro Real é um regime tributário que tem as alíquotas calculadas com base no lucro líquido gerado das receitas e despesas no período.   A apuração pode ocorrer de forma trimestral ou anual e, como os outros regimes, apresenta vantagens e desvantagens. Assim, é importante ter profissionais capacitados para tomar as melhores decisões.   No regime do Lucro Real, o cálculo do IRPJ e CSLL parte do lucro contábil acrescido de ajustes (exclusões e adições) determinado pela legislação fiscal e suas normatizações. Para ficar mais fácil, podemos colocar assim: Lucro ou Prejuízo Contábil (+) Adições (-) Exclusões (=) Lucro Real ou Prejuízo Fiscal do Período   Com isso, são feitos os cálculos para cumprir as obrigações fiscais da empresa, garantindo segurança. Como funcionam os ajustes fiscais? O controle dos ajustes fiscais é registrado em dois livros fiscais, o Livro Eletrônico de Apuração do Lucro Real (e-LALUR) e o Livro Eletrônico de Apuração da Base de Cálculo da CSLL (e-LACS).   Desde 2014 as empresas passaram a entregar esses livros por meio da ECF, dispensando o controle de forma física.   Para uma apuração correta, é importante que o sistema contábil tenha suporte para o controle das contas que serão adicionadas e excluídas, assim como informações que podem ser exibidas com segurança e assertividade para ECF. O principal desafio do Lucro Real A parte crucial de tudo é ter o conhecimento em quais situações as receitas ou despesas devem ser excluídas ou adicionadas.   A principal dica é procurar conhecer a realidade da operação e assim, buscar as possíveis adições ou exclusões na legislação. O resto é contar com um bom sistema automatizado que auxilie na consolidação das informações. As empresas podem aderir ao Lucro Real De forma geral, qualquer empresa pode ser do Lucro Real, mas via de regra, algumas são obrigadas pela legislação (Art. 14 da Lei nº 9718/1998), são elas:   Receita no ano-calendário superior a R$48.000.000 até 31/12/2013; Receita no ano-calendário superior a R$78.000.000 a partir de 01/01/2014; Atividades de bancos, sociedades de créditos, corretoras de títulos, empresas de arrendamento mercantil, empresas de seguros; Empresas que tiveram lucros, rendimento ou ganho de capital oriundos do exterior; Que possuam benefícios-fiscais de isenção ou redução de imposto; Empresas que tenham atividades de assessoria de crédito, administração de contas a pagar e receber, factoring; E empresas que optem pelo pagamento mensal de estimativa.   Assim, vale verificar quando as empresas estão enquadradas nos casos mencionados, evitando erros na escolha do regime tributário. Calculando as alíquotas do Lucro Real É fundamental entender dos cálculos para realizar os pagamentos dos impostos de forma correta, sendo considerados o lucro líquido da empresa para pagamento de CSLL e IRPJ. Dessa forma, a alíquota no IRPJ é de 15%. Caso o lucro exceda R$20.000,00 no mês, aplica-se 10% a mais sobre o montante que passou do valor. Ou seja, se uma empresa teve um lucro líquido de R$40.000,00 no mês, o cálculo é:   15% de R$40.000,00 = R$6.000,00; 10% de R$20.000,00 = R$2.000,00;   Assim, a contribuição para o IRPJ é de R$8.000,00. Além disso, é necessário quitar entre 9% e 12% de CLSS, que também incide sobre o Lucro Líquido.   Há também o pagamento do PIS 1.65% e Cofins com 7,6% de alíquota. Estes são tributados sobre o faturamento. As vantagens do Lucro Real A grande vantagem é poder realizar um planejamento tributário e analisar, com base no resultado contábil e seus ajustes, se esse tipo de apuração é o mais vantajoso para a empresa. Vale lembrar que esse estudo tributário envolve análises de tributação do PIS/COFINS, que também são cruciais para a tomada de decisão. Além disso temos:   A possibilidade de a empresa compensar prejuízos fiscais anteriores, assim como do mesmo exercício; Utilizar créditos do PIS e COFINS; Reduzir ou suspender o recolhimento do IRPJ e CSLL, com balancetes mensais. As desvantagens do Lucro Real As desvantagens estão relacionadas ao detalhamento exigido por esse regime de tributação. Duas delas são muito importantes, veja:   Maior inflexibilidade contábil com relação às regras tributárias. A burocracia é mais nítida; Alíquotas do PIS e COFINS mais elevadas. Assim, é preciso verificar cada caso, colocando as vantagens e desvantagens na balança, para que seja feito o melhor enquadramento. Os cuidados para essa tributação De forma genérica, o Lucro Real para efeito do IRPJ pode ser vantajoso, caso o lucro seja menor que o Lucro Presumido, que é normalmente de 32% para serviços e 8% para comércio; ou se as alíquotas efetivas forem menores que do Simples Nacional, se a empresa puder se enquadrar nesse regime.   Portanto, esse dado não pode ser analisado de forma isolada, pois o PIS/COFINS não pode deixar de ser considerado no cálculo.   Caso a empresa apresente prejuízo, não paga IRPJ/CSLL, diferente dos outros regimes, onde o pagamento do imposto é independente de prejuízo fiscal. Organize os processos internos Se aprofunde na

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Contabilidade para Negócios Digitais: Capacitando Empreendedores Digitais com Abordagem Consultiva

A Adaptação da Contabilidade para Negócios Digitais Benefícios da Contabilidade Digital Consultiva para Empreendedores Digitais Casos de Uso da Contabilidade Digital Consultiva para Empreendedores Digitais Desafios Únicos dos Empreendedores Digitais e Soluções da Contabilidade Digital Consultiva Exemplo de Sucesso: Empreendedor Digital B Conclusão: Um Novo Paradigma Financeiro para Empreendedores Digitais   Com um cenário em constante evolução, empreendedores digitais estão revolucionando a maneira como os negócios são conduzidos.   De influenciadores do Instagram a desenvolvedores de aplicativos, essa nova geração de empresários está trazendo à tona uma série de oportunidades e desafios únicos.   Assim, a contabilidade para negócios digitais emerge como um pilar fundamental para o sucesso. Mais do que números em planilhas, a contabilidade digital consultiva está transformando a maneira como os empreendedores digitais encaram suas finanças, tomando decisões fundamentadas e impulsionando seus negócios para o próximo nível.   Neste artigo, mergulharemos no mundo da contabilidade digital consultiva para empreendedores digitais, explorando como essa abordagem está moldando o cenário do empreendedorismo moderno. A Adaptação da Contabilidade para Negócios Digitais Enquanto a contabilidade tradicional serviu bem às empresas em um ambiente predominantemente analógico, a chegada da era digital trouxe novos desafios e oportunidades.   A contabilidade para negócios digitais não se trata apenas da adoção de software financeiro, mas sobre a compreensão das complexidades de operar em um ambiente altamente dinâmico e virtual. Empreendedores digitais, como youtubers, criadores de conteúdo, freelancers e vendedores online, enfrentam um conjunto distinto de questões financeiras, que vão desde a monetização de conteúdo até a gestão de fluxos de caixa irregulares. Aqui, a contabilidade digital consultiva entra em cena, trazendo uma abordagem mais holística e estratégica para gerenciar as finanças em um ambiente digital.   Benefícios da Contabilidade Digital Consultiva para Empreendedores Digitais Acompanhamento em Tempo Real para Decisões Informadas: A contabilidade digital consultiva oferece aos empreendedores digitais a capacidade de acompanhar seus números em tempo real. Isso significa que eles podem tomar decisões informadas sobre investimentos, gastos e estratégias de crescimento com base em dados atualizados, reduzindo o risco de tomar decisões erradas. Orientação Estratégica Personalizada: Contadores consultivos especializados em negócios digitais entendem as nuances desse cenário. Eles não apenas fornecem relatórios financeiros, mas oferecem orientações personalizadas que levam em consideração os objetivos únicos do empreendedor digital.   Isso pode incluir estratégias de otimização de receitas, alocação de recursos e planejamento tributário. Otimização de Fluxo de Caixa em Ambiente Irregular: Para muitos empreendedores digitais, os fluxos de caixa podem ser irregulares e difíceis de prever. A contabilidade digital consultiva pode ajudar a criar projeções de fluxo de caixa mais precisas, permitindo que os empresários se preparem para épocas de menor rendimento e evitem problemas de liquidez. Gestão Tributária Eficiente: As questões fiscais são uma preocupação constante para empreendedores digitais, especialmente quando se lida com vendas online e renda de diferentes fontes.   Os contadores consultivos podem fornecer orientação especializada sobre como otimizar a carga tributária e garantir a conformidade regulatória. Casos de Uso da Contabilidade Digital Consultiva para Empreendedores Digitais Gestão de Receitas para Criadores de Conteúdo: Para criadores de conteúdo, como youtubers e influenciadores de mídia social, a diversificação de receitas é fundamental. A contabilidade digital consultiva pode ajudar a identificar as fontes mais lucrativas de receita, permitindo ajustes nas estratégias para maximizar o ganho. Planejamento Tributário para Freelancers: Freelancers que operam no mundo digital muitas vezes se deparam com desafios tributários complexos, especialmente quando trabalham com clientes internacionais.   Contadores consultivos podem fornecer conselhos sobre como cumprir as obrigações fiscais de diferentes jurisdições e evitar armadilhas tributárias. Desafios Únicos dos Empreendedores Digitais e Soluções da Contabilidade Digital Consultiva Variação nas Receitas: Para muitos empreendedores digitais, a renda pode variar significativamente de mês para mês. A contabilidade digital consultiva pode ajudar a suavizar essa variação, permitindo que os empreendedores prevejam com mais precisão suas necessidades financeiras. Compliance Multijurisdicional: As transações digitais muitas vezes ultrapassam fronteiras, o que pode complicar as questões fiscais e regulatórias. Contadores consultivos especializados podem garantir que os empreendedores estejam em conformidade com as leis de diferentes jurisdições. Exemplo de Sucesso: Empreendedor Digital B Empreendedor Digital B, um freelancer que oferece serviços de design gráfico online, enfrentou dificuldades para gerenciar sua renda variável e pagar impostos de maneira eficiente.   Após adotar a contabilidade digital consultiva, ele conseguiu criar um sistema de planejamento tributário eficaz e aumentar sua economia. Conclusão: Um Novo Paradigma Financeiro para Empreendedores Digitais A contabilidade para negócios digitais é muito mais do que apenas números e transações digitais. Ela é um guia estratégico que capacita empreendedores digitais a navegar por um ambiente financeiro complexo e em constante mudança.   Com a abordagem consultiva da contabilidade digital, os empreendedores podem tomar decisões financeiras informadas, otimizar suas operações e enfrentar os desafios únicos que o mundo digital apresenta.   À medida que o empreendedorismo digital continua a crescer e evoluir, a contabilidade digital consultiva se revela como um recurso indispensável para o sucesso sustentável e a prosperidade financeira. Por isso, você deve contar com especialistas, como a Solvção para ajudá-lo neste momento.

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Trabalhadora da Solução

Recuperação de Crédito Tributário: Estratégias e Benefícios

O Que é Recuperação de Crédito Tributário? Benefícios Significativos da Recuperação de Crédito Tributário Estratégias Eficientes de Recuperação de Crédito Tributário Passos para Uma Recuperação de Sucesso Conclusão: Maximizando Oportunidades Financeiras   No cenário tributário complexo em que as empresas operam, a recuperação de crédito tributário surge como uma ferramenta poderosa para melhorar a saúde financeira e a competitividade.   Neste artigo abrangente, exploraremos o que é a recuperação de crédito tributário, por que ela é importante, estratégias eficazes, casos de uso e os benefícios que pode proporcionar às empresas em diferentes setores e tamanhos. O Que é Recuperação de Crédito Tributário? A recuperação de crédito tributário refere-se ao processo pelo qual as empresas podem reivindicar de volta os valores que foram pagos a mais em impostos.   Isso ocorre quando há erro nos cálculos dos tributos ou quando as empresas têm direito a benefícios fiscais não considerados anteriormente. Em resumo, é uma forma legal e estruturada de recuperar fundos que podem ser investidos de volta no crescimento do negócio. Benefícios Significativos da Recuperação de Crédito Tributário Melhoria do Fluxo de Caixa: Recuperar valores pagos a mais em impostos aumenta o fluxo de caixa da empresa, fornecendo capital adicional para investimentos, expansões e operações do dia a dia. Aumento da Rentabilidade: Os fundos recuperados podem aumentar a lucratividade, melhorando a margem de lucro e criando uma base financeira mais sólida. Competitividade Aprimorada: Empresas que conseguem recuperar créditos tributários podem oferecer preços mais competitivos e investir em inovação, melhorando sua posição no mercado. Investimentos Estratégicos: Os fundos recuperados podem ser direcionados para projetos estratégicos, como pesquisa e desenvolvimento, expansão para novos mercados e melhoria de processos. Estratégias Eficientes de Recuperação de Crédito Tributário Auditoria Tributária Interna: Uma auditoria minuciosa dos registros fiscais pode identificar erros, créditos não utilizados e oportunidades de recuperação. Análise de Benefícios Fiscais: Para identificar e aplicar os benefícios fiscais específicos do setor e da localização da empresa. Revisão de Documentação: Certificar-se de que todos os documentos e comprovantes estejam corretos e atualizados, facilitando o processo de recuperação. Parceria com Profissionais de Recuperação de Crédito: Contadores especializados em recuperação de crédito podem conduzir avaliações detalhadas e identificar áreas não exploradas. Casos de Uso da Recuperação de Crédito Tributário. Setor de Manufatura: Uma empresa de manufatura que paga impostos sobre matéria-prima pode reivindicar créditos tributários sobre produtos acabados exportados. Tecnologia e Pesquisa: Empresas envolvidas em pesquisa e desenvolvimento podem ter direito a créditos fiscais por atividades inovadoras. Passos para Uma Recuperação de Sucesso Avaliação Inicial: Identificar áreas potenciais para recuperação de crédito e estimar os valores envolvidos. Coleta de Evidências: Reunir documentação relevante, como registros financeiros, demonstrações contábeis e declarações de impostos. Análise Detalhada: Profissionais especializados conduzem uma análise aprofundada para determinar a elegibilidade e o valor dos créditos a serem recuperados. Apresentação da Solicitação: Preparar e apresentar a solicitação de recuperação de crédito aos órgãos fiscais, fornecendo documentação e justificativas adequadas. Conclusão: Maximizando Oportunidades Financeiras A recuperação de crédito tributário oferece às empresas uma oportunidade única de fortalecer suas finanças e investir em crescimento.   Ao adotar estratégias eficazes e aproveitar o conhecimento de profissionais especializados, as empresas podem liberar capital anteriormente inacessível e melhorar sua competitividade em um mercado em constante evolução.   Desde a análise inicial até a apresentação da solicitação, a recuperação de crédito é uma ferramenta financeira que pode trazer impactos significativos para empresas de todos os tamanhos e setores, permitindo-lhes prosperar em um ambiente fiscal complexo. Você pode contar com os especialistas da Solvção para ajudá-lo neste processo!

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Protheus: veja os recursos disponíveis

A TOTVS é a maior desenvolvedora de ERP da América Latina e seus sistemas de gestão integrada são utilizados por empresas de diferentes setores. O Sistema ERP oferece diversas funcionalidades para quem deseja melhorar os processos gerenciais no Protheus. Dessa forma, nós da Solvção Contabilidade separamos as ferramentas que compõe esse sistema para que você o compreenda melhor. Gerenciamento de Produção Essa ferramenta do sistema Protheus é uma das mais avançadas do mercado, oferecendo aos usuários o controle de todo o processo de produção, desde a previsão de vendas até a entrega do produto final. Assim, o cliente possui uma visão completa do processo produtivo, permitindo identificar gargalos e ações de melhoria. Automação Fiscal Esse módulo do sistema Protheus permite que os usuários cumpram suas obrigações fiscais automaticamente, garantindo conformidade com a legislação tributária vigente. O gerenciamento das operações fiscais é feito de forma integrada, como a emissão notas fiscais, controle de impostos, geração de guias e arquivos fiscais. Gestão de Pessoas O módulo de gestão de pessoal do sistema Protheus oferece uma visão geral do RH da empresa, desde o processo de recrutamento e seleção até a gestão de desempenho dos colaboradores. Assim, é possível controlar as informações, como folha de pagamento, benefícios, férias, treinamentos e licenças, fornecendo também relatórios gerenciais que auxiliam na tomada de decisões estratégicas. Contabilidade Gerencial O módulo no sistema Protheus permite o controle completo da contabilidade da empresa, desde o registro de lançamentos contábeis até os relatórios gerenciais. Dessa forma, é possível controlar as informações como balanço patrimonial, demonstração do resultado do exercício, fluxo de caixa, entre outros. Para que seja extraído o máximo do Protheus, é fundamental conhecer essas ferramentas para entender como aplicá-las no dia a dia do seu negócio. Então se está procurando uma forma de melhorar sua contabilidade gerencial no Protheus, vimos existem estratégias que podem ser implementadas que otimizam os processos da sua rotina. Dessa forma, a Solvção Contabilidade oferece o serviço de consultoria especializada em Protheus, auxiliando desde a configuração até sua operacionalização, fazendo com que você diminua custos no seu operacional e desburocratize os seus processos. Vamos contabilizar uma História de Sucesso JUNTOS!

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Holding Familiar: O que é e como pode te ajudar

O que é uma Holding e pra que serve? Quais os tipos de Holding? O que é Holding Familiar? Como a Holding Familiar Funciona As vantagens da Holding Familiar As desvantagens de uma Holding Familiar   A Holding Familiar é uma solução do mundo corporativo, auxiliando em questões de herança, sucessão e redução no pagamento de impostos de forma legal.   Como uma estratégia empresarial, as Holdings começaram a ser utilizadas no universo familiar com o fim de proteger o patrimônio, para evitar brigas ou porque a tributação para transmitir bens é menor do que uma herança tradicional.   A Solvção Contabilidade separou as vantagens e desvantagens de ter uma Holding Familiar. Veja agora como ela funciona e os casos que vale a pena manter essa estrutura. O que é uma Holding e pra que serve? A Holding é uma empresa e uma forma de grupos econômicos unirem forças e criarem uma estrutura que cuide de uma empresa ou uma grande quantidade de atividades. Quais os tipos de Holding? São basicamente dois tipos de Holding a mencionar:   Holding Pura: Tem a finalidade de participar de outras empresas ou sociedades. Holding Mista: Além de participar de outras sociedades, tem fins lucrativos. Ou seja, tem o objetivo de gerar retorno financeiro aos seus participantes. O que é Holding Familiar? É uma empresa criada para cuidar e controlar o patrimônio de uma família e tem como principal objetivo o melhor aproveitamento dos bens familiares e otimizar o pagamento de impostos. Entre o que pode ser administrado, destacamos:   Imóveis e valores mobiliários; Automóveis; Contas correntes e investimentos; Cotas ou empresas inteiras.   A lógica da Holding Familiar é a seguinte: os bens deixam de pertencer a uma única pessoa e deixam de ser transmitidos por herança (sujeito ao ITCMD – Imposto de Transmissão por Causa Mortis ou Doação), o patrimônio de toda a família pertence à empresa.   Dessa forma, com uma herança por morte, não é necessário pagar imposto de sucessão dos bens – somente da participação da pessoa na Holding Familiar. Como a Holding Familiar Funciona Funciona como uma facilitadora para gerenciar bens de uma família, o que também auxilia nas questões tributárias e de organização financeira do patrimônio como um todo.   No caso de famílias abastadas ou muito grandes, é comum que a gestão da Holding seja feita por profissionais.   Em famílias com menos posses, a gestão é conduzida pelo fundador, responsável por cuidar dos imóveis, investimentos e empresas, além de programar a divisão do patrimônio. As vantagens da Holding Familiar Existem muitas vantagens para quem quer construir uma Holding Familiar, focando em manter o patrimônio da família ao longo dos anos e gerações. Veja: Sucessão Brigas e conflitos acontecem por disputas de um determinado bem na família.   Com a Holding Familiar, esse problema deixa de existir, pois os bens são divididos entre todos, de acordo com sua participação na empresa.   Além disso, é possível especificar os herdeiros que vão ocupar cargos importantes na administração da Holding. Planejamento Tributário O Imposto de Renda, por exemplo, tem alíquotas maiores para pessoas físicas em relação a uma Holding Familiar. É importante lembrar que esse tipo de estrutura está dentro da Lei. Agilidade A rapidez para a tomada de decisão é uma vantagem importante. As questões de relacionamento podem ser substituídas com base jurídica e organização, buscando entender como ficam os ativos em caso de qualquer imprevisto. Litígio Os desentendimentos familiares afetam os bens de uma família, mas quando existe uma holding familiar, a divisão se torna muito mais clara.   Isso porque não há disputas sobre o patrimônio, mas uma divisão de cotas da holding, que é previamente conhecida por todos. As desvantagens de uma Holding Familiar Como tudo, uma Holding Familiar também tem algumas desvantagens, ainda mais se a estrutura não foi feita de forma profissional. Veja! Falta de planejamento É preciso planejar tudo para que as vantagens já mencionadas sejam reais. Isso vale para a parte tributária e para a administração da companhia.   Também é importante definir papéis: cada membro da família deve saber suas tarefas para que ela funcione adequadamente, trazendo os benefícios desejados. Falta de conhecimento Não saber o que está sendo feito com os negócios da família é algo que pode afetar muito a holding familiar. Sempre consulte advogados especializados para evitar erros. Custo de manutenção A Holding Familiar também possui um custo de manutenção, impostos para pagar e muitas responsabilidades. Dependendo do tamanho do patrimônio, pode não fazer sentido incluir os bens da família nessa estrutura.   Ao ter a ideia de abrir uma Holding Familiar, tenha um rascunho de como será essa sociedade, estabelecendo papéis para cada participante.   A partir da quantidade de bens e sócios, além do advogado é interessante contratar a assessoria da SOLVÇÃO para te auxiliar nos processos burocráticos!

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Saiba das alterações da EFD-Reinf 2023

Com a obrigatoriedade valendo a partir de Setembro de 2023, a EFD-Reinf passa a substituir a DIRF (Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte), até então, anualmente entregue, passando a ser entregue de forma mensal. Criada em 2018 para simplificar informações fiscais dos pagamentos de serviços sujeitos à retenção tributária, a Escrituração Fiscal Digital de Retenções e Outras Informações Fiscais (EFD-Reinf) passou por alterações. A EFD-Reinf é um dos módulos do Sistema Público de Escrituração Digital (SPED), utilizado para complemento das informações prestadas no e-social e tem como objetivo unificar as obrigações acessórias, desburocratizando a vida do empreendedor e sua contabilidade. Agora a EFD-Reinf é responsável pela apuração do imposto de renda retido na fonte (IRRF) sobre serviços tomados, contribuições sociais retiras na fonte (PIS, COFINS e CSLL) sobre pagamentos efetuados e, além disso, algumas situações específicas como IRRF sobre aluguéis pagos à pessoa física. O primeiro passo, é organizar e enviar as notas fiscais de serviços tomados sempre que houver contratação de autônomos ou outras empresas, como consultorias, bem como recibos de pagamento de aluguel a pessoas físicas, sobre as vendas efetuadas com cartão de crédito (Prorrogado a partir de Janeiro de 2024) – extrato das vendas feitas com maquininha de cartão e sobre retirada de dividendos (prorrogado para novembro de 2023, referente aos valores de Julho, agosto e setembro de 2023) – os valores devem se apurados. Portanto, essa nova etapa tem o objetivo de complementar as informações necessárias para a substituição da DIRF (ficando esta, dispensada em relação aos fatos ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2024, que seriam declarados em 2025), além de transferir a constituição desses créditos tributários da DCTF PGD para a DCTFWeb. Quem deve entregar a EFD-Reinf 2023 Estão obrigadas à entrega da EFD-Reinf, entre outras, as empresas que: Possuem notas de serviço TOMADOS com retenções na fonte (IR, CSLL, COFINS, PIS/PASEP), incidentes sobre os pagamentos efetuados a pessoas físicas e jurídicas elegíveis a retenção; Se efetua pagamento de aluguel para pessoa física; Sobre distribuição de lucros (a partir de novembro/2023) – os valores informados deverão ser apurados; Devem ser informadas pelas operadoras e clientes a retenção sobre o total das vendas em Cartão de Crédito (a partir de Janeiro/2024); Prestam serviços cedendo mão de obra ou empreitada; Optaram pela CPRB, mais conhecida como desoneração da folha de pagamento (cf. Lei 12.546/2011). A Multa pela não apresentação das informações será de 2% do valor da OPERAÇÃO, sendo o valor mínimo de R$ 500,00. Quem está isento da entrega da EFD-Reinf De acordo com a Instrução normativa RFB nº 2043/2021, todas as empresas que não geraram fatos a serem informados no período apurado, classificadas como SEM MOVIMENTO não precisam enviar a EFD-Reinf. Pontos de atenção no Cartão de Crédito A entrega da EFD-Reinf faz parte da rotina da contabilidade, porém o empreendedor também tem responsabilidades para que as informações entregues para a contabilidade estejam corretas. Vale ressaltar que, essa obrigatoriedade já existia! A mudança é onde a DIRF anual passa a ser EFD-Reinf Mensal, e é muito importante estar atento para que os valores não sejam inferiores aos recebidos através de cartões de crédito. As operadoras também farão o envio das informações, que posteriormente serão cruzadas com o que foi informado pela empresa. Assim, a empresa não informando corretamente, ficará sujeita a infrações legais. Com esses documentos em mãos, as retenções serão analisadas, além dos demais critérios de obrigatoriedade, realizando a transmissão e gerando as guias para pagamento, quando for o caso. Portanto, é importante contar com uma contabilidade especializada, garantindo que as obrigações fiscais estejam sendo cumpridas, evitando dores de cabeça e imprevistos financeiros, como multas e juros.

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Contabilidade Digital Consultiva: O que é, porque adotar e qual o impacto no futuro financeiro das empresas.

O que é Contabilidade Digital Consultiva? Benefícios da Contabilidade Digital Consultiva Casos de uso da Contabilidade Digital Consultiva Como Implementar a Contabilidade Consultiva Exemplo Prático com Empresa Fictícia Conclusão: Moldando o Futuro Financeiro   Na era da transformação digital, a contabilidade evoluiu muito além dos registros tradicionais de números. A contabilidade digital consultiva emergiu como um catalisador poderoso para as empresas modernas que buscam vantagem competitiva e sucesso sustentável.   Neste artigo, mergulharemos fundo no mundo da contabilidade digital consultiva, explorando seus benefícios, casos de uso e como ela está moldando o cenário financeiro empresarial. O que é Contabilidade Digital Consultiva? A contabilidade digital consultiva combina tecnologia de ponta e a experiência de profissionais contábeis experientes para fornecer insights e orientações estratégicas às empresas.   Ela não lida somente com números, mas traduz esses números em informações significativas, permitindo que os líderes tomem decisões informadas e estratégicas para o crescimento. Benefícios da Contabilidade Digital Consultiva Eficiência Aprimorada A automação de tarefas permite um fluxo de trabalho mais suave, economizando tempo e minimizando erros. Análises Detalhadas A contabilidade digital consultiva oferece análises em tempo real sobre o desempenho financeiro, permitindo respostas rápidas às mudanças do mercado. Orientação Estratégica Contadores consultivos experientes oferecem conselhos personalizados para otimizar a saúde financeira e definir metas realistas. Redução de Riscos Conformidade regulatória e fiscal são prioridades, evitando penalidades e mantendo a reputação da empresa intacta. Economia de Custos A terceirização da contabilidade reduz os custos de infraestrutura e mão de obra, liberando recursos para o crescimento. Casos de uso da Contabilidade Digital Consultiva Previsão Financeira Precisa Com análises detalhadas e dados em tempo real, as previsões financeiras são mais precisas, apoiando decisões de investimento. Otimização de Fluxo de Caixa A análise constante ajuda a identificar oportunidades de melhorar o fluxo de caixa, garantindo saúde financeira. Estratégias Tributárias Inteligentes Contadores consultivos ajudam a maximizar os benefícios fiscais, mantendo-se em conformidade com as leis. A Transformação da Relação Contábil A contabilidade digital consultiva transforma a relação entre as empresas e os contadores. De prestadores de serviços a parceiros estratégicos, os contadores agora desempenham um papel vital na orientação financeira. Como Implementar a Contabilidade Consultiva Escolha a Parceria Certa: Selecionar uma empresa de contabilidade com experiência em consultoria e tecnologia é crucial. Por isso, sugerimos que converse com a Solvção, afinal, somos referência em contabilidade digital consultiva. Aproveite a Tecnologia: Utilize softwares de contabilidade avançados para automatizar tarefas e fornecer dados em tempo real. Estabeleça Metas Claras: Defina metas financeiras claras e compartilhe-as com seus contadores consultivos para orientação precisa. Exemplo Prático com Empresa Fictícia A Empresa XYZ, uma startup de tecnologia, implementou a contabilidade digital e testemunhou um crescimento de 30% em sua margem de lucro líquido em um ano.   Os contadores consultivos ajudaram a otimizar seus fluxos de caixa e a identificar oportunidades de economia de custos. Conclusão: Moldando o Futuro Financeiro Ao passo que as empresas enfrentam desafios financeiros complexos, a contabilidade consultiva se destaca como uma solução orientada para resultados.   A combinação de tecnologia e expertise contábil oferece insights valiosos, eficiência aprimorada e orientação estratégica, construindo um futuro financeiro mais sólido e sustentável para as empresas. A contabilidade digital consultiva está definindo um novo padrão para o mundo dos negócios, tornando-se não apenas um conjunto de números, mas sim uma fonte poderosa de orientação estratégica.   À medida que as empresas se esforçam para se manterem competitivas em um cenário em constante mudança, essa abordagem está se mostrando uma aliada indispensável para alcançar o sucesso sustentável.   Com a tecnologia e a expertise de contadores consultivos experientes, as empresas podem navegar de forma mais informada, eficiente e segura pelos desafios financeiros do mundo moderno.   Fale com a Solvção agora mesmo e garanta os resultados contábeis que a sua empresa precisa.

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5 dicas para otimizar a contabilidade gerencial no Protheus

A utilização do sistema ERP Protheus, da TOTVS, promove eficiência e confiabilidade, disponibilizando funcionalidades que auxiliam na gestão integrada de processos contábeis e administrativos, tornando a contabilidade gerencial no Protheus mais produtiva, com atividades mais efetivas. A TOTVS é a maior desenvolvedora de ERP da América Latina e seus sistemas são utilizados por empresas de diferentes setores. Mas nem sempre os usuários conseguem aproveitar o máximo do ERP para manter sua contabilidade no Protheus. Dessa forma, a Solvção Contabilidade separou 5 dicas que vão te ajudar a aproveitar as funcionalidades do sistema e melhorar a gestão contábil da sua empresa. Uma boa gestão de dados Gerir muitas informações pode ser um grande desafio. É fundamental que, quem use o ERP dedique sua atenção para a gestão de dados, fazendo com que o sistema cumpra sua função de forma eficiente e otimize a contabilidade gerencial no Protheus. Mapear os processos Um dos benefícios do sistema Protheus é realizar mapeamentos de processos. Com eles, é possível identificar gargalos, falhas e oportunidades de melhoria, otimizando processos e reduzindo custos. Além disso, a empresa precisa estar aberta a feedbacks e sugestões de quem utiliza o sistema, identificando pontos de melhoria. O treinamento dos colaboradores também é essencial para otimizar a contabilidade no Protheus. Realize backup Como em qualquer sistema, os backups regulares são fundamentais no Protheus, garantindo que, em caso de falhas, os dados possam ser recuperados sem prejuízos para a empresa. Se certifique que a equipe esteja ciente do quão importante é esse processo e estabeleça uma rotina para a realização dos backups. Mantenha-se atualizado A TOTVS atualiza e aprimora o sistema Protheus com frequência, com novas funcionalidades e corrigindo falhas. Dessa forma, é importante que os usuários se mantenham atualizados sobre as novidades que são disponibilizadas. Conte com o apoio de uma consultoria Mesmo com um sistema como o Protheus, que é de alta performance, é normal que as empresas tenham dificuldades na operação. Para superar esses obstáculos e ter maiores benefícios do sistema, conte com o apoio de uma consultoria especializada! A Solvção Contabilidade oferece o serviço de Terceirização Contábil, auxiliando na implantação e operação do sistema Protheus. Além disso, ajudamos na identificação de oportunidades de melhoria e implementação de novas funcionalidades. Entre em contato com a gente para saber mais sobre como podemos ajudá-lo a atingir seus objetivos de negócios e vamos contabilizar uma História de Sucesso Juntos!

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O que é Lucro Real Não Cumulativo e quais são suas Vantagens

Vantagens do Lucro Real não cumulativo Dificuldades ao adotar o Lucro Real Não Cumulativo Como fugir dessas dificuldades Quando adotar o Lucro Real Não Cumulativo para sua empresa Qual é a diferença entre Lucro Real Não Cumulativo e Cumulativo? Exemplo Prático de como funciona o Lucro Real Não Cumulativo Conclusão   O Lucro Real não cumulativo é um regime de tributação que permite às empresas abater os créditos de PIS e Cofins sobre as suas compras de bens e serviços. Isso significa que as empresas não precisam pagar esses impostos sobre o valor total das suas vendas, mas apenas sobre a margem de lucro.   Esse regime é mais vantajoso para as empresas que têm um alto volume de compras e vendas, pois elas podem recuperar parte dos impostos que pagaram. No entanto, é importante lembrar que o Lucro Real não cumulativo também é mais complexo do que o Lucro Real cumulativo, pois as empresas precisam manter uma escrituração fiscal detalhada para apurar os créditos. Vantagens do Lucro Real não cumulativo As principais vantagens do Lucro Real não cumulativo são: Redução da carga tributária; Maior competitividade; Melhor fluxo de caixa; Maior controle das despesas. Redução da carga tributária A redução da carga tributária é uma das principais vantagens do Lucro Real não cumulativo. Isso ocorre porque as empresas podem recuperar parte dos impostos que pagaram sobre as suas compras de bens e serviços. Isso pode gerar uma economia significativa de recursos para as empresas. Maior Competitividade para a empresa A maior competitividade é outra vantagem do Lucro Real não cumulativo. Isso ocorre porque as empresas que adotam esse regime podem reduzir o seu custo de produção, o que pode torná-las mais competitivas no mercado. Melhor controle no fluxo de caixa Esta vantagem ocorre porque as empresas podem recuperar parte dos impostos que pagaram antecipadamente, o que pode melhorar o seu fluxo de caixa. Maior controle das despesas da empresa Uma grande vantagem do regime. Isso ocorre porque as empresas precisam manter uma escrituração fiscal detalhada para apurar os créditos de PIS e Cofins. Isso pode ajudar as empresas a controlar melhor as suas despesas e evitar o pagamento de impostos indevidos. Dificuldades ao adotar o Lucro Real Não Cumulativo O Lucro Real não cumulativo gera alguns desafios que demandam um escritório de contabilidade especializado, como: Maior complexidade; Maior burocracia; Maior necessidade de profissionais qualificados. Maior complexidade Isso ocorre porque as empresas precisam manter uma escrituração fiscal detalhada para apurar os créditos de PIS e Cofins. Isso pode exigir um maior investimento de tempo e recursos das empresas.   Por isso, empresas como a Solvção Contabilidade são muito necessárias para que essas economias com tributos sejam possíveis. Maior Burocracia nos Processos As empresas precisam cumprir uma série de obrigações fiscais adicionais quando optam por este regime, o que pode aumentar o seu custo de conformidade. Maior necessidade de profissionais qualificados As empresas que optam por este regime precisam contar com profissionais qualificados para manter a sua escrituração fiscal em dia e para apurar os créditos de PIS e Cofins. Isso pode aumentar o custo, principalmente pela dificuldade de localizar escritórios ou profissionais competentes. Como fugir dessas dificuldades Com mais de 30 anos de experiência, a Solvção é especialista neste regime, essas dificuldades não são sentidas por nenhum de nossos clientes, tudo isso porque nosso método de gestão integrada de contabilidade permite tranquilidade, sucesso, atendimento priorizado e o melhor custo x benefício do mercado. Quando adotar o Lucro Real Não Cumulativo para sua empresa Se você tem uma empresa que compra de muitos fornecedores, ou que compra em grande volume e frequência, com certeza pode funcionar para você.   Se você está pensando em adotar este modelo, é importante consultar um contador para avaliar se esse regime é adequado para o seu negócio. Fique a vontade em conversar com a Solvção, nossa equipe está pronta para tirar todas as suas dúvidas. Qual é a diferença entre Lucro Real Não Cumulativo e Cumulativo? O Lucro Real Cumulativo, por outro lado, não permite que as empresas abatam os créditos de PIS e Cofins. Isso significa que as empresas precisam pagar esses impostos sobre o valor total das suas vendas. Aqui está uma tabela que resume as principais diferenças: Característica Lucro Real Não Cumulativo Lucro Real Cumulativo Créditos de PIS e Cofins Podem ser abatidos Não podem ser abatidos Carga tributária Pode ser menor Pode ser maior Complexidade Mais complexo Menos complexo Adesão Opcional Obrigatório Exemplo Prático de como funciona o Lucro Real Não Cumulativo Considere uma empresa chamada “Empresa A” que é optante pelo Não cumulativo. A Empresa A tem uma receita bruta de R$ 1 milhão, custos de produção de R$ 500 mil e despesas operacionais de R$ 200 mil. O lucro líquido da empresa é de R$ 300 mil.   A Empresa A também teve créditos de PIS e Cofins de R$ 100 mil sobre as suas compras de bens e serviços. Esses créditos podem ser abatidos do imposto devido, o que reduz o imposto a pagar para R$ 200 mil.   Se a Empresa A fosse optante pelo Lucro Real cumulativo, ela teria que pagar o imposto sobre a receita bruta total, o que seria de R$ 500 mil. Isso significa que a Empresa A economizaria R$ 300 mil em impostos ao optar pelo Lucro Real não cumulativo. Conclusão Como você pode ver, o este modelo de tributação tem muitas vantagens para o negócio, mas depende de um escritório de contabilidade eficiente para se tornar um bônus e não um ônus ao seu negócio. Converse com a equipe Solvção e tire todas as suas dúvidas.

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Milhões de empresas podem ser excluídas do Simples Nacional!

Empresas do Simples Nacional que têm débitos federais com a Receita e PGFN, atenção, porque a receita enviou pelo Domicílio Tributário Eletrônico do Simples Nacional (DTE-SN), os termos de Exclusão do Regime, com validade para 1º de janeiro de 2024. Nos dias 27 e 28 de agosto, as 1.265.000 maiores empresas devedoras do Simples Nacional serão notificadas. A dívida chega a R$57 milhões, de acordo com a Receita Federal. A novidade nesse ano é que as exclusões afetam as empresas de pequeno porte, microempresas e os Microempreendedores Individuais (MEIs). As empresas intimadas poderão apresentar contestação em até 30 dias a partir do recebimento, ou, se tiver pendência, até 30 dias para quitá-la ou parcelar as dívidas, ficando livre do desenquadramento. Vale lembrar que a principal condição para que a empresa esteja enquadrada e se mantenha no Simples Nacional é não possuir débitos tributários. O Termo de Exclusão do Simples Nacional Os termos de exclusão do Simples e os relatórios de pendências dos contribuintes que têm débitos com a Receita foram disponibilizados no DTE-SN. Esses documentos podem ser acessados pelo Portal do Simples Nacional, pelo DTE-SN ou pelo Portal e-CAC, por meio do código de acesso ou Certificado Digital (via Gov.br). Se classificará como CIENTE da dívida aquele que acessar a mensagem dentro de 45 dias após a disponibilização do Termo ou no 45º dia contato após ser disponibilizado, caso a primeira leitura seja feita depois desse prazo. A empresa que regularizar totalmente suas pendências dentro do prazo mencionado não será excluída do Simples Nacional pelos débitos que constam no Termo, tornando-o sem efeito. Assim, permanecerá no Simples, não sendo necessário realizar outro procedimento, como comparecer a alguma unidade da RFB. Hoje o Brasil possui cerca de 21,5 milhões de empresas no Simples Nacional. Destas, 15 milhões são MEIs e 4,5 milhões têm débitos vencidos. A inclusão dos MEIs aumentou significativamente o número de processos e a Receita optou por dividir em três lotes o cronograma de processamento. No primeiro, foram selecionados os optantes pelo Simples Nacional que têm débitos superiores a R$1 mil. Essas empresas receberam os termos de exclusão do Simples a partir da última semana de julho. Para estar por dentro de como prosseguir no Simples Nacional e renegociar suas dívidas com a Receita, entre em contato com a Solvção! Nossos especialistas estão prontos para te auxiliar da melhor forma! Fonte: Jornal Contábil

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O fim da prorrogação da obrigação da NFS-e Nacional para MEI

A Receita Federal bateu o martelo e informou que não adiará o prazo de adequação dos MEIs (Microempreendedores Individuais). O prazo para que os MEIs sejam obrigados a emitir a Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e), pelo sistema chamado Módulo Emissor de NFS-e Nacional, tem início dia 1º de setembro. Vale lembrar que o prazo já havia sido prorrogado de abril para setembro e não há mais chances de adiar, segundo a própria Receita. Contudo, ainda tem muita gente com dúvida. Afinal, como o MEI faz a emissão de notas fiscais de serviço? Nós somos a Solvção e vamos tirar suas dúvidas! Nota Fiscal Nacional Em 30 de junho de 2022, a Receita Federal em parceria com a Associação Brasileira das Secretarias de Finanças das Capitais (Abrasf) e outras entidades, lançou a Plataforma de Administração Tributária Digital, para instituir um padrão nacional nas Notas Fiscais de Serviços Eletrônica (NFS-e). A ideia do governo é ter um layout único que atenda às mais de 5 mil legislações municipais. Ou seja, criar um padrão nacional. O que muda para o MEI Junto à medida da Receita, a Resolução nº169/2022 do Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) acrescentou previsão legal para que os municípios instituam e exijam do MEI a emissão da NFS-e nacional nas prestações de serviços sujeitas ao ISS (Imposto Sobre Serviços). Essa medida obriga os municípios a regulamentarem essa questão, seja por meio de documento fiscal municipal ou adotando o padrão nacional. Hoje, mais de 500 municípios aderiram ao padrão, o que representa, segundo o Governo Federal, cerca de 60% das emissões de NFS-e do Brasil e 55% da arrecadação nacional de serviços. Todos os MEIs precisam emitir NFS-e? Não!! Mas vale lembrar que são as prefeituras quem definem se essa emissão é necessária ou não. A partir de setembro de 2023, é regulamentado que, o tomador de serviço (Consumidor Final) sendo pessoa física, a emissão da NFS-e é facultativa. Se for pessoa jurídica, o MEI estará obrigado a emitir, podendo ser: Documento eletrônico (adequado ao layout nacional); Documento padrão nacional; Outro documento fiscal municipal. A Solvção Contabilidade tem expertise em atendimento do MEI ao Lucro Real. Dessa forma, você pode contar conosco para o que precisar com relação a assuntos contábeis e Fiscais. Vamos contabilizar uma História de Sucesso JUNTOS!!! Fonte: Jornal Contábil

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Empresas de Tecnologia: A importância da Contabilidade para seu crescimento

As empresas de tecnologia estão em constante ascensão e ter o apoio de uma contabilidade pode ser crucial para seu crescimento, trazendo soluções e oportunidades estrategicamente. Focando no seu crescimento, confira as dicas que a Solvção separou para impulsionar o seu negócio. A importância da Contabilidade para empresas de tecnologia As contabilidades estão assumindo uma abordagem mais dinâmica, ágil e ligadas aos recursos tecnológicos. Para empresas de tecnologia, a contabilidade será responsável por questões trabalhistas, fiscais e contábeis, atuando de forma consultiva, oferecendo serviços que vão além das questões burocráticas. Além disso, o escritório precisa estar alinhado com o que as empresas de tecnologia oferecem para o mercado, contribuindo estrategicamente com a organização e identificando oportunidades de negócios. Escolha uma contabilidade que integre os dados da sua empresa de tecnologia Alinhada com os conceitos e processos de uma contabilidade consultiva, a Solvção oferece um programa integrado aos seus clientes, de forma que tenham acessos às informações e serviços das suas empresas na palma da mão. Com mais de 35 anos de experiência, conta com especialistas contábeis e facilidades nos processos. Saiba o regime tributário correto para sua empresa Essa é uma questão que os gestores precisam alinhar com sua contabilidade, considerando faturamento, atividades e porte do negócio. Nem sempre o Simples Nacional é sua melhor opção, o Lucro Presumido e Lucro Real precisam ser considerados, por isso, fale com a Solvção Contabilidade!! Conheça os Benefícios Fiscais para o segmento de Tecnologia Existem diversos programas de incentivo à tecnologia que servem como benefícios fiscais para empresas de tecnologia. E é possível aderir a esses programas dependendo do segmento, atividade e região da empresa. Para saber sobre esses e outros programas, fale com os especialistas da Solvção Contabilidade! Faça um Planejamento Tributário Tudo é uma questão de planejamento! O Planejamento tributário é fundamental para o crescimento das empresas de tecnologia e deve ser realizado anualmente, avaliando as atividades e o faturamento do negócio. Além disso, o serviço envolve a busca dos benefícios citados anteriormente e programas de incentivos para o setor tecnológico. Controle suas finanças O controle financeiro é uma tarefa constante para todas as empresas e é possível automatizar o fluxo de caixa e outras obrigações fiscais, tornando o processo mais dinâmico e oferecendo vantagens para seu crescimento. Um exemplo é a DRE (Demonstração de Resultado do Exercício), que permite avaliar a situação econômica da empresa e definir saídas estratégicas para ampliar seu faturamento, além de impactar a decisão dos investidores do negócio. Curtiu as dicas sobre contabilidade para empresas de tecnologia e quer saber como podemos te ajudar? Entre em contato com a Solvção e Vamos Contabilizar uma História de Sucesso JUNTOS!!! Fonte: OSP

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Cuidados para o processo seletivo

Entenda os cuidados que você como empresa deve ter ao realizar um processo seletivo para novos colaboradores. O início de um novo colaborador deve ser comemorado, afinal, existem expectativas por parte do empregador e empregado. Para que essa parceria e novos projetos sejam bem-sucedidos, a empresa deve ter um olhar especial ao processo seletivo desde o início, quando há o preenchimento do cadastro da vaga de emprego. Todo esse cuidado serve para que o colaborador não esteja sujeito a questionamentos ou ampare os indesejáveis pedidos de indenizações na Justiça do Trabalho. Com relação aos formulários de preenchimento, estes são objeto de polêmica e cuidado para as empresas, pois além das dúvidas do que pode ser perguntado ao candidato, há a preocupação de não invadir sua privacidade ou algum tipo de discriminação por parte do empregador. Para evitar qualquer polêmica, principalmente com relação a discriminação e preconceito, a sugestão é que não haja perguntas ou coleta de informações relacionadas à situação familiar, religião, número de filhos, origem étnica, vestimentas, histórico penal, regularidade de vacinação e posicionamento político. De forma geral, a regra é que o empregador solicite apenas informações relevantes para o desempenho das funções do cargo que será ocupado e evite perguntas pessoais ou subjetivas, onde as respostas podem ser usadas como base para uma recusa injustificada de contratação. Assim, ser objetivo e impessoal são recomendações para qualquer formulário de emprego. Com relação aos anúncios de emprego, o erro mais comum é a exigência de experiência anterior acima de seis meses, devido ao disposto pelo artigo 442-A da CLT, que dispõe que “para fins de contratação, o empregador não exigirá do candidato a emprego comprovação de experiência prévia por tempo superior a seis meses no mesmo tipo de atividade” ou que seja exigido que o candidato resida em determinado local. Com relação a valores e benefícios que são colocados para atrair candidatos, estes não podem estar sujeitos a alteração ou interpretações por parte da empresa, de forma que desfavoreça o empregado após a contratação, principalmente descontos e abatimentos, sob pena de frustrarem expectativas dos empregados e surgimento de reclamações na Justiça do Trabalho. Todos os pontos precisam estar claros e qualquer limitação deve ser informada na publicação da vaga, seja por meio de mídia escrita ou eletrônica a fim e evitar surpresas. Por fim, cuidado na confirmação da contratação do novo colaborador. Quando a informação é confirmada por e-mail, WhatsApp ou qualquer meio escrito, qualquer cancelamento ou retratação do empregador referente a oferta pode motivar pedidos de indenização por danos morais. Em outras palavras, o processo seletivo produz efeitos jurídicos a favor do trabalhador mesmo quando ainda é um candidato, ainda mais se ele pediu demissão do trabalho anterior ou está em aviso prévio. Dessa forma, os cuidados com envio de comunicados por escrito devem ser tomados, pois devem estar equilibrados em ambas as partes. Pretende contratar e quer uma orientação completa de como realizar esse processo de forma simples? Entre em contato com a Solvção!! Te daremos todo o apoio necessário com relação a Gestão de Pessoas e Contabilidade! Fonte: Contábeis

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Reforma Tributária e seus impactos

O que é a Reforma Tributária? O que a Reforma tributária muda para os profissionais autônomos? Reforma tributária e o que muda para as Pessoas Jurídicas? Quando a Reforma Tributária entrará em vigor? Como será feita a mudança? Por que a reforma tributária é importante?   A legislação tributária e o volume de impostos no Brasil sempre foram alvos de críticas da sociedade. Em meio a esse cenário, diversas discussões e propostas foram pautadas nos poderes legislativo e executivo.   Mas o que muda na prática com a reforma tributária?   A Solvção Contabilidade, por meio desse artigo, busca esclarecer as dúvidas sobre o tema, abordando seus impactos sobre profissionais autônomos, micro e pequenas empresas. O que é a Reforma Tributária? A Reforma Tributária é uma proposta do Governo Federal Brasileiro para simplificar o sistema para cobrança e arrecadação de impostos por meio de modificações ou unificação e é uma demanda que existe há, pelo menos, três décadas.   De acordo com o Governo, se aprovada, a reforma tributária trará benefícios para todas as partes envolvidas. Porém, é importante destacar que as mudanças exigem longos debates e negociações.   Ter um sistema tributário eficiente aumenta a competitividade das empresas e acelera o ritmo de crescimento econômico do País, gerando emprego e renda para a população. O que a Reforma tributária muda para os profissionais autônomos? Em um contexto global, a Reforma Tributária enquadra os impostos e contribuições, impactando empresas, profissionais autônomos e pessoas físicas.   No caso de profissionais autônomos destacamos a mudança na tabela progressiva do Imposto de Renda de Pessoa Física, que terá suas faixas atualizadas.   Em caso de aprovação, a faixa de isenção do IRPF passa dos atuais R$1903,98 para R$2500,00, conforme a tabela abaixo: Vale destacar que a Reforma Tributária prevê a redução do valor limite de desconto na Declaração Simplificada para Profissionais autônomos, passando de R$16.754,34 para R$10.563,60. Reforma tributária e o que muda para as Pessoas Jurídicas? Na Reforma tributária também são discutidas mudanças que podem alterar significativamente as alíquotas e a forma que as empresas recolhem seus impostos, como PIS, COFINS, IRPJ e CSLL.   Veja alguns pontos positivos e negativos da reforma tributária considerando as mudanças que são discutidas atualmente: Pontos Positivos Redução do IRPJ: a proposta do Governo é reduzir a alíquota de IRPJ de 15% para 10%; Compensação de prejuízos fiscais: A proposta prevê permissão de compensação de 100% do prejuízo de um trimestre nos três seguintes; Uniformização na base de cálculo do IRPJ e CSLL: Previsão de aplicar as disposições do IRPJ para a CSLL, unificando as bases de cálculo e simplificando o recolhimento desses tributos; Unificação do período de apuração do IRPJ e CSLL: Também há a previsão de unificar o período de apuração desses tributos, passando a ser exclusivamente trimestral; Unificação de impostos: Também está em discussão uma alteração na Constituição para criação do IBS – Imposto sobre Bens e Serviços; Intensificação do crescimento da economia; Redução de custos e maior atração de investimentos no país; Mais transparência: A população saberá o quanto paga de imposto em casa produto e serviço. Pontos Negativos Gratificações e participações nos resultados: pagamentos aos sócios e dirigentes com ações da empresa não seriam mais deduzidos como despesas operacionais; Retorno da tributação sobre lucros e dividendos: Taxação na fonte de lucros e dividendos, com alíquota de 20%; Fim da dedução de juros sobre capital próprio (JCP): Se aprovada sem alterações, a reforma prevê o fim da dedução do JCP das bases do IRPJ e CSLL; Ampliação das hipóteses de obrigatoriedade de apuração do IRPJ e CSLL com base no lucro real: Esse projeto amplia o número de hipóteses em que a apuração do IRPJ e CSLL com base no lucro real é obrigatória; Corte de benefícios fiscais: Se aprovada, alguns setores da economia podem sofrer penalidades com corte de benefícios fiscais para equilibrar as contas públicas. Quando a Reforma Tributária entrará em vigor? Até a publicação desse artigo, não existe uma previsão para que a reforma tributária entre em vigor.   Isso porque as mudanças são complexas e envolvem muitos fatores que devem ser discutidos amplamente no Senado e na Câmara dos Deputados.   Além disso, depois de aprovado, o texto deve ser sancionado pela Presidência da República para depois entrar em vigor. Como será feita a mudança? Será feita de forma gradual. A unificação será implementada a partir de 2026, em uma transição que só se encerra em 2032. Por que a reforma tributária é importante? O sistema tributário atual dificulta o crescimento econômico e social do país porque eleva os custos das empresas, prejudica a competitividade e traz insegurança jurídica. Além disso impões desvantagem aos produtos nacionais com relação a competição no mercado externo.   Nosso sistema prejudica, sobretudo, o setor da indústria, que enfrenta a concorrência externa e está sujeita a carga tributária mais elevada que os outros setores.   Com um sistema mais simples, os custos para investimento são reduzidos e as empresas produzem mais e melhor, aumentando a qualidade e reduzindo os preços dos produtos e serviços.   A boa notícia para os empresários e empreendedores preocupados com os impactos da Reforma tributária, é que os especialistas da Solvção Contabilidade estão acompanhando as principais mudanças previstas.   Para estar sempre por dentro, conte com a gente!   Fonte: jacalculei, portal da indústria e Forbes

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O que é ROI e como calcular?

Iniciando o processo da gestão empresarial e seu mar de siglas, entender o que é ROI é um dos primeiros passos para investir de forma mais consciente. Para descobrir o que é ROI, como ele é calculado e sua utilidade para as pequenas empresas, leia esse artigo. Pense em como transformar sua gestão em algo mais simples e em um insumo para aumentar o seu retorno sobre o investimento em menos tempo. O que é ROI? A sigla vem do termo em inglês “Return Over Investment”, que pode ser traduzido como “Retorno Sobre Investimento”. É um indicador utilizado para saber o resultado financeiro de um investimento, podendo ser positivo ou negativo, ou seja, indicando lucro ou prejuízo. O ROI é indicado para investimentos que tem correlação direta de entrada e saída de recursos. Havendo mais de uma entrada ou saída, os valores precisam ser somados, permitindo o cálculo dessa correlação. Como calcular o ROI? O resultado do ROI será um valor positivo ou negativo quando o investimento der retorno, ou sua porcentagem. Para calcular, deduza o valor total de ganho, o valor investido na ação e divida o resultado pelo investimento inicial. Ficando assim: ROI = (ganho obtido – investimento inicial) / investimento inicial Para descobrir o percentual, é necessário multiplicar o resultado da operação por cem. Vamos ver um exemplo de ROI na prática Se uma empresa investiu R$2.000,00 em propaganda, passado o tempo o ganho com novos negócios foi de R$20.000,00. Assim, o cálculo fica da seguinte forma: ROI = (20.000 – 2.000) / 2.000 ROI = 9 ROI (%) = 9 * 100 = 900% Nesse caso, o investimento em propaganda foi bem-sucedido, com um retorno de 9x o valor investido, ou 900%, fazendo o negócio ser mais lucrativo! Custo do investimento Todo o valor gasto pela empresa como investimento, deve ser incluído no cálculo do custo para que o resultado seja reflexo da realidade. Receita Também é importante definir os valores que entraram no caixa e que têm relação com o investimento. Não é toda e qualquer receita que será utilizada, mas sim aquelas advindas de novos clientes. Lucro do Investimento O valor obtido com o investimento após subtrair os custos, é o indicador de lucro do investimento. Alguns investimentos têm um retorno maior que os outros por pouco tempo, enquanto outros sempre têm lucro, porém em valor baixo. Por que o ROI é importante para o sucesso da empresa? Realizar um plano de ação O ROI ajuda o empresário a colocar os planos em prática, identificando os melhores investimentos. Acompanhar o plano por meio do ROI ajuda a entender se está tudo correndo conforme o planejado. Potencializar os lucros O cálculo do ROI permite que os recursos disponíveis sejam utilizados de forma mais assertiva, possibilitando lucrar mais com menos. Acompanhar a evolução da empresa O ROI pode ampliar o entendimento do empresário sobre o crescimento da empresa. Em situações como abertura da empresa ou filial, o número não é dos melhores, o que é normal. Mas, persistindo os valores baixos, é o momento de fazer alguma alteração. Resultados O ROI é um indicador de performance que apoia o empresário na gestão de metas. Se o ROI da empresa aumenta, o investimento da empresa deve ser mantido ou ampliado. Analisar os investimentos por essa ótica faz com que as prioridades sejam facilmente identificadas, como mudar os setores da empresa, decidir referente a expansão do negócio etc. Os relatórios podem ser gerados com diferentes abordagens. O tipo de decisão a ser tomada direciona as informações que serão geradas para apoiar o processo. Aprender sobre o ROI é um passo importante na jornada do empreendedor. Utilizar esses indicadores na administração da empresa ajuda a resolver problemas sobre a rentabilidade de investimentos e cria perspectivas e planos de ação mais eficazes, fazendo seu lucro aumentar e o seu negócio alavancar! Gostou desse artigo e quer saber mais sobre nosso trabalho? Entre em contato pelo WhatsApp (11)95050-1217 ou no e-mail contato@solvcao.com.br E Vamos Contabilizar uma História de Sucesso JUNTOS!!! Fonte: Contabilizei

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10 formas de liquidar as dívidas do seu negócio

Se sua empresa possui dívidas tributárias, é importante buscar formas de liquidá-las rapidamente, evitando que elas virem uma bola de neve e resultem em multas. Assim, separamos 10 dicas para que você empreendedor lide com esse problema. Veja: Realize um levantamento das dívidas tributárias da empresa Para que o pagamento das dívidas seja realizado, é necessário ter em mãos uma relação dos fornecedores e tributos que estão com o pagamento em atraso, o valor dessa dívida e o percentual de juros que é acrescentado pelo atraso. Assim, organize os pagamentos em ordem de maior prioridade. Entenda a causa do endividamento Reconheça o motivo do atraso dos seus pagamentos. O Levantamento de Débitos te auxilia a identificar e evitar que novos débitos apareçam e que as dívidas antigas aumentem. Relacionamos aqui as principais causas de endividamento. Veja: Má gestão fiscal e tributária; Falta de planejamento; Cenário econômico desfavorável; Falta de assessoria contábil eficiente. Entenda os diferentes tipos de dívidas e qual o momento da sua empresa Existem as dívidas tributárias, relacionadas aos impostos e as não-tributárias, que são os pagamentos para o governo, como taxas de ocupação, indenizações ou serviços em lugares públicos. Além disso é necessário saber quais os tributos relacionados ao seu negócio. Se estiverem em atraso, vale considerar a melhor forma de quitar a dívida e aqui, o contador tem um papel importante. Evite as dívidas tributárias com o Planejamento Tributário As dívidas tributárias possuem alto custo e comprometem as atividades do seu negócio. Opte por ferramentas de automação para ajudar na regularidade dos tributos. Além disso, o Planejamento tributário é fundamental! Verifique os empréstimos que compensam As vezes é melhor optar trocar uma dívida que te impede de exercer suas atividades por um empréstimo que te dê melhores condições e que esteja de acordo com sua realidade. Integre os processos da sua empresa As dívidas tributárias podem acontecer dependendo de como o seu negócio está estruturado. Ou seja, é necessário ajustar esses processos. Vale ressaltar que integrar os processos é torná-los mais ágeis e otimizar o acesso às informações da empresa. Corte seus gastos Para realizar o corte de gastos, é preciso identificar os gargalos que comprometem o lucro do seu negócio, como desperdício de matéria-prima, funcionários ociosos, falta de planejamento, problemas com estoque etc. O Planejamento tributários faz com que se evitem gastos na empresa. Vale ressaltar que a falta de conhecimento tributário leva a gastos desnecessários. Aumente suas vendas Depois de enxugar os custos, é importante aumentar as vendas para que as condições de pagamento melhorem. Dessa forma, é importante saber sobre o mercado e analisar tudo o que está relacionado às vendas, como o público, sazonalidade, meios de divulgação etc. Verifique oportunidades de renegociação de dívidas Identificando quais são as dívidas e seus valores, vale considerar programas especiais de renegociação. Tem à disposição uma assessoria contábil te auxilia a saber a melhor forma de renegociação. Tenha uma contabilidade de confiança A assessoria contábil te ajuda a gerenciar as demandas da sua empresa, buscando o melhor enquadramento tributário, por exemplo, que faz com que você pague mais ou menos tributos. Dessa forma, conte com os especialistas da Solvção Contabilidade e faça um levantamento sobre a situação da sua empresa e a melhor forma de geri-la. Fonte: OSP

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Médicos: Quando contratar um contador?

Uma das dúvidas que paira na mente de um estudante ou recém-formado em medicina é: Qual o momento certo de contratar um contador? Afinal, será necessário lidar com questões burocráticas ao entrar no mercado de trabalho e, com certeza uma contabilidade fará toda a diferença nesse momento. Para te ajudar, separamos situações em que contratar um contador é importante. Veja a seguir. Para Médico Profissional Liberal O Médico Profissional Liberal trabalha por conta própria, ou seja, não é um funcionário de hospital. São conhecidos como autônomos. Veja a diferença entre Profissionais autônomos e liberais. Profissional Liberal geralmente tem grau universitário e pode trabalhar sozinho ou em empresas. Além disso, precisa estar cadastrado no seu conselho regional para exercer a profissão. O Profissional Autônomo não precisa ser graduado e não se vincula ao conselho regional. Os profissionais que se encaixam como autônomos são pintores, artesãos, pedreiros etc. Então os médicos profissionais liberais que decidiram trabalhar de forma independente e não abriram uma empresa, precisam abrir algumas obrigações. É nesse momento que identificamos a importância de contratar um contador. As obrigações do Médico Profissional Liberal Receita Federal: É necessário fazer o Carnê-Leão para que constem os recebimentos e despesas do profissional. Com isso, é possível verificar o lucro e o que deverá ser pago no Imposto de Renda; Cadastro Municipal: O médico precisa ter seu Cadastro Contribuinte Mobiliário (CCM ou Cadastro na Prefeitura), que serve para conseguir a Inscrição Municipal, conseguir emitir notas fiscais e pagar o Imposto Sobre Serviços, chamado ISS; Conselho Regional: É uma anuidade paga de acordo com seu conselho de classe; INSS: Prestando serviços para outra empresa, será pago 11% de INSS. Se trabalha com seu próprio consultório como Pessoa Física, a contribuição passa a ser 20%. Assim, com essas obrigatoriedades é indicada a contratação de um contador que te auxilie nas dúvidas que podem surgir. Para Médicos PJ Contratar um contador será muito útil quando precisar realizar plantões em hospitais e clínicas e abrir uma empresa médica se torna realidade. Quando se é Médico PJ fica mais fácil negociar com a empresa em questão e há diminuição de custos com impostos. Veja no que o contador consegue te ajudar: Registro na Receita Federal; Abertura da Empresa; Contrato Social; Registro na Prefeitura. Além disso, existem diversas vantagens em ser um médico PJ, inclusive se tiver uma boa gestão financeira com o acompanhamento direto de um contador. Para abrir um consultório médico Aqui o contador precisa realizar uma análise tributária, identificando o regime mais indicado para a empresa. Em algumas situações o indicado é que o médico tenha seu consultório como Profissional Liberal. Viu como é importante a relação entre médico e contador? Economize e evite dores de cabeça! Se você está em busca de uma contabilidade para médicos, a Solvção pode te ajudar com suas dúvidas. Entre em contato com a gente e estamos prontos para te auxiliar. Fonte: Conta+

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Guia completo: terceirização do setor financeiro.

O que é a Terceirização do Setor Financeiro? Quais são os serviços que a Terceirização envolve? Para quem é útil? Quando aderir a Terceirização do Setor Financeiro? Vantagens de terceirizar o financeiro Como a Solvção pode contribuir com a sua empresa?   Um dos setores mais importantes de toda empresa é o setor financeiro, por isso, garantir sua eficiência e otimização é fundamental para o sucesso de uma organização.   Na prática, esse recurso significa: gerir as finanças de forma eficiente com o conhecimento específico, tempo e recursos adequados, o que pode ser feito através da Terceirização do Setor Financeiro.   Muitas organizações optam por terceirizar sua área financeira, visando melhores resultados e benefícios significativos. Assim, vamos explorar neste blogspot o guia da Terceirização do Setor Financeiro, apresentando o que é BPO: quais os serviços, para quem é útil, quando aderir, as vantagens efetivas dessa prática e como a Solvção pode contribuir com sua empresa. O que é a Terceirização do Setor Financeiro? A Terceirização do Setor Financeiro, também conhecida como BPO (Business Process Outsourcing), envolve a transferência de atividades financeiras de uma empresa para um parceiro externo especializado que utiliza, em sua base, a tecnologia da informação.   Ao delegar as responsabilidades financeiras, a organização pode se concentrar em seu core business, enquanto profissionais qualificados cuidam das tarefas financeiras operacionais. Ou seja, o tempo de cuidar da conciliação bancária, das contas a pagar e a receber, entre outras tarefas de gestão das finanças será direcionado para a equipe externa contratada. Quais são os serviços que a Terceirização envolve? A Terceirização do Setor Financeiro abrange uma ampla gama de serviços, sendo adaptados às necessidades específicas de cada organização. Vamos conhecer algumas dessas atividades:   Contas a Pagar e Receber: processamento de pagamentos, emissão de faturas, gestão de cobranças e conciliação de contas. Emissão de Notas Fiscais e Boletos: preparação de declarações fiscais, demonstrações financeiras e cumprimento de obrigações contábeis. Conciliação Bancária: verificação e conciliação de transações bancárias com os registros contábeis. Redução de Custos: planejamento personalizado e soluções de otimização do balanço financeiro (despesas e receitas). Relatórios para acompanhamento: elaboração de orçamentos, análise de desempenho financeiro, projeções e relatórios financeiros. Movimentação Integrada com a Contabilidade: cálculo de salários, impostos, contribuições, benefícios e cumprimento de obrigações trabalhistas. Para quem é útil? A Terceirização do Setor Financeiro é válida para empresas de todos os tamanhos e segmentos. Alguns exemplos são as pequenas e médias empresas que não possuem recursos suficientes para manter uma área financeira interna bem estruturada em tempo integral e podem se beneficiar da expertise de uma equipe financeira externa. Ou, ainda, grandes empresas que aproveitam a terceirização para focar em atividades estratégicas, reduzindo custos e aumentando a sua eficiência operacional. Quando aderir a Terceirização do Setor Financeiro? Quanto antes! Vimos que a Terceirização do Setor Financeiro pode ser considerada em várias situações, mas que estão diretamente ligadas ao desenvolvimento organizacional, como, por exemplo:   Para a redução de custos: terceirizar é um caminho muito mais viável e econômico em relação a manter uma equipe interna de finanças, visto que isso exige salários, benefícios, treinamentos e infraestrutura. Além de ter efeitos na redução de despesas gerais mediante a gestão externa otimizada. Necessidade de especialização: se a empresa não possui profissionais financeiros especializados, a terceirização permite tanto o acesso a conhecimentos técnicos avançados como tecnologias facilitadoras. Escalabilidade e flexibilidade: a terceirização pode se ajustar às necessidades da empresa, possibilitando o aumento ou redução dos serviços conforme a demanda.   Sendo assim, vale a pena esperar para implementar uma solução que possa gerar resultados melhores e contribuir com o crescimento da empresa? Vantagens de terceirizar o financeiro Na prática, a Terceirização do Setor Financeiro traz diversas vantagens para as empresas, vamos conhecer algumas delas:   Foco no core business: ao delegar as atividades financeiras a especialistas, a empresa pode se concentrar em suas competências essenciais e no crescimento do negócio. Redução de riscos e erros: profissionais financeiros experientes possuem técnicas e métodos específicos para lidar com questões complexas e garantir conformidade com regulamentos e leis. Acesso à tecnologia e inovação: a terceirização permite acesso a sistemas financeiros atualizados e atividades inovadoras, que podem melhorar a eficiência e a precisão das operações financeiras. Redução de custos operacionais: a terceirização elimina a necessidade de investir em infraestrutura, software e treinamento, resultando em economia de recursos e otimização de processos. Como a Solvção pode contribuir com a sua empresa? A Solvção é uma empresa especializada em BPO e uma parceira confiável para sua empresa, assumindo a responsabilidade pelas atividades financeiras do seu negócio com uma Contabilidade Digital integrada ao Sistema de Gestão Empresarial.   Os valores da Solvção são: integridade, competência e a excelência. É a partir deles que todas as atividades de Terceirização do Setor Financeiro, para empresas de quaisquer segmentos e tamanhos, são desempenhadas. Tais quais:   Análise dos indicadores financeiros: com a capacidade analítica da Solvção você conta com auxílio na tomada de decisões baseando-se em números e indicadores. Organização de informações estratégicas: fazendo com que o grande volume de dados – que geralmente são complexos – virem informações simples de fácil compreensão para você e seu negócio. Otimização na visão futura da sua empresa: com uma comunicação direta, o planejamento financeiro te dá mais segurança para garantir precisão ao seu negócio.   Quer saber mais como implementar a Terceirização do Setor Financeiro na sua empresa e otimizar seus processos contábeis? Entre em contato com a nossa equipe de atendimento através do WhatsApp: (11) 95050-1217.   A Solvção está pronta para atender você.             Quando aderir a Terceirização do Setor Financeiro? Quanto antes! Vimos que a Terceirização do Setor Financeiro pode ser considerada em várias situações, mas que estão diretamente ligadas ao desenvolvimento organizacional, como, por exemplo: Para a redução de custos: terceirizar é um caminho muito mais viável e econômico em relação a manter uma equipe interna de finanças, visto que isso exige salários, benefícios, treinamentos e infraestrutura. Além de ter efeitos na redução de

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3 dicas de como os médicos podem começar a investir

Se você é médico recém-formado ou é residente e quer começar a fazer investimentos, isso é um ótimo sinal! Mas como perder o medo de investir? Você precisa de orientação, então venha com a Solvção!! O processo de investimentos é longo, mas vale começar desde já a pensar no futuro, até para garantir uma renda, ter maior qualidade de vida e aproveitar os seus dias da melhor forma possível. Para isso, separamos 3 dicas de como você, médico, pode começar a investir a partir de agora. Confira! A importância de começar a investir É importante ter um ponto de partida, ter coragem e começar! Mas não de qualquer jeito. O tempo vai te ajudar nesse processo de investimento. Quanto mais tempo você se dedicar a isso, maior será sua rentabilidade no futuro. Veja a seguir as 3 dicas para todos os médicos começarem a investir. Busque informação e estude Antes de começar, você precisa entender como tudo funciona no mundo dos investimentos. Não é um monstro, mas é importante estudar o processo para não começar errado. Assim, fica mais fácil entender do que está investindo, evitando dúvidas e receio e ficando a certeza para onde seu dinheiro está indo. Faça o Perfil do Investidor O Perfil do Investidor é um questionário para você entender sua mentalidade e disposição para os investimentos. Assim, você tem acesso aos investimentos que são de acordo com seu perfil e te ajudarão a alcançar seus objetivos. Coloque a mão na massa Depois de seguir os passos anteriores, você pode colocar em prática os seus investimentos. Para isso, recomendamos que construa sua Reserva de Emergência, que garante segurança.  Em seguida, compre outros ativos do mercado financeiro. Investir é importante e, quando começa, não pare mais. Dessa forma, incentivamos que você, como médico, inicie a montagem da sua carteira de investimentos para que tenha maiores oportunidades e uma vida futura mais tranquila. Fonte: Conta mais Gostou desse conteúdo? A SOLVÇÃO tem diversas dicas para que você invista na sua empresa. Veja outras matérias no nosso Blog e nas redes sociais!

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Alteração de tabela do IRRF e Mudança de Cálculo

A partir de 01 de maio de 2023 começa a valer a nova tabela de IRRF, incluindo a opção para cálculo simplificado de IRRF, de acordo com a Medida Provisória nº 1.171, de 30 de abril de 2023, que altera os valores da tabela mensal do IRRF. Foi feita a alteração dos valores da base de cálculo e criado o “desconto simplificado mensal, correspondente a 25% (vinte e cinco por cento) do valor máximo da faixa com alíquota zero da tabela progressiva mensal”. Segundo a nova tabela do IR, fica isento quem recebe até R$ 2.112,00 por mês. A segunda faixa, sobre a qual incide a alíquota de 7,5%, também foi alterada, passando para intervalo de R$ 2.112,01 até R$ 2.826,65. Nova Tabela – Vigência 05/2023   Exemplo de Cálculo: Vencimentos (Salário + Horas Extras + DSR + Adicional Noturno) – INSS – Valor de dedução por dependente (189,59) = Base IRRF. Base IRRF multiplicado pela % Alíquota IRRF – Dedução = Valor a descontar de IRRF. O “Desconto Simplificado” consiste na dedução de um valor fixo de R$528,00, correspondente a 25% da faixa de isenção (R$2.112 x 25% = R$528,00). Exemplo de Cálculo: Salário – R$528,00 = Base IRRF Base IRRF multiplicado pela % Alíquota – Dedução = Valor de IRRF. O desconto simplificado mensal de R$ 528,00 será feito direto na fonte, ou seja, no imposto retido do empregado. Isso será feito, segundo a MP, “caso seja mais benéfico ao contribuinte, dispensadas a comprovação da despesa e a indicação de sua espécie”. Pelos cálculos da Receita Federal, cerca de 40% dos contribuintes – ou 13,7 milhões de pessoas – deixarão de pagar IR já a partir deste mês. Até maio, os sistemas da Receita serão atualizados para permitir a concessão automática do desconto de R$ 528,00. Fonte: Tax pratico

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Confira informações sobre o novo Salário Mínimo

A lei do Salário mínimo teve seu início em 1936, quando o até então presidente Getúlio Vargas definiu que um valor mínimo deveria ser pago para os trabalhadores. Mas, só em 1940 que a lei foi instituída. Em 01/05/2023 foi publicada a Medida Provisória nº 1.172 que dispõe sobre novo valor, passando a vigorar a partir de 1º de maio de 2023. “Artigo 1º – O valor do salário mínimo será de R$1.320,00 (mil trezentos e vinte reais)”. Vale ressaltar que não houve alteração no valor de salário família, que permanece o teto R$1.754,18 com valor a ser pago R$ 59,82 por dependente e o teto de contribuição, permanecendo R$7.507,49 com desconto máximo de R$876,97, aplicado no caso de empregados e R$825,82 para contribuintes. Veja abaixo a tabela que vigora a partir da data referida: Mas o que é o Salário Mínimo? É um valor mínimo que uma empresa pode pagar para seu funcionário. Esse valor é estipulado em lei e abrange todo o território nacional. Essa quantia mínima deve ser calculada considerando, conforme a Constituição, o modo que preserve o valor de compra e as necessidades básicas de sobrevivência das famílias brasileiras. O Artigo 7º da Constituição brasileira traz a seguinte redação referente ao salário mínimo: “São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social: IV – salário mínimo, fixado em lei, nacionalmente unificado, capaz de atender às suas necessidades vitais básicas e às de sua família com moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social, com reajustes periódicos que lhe preservem o poder aquisitivo, sendo vedada sua veiculação para qualquer fim.” Ou seja, nenhum brasileiro que trabalhe de forma integral prevista na Constituição, poderá receber um salário abaixo do que o determinado como mínimo. Mesmo nos casos em que o trabalhador receba o salário mínimo regional, regido pelas leis estaduais, acordos coletivos ou convenções, o valor não pode ser abaixo do salário nacional. Fonte complementar: Meutudo

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Vemos um homem em pé, em frente a uma lousa, como que dando consultoria a outras pessoas que fazem parte da empresa.

7 benefícios da Consultoria Empresarial

Como já vimos, a Consultoria Empresarial é uma relação construída entre empresa e consultor capacitado para diagnosticar e atender às necessidades do negócio. Sendo uma ajuda externa que foca em melhorias, mudanças e novas aplicações para que o negócio fique mais eficaz e com resultados mais positivos. Dessa forma, separamos 7 benefícios que você pode ter ao contratar uma Consultoria Empresarial. Gestão estratégica Com um consultor especialista no seu nicho de atuação e uma visão estratégica para seu negócio, é possível ter uma gestão mais estratégica com ações específicas que podem gerar resultados mais singulares. Vale destacar que a gestão vai além do setor de vendas, mas com o setor financeiro, de atendimento, de marketing etc. Profissionalização da Gestão O processo pode ser realizado a partir do uso de softwares específicos, contratando corretamente seus funcionários e, claro, escolhendo um líder que represente o negócio em todos os momentos. Fortalecimento da liderança Concretizando a imagem de quem são os líderes da companhia, as pessoas sabem a quem se dirigir e recorrer em casos de problemas ou sugestões. Aumento do valuation da empresa Todos os processos também serão aplicados no valuation da empresa, dessa forma, aumentará sua quantia em casos de avaliação de compra ou venda. Uma empresa que demonstra vontade de crescer e investe nisso é bem quista no mercado. Foco nos resultados Independente do modo de contrato, o objetivo da contratação é ter retorno para o negócio. Dessa forma, os especialistas terão as melhores estratégias para prestar auxílio, fazendo seu negócio decolar na área escolhida. Aumento da produtividade Com o serviço de consultoria é natural que a maior aplicação seja no cuidado e direcionamento na execução do trabalho. Assim, a equipe e colaboradores terão maior produtividade, com resultados positivos e engajamento sincronizado de todo o time. Custo-Benefício O investimento em uma consultoria não costuma ser barato, mas é necessário pensar como algo que trará vários retornos para seu negócio. Seja qual for seu nicho, seu negócio terá um especialista observando tudo o que trará benefícios para sua empresa. Se você está pensando em contratar uma consultoria para seu negócio, a SOLVÇÃO te ajuda! Além disso, você também se informa sobre toda a parte contábil de sua empresa e demais consultorias que são interessantes para seu negócio. Entre em contato com nossos especialistas e saiba como podemos te ajudar! Fonte: EAG

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Saiba sobre as etapas do Espólio

A Declaração de Espólio é um documento feito em relação aos bens, obrigações e direitos de uma pessoa falecida. Deve ser realizada um ano após o falecimento do contribuinte e deve ser entregue pelo inventariante. A declaração deve ser apresentada de forma anual até que possua a escrituração pública de inventário e partilha ou que haja a decisão judicial de partilha, sobrepartilha ou adjudicação dos bens inventariados tenha sido julgada sem a possibilidade de recurso.   Com relação ao Espólio no IR O Espólio no Imposto de Renda é todo bem recebido como herança e deve ser declarado antes, durante e depois do processo de inventário. É importante mencionar que enquanto o processo de inventário não se inicia, o cônjuge meeiro que possui a metade dos bens, é quem deve realizar essa declaração. Até que a decisão de partilha seja tomada, é necessário realizar declarações intermediárias. Ao final, quando é realizada a decisão de partilha, é feita a declaração final de espólio. Veja as características de cada declaração: Inicial e intermediária As declarações inicial e intermediárias têm as mesmas regras da Declaração de Ajuste Anual do IRPF (DIRPF), onde devem ser inclusos os rendimentos recebidos durante o ano, inclusive os produzidos por bens particulares ou incomunicáveis, parcelas de rendimentos produzidos por bens em conjunto com terceiros, com a observação. Se o ente falecido era casado, devem ser inclusos a metade dos rendimentos produzidos pelos bens comuns que integrem o regime de comunhão universal ou parcial, ou, caso seja a opção, todos os rendimentos. Em casos de união estável, vale a mesma regra ou um percentual estabelecido em contrato. Os bens e direitos que integram o regime de comunhão do casamento e os possuídos em condomínio, assim como as obrigações do espólio, ainda que estejam na declaração do cônjuge, também devem ser declaradas. Declaração final Finalizado o inventário e partilha dos bens entre os herdeiros, o inventariante deve entregar a Declaração Final de Espólio em nome do falecido. Na declaração, o número do processo, vara e seção judiciária, data de decisão e seu trânsito em julgado devem ser informados. Tratando da ficha de bens e direitos da declaração final, deve ser demonstrada por bem ou direito a parcela correspondente a cada beneficiário, identificados por nome e CPF. No campo de “Situação na Data da Partilha”, os bens e direitos precisam ser informados pelo valor que está na última declaração apresentada pelo falecido. Na coluna “Valor de Transferência” o valor deve ser incluído na declaração de bens do respectivo beneficiário conforme as regras de transferência de bens.   Sobre o Prazo de entrega O prazo de envio da declaração final será o último dia útil de abril do ano seguinte à: Decisão Judicial da partilha, sobrepartilha ou adjudicação dos bens inventariados; Elaboração da escritura de inventário e partilha. Caso a decisão judicial transitou em julgado depois do último dia de fevereiro, a Declaração Final de Espólio deve ser entregue no ano seguinte. Caso a decisão transitar em julgado entre janeiro e fevereiro, pode ser entregue no mesmo ano. Se forem necessárias mais informações sobre a entrega de Declaração de Imposto de Renda, a SOLVÇÃO está à disposição para te auxiliar! Entre em contato conosco através do telefone (11) 95050-1217 ou pelo e-mail contato@solvcao.com.br Será um prazer te atender!

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Quais as diferenças entre os Regimes Tributários?

As principais diferenças do Regime Tributário são relacionadas ao limite de faturamento, a base de cálculo e as alíquotas dos impostos das empresas. No Brasil existem três tipos de tributação, sendo: Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real. Para saber qual o mais indicado para sua empresa, alguns fatores devem ser analisados, como o porte empresarial, tipo de atividade, faturamento anual, entre outros. É o regime tributário da sua empresa que determinará os impostos a pagar e, se escolhido de forma incorreta, pode gerar problemas fiscais, além de fazer você gastar mais do que deveria com impostos. Portanto, antes de escolher dentre as opções que listamos, é importante se atentar nas regras dos enquadramentos e considerar suas obrigações e limites com seu modelo de negócio. Como é o Regime Tributário do Simples Nacional? O Simples Nacional tem o objetivo de atender Microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte, além dos Microempreendedores Individuais. Tem o propósito de facilitar o recolhimento de impostos dos empresários, por isso é feito por apenas uma guia, chamada DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional). E quem pode optar pelo Simples? Existem algumas regras que a empresa precisa se enquadrar para esse regime tributário, são elas: Um limite de faturamento anual de R$4,8 milhões; Ter atividades permitidas para o Regime; Ter apenas pessoas físicas em seu quadro societário; Se o sócio da empresa tiver outro cnpj, ao unir os faturamentos o valor não pode ultrapassar R$4,8 milhões; Os sócios devem residir no Brasil; Não ter débitos em aberto sem negociação junto ao governo. Outro diferencial é que esse Regime Tributário possui uma tabela de alíquotas reduzidas de impostos, aplicadas de acordo com a atividade e faturamento da empresa. E como é com Lucro Presumido? A principal característica desse Regime Tributário é que a Receita Federal entende o lucro como apenas um percentual do faturamento da empresa, chamado de percentual de presunção. O Cálculo tem base em uma tabela fixa se presunção de tributação para o IRPJ e CSLL. Quais empresas podem optar por esse regime tributário? O Lucro Presumido pode ser utilizado por qualquer empresa que não ultrapasse o limite de R$78 milhões no faturamento anual. E em relação ao Lucro Real? Esse Regime Tributário tem seu cálculo de IRPJ e CSLL com base no lucro efetivo dentro do período de apuração. Ou seja, quanto maior a lucratividade, maior os valores de impostos a pagar. O contrário também entra nessa conta, ou seja, se a empresa não tiver lucro, ou se houve prejuízo, ela fica dispensada do pagamento dos tributos naquele período. PIS e Cofins também são calculados, ICMS para empresas de comércio e IPI no caso de indústrias e importadoras. E as empresas que podem optar pelo Lucro Real? De forma geral, o Lucro Real pode ser o Regime tributário de qualquer empresa e pode até ser uma opção para quem tem previsão de pouco lucro no início dos trabalhos. Porém é uma tributação com cálculo mais complexo. Além disso, negócios com faturamento anual acima de R$78 milhões tem obrigatoriedade em enquadrar nesse Regime. Vale lembrar que a responsabilidade da escolha do Regime Tributário da empresa é do empresário, mas aqui na Solvção nós estudamos e entendemos o seu negócio como um todo, com o objetivo de reduzir seus impostos e auxiliando no seu desejo de empreender. Entre em contato conosco pelo WhatsApp (11) 95050-1217 ou pelo e-mail contato@solvcao.com.br e confira as vantagens de contratar a Contabilidade Digital Consultiva! Fonte: Contabilizei

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Duas mulheres conversando, onde uma está prestando um serviço de consultoria empresarial para outra.

O que é a Consultoria Empresarial e quando contratar

A Consultoria Empresarial é uma prestação de serviço a fim de resolver uma demanda específica por meio de etapas. São elas: Diagnóstico, estabelecimento de metas, elaboração do plano de ação e o acompanhamento da execução do plano de ação elaborado. Aqui, vamos elucidar de forma clara e objetiva do que se trata a Consultoria Empresarial e a forma de saber quando você precisará contratá-la. A Consultoria Empresarial Se trata do processo pelo qual o profissional contratado disponibiliza soluções em relação a uma necessidade ou problema de uma empresa. O Consultor ou empresa contratada tem a finalidade de esclarecer as dúvidas e dificuldades do empresário, a fim de entender e resolver uma questão que esteja impedindo o alcance das metas da empresa. Grande parte dos empreendedores não tem conhecimento em todas as áreas da empresa, por isso é preciso contar com a ajuda de um especialista. A Consultoria Empresarial apresenta estratégicas para diminuir despesas, aumentar a produtividade, aumentar o faturamento, organizar a gestão de pessoas e o relacionamento com clientes, focando no aumento do lucro e melhoria do clima organizacional. Para que serve? A Consultoria é uma oportunidade de conhecer a realidade da empresa e do mercado ao qual está inserida de forma mais profunda, estabelecendo metas realistas e planejando como alcançá-las a curto, médio e longo prazo. O papel da Consultoria Empresarial é construir com o cliente as informações e soluções para a necessidade estabelecida, mas sabemos que implementar essas mudanças não é fácil. A Consultoria levantará as necessidades da organização por meio de diagnósticos, identificar processos que são eficazes e recomendar ações de melhoria, para que a empresa fique mais eficiente e eficaz. Quando devo contatar uma Consultoria Empresarial? Há um momento ideal para contratar uma consultoria? Na verdade, o momento depende da situação de cada negócio, se tratando tanto dos problemas e objetivos quanto da capacidade de investimento. Quando o empresário tem claro em sua mente os caminhos a percorrer para chegar aos objetivos, a consultoria pode ser contratada para coisas pontuais. Ou o empresário pode apenas estabelecer uma meta maior, como aumentar o lucro da organização. O ideal é não esperar que a situação chegue a um ponto crítico para pedir ajuda de um profissional. Outro ponto a ser analisado é a disponibilidade da empresa em trabalhar em conjunto com a consultoria, pois, sem a participação dos colaboradores, o processo não será eficiente e eficaz. E quais são os benefícios da consultoria? O processo visa viabilizar ou acelerar o alcance das metas da empresa. Genericamente, são duas metas: – Melhorar os resultados econômicos da empresa; – Melhorar a qualidade de vida dos sócios e colaboradores. Apesar da contratação da Consultoria Empresarial ser mais um custo, ele deve ser visto como um investimento. Em momentos de crise, muitas empresas só conseguem sobreviver por ter um suporte do serviço de consultoria de profissionais especialistas no assunto. Dessa forma, a Solvção se encaixa nesse perfil, trazendo não só a forma conceitual de tudo, mas a solução para sua empresa. Entre em contato conosco via whatsapp, e-mail contato@solvcao.com.br ou via redes sociais. Estamos esperando por você! Fonte: ProLucro

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O que é Outsourcing Contábil e como ele ajuda sua empresa

O serviço de Outsourcing Contábil não é apenas uma simples terceirização, mas uma oportunidade de construir uma parceria, onde a contabilidade contribui com estratégias e cumprimento de obrigações. Além dessas contribuições, a empresa passa a contar com profissionais qualificados na área. Dessa forma, se seu desejo é de controlar o financeiro da sua organização e reduzir custos, você pode contar com esse serviço e saber como ele pode alavancar o futuro da sua empresa lendo este artigo que preparamos para você! Outsourcing Contábil Refere-se à terceirização dos serviços de contabilidade. Diferente da consultoria contábil, o Outsourcing Contábil assume setores como contabilidade, departamento financeiro e tributação. Ou seja, o escritório contábil cuida das áreas estratégicas da sua empresa, contribuindo com seus resultados. Otimizando serviços Ter um Outsourcing Contábil é mais vantajoso do que montar um departamento contábil inteiro, pois, além de economizar dinheiro, garante que profissionais qualificados atendam às demandas, garantindo a entrega de um trabalho otimizado. Aumentando a Produtividade Quando uma empresa terceira é contratada, a energia dos funcionários pode ser destinada para outras atividades, melhorando a eficiência das entregas. Com a maior concentração dos colaboradores em outras tarefas, o ganho da empresa passa a ser maior. Dessa forma, a empresa não precisa se preocupar com assuntos contábeis, apenas focar em outras atividades do negócio. Menos riscos Os erros que podem ser causados pela falta de experiência ou falta de concentração são evitados, pois a contabilidade contratada conta com softwares e especialistas na área contábil. Menos custos Para formar uma equipe contábil interna, é necessário um processo de seleção e treinamento. Utilizando outra empresa para o serviço, esses custos não existem, dessa forma, seus recursos podem ser remanejados para outras áreas. Essa redução de custos melhora a lucratividade e rentabilidade da sua empresa a longo prazo. Qual a importância do Outsourcing? Com o crescimento das empresas, algumas necessidades passaram a ser mais específicas, porém o Outsourcing solucionava o déficit da organização de forma pontual. Hoje, as empresas utilizam essa terceirização cientes da obtenção de vantagem competitiva, utilizando conhecimento e tecnologias que não estão disponíveis internamente, além da entrega de serviços de forma mais rápida e assertiva. Que tal passar a ter essa vantagem e contar com serviços melhores com o Outsourcing Contábil da Solvção? Direcione seus recursos para outras áreas e deixe sua área contábil com a gente! Fonte: Bluke

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Como ter descontos comprando com CNPJ?

Comprar com CNPJ é uma excelente maneira de reduzir os custos quando você adquire bens, matérias-primas e insumos para a empresa. Esses descontos são possíveis porque, comprando como Pessoa Jurídica, as cargas tributárias são menores que as direcionadas para Pessoas Físicas, fazendo o preço final ser mais baixo. Além disso, com o número do CNPJ a compra diretamente com fornecedores se torna possível, o que elimina lucros acumulados, que são comuns quando há revenda por intermediários. Mas, antes de tudo, o primeiro passo é Abrir um CNPJ e mantê-lo ativo e regular. Por fim, é importante saber os produtos que podem ser comprados dessa forma e se realmente vale a pena comprar assim. Então leia esse artigo e encontre suas respostas. A forma de comprar com CNPJ pode variar, mas geralmente segue a seguinte ordem: 1 – Abra sua empresa Ao abrir um CNPJ você regulariza seu negócio, garantindo o registro em órgãos importantes, como a Receita Federal. Para que o processo seja realizado da forma correta, você deve ter o suporte de um contador, o que evitará escolhas erradas que podem comprometer o futuro do seu negócio. 2 – Pesquise onde estão os produtos e equipamentos para o seu negócio. Ao pesquisar lojas e fornecedores que trabalham com o que você precisa, você terá uma visão de preços, qualidade e outros fatores que irão influenciar na sua tomada de decisão de compras. 3 – Confirmar se realizam vendas para Pessoa Jurídica. Para evitar surpresas na hora do pagamento, é importante realizar essa confirmação de vendas para PJ, apesar de serem raros os fornecedores que não fazem esse comércio B2B. 4 – Veja quanto desconto irá conseguir Além de verificar se o desconto existe e qual o percentual, tente explorar outras facilidades, como a forma de pagamento e parcelamentos. Como os descontos funcionam? O desconto funcionará de acordo com as regras das empresas vendedoras, ou seja, não existe nenhuma regra predeterminada. Mas entenda alguns motivos das compras serem mais baratas para PJ: 1 – No atacado Aqui, as aquisições são feitas em maiores quantidades, assim, o vendedor pode dar descontos com base no volume de compra. 2 – No varejo Apesar de não trabalhar com grandes quantidades, os descontos vão variar de acordo com cada empresa, mas a grande maioria tem descontos para PJ. 3 – Diretamente do Fornecedor Aqui, sem intermediários na relação de compra, é possível conseguir maiores descontos. O valor sem juros acumulados é popularmente chamado de “preço de fábrica”. A lista do que comprar com CNPJ é extensa, desde bens que podem ser adquiridos em grande quantidade até veículos com componham a frota de carros da empresa. Lembre-se do que explicamos no início desse artigo: O primeiro passo é abrir um CNPJ e, para isso, você pode contar com a Solvção!!

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5 habilidades que você precisa ter como empreendedor

O início de cada ano é marcado pela necessidade de renovação. Dessa forma, vale rever as habilidades empresariais e competências que você tem ou pretende desenvolver. Esse exercício se trata de uma reflexão sobre suas habilidades e capacidades como gestor, abrindo um novo horizonte para novas competências que favoreçam seu ambiente de trabalho e seu negócio como um todo. Aqui vamos destacar algumas habilidades requisitadas nesse meio. Vem com a gente! 1 – Ter uma visão estratégica e inovadora Esse artigo não se trata de suposições de coach de Recursos Humanos. De fato, qualquer profissional, seja empreendedor, administrador ou simplesmente estando inserido em um projeto, deve-se ter uma visão estratégica do negócio. Simplificando, para a empresa ter ações de maior produtividade, resultados e satisfação entre os envolvidos, é necessário verificar seus pontos fortes e fracos, suas oportunidades e desafios e proporcionar o processo de inovação. Utilizar recursos estratégicos são escolhas que fazem parte dessa visão. Métodos mais ágeis de gestão, automação de processos e, inclusive contar com uma Contabilidade Digital Consultiva estão inclusos nesse exemplo. 2 – Networking Ter uma ampla rede de contatos é essencial a todo gestor, pois é necessário poder contar com parceiros, fornecedores, amigos, investidores e colaboradores na rotina do seu negócio. As novas tecnologias permitem um maior alcance de contatos e da comunicação facilitada. Abuse dos recursos digitais para aumentar sua rede de relacionamento, mas não deixe de lado a parte humana e a pessoalidade das suas relações. 3 – Se comunique com eficiência É uma habilidade de excelência, que necessita de recursos que façam com que suas ideias e informações sejam compreendidas da mesma forma por diferentes públicos. Além de saber passar a informação, é preciso dominar os recursos e diferentes linguagens – este tem sido cada vez mais exigido pelo mercado, principalmente para cargos de gestão. Outros pontos importantes são sobre saber ouvir além do que foi dito, dar feedbacks e refletir sobre as informações que chegam até você, sem supor ou promover uma resposta erroneamente de forma imediata. 4 – Saber vender Mesmo não atuando diretamente na área de vendas, todo gestor precisa entender sobre esse processo, afinal as vendas permitem a sustentabilidade do negócio. Além de técnicas e estratégias para orientar sua equipe, as metas e objetivos do seu negócio precisam ser traçadas. 5 – Gerar diferenciais Com um mercado cada vez mais competitivo é importante criar diferenciais competitivos dentro do seu negócio antes mesmo de buscar esses recursos externamente. Esse processo exige uma mudança na cultura organizacional e empenho nessas novas práticas de gestão. Com ações organizadas pela gestão, os resultados podem ser incríveis e mais proveitosos dentro de um novo mercado mais competitivo. Fonte: OSP

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10 formas de vender mais

Existem muitos fatores que influenciam as vendas de um negócio, mas é importante entender que alguns podem estar fora do nosso alcance. Vale lembrar que o comércio é formado por empreendedores que estão de olho nos movimentos dos consumidores, em busca de atender os desejos de seu público. Mas olhar para as questões administrativas e fiscais também é um ponto a ser levado em consideração. A partir dessa matéria, você compreende os fatores que podem influenciar nas vendas e, consequentemente no seu faturamento. Vem com a gente! 1- Realize pesquisas Essa é a melhor forma de identificar o que falta para aumentar suas vendas. A forma com que ela deve ser realizada dependerá do porte da empresa, mas a questão principal é que os dados sejam coletados sobre o que os clientes não encontram em sua empresa, mas que é, de alguma forma, relevante para eles; o que falam sobre sua organização e aparência e a forma que são atendidos. É importante pontuar aquilo que você consegue alterar e, principalmente, levar os resultados a sério. 2- O que interessa para o cliente É importante saber que seus clientes vem para sua empresa – seja de forma presencial ou digital -, porque alguma coisa lhes interessa ou, pelo menos, chamou sua atenção. Para que o cliente esteja cada vez mais próximo do seu negócio, é importante pensar sobre as ações que devem ser tomadas para o aumento de clientes. 3- Produtos baseados no cliente A partir disso, leve o perfil do seu público atual em consideração e escolha seus produtos, levando em consideração o que eles estão buscando e as novidades que o mercado oferece. 4- Analise seus processos internos As vezes a preocupação com as vendas é maior do que com a organização da empresa e, talvez esse seja o verdadeiro motivo de alguma queda de faturamento. Além disso, outros pontos como estoque, impostos e escalas de funcionários, podem ser o motivo. Dessa forma, é importante avaliar se você está recebendo as orientações corretas da sua contabilidade. Nesse caso, a SOLVÇÃO pode ajudar você! 5- Equipe de vendas Para ter boas vendas, um bom time de vendedores é fundamental e, para isso, é necessário treinamento. Geralmente os profissionais contratados para essa atividade já possuem um determinado perfil, mas nem sempre a experiência ou preparo para realizar da melhor forma. Assim, a oportunidade de oferecer cursos e capacitação ao seu time está aí! Molde-os de forma que as atividades estejam de acordo com os resultados que deseja atingir. 6- Invista no seu ponto de vendas O ponto de vendas deve estar de acordo com a proposta do seu negócio. Por mais que seu negócio seja antigo e esteja estabelecido há anos no mesmo local, as atualizações são necessárias para que possa interessar a novos públicos. Para isso, você pode buscar modelos do seu segmento em pontos de vendas mais recentes, inclusive no mercado exterior. 7- Invista no Marketing Digital do seu negócio Por mais que seu negócio não trabalhe com produtos digitais e não queira abrir uma loja online, a presença virtual é necessária. Isso significa que se alguém te procurar na internet, precisam encontrar algum resultado, seja rede social ou site próprio. 8- Atentar-se as datas especiais É importante considerar as datas especiais, seja para ter estoque ou para entender que, em determinados momentos, seu publico não estará com você. Se você tem queda de demanda por um tempo, é certo que a procura aumentará num período posterior, dessa forma é necessária a organização de toda a estrutura da empresa para o atendimento necessário. 9- Entender a sazonalidade Ela não está presente apenas nas datas especiais. No primeiro ano de funcionamento do negócio é necessário diferenciar esses períodos de diferença na demanda e, a partir disso, registrar as vendas, ajustando os estoques e realizando ações diferentes nos momentos de baixa procura. 10- Promoções e renovação do estoque Ao notar que possui mercadorias que não estão gerando o retorno esperado, é hora de vende-las por valores menores e utilizar esse valor para atualizar o estoque. Por fim, a importância em se manter atualizado mostra que acompanhar as tendências faz parte da rotina empresarial. Dessa forma, seu negócio se populariza, suas vendas aumentam e, consequentemente seu faturamento! Fonte: Contabilizei

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ME ou EPP? Qual o melhor para sua empresa?

Se você está pensando em abrir uma empresa, é importante entender a diferença entre ME e EPP para escolher o que mais se adequa ao seu negócio. Dessa forma, essa matéria explica essas diferenças para que você entenda sobre esses dois modelos. As diferenças entre ME e EPP A principal diferença está no tamanho da empresa, partindo do limite de faturamento. A ME pode faturar até R$360 mil por ano, enquanto a EPP tem o limite de R$4,8 milhões. Ambos podem optar por seguir o Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real e os impostos são calculados de acordo com o faturamento, ou seja, a medida que a empresa cresce, o regime tributário é alterado. Dessa forma, vemos a importância de você, como empresário ter uma assessoria contábil especializada, como a SOLVÇÃO, que tem serviços de consultoria e estuda sua empresa para te auxiliar no sonho de empreender com sucesso. Mas o que é uma ME? A Microempresa é diferente de outros tipos de empresa, como por exemplo o MEI, porque adequa-se a um número maior de sócios e até 19 funcionários, dependendo do seu segmento. A ME precisa emitir notas fiscais para todas as vendas realizadas e, ser ME traz vantagens no recolhimento de tributos, bem como na arrecadação de tributos e redução nas alíquotas. E o que é uma EPP? As Empresas de Pequeno Porte são, geralmente, uma ME que ultrapassou o limite anual de R$360 mil. Devem ter no mínimo 10 colaboradores e no máximo 49, mas para empresas do ramo de indústria, o máximo permitido é de 99 funcionários. Podem ser enquadradas em qualquer regime tributário, mas em alguns casos, o Lucro Real ou Presumido são obrigatórios, como empresas de bebidas alcoólicas, por exemplo. E qual é melhor? A opção de ser ME ou EPP deve ser relacionada ao modelo do seu negócio. Tudo depende do que é mais adequado, não ao que é melhor. Como vimos, é necessário observar critérios e analisar detalhes, como o número de funcionários, faturamento, atividades etc. Contudo, é preciso estudar e planejar a estratégia adotada e, sem dúvidas, contar com um bom contador! Como abro minha pequena empresa? Se você quer abrir seu próprio negócio, entre em contato com a SOLVÇÃO. Somos especialistas em abrir sua empresa da forma menos burocrática e trabalhamos com um valor justo, que cabe no seu bolso. Estudaremos juntos o melhor cenário para sua empresa e Vamos contabilizar uma História de Sucesso JUNTOS! Fonte: Contábeis

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Conheça agora a Lei do Ecommerce

Decretada 23 anos após a criação do Código do Consumidor, a Lei do Ecommerce tem a proposta de regulamentação em relação ao comércio digital. Entenda a importância de conhecer os direitos e deveres de quem vende e compra online. Com o avanço da tecnologia, o acesso à informação e a popularização dos mercados digitais, há quem diga que a Internet é uma terra sem lei e, realmente tem muita coisa em fase de aperfeiçoamento; mas as regras e leis EXISTEM! São essas regulamentações que permitem que o mundo digital se expanda de forma rápida e eficiente, afinal, você precisa de segurança para realizar compras online. Dentre essas leis, temos a Lei do Ecommerce. Se você não a conhece, esse artigo é para você! O que é a Lei do Ecommerce? Em 1990 o comércio eletrônico praticamente não existia, logo, não havia nenhuma legislação para ele e, para evitar um vácuo jurídico, a Lei do Ecommerce foi decretada no ano de 2013. A ideia é direcionar as transações dos ecommerces, de forma a proporcionar segurança ao consumidor, afinal as transações online tinham a tendência de se consolidar como tendência e, para minimizar golpes e fraudes, precisavam de regras. Por que devo conhecer essas leis? Para que você consiga realizar suas vendas online sem ter maiores problemas, é importante conhecer essas leis. Pode até parecer chato, mas a Lei do Ecommerce preenche as lacunas do CDC e essas regras podem ser benéficas para sua empresa! Além de não ter de lidar com multas, os ecommerces estruturados com essas leis passam mais confiança para seus clientes. O que diz a Lei do Ecommerce? A maior parte do seu texto é voltada para a transparência com o consumidor, garantindo segurança e confiabilidade na relação entre as partes. O acesso às informações sobre a empresa e o produto precisam ter fácil acesso e as informações de contato precisam estar disponíveis e em locais fáceis de encontrar, diminuindo a barreira entre ambos. Além disso, também há a importância de colocar as informações de custos adicionais que o cliente pode ter. Afinal, o cliente precisa estar ciente de todos esses pontos para decidir se fará ou não a compra daquele produto ou serviço. O que acontece se eu não seguir a Lei do Ecommerce? É importante ressaltar que os itens presentes na Lei do Ecommerce são mais benéficos do que danosos para sua empresa. Eles melhoram sua relação com seu cliente, fornecendo um serviço melhor, com mais segurança. Dessa forma, não cumprir com essas obrigações, existem os riscos de processos e ações judiciais. As consequências podem ir de sanções legais até a indenização aos consumidores, o que resulta em prejuízo financeiro e de imagem da sua empresa. E temos certeza de que você não quer passar por isso! Conte com a Solvção Contabilidade nos serviços de Consultoria Empresarial! Nossa especialidade é cuidar da sua empresa!! Fonte: Escola de Ecommerce

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8 dicas de Gestão Financeira para Pequenas e Médias Empresas

Uma gestão financeira eficiente é importante para o desenvolvimento de um empreendimento, principalmente em casos de pequenas e médias empresas. Apesar disso, nem todos os administradores sabem como fazer essa gestão. Dessa forma, essa matéria serve como orientação para te ajudar a entender como administrar as finanças do seu negócio corretamente. Qual a importância da Gestão Financeira? Esse gerenciamento é importante para a manutenção do negócio. Caso não seja feito, o risco de lidar com problemas nas contas ou ter de fechar o negócio é muito alto! Isso porque a saúde financeira é um pilar importante para o negócio. Sem ela, não dá para reinvestir o capital na empresa, bem como honrar com os pagamentos de fornecedores e funcionários. Assim, a gestão financeira vai além de organizar entradas e saídas, é sobre saber gerir os investimentos e planejamentos. Agora que você sabe da importância da Gestão Financeira, veja as 8 dicas que vão te ajudar a gerir seu negócio de forma adequada. 1 – Acompanhar o Fluxo de Caixa É essencial que o fluxo de caixa esteja organizado para que a empresa cresça e funcione adequadamente. Por isso deve-se monitorar as entradas e saídas dos valores a curto prazo. A análise permite que a empresa compreenda melhor seus resultados, auxiliando a antecipar tendências, revelando se as operações estão trazendo o retorno esperado pelos gestores. 2 – Tenha um Planejamento Financeiro Ocorre antes do acompanhamento do Fluxo de Caixa. Com ele, as estratégias podem ser estabelecidas de forma mais realista, sobre como utilizar os recursos para alcançar os objetivos propostos. 3 – Gestão de inadimplentes A inadimplência é um problema que muitos negócios enfrentam, por isso é importante ter estratégias para contornar essa situação. Em alguns casos é possível oferecer descontos, renegociar as dívidas, etc; além disso, vale adotar formas de prevenir essa situação. 4 – Tenha metas de gastos Criar um teto de gastos a partir das análises financeiras realizadas é uma forma de viabilizar o progresso do seu negócio. Para haver evolução, é necessário investir de forma assertiva, alinhado ao acompanhamento de gastos, evitando gargalos que podem prejudicar o orçamento. 5 – Tenha objetivos Além de ter metas de gastos, é necessário ter metas de crescimento, por isso os resultados devem ser acompanhados juntamente com as oportunidades do mercado. Também é importante se preparar para diferentes cenários, pois crises podem surgir inesperadamente e você deve estar pronto para elas. 6 – Tenha uma reserva É normal que as empresas passem por momentos de incertezas, por isso é importante ter uma reserva de emergência para não estar desamparado nesses momentos. Contar com um valor disponível é uma forma de prevenir o desequilíbrio no orçamento quando, por exemplo, as vendas caem. Mas é importante lembrar que as reservas devem ser feitas de forma estratégica, não comprometendo a manutenção e crescimento do negócio. 7 – Injeção de Capital Para que a gestão seja eficiente e com acesso a maiores recursos, haverá melhores condições de execução dos projetos. Existem diferentes formas de fazer isso, como a busca de capital no mercado, ampliando o valor disponível visando alcançar os objetivos da empresa. 8 – Faça Investimentos Há muitas vantagens para seu negócio em investir como Pessoa Jurídica, como utilizar o dinheiro para o pagamento de benefícios trabalhistas, ou fazer o pagamento de fornecedores. Investimentos fazem com que a empresa economize e faça menos esforço de capital para crescer futuramente. Como é possível observar com as 8 dicas, existem diversas práticas para realizar uma boa gestão financeira de pequenas e médias empresas. Além de cuidar das contas, saber se relacionar com o mercado financeiro também é necessário. Para isso, você pode contar com a Solvção Contabilidade, que tem o serviço de Consultoria Empresarial e Tributária. Entre em contato conosco e conheça as soluções para você e seu negócio. Fonte: Lotus Capital

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Imagem de fundo com pessoa buscando algo com lupa em frente ao computador e uma lupa do lado direito da imagem, dando alusão a busca online

O que é Intenção de Busca e como isso ajuda seu e-commerce

Intenção de busca é aquilo que usuário quer saber, geralmente por uma pesquisa no Google ou outros buscadores. Entendendo o que ele busca, é possível criar conteúdos que vão atraí-lo para sua página. Com o aumento da concorrência fica cada vez mais difícil aparecer para o público que você quer converter a clientes. Dessa forma, as lojas passam a recorrer ao SEO (Search Engine Optimization, otimização para motores de busca) para aumentar sua visibilidade, tráfego orgânico e, em consequência, suas vendas. A técnica de SEO também é utilizada para entender como o usuário se comporta nas buscas, para traçar melhores estratégias de conteúdo. Mas o que é intenção de busca? Também é chamada de intenção de pesquisa e nada mais é do que tudo o que o usuário busca na Internet. Na prática, realizando uma busca de “Melhores tênis para corrida”, minha intenção é ter dicas para saber os tênis que vão me ajudar a ter uma melhor performance. Ou seja, não estou procurando um tênis para crossfit. Apesar de parecer óbvio, é algo importante para planejar conteúdos visando a dor do cliente. Por fim, toda intenção de busca pode ser resumida nos quatro pontos seguintes: Hoje, 99% das pesquisas realizadas no Google são relacionadas a um dos tópicos abaixo: Informacional Tem o objetivo de satisfazer uma pesquisa por informação, solucionar alguma dúvida sobre algum tema específico. É realizada no primeiro momento da compra, quando o cliente tem algum problema e busca informações para solucioná-lo. Geralmente os resultados aparecem como: – Como fazer. Aprenda, Quando, Descubra, O que, etc. Comercial É realizada na metade da jornada de compra. O usuário sabe o que quer mas não sabe onde encontrar. Nessa pesquisa, é possível comparar preços e ler feedbacks dos usuários sobre o produto/serviço. Transacional Essas pesquisas são relacionadas à tomada de decisão. Nessa etapa o cliente já tirou suas dúvidas sobre o que precisa, já sabe onde está sua solução e agora procura formas de sanar essa dor. Um exemplo de pesquisa é “Comprar camiseta Nike Feminina”. Os termos que mais aparecem nos resultados são: – Adquira; Preço; Compre; Desconto; Promoção, etc. Lembrando que, a jornada de compra não acaba por aqui porque nesse processo o atendimento até sua finalização também está incluso. Navegacional Também chamada de busca direta, o usuário pesquisa especificamente uma página, porque já sabe que encontrará a solução para seu problema ali. Concluindo Saber sobre a intenção de busca é um passo estratégico importante e ficar atento às tendências serve como termômetro para entender como o público se comporta online, e, havendo relação com seu nicho, embarque nessa viagem! Por fim, tenha em mente que o usuário sempre está buscando algo para resolver suas dúvidas, e colocá-lo em primeiro lugar é o primeiro passo para entender suas necessidades. Fonte: Escola de E-commerce

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imagem de sacolas de compra, homem segurando três caixas ao lado de uma plataforma com notebook e ícone de porcentagem ao fundo, compondo alusão a vendas de ecommerce

O que é uma página de vendas e como criar uma que converta

Uma página de vendas é uma landing page focada em converter visitantes em clientes e para isso, ela precisa ser estratégica. Aqui vamos explicar o que é necessário para criar uma página estratégica; o que ela deve ter para converter no seu e-commerce. O que é uma Página de Vendas? Tem o intuito de vender um produto ou serviço, demonstrando como este irá resolver um problema específico, juntamente com seus benefícios, organizando essas informações em apenas uma página. Um bom título, contexto, oferta e outros elementos são pontos que colaboram para a conversão de visitas em clientes. O que compõe uma Página de Vendas? São 8 características principais que formam uma boa Página. É a primeira impressão dos visitantes. Se não for atrativo, a leitura a seguir é descartada. O título precisa ser conciso, simples e objetivo. Em caso de dúvidas, busque em páginas grandes, que vendem produtos semelhantes ao seu. Você notará que todos os títulos prometem alguma coisa. É necessário apresentar as características que o cliente precisa para conhecer o produto. Ao fazer isso, você também apresenta os benefícios que podem mudar a vida do cliente. Além disso, mostrar os diferenciais do seu produto/serviço aumentam o desejo do seu cliente. Palavras como “único” ou “o menor preço” merecem destaque. Os depoimentos dos clientes servem como uma Prova Social, reforçando a confiabilidade e qualidade do produto, fazendo o cliente se sentir mais seguro para realizar a compra. É importante saber diferenciar os Planos não apenas com relação ao valor. Saber nomeá-los para que o cliente tenha-os em mente é uma estratégia excelente. Além disso, os nomes precisam significar alguma coisa. O botão tem destaque nas páginas de venda e precisa criar senso de urgência sem exageros. Ele precisa ser o próximo passo do seu cliente. Ao trazer um problema e em seguida apresentar a solução, ter um CTA é o ponto final. É importante mencionar que ele não precisa ser colocado apenas uma vez, mas pode ser destacado uma ou duas vezes no meio da página. Conhecida como perguntas frequentes ou perguntas e respostas, geralmente é localizado no final da página, onde as questões mais frequentes dos clientes são respondidas. Seu objetivo é antecipar as perguntas que podem atrasar a conversão do cliente. A possibilidade de falar com alguém ao vivo é uma forma de tirar dúvidas específicas e transmitir segurança ao seu visitante. No final da página, os ícones das redes sociais da sua empresa podem seu o último elemento; o e-mail e número de telefone também podem ser colocados nessa posição. Quais são os benefícios? Além de poder converter os visitantes da sua página em clientes, você também ganha: Quanto mais leads conquistados pela Página, mais ganhos para o fluxo de caixa. Ter uma página de vendas deixa uma impressão duradoura em seus leads. Com uma presença online mais profissional cria-se confiança em seus clientes, que passarão a divulgar seus produtos e serviços para outras pessoas. Agora que você tem dicas importantes para criar sua página de vendas, abrir o seu CNPJ não precisa ser uma dor de cabeça! Entre em contato com a SOLVÇÃO! Teremos o prazer em te atender, estudando o melhor cenário para o seu negócio, diminuindo o pagamento de impostos de forma legal e aumentando sua lucratividade. Tudo por um valor JUSTO!! Fonte: Escola de Ecommerce

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Mulher negra em frente ao computador utilizando fone de atendimento com expressão facial remetendo a preocupação com a queda de pedidos dos clientes.

É Hora de saber por que seus clientes estão parando de comprar

Toda empresa passa por períodos de baixa nas vendas, mas vale entender os motivos que fazem os clientes pararem de comprar, assim, será possível rebater quaisquer objeções e enfrentar as adversidades. Dessa forma, a Solvção separou alguns problemas para te servir como um guia que te ajudará a descobrir o que afeta a sua empresa. Os clientes realmente não estão comprando? Essa é a primeira pergunta que se deve fazer antes de tentar resolver qualquer coisa. Para entender as necessidades, é preciso analisar alguns indicadores. Vejamos: – Índice de recompra: É a taxa dos clientes que voltam a comprar de você. Saber a frequência, período e se o número é positivo ou negativo, facilita analisar e planejar ações de prevenção e ajustes contra dificuldades que podem surgir. – Lealdade dos clientes: É importante saber o grau de satisfação dos clientes e saber quantos o recomendariam. Pode ser realizado com amigos, familiares e parceiros por meio de pesquisas diretamente no caixa, questionários virtuais, e-mail ou telefone, questionando a nota que o cliente dá ao seu produto ou serviço numa escala de 0 a 10.             Como analisar isso?             – Notas de 0 a 6 são dadas pelos consumidores infelizes com seu negócio, chamados de clientes detratores;             – As notas 7 e 8 são dos clientes satisfeitos que podem ser facilmente conquistados pelos concorrentes, chamados de clientes neutros;             – Notas 9 e 10 são de clientes que têm o hábito de comprar sempre no mesmo lugar e indicam para seus amigos que façam o mesmo. São os chamados clientes promotores. Não existe um número certo para cada tipo de consumidor, mas analisando com bom senso, o fará entender se existem mais erros do que acertos em seu negócio. Quais os problemas mais comuns? Existem problemas que, independente da área de atuação do negócio, mexem com os clientes, facilitando seu enquadramento nos grupos de detratores ou neutros. São eles: – Produtos ou serviços ruins; – Vendedores despreparados; – Falhas operacionais; – Preço (ausência de valor percebido pelo cliente); – Falta de inovação ou encantamento; – Falta de segurança (no ambiente online); – Ações de marketing ineficientes; – Concorrentes melhores. É importante saber que o problema de uma empresa pode não ser o mesmo de outra e supor que esse problema esteja relacionado a algo citado anteriormente, sem um estudo e análise, pode prejudicar o futuro da organização. Tentar resolver um problema que não existe pode estragar o que está funcionando adequadamente. Saiba como diagnosticar os problemas da empresa O primeiro passo para descobrir o que está fazendo seus clientes comprarem menos é PERGUNTAR e é importante ter em mente que ninguém gosta muito de responder questionários longos demais. Assim, foque nas dúvidas principais. Aqui, separamos alguns pontos importantes com que você pode se basear para criar seu questionário: – Pontos fortes e fracos da empresa; – Análise dos vendedores numa escala de 0 a 10; – Avaliar dos preços que são cobrados; – Avaliação dos produtos/serviços oferecidos numa escala de 0 a 10; – Você se sente seguro comprando em nossa loja online? E como anda seu atendimento? A excelência no atendimento ao cliente não deve ficar de lado, afinal, muitas vezes os problemas da empresa podem ser resolvidos rapidamente. “Os clientes não querem ter seus problemas resolvidos; o que eles querem é não ter problemas” – Bill Price, consultor de CRM e presidente da Driva Solutions. Partido disso, apresentamos 7 princípios do bom serviço: Com isso, você libertará seus clientes das Centrais de Atendimento e os mantém felizes, garantindo bons resultados em suas vendas, mesmo em tempos de baixa expectativa. Fonte: Venda Mais

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8 maneiras de diminuir os riscos financeiros do seu e-commerce

O principal desejo de quem empreende é otimizar seus processos e ficar livre de falhas. Logo, para entender como diminuir os riscos financeiros, é necessário entender os processos do setor. Capital de Giro: O dinheiro que financia a continuidade das operações, como manter estoque, pagamento de fornecedores, salários etc.; Fluxo de Caixa: É o controle da movimentação financeira. Regista as entradas e saídas de dinheiro. Movimentação que deve ser verificada em determinado período; Precificação de produtos: Os preços precisam estar alinhados entre a rentabilidade que a loja espera e o que o mercado está disposto a pagar; Prazos: O prazo de venda é relacionado ao tempo de parcelas em que se recebe as vendas, ou seja, se um produto é vendido em 10 vezes sem juros, os pedidos são feitos em 10 vezes e assim por diante, criando um fluxo de caixa; Portanto, o prazo de compra é o tempo que a loja demora para pagar suas contas, ou seja, quanto demora para pagar seus fornecedores; Ciclo Financeiro: É o período entre o pagamento do fornecedor até o recebimento das vendas. Formas de diminuir os riscos financeiros Conhecendo os principais processos, vamos descobrir as formas de evitar ameaças? Veja só! 1. Escolha a plataforma do seu e-commerce A escolha da plataforma é equiparada ao ambiente de uma loja física. Onde se encontram os produtos, informações, o layout da página e a facilidade em navegar são pontos importantes para atrair e reter seus clientes. Além disso, a plataforma deve facilitar a gestão dos dados sobre os acessos, estoque, pedidos e interações do consumidor para o administrador. Por fim, tempos a forma de pagamento. Verifique seu momento financeiro e analise a forma que irá receber dessa plataforma, se por comissionamento, mensal, pageviews, etc. 2. Forma de pagamento do consumidor A forma de pagamento é um ponto importante na tomada de decisão do seu cliente. Por conta de alto número de golpes, o público opta por comprar em ambientes seguros. Em suma, as principais formas de pagamento são via Boleto e cartões, mas antes de disponibilizar esses métodos, analise o intermediador de pagamento. 3. Investir em Marketing e Mídias Esse investimento é fundamental para o crescimento de qualquer negócio e, se tratando de e-commerce, a publicidade por meio digital não pode faltar! Atualmente as campanhas digitais demandam menos investimentos do que as tradicionais e para ter bons resultados é importante investir em profissionais. As campanhas são baseadas em estratégias que buscam ter mais retorno com menos investimento. 4. Aumentando a margem bruta A margem bruta é o quanto a loja teve de retorno sobre as vendas menos os custos das mercadorias e serviços prestados. Para aumentar esse valor, vale apostar em algumas dicas, como: – Avaliar o mercado: Analisar os concorrentes, a oferta e demanda do seu produto são formas de monitorar o mercado e suas estratégias. Em outras palavras, é importante conhecer o perfil de compra do seu público e o ciclo de vida de cada produto, visando a compra recorrente. – Negociação: Negociar o preço e condições de compra junto aos seus fornecedores pode diminuir seu custo. Trabalhe com prazos e descontos para pagamentos online. Planeje comprar seus produtos em períodos de sazonalidade baixa. 5. Cuidado com custos logísticos não mapeados – Logística reversa: De acordo com o Código de Defesa do Consumidor (CDC), o cliente possui até 7 dias a partir do recebimento do produto para desistir da compra e fazer a devolução. Assim, a loja deve devolver o valor ao consumidor e aceitar o produto, pagando também pelo transporte de volta do item. ­- Fullfilment: Engloba todas as operações do pedido do cliente, inclusive o processo logístico, com todos os custos referente a separação, embalagem, etiquetagem e entrega dos produtos. Esse cuidado faz com que a empresa não tenha gastos desnecessários e, consequentemente, atrai e retém mais clientes. ­– Campanhas sazonais e frete gratuito: As lojas virtuais aproveitam de períodos sazonais e frete gratuito para atrair mais clientes. Para isso, é necessário analisar o preço de venda do item para não afetar a margem bruta. 6. Fazer ou não fazer investimento externo? É comum esse dilema que toda empresa enfrenta. Para ajudar na decisão, separamos algumas opções: – Empréstimo bancário: É a solução mais comum, sendo um contrato feito entre empresa e instituição financeira. O empreendimento recebe uma quantia que deve ser devolvida em prazo estipulado com adição de juros ao valor final. ­ – Antecipação de recebíveis: é muto utilizada por lojas para obter o capital de giro e funciona como um adiantamento de valores a receber, descontando o valor de encargos bancários. – Financiamento: A empresa indica para a instituição financeira como vai utilizar o dinheiro e, lembramos que as taxas dessa modalidade são menores que do empréstimo. – Financiamento Coletivo: Você coloca sua ideia de negócio em algum site específico e, usuários que acreditam nele, investem. Quando o objetivo é alcançado, parte do dinheiro volta para eles. – Investidor anjo: Eles investem o dinheiro, apostando em seu crescimento. É preciso entender os motivos para fazer esse investimento externo. Se for para tirar a empresa do papel, o Financiamento coletivo e investidor anjo são ótimas opções. Caso seu negócio esteja consolidado no mercado, vale considerar novas opções. 7. A importância do fluxo de caixa O controle da movimentação financeira do seu negócio impacta diretamente no valor do seu lucro ou prejuízo. 8. Estratégia de compras na operação O setor de compras também é importante para diminuir os riscos financeiros do e-commerce, afinal, uma empresa que compra mais do que vende fica com estoque parado, afetando o fluxo de caixa e gerando prejuízo para o negócio. Contudo, percebemos a importância em analisar os diversos cenários que a empresa está ou estará inserida para diminuir os riscos financeiros e escolher a melhor forma de investir em cada setor e ação. Ficou com alguma dúvida quanto aos tópicos mencionados? Entre em contato com a Solvção! Nós teremos o maior prazer em te auxiliar a abrir seu e-commerce com o

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Imagem ilustrativa da tela de acesso ao portal gov.br com ilustração de selos remetendo aos níveis de segurança da conta.

Para que serve a Conta Gov.br e como aumentar o nível

 Saiba como criar a Conta Gov.br e aumentar o nível da sua conta. Entenda como ela pode te ajudar, descomplicando os acessos a serviços do Governo Federal. O Gov.br é um portal do Governo Federal que facilita o acesso a diversos serviços públicos, oferecendo quase 5 mil aplicações digitais. Todos podem (e devem) ter uma conta registrada, mas afinal, o que é, como abrir e melhorar o nível dessa conta? O que é a Conta GOV.br? A Conta Gov unifica os canais digitais do Governo Federal com o intuito de trazer praticidade nos acessos aos serviços públicos, eliminando a necessidade de idas e vindas de agendamentos. Para que ela serve? A Conta Gov te oferece facilidades, entre elas te identificar na solicitação de documentos ou aderência a programas do governo, trazendo economia de tempo e dinheiro com transporte, cópias e certidões. Com ela, é possível: Acessar documentos digitais Por meio do aplicativo Gov.br é possível ter no celular uma carteira digital de identificação, sendo disponíveis atualmente: – CPF Digital – CNH Digital – Certificado de Reservista emitido pelo Exército Brasileiro – Certificado de Dispensa de Incorporação emitido pelo Exército Assinar documentos de forma eletrônica A conta GOV permite assinar documentos digitalmente e, para isso é necessário validar o reconhecimento facial, reconhecer os bancos credenciados pelo portal e Certificado Digital. Vale lembrar que esses recursos estão disponíveis no site Gov.br! Gerenciar o uso de dados pessoais Ao acessar algum serviço público integrado ao Gov e autorizar o uso de dados, todas as informações ficam registradas. A Conta permite gerenciar os sites visitados que precisam dos seus dados, como nome completo, e-mail de cadastro etc. Realizar a prova de vida digital Antes de tudo, a prova de vida é um procedimento com o intuito de evitar fraudes e para poder continuar recebendo o benefício da previdência de forma devida. Ou seja, o processo deve ser realizado periodicamente. O que antes só era possível comprovar de forma presencial, a conta Gov permite que o procedimento seja feito online através do reconhecimento facial. Se inscrever em programas de pesquisa e educação A Conta GOV facilita e poupa o tempo de estudantes e pesquisadores, tornando totalmente digitais as inscrições no PROUNI, FIES, ENEM entre outros programas. Acesso ao eSocial A plataforma do governo que agiliza processos que envolvem obrigações fiscais, trabalhistas e previdenciárias de empresas e reduz a burocracia. Dessa forma, os empreendedores podem, por exemplo, emitir a Guia de Previdência Social (GPS). Emissão e consulta a Previdência Social e Carteira de Trabalho São os registros profissionais que garantem o acesso aos direitos trabalhistas previstos em lei. Com a Conta Gov, os trabalhadores registrados podem consultar e emitir esses documentos. Acesso ao Aplicativo da CNH Com a conta Gov é possível consultar o licenciamento do seu veículo, conferir infrações e multas e ainda, ter em mãos a CNH digital! Acesso aos serviços do SUS Por meio do aplicativo ConecteSUS, é possível consultar o histórico de saúde, acompanhar datas e resultados de exames, calendário de vacinação, verificar disponibilidade de medicamentos da Farmácia Popular entre outros benefícios. Acesso a serviços do Meu INSS Com a conta GOV é possível acessar os serviços do INSS de forma mais rápida para agendar perícias, solicitar extrato de contribuição, pagar de benefícios e até simular a aposentadoria. O que mais consigo fazer? Além de todos esses benefícios, é possível sacar o abono salarial, tirar passaporte, acessar o Portal do Consumidor para realizar reclamações sobre produtos e serviços de empresas privadas etc. Que tal declarar seu Imposto de Renda com a Conta Gov? Além dos diversos serviços que podem ser realizados de forma digital, a Conta Gov oferece a opção de verificar a Declaração de Imposto de Renda diretamente do e-CAC. Para isso é necessário ter uma conta nível ouro ou prata. Quais os níveis de contas Gov? A conta GOV possui os níveis Bronze, prata e ouro, que são correspondentes ao grau de segurança para validar os dados do usuário, aos tipos de serviços que podem ser acessados e transações que podem ser realizadas. Nível Bronze Antes de tudo, a conta é criada com nível bronze, com nível básico de segurança, o que permite o uso parcial das funcionalidades do portal. Nível Prata Possui alto nível de segurança, com acesso a serviços que exigem o reconhecimento facial do usuário ou a validação dos dados por meio de aplicativo de internet banking. Nível Ouro Nível mais alto de segurança, que concede acesso a qualquer serviço, sem restrições de uso e funcionalidades. Como eu crio a conta GOV.br? Todo aquele que possui CPF pode criar uma conta Gov. Basta acessar o site Gov.br, selecionar “criar conta”, ou baixar o aplicativo no celular. Após digitar o CPF, o usuário será direcionado para uma página para escolher uma instituição bancária ou clicar em “Tentar de outra forma”. É necessário responder as perguntas e clicar em “continuar”. Ao fazer isso, você receberá um código por celular ou e-mail. Ao inseri-lo, você pode criar sua senha. E como melhoro o nível da minha conta? Para aumentar o nível de segurança da conta, os selos podem ser obtidos validando a conta junto as instituições financeiras ou por meio da validação facial. Com a utilização do Certificado Digital, ao se cadastrar e validar sua foto, o nível ouro será atribuído para sua conta. Agora que você possui todas as informações sobre a Conta Gov.br, compartilhe com quem ainda tem dúvidas e, caso precise de auxílio, conte com a Solvção! Fonte: Febraban

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Alvará de funcionamento: Quem precisa e como ter?

Todo estabelecimento, seja ele industrial, comercial ou uma empresa de prestação de serviços que possui movimentação de público, precisa dessa autorização da Prefeitura Municipal de onde a empresa está estabelecida, portanto, aqui você entenderá quem precisa e como ter um alvará de funcionamento para seu estabelecimento. Quem é MEI também precisa de Alvará? Após se cadastrar como MEI, você recebe um alvará provisório para a empresa. Dependendo da cidade que ela está estabelecida, o documento pode ser gratuito ou não. Como solicitar e quem emite o documento? O Alvará é emitido pela Prefeitura da cidade onde a empresa está e, dependendo do município, o documento pode ser solicitado pela internet. Como emito o Alvará pela internet ou presencialmente? Para que o documento seja expedido, são necessárias algumas licenças. – Corpo de Bombeiros: verifica as normas de segurança do local e informa quais as adequações necessárias para que tudo funcione corretamente; – Licença Ambiental: Diversos órgãos estaduais e municipais do meio ambiente e Ibama podem expedir esse documento. Geralmente exigido para indústrias, mecânicas, empresas do ramo têxtil, químico, de obras, transporte, turismo etc.; – Licença Sanitária: É a ANVISA ou Vigilância Sanitária da região quem aprova o documento, que é obrigatório para empresas que mexem com alimentação, produtos de higiene, medicamentos, produtos para a saúde etc.; – Produtos de origem animal: O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento concedem o documento para empresas que possuem as atividades voltadas à produção de produtos de origem animal para consumo humano. – Produtos químicos controlados: Responsabilidade da Polícia Federal para empresas com atividades relacionadas a produtos controlados. E quais os documentos necessários para conseguir o Alvará? Quais os riscos de não ter um Alvará? As empresas que não possuem o documento podem ser multadas ou fechadas. O valor da multa vai variar conforme a situação analisada pelo fiscal. Além do fechamento do negócio, pode haver o caso de apreensão de mercadorias e bens e o empresário fica sujeito ao cancelamento do seu registro profissional. E quais as vantagens de ter um Alvará de Funcionamento? Além de ficar livre de ganhar uma multa ou ter sua empresa fechada, uma grande vantagem é a segurança por estar atuando dentro da lei. A segurança é proporcionada aos clientes e a todos que frequentam seu negócio tendo em vista que seguirá conforme todos os protocolos exigidos, firmando o compromisso de boa convivência e ética com a comunidade a qual sua empresa está inserida. Por fim, com relação aos custos de um Alvará de Funcionamento, dependerá do município de onde está a sua empresa. Para essa e demais regularizações da sua empresa, desde sua abertura, você pode contar com a SOLVÇÃO Contabilidade! Aqui, nós trabalhamos de forma ágil e responsável por um Valor Justo, que cabe no seu bolso! Fonte: Contabilizei

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Como lidar com as reclamações na internet?

Com o maior acesso a tecnologia, os consumidores expressam suas opiniões sobre produtos e serviços com maior frequência e saber lidar com as reclamações na internet é fundamental para o sucesso da sua empresa. Por maior que seja o comprometimento da sua empresa com as estratégias de atendimento ao cliente, é inevitável que em algum momento surja alguma reclamação, mesmo que seja pontual, como algum atraso de entrega, falha em produto, dificuldade no suporte técnico etc. Clientes insatisfeitos tendem a compartilhar seu protesto com outras pessoas, geralmente em forma de alerta. Reclamações de atendimento podem encerrar o relacionamento entre cliente e empresa de forma imediata, mas é importante saber que, com alguns cuidados, esse tipo de situação pode ser evitado.  Agradeça pela reclamação Entenda que as reclamações podem se tornar oportunidades de melhoria. Quando você agradece a reclamação, passa ao seu cliente que esta foi bem recebida e aceita, ou seja, você se importa com a opinião e dor do cliente. Ouça seu cliente Muitas vezes o cliente só quer ser ouvido, dessa forma, a equipe de atendimento deve ser treinada para manter atenção a qualquer reclamação que possa surgir. Reconheça seus erros e se desculpe Se a reclamação do seu cliente tem fundamento, a empresa deve reconhecer e se desculpar por esse erro. É muito importante assumir a responsabilidade e ser transparente nesse relacionamento. Tenha interesse em ajudar seu cliente e busque superar suas expectativas para reverter uma imagem negativa. Responda o mais rápido possível A comunicação via internet não admite demora, então é importante priorizar as respostas das reclamações com um posicionamento sobre o problema apresentado. Defina prazos para que a equipe de atendimento acolha e responda às reclamações de forma eficiente. Além disso, é necessário entender a reclamação; saber se foi alguma falha da equipe, do produto ou serviço, e se a insatisfação do cliente tem fundamento. As vezes o cliente precisa apenas de uma orientação para que sua compra faça sentido a ele. Caso seja identificado que a reclamação é provinda de alguma falha interna, é o momento de analisar os processos e implantar melhorias. Monitore seu cliente Após a reclamação ser resolvida, seu cliente não deve ser esquecido. É importante acompanhar se todas as dúvidas dele foram sanadas e ele está satisfeito com o desfecho, bem como com o atendimento e solução apresentada. Mostre que você se importa com seu cliente e busque um contato mais direto com ele, seja via telefone ou app de mensagens. As reclamações pela internet não precisam morrer lá! Aqui na Solvção o cliente é nosso foco! Como uma contabilidade digital e consultiva, nosso crescimento é baseado na sua experiência, dessa forma, desde o primeiro contato, buscamos sempre oferecer o melhor atendimento e serviço para você! Fonte: Atualint

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A Nova Geração do Varejo

Após as lojas físicas adentrarem o ambiente on-line, chegou a vez destas conquistarem os espaços off-line, se adaptando ao novo perfil de consumidor e ao avanço da tecnologia. O perfil dos novos consumidores escolhe a praticidade do e-commerce e não abre mão de uma experiência direta com as marcas e produtos. O que é o Comércio Unificado? Se trata de um conjunto de lojas consolidadas, reunidas em um software, permitindo integrar canais de vendas e melhorando a experiência de compra dos clientes. Essas plataformas são voltadas para a conexão e gestão de canais de vendas, facilitando toda a parte administrativa aos lojistas. Os softwares que têm foco em serviço, sincroniza, simplifica e melhora todo o atendimento e processos relacionados ao varejo. Através deles também é possível integrar canais digitais com lojas virtuais. Além dessas soluções voltadas para o varejo Business to Consumer (B2C), esse comércio também é útil para o e-commerce B2B, permitindo a integração dos canais, facilitando a gestão e atingindo novos públicos. Lições dos novos modelos de venda no varejo Ser multicanal: O perfil atual de consumidor se comunica por multicanais e, para o processo de compra não é diferente. Para se alinhar com esse perfil de clientes, a empresa precisa considerar os canais utilizados pelo público e incluí-los no processo de venda. Promova experiências usando a tecnologia: As lojas físicas estão sendo transformadas pela tecnologia, focando em trazer praticidade e proporcionando experiências únicas. Alcançar os consumidores pensando em mobile: Pesquisas apontam que cerca de 1/3 das compras em 2018 foram realizadas por meio de smartphones. Ou seja, no ambiente on e off-line, o smartphone está ligado diretamente ao processo de decisão do consumidor. Não é apenas no varejo que a tecnologia impacta no processo de compra. Estudos apontam que as empresas têm tido a necessidade de se adaptarem para a nova era comandada por dados e ferramentas digitais. Os softwares de inteligência artificial e análise de dados terão um papel importante para atender o público, prever vendas futuras e planejar novas estratégias. É importante saber que nem sempre os clientes querem interagir com o vendedor O canal ideal para interagir com os clientes B2B varia de acordo com sua frequência de compra, por isso é importante analisar e saber quando utilizar o melhor canal. Futuramente, a comunicação contará com algoritmos que, a partir de análises internas e externas, vão ajudar a identificar e atrair leads quentes. “Muitas pessoas pensam que “vender” é o mesmo que “falar”. Mas os vendedores mais eficazes sabem que ouvir é a parte mais importante do seu trabalho.” – Roy Bartell Conte com a Solvção sempre que precisar dos serviços de consultoria empresarial e gestão de pessoas!Trabalhamos sempre em prol do sucesso de cada cliente!

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Como é feito o cálculo do INSS e suas alíquotas

O INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) é responsável pelos benefícios que são direito do trabalhador que contribui com a Previdência Social e aposentadoria por tempo de trabalho. Todo trabalhador, independente de ser microempreendedor ou contribuinte individual, pode contribuir, com a possibilidade de ter um benefício mensal em caso de acidente de trabalho ou se for necessário um afastamento temporário, como licença maternidade. Por que o INSS é descontado do salário? O desconto é feito por meio das obrigações acessórias, onde o empregador faz o desconto mensal do valor pelo CNPJ. É através dessas obrigações que os funcionários têm seus direitos garantidos. Todo o valor descontado pela Guia de Recolhimento do INSS pode ser acompanhado pela conta corrente na Caixa Econômica Federal – Não é obrigatório ter uma conta nessa instituição. O processo de consulta e abrir uma conta são distintos. Quais os benefícios em contribuir com o INSS? Tempo de trabalho e aposentadoria não são os únicos benefícios para quem contribui. Confira as demais ocasiões de benefício aos contribuintes. – Aposentadoria por idade e invalidez: Oferecido em caso de doença ou acidente que incapacite permanentemente o trabalhador de exercer suas funções na empresa que possui vínculo; – Aposentadoria por tempo de contribuição: Oferecido quando o trabalhador cumpre determinado tempo de filiação e contribuição; – Auxílio-acidente: Caso o trabalhador sofra um acidente trabalhista que diminua sua capacidade de trabalhar, esse benefício é oferecido a ele; – Auxílio-doença: Oferecido ao trabalhador incapacitado de exercer suas funções por mais de 15 dias seguidos; – Pensão por morte: Benefício aos dependentes de um contribuinte que teve sua morte declarada; – Reabilitação profissional: O INSS disponibiliza esse serviço para que o contribuinte retorne o mais rápido possível para suas atividades; – Salário família: O trabalhador de baixa renda que possui filhos de até 14 anos ou que seja portador de deficiência recebe esse benefício; – Salário maternidade: Oferecido ao trabalhador devido nascimento de filho, aborto não criminoso, adoção ou guarda judicial de crianças com menos de 8 anos de idade; – Seguro-desemprego: É um dos benefícios mais comuns pagos pelo INSS, oferecido ao contribuinte que ficou desempregado e que precisa de assistência financeira. Caso você seja trabalhador ou empregador e não esteja contribuindo corretamente, o trabalhador pode recorrer para garantir seus direitos trabalhistas. Como é realizado o novo cálculo do INSS? As alíquotas de arrecadação agora são progressivas, ou seja, o desconto pode aumentar gradualmente, de acordo com o salário. Isso propõe uma contribuição mais justa, onde quanto maior o salário, maior a contribuição, o que é chamado de capacidade contributiva. Hoje, a tabela de alíquotas conta com quatro faixas para que o cálculo do INSS seja feito: – Salário até R$1.212,00 tem desconto de 7,5%; – Salário de R$1.212,01 até R$2.427,35 tem desconto de 9%; – Salário de R$2.427,36 até R$3.641,03 tem desconto de 12%; – Salário de R$3.641,04 até R$7.087,22 tem desconto de 14%. Lembrando que no setor público o desconto pode chegar a 22%. O que mudou com o novo cálculo? Um dos principais pontos após a mudança é que as taxas serão cobradas sobre a parcela do salário-mínimo que se enquadrar em cada faixa, ou seja, cada alíquota aplicada vai ser diferente, isso pretende deixar a arrecadação mais justa, onde quem ganha menos, contribui menos. Segue exemplo: – Paga 7,5% sobre R$1.212: R$90,90 de contribuição; – Mais 9% sobre R$1.215,35 – que é a diferença entre R$2.427,35 e R$1.212: R$109,38 de contribuição; – Mais 12% sobre R$1.213,68 – diferença entre R$3.641,03 e R$2.427,35: R$145,64 de contribuição; – Mais 14% sobre R$858,97 – diferença entre R$4.500,00 e R$3.641,03: R$120,26 de contribuição; – Totalizando R$466,18 de contribuição. Como o cálculo afeta os autônomos? Para quem é autônomo o cálculo teve atualização de 4,48%. Assim, o trabalhador continua se inscrevendo como contribuinte individual na Previdência. Para não perder a aposentadoria, o autônomo deve contribuir igual ou mais do que pagava antes, quando estava com carteira assinada. A contribuição pode ser feita de três formas: – Na categoria de Contribuinte autônomo, a alíquota é de 20%, pagando de R$242,40 a R$1.417,44; – Na categoria de Tarifa reduzida, a alíquota é de 11%, pagando R$133,32; – Na categoria de Baixa renda, a alíquota é de 5%, pagando R$60,60. Por fim… Para ter agilidade nos seus processos e garantir todas as obrigações trabalhistas e contábeis e ter os processos integrados com a mesma base de dados, conte com a Solvção! Em outras matérias do nosso blog tratamos de assuntos de empreendedorismo, marketing, gestão fiscal e muito mais! Nos acompanhe!! Fonte: Omie

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Sonegação Fiscal é Crime?

O que é e como evitar a sonegação fiscal? Quais são suas características? Vamos entender sobre esse tema na matéria a seguir. A Sonegação Fiscal é um grande problema no Brasil, que pode ter dois grandes motivos. O primeiro, pela longa legislação que trata do tema de forma pouco clara, o que dificulta o entendimento do contribuinte no momento de declarar seus impostos. O segundo são pessoas que agem de má-fé, não declarando rendimentos ilícitos no Imposto de renda. As situações citadas são uma ameaça ao empreendedorismo e crescimento do país. Mas o que é Sonegação Fiscal? Ela consiste em ocultar e omitir os rendimentos no imposto de renda, com o objetivo de pagar menos impostos. O ato pode ocorrer omitindo informações, não emitindo notas fiscais ou emitindo notas fiscais com valores que não condizem com a realidade. Tipos de Sonegação Fiscal Acontece quando alguém empresta seu nome e conta bancária para negociação fraudulenta e emissão de notas fiscais, visando ocultar a identidade de um terceiro que não quer deixar rastros. Isso ocorre em casos de lavagem de dinheiro ou desvio de verba pública. São documentos fiscais adulterados, seja no preço ou na descrição da mercadoria. Quando as notas fiscais são emitidas com valores reduzidos. Com o valor menor, reduz também o pagamento de impostos. Essa prática pode ser punida com multas e na esfera judicial. Quando o contribuinte não declara corretamente o aumento do seu patrimônio no Imposto de Renda. Qual a diferença entre Elisão Fiscal e Sonegação Fiscal? A Elisão Fiscal é um ato lícito que torna possível o pagamento de menos impostos e funciona de forma preventiva, no gerenciamento de lucros da empresa, sem ocorrência de Sonegação Fiscal. O chamado Planejamento Tributário visa colocar as empresas no regime tributário mais compensatório, utilizando brechas e permissões na Legislação. Havendo a possibilidade de pagar menos impostos, a lucratividade da empresa aumenta. A grande diferença entre evasão fiscal e o crime de sonegação fiscal são os procedimentos que podem ser realizados de forma legal. Então Sonegação Fiscal é crime? A prática de Sonegação Fiscal é crime de acordo com o Art. 1º da Lei 4.729, onde está listado tudo o que define o crime, como os ponto citados anteriormente. O artigo também define a penalidade para quem comete o ato criminoso, como a detenção que vai de seis meses até dois anos ou o pagamento de multa equivalente a duas a cinco vezes o valor do tributo. Em casos que o crime envolve pessoas jurídicas, os responsáveis ligados ao negócio têm a mesma responsabilidade perante a lei. E como evitar a Sonegação? O primeiro passo para garantir a regularização da sua empresa é a contratação de um bom contador. Na Solvção o processo de Planejamento Tributário pode ser feito dentro da Lei e a sua empresa pode lucrar mais e pagar menos impostos de forma legal. Outro fato importante é emitir as notas de acordo com a realidade. Evitar a Sonegação Fiscal também garante a credibilidade do seu negócio. Fonte: Omie

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Seu contador pode ser um grande parceiro!
Saiba a importância dessa relação.

Antes de tudo é importante saber que a relação harmônica entre contabilidade e empresário é formada por detalhes como documentos, leis fiscais, prazos, taxas etc. Estes documentos quando analisados por empresários que não tem conhecimento contábil, podem se tornar algo complexo. Por isso, contar com um auxílio profissional nessa parte significa um investimento com possibilidades de aumento de lucratividade e com melhor gestão do seu tempo e custos. No Brasil, mais de 56% das novas empresas fecham em até 5 anos. Mais que isso, 65% fecham por motivos de falta de gestão empresarial profissional e eficiente, que pode ser resolvida por meio da Gestão Estratégica. A boa relação entre contador e empresário O contador é o profissional responsável por fazer o diagnóstico de toda a situação financeira da organização e organizar toda a parte de serviços contábeis, como saber quanto o cliente fatura, qual o melhor regime tributário que a empresa deve ser enquadrada, quantos lançamentos contábeis ele faz por mês, quantos funcionários ele tem e outros detalhes. Dessa forma, diagnosticar uma empresa significa entender sobre as particularidades de cada negócio, além de compreender a visão do empreendedor sobre o próprio negócio. E para que esse diagnóstico possa fluir da melhor maneira, o trabalho conjunto entre o contador e empresário é essencial, funcionando como uma parceria. Saúde financeira O contador é essencial para auxiliar a manter a boa saúde financeira de uma empresa. Ele saberá avaliar e priorizar indicadores importantes para o futuro do negócio, cumprir formalidades legais e recolhimento de impostos, além de otimizar a rentabilidade empresarial. Uma pesquisa do SEBRAE constatou que 50% das micro e pequenas empresas fecham por falta de capital, inadimplência ou falta de lucro. Nesse cenário, o contador pode ser o detalhe crucial para que o seu negócio continue a prosperar. Tranquilidade nos processos e maior produtividade Um profissional contábil trará mais tranquilidade nos processos contábeis, cumprindo as leis fiscais, realizando o acompanhamento dos prazos e documentos necessários e acompanhando de perto as relações trabalhistas e a folha de pagamento dos colaboradores. Dessa forma, podemos concluir que o trabalho de um contador envolve mais tranquilidade para o cotidiano do empresário e representa menos riscos e problemas legislativos empresariais. Além disso, representa mais tempo e disposição de toda a equipe que representa lucro imediato, como fechamento de contrato e busca de clientes. Claro que o empresário deve sempre acompanhar o trabalho do contador e estar disposto a ajudá-lo, visto que é uma relação de interesse mútuo, uma verdadeira parceria para sucesso de ambos os lados. Portanto, é inegável a importância do trabalho de um contador para o sucesso de uma empresa e, mais que isso, a relação harmônica entre contador e empresário é importante para uma gestão estratégica, boa saúde financeira e mais produtividade na sua rotina. Por isso, escolher o melhor profissional contábil para sua empresa faz toda a diferença no resultado a longo prazo, garantindo mais controle financeiro, planejamento estratégico e foco no seu negócio. Não deixe de conferir os serviços oferecidos pela Solvção! Aqui, oferecemos serviços contábeis por um valor justo, orientando sobre prazos e obrigações, sempre visando o sucesso da sua empresa! Fonte: Omie

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Sua empresa está adequada a LGPD?

A LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) entrou em vigor setembro de 2020 e se sua empresa ainda não buscou adequação, pode sofrer sanções tanto administrativas, quanto judiciais que podem ser vistas no Portal da ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados). Hoje, no Brasil, estão em andamento mais de 350 processos administrativos sancionatórios na (ANPD) e nenhum deles ainda foi concluído, o que dá a impressão de que ninguém está sendo punido por não cumprir a LGPD. Mas o Portal mostra que as condenações variam de R$ 100 até R$ 2.500.000! “Minha empresa é pequena, não passo por fiscalização.” Será? Engana-se o empresário que, por ser pequeno, acha que não sofre fiscalização! No portal da ANPD há um canal de denúncias (que podem ser feitas anonimamente) e é verificado que são quatro os principais denunciantes: – O funcionário infeliz; – Seu concorrente; – O vizinho da sua empresa; – Um cliente insatisfeito. Então entenda que, independentemente do tamanho da sua empresa, você pode passar sim por uma fiscalização! Olha o Golpe! Os golpes que se acumulam aos montes na internet, com sites e aplicativos que prometem adequação relâmpago por um preço mínimo. O golpe tá aí! Entenda que um processo de adequação à LGPD pode demorar de seis meses a dois anos e não num passe de mágica! Assim, propagandas que prometem adequação em três dias são perigosas e podem enganar quem não conhece o processo. A adequação à LGPD passa por 6 passos: Agora que entender a complexidade de um processo de adequação à LGPD, você acha mesmo que um aplicativo vai fazer todo esse trabalho? Existe um perigo maior ainda! Uma vez que esse aplicativo teve acesso a todo seu banco de dados pessoais, como você estará seguro de que ele não vai compartilhar esses dados? É importante ressaltar que todos os dados, incluindo aqueles que estão em fichas e papéis, são protegidos pela LGPD. Entre sempre em contato com seu contador. Ele lhe indicará a melhor forma de se adequar e seguir as normas de forma segura! Fonte: Contábeis

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Informações importantes para entender melhor sobre o Aviso Prévio

O que é aviso prévio? Quando um trabalhador decide sair do emprego, é exigido que ele cumpra um período de aviso de saída dessa empresa, o chamado aviso prévio. A CLT prevê que esse período seja cumprido quando o empregado pede demissão e quando a empresa decide demiti-lo sem justa causa. O aviso prévio tem período de 30 dias corridos e é uma segurança para o trabalhador conseguir encontrar um novo emprego quando é demitido e uma segurança para a empresa quando o empregado pede demissão, para contratar outro colaborador. Como funciona? Para consolidar o aviso prévio, a parte interessada em romper o contrato de trabalho – empregado ou empregador – deve fazer o comunicado por escrito. Há a possibilidade do funcionário ser dispensado de cumprir o aviso prévio, mas ele deve receber o salário daquele mês e mais o período proporcional em dinheiro. Já em caso de pedido de demissão por parte do colaborador, ele deve cumprir um aviso prévio de 30 dias corridos a partir do comunicado. O que é aviso prévio trabalhado? É aquele em que o trabalhador continua exercendo suas atividades profissionais na empresa pelos 30 dias combinados. O artigo 488 da CLT diz que ele tem direito a escolher entre os seguintes benefícios para a serem aplicados durante esse período do aviso prévio trabalhado: Ressaltando que a redução de jornada não pode ser substituída por horas extras. E se o colaborador faltar ou trabalhar menos do que o determinado por lei, ele pode receber descontos no salário quando assinar a rescisão. O que é aviso prévio indenizado? Acontece quando o profissional não precisa trabalhar durante o período de 30 dias em que está sob aviso, ou seja, não precisa cumprir essa jornada de trabalho mencionada e mesmo assim receberá o pagamento referente aos 30 dias de aviso. Geralmente, esse é um caso aplicado quando a empresa demite o funcionário. Importante lembrar que em caso de justa causa, a empresa pode optar por indenizar ou não o profissional. Quando o rompimento do contrato de trabalho é feito por parte da empresa, ela precisa adiantar o salário referente ao período do aviso, pagando o valor junto com a rescisão, que deve acontecer em 10 dias corridos após o desligamento. Se o profissional é quem solicita a demissão, mas não pode cumprir os 30 dias de aviso, é ele quem deve arcar com a multa da rescisão. O valor será descontado do acerto do trabalhador e deve equivaler a um mês de salário. A empresa pode optar por não cobrar do colaborador esse valor. Verbas rescisórias  O colaborador tem direito a receber as seguintes verbas: Se o funcionário tiver mais de um ano de trabalho na mesma empresa, ele também deve receber, se tiver: Aviso prévio cumprido em casa Este não é respaldado por nenhuma lei trabalhista, mas é bem comum de acontecer e geralmente ocorre quando o gestor e colaborador entram em um acordo de demissão. Assim, o trabalhador não precisa ir até a empresa, mas não deixa de ajustar as demandas antes de sair definitivamente do emprego. Essa condição é comumente proposta para que as empresas tenham mais tempo para realizar o pagamento da rescisão. Aviso prévio proporcional Foi criado com a Lei 12.506/2011 e serve para quem tem ao menos um ano completo de contrato. O aviso prévio de 30 dias (trabalhado ou indenizado) fica garantido para qualquer trabalhador que tenha até um ano de vínculo empregatício na empresa. Para quem tem um ano completo ou mais, além de 30 dias há mais três dias de salário para cada ano completo trabalhado, limitado a 20 anos, o que soma no máximo mais 60 dias de indenização. Ou seja, todo funcionário dispensado tem direito a 30 dias de aviso prévio, mais o aviso indenizado proporcional ao tempo trabalhado, limitado a até 60 dias proporcionais, o que somaria no máximo 90 dias de aviso. Quando o aviso prévio não é aplicado? O aviso prévio é aplicado nos seguintes cenários: Contudo, todas as situações que fogem a esses casos mencionados não se qualificam com a necessidade de aplicar o aviso prévio. No caso da demissão por justa causa, por exemplo, a empresa deixa de ter a obrigação de arcar com os custos do aviso prévio. Inclusive durante o período em que o aviso prévio já tenha sido dado e esteja sendo cumprido, o gestor pode acionar uma demissão por justa causa, desde que o profissional apresente algum comportamento indevido ou cometa uma falta grave. O que acontece com o não cumprimento do aviso prévio? Se a empresa não efetuar o devido pagamento no prazo estabelecido pela lei, o profissional passa a ter direito de receber o valor adicional de um salário com correções. Caso o descumprimento do aviso seja feito pelo colaborador que está em aviso prévio trabalhado, ele deverá ter descontado os valores referentes aos dias faltantes. Além de tudo isso, é importante ficar atento a uma exceção: se o profissional encontrar outro emprego durante o aviso prévio, ele poderá encerrar as atividades e receber integralmente o que lhe é devido. Será preciso, no entanto, comprovar a existência de um novo contrato. Portanto, é importante ficar atento às regras de cada modelo, principalmente do aviso prévio trabalhado, já que ele reduz a jornada de trabalho diária em 2 horas ou dá direito a ter sete dias consecutivos de folga no trabalho. De toda forma, é aconselhável procurar a Solvção Contabilidade ou o RH da sua empresa para que todas as dúvidas sobre o cumprimento desse aviso sejam esclarecidas e, se necessário, também acionar um advogado trabalhista. Fonte: Contábeis

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Como evitar problemas fiscais em seu e-commerce

O comércio digital foi um dos ramos que mais cresceu e se você realiza a venda de produtos, é necessário estar atento às autoridades fiscais, evitando multas e penalidades – até mesmo processos criminais, se as coisas ficarem realmente sérias.  1. Entenda sobre a legislação É importante ter entendimento sobre a legislação tributária brasileira, afinal já é sabido a alta complexidade desse sistema. Desse modo, estar informado e atualizado sobre as leis fiscais é imprescindível para evitar surpresas desagradáveis. 2. Mantenha registros detalhados de todas as suas vendas Se você realiza a venda de produtos em plataformas digitais, você deve manter registros detalhados de todas as suas vendas. Isto porque pode ocorrer uma inspeção de sua empresa a qualquer momento para comparar suas vendas com seus registros contábeis. Se suas vendas digitais forem superiores aos seus registros, você provavelmente será acusado de evasão fiscal. É por isso que você precisa manter seus registros por pelo menos cinco anos. 3. Fique atento aos documentos eletrônicos A NF-e – que é a nota fiscal eletrônica – é necessária para a parte fiscal da empresa. É fundamental manter todos os documentos organizados e com fácil acesso, caso sejam necessários em um determinado período. 4. Faça um planejamento tributário o planejamento tributário é fundamental para o e-commerce, pois mantém as obrigações cumpridas, como o pagamento de impostos. 5. Tenha um auxílio especializado Para garantir a plena segurança nos processos fiscais do seu e-commerce é fundamental ter um auxílio especializado. Por isso, conte com a Solvção! Trabalhamos sempre com toda atenção e carinho que você precisa e merece!! Fonte: Portal Contábeis

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Receita anuncia renegociação de dívidas

A partir de setembro, empresas poderão renegociar dívidas com o Fisco. A Receita Federal do Brasil anunciou na última sexta-feira (12), a possibilidade dos contribuintes que tenham dívidas com o órgão renegociarem seus débitos com até 70% de desconto, a partir do dia 1º de setembro. A medida aumentará os benefícios para quem quer parcelar até R$1,4 trilhão em dívidas tributárias que ainda não estão sob contestação judicial. A extensão da transação tributária à Receita Federal foi autorizada pela Lei 14.375/2022, sancionada em junho. Com a portaria que regulamentou a lei, a Receita poderá lançar editais especiais de renegociação de dívidas e sugerir acordos com grandes devedores. Regras para a renegociação de dívidas Para o público geral, o desconto máximo para a renegociação de dívidas aumentou de 50% para 65%, sendo que para empresas (de todos os tamanhos), microempreendedores individuais (MEI) , micro e pequenas empresas do Simples Nacional e Santas Casas de Misericórdia, o desconto poderá ser de até 70%. O prazo de parcelamento também foi ampliado. Para o público geral, passou de 84 meses (7 anos) para 120 meses (10 anos). Para empresas, MEI, micro e pequenas empresas do Simples Nacional e Santas Casas de Misericórdia, o prazo poderá estender-se por até 145 meses (12 anos e 1 mês). Apenas o parcelamento das contribuições sociais foi mantido em 60 meses porque o prazo é determinado pela Constituição. Por enquanto, somente contribuintes que devam mais de R$10 milhões ao Fisco poderão apresentar a proposta individual a partir de setembro. Nas próximas semanas, a Receita deverá publicar um edital para a transação tributária de dívidas de pequeno valor. A Receita definirá o tamanho dos benefícios conforme a capacidade de pagamento do contribuinte. Quem tiver mais dificuldades de pagamento terá descontos maiores e prazos mais longos. Abatimentos e amortizações As empresas poderão usar os prejuízos fiscais do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e a base de cálculo negativa da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) para abater em até 70% o saldo remanescente da dívida após os descontos. Normalmente, as empresas que têm prejuízo podem abater parte do IRPJ e da CSLL no pagamento dos dois tributos nos anos em que registram lucros. A portaria permite ainda que precatórios a receber (dívidas do governo com contribuintes reconhecidas definitivamente pela Justiça) ou direito creditório, determinados por sentenças transitadas em julgado (a qual não cabem mais recursos judiciais), podem amortizar a dívida tributária, tanto a parcela principal, como a multa e os juros. Público-alvo A transação individual destina-se aos seguintes contribuintes: – Pagador de imposto com contencioso administrativo fiscal de mais de R$ 10 milhões; – Devedores falidos, em recuperação judicial ou extrajudicial, em liquidação judicial ou extrajudicial ou em intervenção extrajudicial; – Autarquias, fundações e empresas públicas federais; – Estados, Distrito Federal e municípios e respectivas entidades de direito público da administração indireta. Benefícios Descontos máximos – Passaram de 50% para 65% para público em geral; – Até 70% para empresas, MEI, micro e pequenas empresas do Simples Nacional e Santas Casas de Misericórdia. Prazos – Número de parcelas sobe de 84 para 120 meses para público em geral; – Até 145 parcelas para empresas, MEI, micro e pequenas empresas do Simples Nacional e Santas Casas de Misericórdia. Abatimentos – Prejuízo fiscal do IRPJ e da base de cálculo negativa da CSLL poderão ser usados para abater em até 70% o saldo remanescente após os descontos; – Precatórios e demais dívidas do governo com o contribuinte transitadas em julgado poderão amortizar o valor principal, a multa e os juros da dívida tributária. Fonte: Contábeis

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Golpe do MEI – O que é e como evitar

Ao passo que mais pessoas formalizam os pequenos e micro negócios, os golpistas se aproveitam para fraudar documentos e desviar o dinheiro desses empreendedores.    Com isso, o Microempreendedor Individual (MEI) passa a se preocupar com a sua segurança no trabalho. Bem como, nos modos de evitar cair nas garras de golpistas. Como se dá o Golpe do MEI? O Golpe do MEI se dá, em resumo, pelo envio de uma correspondência falsa. Nela, consta o remetente “Simples Nacional” e a única forma de pagamento é o PIX. Visto que o remetente parece ser de um Órgão Federal, logo o MEI irá pagar a quantia, para não ter problemas com a Receita. Ao pagar o valor com o PIX, o MEI vê a empresa SIMPLES PAGAMENTO ONLINE LTDA, que é uma instituição privada. É nessa hora que as pessoas caem, porque o nome da empresa as confunde com o regime tributário Simples Nacional. Vamos entender e ficar alertas a 3 pontos: 1- Recebimento de e-mails falsos Uma guia para pagamento chega por e-mails falsos. Sabendo que a Receita Federal NÃO FAZ ESSE TIPO DE ENVIO PARA OS CONTRIBUINTES, não abra esse tipo de mensagem. Se você abrir, não clique em nenhum link, pois também pode ser vírus que vai “contaminar” o seu celular ou o seu computador, roubando seus dados. Para saber se o e-mail é falso, passe o cursor do mouse sobre o endereço do remetente. Logo, você verá que não se trata de um canal de comunicação da Receita Federal. Costumam enviar no e-mail falso: – Anexos para pagamento; – Pedido de preenchimento de dados; – Pedido de retificação da DASN (Declaração Anual do Simples Nacional). Atenção! A Receita Federal NUNCA envia esse tipo de solicitação através de mensagens eletrônicas. 2 – Envio de Guia falsa Neste e-mail, é comum vir uma guia parecida com o documento original. Aliás, tem até uma descrição da Secretaria da Receita Federal. Cuidado! A guia falsa só te dá a opção de fazer o pagamento através de PIX, o que não ocorre em uma guia original.  Sendo assim, ao emitir qualquer guia ou para tirar quaisquer dúvidas sobre as suas dívidas como MEI, entre em contato com sua Contabilidade. 3 – Golpe na Guia de Pagamento Outro ponto para se ficar esperto é o DAS (Documento de Arrecadação do Simples). Ele é o único documento obrigatório que o MEI paga mensalmente. No DAS, o MEI recolhe o Imposto de Renda, é tributado com o ICMS para indústria e comércio, o ISS para serviços e o INSS, que incide de acordo com o salário mínimo. Ele é pago todo dia 20 e pode ser emitido pelo site do Governo Federal ou pelo aplicativo MEI Fácil. Fique de olho no prazo! Lembrando que o primeiro pagamento ocorre sempre no mês seguinte, se os valores são registrados, por exemplo, em agosto, você só terá que pagar em setembro. Portanto, você deve desconsiderar qualquer cobrança fora deste prazo. Não pague nenhuma outra guia do MEI. Se proteja! Embora você tenha visto aqui alguns pontos de alerta, não se esqueça de que a cada dia mais formas de engano e fraude surgem. Por isso, sempre tome cuidado! E diante de muitos deveres e obrigações fiscais, o Microempreendedor Individual talvez fique bem perdido para dar conta de tudo. Mas, você não precisa se cansar, nem desistir! Conte com a Solvção Contabilidade!! Fonte: É SIMPLES AUDITORIA

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MEIs poderão emitir nota fiscal pelo Portal do Simples Nacional

O acesso à emissão da nota fiscal será feito pelo Portal do Simples Nacional, via computador ou app do celular. A partir de 1º de janeiro de 2023, os Microempreendedores Individuais (MEIs) precisarão emitir a Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e). O processo poderá ser feito pelo Portal do Simples Nacional, via computador ou app do celular. A medida foi publicada no Diário Oficial da União por meio da Resolução do Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) nº 169, de 27 de julho de 2022. O texto prevê que o microempreendedor deverá emitir a NFS-e nos casos em que houver a obrigatoriedade de emissão, como na prestação de serviços para pessoas jurídicas, e nos casos em que a nota é facultativa, como em serviços executados para pessoas físicas.  De acordo com a resolução, quando o MEI emitir a NFS-e ficará dispensado da Declaração Eletrônica de Serviços, bem como do documento fiscal municipal relativo ao Imposto Sobre Serviços (ISS) referente a uma mesma operação ou prestação. NFS-e para MEI A NFS-e para o MEI faz parte de projeto de documento fiscal eletrônico de serviços, realizado em parceria com os entes municipais e o Sebrae.  O documento terá validade em todo o país e será suficiente para fundamentação e constituição do crédito tributário, além de dispensar certificação digital para autenticação e assinatura do documento emitido. FONTE: por DANIELLE NADER – Jornalista e Coordenadora de Conteúdo do Portal Contábeis Se você é MEI e ficou com dúvidas sobre a emissão de notas fiscais, clique no botão abaixo e fale com um de nossos especialistas.

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Marketing para pequenas empresas: estratégias e dicas para seu negócio crescer

Não são apenas as grandes organizações que devem se preocupar com campanhas de divulgação da sua marca e produtos. Também é muito importante planejar o marketing para pequenas empresas, afinal, elas precisam encantar o seu público para se manterem fortes no mercado. Ainda que o público seja menor, é fundamental oferecer uma boa experiência para essas pessoas para que elas voltem a fazer compras e sejam fidelizadas. Além disso, as pequenas empresas também têm concorrentes. Então, se não criarem boas campanhas de marketing, podem acabar ficando para trás. Como fazer marketing para pequenas empresas? O marketing para pequenas empresas também precisa de planejamento. Independentemente do porte do negócio, ele tem uma solução específica, um público também específico, concorrentes e tudo mais que as grandes empresas têm. A diferença é que muitas ações costumam ter um foco regional para atender o público que está por perto. Além disso, estratégias e ferramentas devem ser adequadas às demandas e características do negócio. Empresas pequenas não podem deixar o marketing de lado, mas as ações e campanhas devem ser condizentes com a realidade do público e as necessidades do negócio. Desenvolva a identidade visual e a marca do negócio O que faz com que uma empresa seja real para o público é a identidade criada em torno dela. Essa identidade é composta pelo seu logotipo, as cores utilizadas, as fontes dos textos e toda essa parte gráfica e visual que torna essa empresa real, de modo que seja reconhecida pelas pessoas. A identidade contribui para gerar a identificação do público com a marca. É por isso que, para criar boas campanhas de marketing para pequenas empresas, é necessário desenvolver antes essa marca e essa identidade. Isso é feito com base no seu segmento de mercado, nas soluções disponibilizadas e no público atendido. Mescle ações virtuais e físicas Não é novidade que empresas de todos os segmentos estão migrando para o meio digital. Isso acontece mesmo com aquelas que pretendem continuar suas atividades em estabelecimentos físicos, uma vez que estar no meio digital é indispensável para alcançar o público. Veja a importância de conhecer bem essas pessoas e os hábitos delas para saber, por exemplo, se faz mais sentido investir em um outdoor, panfletagem, anunciar no rádio ou canal de TV local, ou então investir em mídias pagas online. Ter esse conhecimento ajuda a investir naquilo que tem maiores chances de trazer retorno. Tenha um site e um blog bem estruturados Essa é uma das regras principais para quem pretende começar a explorar o meio digital. O marketing para pequenas empresas na internet começa com a criação de um site e de um blog bem estruturados, pois esses são o endereço do negócio no mundo virtual. No entanto, perceba que explicamos que o site e o blog precisam ter uma boa estrutura. A internet é um mundo dinâmico, e as pessoas não gostam de perder tempo nesse espaço. Sendo assim, não é “qualquer coisa” que vai funcionar. É importante que o site seja organizado e completo, que tenha um bom layout e design para que os visitantes naveguem com facilidade. Esteja nas redes sociais Criar um perfil nas redes sociais é indispensável para as estratégias de marketing para pequenas empresas. Isso faz com que o negócio se torne mais acessível para o público e ainda contribui para que a marca faça parte do dia a dia dessas pessoas. Afinal, elas estão sempre conectadas e de olho no que está acontecendo. As redes sociais são o canal para você interagir com o público, levar informação, proporcionar entretenimento e divulgar produtos e serviços. Note que não se trata apenas de vendas. É muito importante que os perfis tragam humanização nessa interação com o público, evitando restringir as postagens apenas para incentivar compras porque isso pode levar à rejeição. Crie valor para o negócio É importante pensar naquilo que faz com que os clientes da sua empresa deem preferência para ela em vez de ir para a concorrência. Existe algo que de fato atraia essas pessoas para o seu negócio? O objetivo aqui é encantar o cliente mesmo que seja em detalhes, oferecer algo que vá além das soluções que a sua empresa entrega. Tenha esse diferencial que só pode ser encontrado no seu negócio, para que a experiência do público seja positiva e marcante. Ofereça um bom atendimento Quando o cliente é bem atendido, a tendência é ele voltar. Ou seja, oferecer um bom atendimento é uma estratégia que contribui para a fidelização do público. Ao mesmo tempo, ajuda a formar defensores e promotores da marca. Essas são as pessoas que vão fazer a indicação do seu negócio para outros, possibilitando atrair e ganhar novos clientes sem ter que, necessariamente, elaborar campanhas focadas nesse objetivo. Cada contato precisa de atenção, independentemente do teor da mensagem encaminhada. Dúvidas devem ser respondidas, problemas sanados e reclamações registradas para fazer melhorias. Atender bem demonstra preparo e profissionalismo, o que gera credibilidade e confiança. Como aplicar essas estratégias e dicas da melhor forma? 1. Conhecer os clientes Você tem que saber quem são essas pessoas, por exemplo, homens ou mulheres, jovens, de classe média ou alta, e assim por diante. É fundamental ir a fundo para conhecer também os hábitos, comportamentos, preferências e objeções. Todas essas informações são indispensáveis para que você saiba aquilo que pode funcionar para essas pessoas. 2. Estudar seus concorrentes Analise em detalhes seus concorrentes para que possa entender aquilo que elas não entregam e, dessa forma, gerar diferenciais e oportunidades. Essa também é uma maneira de ver aquilo que não pode faltar para que você não acabe ficando para trás. 3. Analisar o próprio negócio Procure se colocar no lugar dos seus clientes. Veja se o modo como as coisas estão sendo feitas agora poderia agradar você enquanto cliente. Mas também procure analisar os aspectos fortes para que possa investir cada vez mais neles e se destacar por causa desses diferenciais. 4. Medir os resultados Ao longo de todo o caminho, são necessárias adequações, investimentos

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Como aproveitar novas oportunidades de negócio com menos riscos

O que é uma oportunidade de negócio? Podemos defini-la como uma circunstância favorável para fazer alguma coisa — nesse caso, abrir ou promover um negócio, o que geralmente está relacionado à venda de um produto ou serviço. Por exemplo, abrir uma franquia reconhecida e de sucesso em uma cidade que ainda não conta com essa marca pode ser uma boa oportunidade de negócio — ou não. Tudo depende da análise de vários fatores e, claro, envolve riscos. A ideia pode acabar não tendo o sucesso esperado pelas características do público, mas a novidade pode, também, superar as expectativas. É preciso ter cuidado ao ter uma ideia, identificar uma oportunidade e executar o plano. Muitas coisas podem acontecer por esse caminho até fazer o negócio dar certo, mesmo que ele seja oportuno. De qualquer forma, a oportunidade já é um ponto positivo para viabilizar a ideia e torná-la real. Como identificar novas oportunidades de negócio para minha empresa? Basicamente, boas oportunidades dependem da detecção de uma necessidade ou desejo do público consumidor. Por sinal, aqui começam os equívocos. Repare que o crescimento estável do negócio depende do foco invariavelmente voltado ao chamado perfil de cliente ideal. As soluções devem ser concebidas para esse tipo de consumidor. O relacionamento com ele precisa ser mais bem desenvolvido. À medida que o tempo passa, as preferências dele podem mudar, como acontece com qualquer pessoa. Cabe à empresa utilizar meios eficazes para manter a sintonia fina com uma audiência tão especial, responsável por solidificar a base e viabilizar a conquista de mais clientes. Atração por meio de marketing digital Por mais que seja negligenciado por algumas pequenas e médias empresas (PMEs), o estágio de atração do cliente ideal (persona) é decisivo para o futuro do negócio. A qualidade, tanto da concepção quanto da execução da estratégia diz muito a respeito do grau de competitividade da empresa perante a concorrência. Uma vez que seu negócio tenha um blog alimentado com material de qualidade, a probabilidade de atrair e cativar a atenção do público esperado é alta. A partir do momento em que houver maturidade suficiente, ou seja, quando a marca já tiver credibilidade, fica fácil fazer com que as pessoas se tornem leads. Nesse instante, elas já manifestaram interesse por algum produto ou serviço específico oferecido pela organização, ao ponto de preencher um formulário com alguns dados pessoais. Em outras palavras, existe o nítido desejo de, no mínimo, saber mais sobre o assunto tratado naquelas circunstâncias. Quais os principais cuidados ao avaliar novas oportunidades de negócio? • Análise de perfil do cliente Definir o perfil do cliente ideal, como falamos em outro trecho, é apenas um dos passos indispensáveis para fechar ótimos negócios. Para ser completa, a análise precisa considerar a situação financeira de quem está disposto a adquirir um item da sua empresa. Assim, você pode vender com segurança. • Atenção ao pós-venda Finalmente, lembre-se de que a venda não se encerra no ato do recebimento do valor envolvido na transação. Mesmo em compras à vista, recomenda-se que a empresa acompanhe a experiência do cliente após a transação financeira. Se a intenção é estreitar os laços e encontrar novas oportunidades de negócios, nada mais vital do que se preocupar com o nível de satisfação dos clientes. Como montar um negócio de sucesso? Para finalizar, temos mais algumas dicas para aproveitar uma boa oportunidade de negócio e alcançar o sucesso. Veja o que não pode ficar de fora do seu foco de atenção. • Analisar o mercado A análise de mercado prévia, com certeza, é uma etapa essencial para o sucesso, pois ajuda a visualizar todo o potencial e os riscos envolvidos. Estude a concorrência, faça muitos cálculos e descubra quais são os diferenciais do seu negócio que você vai usar como força de venda. • Cuidar da saúde financeira Acompanhar os resultados é fundamental, além de contar com facilidades para fazer toda a gestão do dinheiro e evitar problemas, como a possibilidade de inadimplência — que é capaz de acabar com qualquer empresa. • Investir em comunicação digital As ferramentas virtuais (site, blog, redes sociais etc.) facilitam o contato com os clientes e permitem que você conheça melhor o seu público a partir dos dados disponibilizados. Enfim, como demonstramos ao longo deste post, conquistar excelentes oportunidades é desafiador, mas não é impossível. E se você está pensando em montar um negócio, fale com a gente! A Solvção conta com profissionais experientes que podem te dar todo o suporte. É só clicar no link abaixo e falar com um de nossos especialistas.

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MEI pode ter funcionário registrado?

O Microempreendedor Individual (MEI) é um modelo empresarial simplificado, criado para facilitar a regularização dos profissionais autônomos. Ao optar por este tipo de enquadramento, o empreendedor passa a atuar de maneira formal no mercado, conquista um CNPJ, passa a ser capaz de emitir notas fiscais e tem acesso aos benefícios da Previdência Social. Para ser MEI, no entanto, é preciso cumprir com um conjunto de exigências, como ter um limite de faturamento anual que não ultrapasse R$81 mil, ter a atividade econômica enquadrada neste regime e ainda respeitar a quantidade de colaboradores contratados. E é exatamente sobre este último tópico que vamos falar MEI pode ter funcionário? Muitos microempreendedores individuais têm dúvidas em relação à contratação de funcionários, e alguns não sabem que é permitido contar com um colaborador. Mas é importante saber que MEI pode ter funcionário, sim! De acordo com a Lei Complementar n 128/08, é preciso que o funcionário seja maior de 16 anos e realize exame admissional para integrar a empresa. Além disso, só é permitida a contratação de um funcionário por CNPJ. Caso exista a necessidade de mais colaboradores, será preciso sair do modelo MEI e optar pela microempresa. Vale lembrar que essa ação pode alterar os tributos que incidem sobre o negócio. Qual o valor do salário? O funcionário contratado pelo MEI precisa receber pelo menos um salário-mínimo, ou o piso determinado pela categoria, que pode ser consultado no site do sindicato da atividade exercida. O colaborador apresenta os mesmos direitos de um trabalhador que exerce função em uma empresa grande. Entre os benefícios previstos legalmente, estão o décimo terceiro salário, auxílio-maternidade, férias e acesso ao seguro-desemprego. Além disso, é preciso pagar horas extras, adicional noturno, entre outros. Quanto custa registrar um funcionário pelo MEI? O custo de um colaborador para o MEI gira em torno de 11%, sendo que 3% são destinados para o encargo previdenciário e 8% para o FGTS. O pagamento precisa ser efetuado até o dia 7 de cada mês. Os cálculos são feitos de forma automática pelo sistema GFIP, que precisa ser baixado no site da Receita Federal. Além do mais, o empreendedor deve fazer o cadastro do colaborador contratado no Programa de Integração Social (PIS), no site da Caixa Econômica Federal, para que o contratado tenha direito ao abono salarial. É fundamental que tudo seja pago da forma correta para evitar maiores adversidades. Quando os valores não são pagos como o exigido na lei, o profissional pode requerê-los na Justiça, o que não é vantajoso para o crescimento do seu negócio. Como é realizada a contratação de um funcionário? Para que seja possível efetivar a contratação do colaborador, é necessário que o empreendedor esteja ciente de suas obrigações. O futuro funcionário deverá ser inserido no regime CLT (Consolidação das Leis de Trabalho), ou seja, a carteira do profissional deverá ser assinada. O MEI deverá encaminhar o contratado para a realização do exame admissional, sendo que o valor deverá ser pago pelo empreendedor, para confirmar que ele está preparado e apto para exercer o cargo proposto. Caso a avaliação seja positiva, a contratação poderá ser efetuada. Saiba que, em casos de dúvidas, é essencial contar com o auxílio de um contador especializado no assunto. Neste caso, a Solvção pode avaliar corretamente a documentação enviada pelo colaborador, para que tudo aconteça dentro das regras. Normalmente, os documentos solicitados para a contratação são: • RG, CPF, título de eleitor; • certidão de nascimento ou de casamento; • histórico escolar; • carteira de trabalho; • certificado de reservista ou comprovante de quitação militar (específico para homens acima de 18 anos); • declaração de dependentes do IR; • número do PIS; • atestado de admissão médica. Além dos documentos citados, é necessário apresentar o contrato de trabalho assinado. O documento precisa conter importantes informações, como data da contratação, salário, período de contratação, dados pessoais do empregado e do empregador, assinatura dos envolvidos e de duas testemunhas. Todo processo burocrático de contratação deve ser realizado por meio do site do governo, o e-Social. Para facilitar todo o processo, você utilizar Certificado Digital ou o Código de Acesso e senha disponibilizados pelo próprio sistema. Caso você não saiba, o Certificado Digital é uma identidade eletrônica da empresa e a Solvção Contabilidade também pode realizar esse processo de validação para você! Com o Certificado, é possível assinar documentos de valor jurídico mesmo a distância, sem a necessidade de reconhecer firma em cartório. É obrigatório que a contratação do funcionário do MEI seja feita pelo e-Social. Isso porque todos os cálculos serão realizados diretamente pelo Governo, além de pegar a guia de pagamento para o FGTS e INSS do contratado. É vantajoso o MEI contratar um funcionário? Para saber se realmente é vantajoso fazer a contratação de um funcionário em sua empresa, é fundamental analisar a sua demanda de trabalho e o seu faturamento mensal. Ao verificar esses dois pontos, é possível saber a necessidade ou não de um profissional. Se você realizar a contratação e não conseguir arcar com os gastos, o seu negócio poderá ter diversos contratempos trabalhistas. Mas se sua demanda é grande e você não consegue mais fazer as tarefas sozinho, é válido contar com um funcionário para auxiliar. Ao oferecer um serviço de qualidade no mercado, as chances de melhorar a produtividade e atender a mais clientes aumentam. Além do mais, você está dando a oportunidade de alguém de ter sua carteira assinada e seus direitos devidamente garantidos. Portanto, o MEI pode ter um funcionário registrado, desde que consiga cumprir com todas as obrigações, uma vez que profissional contratado precisa ter seus direitos resguardados. Se você é MEI e ainda tem dúvidas sobre contratar um funcionário, nós da Solvção podemos te ajudar. Clique no link abaixo e fale com um de nossos especialistas.

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5 passos para realizar a gestão de vendas eficiente no seu pequeno negócio

A gestão de vendas consiste em um processo relacionado com a contratação e a capacitação de colaboradores. Para que a estratégia de vendas da empresa ocorra de forma satisfatória, é fundamental que exista um bom controle dos processos. Nesse sentido, é importante ressaltar que a criação de boas estratégias ajuda a melhorar o crescimento da receita do negócio. Afinal, as vendas são fundamentais no sucesso de qualquer empreendimento. Por isso, uma gestão de vendas se torna essencial. Ela é uma excelente maneira de tornar o trabalho da sua equipe mais produtivo e eficiente. 1. Estude a necessidade da gestão de vendas para o seu negócio Não é nem preciso dizer que as vendas em um negócio são essenciais, uma vez que é a partir delas que o investidor terá lucratividade. No entanto, as pequenas empresas precisam gerenciar isso de forma estratégica para que consigam potencializar e melhorar seus resultados para não ficar para trás. Por meio de uma eficiente gestão de vendas, é possível encontrar possíveis falhas e erros no setor, compreender as principais necessidades dos clientes, inserir estratégias mais assertivas e cumprir com as metas e objetivos estabelecidos. 2. Entenda quais são as etapas do ciclo de vendas Uma boa forma de realizar uma gestão de vendas é compreender melhor o funcionamento do ciclo das vendas. Vamos abordar aqui como funciona cada etapa! • Lead Lead corresponde à etapa em que a pessoa demonstra interesse em comprar os produtos do seu estabelecimento, tornando-se um cliente em potencial. É nessa fase que começa o relacionamento do consumidor com o seu negócio, podendo ocorrer durante uma visita à loja, ao site ou no contato com os vendedores. • Oportunidade Nessa fase, o cliente percebe que precisa comprar um determinado produto. Por essa razão, ele pode chegar à loja já sabendo o que busca. É essencial que os vendedores escutem os compradores e busquem compreender suas necessidades e expectativas para conseguir achar a melhor solução para suas necessidades. Essa etapa é fundamental, uma vez que é nela que você conquista o cliente. Vale destacar que um negócio precisa aproveitar boas oportunidades para melhorar sua rentabilidade. • Proposta Após saber melhor das necessidades e dos desejos dos consumidores, é hora de o vendedor oferecer o produto. É importante deixar claro todos os benefícios do item e as razões para ele ser a melhor opção para o cliente. Um dos maiores diferenciais de um negócio é a apresentação do produto comercializado. Isso ajuda a elevar as chances de o indivíduo escolher os itens de sua empresa. Logo, é necessário que essa etapa seja bem executada. • Negociação É preciso estar preparado e atento a possíveis objeções relacionadas a forma de pagamento, valor, desconto e caraterísticas do serviço ou produto ofertado. Dessa forma, esse é o principal desafio no momento de concretizar a venda. O colaborador precisa ter sempre uma carta na manga para contornar a situação durante a etapa de negociação. • Fechamento No fechamento, o comprador é conduzido à conclusão da compra, e o valor do serviço ou produto é pago. Nessa etapa é quando ocorre o processo de conversão, isto é, o colaborador conseguiu vender o item ofertado. • Satisfação O pós-venda em uma empresa não pode ser deixado de lado. É preciso que exista uma eficiente comunicação após o cliente realizar a compra em sua organização. Assim, você saberá se o cliente tem algum elogio ou uma reclamação para fazer a respeito do produto adquirido. Quando o atendimento é bem feito, existem grandes chances de o consumidor voltar para a sua loja e realizar outras compras. Além disso, eles acabam elogiando seu negócio para os amigos e familiares. Saiba que esse marketing boca a boca é fundamental para quem deseja se destacar no mercado. 3. Estruture e treine a equipe de vendas Ter uma equipe de vendas bem treinada e capacitada é primordial para que eles estejam preparados para atender às principais demandas do mercado. Essa ação garante que as habilidades e o conhecimento dos profissionais sempre melhorem. Um gerente de vendas sabe que diversas vezes precisa atender clientes de vários segmentos e com diversas necessidades. Para que consiga cumprir com o desejado, é necessário segmentar e treinar a força de vendas. Assim, eles ficarão preparados para lidar com qualquer negociação e processos. Para que a etapa de vendas ocorra bem, é necessário que os processos estejam bem estruturados. Logo, é fundamental estabelecer as metas, definindo a quantidade de clientes que desejam alcançar na semana e que ações serão feitas para gerar mais leads. Quando as etapas de vendas passam por um bom planejamento e são executadas adequadamente, os resultados são obtidos como o desejado. 4. Estude e conheça os produtos Para conseguir traçar boas estratégias de vendas, é preciso que você conheça bem os produtos e serviços. Desse modo, conseguirá realizar uma gestão de vendas mais satisfatória. A compreensão dos produtos permite tomar decisões mais corretas e coerentes com seu negócio. Ao conhecer melhor os seus produtos e seus diferenciais, os consumidores conseguem confiar mais em seu empreendimento. Desse modo, você consegue detalhar melhor as características do produto para o time de vendas. 5. Defina indicadores de desempenho que serão acompanhados Os gestores de venda precisam analisar e escolher os indicadores que mostram se a estratégia está conseguindo bons resultados ou se ela precisa ser melhorada. Nesse contexto, eles podem optar pela análise de vendas concluídas, faturamento, clientes atendidos, número de pedidos feitos, leads, quantidade de visitantes nas redes sociais, entre outros. Com a definição de bons indicadores, é possível saber melhor a respeito do desempenho do seu empreendimento no mercado. Desse modo, é fundamental dar atenção às escolhas que fazem para que as vendas e a retenção de novos consumidores sejam potencializadas. Portanto, a gestão de vendas é imprescindível em um pequeno negócio. Visto que essa ação permite a criação de estratégias eficazes para o seu crescimento. As vendas de uma empresa precisam ser realizadas com atenção e cuidado para que os clientes sempre retornem ao local para

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Como deve ser feito o controle de pagamentos de clientes

Sabemos que não é fácil manter um controle de pagamentos de clientes. Isso porque, na maioria das vezes, não é um processo que depende exclusivamente do empreendedor. Porém, há estratégias que podemos implementar para motivar o consumidor a pagar as suas dívidas em dia e, assim, não atrapalhar o seu fluxo de caixa. Infelizmente, são frequentes as reclamações dos empreendedores relacionadas à inadimplência. São clientes que não realizam o pagamento das contas dentro do prazo ou possuem diversas faturas pendentes com algumas semanas de atraso. Pensando nisso, preparamos este post para falar um pouco sobre o assunto. Continue a leitura! O que é o controle de pagamentos de clientes? O controle de pagamentos de clientes é a gestão de tudo o que a sua empresa tem a receber dos seus usuários. É importante destacar que o sucesso empresarial tem uma relação íntima com o bom gerenciamento dos recursos e o recebimento deles, compreendendo o fluxo da caixa, por meio do contrabalanceamento do que entrará e do que sairá. Logo, ter o controle do pagamento dos clientes e oferecer a eles caminhos viáveis para realizá-lo é um ato imprescindível. Como fazer o controle de pagamentos de clientes em sua empresa? Há diversas maneiras para realizarmos esse processo de forma eficiente e benéfica para todos os envolvidos. Confira algumas dicas infalíveis que separamos para você. • Defina uma data de pagamento com os seus clientes Uma das maneiras de realizarmos o controle de pagamentos de clientes é obtendo o consentimento deles para agendarmos uma data para a realização do pagamento, caso eles usem cartões de débito ou crédito em conta para a realização das transações. Diante disso, os valores a serem pagos serão debitados de forma automática e muito mais prática. Uma forma de realizarmos o controle de pagamento de clientes é disponibilizando um formulário online em seu site. A partir disso, o consumidor colocará as informações e agendará um dia mais viável para ele realizar o seu pagamento. Isso é uma excelente maneira de evitarmos atrasos nos pagamentos. Com essa ideia, a empresa conseguirá receber os pagamentos com pontualidade e prevenir possíveis atrasos ou esquecimentos. Além do mais, os clientes ficarão mais seguros e sentirão o controle de suas finanças, com a garantia de que os serviços prestados não serão bloqueados. • Ofereça flexibilidade Ainda que os pagamentos automáticos ofereçam inúmeras vantagens tanto para os usuários quanto para as empresas, alguns consumidores podem ficar com receio na hora de agendar uma data fixa e, consequentemente, não ter uma flexibilidade para superar os problemas financeiros inesperados. Diante disso, se deseja saber como realizar o controle do pagamento dos usuários é de suma importância que você tenha definido as opções para eles: • possibilidade de poder solicitar alterações no pagamento uma semana antes do prazo estabelecido no vencimento; • disposição em encontrar uma data de pagamento que beneficie tanto você quanto o consumidor, de forma que alivie as incertezas de ambos; • oferecimento de uma opção de parcelamento e outras condições de pagamento facilitado, como o WhatsApp Pay. Com a aplicação dessas dicas, sua empresa conseguirá manter uma excelente relação com os seus usuários e, assim, evitar pagamentos em atraso. • Envie lembretes para alertar os seus usuários Quem nunca pagou uma dívida em atraso simplesmente pelo fato de ter esquecido a data de pagamento? Isso é um problema bem corriqueiro. Para evitar essa falha, uma dica é enviar lembretes para os seus usuários. Uma forma de realizar o controle dos pagamentos dos usuários é adotar alguns serviços online que automatizam a comunicação de pagamentos com os consumidores. Com a adoção desses sistemas, o envio de e-mails ou mensagens de texto para os dispositivos dos clientes será automático, alertando o cliente sobre o valor que deverá ser debitado. Se houver a necessidade de realizar qualquer alteração no cartão ou na data de pagamento, eles poderão contatar seu negócio antes mesmo da transação ser realizada. Por fim, certifique-se que o usuário tenha também uma cópia dos termos acordados, viabilizando a consulta a qualquer momento. Isso ajudará a reduzir futuros problemas em casos de um pagamento não autorizado, por exemplo. Por que deve ser feito? Ter um bom controle do pagamento dos seus clientes evita diversos transtornos para a sua corporação. É nítida a importância que uma boa gestão de pagamentos tem em impulsionar o desenvolvimento de toda a empresa. Um empreendedor renomado fica sempre de olho em todos os setores do seu negócio. Isso porque a gestão financeira é vital para que todos os departamentos continuem funcionando de forma eficaz e lucrativa. Dessa forma, é necessário ter muita atenção no momento de realizar a organização da gestão de controle de pagamentos de clientes. Estar ciente de que os seus débitos já estão quitados é o que traz diversos benefícios para a sua empresa. Porém, se você ainda tem dificuldade para realizar tudo isso, não se assuste e fique calmo. Atualmente, existem diversas maneiras para resolvermos, como já mencionamos brevemente. Opte por aquela solução que mais se enquadre na sua realidade e nos objetivos da empresa. Ficou com dúvidas? Clique no link abaixo e fale com um de nossos especialistas, estamos aqui para ajudar você!

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Faturamento: Saiba o que é e como calcular corretamente

Para que uma empresa prospere, é importante cuidar de seu setor financeiro, implementando um bom Fluxo de Caixa, sistemas de análise de vendas e mecanismos para calcular o faturamento dela. Uma ferramenta contábil muito utilizada pelas empresas é o DRE. Essa ferramenta permite inferir diversas informações interessantes sobre o negócio, devendo ser implementada logo no início das atividades empresariais para o melhor controle financeiro. Quando o gestor tem todas essas informações em mãos, ele é capaz de tomar boas decisões, guiando o negócio para o sucesso. Em contrapartida, a falta dessas métricas pode rapidamente causar diversos problemas para a empresa, inclusive com a própria Receita Federal. Além de ser uma métrica de valor, o faturamento também tem a finalidade de enquadrar um negócio no sistema tributário nacional. Por medir razoavelmente bem o tamanho da empresa, ela é tributada de acordo com esse valor. Está um pouco perdido? Neste conteúdo vamos apresentar diversas informações valiosas sobre faturamento.  O QUE É FATURAMENTO? O faturamento é a soma de todo o dinheiro que a empresa arrecadou em um determinado período, mesmo que a quantia ainda não tenha caído em caixa. Portanto, devemos ter cuidado com as velocidades nesse quesito, pois a declaração das empresas requer a soma das receitas que ainda não chegaram, as quais compõem o faturamento. Dessa forma, esse conceito está atrelado à capacidade de vender do negócio. Empresas que vendem muito tem faturamentos altos, e o contrário também é verdade.  Mas não se engane: são todos os ganhos, não apenas o de vendas, que devem ser somados. Até mesmo retornos em investimentos financeiros precisam ser contabilizados. QUAL A RELAÇÃO DO FATURAMENTO COM O REGIME TRIBUTÁRIO? Como já foi informado anteriormente, o método usado pela Receita Federal, no que tange à tributação, leva em conta o faturamento. Então, existe uma relação forte entre o faturamento e o regime tributário, sendo esta métrica a responsável pelo enquadramento, na maioria dos casos. No Brasil, temos os seguintes regimes tributários: • Simples Nacional: esse regime tributário é o mais fácil de lidar, mas contempla apenas empresas com faturamento anual abaixo de R$ 4,8 milhões. As alíquotas são baixas e a burocracia é bastante simplificada. • Lucro Presumido: somente empresas que faturam abaixo de R$ 78 milhões podem entrar nesse regime tributário. Em resumo, as empresas pagam alíquotas fixas, definidas pela União. • Lucro Real: o lucro real é aplicado para negócios que ultrapassam o faturamento de R$ 78 milhões, sendo sua base de cálculo de impostos o lucro real da empresa, ou seja, quanto dinheiro sobra após retirados todos os custos e tributos. O Brasil é um país de micro e pequenas empresas, por isso o Simples Nacional é o regime mais comum. A IMPORTÂNCIA DE CONHECER O FATURAMENTO DE UMA EMPRESA O primeiro motivo para calcular o faturamento da empresa é o enquadramento. Vale lembrar que empresas fora do enquadramento adequado estão passíveis de multa e processos por parte da Receita. Fora isso, o faturamento é uma métrica de alta relevância para os negócios, facilitando mensurar o quão bem a empresa está indo em suas operações. Ultrapassar o teto de faturamento de seu enquadramento deve ser visto como um ponto positivo, e não uma punição. Esse valor também é relevante para o cálculo de impostos, assim como as demais métricas de interesse para os gestores. Quer saber mais sobre a ferramenta DRE e como ela pode ser útil para sua empresa? Clique no link abaixo e fale com um de nossos especialistas.

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Como abrir um empreendimento com pouco dinheiro?

São diversos os exemplos de pessoas que mudaram totalmente suas vidas, tornando-se empreendedores de sucesso. Essa também pode ser sua história! E uma das primeiras medidas para alcançar essa posição tão desejada é entender como moldar a própria mente para ser bem-sucedido nos negócios. Afinal, não dá para conduzir uma empresa sem acreditar em si mesmo. Se você está buscando ideias para montar um pequeno negócio de sucesso com possibilidades de expansão, quer saber se é possível abrir uma empresa com pouco dinheiro, está interessado em descobrir qual é o investimento inicial e se é preciso se formalizar, chegou ao lugar certo. Acompanhe os próximos tópicos para solucionar todas essas dúvidas! Faça uma autoanálise e entenda seu propósito Afinal, do que você realmente gosta? É imprescindível buscar um estilo de negócio que combine com suas preferências e seu estilo de vida. Só assim você se sentirá confortável com seu trabalho e muito mais disposto para dar continuidade a suas atividades com empolgação e energia. Tenha em mente desde já, portanto, que começar um negócio exige uma boa dose de responsabilidade. Você está ciente e mesmo assim tem muita vontade de empreender? Então isso provavelmente não será um problema! Considere novas ideias de negócio de sucesso Pode ser interessante buscar novas formas para começar um negócio, além daquelas já tradicionais do mercado. Se você não tem capital suficiente para abrir uma loja física em um shopping ou mesmo na rua, nada de desânimo!  Antes de optar por qualquer modelo de negócio, é preciso ter certeza de que há demanda suficiente para isso. Lembre-se: uma ótima forma de se aproximar do sucesso é saber que as pessoas consomem produtos parecidos com aqueles que você deseja vender. E é claro que, tendo uma visão mais apurada do mercado, você mesmo pode perceber que as pessoas têm necessidades que ainda nem descobriram. Agarre essa chance! É importante ter em mente que nenhuma dessas possibilidades está mais correta ou é melhor que a outra. O que realmente importa é que você consiga ter o padrão de vida que gostaria a partir do faturamento da sua empresa, não é mesmo?  Entenda a importância da formalização Ao se deparar com a falta de parte do capital necessário para a abertura da empresa, você tem a opção de buscar um empréstimo. Nesse sentido, um plano de negócios cuidadosamente estruturado pode ajudar bastante. Para causar um impacto diferente, no entanto, é bom ter experiência prévia e já ter aplicado testes que garantam, na prática, que seu produto ou serviço tem potencial. E o melhor é que, ao contrário do que muita gente pode pensar, o processo de formalização é muito fácil e pode ser feito totalmente online. Se você está começando agora seu negócio e tem um faturamento de até 81 mil reais por ano, é possível começar suas atividades ao se formalizar como MEI! Tenha em mente o que você precisa para começar Não desistir, mesmo quando tudo parecer muito complicado, é um dos grandes segredos para se alcançar o sucesso. Não tenha medo de julgamentos se você acredita que o que está fazendo pode dar certo, mas saiba escutar as sugestões construtivas de quem está à sua volta. Faça tudo a partir de um grande propósito. Mova-se pelo que você ama. Em relação à parte prática, busque atender à demanda do mercado e tenha consciência de que é preciso estar disposto a trabalhar duro e investir dinheiro, energia e tempo. Trabalhe seu diferencial e seu posicionamento. E nada de hesitar em pedir ajuda e conselhos a quem tem mais experiência em negócios! Se você está pensando em abrir um negócio, fale com a Solvção e pode confiar que a gente cuida de tudo por você. É só clicar no link abaixo e falar com um de nossos especialistas.

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POR QUE VOCÊ DEVE ACOMPANHAR O CNPJ DA SUA EMPRESA?

Sabemos que a rotina de um gestor é repleta de obrigações, porém a consulta do CNPJ da empresa não pode ser deixada de lado. Você realiza essa atividade? O procedimento é importante para conhecer o perfil financeiro da companhia, adotar medidas de correção, caso sejam necessárias, entre outros benefícios. Mas para alcançar bons resultados, o processo deve ser implementado corretamente. Para ajudar nessa missão, preparamos este texto com dicas sobre o assunto. Continue a leitura, entenda os motivos para acompanhar o CNPJ da empresa e veja como fazer isso! Quais são os benefícios de acompanhar o CNPJ da sua empresa? Algumas pessoas podem desconhecer a estratégia de análise do próprio CNPJ. Contudo, vale destacar que o procedimento é significativo para a proteção e o sucesso do negócio. Alguns benefícios são: – proteção e ações de correção rápida em caso de fraudes; – análise do perfil financeiro e possibilidade de aplicar estratégias de melhoria; – redução de insegurança do mercado; – contribuição para facilitar a obtenção de crédito. Ter uma boa reputação no mercado e um score elevado são passos essenciais para manter a saúde financeira da empresa em dia e realizar acordos mais vantajosos. Por isso, é importante conhecer o perfil financeiro da sua empresa e aplicar medidas para melhorá-la, se for o caso. Uma das dicas para isso é evitar a negativação. Tal fato pode ocorrer se a sua empresa deixar de pagar alguma conta e o credor enviar os dados dela para os órgãos de proteção ao crédito com o objetivo de obter o pagamento. Ficar na lista de negativados gera complicações para o seu negócio, pois afeta a sua reputação e pode dificultar acordos comerciais, compras a prazo e obtenção de empréstimo. Diante disso, é imprescindível ter um bom controle financeiro para evitar despesas em atrasos. Além do mais, ao monitorar o CNPJ da firma, você poderá receber avisos em caso de pré-negativação para identificar dívidas em aberto e adotar medidas de correção rápidas para que isso não prejudique o perfil dela. Outro benefício de acompanhar o CNPJ é quanto à redução de riscos. As empresas, sejam elas pequenas ou grandes, não estão livres de sofrerem com ações fraudulentas. Dessa forma, caso uma pessoa utilize os dados da companhia para aplicar golpes no mercado, você ficará sabendo disso com mais rapidez e poderá tomar atitudes para resolver a situação e minimizar os danos. O que você deve acompanhar e com qual frequência deve fazer isso? Ao analisar o CNPJ da empresa é possível obter uma série de dados, tais como: – score de crédito; – dívidas e protestos; – consulta por outras empresas. Todas essas informações são importantes para entender o perfil do negócio e aplicar as estratégias adequadas. Contudo, como as movimentações podem acontecer de forma constante, é preciso dar atenção a esses dados com frequência. O processo para a consulta de CNPJ pode ser feito de forma manual com pesquisas junto ao órgão de proteção ao crédito. Nesse caso, é recomendado definir de quanto em quanto tempo isso deve ser feito de acordo com as características e os objetivos da empresa. Uma alternativa mais prática é o monitoramento de CNPJ com auxílio de soluções tecnológicas. Assim, você consegue realizar um acompanhamento constante do documento. Como acompanhar o CNPJ da sua empresa? Agora que você já entendeu os benefícios da estratégia, deve estar com dúvidas sobre como monitorar o CNPJ da empresa, não é mesmo? Como falamos no tópico anterior, isso pode ser feito de forma manual, com uma frequência de consulta quinzenal ou mensal, por exemplo, ou com o apoio da tecnologia. Investir em soluções tecnológicas é uma excelente maneira de analisar os dados da empresa de forma facilitada. sabia que também é possível consultar o documento de seus clientes? A atitude é positiva para reduzir riscos na venda! Ninguém deseja ter que lidar com atrasos no pagamento ou inadimplência, não é mesmo? Essas situações prejudicam o fluxo de caixa e a saúde financeira da companhia e geram custos extras para a recuperação de dívidas. Por isso, é preciso adotar estratégias de análise de crédito para minimizar os riscos em vendas com pagamento a prazo. Uma das formas de fazer isso é consultar CPF ou CNPJ do cliente antes de toda a venda, outra dica é utilizar uma ferramenta para monitoramento da carteira de clientes empresariais. Assim, você obtém dados atualizados e recebe avisos em casos de movimentações nos documentos. Sendo assim, você pode obter informações atualizadas sobre o seu empreendimento e sobre seus clientes para tomar decisões mais acertadas, influenciando a saúde financeira e o sucesso corporativo. E então, conseguiu entender a importância de consultar o CNPJ da empresa? Um gestor precisa ficar atento a inúmeros fatores para garantir a sustentabilidade e o crescimento do negócio. Como mostramos, cuidar do CNPJ é uma medida significativa para conhecer o perfil financeiro da companhia perante o mercado e adotar estratégias para melhorar isso e ter mais facilidade ao solicitar empréstimos e fazer acordos comerciais. Ainda ficou com dúvidas? A Solvção pode te ajudar! É só clicar no link abaixo e falar com um de nossos especialistas. Fonte: Serasa Experian

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Vendas B2B: como ampliar oportunidades sem prejudicar o seu negócio

A sua empresa está em busca de novas oportunidades para crescer? Já pensou em considerar vendas B2B? A estratégia pode ser positiva para o negócio, mas deve ser planejada com cuidado para conquistar bons clientes. Diferentemente das vendas para o consumidor final, no processo B2B, a transação é feita entre empresas, ou seja, é necessário aplicar mudanças para atrair esse perfil de cliente. Quer entender melhor o assunto e ver dicas para ter novas oportunidades de negócio? Então, confira o artigo que preparamos para você! O que é venda B2B? A expressão B2B vem do inglês “business to business”, que em português significa “de empresa para empresa”. O ramo é bastante atrativo para quem pretende aplicar mudanças, seja para lidar com momentos desafiadores como o atual, seja para buscar novas oportunidades de crescimento. Além disso, pode ser voltado tanto para e-commerce quanto para vendas físicas. Contudo, um passo importante para ter sucesso na prospecção em vendas empresariais é adequar os processos internos, com informações e planejamento. Mostraremos nos tópicos a seguir algumas dicas sobre ferramentas e etapas para isso. Qual é a diferença entre venda B2B e venda B2C? Há algumas diferenças entre venda B2B e B2C e para conquistar clientes empresariais será importante rever os objetivos da sua companhia, a linguagem e a atuação da equipe de vendas, entre outros fatores. Um ponto relevante de se entender é que, embora a jornada de compra dos dois segmentos envolva as mesmas etapas, como prospecção, negociação e pós-venda, o processo para clientes empresariais é mais demorado. Isso acontece porque a decisão, geralmente, envolve mais de uma pessoa e área. Além disso, a estratégia se diferencia da venda B2C em alguns outros aspectos. A venda para o consumidor final tende a ser mais emotiva, ter um ciclo de vida curto e um ticket médio mais baixo. Já um negócio B2B geralmente é caracterizado por vendas racionais, ticket médio mais alto e ciclo de vendas mais longo. Quais são as vantagens de reforçar as vendas B2B na empresa? Explorar as vendas B2B pode ser bastante vantajoso. Afinal, há inúmeros negócios pelo país que podem precisar do seu produto ou serviço, aumentando os ganhos. Além disso, manter acordos comerciais com outras companhias pode oferecer: • mais estabilidade com contratos longos; • equilíbrio do fluxo de caixa; • acordos mais atrativos; • redução de riscos de pagamentos. A negociação e o fechamento de um contrato de venda B2B tende a ser mais complexo do que a venda para o consumidor final. O comprador deve se certificar de que está fazendo um bom acordo, avaliando custo-benefício, prazo de entregas e reputação do fornecedor. Diante disso, é importante estar com a documentação regularizada. Além do mais, antes de concretizar a venda, a sua empresa deve analisar o CNPJ do cliente para garantir um acordo seguro e evitar problemas com inadimplência. Como aumentar esse tipo de venda? Agora que você já entendeu um pouco sobre como funciona a venda B2B, vamos mostrar algumas dicas que podem ajudar no planejamento de vendas para esse segmento. Conheça o perfil de seu cliente empresarial e o mercado Entender o perfil desse novo cliente é essencial para definir as ferramentas e os canais mais adequados para a divulgação, entender a melhor linguagem para abordagem e estabelecer ações de marketing acertadas, entre outras iniciativas que aumentam as vendas. Sendo assim, procure conhecer as principais características dele e saber quais são os seus interesses e as suas necessidades. Analisar as características do mercado é outra estratégia importante. Dessa forma, você conseguirá identificar o perfil da concorrência e as tendências do setor para adotar medidas competitivas e diferenciar o negócio. Treine a sua equipe de vendas Em uma negociação B2B os vendedores devem se comportar como consultores. Diferentemente de negócios com o consumidor final, a venda é mais racional; por isso, não adianta só ter carisma: a equipe de vendas precisa demonstrar que entende o mercado e as necessidades do cliente para oferecer a solução adequada. Esse atendimento personalizado pode ser mais demorado e requer treinamento, informações de qualidade sobre o mercado e sobre a área de atuação da empresa, entre outros dados. Contudo, o esforço é recompensado pela concretização de um contrato que pode ser duradouro. Adote estratégias de marketing adequadas Você já deve conhecer o marketing de conteúdo, certo? Ele consiste em oferecer materiais relevantes para atrair visitantes ao seu site, gerar leads qualificados e convertê-los em clientes. E a medida também pode ser aplicada no segmento B2B! Para ter sucesso na estratégia, é preciso seguir a primeira dica desse tópico e conhecer o perfil dos seus clientes. Assim, será possível planejar conteúdos atrativos e que tenham relevância para o seu público. O marketing de conteúdo ainda é positivo para demonstrar o conhecimento da sua empresa sobre o mercado de atuação. Sendo assim, invista em textos para blogs, que sejam aprofundados e relevantes, ofereça e-books gratuitos, planeje eventos online, entre outros formatos. Investir em anúncios pode ser mais uma medida vantajosa. Google Ads, Facebook Ads e anúncios no Instagram são algumas alternativas. Para definir os melhores canais, analise o perfil de seu público e os objetivos da empresa. Utilize a tecnologia Ferramentas tecnológicas são significativas para o sucesso de um negócio, elas permitem fazer uma gestão otimizada das finanças e do estoque, controlar a carteira de clientes, fazer cobranças, entre outras tarefas. No processo de vendas, a tecnologia pode ser benéfica, por exemplo, para obter dados sobre o seu público e tomar decisões mais estratégicas. Com o Big Data você consegue avaliar dados demográficos e o comportamento dos consumidores para criar segmentações e abordagens mais certeiras. Defina e acompanhe as suas métricas de vendas Para avaliar se as suas estratégias estão corretas (e para adequá-las, se necessário), é importante acompanhar o desempenho do processo de vendas. Alguns indicadores são o ROI (Retorno sobre investimento) e o CAC (Custo de Aquisição de Cliente). Essas são as nossas principais dicas para explorar vendas B2B. Tal modelo pode gerar resultados positivos para o negócio, mas deve ser implementado com atenção. Busque informação de qualidade, analise

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Para que serve a DRE?

Para conseguir realizar uma gestão de pequenas e médias empresas eficiente, é preciso contar com o auxílio de ferramentas, como a Demonstração do Resultado do Exercício (DRE). Seu principal objetivo é detalhar os resultados da organização, assim, é possível ter uma visão real e global dos custos, despesas e lucros de seu negócio. Nesse sentido, o empreendedor que deseja o crescimento financeiro de sua companhia deve usar esse documento. Saiba que o demonstrativo precisa ser realizado anualmente por todas as instituições, exceto o Microempreendedor Individual (MEI), e precisa ser assinado por um contador. Continue a leitura e descubra mais a respeito da DRE! O que é DRE? A DRE consiste em um documento feito por uma organização, em que são registrados os resultados relacionados com as operações financeiras. Nela é preciso constar os lucros e os prejuízos ao longo do período. Logo, a declaração é um relatório com dados a respeito da receita, dos gastos, das despesas e dos investimentos do negócio. Nesse contexto, para facilitar a avaliação das informações contidas, ela é feita em formato de planilha. Além do mais, saiba que ela pode ser feita a cada mês, bimestre, semestre ou ano, dependendo dos seus objetivos com o documento. Apenas a demonstração anual é obrigatória. Qual é a importância da DRE? A DRE é um documento muito importante, já que seu resultado é capaz de interferir em diversas áreas do seu negócio. Se sua organização tem um setor de contabilidade, no começo do ano, é válido reunir todas as informações necessárias para elaborar os documentos contábeis de forma eficiente. Já se não tiver um contador, é indicado contratar os serviços de uma empresa especializada para ajudar na elaboração na DRE. A declaração é essencial, visto que serve como prestação de contas de seu empreendimento com o governo. A partir dela, a Receita Federal pode se certificar de que todos os impostos devidos foram declarados de forma correta. Também é feito um comparativo entre o lucro presente na DRE com o valor declarado no Imposto de Renda de Pessoa Física feito pelo empreendedor. Por essa razão, é necessário ficar de olho nas declarações que são feitas por você e pelo seu negócio. Como fazer a DRE de uma empresa? Uma maneira prática de produzir a DRE é por meio da utilização de planilhas para que, assim, consiga detalhar todas as despesas necessárias. Para deixar o processo mais prático, é válido realizar o fechamento mensal para ter mais tranquilidade no momento de produzir o anual. Saiba que isso reduzirá a quantidade de informações a serem inseridas e avaliadas no momento de finalizar a DRE. Após todos os meses preenchidos de forma correta, é preciso apenas fazer a soma dos resultados de cada campo. Esse resultado pode ser passado para um sistema, para que o gestor ou outros colaboradores tenham acesso. Dessa forma, a empresa consegue ter boas informações para tomar decisões mais certeiras no decorrer do ano e, assim, potencializar o desenvolvimento da instituição. O que entra na DRE? Para que a DRE seja executada de maneira satisfatória e sem falhas, é necessário saber o que deve ser anotado. Confira: • Receita bruta – A receita bruta são todos os valores que entram na companhia. Logo, precisam ser inseridas as receitas alcançadas com o recebimento de juros, venda de serviços ou produtos e o retorno de dividendos ou royalties. • Tributos – É necessário inserir quais os impostos que a organização precisa pagar, por exemplo, o Imposto Sobre Serviços (ISS) e o Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Além do mais, é preciso inserir os descontos e devoluções feiras pelos clientes. • Receita líquida – A receita líquida é a subtração entre a receita bruta e os tributos que precisam ser pagos. • Custos dos produtos vendidos – É preciso colocar os gastos para realizar a fabricação do produto, como logística, mão de obra, matéria-prima, entre outros. • Lucro bruto – O lucro bruto consiste no resultado da subtração entre o valor da receita líquida e os gastos com produção. • Despesas – É necessário incluir os gastos relacionados com a comercialização do produto ou serviço, como marketing e publicidade. Além do mais, é preciso levar em consideração o salário dos colaboradores, comissões, despesas com o estabelecimento comercial e outras. • Lucro operacional – O lucro operacional consiste na diferença entre o lucro bruto e as despesas mencionadas. Esse lucro tem como finalidade permitir uma avaliação mais completa do resultado operacional da empresa. • Resultado – Para encontrar o resultado financeiro, é preciso somar todos os juros que foram pagos naquele determinado tempo pela companhia por causa de algum débito. Ainda, é necessário inserir o montante recebido pela empresa por meio de rendimentos com investimentos financeiros. • Lucro sem o Imposto de Renda – É preciso saber o valor do lucro sem o Imposto de Renda, já que ele é o que mais interfere no valor do faturamento final. • Imposto de Renda – É preciso levar em consideração, também, o Imposto de Renda de Pessoa Jurídica e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), sendo que esse imposto é calculado com base no lucro absoluto do empreendimento. Saiba que CSLL é pago por meio da DARF, que é um documento para manter a regularização fiscal da empresa. • Lucro líquido – Após passar por todas as etapas anteriores, é preciso saber o lucro líquido, ou seja, o destinado para o empresário e seus sócios, se existirem. É preciso ter atenção a esse ponto, pois se ele for negativo, mostra que a empresa ficou no prejuízo. Caso tenha sido positivo, deixa claro que a empresa lucrou com seus produtos e serviços. Se apresentou um valor zero, o negócio se encontra em equilíbrio. Portanto, é perceptível que a DRE é uma demonstração muito importante para as empresas, já que nela é preciso inserir informações financeiras. Um negócio que deseja crescer e se destacar no mercado precisa estar atento a esse documento, pois é possível realizar ações mais certeiras para o seu crescimento, além de ficar em dia

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7 dicas para não errar na escolha dos fornecedores da sua empresa

Acertar na escolha dos fornecedores é fundamental para potencializar os resultados do negócio. Isso é um desafio e para as empresas, principalmente quando a compra é direta. Por isso, antes de tomar qualquer decisão, o comprador precisa considerar alguns critérios no momento da negociação para ser assertivo na escolha dos fornecedores. O preço, apesar de ser um fator muito relevante na gestão de compras, é apenas um dos requisitos a serem considerados na hora de selecionar fornecedores. As empresas que querem manter uma boa reputação e elevar sua vantagem competitiva devem se atentar ao comprometimento dos fornecedores com questões ambientais, sociais e de governança (ESG), pois estão cobrando iniciativas e ações ligadas a esses aspectos. Confira dicas para não errar na escolha dos seus fornecedores e potencializar seus resultados. 7 dicas para não errar na escolha de fornecedores 1. Objetivos alinhados Escolher fornecedores com objetivos alinhados aos da sua empresa é o primeiro passo para conquistas relações confiáveis e duradouras. Nesse sentido, a colaboração entre comprador e fornecedor é benéfica para o fortalecimento de ambos. Por exemplo, se a sua empresa tem como valor a sustentabilidade, pode ter a reputação afetada caso compre de um fornecedor cujo negócio não contribui para diminuir o efeito estufa. 2. Qualidade dos produtos ou serviços De nada adianta negociar um bom preço com o fornecedor se a qualidade do produto ou serviço está comprometida. É difícil ter 100% de garantia que um produto ou serviço é de excelente qualidade, por isso é importante realizar testes e avaliações com calma, para não trazer prejuízos significativos à empresa, comprometer lucros e até parar a sua linha de produção e a própria continuidade do negócio. 3. Reputação do fornecedor Um dos erros mais cometidos na hora de selecionar um fornecedor é não pesquisar sobre ele com profundidade e isso pode colocar em risco a reputação da sua empresa. Pesquise se a empresa cumpre obrigações legais, fiscais e as regulamentações técnicas, entre outras avaliações importantes. Antes de firmar uma parceria, ouça as empresas que já foram atendidas pelo fornecedor. O tempo de atuação no mercado também deve ser considerado. 4. Negocie para obter savings Pesquise os preços praticados no mercado, faça comparações e mostre ao fornecedor o quanto sua empresa está disposta a buscar as melhores negociações. Antes de tomar qualquer decisão, revise seu orçamento, defina metas e identifique oportunidades de redução de custo das aquisições. 5. Especifique o que você precisa É comum um pedido de cotação chegar a um fornecedor sem conter a descrição completa e detalhada da necessidade do cliente. Para tornar uma negociação com fornecedor ágil e fácil, descreva os detalhes do produto que deseja adquirir, quais são os prazos que precisa e formas de pagamento praticadas. Com informações precisas e definidas, é possível saber se o fornecedor tem capacidade para atender às suas necessidades. 6. Conte com mais de um fornecedor Imprevistos, falhas, enganos e erros podem acontecer em qualquer negócio. Por isso, tenha um plano B para o fornecimento de produtos e serviços que a sua empresa necessita. Além disso, contar com mais fornecedores pode ajudar sua empresa em um aumento repentino de demanda, sem deixar clientes esperando por muito tempo. 7. Valorize a comunicação entre as empresas Para alcançar melhores resultados, comprador e fornecedor precisam estar dispostos a se comunicar de forma clara, objetiva e simples. Sendo assim, centralizar as informações em um só lugar pode facilitar a rotina de quem compra e quem vende. Quando o assunto for contabilidade, conte com a equipe da Solvção! É só clicar no botão de contato e falar com um de nossos especialistas. Fonte: Mercado Eletrônico

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Conheça os principais desafios da gestão de pessoas atualmente

Confira nessa matéria os maiores desafios da gestão de pessoas e qual o melhor jeito de superá-los para que sua empresa tenha um melhor desempenho. 1. Identificação de talentos Antes de tudo, para montar times eficazes é necessário contar com profissionais qualificados e comprometidos. Para isso, um dos desafios da gestão de pessoas é identificar esses talentos. É necessário saber enxergar talentos tanto em novos colaboradores em entrevistas de emprego, como observando a própria equipe em suas atividades diárias. No primeiro caso, o gestor deve estar pronto para atrair esses profissionais para trabalhar na empresa. Enquanto isso, na segunda situação, ele deve oferecer promoções e novos desafios aos funcionários que se destacam, desenvolvendo suas competências e motivação. A gestão de pessoas deve sempre estar atenta às habilidades demonstradas pelos trabalhadores, buscando formas de identificá-las e alinhá-las aos padrões da organização. 2. Motivação dos funcionários A motivação é o combustível para estruturar equipes produtivas e satisfeitas. Portanto, a gestão de pessoas deve adotar estratégias para engajar os colaboradores, desenvolvendo o espírito de proatividade no time. Para isso, o RH pode utilizar algumas técnicas, como a concessão de benefícios empresariais, planos de carreira, flexibilidade de horários, premiações em dinheiro e viagens, entre outros. 3. Capacitação da equipe Manter um time com membros que estão constantemente passando por aprimoramentos é mais um dos grandes desafios da gestão de pessoas. As constantes mudanças no mercado, exigem profissionais preparados e com capacidade de se adaptar rapidamente. Por isso, o desenvolvimento do time, por meio de cursos e treinamentos, é crucial para a empresa conseguir atender a novas demandas de forma dinâmica e eficiente. Para superar esse desafio, é necessário oferecer capacitação técnica ao time. A capacitação pode acontecer dentro da própria empresa, com treinamentos internos ou por meio do incentivo a realização de cursos externos por meio de auxílios, convênios e parcerias. 4. Engajamento dos colaboradores Nada terá resultado se o RH não garantir que os empregados se mantenham comprometidos e engajados com seu trabalho. Para vencer mais esse dos diversos desafios da gestão de pessoas, será necessário propor iniciativas que transformem o time em pessoas satisfeitas, que vistam a camisa da organização. Portanto, é necessário investir em ações voltadas para o desenvolvimento humano. Isso pode ser feito por meio de medidas como: – implementação de um plano transparente de cargos e salários baseado em metas; – incentivo da autonomia e criatividade dos funcionários; – realização de avaliações e feedbacks sobre o trabalho do time para promover o desenvolvimento pessoal. 5. Manutenção do clima organizacional O ambiente de trabalho influencia diretamente no desempenho e grau de motivação dos funcionários. Desse modo, o RH precisa encontrar formas de manter o local agradável e positivo. Além de evitar que contratempos possam interferir negativamente na qualidade do clima organizacional. Por isso, a gestão de pessoas é responsável por contornar conflitos e proporcionar possíveis soluções para eles, estimulando o diálogo e o trabalho colaborativo. 6. Retenção dos talentos Não apenas atrair, mas reter esses talentos na empresa é um dos maiores desafios da gestão de pessoas. O RH deve estar sempre em busca de formas eficazes de cultivar nos colaboradores o espírito de dedicação e lealdade a empresa. Por meio de ações como capacitação, oportunidades de progressão vertical, concessão de benefícios diferenciados, entre outras, esse setor precisa fidelizar os talentos da empresa. Dessa forma, os profissionais se sentirão cada vez mais parte importante da organização. Isso reduz as chances de que eles migrem para outras empresas em busca de melhores oportunidades. Todos os desafios da gestão de pessoas que vimos nesse artigo podem ser superados se a empresa contar com um gestor eficiente à frente desse setor. Portanto, é fundamental buscar por aliados capacitados para ajudar sua empresa. Gostou dessa matéria? Siga-nos nas redes sociais e acompanhe nossas matérias semanais.

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Entenda a importância da estratégia empresarial

A pandemia da Covid-19 trouxe inúmeros desafios para a sociedade como um todo. Em diversos momentos pairava a incerteza, o medo e a insegurança, não só pessoal como também no mundo dos negócios. Foi necessário as pessoas se reinventarem, estabelecerem novos posicionamentos, formas de trabalho, tomada de decisões mais rápidas e assertivas diante do cenário pandêmico, sobretudo, agir com estratégia e coragem no ambiente corporativo. Estudo realizado pela empresa PageGroup, em parceria com a Fundação Dom Cabral, entre setembro e outubro de 2020, calculou que 75,8% dos líderes acreditavam que as tomadas de decisões ficaram mais rápidas durante o cenário de crise. O estudo ouviu mais de 230 membros da alta liderança de empresas brasileiras. No entanto, fazer essas escolhas muitas vezes não é algo fácil, porque toda ação impacta de forma direta ou indireta em um número significativo de pessoas, assim como tomar decisões precipitadas não é a saída. Criando estratégias A criação de estratégias é tão importante quanto agilizar a tomada de decisões. Além disso, quando o empresário desenvolve estratégias para o negócio, a clareza e preparação devem “andar” juntas, pois se não controlarmos as emoções, as ações poderão ser motivadas por impulso ou dominadas pelo medo. Decisões focadas em coragem e objetividade nos círculos de negócios requerem um planejamento estratégico. Portanto, uma alternativa é a criação de um framework, conjunto de técnicas, conceitos ou ferramentas pré-definidos utilizados para solucionar um problema de um domínio ou projeto específico. Tópicos fundamentais de um framework • Buscas por autoconhecimento; • Potenciais e consequências das escolhas; • Aspectos positivos e negativos das decisões; • Fixar seus valores. Por fim, é importante que o empresário consiga identificar se está confortável com suas decisões e se elas retratam bem o perfil, não só da empresa, mas também de si mesmo. Gostou dessa matéria? Siga-nos nas redes sociais e fique por dentro de tudo o acontece no mundo corporativo e na área da contabilidade. E, caso necessite de assessoria contábil, a Solvção está à sua disposição, é só clicar no botão abaixo e falar com um de nossos especialistas.

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Erros na gestão de notas fiscais de entrada podem gerar multas superiores a R$ 1 mil por documento.

Gestão de notas fiscais ainda é desafio para as empresas. Trabalho, muitas vezes, feito manualmente ou com softwares inadequados, causando penalidades. Facilitar a rotina fiscal e ter erros humanos minimizados neste campo é o sonho de toda empresa brasileira, afinal, a legislação do país é extremamente complexa e, por consequência, passível de retrabalho, perda de tempo e de dinheiro.  Neste aspecto, um dos principais desafios das empresas tem sido a recepção e gestão completa de documentos fiscais de entradas, das compras, de mercadorias, de serviços e outras. Geralmente, se não houver um padrão de organização bem delineado destes documentos, que servem para certificar uma transação comercial, constando os detalhes sobre o produto ou o serviço adquirido, bem como seus respectivos impostos, não há como fazer uma boa gestão, afetando muitas áreas de uma organização, desde compras, controladoria, fiscal, contábil e, principalmente, o contas a pagar.  Outro problema bem narrado pelas empresas é o preenchimento incorreto de documentos fiscais pelos seus fornecedores. Adiante, vem ainda a conferência de autenticidade dos documentos, que para notas de mercadorias pode ser feita em um portal, mas para as de serviços, são “apenas” 5.570 portais, de cada município.  Mas não acaba aí, há ainda a conferência de regularidade do fornecedor no site da Receita Federal, da opção do Simples Nacional em outro portal e do CPOM (cadastro de prestadores de outros municípios) em cada prefeitura. Ou seja: um processo longo, manual e cheio de detalhes.  Por fim, tem a questão da guarda e do prazo para conservação desses documentos, exigido por lei, que é de cinco anos. Isso quer dizer que se um fiscal for a um estabelecimento e requerer uma ou mais notas, e se o empresário não apresentar, é multa na certa, que pode, inclusive, ultrapassar R$ 1 mil, por documento, além da glosa de dedutibilidade do IRPJ e da CSLL, de 34%, mais 9,25% de créditos irregulares de PIS e COFINS. É muito dinheiro e não vale a pena correr o risco. Gestão de notas fiscais Além do obstáculo “armazenamento”, há o desafio de monitorar as notas fiscais após o recebimento, onde o usuário necessita fazer uma consulta sempre que quiser saber o status do documento, pois estes podem ser cancelados ou anulados pelo fornecedor sem a autorização do destinatário.  Em situações como essa, a empresa pode estar se apropriando de créditos indevidos e registrando notas fiscais inválidas em seu Enterprise Resource Planning (ERP). Portanto, para evitar dor de cabeça, o ideal é automatizar a gestão de notas fiscais de entradas (compras).  “Quando a empresa opta por fazer este trabalho de forma manual, haverá um gasto de tempo exorbitante e custos para o setor fiscal, contábil e em toda a empresa, porque há pessoas de diversas áreas recebendo e registrando documentos fiscais de compras. As empresas mais preocupadas com Compliance, escalabilidade e transformação digital, estão automatizando o processo de ponta a ponta”, garante Lucas Ribeiro, CEO do ROIT BANK.. Para se ter uma ideia, por lá, foram extraídas as informações de mais de 1 milhão de notas fiscais de mercadorias e de serviços, utilizando Inteligência Artificial, com a aplicação de OCR (Optical Character Recognition – Reconhecimento Óptico de Caracteres, em português) e de NLP (Natural Language Processing – Processamento de Linguagem Natural, em português), tecnologias voltadas para reconhecer caracteres em documentos eletrônicos, compatível com diversos formatos de imagem e texto, tais como JPEG, PNG, PDF, assim como, definir o tipo de dado e reconhecê-lo por contexto, com altíssima acuracidade. O segredo de tanto sucesso é um só: automatizar o processo por completo, e não apenas parte dele. Isso envolve desde a baixa dos documentos fiscais, sua classificação, extração, enriquecimento com consultas externas diversas, vinculação automática a pedido de compras, cadastro do fornecedor no ERP (software de gestão) automático, críticas fiscais, classificação contábil, pagamento diretamente no banco e consolidação dos dados no ERP.  Um longo processo, atualmente operado por muita gente nas empresas, que leva tempo, está sujeito a diversos erros e não é escalável. Com o avanço da inteligência artificial e da robotização essa realidade vem mudando muito. Ficou com alguma dúvida? Nós da Solvção podemos te orientar, clique no link abaixo e fale com um de nossos especialistas.

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Documentos contábeis que devem ser enviados para o contador todo mês

O contador realiza um papel primordial para as empresas e para isso ocorrer é preciso que as empresas também cumpram seu papel e um deles é encaminhar os documentos contábeis relativos ao negócio para o contador.  No decorrer dessa matéria falaremos sobre os documentos que as empresas devem encaminhar mensalmente para o seu contador.  A importância de encaminhar os documentos ao contador  É muito importante manter seus documentos contábeis em ordem e em dia, afinal eles contêm informações que podem afetar a escrituração contábil do seu negócio.  Sendo eles documentos como notas fiscais, extratos de meios de pagamentos, documentos trabalhistas, documentos de recolhimento de tributos, dentre outros e alguns deles devem ser encaminhados obrigatoriamente todo mês ao seu contador.  Resumindo, esses documentos são essenciais como meio de comprovação das movimentações financeiras realizadas no mês pela empresa. Sabendo dessa importância é importante emitir, armazenar e em seguida enviar os documentos para o seu contador ou escritório contábil.  Documentos que devem ser enviados ao contador todo mês  Separamos aqui os documentos que devem ser encaminhados ao contador, permitindo um melhor gerenciamento tributário, outras demandas fiscais e evitando futuros problemas para seu negócio, sendo eles:  • Arquivos Eletrônicos:  Nota Fiscal Paulista, Redução Z, Arquivos do Sped Fiscal e XML’s das notas fiscais. • Notas fiscais: de entrada e saída.  Documentos a serem enviados no final do mês: • Controle de Estoque, (caso for comércio); • Arquivo (.xls) de Movimentação de despesas e de receitas; • Extratos Bancários em (.OFX), de Aplicações, Cartões de Crédito, Empréstimos e Desconto de Duplicatas; • Recibos e Contratos: de locação, de honorários, despesas e contratos a pagar; • Notas Fiscais de serviços adquiridos. Informações e documentos a serem enviados no final do mês: • Recibos de pagamento: salários, Pró-Labore, Férias, Vale Transporte e Atestados Médicos de Funcionários; • Movimentos e recibos de autônomos e outros colaboradores; • Comprovantes de pagamentos de impostos: como a DAS, DARFs, etc.; • Guias de Impostos ou Contribuições: INSS, FGTS, Contribuição Sindical, outras Contribuições Sindicais. Venha para a Contabilidade Digital Consultiva, clique no botão abaixo e fale com um de nossos especialistas.

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5 dicas para trabalhar como PJ

Para cortar custos, as empresas têm optado cada vez mais pela contratação de serviços de Pessoas Jurídicas (PJ). Este regime de contratação pode ser bem mais econômico que o de CLT, e com o aumento de ofertas de emprego como PJ também aumentam as dúvidas dos profissionais sobre o assunto. O PJ deixa de ser uma pessoa física e passa a ser uma pessoa jurídica, ou seja, uma empresa trabalhando para outra, pois torna-se um prestador de serviços e não um colaborador. Para deixar mais claro, o PJ deve abrir uma empresa e registrá-la na prefeitura para que sua situação seja oficial. Há benefícios nesta contratação como um salário normalmente maior, mas é preciso pensar sobre o assunto e pesquisar informações que lhe ajudem a decidir a optar ou não por este tipo de trabalho. Mas caso você queira mesmo trabalhar como PJ confira na sequência 5 dicas que irão lhe ajudar. 1- Faça um plano de previdência privada Um trabalhador registrado pelo sistema de CLT tem diversos benefícios e diferenciais como convênio médico, seguro-desemprego, vale transporte e alimentação, entre outros. Já um PJ, na maioria dos casos, possui apenas o seu salário e deve planejar sua vida para arcar com todas as despesas. Investir em uma previdência privada é a garantia de um dinheiro extra caso algum imprevisto aconteça. 2- Contrate um bom contador Há diversos custos extras e pagamentos de tributos ao governo que um PJ deve quitar. Além disso, quando se abre uma empresa um contador deve ser o responsável por fechar as contas mensais dela, e para fazer isso um profissional eficaz e de confiança deve ser requisitado. 3- Se atente aos contratos Ao se tornar PJ, o profissional trabalhará como prestador de serviços e seus trabalhos serão acordados por meio de contratos. É essencial prestar atenção em cada cláusula e em todas aquelas “letras pequenas”. Se possível, avalie o documento com a ajuda de um advogado e sugira modificações ao contratante se necessário. 4- Saiba negociar Muitas vezes um profissional deixa de ser registrado em uma organização e passa a ser PJ no mesmo local. Esta situação acontece normalmente por pedido da empresa e com isso fica mais fácil negociar alguns benefícios como férias, 13° salário e outras regalias que o regime de CLT concede. Se a situação não for esta, vale negociar também algum benefício adicional, ou reavaliar o salário pretendido. 5- Entenda e faça entender a sua posição Um PJ presta serviços, por isso não há mais subordinações. O serviço a ser executado deve estar especificado em contratos e nada além do estipulado deve ser solicitado pelo contratante. Saiba o que é ser um PJ e faça as organizações entenderem a sua posição. Se você optou em deixar o regime CLT e partir para a carreira solo como PJ, a Solvção está à disposição para fazer sua contabilidade. Clique no botão abaixo e fale com um de nossos especialistas.

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QUEM É MEI PAGA INSS PARA APOSENTAR?

O profissional que trabalhava com carteira assinada e resolveu abrir o próprio negócio ou virar autônomo pode se registrar como MEI (Microempreendedor Individual), para se formalizar e ter acesso a benefícios do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), como a aposentadoria. No entanto, é preciso entender que as regras de contribuição para a Previdência são diferentes de quando era registrado e que, para ter direito à aposentadoria por tempo de serviço, é preciso pagar uma complementação mensal equivalente a 15% do salário mínimo, ou R$ 181,80. Quem é MEI já sabe que precisa fazer o pagamento mensal do DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional), que é de 5% do mínimo mais impostos, que variam de acordo com a atividade. O valor vai de R$ 61,60 a R$ 66,60. A taxa garante a formalização dos profissionais de turismo e o acesso a benefícios assistenciais, mas condiciona a aposentadoria à idade mínima, que hoje está em 62 anos para mulheres e 65 para homens. Ruslan Stuchi, advogado e sócio do Stuchi Advogados, afirma que o trabalhador com carteira assinada já contribui automaticamente com o INSS com base no valor do salário, por meio de descontos na folha de pagamento. No caso do microempreendedor, é preciso fazer uma complementação. “É válida essa contribuição do MEI ao INSS porque garante o pagamento de benefícios por incapacidade, auxílio-doença e salário-maternidade, mas, para ter direito à aposentadoria por tempo de contribuição, tem de pagar um adicional de 15%, além dos 5%.” Essa é uma forma de o profissional poder contabilizar os anos de trabalho registrados e também o período como MEI, para poder se aposentar por tempo de contribuição e até mesmo ter um benefício melhor, caso tenha um histórico salarial maior. Como MEI e somente com o pagamento do DAS, por outro lado, o segurado ficará só com um benefício de um salário mínimo. Independentemente disso, Stuchi aconselha que o empreendedor procure um advogado ou profissional que faça um planejamento previdenciário. Ele exemplifica que é comum uma pessoa virar MEI para completar os três ou quatro anos que precisa para ter acesso ao benefício por tempo de contribuição. “Mas depois da reforma da Previdência, existe muita gente pagando um valor maior que nem sempre resulta em uma aposentadoria maior”, explica o advogado. Fonte: Diário do Grande ABC Se você é MEI e ficou com alguma dúvida sobre sua aposentadoria, nós da Solvção estamos à disposição para te ajudar, é só clicar no botão abaixo e falar com um de nossos especialistas.

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MEI Caminhoneiro já é realidade! Saiba o que é e quais as regras.

Quem trabalha com transportes sabe que os custos com a operação de transporte são bem elevados. Aumento do combustível, carga tributária pesada, pneu, óleo e até mesmo o pedágio são os principais fatores que acabam impactando na operação. Pensando em como a categoria do transportador é vital para a economia do país e como grande parte dos caminhoneiros são autônomos e atuam na informalidade, o senador Jorginho Mello (PL-SC), em parceria com o Sebrae, desenvolveu o projeto de MEI-Caminhoneiro, que nada mais é do que a inclusão dos caminhoneiros em uma nova categoria, dentro do MEI padrão, que contempla o transportador autônomo.  A partir de abril, o MEI-Caminhoneiro pagará o correspondente a 12% (doze porcento) do limite mínimo mensal do salário de contribuição para fins de previdência. O valor deverá ser recolhido de forma unificada, por meio do documento de arrecadação do MEI (DAS-SIMEI) e será somado aos valores fixos de ICMS ou ISS, conforme o caso. Além disso, o transportador poderá manter receita bruta anual de até R$ 251.600,00 (duzentos e cinquenta e um mil e seiscentos reais) ou, nos casos de início da atividade, o proporcional mensal de R$ 20.966,67 (vinte mil, novecentos e sessenta e seis reais e sessenta e sete centavos) multiplicado pelo número de meses, contados até o final do ano. O MEI é uma modalidade simplificada de negócio. Com sua formalização, o trabalhador passa a ter o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) e pode emitir notas fiscais, além de ter acesso a benefícios previdenciários como auxílio-doença e pensão por morte. Se você é caminhoneiro, ou conhece alguém que seja, saiba que a Solvção está apta a abrir o seu MEI e dar todo o suporte com a contabilidade. Clique no botão abaixo e fale com um de nossos especialistas.

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7 dicas para aumentar a restituição do seu Imposto de Renda

Existem maneiras de aumentar a restituição. Desde coisas simples, tais como despesas com saúde e educação, até a reforma de imóveis podem ser declarados (Crédito: Arquivo/Agência Brasil) O prazo para a entrega da declaração de Imposto de Renda 2021 acaba em 29 de abril e as restituições começam a ser pagas no dia 31 de maio mesmo e vão até 30 de setembro. E entre as várias dúvidas que surgem em meio ao processo da declaração, uma delas é comum: como aumentar o valor recebido na restituição? Fique sabendo que existem, sim, maneiras de aumentar a restituição do Imposto de Renda. Desde coisas mais simples, tais como despesas com saúde e educação, até a reforma de imóveis podem ser declarados para ajudar a aumentar a sua restituição do Imposto de Renda e diminuir o valor do imposto a pagar. Apesar disso, preste bastante atenção aos detalhes da declaração do Imposto de Renda para não errar as informações declaradas, afinal, você não quer cair na malha fina e acabar sem restituição nenhuma. O mais importante, para isso, é que você tenha todos os documentos e comprovantes necessários em mãos. Além disso, existe também a possibilidade de fazer um rascunho através do app da Receita Federal antes de preencher a declaração, de fato – pode parecer um pouco bobo, mas é uma forma de garantir que você fará tudo corretamente quando chegar a hora. 1. Gastos com saúde e educaçãoO que incluem as despesas com saúde? São valores pagos, por exemplo, em planos de saúde, hospitais, exames e consulta com médicos, dentistas, psicólogos, fisioterapeutas, entre outros. O valor com gastos de saúde são deduzidos integralmente, mas note que os pagamentos de medicamentos, assim como gastos com nutricionistas e tratamentos estéticos, não estão nesta lista! Os gastos com educação, ao contrário, têm limite de dedução. Para 2021, o valor máximo é de R$ 3.561,50, segundo a Secretaria da Receita Federal. Além disso, são gastos restritos a educação infantil; ensino fundamental; ensino médio e educação superior. Cursos extracurriculares não podem ser deduzidos, de maneira que cursinhos como inglês e informática, por exemplo, não servirão para aumentar a restituição do Imposto de Renda. Todas as despesas devem ser comprovadas e informadas em “Pagamentos Efetuados” ao preencher a declaração do Imposto de Renda. É importante que o declarante guarde os comprovantes por até cinco anos, em caso de ter que apresentá-los ao Fisco. 2. Gastos com dependentesPara conseguir deduzir os gastos com dependentes do valor pago de Imposto de Renda, é necessário apresentar todas as respectivas receitas. Se você estiver em dúvida se realmente vale a pena declarar esse tipo de gastos, faça uma simulação antes de realizar a declaração IR. Quem pode ser cadastrados como dependentes os cônjuges; filhos; companheiros; pais; avós, entre outros (desde que comprovada judicialmente a dependência de cada um). 3. Pensão alimentíciaEsse tipo de dedução no Imposto de Renda é válido somente para pensões determinadas judicialmente, estabelecidas por meio de acordo homologado na Justiça ou por meio de escritura pública – e apenas o valor estabelecido no acordo é dedutível! Contudo, se você estiver no lado que recebe a pensão alimentícia, não declarar os filhos recebendo essa pensão como dependentes seus irá aumentar o valor do Imposto de Renda que você paga. Isto porque quem recebe a pensão sofre uma tributação semelhante a do recebimento de salário. Assim, é melhor que cada filho tenha uma declaração de renda feita separada para desviar do pagamento do Imposto de Renda. 4. Previdência privadaVocê sabia que valores pagos ao INSS e fundos de pensão privados também são dedutíveis do Imposto de Renda? Pois é, pode acreditar! Mas claro, esse é um benefício limitado para quem utiliza a previdência oficial ou as previdências privadas PGBL ou Fapi. E existem algumas regrinhas de acordo com a situação de cada contribuinte. Previdência Oficial da União, Estados e Municípios: valores do Imposto de Renda são deduzidos integralmente;Previdência Privada: dedução limitada a 12% dos rendimentos tributáveis para quem tem PGBL (caso contribua também com a Previdência oficial) e Fapi. 5. DoaçõesDoações feitas a instituições e fundos do governo são dedutíveis também, contanto que feitas durante o ano da declaração prevista. Então, se você tiver feito ou quiser fazer doações, pode escolher doar para esses locais ligados ao governo e garantir um aumento na sua restituição do Imposto de Renda. 6. Declaração conjuntaCasais que fazem declaração em conjunto recebem uma faixa de tributação de Imposto de Renda maior do que quando declaram separadamente. Isso quer dizer que se os dois tiverem rendimentos, será melhor realizar a declaração IR separadamente. Afinal, quanto maior a renda declarada, maior também será o cálculo do imposto a ser pago. Assim, se cada um faz sua própria declaração, as chances de aumentar a restituição IR também aumentam consideravelmente, visto que a taxa de tributação será menor. 7. Profissionais autônomosSe você trabalha por conta própria, é possível deduzir as despesas ligadas diretamente à sua atividade profissional, como luz, telefone e até mesmo aluguel de escritório (caso não trabalhe na sua própria casa). Isso contando que todos esses gastos possam ser comprovados. Se o seu caso é o de trabalhar na própria casa, você ainda conta com o benefício de receber até um quinto do valor total de gastos com manutenção de residência, tais como taxa de condomínio e IPTU. Já reparos e recuperação de imóvel não estão inclusos na dedução. É importante notar que esses benefícios só são válidos se você fizer uma declaração mensal no carnê-leão. Precisa de uma empresa para fazer sua Declaração de Imposto de Renda? A Solvção pode fazer para você, é só clicar no botão abaixo e se informar com um de nossos especialistas.

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Roteiro para entrevistas: confira o passo a passo para montar um

Atrair e reter talentos é o maior desafio para empresas que reconhecem a importância do seu capital intelectual. Nesse sentido, preparar um processo seletivo para contratar o profissional certo para uma determinada vaga depende essencialmente da elaboração de um bom roteiro de entrevista. Quando bem-feita, a roteirização promove o desenvolvimento de um diálogo fluido e eficiente entre o entrevistador e o candidato. Isso permite a obtenção de importantes informações sobre o perfil, tanto ao nível de conhecimentos técnicos quanto de traços comportamentais. São dados essenciais para o alinhamento da contratação com os objetivos da empresa. Neste artigo, vamos explicar o que é um roteiro de entrevista, sua importância para o processo seletivo e o passo a passo de como fazer uma roteirização objetiva e eficiente para contratar o candidato certo. Confira a seguir! O que é e para que serve um roteiro de entrevista? O roteiro de entrevista é um guia que ajuda o recrutador a buscar informações objetivas sobre as habilidades e competências de um candidato a partir de um diálogo direcionado. Dessa forma, ele serve para planejar tudo o que deve ser perguntado. Por que o roteiro de entrevista é importante? O roteiro de entrevista é essencial porque ele proporciona um passo a passo para conduzir a entrevista com base nas necessidades e características exigidas pela vaga, sem que nenhum aspecto importante seja esquecido. Com as perguntas certas, o recrutador consegue obter as informações de que precisa para avaliar de maneira eficiente se o candidato é ideal para determinada vaga. A contratação de um bom talento proporciona importantes benefícios à empresa, como: • alinhamento da equipe com a cultura organizacional;  • formação de um time de alto desempenho; • otimização do clima organizacional; • redução do turnover. O que é necessário para estruturar um bom roteiro? Para estruturar um bom roteiro de entrevista, é necessário, inicialmente, fazer o levantamento das características da vaga, como habilidades e competências técnicas requeridas. Além disso, é fundamental anotar o perfil desejado, de modo a alinhar os requisitos com os objetivos e a cultura da empresa. Como elaborar um roteiro de entrevista eficiente? Para elaborar um roteiro de entrevista eficiente, é preciso considerar diversos aspectos, como os que mostramos no passo a passo a seguir. Acompanhe! 1- Defina o formato O primeiro passo para escrever o roteiro é definir o seu formato. Em geral, o esquema utilizado para a organização de entrevista presencial é: – pergunta (entrevistador); – resposta (entrevistado). Além das perguntas presenciais, é possível incluir algumas questões consideradas mais adequadas para entrevistas online por escrito (e-mail, por exemplo) ou por vídeo. 2- Determine a duração Antes de elaborar as perguntas, é preciso estabelecer a duração da entrevista, já que é esse aspecto que determinará a quantidade de perguntas por seção. Assim, para entrevistas de uma hora, por exemplo, uma a três questões para cada assunto podem ser suficientes. Caso necessite de uma conversa mais longa, basta adicionar mais questões. 3- Comece a conversa Para uma entrevista de sucesso, o primeiro passo deve ser no sentido de “quebrar o gelo”, deixando o candidato mais relaxado. Isso porque no início pode haver um certo nervosismo, prejudicando as respostas. Uma boa técnica é elaborar questionamentos leves, perguntando, por exemplo, sobre gostos pessoais, conquistas, viagens preferidas, entre outros temas agradáveis. Você também pode incluir ações mais dinâmicas, como apresentar a empresa e explicar o que ela espera do candidato, comentando sobre a cultura organizacional, estilo de trabalho e benefícios que ela proporciona aos colaboradores. 4- Faça as perguntas certas e objetivas Esse é o ponto crucial do planejamento de roteiro para a entrevista. As perguntas devem ser pensadas de modo a serem objetivas, já que elas precisam ajudar na descoberta não somente dos conhecimentos técnicos necessários para preencher a vaga, mas também dos pontos fortes e fracos do candidato. Para exemplificar, podemos relacionar os principais pontos que devem constar no roteiro. Eles devem ser apresentados em forma de perguntas objetivas que respondam aos seguintes aspectos: – requisitos técnicos da vaga — aprofunda pontos do currículo quanto à formação profissional e experiência na área; – necessidade ou não de trabalho em equipe — para avaliar o comportamento buscado; – perfil requerido em relação à cultura da empresa — para analisar o alinhamento de valores pessoais e profissionais com os da empresa, a fim de prevenir a alta do turnover. 5- Dê espaço para que o candidato possa falar Considere um tempo no roteiro para permitir que o candidato se expresse à vontade. Isso ajuda a avaliar a capacidade de expressão, bem como as opiniões próprias e o vocabulário do potencial colaborador. 6- Estabeleça os tipos de feedbacks É importante incluir os feedbacks positivos e negativos no roteiro. Para isso, você pode utilizar três diferentes scripts, dependendo do comportamento do candidato. Feedback aberto: Utilizado quando não há certeza se a empresa continuará o processo seletivo com determinado candidato. Veja um exemplo: “No momento, estamos considerando alguns candidatos para essa posição. Esperamos finalizar o processo no prazo de __ semanas. Os selecionados serão chamados para uma nova entrevista. A decisão será confirmada até ____. Em breve entraremos em contato para atualização sobre o processo”. Feedback positivo: Também é importante criar uma resposta padrão para os candidatos que avançaram no processo de seleção. Nesse caso pode ser adotada a seguinte abordagem: “Agradecemos a sua disponibilidade e gostaríamos de avançar para a próxima etapa do processo. Nela, prevemos entrevistas pessoais nas próximas semanas e uma proposta até o final do mês. Você tem espaço em sua agenda?”. Feedback negativo: Esse tipo de feedback é utilizado quando um candidato não é adequado para a posição. O “não” definitivo fecha o processo e mostra que você considerou importante dar um retorno. Para isso, é possível elaborar um texto, conforme o exemplo: “Agradecemos a sua disponibilidade em participar de nosso processo seletivo. Contudo, devido a __________, não poderemos avançar no momento. Mas recomendamos fortemente ficar de olho na página de carreiras de nosso site para acompanhar as oportunidades que possam ser mais apropriadas

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Imposto de Renda 2022: envio começa no dia 2 de março

O envio da Declaração do Imposto de Renda em 2022 deve começar no dia 2 de março. Siga nossas dicas e se organize! A declaração do Imposto de Renda deve começar a ser entregue no dia 2 de março deste ano, portanto, junte todos seus documentos e se organize para entregar no prazo. A Declaração do Imposto de Renda movimenta o Brasil inteiro todos os anos, milhões de contribuintes se organizam para entregar esta declaração e quem entrega primeiro tem vantagens. Então se organize! Quais as vantagens em entregar a Declaração do IR primeiro? Para quem entrega primeiro, além de se livrar de um “peso” mais rápido também pode ter algumas vantagens como: – receber a restituição primeiro; – acompanhar o processo da declaração e, se houver erros, corrigir rapidamente, enviar a retificação e ainda garantir a restituição mais cedo; – e por último, se livrar de uma obrigação tão complexa mais rapidamente. Dicas para o seu Imposto de Renda 2022 Para entregar logo a sua declaração você deve separar alguns documentos. No Imposto de Renda existem 3 grupos tributáveis separados em rendimentos, bens e direitos e pagamentos. Entenda um pouco sobre esses grupos: – Rendimentos: São informes de salário, aposentadoria e pensão, entre outras fontes de renda, do declarante e seus dependentes; – Bens e direitos: São escrituras de imóveis, documentos de veículos, certificados de bens como ações de ouro e a aquisição ou posse de novos bens;  – Pagamentos: notas fiscais de gastos com saúde, gastos com educação, imobiliárias, comprovante para quem paga pensão alimentícia etc. Junte todos os documentos referentes aos grupos que citamos acima (seus e dos seus dependentes) e comece a se preparar. Lembrando que gastos com saúde e educação podem ser deduzidos do Imposto de Renda, te ajudando a aumentar a restituição. Caso você se sinta mais seguro contratando um escritório de contabilidade para preencher e enviar a declaração por você, pode contar com a Solvção. É só clicar no botão abaixo e falar com um de nossos especialistas.

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Compensação de horas trabalhadas, entenda o porquê.

Compensar horas de trabalho significa acrescer à jornada contratada as horas reduzidas ou suprimidas, do dia a ser compensado. Em outras palavras, o acordo de compensação de horas ocorre quando o excesso de horas de prestação de serviço em um dia é compensado em outro, através da diminuição da jornada de trabalho. O mais comum nas empresas do acordo de compensação de horas é referente à jornada de sábado, onde a empresa distribui a jornada desse dia no período da semana, realizando o colaborador uma jornada de segunda a sexta de 8h48min, ou 9h de segunda a quinta e 8h na sexta-feira, tendo o total das 44 horas. Nas ocasiões em que um feriado cair no sábado, por se tratar de um dia de descanso semanal remunerado, entende-se que na semana de que se tem esse ocorrido o funcionário não tem a necessidade de cumprir a jornada correspondente ao sábado. Então, se o feriado cair no sábado como devo proceder? Segue abaixo três exemplos do que pode ser feito: É importante salientar que para aplicar qualquer situação é necessário ter um acordo prévio com o colaborador, estando exposto de forma clara no acordo de compensação. A convenção e acordo coletivo de trabalho gera lei entre empregador e empregado. Portanto, é muito importante observar se as normas benéficas aos funcionários estão sendo respeitadas. O contador pode ajudar o empresário com relação a essa questão. Então, se ainda tiver alguma dúvida, clique no botão abaixo e fale com um de nossos especialistas.

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LGPD, o que é mito e o que é verdade

A Lei Geral de Proteção de dados – LGPD tem tirado o sono de muitos empresários, pois as empresas que não atenderem às novas exigências serão multadas. A crescente alta nos casos de golpes e vazamento de dados, principalmente, durante a crise sanitária que ainda passamos, tornou-se uma preocupação ainda maior para a população em geral e principalmente para o mundo empresarial. A LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados trouxe mudanças significativas para a coleta, tratamento e armazenamento de informações e dados pessoais dos usuários por partes das empresas. A lei traz muitos detalhes a serem observados para cada nicho do mercado, mas traz também muitos mitos a serem esclarecidos. É fato que a Lei já está vigorando e a adaptação se torna urgente, mas pesquisa recente feita com 207 companhias brasileiras e seus conselhos de administração ou consultivo, mostra que 40% delas não estão ajustadas às novas exigências. Isso pode até parecer um dado bem preocupante. Porém, a pesquisa ocorreu com apenas 207 empresas e, se pararmos para pensar no Brasil como um todo, essa porcentagem é muito pequena. Portanto, seguem alguns mitos e verdades sobre a LGPD: Mito: O principal ponto da lei é a autorização para o tratamento de dados pessoais. É mito porque a LGPD traz em sua legislação cerca de 10 bases legais para embasar o tratamento de dados pessoais, sendo a autorização desse uso apenas um deles. Sendo assim, ter o consentimento do usuário é de muita importância, quando não se é possível o enquadramento do tratamento em nenhuma das outras opções da lei. Mito: A LGPD foi criada para impedir o uso de dados pessoais pelas empresas. A Lei foi criada para reestruturar a forma com que as empresas trabalham com dados pessoais dos clientes. A privacidade dos usuários é trabalhada de forma bem dura nessa Lei, mas também oferece pontos positivos como segurança jurídica e traz muito mais transparência na relação cliente-empresa, evitando assim que os dados sejam utilizados de forma indevida. Mito: Dados impressos ou arquivos físicos não precisam seguir a LGPD. Esse deve ser um dos maiores mitos já pensados em relação à Lei. Dados pessoais não deixam de ser dados pessoais por estarem impressos em uma folha. Portanto a legislação não diferencia como os dados devem ser tratados. O que fica bem claro é que todas as empresas que trabalham com dados pessoais dos clientes devem se adaptar à LGPD, não importa se você trabalha de forma impressa ou digital. E a forma como essas informações são usadas devem ser transparentes e bem claras junto aos titulares. Verdade:Todos os dados pessoais dos usuários devem ser apagados dos bancos de dados das empresas. E segundo a Lei de Proteção de Dados isso deve ser feito de forma definitiva, pois segundo a Lei os usuários têm como direito que seus dados sejam eliminados, não podendo ficar armazenados, a não ser que tenha alguma obrigação legislativa que seja necessário seguir, como por exemplo: um funcionário da empresa e seus dados trabalhistas, ou o registro de uma compra que existem prazo definidos pela Secretaria da Fazenda. Se não houver algo que obrigue esse armazenamento, a guarda desses dados não é mais permitida. Esperamos ter esclarecido algumas de suas dúvidas sobre os mitos e verdades da LGPD, para que você fique atento para não ter problemas e multas. E se você ainda tiver dúvidas e precisar de ajuda, clique no botão abaixo e fale com um de nossos especialistas. Teremos prazer em ajudá-lo!

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Empresa inativa ainda tem obrigações a serem cumpridas?

Se por algum motivo você não conseguir tocar adiante os negócios de sua empresa, fique ciente que é preciso liquidar com todas as suas obrigações.  Estar com o CNPJ irregular pode levar o empresário a ter as práticas cotidianas da organização bloqueadas, recebimentos e pagamentos impedidos e, consequentemente, prejuízo na receita. O empresário deve estar muito ciente ao tomar a decisão de manter a organização inativa, pois, o não pagamento de encargos, incorre em multas e, ainda, risco de suspensão do CPF e cobrança das dívidas dos eventuais sócios do negócio. Vamos explicar como funciona este processo. Acompanhe. O que é uma empresa inativa? Uma empresa se dá como inativa, a partir do momento que ela não executa nenhuma atividade operacional ou financeira. Dentre alguns exemplos de obrigações a serem honradas estão: os impostos que ficam pendentes, correção em documentação ou o CNPJ que está parado há anos e esquecido em algum canto da contabilidade, são alguns deles. Alguns empresários se veem sem saída para atender às burocracias para encerrar as atividades e, portanto, não ficam extintas dos órgãos competentes e fiscalizadores. Elas continuam existindo, porém, sem movimentação. Apesar de ser um procedimento legal e viável temporariamente para alguns empreendedores, essa prática pode ser perigosa ao longo do tempo, entretanto, deve ser usada por quem pretende voltar ao exercício da atividade ou por quem não tem dinheiro para fechar a empresa imediatamente. Quais são as obrigações de uma empresa inativa? Mesmo a empresa estando inativa, o empresário deve cumprir a burocracia vigente para não incorrer nos órgãos fiscalizadores e, eventualmente, virem a dívida fiscal crescer com o passar do tempo. Portanto, é muito importante entregar as obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas. Entre as obrigações, algumas são: – RAIS; – DCTF; – GFIP; – Imposto de Renda Pessoa Jurídica; Escriturações fiscais. Os empresários que não cumprem com a responsabilidade no momento do fechamento ou inatividade da instituição, acabam deixando de entregar as obrigações acessórias ou adicionais. É importante destacar que o pagamento de tributos relativos aos anos-calendário anteriores, bem como, a multa pelo descumprimento de uma obrigação acessória não descaracteriza a empresa como inativa. O administrador tem a responsabilidade de oferecer informações fiscais, previdenciárias e trabalhistas aos órgãos competentes dentro do prazo pré-estabelecido, além de respeitar uma série de normas. Os contadores podem auxiliá-lo na missão de não ter a dívida ativa aumentando à medida em que o tempo de empresa inativa passa, sendo assim, ele facilita toda a burocracia junto à Receita Federal para que o prejuízo não seja ainda maior. Quanto tempo uma empresa pode ficar inativa? Não há um prazo estipulado permitido para que a empresa permaneça inativa, entretanto, o empreendedor precisa compreender e ter consciência de que essa atitude é algo temporário, bem como dos riscos e multas por atraso no pagamento das contas tributárias. Com o crescimento corrente dos débitos, o empresário também pode ser prejudicado como pessoa física e ter seu CPF suspenso. O ideal é que a empresa seja fechada assim que a decisão for tomada, pois as dívidas podem sair do controle e, com o passar do tempo, não terem como ser sanadas. Caso a dívida não seja paga e a empresa possuir sócios, eles também são responsabilizados diante à Receita Federal, Prefeitura e Estado, podendo correr o risco de ter o nome protestado no cartório. É preciso declarar imposto de renda? Como já citamos acima, a empresa sem movimento deve entregar as obrigações acessórias comuns a qualquer companhia e uma dessas obrigações é o Imposto de renda pessoa jurídica. Caso isso não ocorra, o empresário (bem como seus sócios) corre o risco de ter o CNPJ e CPF cancelados. É possível reativar a empresa? Sim, é possível reativar CNPJ inapto ou suspenso. Para isso, é preciso: – verificar junto à Receita Federal quais pendências precisam ser regularizadas; – separar os documentos para regularizar a situação, que costumam ser escriturações fiscais e declarações contábeis. O prazo para reativação do CNPJ é de, geralmente, 24 horas após a análise dos documentos e do pagamento dos débitos, caso haja algum. Ainda tem dúvidas? Teremos prazer em ajuda-lo! Clique no link abaixo e fale com um de nossos especialistas.

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Tendências que vieram para ficar nos pequenos negócios

O ano de 2022 começa com muitos desafios para os empreendedores, mas também é um ano de novas oportunidades. Algumas atitudes criadas ou intensificadas durante a pandemia podem ser adotadas ou mantidas na vida do empreendedor. E a boa notícia é que são tendências que só vão ajudar no dia a dia de quem tem um negócio. Confira quais são essas tendências: Negócios à distância A pandemia nos mostrou que, em muitos casos, não é preciso estar fisicamente em um lugar para trabalhar, fazer contatos e fechar negócios. Isso amplia e supera barreiras. Vale para o home office e para reuniões e encontros. Você pode fazer negócios muito online com pessoas de outros estados e países, o que abre um leque de oportunidades e amplia muito as chances de negócios. Relações mais verdadeiras Poucas vezes na história da sociedade, todo mundo viveu uma mesma situação, como tem sido durante a pandemia do coronavírus. Isso gera empatia entre as pessoas, o que vale tanto para a vida pessoal, quanto para o empreendedorismo. Porque cada um entende o que o outro está passando e com isso as relações ficam mais fáceis. Sentimento de Comunidade Grupos de interesse estão se formando e parece que existe uma abertura e um olhar maior para a vida em comunidade. Isso é muito bom para os pequenos negócios. Com a pandemia surgiu um movimento muito grande de apoio a estabelecimentos locais, e isso vem perdurando. Ser uma empresa pequena ficou mais fácil e mais possível. Em maio de 2021, o g1 contou algumas histórias de pequenos empresários que estavam se beneficiando do poder da comunidade. Os empresários Ana Rosa Guedes e Rodrigo Laranjeira, donos de uma padaria artesanal, viram o faturamento aumentar 4 vezes em 10 meses, durante a pandemia. Para eles, o sucesso veio exatamente da divulgação boca a boca e, por isso, a empresa cresceu de forma orgânica. Respeito à saúde mental Burnout, depressão, ansiedade são problemas sérios, muitas vezes vistos com discriminação. A pandemia trouxe a saúde mental à tona e isso pode ajudar as pessoas a tratá-las da forma correta. Empreendedores precisam estar sempre alerta e cuidar do bem-estar e da saúde para tocar seus negócios com qualidade. A pandemia trouxe com ela uma maior conscientização sobre o quanto a saúde mental é importante. Avanços no uso da tecnologia As pequenas empresas estão mais digitais do que nunca e muitas aprenderam da pior forma, durante a pandemia. Mas isso as deixou mais abertas para os avanços tecnológicos, afinal foi isso que salvou muito negócio durante o distanciamento social e fechamento do comércio. Um estudo realizado em 2021 mostrou que os pequenos negócios que aderiram às vendas online conseguiram reduzir queda no faturamento durante a pandemia. Com certeza, esse é um caminho sem volta. A Contabilidade Digital Consultiva também é uma nova modalidade de contabilidade que veio para ficar. Se você ainda não se decidiu a abandonar a contabilidade tradicional, a hora é agora! Clique no botão abaixo e fale com um de nossos especialistas.

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A importância da contabilidade no crescimento das empresas

A importância da contabilidade para o crescimento das empresas é algo que não pode ser ignorado. Afinal de contas, os trabalhos contábeis, sejam feitos por uma equipe de contabilidade em São Bernardo do Campo ou um grande escritório contábil em São Paulo, servem para ajudar os negócios a ultrapassarem certos obstáculos e conseguir aumentar seu faturamento e lucratividade. Isso é importante porque o Brasil é um dos mercados mais hostis para quem quer empreender. No nosso país, 06 em cada 10 empresas são obrigadas a fechar as portas em 5 anos de atividade, o que significa que há uma espécie de barreira invisível por onde a maior parte dos negócios não consegue passar e, entre os que conseguem, ainda há a dificuldade em se estabelecer e conseguir crescer. Por isso é necessário conhecer a importância da contabilidade para o crescimento das empresas e entender como ela pode ajudar nesses desafios. Siga a leitura para saber mais sobre o assunto! Como enxergar a importância da contabilidade para o crescimento das empresas em 5 pontos 1. Ela permite controlar os custos Um dos primeiros benefícios que a contabilidade traz para as empresas é que ela pode controlar melhor os custos do seu negócio. Isso porque ela permite rastrear e acompanhar cada gasto da sua empresa para produzir o produto/serviço e garantir que tudo seja contabilizado adequadamente.  Por exemplo, suponha que a sua empresa seja uma hamburgueria (sabia que esse é um dos negócios que mais cresce no Brasil?). Ela produz vários lanches diferentes e tem vários combos no cardápio, cada um com um custo específico (e cada um com custo variável, já que os produtos podem ter diferentes preços, de acordo com a inflação de cada momento).  A contabilidade permite que você possa entender exatamente quanto custou cada um dos seus produtos ou serviços e, portanto, possa entender: a) quais são os elementos que mais encarecem os seus produtos; b) qual o preço mais adequado para cobrar do seu cliente (falaremos mais sobre isso no último item deste artigo). 2. Ela encontra oportunidades de reduzir impostos Um dos benefícios de uma assessoria contábil é que ela sempre procurará por oportunidades para que o seu negócio possa pagar menos impostos e assim ter menos custos. A começar, claro, pela correta adequação da sua empresa no regime tributário mais indicado para ela, com a menor alíquota para o seu CNAE. Isso só pode ser feito por meio de um completo planejamento tributário, que saberá qual o melhor enquadramento. Em segundo lugar, há também a busca ativa por benefícios e isenções concedidas por órgãos governamentais para a sua empresa. Em muitos casos, a contabilidade pode até sugerir a mudança da sede da empresa para aproveitar melhor os benefícios em outras cidades. 3. Ela ajuda a conseguir contratos públicos Os contratos públicos com a Administração Pública podem ser uma ótima fonte de renda para empresas de todos os tamanhos. Isso porque os órgãos públicos são os maiores compradores do mercado, pagam de forma garantida e não há problema em realizar o trabalho com eles. Basta vencer as licitações. Um elemento que ajuda nisso é ter as contas da empresa todas em ordem. Na verdade, existem certas restrições quando o negócio tem os livros contábeis em desordem. Por isso, a contabilidade ajuda no crescimento da empresa ao encontrar uma fonte estável de renda quando consegue fechar contratos com a Administração Pública. 4. Ela torna sua empresa mais amigável a investidores Além de conseguir fechar mais contratos e licitações com o governo, ter as contas da empresa em ordem, organizadas e comprovadas, também é muito útil para transformar a empresa mais amigável e agradável a investidores.  Muitos investidores só aceitam investir em uma empresa (permitindo que ela use esse dinheiro para crescer) se os seus livros contábeis estiverem bem organizados e eles puderem entender como a empresa funciona e qual o seu estado atual. É a contabilidade que prepara tudo isso para que o negócio possa receber esse dinheiro, que pode chegar a valores altos: só o Rappi, por exemplo, coletou mais de $500 milhões de dólares na sua última rodada de investimentos. 5. Ela ajuda a precificar seu produto de forma mais estratégica Por fim, vale lembrar que a contabilidade ajuda a precificar o seu produto de forma mais estratégica. Suponha que o seu custo é de R$ 2,00 por unidade e que, no mercado, o produto é vendido em média por R$ 10,00 a unidade. Isso significa que você tem toda essa margem para determinar o seu preço. Caso queira angariar mais clientes, você pode colocar o seu preço em R$ 9,00 ou R$ 8,00, permitindo que o preço baixo seja um atrativo para os consumidores conhecerem seu produto. Isso é precificar com estratégia, e só é possível se você dominar os seus custos. Pronto! Agora que você já viu a importância da contabilidade para o crescimento das empresas, pode começar a pensar em usar a área contábil para melhorar o seu negócio. Lembre-se de cuidar para que os seus investimentos sejam feitos em uma consultoria tributária que seja realmente útil e que melhore o seu negócio do ponto de vista estratégico. Se você precisa de Prática Contábil, clique no botão abaixo e fale com um de nossos especialistas.

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Código CNAE: Aprenda como classificar a sua empresa

Aprenda como classificar a sua empresa com o código CNAE correto. O CNAE é muito importante para a saúde financeira do seu empreendimento. Com certeza você sabe o que a sua empresa faz, mas você deve saber classificá-la no CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas), saber utilizar o código CNAE certo vai ajudar a sua empresa. Nós iremos te ajudar a se livrar de problemas que podem aparecer caso você utilize o código CNAE errado, acompanhe este artigo até o final e se informe. CNAE, o que é isso? A Classificação Nacional de Atividades Econômicas, ou código CNAE, é um jeito de criar um padrão no Brasil  para definir as atividades econômicas, os códigos têm o objetivo de definir o segmento da sua empresa, para determinar a sua área de atuação e realizar a cobrança de impostos de acordo com a atividade econômica da sua empresa. A Classificação Nacional de Atividades Econômicas vale para todos agentes econômicos  que se encaixam na produção de bens e serviços. Isso inclui empresas e organismos públicos ou privados, estabelecimentos agrícolas, instituições sem fins lucrativos e até mesmo agentes autônomos (pessoa física). Como escolher o código CNAE certo para sua empresa? Primeiramente converse com seu contador, esse profissional saberá te orientar qual é o melhor CNAE a escolher, então peça orientações a ele antes de escolher o código CNAE. Após conversar com seu contador você vai precisar pensar quais são os códigos de atividade que a sua empresa pode se enquadrar, defina quais vão ser as atividades, operações de vendas, revenda, prestações de serviços, quais serão os produtos que a sua empresa vai vender ou quais serviços ela vai prestar, essas respostas vão definir se a sua empresa terá apenas um código CNAE ou mais um código.  Uma empresa poderá informar uma atividade principal e até 99 atividades secundárias. Essas atividades devem ser informadas com atenção, pois elas vão servir para o fisco conferir as atividades que a sua empresa exerce e tributar a sua empresa de acordo, a atividade principal será a atividade que gera mais renda para sua empresa. Para conferir a tabela com os códigos é só acessar a CNAE-Fiscal, no site do CNAE. Mas sempre procure buscar orientação profissional, pois abrir uma empresa pode ser muito burocrático e cansativo. Então faça todo o processo de abertura da sua empresa com seu contador e escolha as atividades seguindo as orientações dele. Os conselhos do seu contador vão te ajudar a pagar menos tributos e podem até mesmo te livrar de multas. A Solvção está à disposição para orientá-lo e assessorá-lo em todo o processo de abertura da sua empresa. Clique no link abaixo e fale com um de nossos especialistas.

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9 dicas para sua empresa aparecer no Google

Atualizado em 07/06/2023. Ao procurar informações sobre algum produto ou serviço muitos consumidores usam sites de busca. Dentre os buscadores, o que mais se destaca pelo volume de uso e qualidade dos resultados é o Google. É por isso que aparecer com destaque em seus resultados é algo muito visado pelas empresas. Pensando nisso, reunimos 9 dicas sobre como fazer sua empresa aparecer no Google e atrair clientes! 1. Capriche no SEO O SEO, ou Search Engine Optimization, consiste em reunir características valorizadas pelo Google para fazer com que seu site se destaque nos resultados. É um trabalho que você faz sem precisar pagar nada para aparecer nas primeiras posições! Digamos que o Google, na hora de rankear as respostas aos seus usuários, leve em consideração um conjunto de regras que facilitam o seu trabalho. SEO é uma estratégia de aplicação dessas normas em seu site, permitindo que o Google faça seu trabalho de maneira mais eficaz. 2. Invista na produção de bons conteúdos Um ponto muito valorizado pelo Google são os conteúdos. Sites que possuem bons materiais mantêm os visitantes neles por mais tempo e o buscador está de olho nisso ao avaliar a reputação de um domínio. Se você produz textos que realmente interessam ao público e que são autorais, seu posicionamento nos resultados será melhor. 3. Utilize links patrocinados O Google Ads é o serviço de links patrocinados do site de busca mais utilizado do mundo. Investir nele permite que o site da sua empresa apareça na primeira página dos resultados de forma rápida e simples, porém, isso tem um custo. Além disso, existem outras vantagens de investir na ferramenta, como a possibilidade de segmentação por palavra-chave, ou seja, ao selecionar as palavras adequadas, você atrairá o público que realmente interessa! 4. Conquiste links de qualidade (link building) A prática de link building, ou seja, construção de links para um website é importantíssima porque o Google entende que, quanto mais sites apontarem para o seu, maior é a sua autoridade acerca de determinado assunto. Porém, nem toda indicação é igual: sites maiores e mais confiáveis de empresas como a Forbes e Exame, por exemplo, têm um valor muito maior do que blogs comuns e gratuitos. Claro que toda indicação é bem-vinda, no entanto, é preciso ter atenção acerca de algumas regras do próprio Google. De modo ideal, os links devem conter um texto âncora referente ao assunto, vir de sites que atuem no mesmo nicho e ter características naturais, ou seja, não devem ser comprados, pois isso pode prejudicar seu site. Se isso não acontecer, o Google pode entender que você está fazendo Spam ou tentando enganar o seu usuário e pode penalizar algumas páginas que, possivelmente, perderão posições no resultado do buscador. 5. Utilize o Search Console O Search Console, antigo Webmasters Tools, auxilia no monitoramento e na manutenção da presença do site nos resultados da Pesquisa Google. Ele ajuda a verificar as páginas indexadas, otimizar o desempenho no buscador, enviar ou atualizar sites e conteúdos com mais rapidez, enviando um sitemap, e conferir a existência de links com potenciais de spam apontando para o seu website. Além disso, contribui com bons insights para SEO sobre quais palavras-chave usar e como otimizar as Meta Descriptions para aumentar a quantidade de acessos. 6. Conecte o site às redes sociais Os sinais sociais, ou seja, os compartilhamentos de conteúdo nas redes sociais, também é um dos fatores de rankeamento do Google. Por isso, ter uma boa página é importantíssimo. Além de gerar tráfego, passa credibilidade e autoridade para o site. 7. Coloque sua empresa no Google Maps Há uma ferramenta que você pode usar para aparecer com mais facilidade nas buscas: o Google Meu Negócio. Ele permite que sua empresa faça um cadastro com dados como endereço, horários de funcionamento e contatos, além de usufruir de alguns benefícios. O Google Meu Negócio cria para sua empresa uma página no Google+, coloca sua localização no Google Maps e permite que sua organização apareça nos resultados das buscas em destaque. Essa funcionalidade do Google é muito interessante, pois estreita os laços do cliente com a marca e permite que ele conheça um pouco do negócio antes mesmo de chegar ao local, seja por horários de funcionamento, fotos da empresa e testemunhos de clientes que já estiveram ali. 8. Tenha um layout responsivo Com o avanço das tecnologias e o uso crescente dos dispositivos móveis para a realização de pesquisas na internet, o Google tem dado prioridade a sites que tenham um layout responsivo. Responsividade é a capacidade de adequação às diferentes telas de laptops, tablets e smartphones. Algo cada vez mais necessário nos dias de hoje, visto a gama de diferentes dispositivos que um cliente pode utilizar. Disparado como um dos dispositivos mais utilizados para a navegação estão os smartphones, que demandam conteúdos pensados para telas menores. Por isso, invista na experiência do usuário e responsividade, caso ainda não tenha feito isso. 9. Proteja os dados dos usuários A segurança é outro aspecto importante e é um dos fatores de rankeamento no Google. Para verificar isso, o buscador analisa se as suas páginas estão protegidas com um certificado SSL (aquele que altera o http para https). Ele criptografa as informações inseridas pelos usuários e oferecem mais proteção à navegação e o uso de dados. Aliás, o próprio Chrome, navegador oficial da empresa, avisa ao usuário que um site não é seguro, se ele não tem esse certificado instalado, o que pode ser negativo para as suas conversões de funil. Caso você trabalhe com vendas direto no site, a falta de segurança terá um impacto direto sobre a decisão de compra do cliente, que não se sentirá seguro para fechar o negócio. Ser encontrado de forma orgânica é o ideal para qualquer organização, pois traz maior retorno sobre os investimentos e reduz gastos constantes com anúncios. Gostou? Siga essas dicas com atenção e você terá mais chances de alcançar o sucesso em suas estratégias! Nós, da Solvção, torcemos por você!

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Sua empresa está inativa? Conheça suas obrigações contábeis.

Atualizado em 31/08/2023. Devido à burocracia para fechar uma empresa, muitos empreendedores mantêm seus negócios formalizados, mesmo que não estejam funcionando. Manter uma empresa inativa, no entanto, não exclui uma série de obrigações que devem ser realizadas pelo empreendedor, sob pena de aplicação de sanções pela Receita Federal. Quer saber quais são as obrigações contábeis de uma empresa inativa? Não deixe de conferir essa matéria! Quando considero minha empresa inativa? Uma empresa é considerada como inativa a partir do mês em que não realizar qualquer atividade operacional, não operacional, patrimonial ou financeira, incluindo aplicações no mercado de capitais. É importante destacar que o pagamento de tributos relativos aos anos-calendário anteriores, bem como, a multa pelo descumprimento de uma obrigação acessória não descaracteriza a empresa como inativa. O empreendedor deve ter em mente que empresa inativa e empresa sem movimento são conceitos diferentes e que acarretam situações práticas distintas. Uma empresa inativa é aquela que não possui qualquer atividade, enquanto uma empresa sem movimento, vez ou outra, realiza alguma transação. Empresas que tenham passado por um processo de fusão, aquisição ou mesmo incorporação e, em razão dessas operações tenha ficado inativa durante o ano-calendário, também devem entregar a DCTF Inativa, por exemplo. Obrigações acessórias de uma empresa Mais do que recolher tributos, todas as empresas contam com o dever de oferecer informações fiscais, previdenciárias e trabalhistas aos órgãos de fiscalização. Por meio do SPED Contábil e Fiscal, o empreendedor deve repassar de forma online as seguintes informações aos órgãos responsáveis. Empresas que recolhem pelo Lucro Presumido Empresas que tributam pelo Lucro Presumido contam com uma margem de lucro pré-fixada da legislação, que serve de base para a tributação do Imposto de Renda e também da Contribuição Social sobre o Lucro. Nesse sistema, portanto, existe uma previsão de lucro que pode ser obtida em um período anterior ao recolhimento, para que então haja a definição dos valores a serem pagos. Nesse sistema, a empresa contribuinte também necessita prestar algumas declarações obrigatórias que contam com prazos específicos. ECF -Escrituração Contábil Fiscal Até 2014, todas as empresas que recolhiam tributos pelo Lucro Presumido deveriam apresentar anualmente à Receita Federal a DIPJ (Declaração de Rendimentos de Pessoa Jurídica). Essa declaração tinha como finalidade informar o resultado das operações da empresa realizadas entre 01 de janeiro a 31 de dezembro do ano anterior à entrega da declaração. No ano-calendário de 2014, no entanto, a DIPJ foi substituída pela Escrituração Contábil Fiscal (ECF), um documento que deve ser entregue por meio eletrônico através do SPED, até o último dia útil do mês de julho. Na ECF, a empresa contribuinte deve informar todas as operações que influenciaram a composição da base de cálculo tanto do IRPJ quanto da CSLL durante o período do ano-calendário. A falta ou mesmo o atraso da ECF poderá gerar a empresa a  aplicação de penalidades pelo Fisco. DCTF – Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais Essa declaração tem como finalidade informar à Receita todos os valores pagos e devidos relativos a impostos e contribuições federais, tais como IRPJ, IRRF, IOF, ITR, CSLL, PIS/PASEP, COFINS e CPFM. Informações relativas à eventuais parcelamentos, compensações de créditos e suspensão da exigibilidade do crédito tributário também devem estar presentes nessa declaração. A DCTF deve ser entregue mensalmente através da internet, por empresas que recolhem pelo regime do Lucro Presumido e também pelo Lucro Real. Assim como outras declarações, caso a empresa deixe de entregar esse documento, poderá sofrer a aplicação de sanções. Empresas inativas: obrigações e erros comuns. Empreendedores que não formalizaram o fechamento de suas empresas, em geral, acabam deixando de entregar as chamadas obrigações acessórias. As empresas que são consideradas inativas ficam dispensadas da entrega mensal do DACON e GFIP, mas para isso é preciso que essas empresas se mantenham inativas durante todo o ano calendário. Porém, a entrega do DCTF Inativa deve ser feita, sob pena de multa. No caso das empresas sem movimento, todas as obrigações acessórias comuns à qualquer negócio devem ser entregues. Como entregar a DCTF-Inativa A DCTF é uma declaração obrigatória para diversas empresas. Além das empresas tradicionais que recolhem pelo Lucro Presumido ou Lucro Real, os consórcios, unidades gestoras de orçamento, me e epp (em situações específicas), devem entregar a DCTF. Mas e as empresas inativas? Sim, elas também precisam! Muitos empreendedores, no entanto, acreditam que não, por conta da antiga Declaração Simplificada da Pessoa Jurídica (DSPJ – Inativa). Porém, a DSPJ – Inativa foi extinta pela INSTRUÇÃO NORMATIVA RFB Nº 1646, DE 30 DE MAIO DE 2016 e todo empreendedor que tem uma empresa inativa deve se preocupar com a entrega da DCTF Inativa. Pequenas e Microempresas As ME e EPP que optam pelo Simples Nacional também devem entregar a DCTF Inativa, caso permaneçam sem qualquer atividade durante o ano calendário. É muito comum encontrar empreendedores desesperados após receberem uma multa buscando por auxílio. Por isso, caso a sua empresa esteja inativa, não deixe de cumprir com as suas obrigações. Isso evita dores de cabeça e também no bolso! Está considerando migrar para a Contabilidade Digital Consultiva?  Clique no link abaixo e fale com um de nossos especialistas. Será um prazer receber sua empresa no time dos clientes da Solvção!

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Como usar a gamificação nas empresas e quais os benefícios?

Nos últimos anos, grandes empresas e organizações ao redor do mundo incorporaram a gamificação em vários processos para atingir metas internas e externas, tornando essa prática uma tendência global. Mas, qual é o motivo de cada vez mais empresas adotarem essa estratégia? Simples, ela funciona. Estudos afirmam que 83% dos funcionários ficam muito mais motivados quando seu trabalho é gamificado. Por isso, neste artigo vamos falar sobre o que é a gamificação nas empresas, os objetivos da aplicação dessa técnica e como aplicá-la em sua organização. O que é gamificação nas empresas? Gamificação é uma técnica que consiste em aplicar alguns dos elementos mais típicos dos jogos nas empresas para aumentar o engajamento dos colaboradores e dos clientes. No entanto, quando se fala em um processo gamificado, é preciso entender que existem dois tipos: gamificação externa e interna.  A gamificação externa é direcionada ao cliente, nesse caso a aplicação da mecânica do jogo é feita em estratégias de marketing para atrair e reter clientes.  Por outro lado, a gamificação interna visa os recursos humanos da organização, onde a aplicação de conceitos dos jogos é feita em estratégias que permitem a melhora das competências dos colaboradores. Assim, integrar essa estratégia é um processo natural e muito bem recebido nas empresas em todo o mundo. Além disso, possui várias vantagens, como vamos ver na sequência. Quais as vantagens da gamificação para as empresas? Se você já passou um tempo jogando vídeo game e perdeu a noção do tempo, provavelmente já sentiu o enorme poder da gamificação. Os jogos aumentam a nossa motivação e são capazes de trazer à tona o que há de melhor em nós mesmos. Além disso, é possível ter os seguintes benefícios com a gamificação nas empresas. Compromisso e motivação As organizações em todo o mundo enfrentam dificuldades em engajar os colaboradores e os deixar motivados.  Nesse caso, a gamificação, graças ao seu sistema de pontos, níveis e classificações, ajuda a motivar os colaboradores, melhorando a sua produtividade e engajamento. Mais criatividade A criatividade é uma soft skill altamente valorizada pelas empresas para garantir seu desenvolvimento.  Ao gamificar alguns processos, é possível estimular as mentes e habilidades criativas dos funcionários.   Desenvolve habilidades Graças à gamificação, as empresas podem melhorar ou desenvolver competências específicas em suas equipes.  Por exemplo, programas gamificados relacionados ao treinamento serão úteis para fazer os  colaboradores melhorarem em aspectos essenciais como liderança, gerenciamento de estresse e habilidades de oratória. Melhora a comunicação A dinâmica da gamificação melhora a comunicação interna entre funcionários e gestores da empresa, tornando-se muito mais fluida. Aumenta a produtividade A gamificação aumenta o número de tarefas realizadas e o tempo gasto com elas. Graças à diversão que isso gera, os funcionários ficam viciados em tarefas que nem mesmo queriam fazer antes. O resultado é que os funcionários trabalham mais e melhor. Todos esses benefícios resultarão em um time de alta performance, mais motivado, engajado, acostumado com os feedbacks e mais produtivo.  É por isso que as empresas estão utilizando a gamificação para transformar seus negócios, pois as técnicas tradicionais de aprendizagem são repetitivas e cada vez menos eficazes. Gostou dessa matéria? Então deixe seu comentário.Nós, da Solvção, utilizamos esse canal não só para falar de contabilidade, mas também para manter nossos leitores e clientes informados sobre tudo o que acontece no mundo das empresas.Vem pra Solvção você também! É só clicar abaixo e falar com um de nossos especialistas.

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Fim da GPS e Início da DCTF-Web

Estamos passando por diversas alterações tanto na legislação quanto na operacionalização das relações de trabalho. Com o eSocial, houve mudança nas obrigações acessórias e unificação no envio de informações ao governo. Uma dessas mudanças é na guia de recolhimento das contribuições previdenciárias (INSS), que não será mais realizado pela Guia da Previdência Social (GPS) conforme feito até a competência setembro/2021. A partir da competência outubro/2021 (vencimento em novembro), a guia de recolhimento de INSS, tanto do que é descontado do empregado quanto da parte que a empresa paga, será o DARF Previdenciário ilustrado abaixo. O vencimento da guia permanece até o dia 20 do mês seguinte, antecipado quando recair em dia que não tem expediente bancário (sábado, domingo e feriado). Importante destacar que as alíquotas não foram modificadas, então os valores serão os mesmos que eram recolhidos em GPS. Caso seja necessário efetuar recolhimentos de INSS anteriores a outubro/2021 que estejam em aberto, será pela GPS, que é a guia devida da sua época. Ficou com dúvidas? Ficou com dúvidas? A Solvção pode ter ajudar. Clique no link abaixo e fale com um de nossos especialistas.

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Como ser um diferencial competitivo no mundo digital?

Atualizado em 18/09/2023. O marketing digital ajuda a sua empresa a se destacar dentro desse mundo competitivo e concorrido. Confira o que a Solvção separou para você! Competitividade no mundo digital Quando pensamos em mercado digital e competitividade, achamos que não existe um nível igual ao que sabemos ter no marketing anterior ao digital. Entretanto, o mercado digital tem se mostrado mais agressivo quando o assunto é competitividade e barrar novos entrantes. A atenção do consumidor é valiosa É o cliente quem consome, interage e compartilha! O marketing digital só existe porque o cliente tem satisfação em usar a internet como fonte de consumo. O seu foco deve estar em conseguir essa atenção. Como obter a atenção do consumidor? No mundo digital, a maior competição ocorre para ter a atenção dos Leads, e fidelizar os que já são seus clientes. Para que isso ocorra, invista na reputação da sua marca. Para que uma marca seja reconhecida, ela precisa ter autoridade no mercado. Por isso é válido atuar com algumas ferramentas do marketing digital. Mídias Sociais As mídias sociais desburocratizam o marketing, pois o empresário pode atuar sozinho. Entretanto, para ganhar autoridade é necessário seguir regras especificas. Ainda que deseje investir, os valores costumam ser baixos e flexíveis à sua necessidade. Regras do SEO São elementos que são validados pelo Google. Sendo assim, ao gerar qualquer conteúdo de divulgação, atente-se às regras do SEO. Entretanto, ainda que as regras sejam importantes, o seu conteúdo precisa ter qualidade e fazer sentido. Não é viável que a sua marca suba no ranqueamento pelas regras se o seu conteúdo estiver com falhas no português, por exemplo. Os robôs podem ignorar alguns aspectos que o cliente considera importante. É uma luta, não uma guerra! A concorrência na internet é grande. Porém, as armas disponíveis a todos são as mesmas. Para gerar competitividade para a sua marca: – Invista e foque em um produto; – Preze pela qualidade; – Faça um bom marketing digital; – Fidelize seus clientes; – Trabalhe seus Leads. Mantenha a ética em tudo o que fizer. Esse ponto não pode ser negligenciado jamais, a sua ética e seus valores serão corroborados pelas ferramentas digitais. A sua maior competividade é mostrar a sua verdade! Nós da Solvção utilizamos as Mídias Digitais em prol dos nossos clientes, publicando matérias e posts informativos e com conteúdos relevantes, para mantê-los a par do que está acontecendo no mundo da contabilidade. E você? Tem alguma dúvida sobre a melhor forma de conduzir a contabilidade da sua empresa? Fale com um de nossos especialistas.

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CEPOM, não seja pego de surpresa!

O Cadastro de Prestadores de Serviços de Outros Municípios (CEPOM) é um registro, no qual prestadores se inscrevem para atender a clientes situados em outras cidades. Dependendo do local, a sigla ainda pode ser CENE, que resume o nome Cadastro de Empresas Não Estabelecidas. Caso o negócio preste serviços a clientes de outros municípios nos quais o CEPOM existe, pode até não ficar impedida de atuar sem o cadastramento, porém, possivelmente pagará impostos a mais, por motivos que veremos a seguir. Além disso, o cadastro prévio dos prestadores ainda conta com outros detalhes que eles precisam saber. Portanto, a seguir, vamos detalhar 4 aspectos dessa obrigação para que você não seja pego de surpresa ao prestar serviços para empresas de outras cidades. Acompanhe! 1. Funcionamento do CEPOM O CEPOM serve para que os prestadores de serviços comprovem diante de outros municípios (os dos seus clientes) que possuem empresas corretamente constituídas. Já em relação à tributação, o cadastro faz com que o Imposto sobre Serviços (ISS) seja corretamente direcionado e não incida duplamente sobre a nota de serviço emitida. Por exemplo: quando uma empresa de fora da cidade presta serviços a outro negócio situado nela, em muitas vezes esse cliente deve reter o ISS se o prestador não estiver cadastrado no CEPOM. Porém, o problema é que, via de regra, o ISS sempre é pago ao município do prestador, na origem da operação. Então, em casos como no do exemplo, a falta do cadastro prévio pode acarretar em pagamento duplo do tributo municipal, o que representa prejuízo. Primeiramente, parte do valor do serviço, conforme o documento fiscal, fica retido no recebimento para o ISS da cidade do tomador do serviço. Depois, pelo Simples Nacional ou pela guia da prefeitura diretamente, o imposto é cobrado pelo município do prestador. 2. Documentos necessários para o cadastro Como as cidades apresentam muitas diferenças em suas leis tributárias e demais regras internas, inclusive nas alíquotas de impostos, os municípios podem exigir mais ou menos documentos. Porém, a base da documentação é composta por itens de comprovação da existência do negócio e da sua instalação na localidade declarada, como: – comprovante de endereço; – cópia de CNPJ e contrato social ou Requerimento de Empresário; – documento de registro ou de locação do imóvel sede do prestador; – comprovação de cadastro na prefeitura da sua cidade; – fotos da empresa. Por conta disso, o negócio não pode tentar se adiantar fazendo o registro enquanto outros processos ocorrem, como o de obtenção de alvará e inscrição municipal. Para se cadastrar no CEPOM, ele deve estar 100% regularizado nos âmbitos municipal, estadual e nacional. Um dos motivos para a necessidade de formalização total antes do cadastro, e da apresentação de vários documentos e até fotos, é o fato de, antigamente, empresários migrarem de cidades com impostos altos para municípios vizinhos com alíquotas mais baixas do ISS, mas só formalmente. Na prática, mantinham suas operações (e até suas sedes) nos mesmos lugares de antes. Logo, se um cadastro for reprovado, ou o prestador manter-se sem cadastro no CEPOM, continuará ocorrendo a bitributação pelo serviço realizado. 3. Cidades que contam com o CEPOM No total, existem 5.569 municípios em todo o Brasil. Os principais deles, que contam com o CEPOM, são: – Aracaju/SE – Bauru/SP – Belém/PA – Brasília/DF – Campinas/SP – Campo Grande/MS – Corumbá/MS – Curitiba/PR – Fortaleza/CE – Joinville/SC – Mogi das Cruzes/SP – Niterói/RJ – Porto Alegre/RS – Recife/PE – Rio de Janeiro/RJ – São Luís/MA – São Paulo/SP – Sorocaba/SP – Teresina/PI – Uberlândia/MG – Vila Velha/ES Como prática de prevenção de problemas, você deve ter atenção redobrada nas cidades grandes e/ou em regiões metropolitanas, cujos sistemas de fiscalização e gestão tributária foram modernizados há mais tempo. Por isso, se você já tem clientes de outras cidades, precisa se informar nessas prefeituras acerca da existência, ou não, do CEPOM nelas e de suas regras. Após isso, conforme for adquirindo clientes de outros municípios, deve ir se inteirando dos critérios de cadastro deles. Outro aspecto que demanda cuidados é o fato de algumas cidades exigirem a inclusão no CEPOM para os prestadores de fora atenderem aos clientes situados nelas. Como comparação, existem municípios nos quais o CEPOM existe, mas que a inscrição nele não é obrigatória e a falta dela não impede o atendimento de clientes sediados nesses locais. É importante atentar, ainda, às diferenças que existem entre as cidades para os cadastros, pois não é um processo de padrão nacional, geral ou unificado de outra forma para todas as localidades. Logo, se o prestador atender a clientes de 10 municípios, por exemplo, que exijam a inscrição, ela deverá ser feita 10 vezes, uma em cada prefeitura. 4. Importância da assessoria especializada no processo Primeiramente, se você ainda tiver mais dúvidas sobre o CEPOM, além das que já tiramos neste texto, contadores são os profissionais preparados para saná-las e garantir segurança às suas ações. No momento de uma prefeitura fornecer informações, também podem surgir alguns termos técnicos e legais, além de trechos da legislação interna municipal. Nesse caso, contar com um profissional contábil para “traduzir” uma possível resposta complicada e ajudar a entender as leis de outro local é extremamente importante. Inclusive, isso pode marcar a diferença entre ter ou não problemas decorrentes de entendimento (ou falta dele) das informações obtidas com fiscais. Em relação ao processo de cadastro em si, pode ser feito pelo próprio escritório contábil — e não obrigatoriamente por um sócio ou pelo proprietário da empresa. Consequentemente, os riscos de erros no registro e no atendimento a outras regras são reduzidos, evitando transtornos futuros do empreendimento com a fiscalização tributária de outra prefeitura, que pode ser bem agressiva ao questionar uma empresa. Além disso, a terceirização dessa carga burocrática tira do empreendedor preocupações e mais tarefas, o que é sempre bom para o gestor que precisa concentrar seus esforços no dia a dia da empresa, no seu crescimento, em serviços, na gestão de pessoas e em outros fatores operacionais e administrativos. Enfim, entendendo o que é o CEPOM

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Invoice: Entenda o que é, para que serve e como preencher

O que é um documento Invoice? Invoice Internacional, Comercial Invoice, ou apenas Invoice, é um termo em inglês usado para nomear uma fatura emitida em casos de transações comerciais entre uma empresa e clientes que estão em países diferentes. Assim, é possível dizer que Invoice é um tipo de nota fiscal, emitida para importação e/ou exportação de produtos e serviços. Seguindo esse princípio, a Invoice tem a mesma importância e valor das outras notas fiscais geradas por um negócio, a exemplo da NFS-e — Nota Fiscal Eletrônica de Serviços; da NFC-e — Nota Fiscal ao Consumidor Eletrônica, e da NF-e — Nota Fiscal Eletrônica de Produtos ou Mercadorias. Como funciona a Invoice? A Invoice funciona da seguinte forma: ela deve ser emitida quando houver uma relação comercial internacional, seja uma exportação, seja uma importação de produtos e/ou serviços, e transitar com a nota fiscal do item alvo da negociação comercial. Sobre isso, é bem importante destacar que não são todos os casos de transações comerciais envolvendo empresas e clientes de países diferentes que exigem a emissão desse comprovante — porém, ainda assim, é recomendado. Confira agora quando a emissão da Invoice é obrigatória e quando é apenas indicada. 1. Emissão obrigatória A emissão da Invoice é obrigatória quando o valor da operação for superior a 3 mil dólares americanos, ou quantia equivalente em outra moeda. Nesse caso, é indispensável que esse tipo de fatura seja gerado para regulamentação e registro da transação comercial. 2. Emissão indicada A emissão da Invoice é indicada em situações nas quais a relação comercial gere cobrança inferior a 3 mil dólares americanos, ou valor equivalente em outra moeda. Vale destacar que, nesses casos, é dispensada a emissão desse tipo de documento. No entanto, ele é recomendado como forma de indicar o código da natureza da operação, evitando problemas futuros com os órgãos fiscalizadores, o que pode resultar diversos transtornos e até na obrigatoriedade desse comprovante. O que deve constar na Invoice? Por ser uma espécie de fatura de cobrança, os dados e informações que devem constar em uma Invoice são: – data de emissão; – número do documento; – nome e endereço completo do emissor; – nome e endereço completo do destinatário; – descrição completa da mercadoria, ou do serviço prestado, preferencialmente incluindo o NCM, Nomenclatura Comum do Mercosul; – tipo de transporte do fruto da operação comercial; – local de embarque e de desembarque; – preço unitário, moeda, valor total; – peso bruto, peso líquido e quantidade; – forma e canal de pagamento; – condições e termos de vendas (Incoterms – International Commercial Terms); – assinatura do emissor da Invoice (indicado). Quem emite a Invoice? A Invoice é emitida por quem vende o produto ou presta o serviço. Afinal, esse é um modelo de documento que serve para faturar (cobrar) uma transação comercial. Assim, depois que você descobre como abrir uma empresa, é essencial entender como gerar esse comprovante se for atender clientes que estão em outros países. Quanto a isso, vale destacar que cada região tem um processo de emissão distinto. Por esse motivo, é interessante que você se oriente junto à prefeitura onde a sua empresa está localizada, ou ainda, converse com o seu contador. Como preencher a Invoice? Não existe um modelo padrão de Invoice que precise ser usado por todas as empresas que fazem transações comerciais internacionais. Desse modo, fica a critério do empreendedor utilizar um formulário pronto, ou mesmo criar o seu próprio. O ideal é que a Invoice seja preenchida no idioma do cliente, ou em inglês, para facilitar a compreensão. Esse tipo de comprovante de relação comercial deve ser gerado em 3 vias iguais, devidamente assinadas e carimbadas pelo emissor. Como pagar uma Invoice? O pagamento da Invoice é feito por transferência internacional, e essa transação financeira pode ser feita por intermédio de bancos tradicionais ou de plataformas especializadas nesse tipo de serviço. Quais são as taxas cobradas? Quando você faz uma transação comercial internacional, a sua empresa fica isenta de pagar impostos municipais e estaduais, a exemplo do ISS e do ICMS.  Porém, não está livre de outros tributos, como o IOF, Imposto sobre Operações Financeiras — atualmente, 0,38% sobre o valor da nota.  Somado a esse, dependendo da natureza da operação, pode haver a cobrança do Imposto de Renda. O que é uma Invoice Number? Invoice Number é um código numérico sequencial que identifica cada Invoice emitida pela empresa. Como emitir nota fiscal de importação de serviços? A nota fiscal de importação de serviços pode ser emitida diretamente por sistemas de geração voltados para o comércio exterior. Geralmente, cada região tem a sua própria solução. Por isso, é interessante se informar com a prefeitura onde está a sua empresa, bem como com o seu contador. Aqui, vale lembrar que esse tipo de nota deve ser emitido antes da retirada da mercadoria no local de desembaraço, ou na aduana. Quais são as principais informações contidas numa Invoice? As principais informações contidas em um Invoice são: – Dados completos do importador e do exportador; – Dados completos da mercadoria ou do serviço prestado, tais como quantidade, espécie, peso, entre outros; – Valor da transação comercial; – Forma de pagamento; – Informações sobre o frete; – Meio de transporte; – Termos de venda. Como lançar Invoice na contabilidade? Na hora de lançar a Invoice na contabilidade da sua empresa, o ponto mais importante a considerar é o fechamento do câmbio. Isso porque ele determina o momento da venda da moeda estrangeira para o banco ou plataforma nacional que escolheu para receber os seus pagamentos. Na prática, deve-se considerar a variação cambial até o dia do recebimento do valor do produto ou serviço comercializado, mas, para fins de faturamento, o cálculo deve considerar o preço da moeda no dia em que o negócio foi feito. Esperamos que daqui pra frente você não tenha mais dúvidas sobre para que serve e como emitir uma Invoice. Mas se ainda tiver dúvidas, clique no botão abaixo e fale com um de nossos especialistas. A Solvção está à disposição para te ajudar.

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É obrigatório ter documentos expostos na parede das empresas?

Atualizado em 27/06/2023 Sim!  Na verdade não é uma única legislação, mas cada legislação que rege o documento a ser exibido. Inclusive, a não exposição de documento obrigatório é passível de multa em uma eventual fiscalização surpresa. Portanto, providencie um quadro e fixe-o em local visível a todos os interessados como consumidores, agentes fiscais etc. Por determinação legal, alguns documentos previdenciários e trabalhistas devem permanecer afixados em local visível e de livre acesso dentro de uma empresa. Estes documentos devem estar disponíveis para conhecimento dos trabalhadores e da fiscalização da região. Entenda melhor nesse artigo quais são os documentos de afixação obrigatória. CATEGORIAS DE DOCUMENTOS DE FIXAÇÃO OBRIGATÓRIA Os documentos são classificados em algumas modalidades, com uma extensa lista que varia de acordo com a fiscalização e a região. Confira os principais abaixo: ALVARÁ DE LOCALIZAÇÃO DA PREFEITURA E CARTÃO DO CNPJ Todas as empresas devem ter exposto em local visível, o alvará de localização da Prefeitura e o cartão CNPJ da empresa. ALVARÁ SANITÁRIO Para estabelecimentos do segmento de saúde, alimentícios e zoonoses, devem ter expostos em local visível, o alvará expedido pela vigilância sanitária. Dependendo do estado e cidade, essa regra pode se aplicar a todos os segmentos. LAUDO DE VISTORIA DO CORPO DE BOMBEIROS Todas as empresas necessitam ter o laudo de vistoria emitido pelo corpo de bombeiros. OPÇÃO PELO SIMPLES Empresas inscritas no Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte – Simples, deverão manter na empresa, em local visível ao público, placa indicativa que esclareça se tratar de microempresa ou empresa de pequeno porte inscrita no SIMPLES. LEI 2.211/1994 – SONEGAR É CRIME Estabelecimentos comerciais são obrigados a afixarem em local visível a frase “sonegar é crime”, indicando o pedido de notas fiscais por produtos e serviços adquiridos. HORÁRIO DE TRABALHO O quadro de avisos deve ter o horário de trabalho. Se ele não for único para todos os empregados ou para os de uma seção ou turma, deve ser discriminado. Se houver registro manual, mecânico ou eletrônico, deve constar a hora de entrada e saída, período de repouso e alimentação e neste caso fica dispensado o uso do quadro. ESCALAS Quando o serviço exige trabalho em dias que normalmente são destinados ao repouso, como os domingos e feriados, desde que devidamente autorizado, o empregado deve elaborar uma escala de revezamento. Nela devem estar determinados os dias de folga. GUIA DA PREVIDÊNCIA SOCIAL As cópias da Guia da Previdência Social devem estar afixadas no quadro de avisos, durante todo o mês. CONVENÇÕES COLETIVAS Os acordos coletivos de trabalho e convenções devem estar visíveis aos colaboradores e fiscais durante todo o período que estiverem compreendidos. FÉRIAS COLETIVAS Se a empresa optar por férias coletivas, as datas de início e finalização do descanso devem estar afixadas no quadro de avisos. REEMBOLSO-CRECHE Se a empresa oferece reembolso para as mães que usam creches particulares, essa informação deve estar afixada no quadro de avisos. Inclusive com os procedimentos necessários para desfrutar desse benefício. INFORMAÇÕES SOBRE SAÚDE DO TRABALHO Para prevenir acidentes e doenças no ambiente de trabalho, informações sobre saúde e segurança devem ser afixadas no quadro de avisos da empresa. Entre elas devem estar: LEI 9.294/1996 – PLACAS DE “PROIBIDO FUMAR” Essa lei proíbe o consumo de cigarros em locais fechados. Independentemente de serem públicos, privados ou coletivos. LEI 10.048/2000 –  PLACAS DE ATENDIMENTO PREFERENCIAL Empresas e estabelecimentos comerciais precisam ter estrutura para atendimento prioritário, com placa que informe que pessoas com deficiência, idosos, gestantes, lactantes, obesos e pessoas com crianças de colo têm direito a atendimento preferencial, nos termos da lei. LEI 12.291/2010 (CDC LEI 8.078/1990) Todos os estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços precisam oferecer, em local de fácil acesso, um exemplar do Código de Defesa do Consumidor. LIVRO DE RECLAMAÇÃO DO PROCON O empresário, comerciante ou prestador de serviços é obrigado a possuir um livro de reclamações. Sempre que solicitado, deve disponibilizar de maneira imediata e gratuita ao cliente. Também precisa informar, por meio de placa em local visível. LEI 2.150/1993 – DIAS E HORÁRIOS DE FUNCIONAMENTO Estabelecimentos comerciais, especialmente os do Rio de Janeiro, devem afixar seus dias e horários de funcionamento, desde que: não impliquem em redução da carga normal mensal deoperação, de comum acordo com seus empregados e consideradas as prescrições trabalhistas vigentes. LEI 2.087/1993 – BEBIDAS ALCOÓLICAS Estabelecimentos que comercializam bebidas alcoólicas devem informar em placa, com o devido destaque, as informações: “O álcool é prejudicial à saúde, podendo causar dependência física e psicológica”. LEI DA NOTA FISCAL OBRIGATÓRIA De acordo com a Lei Federal nº 8.846, de 24 de janeiro de 1994, todo consumidor tem direito a receber Nota Fiscal e nenhum estabelecimento, por qualquer motivo, deve omiti-la. LEI DO IMPOSTO DISCRIMINADO A Lei 12741/12 indica a discriminação na nota fiscal ou em local visível dos impostos incidentes sobre os produtos comercializados. Ainda tem dúvidas sobre quais documentos devem estar expostos em sua empresa? A Solvção pode te ajudar!Clique no botão abaixo e esclareça suas dúvidas com um de nossos especialistas. ↓

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Entenda a diferença entre distribuição de lucros ou dividendos e pró-labore

É comum que os empreendedores, especialmente os iniciantes, tenham dúvidas sobre as diferenças entre a distribuição de lucros ou dividendos e o pagamento de pró-labore. Sendo assim, é importante esclarecer que tratam-se de pagamentos distintos e que estão sujeitos a tributações diferenciadas. Lucros e dividendos Os sócios, acionistas/quotistas de uma empresa têm direito ao recebimento de uma remuneração em contrapartida ao capital investido para a criação e desenvolvimento do negócio, essa remuneração é chamada de divisão de lucros ou dividendos. O lucro de uma empresa é apurado a partir da dedução das despesas fixas e variáveis, assim como dos tributos aplicáveis. Com base nesse valor e levando em consideração o plano financeiro e contábil da sociedade, os sócios devem definir o percentual do lucro que será partilhado entre eles e qual valor será armazenado no caixa da empresa para capital de giro, investimentos e expansão do negócio. Vale mencionar que a empresa somente deve partilhar tais valores com os sócios desde que efetivamente tenha sido apurado algum lucro, ao passo que a distribuição é vedada caso a sociedade tenha débitos fiscais, nos termos do art. 32 da Lei 4.357/64. A divisão dos lucros geralmente é proporcional às quotas de cada sócio, porém também é possível que se faça uma distribuição desproporcional, desde que esteja devidamente descrito no contrato social ou acordo de sócios e em conformidade com a legislação vigente. Da mesma forma, a divisão dos dividendos em regra é apurada e retirada anualmente, mas é possível que se faça a antecipação mensalmente, trimestralmente ou conforme outra definição entre os sócios. Ainda, a remuneração por participação em lucros não sofre a incidência de imposto de renda ou contribuição previdenciária, desde que comprovada por contabilidade regular, nos termos do Art.10 da Lei 9.249/95. Sendo assim, recomenda-se o reporte da justificativa de pagamento para a contabilidade responsável pela empresa, para que sejam feitos os respectivos registros nos livros contábeis, bem como proceda-se com o recolhimento de outros tributos, quando cabível. Pró-labore A expressão “pró-labore” vem do latim e significa “pelo trabalho”, e trata-se de uma outra forma de remuneração e é destinada ao administrador da empresa, que pode ou não fazer parte do quadro societário, e para todos os sócios que desempenhem funções administrativas. Por se tratar de uma remuneração por um serviço efetivamente prestado, o pró-labore deve ser pago aos sócios que administram a sociedade a partir do momento em que a empresa obtiver faturamento, e independe da existência de apuração de lucros no período. A retirada do pró-labore é obrigatória, nos termos do art. 12 da Lei 8.212, e há a incidência de contribuição previdenciária (INSS) na qualidade de contribuinte obrigatório. Caso a empresa faça o recolhimento tributário pelo Simples Nacional e, caso seja optante de outro sistema de tributação, deverá recolher além do INSS os demais tributos exigidos pela legislação fiscal. A legislação não determina um percentual ou valor específico para a remuneração mediante pró-labore, porém dispõe que essa quantia não poderá ser inferior ao salário mínimo vigente. Recomenda-se que a empresa defina o valor do pró-labore com base no custo que teria para a contratação de um profissional para o desempenho de função equivalente no mercado. Se você é MEI ou tem uma empresa, experimente mudar para a Contabilidade Digital Consultiva. A Solvção está à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas sobre contabilidade, é só entrar em contato com a gente:pelo telefone 11 4858-4085ou WhatsApp 11 95050-1217ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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MEI: saiba como o eSocial simplificado ajudará os pequenos empresários

A partir de outubro, o eSocial ganhará um módulo simplificado para ajudar o Microempreendedor Individual (MEI) a prestar informações sobre a empresa.  Na prática, ele vai estimular os pequenos empreendedores a combater a informalidade, regularizando de forma simples suas contratações e postos de trabalho. O serviço coletará informações como cadastramento, vínculos empregatícios, contribuições previdenciárias, folha de pagamento e outras relacionadas aos funcionários.  Outra vantagem será a disponibilidade de geração unificada e simplificada das guias para recolhimentos de contribuição previdenciária (INSS) e FGTS, por meio do Documento de Arrecadação do eSocial (DAE). É importante ressaltar que o MEI só precisará usar o eSocial caso tenha algum empregado. Além dos microempreendedores, segurados especiais que trabalham em pequena produção ou de forma familiar também poderão usar o sistema. eSocial para MEIs A expectativa é que o novo eSocial reduza a burocracia e estimule mais contratações nos pequenos negócios.  “Cerca 3,5% dos 13 milhões de MEI têm empregados contratados formalmente. Com o lançamento, é possível que muitos que já possuam empregados ou auxiliares não formalizados optem pela formalização. Isso vai gerar mais postos de emprego e beneficiar mais pessoas com os direitos previdenciários e trabalhistas”, afirma Helena Rego, analista de políticas públicas do Sebrae, em comunicado à imprensa. Para a especialista, a digitalização dos processos trabalhistas é uma ferramenta importante para desburocratizar as rotinas do pequeno empreendedor.  “São trabalhadores que possuem uma rotina intensa. Muitos deles se dedicam sozinhos aos negócios. Com essa facilidade, aquela pessoa que, por exemplo, faz refeições para vender todos os dias pode contratar uma outra pessoa para ajudar e ficará mais simples regularizar esta mão de obra”, pontua. Se você é MEI ou tem uma empresa, experimente mudar para a Contabilidade Digital Consultiva. A Solvção está à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas sobre contabilidade, é só entrar em contato com a gente:pelo telefone 11 4858-4085ou WhatsApp 11 95050-1217ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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Quem decide quando tirar férias: empregador ou empregado?

Atualizado em 03/07/2023. A época de férias é muito aguardada pelos colaboradores e é natural que haja dúvidas sobre os direitos e deveres do empregado e empregador quando se trata de definir as datas para desfrutar desse momento. Mas quem define o dia do tão merecido descanso, afinal? Empregador ou empregado? Quem pode tirar férias? Antes de mais nada, vamos primeiro esclarecer quem pode usar deste benefício e como funcionam as regras. Por lei prevista pela Constituição Federal e pela Consolidação das Leis de Trabalho (CLT), trabalhadores rurais, domésticos e urbanos têm direito às férias após um período de 12 meses após a sua contratação. É o chamado “período concessivo”, ao qual o trabalhador pode usufruir após exercer devidamente a sua função ao longo do “período aquisitivo”. Esse é um benefício que não pode ser negado pela empresa e, caso haja acúmulo de duas férias, o colaborador pode receber remuneração em dobro. Para te deixar em dia com todas as informações sobre este assunto, vejamos os artigos exatamente como estão na lei: “Capítulo IV da CLT, artigo 129: Art. 129 – Todo empregado terá direito anualmente ao gozo de um período de férias, sem prejuízo da remuneração.” Art. 135. A concessão das férias será participada, por escrito, ao empregado, com antecedência de, no mínimo, 30 (trinta) dias.” “Constituição Federal, artigo 7°, inciso XVII, do capítulo II dos Direitos Sociais: Art. 7º São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social: XVII – gozo de férias anuais remuneradas com, pelo menos, um terço a mais do que o salário normal” Anteriormente, o período de férias era, obrigatoriamente, de 30 dias corridos com remuneração. Após a Reforma Trabalhista, estas regras mudaram e as férias podem ser retiradas em até três períodos. Nova Reforma Trabalhista, novas regras. Com a Reforma Trabalhista de 2017, algumas mudanças foram feitas nas regras do período em que o colaborador pode tirar férias. A nova resolução apresenta a flexibilização de períodos, em comum acordo com a empresa, sendo: – Um dos períodos não pode ser menor que 14 dias corridos; – Os outros dois períodos não podem ser inferiores a 5 dias; – É vedado o início das férias no período de 2 (dois) dias que antecede feriado ou dia de repouso semanal remunerado. Essa aplicação de três períodos de férias também é aplicada para menores de 18 anos e maiores de 50 anos. Anteriormente, essa categoria só podia tirar férias em um único período, agora revogado. Ademais, um ponto muito importante é que a decisão de parcelar as férias é do empregado. A proposta pode vir da empresa, mas só quando as partes entram em acordo. Mas, afinal, quem decide quando tirar férias: empresa ou colaborador? É o empregador. Conforme o artigo 134, é a empresa quem decide a organização das férias dos colaboradores. Isso porque a organização de atividades precisa funcionar para ambas as partes, e é comum que os meses de fim de ano, verão e férias escolares sejam os mais cobiçados. O time de RH tem por obrigação realizar o “aviso de férias”, notificando o colaborador 30 dias antes do agendamento e certificando-se que neste documento consta a data de início e término das férias. Além disso, todas essas informações devem constar na Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), e o colaborador não pode tirar férias antes de ter seu direito trabalhista registrado na carteira de trabalho. Quando há desconto de férias? Caso o colaborador tenha muitas faltas injustificadas durante o seu período aquisitivo, existem algumas regras de desconto do período de férias. São elas: – Até 5 faltas: 30 dias de férias; – De 6 a 14 faltas: 24 dias de férias; – Entre 15 e 23 faltas: 18 dias de férias; – De 24 a 32 ausências: 12 dias de férias. Há algumas situações em que o colaborador, no curso do período aquisitivo, não pode dispor de férias, por que:         – Deixou o emprego e não foi readmitido dentro de 60 (sessenta) dias subsequentes à sua saída; – Permaneceu em gozo de licença, com percepção de salários, por mais de 30 (trinta) dias; – Deixou de trabalhar, com percepção do salário, por mais de 30 (trinta) dias, em virtude de paralisação parcial ou total dos serviços da empresa; – Ter recebido da Previdência Social prestações de acidente de trabalho ou de auxílio-doença por mais de 6 (seis) meses, embora descontínuos.             Também há algumas situações em que faltas não são contabilizadas, como: – Durante o licenciamento compulsório da empregada por motivo de maternidade ou aborto, observados os requisitos para percepção do salário-maternidade custeado pela Previdência Social;  – Por motivo de acidente do trabalho ou enfermidade atestada pelo Instituto Nacional do Seguro Social – INSS, excetuada a hipótese do inciso IV do art. 133; – Justificada pela empresa, entendendo-se como tal a que não tiver determinado o desconto do correspondente salário; – Durante a suspensão preventiva para responder a inquérito administrativo ou de prisão preventiva, quando for impronunciado ou absolvido;  – E nos dias em que não tenha havido serviço, salvo na hipótese do inciso III do art. 133. Como fazer a solicitação das férias?  Após o período aquisitivo do colaborador, a empresa tem até 12 meses para garantir as suas férias, isso se chama período de concessão. Para isso, é necessário seguir algumas regras. São elas: – A empresa precisa comunicar com pelo menos 30 dias de antecedência a concessão de férias dos colaboradores; – As férias não podem iniciar em dia de Descanso Semanal Remunerado e nem dois dias antecedentes a feriados; – As férias precisam ser informadas na Carteira de Trabalho e Previdência Social. Se o colaborador não apresentar a carteira, isso poderá acarretar no impedimento do início de suas férias. E caso tenha a carteira de trabalho digital, a anotação poderá ser eletrônica; – Caso os colaboradores sejam da mesma família, eles possuem direito a tirar férias no mesmo período, desde de que não prejudique ou atrapalhe

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MEI: conheça as vantagens de ter um contador

Além da assessoria contábil, fiscal e trabalhista, o profissional de contabilidade ajuda na comprovação do lucros. O Microempreendedor Individual (MEI) foi criado para facilitar a regularização das atividades econômicas de pessoas que trabalham por conta própria, que não têm sócios e faturam até R$ 81 mil por ano. Atualmente, esse modelo empresarial simplificado, segundo o Portal do Empreendedor, tem mais de 11,3 milhões de MEIs ativos e é responsável por 30% do PIB do País e mais de 50% da geração de empregos formais.  Ao se formalizar, o empreendedor passa a ter um CNPJ próprio e com isso, a possibilidade de emitir notas fiscais, ter acesso aos benefícios da Previdência Social, além de contar com vantagens como o pagamento simplificado de tributos e linhas de crédito exclusivas. Primeiro é importante ressaltar que o MEI não é obrigado a ter um contador. Entretanto, por existir a exigência de emissão e pagamento de uma guia mensal, declaração anual e até a própria abertura do CNPJ, que para muitos não é um processo simples, a contratação do profissional contábil pode ser um diferencial no sucesso do negócio. Tendo isso em vista, confira alguns benefícios principais de ter um contador: Apesar de não ser obrigado por lei a manter escrituração contábil, o processo de registro e rotina de folha de pagamento será facilitado com a contratação de um contador. A assistência contábil também será útil para fornecer ajuda fiscal e trabalhista nas entregas das obrigações dentro dos prazos estipulados pelo Governo. Além disso, o contador é essencial para comprovar quando o lucro for maior que a presunção, através de uma escrituração contábil. Ou seja, caso o lucro efetivamente obtido seja superior aos apurados com base nos percentuais da presunção, o empreendedor que tiver um contador poderá retirar 100% dessa quantia sem pagar imposto de renda adicional e sem risco de cair na malha fina. Segundo a Resolução 140 do CGSN, se o MEI mantiver escrituração contábil poderá, se houver lucro, retirar com isenção do IR quantias superiores aos percentuais presumidos (8%, 16% e 32%), desde que evidenciado na contabilidade. Isso significa que caso a presunção do lucro seja superior e o MEI tenha a escritura contábil regular, ele terá um ganho maior, sem a retenção do imposto de renda. Porém, caso não tenha a escrituração contábil, o empreendedor poderá fazer a distribuição do lucro sem pagamento do imposto com base nos índices de presunção, regra prevista no artigo 145 §3° da Resolução CGSN 140/2018. Uma outra questão, que nem todo empreendedor sabe, é que segundo a Lei Complementar 123/2006 em seu artigo 18, § 22-B, os escritórios de serviços contábeis devem promover gratuitamente a formalização do MEI e a primeira declaração anual simplificada da microempresa individual. ____________________________________________________________________ Se você é MEI ou tem uma empresa, experimente mudar para a Contabilidade Digital Consultiva. A Solvção está à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas sobre contabilidade, é só entrar em contato com a gente: pelo telefone 11 4858-4085 ou WhatsApp 11 95050-1217 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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13 DICAS PARA MELHORAR O RH DA SUA EMPRESA

Como anda o departamento de recursos humanos da sua empresa? Basicamente, o RH é responsável por dois tipos de serviços: administrativos e estratégicos. Dependendo do tamanho da sua equipe e da sua empresa, os funcionários de RH desempenham atividades como: • recrutamento e seleção de novos talentos; • integração entre funcionários; • gerenciamento da folha de pagamento e benefícios; • investigação de reclamações; • redação e acompanhamento de políticas da empresa; • treinamento e muito mais. Um departamento de RH eficaz ajuda a cultura da empresa a crescer. Além disso, torna-se o caminho para um feedback honesto e valioso dos funcionários para os líderes do negócio. Os profissionais de recursos humanos precisam entender todo o negócio e fornecer abordagens sobre atração e retenção para atender as necessidades estratégicas da empresa. Tendo em vista a importância desse setor para os negócios, separamos aqui 13 dicas valiosas. Assim, você vai descobrir como melhorar o RH de uma empresa. Confira e saiba o que fazer para dar um up na sua gestão de pessoas. 1 – Otimize seu processo de contratação A primeira dica de como melhorar o RH de uma empresa é procurar otimizar o seu processo de contratação. Para montar uma equipe forte, com profissionais capacitados e experientes e que estejam dispostos a permanecer na empresa por um longo tempo, o RH precisará se dedicar mais no processo de recrutamento e seleção. Dessa forma,  poderá descobrir o máximo possível sobre um funcionário em potencial, como suas necessidades, expectativas, hábitos e motivações. Depois de saber tudo isso, compare os resultados e monte uma equipe coesa e pronta para prosperar. 2 – Ofereça treinamentos aos seus funcionários Se você deseja manter seus colaboradores felizes e satisfeitos, você deve proporcionar-lhes oportunidades de desenvolver suas habilidades profissionais e pessoais. Dedique uma parte do seu orçamento mensal para investir em aulas on-line, workshops e minicursos com conteúdo relevante e oferecê-los aos seus funcionários. Essa ação será recompensada, pois eles aprenderão novas habilidades que podem ser usadas para melhorar os resultados empresa. 3 – Seja claro sobre as expectativas Para que o colaborador entregue o resultado que você espera, é fundamental ter clareza ao comunicar essas expectativas. Caso contrário, você vai esperar “X” e o funcionário vai entregar “Y”. Por isso, o setor de RH precisa ser o mais claro possível na hora de fazer a contração. Assim, deve comunicar o comportamento e as atitudes que se espera do novo colaborador e reforçar isso ao longo do tempo. 4 – Trabalhe com programas de recompensa Para manter seus funcionários felizes e motivados, você precisará recompensá-los por um bom trabalho. Pessoas que são reconhecidas por seu trabalho árduo são mais produtivas e ficarão felizes em passar 8 horas por dia trabalhando para você. Converse com seus funcionários sobre suas necessidades e considere a oferta de incentivos para a conclusão das metas semanais da equipe. 5 – Utilize um software de RH A implementação de um software para gestão de pessoas é uma das mais importantes dicas de como melhorar o RH de uma empresa. Isso porque, ao recorrer ao uso de tecnologia, o departamento eliminará um grande volume de papelada desnecessária. Além disso, vai agilizar determinados processos, evitar falhas humanas e economizar tempo e dinheiro. 6 – Alinhe o RH com os objetivos estratégicos da empresa Defina os objetivos do departamento de RH que estejam alinhados com sua visão e planos de negócios futuros e que agreguem valor a sua empresa. Por exemplo, se fornecer um excelente atendimento ao cliente for um elemento-chave da sua visão, inclua o treinamento e desenvolvimento dos funcionários como principais objetivos de RH. 7 – Invista em pesquisas de clima organizacional Para o departamento de RH, as pesquisas internas de clima organizacional são fundamentais para compreender melhor a atual situação do ambiente de trabalho e orientar melhor os colaboradores sobre suas funções. Assim, é possível adotar medidas que tornem o clima organizacional mais saudável, o que fará com que os colaboradores sintam mais prazer em trabalhar. 8 – Tenha clareza ao definir as funções O colaborador que tem clareza sobre as suas funções tende a ser mais produtivo, pois concentrará seu tempo e sua energia em tarefas que realmente importam. Assim, reduz o estresse do dia a dia e foca no atingimento de metas. 9 – Utilize o feedback constantemente O feedback é uma poderosa ferramenta de gestão. Quando incorporado às rotinas de RH, ele permite que o funcionário saiba quais aspectos a empresa espera que ele melhore e quais a empresa considera como pontos positivos. O feedback precisa funcionar também como uma via de mão dupla, na qual o colaborador também deve se sentir à vontade para expressar o que ele sente em relação empresa. 10 – Implemente e aperfeiçoe a avaliação de desempenho A avaliação de desempenho é uma prática essencial para o departamento de recursos humanos. Individual ou coletiva, essas avaliações servirão como base para programas de treinamento, promoções internas, reajustes salariais, programas de recompensa e até decisão de desligamento. 11 – Ofereça um plano de carreira O plano de carreira é um importante instrumento para trabalhar a motivação do funcionário. Se ele sabe que tem possibilidade de crescimento dentro da empresa, ele tenderá a dar o seu melhor para alcançar cargos maiores. Isso será bom para diminuir a taxa de rotatividade e para os índices de produtividade. 12 – Organize um banco de horas A fim de flexibilizar a jornada de trabalho dos colaboradores, muitas empresas já adotam o chamado banco de horas, que consiste no armazenamento de horas extras e futuramente poderão ser trocadas por folgas. Isso permite que o funcionário consiga equilibrar melhor sua vida pessoal com a profissional, o que impacta no seu rendimento no trabalho. 13 – Incentive a criatividade O incentivo à criatividade é uma boa forma de promover a integração entre os colaboradores e a organização. Desafie e estimule os funcionários a encontrarem soluções criativas para diversos problemas que a empresa possa estar enfrentando, como a necessidade de reduzir gastos. Nesse caso, é possível oferecer prêmios proporcionais à economia gerada pelas novas ideias e projetos apresentados pelos colaboradores.

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O que é um arquivo XML de nota fiscal e para que serve

Atualizado em 26/05/2023 Depois da nota fiscal eletrônica, a emissão de NF de compra e venda de produtos e serviços ficou mais simples. No mesmo período, surgiu o arquivo XML de nota fiscal. Apesar do tempo de funcionamento, há quem se pergunte o que é arquivo XML e qual sua finalidade. Acompanhe o conteúdo dessa matéria e saiba como o seu estabelecimento deve cumprir as exigências da Receita Federal. O que é o arquivo XML de nota fiscal O XML – Extensible Markup Language – é um arquivo de texto encontrado dentro da norma nacional de escrituração fiscal. Esse arquivo é o formato digital da NF-e e dentro dele constam todas as informações referentes a emissor, destinatário, produtos e serviços adquiridos. Como parte da obrigatoriedade fiscal, impõe que tanto o emissor quanto o destinatário preservem o documento pelo prazo mínimo de 5 anos. O arquivo XML deve ser apresentado sempre que exigido. Caso a pessoa ou empresa não o tenha em mãos, a Receita Federal poderá aplicar multas. O arquivo XML chegou para simplificar processos, inclusive no setor contábil. Essa simplificação proporciona a organização das notas fiscais, o armazenamento por tempo limitado e envio digital aos clientes, método que reduz drasticamente os custos com impressão. Como o arquivo XML é emitido e o que deve conter nele Para emitir o arquivo XML é necessário possuir um certificado digital e um sistema de emissão de notas fiscais eletrônicas. Após preencher os dados e realizar a validação da NF-e, o documento XML é gerado automaticamente. É preciso salvá-lo de imediato em um local seguro. É obrigatório conter as seguintes informações no documento: – Dados da nota fiscal eletrônica: número, modelo e série da NF-e, datas de emissão, entrada/saída e valor; – Todos os dados do emissor e cliente: nomes, endereços, CNPJs, entre outros dados; – Informações sobre o produto ou serviço; – Dados do ICMS, impostos, base de cálculo, valor de frete, entre outras informações; – Informações sobre transporte: entregador, veículo, placa, entre outros. Como o arquivo XML é gerado a partir de uma nota fiscal eletrônica, todas as informações são reproduzidas nele. As obrigações de quem envia e recebe o arquivo XML É obrigação do emissor, enviar esse documento para o cliente. Alguns softwares fazem essa tarefa de forma automática logo após o arquivo XML ser gerado, inclusive na versão PDF. Existem procedimentos indispensáveis que devem ser feitos após o recebimento da NF-e pelo cliente, um deles é a verificação da autenticidade do arquivo recebido e a validade da certificação digital. Esses garantem que o documento siga todas as normas. Com relação ao setor contábil e financeiro de uma empresa, é interessante que relatórios sejam desenvolvidos, agilizando o processo de entrega para a diretoria. Também existem soluções inteligentes que automatizam essa tarefa, gerando de forma eficiente toda a documentação necessária. _______________________________________________________________________________ Se você tem uma empresa, experimente mudar para a Contabilidade Digital Consultiva. A Solvção está à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas sobre contabilidade, é só entrar em contato com a gente:pelo telefone 11 4858-4085,  WhatsApp 11 95050-1217 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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Quando minha empresa pode ser excluída do Simples Nacional?

O Simples Nacional surgiu com o objetivo de facilitar a vida de muitos empresários no Brasil. Este regime de tributação entrou em vigor no ano de 2007, sendo voltado para as micro e pequenas empresas. Para regulamentar a adesão das empresas, existem alguns critérios que precisam ser observados, pois, garantem ainda a permanência neste regime. Eles estão relacionados ao porte, faturamento e à atividade desenvolvida pelo empresário. Mas é importante ressaltar que aquelas que deixam de cumprir com esses critérios acabam sendo excluídas e, por isso, deverão buscar outros regimes mais burocráticos e com alíquotas de impostos maiores. Então, para evitar isso, vamos conhecer quais são os principais motivos que podem levar à exclusão da sua empresa do Simples Nacional?  Quais são os critérios? Para fazer a adesão e permanecer neste regime, é preciso analisar o porte e o faturamento do empreendimento. Diante disso, um dos primeiros critérios do Simples Nacional é ter faturamento de no máximo R$ 360 mil no caso da ME (microempresa) ou de até R$ 4,8 milhões para a EPP (empresa de pequeno porte). É preciso ter a inscrição no CNPJ, inscrição municipal e, quando exigível, a inscrição estadual. Simples Nacional Antes de fazer o pedido de enquadramento, certifique-se também de que está desenvolvendo atividades que estão permitidas, pois, nem todos os ramos de atividades podem ser enquadrados nesse regime tributário. Motivos de exclusão A exclusão do Simples Nacional não ocorre de forma imediata, então, saiba que a Receita Federal verifica constantemente se todas as regras do regime estão sendo cumpridas. Assim, caso seja encontrada alguma irregularidade, a empresa é informada para fazer a regularização e continuar nesse regime.  Então, para que você saiba identificar quando a empresa corre o risco de ser excluída do Simples Nacional, veja os principais motivos:  • Ultrapassar o limite de faturamento;  • Evolvimento em fraudes ou descumprimento da legislação; • Atuar em alguma das atividades que não são permitidas; • Ter uma pessoa jurídica na sociedade; • Ter dívidas com o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social)e Receita Federal. Caso nada seja feito para evitar o desenquadramento, será determinada a exclusão do Simples Nacional para o próximo ano. Desta forma, para manter a empresa de portas abertas, o responsável deverá escolher outro regime de tributação e poderá pagar tributos mais altos, o que poderá impactar as finanças da empresa. Posso voltar? Se você foi excluído, mas quer voltar a fazer parte do Simples Nacional, saiba que isso é possível. Mas você precisará apresentar suas justificativas para o descumprimento dos critérios, através do Termo de Impugnação. O documento deve ser protocolado junto à Receita Federal que irá analisar e julgar os seus motivos. Isso pode levar alguns meses, mas após protocolar o termo você pode se manter no Simples Nacional normalmente. Neste caso, basta informar os dados do processo administrativo no portal do Simples Nacional quando for realizar a apuração dos impostos. Caso não continue pagando os impostos, o gestor precisará fazer o recolhimento de todos os valores retroativos, incluindo ainda multas e juros por atraso. Isso também vale se a permanência da empresa no Simples Nacional for negada. Diante disso, não é mais vantajoso acompanhar sua empresa de perto para que sejam cumpridos todos os critérios de permanência no regime? Outra situação que pode ocorrer é a exclusão cujos motivos não procedam. Desta forma, a empresa deve apresentar uma manifestação de inconformidade junto à Receita Federal e comprovar que a exclusão foi feita de forma indevida.  _______________________________________________________________________________ Se você é MEI ou tem uma empresa, experimente mudar para a Contabilidade Digital Consultiva. A Solvção está à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas sobre contabilidade, é só entrar em contato com a gente:pelo telefone 11 4858-4085ou WhatsApp 11 95050-1217ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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O que devo buscar no funcionário ideal?

O funcionário ideal para a empresa A pode não ser ideal para a empresa B, por isso, na hora de buscar profissionais qualificados no mercado de trabalho é preciso avaliar, antes de tudo, qual a cultura da empresa e o que ela espera das pessoas que nela trabalham. A partir daí é possível traçar algumas características “essenciais” para que o novo funcionário realmente seja o ideal para o seu negócio. É por isso que trouxemos algumas das características mais buscadas no mercado de trabalho, com o intuito de facilitar a identificação de algumas qualidades comuns em todos os bons funcionários. Autodidatismo e proatividade na carreira Uma pessoa que alia seu crescimento profissional apenas à empresa na qual trabalha, delegando a terceiros a responsabilidade pela sua formação não está com nada no mercado atual, que busca profissionais autodidatas e independentes quando o negócio é qualificação profissional.Verifique os cursos de atualização que a pessoa fez ao longo da carreira, pergunte-lhe o que costuma estudar e como está planejando o seu futuro no mundo do conhecimento. Se ela tiver um planejamento, significa que ela não depende de você ou da sua empresa para crescer, o que demonstra uma boa dose de independência, ambição e proatividade. Equilíbrio emocional A cada dia as pressões no ambiente de trabalho são maiores, levando as pessoas a um nível de estresse jamais visto. Funcionários que conseguem lidar bem com situações de pressão sem surtar são um diferencial no mercado, pois atuam de maneira lógica e levam a equipe a resultados, não discussões. Flexibilidade O mercado de trabalho está em constante movimento, e as empresas precisam adaptar-se rapidamente a essas mudanças. Funcionários flexíveis, que estão dispostos a acompanhar essa movimentação toda, deixando de lado todo um processo construído para inovar, costumam se dar bem no ambiente de trabalho, já que veem estas transformações como oportunidades, não barreiras. Bom relacionamento Não existe uma só pessoa no mundo que consiga trabalhar sozinha. Uma vez ou outra será preciso contar com o auxílio de alguém. Por isso, o relacionamento com os demais funcionários é de extrema importância para que as coisas fluam tranquilamente, sem empecilhos gerados por questões pessoais. Vale lembrar que o fato de não gostar de uma pessoa não significa não poder trabalhar com ela. O essencial é o respeito entre as pessoas e o foco nos resultados. Motivação A motivação é algo que vem do interior da pessoa, por isso, funcionários que sempre estão motivados, procurando melhorar processos e o ambiente de trabalho como um todo, devem ser bem-vindos à equipe. A motivação de um pode contagiar os demais e facilitar o andamento das coisas internamente, mesmo que a empresa esteja passando por um momento difícil. Foco em resultados Um dos pontos mais importantes que uma equipe deve ter em mente é o foco nos resultados. Uma empresa é um agrupamento de pessoas que estão unidas por um objetivo em comum e, se cada um for para um canto, nada vai dar certo. Se todos estiverem integrados e souberem de seus papéis para se chegar ao objetivo final da organização, os resultados virão mais rápido e com maior qualidade.Cada empresa possui suas características próprias, contudo, algumas aptidões devem ser comuns a todos os funcionários, como exemplificamos acima. Fora estas habilidades, quais outras você julga necessárias para compor a sua equipe? Que tal traçar um perfil do funcionário ideal para a sua empresa? Se você é MEI ou tem uma empresa, experimente mudar para a Contabilidade Digital Consultiva. A Solvção está à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas sobre contabilidade, é só entrar em contato com a gente:pelo telefone 11 4858-4085ou WhatsApp 11 95050-1217ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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Conheça a Solvção!

Uma empresa de contabilidade Digital que está do lado do empreendedor.  O nosso objetivo é ajudar você a manter a saúde financeira do seu negócio, independentemente do tamanho, tanto por meio dos nossos conteúdos gratuitos como com a prestação de serviços de contabilidade. Nós também podemos ajudar você a abrir sua empresa ou transformar o seu MEI em ME e mantê-la regular! Conheça o nosso trabalho! Você receberá tudo bem explicadinho, com prazos, valores, benefícios incluídos e tudo mais.  Nosso time de Contadores está sempre motivado a ajudar e com muita prestatividade para atender você da maneira que você merece. • Contabilidade completa – Cuidamos de todas as suas obrigações contábeis; • Atendimento excelente – Telefone, chat ou e-mail. Convidamos você a solicitar o nosso contato para receber uma proposta personalizada para a realidade do seu negócio. Escolha uma contabilidade que é movida por Soluções. Conheça a Solvção! Entre em contato com a gente hoje mesmo: pelo telefone 11 4858-4085 ou WhatsApp 11 95050-1217 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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Quais os riscos de fazer o controle de jornada utilizando um livro ponto?

É de extrema importância para uma empresa manter o controle da jornada de trabalho dos colaboradores, seja ele realizado utilizando um livro ponto, um relógio eletrônico de ponto ou de maneira digital. O controle do ponto auxilia a empresa a entender o comportamento do funcionário em sua jornada de trabalho. Quando ele começa a trabalhar? Qual o horário de sua pausa para o almoço? Em que momento do dia ele encerra a jornada? Uma das maneiras de controlar a jornada é através do famoso livro ponto. Onde as informações são preenchidas diretamente pelo funcionário e posteriormente conferidas e validadas pelo RH da empresa. Mas será que essa é a melhor maneira de realizar o controle de ponto? Conheça os riscos em usar o livro ponto em sua empresa. O que diz a lei do controle de ponto? De acordo com o Art. 74 da CLT (Consolidação das Leis de Trabalho), toda empresa com mais de 20 trabalhadores é obrigada a manter o controle de ponto da jornada de trabalho dos colaboradores através de um registro manual, mecânico ou eletrônico. Uma das opções mais usadas pelas empresas para realizar o controle manualmente é a utilização do livro ponto. O que é um livro ponto? O livro ponto é um caderno disponibilizado pela empresa onde diariamente o colaborador registra a sua jornada de trabalho, com o horário de sua entrada, de sua saída, além de suas pausas, descansos e horário de almoço. Ele é um documento que deve ser preenchido manualmente pelo colaborador. No final de cada mês, o RH da empresa reúne todos os pontos registrados pelos funcionários para fazer o fechamento, com o cálculo das horas, horas extras, horas faltantes, faltas, entre outras informações necessárias para a realização do pagamento do salário. Após o RH fazer este fechamento, ele repassa novamente para o funcionário para que ele possa fazer a conferência das informações e, estando tudo correto, assinar o seu espelho ponto. Vale lembrar que o livro ponto é um documento confidencial e deve ser armazenado com cuidado pela empresa, para que outros funcionários ou terceiros tenham acesso aos dados do colaborador. Caso contrário, isso pode gerar alguns problemas jurídicos para a companhia. O livro ponto é seguro? O grande risco da utilização do livro ponto é a sua falta de segurança. Não apenas pela sua confidencialidade, como dito acima, mas pelo fato de, assim como tudo que é controlado pelos humanos, ser passível de erro. Quais as desvantagens em utilizar o livro ponto? Entre as desvantagens no uso do livro ponto, temos a possibilidade de fraude por parte do colaborador, com o registro de horários errados em sua entrada, saída ou pausas. Existem casos de até mesmo um funcionário não comparecer à empresa e seu colega preencher os horários como se ele realmente estivesse em uma jornada de trabalho. Outro problema comum é o chamado ponto britânico, que é aquele famoso arredondamento dos horários. Por exemplo: quando um funcionário chega às 09:07, mas registra no livro ponto como 09:00, ou sua saída ser às 17:57 e também arredondar para às 18:00. Com o passar do tempo, estes minutos a menos de trabalho, podem gerar um grande impacto negativo na produtividade da empresa. Além disso, podemos ter outros problemas como: • Inconsistências nas informações; • A demora na gestão do ponto feito pelo RH; • A pressa em agilizar o processo, o que pode gerar erros de cálculos das horas extras. E, vale lembrar que o livro ponto é um documento, portanto ele não pode conter rasuras, o que pode caracterizar como uma fraude. Por fim, a empresa precisa armazená-lo de maneira segura e por tempo indeterminado, para evitar problemas trabalhistas futuros. Caso algum ex-colaborador entre na justiça contra a empresa, o livro ponto serve como prova de tudo o que foi realizado durante as suas jornadas de trabalho. Portanto, é imprescindível que a empresa não perca ou danifique o livro ponto. Qual a melhor opção para fazer o controle de ponto? Como a própria legislação define, o controle de ponto não precisa ser feito apenas manualmente. Existem outras opções como o controle mecânico, quando o registro é feito diretamente por um relógio de ponto, como aqueles modelos mais antigos, onde o funcionário insere o cartão ponto e o registro é realizado. Existem opções mais modernas, como o famoso REP (Relógio Eletrônico de Ponto), podendo ter o colaborador fazendo o registro apenas com a sua impressão digital. Porém, esse modelo de controle necessita que seja realizada uma sincronização do relógio com um sistema no computador, gerando inúmeras planilhas no final mês, para que o RH possa fazer o cálculo de fechamento. Dentre as opções permitidas pela lei, a mais segura e recomendável é o controle de ponto eletrônico, que pode ser realizado através de um computador, um software instalado diretamente no smartphone do funcionário ou mesmo em um tablet disponibilizado pela empresa. Através desse sistema, vários processos do RH são automatizados, como o cálculo das horas extras, inconsistências nas informações, entre outros. Além disso, o próprio colaborador pode ter acesso em tempo real ao seu espelho ponto, sabendo exatamente suas horas extras ou quantas horas tem em seu banco de horas, por exemplo. Quanto custa um controle de ponto online? A Solvção oferece diversos planos para a utilização do sistema de controle de ponto online. Os planos variam conforme a necessidade da empresa, seja ela tendo apenas um funcionário, ou sendo uma grande corporação com centenas, ou até milhares de colaboradores. _____________________________________________________________________________ Se você é MEI ou tem uma empresa, e tem funcionários, experimente mudar para o sistema de controle de ponto online.A Solvção está à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas sobre esse assunto, é só entrar em contato com a gente: pelo telefone 11 4858-4085 ou WhatsApp 11 95050-1217 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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Porque ser uma EPP – empresa de pequeno porte!

A EPP é um formato jurídico comum no Brasil, mas muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre essa classificação. No entanto, conhecer os tipos de empresa e suas características é essencial para especificar corretamente o seu negócio e não ter problemas fiscais no futuro. Apesar de muitos acreditarem que esse modelo se relaciona a grandes empresas, na verdade ele pode se encaixar em vários tipos de estabelecimentos. O que é uma EPP? EPP significa Empresa de Pequeno Porte, e faz parte dos formatos jurídicos legalmente reconhecidos no Brasil. Inclusive, é regulamentado oficialmente pela Lei Complementar n° 139/2011. De acordo com dados do Data Sebrae, em maio de 2020 foram contabilizadas cerca de 896 mil empresas que atuam como EPP em todo o território nacional. Alguns exemplos de empresas que podem seguir esse modelo são: • Supermercados; • Padarias; • Restaurantes; • Lojas. Para optar por essa classificação, é preciso atender dois requisitos básicos, que se referem ao faturamento da empresa, e ao número de funcionários. No entanto, uma vez que o empreendimento cumpre todas as exigências e se torna uma EPP, ele pode aproveitar uma série de benefícios e incentivos fiscais. Em quais regimes de tributação uma EPP se enquadra? O regime de tributação de uma empresa é um sistema de arrecadação de impostos, de acordo com as características de cada CNPJ. Por isso, é importante se atentar para o enquadramento da empresa e quais os tributos que ela deve pagar. Do contrário, pode ter problemas com os órgãos de fiscalização no futuro. No caso das Empresas de Pequeno Porte, é possível optar por três regimes de tributação diferentes: 1. Simples Nacional Um dos diferenciais da EPP é que o empreendedor pode escolher o regime tributário Simples Nacional. Dessa forma, todas as arrecadações são feitas de maneira simplificada, através do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS). As alíquotas podem variar de acordo com o rendimento da empresa, entre 4% a 22,90%. No entanto, ao optar por esse regime, a EPP poderá fazer todos os pagamentos em um único documento, facilitando a contribuição tributária. Além das empresas de pequeno porte, apenas Microempresas (ME) e Microempreendedores Individuais (MEI) se enquadram no Simples Nacional. 2. Lucro Real Neste regime, o cálculo do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) é feito com base nos lucros reais da empresa. Ou seja, a partir das receitas menos as despesas, além dos devidos ajustes. As alíquotas são relativamente menores, sendo 15% para o IRPJ e 9% para o CSLL. Entretanto, contribuições como PIS e o COFINS são feitas separadamente. 3. Lucro Presumido Por fim, as empresas de pequeno porte também podem optar pelo Lucro Presumido como regime tributário. Trata-se de uma forma simplificada do Lucro Real, com objetivo de facilitar a arrecadação de empresas. Assim, os cálculos não são feitos a partir dos rendimentos reais, mas sim através de bases pré-fixadas de acordo com as atividades da empresa. As principais características de uma EPP Existem algumas características básicas que definem uma EPP. Esses requisitos devem ser levados em consideração na hora de classificar seu negócio. Confira agora os principais atributos desse formato jurídico: 1. Faturamento Antes de mais nada, é o faturamento que define se uma empresa se enquadra como EPP ou não. Para ser uma empresa de pequeno porte, o negócio precisa faturar de R$360 mil a R$ 4,8 milhões anualmente, como receita bruta. 2. Número de funcionários O segundo principal requisito de uma EPP é o número de funcionários contratados. Para empresas de comércio e serviços, é permitido ter entre 10 e 49 empregados formais. Enquanto isso, para indústrias, o limite varia de 20 a 99 funcionários. 3. Tipos de sociedade Outra característica das EPP são os tipos de sociedade aceitos neste modelo. É possível optar por três formatos societários diferentes, sem precisar sair do enquadramento: • Empresário Individual (EI); • Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI); • Sociedade Limitada (LTDA); Portanto, empresas de pequeno porte podem ter proprietários individuais ou uma sociedade com mais de um membro. Benefícios de ser EPP Depois de conhecer mais sobre a EPP, muitos negócios consideram a alternativa de optar por esse enquadramento. Isso porque o formato possui diversos benefícios para o empreendedor. Conheça alguns dos principais: • Ser Simples Nacional – Apesar de ter um limite considerável de faturamento, a EPP pode continuar arrecadando impostos com o Simples Nacional. Isso facilita o pagamento de tributos e a organização contábil da empresa. Além disso, trata-se de um dos incentivos fiscais para pequenas empresas. • Possibilidade de crescimento – Com menos custos e burocracias contábeis, a empresa de pequeno porte conta com maior possibilidade de crescimento. Não apenas com investimentos e novas contratações, por exemplo, mas também poder fazer exportações e aumentar a produção sem sair do enquadramento. Mas fique atento! Optar pelo enquadramento como EPP traz uma série de benefícios para o empreendedor, como regime tributário simples e incentivo de crescimento. No entanto, é importante ficar atento para os requisitos básicos, e acompanhar a evolução produtiva da empresa. Além disso, negócios que atingem o faturamento mínimo e o número de funcionários, mas não alteram a categoria, podem ter problemas com a Receita Federal. Sendo assim, vale a pena considerar ser EPP quando o empreendimento começar a crescer. _______________________________________________________________________________ A Solvção te auxilia a administrar as finanças da sua empresa e escolher o melhor enquadramento para atender suas necessidades, é só entrar em contato com a gente: pelo telefone 11 4858-4085 ou WhatsApp 11 95050-1217 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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Atualização Nota Fiscal Eletrônica: Conheça os novos campos de indicação do intermediador da operação e instituição de pagamento

A partir de 05 de abril de 2021, começou a valer a atualização da nota fiscal eletrônica prevista na Nota Técnica 2020.006 versão 1.20, publicada no Portal da Nota Fiscal Eletrônica em setembro de 2020. Nessa matéria vamos destacar o novo campo de indicação do intermediador da operação, que é exclusivo para preenchimento de empresas que realizam operações conforme as indicadas abaixo: 1= Operações presenciais 2= Operação não presencial, pela Internet;  3= Operação não presencial, Teleatendimento;  4= NFC-e em operação com entrega em domicílio; 9= Operação não presencial, outros. Além do campo que torna obrigatório o preenchimento da instituição de pagamento para cobranças via cartão de crédito ou débito. Mas primeiro vamos entender um pouco mais sobre o que são os intermediadores da operação. O que é o intermediador da operação? Os intermediadores da operação são as empresas reconhecidas pelo Sefaz que prestam serviços ou agenciam negócios por intermédio de uma transação comercial, por exemplo os marketplaces, plataformas de deliveries e outros. Por meio da obrigatoriedade de preenchimento do novo campo que indica quem é essa empresa intermediadora, o Sefaz conseguirá ter um acompanhamento mais definido desse modelo de negócio que apresenta grande crescimento nos últimos anos. A caracterização de uma operação sem intermediador é feita pela venda via site ou plataforma própria, sem envolver outra pessoa jurídica. Como preencher os novos campos da nota fiscal eletrônica? Os softwares de emissão de nota fiscal tiveram cerca de dois meses para a homologação das mudanças no ambiente e layout do documento, porém a atualização foi comunicada ainda no ano passado. Por isso, antes de se preocupar em como preencher, verifique se o seu software está adequado à essa mudança da Nota Técnica. • Campo intermediador da operação: O preenchimento da nota fiscal eletrônica segue no formato que já é de costume, a informação do intermediador da operação não irá aparecer na Danfe, apenas no XML da nota. Porém, será necessário indicar o CNPJ do intermediador em caso de operação não presencial ou de entrega em domicílio. Se a operação ocorrer por meio de mais de um intermediador, o documento da Nota Técnica orienta: “Em algumas situações, a venda/operação pode ocorrer com mais de um marketplace/intermediador, por exemplo quando o “Vendedor A” anuncia no “Marketplace M1” e este anuncia no “Marketplace M2”. Nesse caso, na hipótese do “Marketplace M1” ter enviado a informação para o “Vendedor A”, na NF-e deve ser informado o CNPJ do “Marketplace M1””. Resumindo, independente da cadeia de plataformas envolvidas, deve-se informar o CNPJ do intermediador de quem enviou a informação da venda para o vendedor/emitente da NF-e/NFC-e. • Vendas por Lojas com conexão externa de HUBs e Marketplaces: Lojas virtuais que possuem integração direta com Marketplaces e/ou HUBs, precisam informar o intermediador para vendas oriundas destes.Para vendas próprias, quando não há comissão, onde o  consumidor final efetuou a compra diretamente na sua loja, sem marketplace ou hub associado, não é necessário informar o intermediador. Neste cenário, a informação do intermediador necessária para as vendas oriundas de marketplaces é o CNPJ da plataforma que gerencia a sua loja. • Vendas por HUB com conta própria nos marketplaces: Quando a operação for feita por esse tipo de HUB, o qual efetua venda de seus produtos em diversos canais de vendas através de uma conta própria, há necessidade de informar os dados do intermediador para a emissão da NF-e. • Campo instituição de pagamento: Outra novidade no preenchimento está na parte de Cobrança, onde será necessário indicar a instituição de pagamento. Este novo campo só fica visível quando a forma de pagamento for por cartão de crédito ou débito. A Nota Técnica já prevê casos onde o CNPJ do intermediador da operação será o mesmo que o CNPJ da instituição de pagamento. Nestes casos eles orientam: “Não se deve confundir o CNPJ do intermediador da transação (YB02), com o CNPJ dainstituição de pagamento (YA05). Porém, em algumas situações poderá ser o mesmo CNPJ. Por exemplo: se o intermediador da transação for o responsável por fazer o pagamento ao vendedor (emitente da NF-e), deve-se informar no campo CNPJ da instituição de pagamento o CNPJ do intermediador. Portanto, para efeitos do CNPJ da instituição de pagamento, deve ser informada a instituição/empresa que fez o repasse de pagamento para o vendedor/remetente. Em outras palavras, o CNPJ do adquirente, subadquirente, intermediador ou instituição similar que efetuou o pagamento ao vendedor.” Atualização nota fiscal eletrônica NT 2020.006! Novas regras e atualizações acontecem a todo momento no mundo dos negócios, sejam elas fiscais ou tributárias. Independente do tipo de empresa, o empresário deve ficar atento para buscar se adequar às novas regras do governo e assim garantir que a sua operação esteja livre de riscos. Entretanto, avaliando a rotina do empreendedor, às vezes fica difícil acompanhar tudo e por isso, a contratação de empresas que facilitem essas adequações é tão importante. _______________________________________________________________________________ Se você é MEI ou tem uma empresa, experimente mudar para a Contabilidade Digital Consultiva.A Solvção está à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas sobre contabilidade e emissão de notas fiscais, é só entrar em contato com a gente: pelo telefone 11 4858-4085 ou WhatsApp 11 95050-1217 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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Você optou por trabalhar como PJ, mas ainda tem algumas dúvidas?

Trabalhar como PJ é uma opção que vem crescendo cada vez mais.  O empreendedorismo já vinha numa escala crescente, principalmente nesse momento em que não só o Brasil mas o mundo atravessa. O mercado de trabalho e as relações comerciais tiveram que passar por grandes mudanças e adaptações e com isso tornar-se uma Pessoa Jurídica (PJ) passou a ser uma alternativa bem conveniente. Outro aspecto a se considerar é a flexibilização das leis trabalhistas, pois com ela muitos funcionários de carteira assinada passaram a ser prestadores de serviços como PJ dentro das empresas. Essa modalidade oferece vantagens para os dois lados se considerada a alta carga tributária da nossa economia. No entanto, sabemos que sempre surgem dúvidas na hora de optar por registrar uma empresa e passar a ser dono de um CNPJ. Nessa matéria falaremos um pouco mais sobre isso. Como se tornar um PJ? Antes de optar por trabalhar como PJ é necessário se tornar uma pessoa jurídica, ou seja, registrar um CNPJ. O primeiro passo é definir qual será seu modelo de empresa, de acordo seu segmento de trabalho. Os modelos disponíveis hoje, segundo as leis brasileiras, são os seguintes: 1- Microempreendedor Individual (MEI) Esse modelo serve para quem opta por trabalhar de forma autônoma  ou como profissional liberal e que tenha um faturamento que não ultrapasse R$ 81.000,00 anuais.  Nesse caso não é permitido que o empreendedor seja sócio em nenhuma outra empresa. A grande vantagem dessa modalidade de empresa é ter uma única taxa baixa de imposto. Uma desvantagem é que o recolhimento do INSS incluído no imposto único só dá direito a aposentadoria por idade e não por tempo de serviço. 2- Microempresa (ME) Caso seu faturamento extrapole os R$ 81 mil, mas seja menor que R$ 360 mil ao ano, você deve abrir uma Microempresa (ME).  Nesse formato você terá que se enquadrar no regime tributário do Simples Nacional. 3- Empresa de Pequeno Porte (EPP) A Empresa de Pequeno Porte (EPP) é destinada para quem possui faturamento entre R$ 360 mil e até R$ 4,8 milhões. Neste modelo, você também pode se enquadrar no Simples Nacional, desde que seu ramo de atividade não seja vedado a este tipo de regime tributário, como corretor de valores, banco de investimentos, sociedade de crédito, entre outras. Após definir o  modelo tributário adequado ao seu negócio, o próximo passo é abrir sua empresa, buscando cumprir todas as exigências legais, tais como registrar um CNPJ, Inscrição Estadual,  obter alvará de funcionamento junto aos órgãos competentes, e tudo o mais que for necessário para que possa emitir as notas fiscais. E como trabalhar como PJ? Uma vez tendo se tornado uma pessoa jurídica, basicamente, existirão duas formas de trabalhar como PJ. A primeira delas é trabalhar em uma empresa, ser um prestador de serviços e não mais um funcionário contratado segundo as regras da CLT, ou seja, com carteira assinada. Dessa forma não existirão mais benefícios como férias, 13º Salário, entre outros. Quem vai arcar com os impostos e encargos é sua pessoa jurídica. No entanto, no momento de ser contratado, lembre-se de negociar um pagamento mensal que seja vantajoso para cobrir as vantagens perdidas, mas leve em consideração que uma das vantagens é uma menor retenção de valores sobre o salário mensal. Outra vantagem de trabalhar como PJ é a flexibilidade de horário. Como você será contratado para prestar determinado tipo de serviço, é possível negociar qual horário fará o trabalho, permitindo inclusive que você possa atender mais empresas. A segunda forma de trabalho é sendo um empresário tradicional, onde você presta seu serviço a diversos clientes, podendo inclusive ter uma sede da sua empresa e, se for o caso, ter funcionários. Nas duas formas de trabalhar como PJ se tem mais obrigações, mas também bem mais autonomia. Dicas importantes para trabalhar como PJ 1- Faça um plano de previdência privada É importante para ter segurança caso surja algum imprevisto, como por exemplo, em caso de doença que lhe impeça de trabalhar temporariamente. 2- Contrate um bom contador A gestão contábil e financeira de uma empresa requer conhecimento técnico para que os impostos sejam pagos de forma correta, evitando problemas com a Receita Federal. Para isso, contrate um bom contador para poder contar com assessoria profissional competente. 3- Os contratos são importantes Não negligencie a formatação do contrato quando for fechar uma prestação de serviços. É fundamental determinar o tipo de serviço, prazos, valores, direitos e deveres de ambos. 4- Conquistar confiabilidade no mercado Para o trabalhador que atua como prestador de serviços por meio de um CNPJ é necessário um tempo maior para conseguir crédito no mercado, pois a credibilidade da empresa surge com tempo de existência.  Para isso, mantenha todas as obrigações contábeis e fiscais sempre em dia. 5- Abra uma conta bancária jurídica É essencial abrir uma conta bancária jurídica para fazer todas as transações financeiras através dela, inclusive buscar financiamentos com vantagens para Empresas. _______________________________________________________________________________ Ainda ficou com dúvidas sobre como trabalhar como PJ? Então entre em contato com a Solvção e receba uma consultoria completa e gratuita para abrir sua empresa. Teremos prazer em lhe atender pelo telefone 11 4858-4085 ou WhatsApp 11 95050-1217 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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Entenda a diferença entre Nota fiscal, NF-e, NFC-e, cupom fiscal e recibo

Atualizado em 10/04/2023 Os documentos fiscais estão presentes no dia a dia de muitos consumidores e são utilizados como comprovantes de pagamento, negociações e transações comerciais.  Além disso, também desempenham papel importante para os empregadores e profissionais liberais.  Então, o que são nota fiscal, NF-e, NFC-e, cupom fiscal e recibo? Todos são documentos fiscais. Isso significa que são capazes de comprovar transações comerciais ou prestações de serviços. Sua função vai além de garantia para os consumidores, que podem usar estes documentos para comprovar suas transações. Os documentos fiscais indicam que ocorrerá recolhimento de impostos pela Receita Federal de parte do dinheiro da transação comercial, ou seja, estes documentos beneficiam o consumidor, que pode, desde contestar pequenos erros de compras até comprovar seus gastos e impostos.  Qual a diferença entre os tipos de documentos? A principal forma de distinguir os documentos fiscais é entender como cada modelo funciona, já que a maior diferença está na sua finalidade. Nota Fiscal A nota fiscal é um documento que comprova a posse do consumidor em relação a algo. Ela depende de um programa emissor e, geralmente, os melhores softwares de gestão empresarial contemplam essa funcionalidade. Sua emissão é necessária para registro de toda transação de compra e venda. Dentro do grupo das notas fiscais, existem duas categorias: a NFC-e e a NF-e, que designam as notas que são eletrônicas. Porém, apesar de pertencerem ao mesmo grupo de existência digital, elas têm diferenças. NFC-e A NFC-e significa Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica e é responsável por atestar operações de vendas destinadas ao consumidor final e deve ser emitida somente nessas situações. NF-e A sigla NF-e significa Nota Fiscal Eletrônica e atende às outras operações de vendas possíveis, como devolução para fornecedor, exportação e etc. Deve ser emitida em qualquer situação de vendas ou prestação de serviços. Recibo Diferente das notas, o recibo é um documento emitido para comprovar o recebimento do pagamento e não diz respeito à comprovação de propriedade. Assim, ao receber um pagamento, um serviço ou uma mercadoria, deve-se emitir um recibo comprobatório.  Ele é ideal para controle financeiro e para prestação de contas com a Lei.  Para ser válido o recibo deve ser emitido em duas vias, como determina a Receita Federal, para toda e qualquer situação de controle fiscal.  Existem disponíveis no mercado, modelos de recibo prontos que o empreendedor pode utilizar livremente. Cupom Fiscal Já o cupom fiscal é um resumo da nota fiscal. Para emitir o cupom fiscal, é necessário possuir o Emissor de Cupom Fiscal (ECF), conhecido também como impressora fiscal. Este equipamento condensa as informações da Nota Fiscal e exibe apenas alguns detalhes de determinada transação comercial, como informações da empresa, local, data e horário da venda, valores e descrição dos itens.  Por conta dessa diferença, o cupom não atende alguns requisitos fiscais de comprovação, mas pode ser emitido para fins mais simples, como controle e outros. Sua emissão deve ser feita para o consumidor final como comprovação de compra e venda. Quais as vantagens e desvantagens de cada um dos modelos de documentos? Não há dúvidas que a emissão de documentos fiscais torna seu negócio mais confiável e garante alguns direitos dos consumidores. Mas ainda assim, há questionamentos sobre os prós e contras de cada um.  Nota Fiscal Vantagens: A emissão de nota fiscal regulariza todos os tributos ao Fisco. Além disso, confere credibilidade aos negócios e dá a garantia de que mercadorias e/ou serviços prestados são legais e possuem registro. Desvantagens: Excesso de burocracia para emissão, aumento de custo, processos mais lentos e um pouco mais difíceis, e limitação na emissão de notas. NF-e e NFC-e Vantagens: Reduz o uso de papel, reduz custos, são de fácil armazenamento e geram mais eficiência por conta da integração de dados digitais. Desvantagens: Não agregam clientes mais resistentes à tecnologia, requer utilização de certificado digital, limitadas apenas aos clientes com acesso à internet e uma parcela dos consumidores não sentem segurança com suas notas disponíveis no cenário digital. Cupom Fiscal Vantagens: Garantia e comprovação de transações comerciais, controle fiscal e registro facilitado de vendas. Desvantagem: Não tem validade para comprovação fiscal, pois não contém dados do comprador. Recibo Vantagens: Controle financeiro, prestação de contas com a Lei, caso necessário e comprovação de transação legal. Desvantagens: Custo com papéis e não atende a algumas exigências fiscais. _______________________________________________________________________________ Se você tem uma empresa, experimente mudar para a Contabilidade Digital Consultiva.A Solvção está à disposição para ajudar e esclarecer suas dúvidas sobre contabilidade. É só entrar em contato com a gente: Pelo telefone 11 4858-4085 ou WhatsApp 11 95050-1217 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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Responsável legal X Representante Legal: Você sabe a diferença?

Atualizado em 15/05/2023 O representante legal é a pessoa física que representa a empresa diante da Receita Federal e de outras pessoas físicas ou jurídicas que ela venha a se relacionar. Ou seja, no caso uma empresa, o seu representante legal é seu sócio, sócio administrador ou dono. O uso do certificado digital está sempre sob responsabilidade de seu representante, exceto quando esse nomeia, via procuração pública, um responsável legal para a utilização do certificado em seu nome. Apesar dessa possibilidade de autorização de uso da certificação por um terceiro, o representante legal não pode ser alterado ou ter seus dados atualizados sem que ocorra a invalidação do certificado digital. Neste caso, é necessária a emissão de um novo certificado. E o responsável legal? É quem efetivamente terá a posse do certificado e sua senha e será capaz de assinar documentos e autenticar operações por meio delas. O responsável não precisa obrigatoriamente fazer parte do grupo de sócios da empresa. Conforme o Termo de Titularidade da ICP-Brasil, assinado no ato da emissão, as obrigações do responsável legal consistem em: apresentar a documentação original comprobatória dos dados em seu Certificado Digital; e responsabilizar-se pela criação, troca, utilização e proteção das senhas, chave privada e da mídia que as contém. Por que há confusão? A confusão entre esses dois papéis do universo dos certificados digitais não é incomum e pode acontecer por motivos diferentes.  Primeiramente, nada impede que o representante legal seja também o responsável legal pelo certificado e quem o utiliza durante as operações. Além disso, é válido lembrar que para todo CNPJ há uma pessoa física registrada na Receita como responsável pela empresa, que representa e responde pelo negócio juridicamente. No entanto, na área de certificações essa pessoa é nomeada como representante.  De todo modo, agora você sabe a diferença entre esses dois sujeitos da certificação e fica mais fácil não confundir os termos, não é mesmo? Certificado digital e procuração O certificado digital é uma tecnologia que permite a realização de operações eletrônicas seguras e autênticas. Porém, nem sempre o titular é realmente quem utiliza o certificado durante as operações, principalmente quando estamos falando em certificações de pessoas jurídicas.  Para donos de empresa, é fundamental saber a diferença entre representante legal e responsável legal. Como já dito, o representante legal do certificado pode emitir uma procuração pública, junto à RFB ou de forma eletrônica, para que outro assuma a responsabilidade e o uso do certificado digital, contemplando as aplicações de assinatura de documentos até as autenticações de acesso para serviços públicos, como os do portal e-CAC.  Porém, a procuração não exclui a necessidade de comparecimento do representante e do responsável à Autoridade Certificadora para a apresentação dos documentos. Além disso, a procuração só é aceita pela Autoridade Certificadora se tiver sido emitida em até 90 dias antes da data de apresentação dos documentos para a certificação. Nela, os poderes cedidos ao responsável são estabelecidos com exatidão. Tipos de certificado digital e procuração O estabelecimento de um responsável legal para o certificado a partir de uma procuração não é válido para todos os tipos de certificados digitais. Essa condição vale somente para certificações destinadas à pessoas jurídicas, sejam elas micro, pequenas, médias ou grandes empresas. Porém, quando falamos de certificados digitais de pessoa física, a procuração e a transferência de responsabilidade não são admitidas, pois a certificação funciona como uma identidade eletrônica do titular.  Neste último caso, o titular deve ser identificado no Termo de Titularidade na emissão da certificação e ele cumpre o papel de representante e responsável legal do certificado. _____________________________________________________________________________ Nós fazemos o seu Certificado Digital! Depois de entender um pouco mais sobre o mundo dos certificados digitais, que tal aproveitar uma oportunidade de negócio a partir deles? Os clientes da Solvção têm desconto especial na compra do Certificado Digital A1 e-CNPJ e e-CPF (com validade de 12 meses) com atendimento por Videoconferência nas renovações. É só entrar em contato com a gente: pelo telefone 11 4858-4085, WhatsApp 11 95050-1217 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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Contabilidade sem papel? Veja 5 Motivos para mudar!

Atualizado em 07/08/2023 Com as empresas mais conectadas e jornadas híbridas, muitos gestores começaram a enxergar que é possível ter mais flexibilidade e conectividade sem que os negócios parem. Além disso, muitos estão cada vez mais preocupados em cortar custos sem que isso afete a qualidade das operações. Para quem trabalha com muitos papéis, boletos e contas em cima de uma mesa e que terão que ser digitalizados, essa pode ser a solução ideal para os dias atuais. Todos os órgãos municipais, estaduais e federais, já estão aptos a utilizar o recebimento de documentos eletrônicos. Ao invés de termos um enorme investimento para receber, enviar, processar, organizar, manter, localizar e proteger uma montanha de papel e para que todo o trabalho seja feito, investimos em uma plataforma segura, inteligente e integrada para todos os processos de contabilidade sem papel. Mas será que ela está dentro dos protocolos? Você vai conseguir mexer na plataforma e se acostumar? Sim! Além de ser super simples e intuitivo de mexer, o Sistema e-plataforma aumenta sua produtividade, permitindo que o trabalho do contador se torne mais dinâmico, organizado e integrado. Além disso, existem muitos outros benefícios para quem adota esse sistema sustentável e digital. Confira: 5 motivos para mudar para uma contabilidade sem papel 1- Economia Nada de gastar mensalmente com motoboy e com material de escritório, papéis e cartucho para impressora. Como já não é preciso guardar papel de NFe, CTe, NFSe, NFCe, entre outros documentos eletrônicos, digitalizar a empresa também significa economizar nisso, além de aumentar a confiança dos clientes, administradores e colaboradores. Mesmo que haja controle na empresa, não é possível impedir totalmente o gasto frequente de material com a impressão de papéis desnecessários ou com erros, — levando à necessidade de imprimir novamente. Além disso, uma empresa de contabilidade sem papel reduz significativamente os gastos financeiros da empresa. 2- Acesso em qualquer lugar aos documentos Se os profissionais conseguem ter tudo em mãos facilmente, sua empresa ganha em eficiência. Essa é uma questão primordial em tempos atuais. Imagine a gestão de contratos, por exemplo. O próprio software pode enviar notificações sobre pendências e validade. Essa é uma tecnologia que vem ajudar o contador e a empresa, facilitando seu trabalho e auxiliando na criação de uma rotina e processos mais ágeis e de fácil gerenciamento. Imagine ter que levar para casa inúmeros processos ou procurar em meio a pastas e mais pastas de arquivo por um único documento? Com a contabilidade sem papel, todo o faturamento e burocracia do negócio ficam armazenados digitalmente. Antes o contador tratava de cada empresa de modo individual, acompanhando e fazendo a gestão de cada processo fiscal. Nos dias de hoje é possível fazer a gestão de todos os clientes em uma única interface e ter acesso a qualquer documento emitido ou recebido pela empresa, através do CNPJ, por exemplo. 3- Organização Se os documentos forem armazenados no e-plataforma, toda vez que alguém procurar por algo, ele estará lá. Isso significa que as horas gastas remexendo arquivos ou atrás de informações adequadas estão a alguns cliques de distância. Manter arquivos físicos também demanda um considerável gasto de espaço. Assim, ao investir na contabilidade sem papel, você poderá otimizar a distribuição de salas e a circulação dos colaboradores. Com isso, você traz mais organização e renova o ambiente de trabalho, o que terá um impacto positivo na motivação e no bem-estar da sua equipe. Consequentemente, eles vão produzir mais e melhor! 4- Segurança dos dados e informações O e-plataforma é uma plataforma integrada (dentro de todas as leis) para que todos os documentos e processos de contabilidade da sua empresa fiquem em segurança. Com o serviço, você tem o controle, acesso ilimitado e seguro aos documentos, a partir de qualquer lugar, em qualquer dispositivo com acesso a internet. Além da interface ser super intuitiva, toda a informação do seu negócio é centralizada e atualizada num sistema único de arquivo digital. Você digitaliza os papéis ou faz o upload diretamente através do seu e-mail ou do seu smartphone. O Sistema também pode compartilhar documentos em tempo real entre empresas e escritórios de contabilidade. Tudo é rigorosamente controlado por vários níveis de segurança, com pedidos automatizados de consentimento e personalização. Ou seja, o e-plataforma garante a conformidade dos procedimentos da sua empresa – e dos dados que são guardados e arquivados – de acordo com o LGPD. Somente pessoas que têm acesso conseguem visualizar as informações da empresa. Outra coisa são as camadas que protegem os arquivos digitais e a criptografia. Isso sem contar que ao ter tudo digitalizado, em caso de roubo a informação da empresa não se perde. 5- Sustentabilidade Em pleno Século XXI, as empresas precisam estar cientes e fazerem sua parte quanto a sustentabilidade. E isso sem dúvidas, dentro da contabilidade, significa muito quando falamos em diminuir o uso do papel. ______________________________________________________________________________ Além de colaborar com a sustentabilidade, a Contabilidade Digital Consultiva é uma ótima solução para quem precisa de eficiência, economia e segurança! Quer mais benefícios? A Solvção está à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas sobre o e-plataforma. É só entrar em contato com a gente: pelo telefone 11 4858-4085, WhatsApp 11 95050-1217 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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As Vantagens e Desvantagens em ser MEI

Atualizado em 20/03/2023. O profissional autônomo que ainda mantém um negócio informal, pode legalizar seu negócio e começar a trabalhar na formalidade usufruindo de todos os direitos. O MEI tem inúmeras vantagens, sendo cada vez mais utilizada pelos brasileiros. O País já tem mais de 14 milhões de microempreendedores individuais segundo dados do Ministério da Economia. Ao formalizar o seu negócio, o MEI passa a ter direito à cobertura do INSS, podendo ter seguros, auxílios e aposentadoria. Também pode ter seu registro de CNPJ e emitir notas fiscais, abrir conta em nome da empresa e ter acesso a linhas de crédito, entre outras vantagens e que pode conseguir créditos com juros baixos usando o BNDES, o MEI também pode comprar carro zero com desconto no CNPJ. Conheça algumas vantagens em ser MEI: 1ª: Tributação simplificada O MEI é optante do Simples Nacional e por esse motivo ele fica isento de tributos federais como IRPJ, PIS, COFINS, entre outros. Porém, é necessário pagar a Guia DAS, que varia de R$67,00 até R$72,00 (2023) com reajuste anual. 2ª: Qualquer cidadão pode se registrar como MEI Mesmo com restrições nos órgãos de proteção ao consumidor. 3ª: Burocracia ZERO Você vai encontrar uma grande facilidade em todos os processos do MEI, desde a sua abertura até o pagamento das guias do DAS. 4ª: Tributos reduzidos Em vez de inúmeros impostos mensais para pagamento, somente uma guia é emitida. O valor cobrado permite a todas as pessoas manter a regularização o seu negócio. 5ª: Direitos previdenciários garantidos Com o pagamento do DAS-MEI em dia, você tem todas as garantias previdenciárias e toda a contribuição conta na hora do pedido de aposentadoria, tudo a partir do primeiro pagamento do MEI. 6ª: Conseguir crédito para seu negócio O MEI pode abrir uma conta empresarial e ter acesso a linhas de crédito exclusivas para seu tipo de negócio. E o mais importante, com taxas competitivas. Conheça as desvantagens em ser MEI: 1ª: Limitação de funcionários O MEI só pode contratar um funcionário, o que faz com que a capacidade produtiva fique limitada. 2ª: Aposentadoria limitada O direito à aposentadoria é somente em casos de morte e invalidez e não pode ser aplicado por tempo de contribuição (como em outros casos), sendo que o valor da aposentadoria é de apenas um salário mínimo. 3ª: Impostos fixos O fato de haver impostos fixos é uma vantagem quando há renda ao empreendedor, mas torna-se uma desvantagem porque o imposto deve ser pago mesmo sem faturamento. 4ª: Expansão limitada O MEI não poderá ter sócio e nem abrir dois estabelecimentos, o que limita a capacidade de expansão do negócio. 5ª: O limite de faturamento anual, reajustado, passou a ser de R$ 81.000,00. Se por um lado é um valor bem interessante para quem trabalha de carteira assinada, por outro, limita a expansão do empreendimento. Mas não se assuste, as desvantagens estão ligadas ao crescimento da empresa. Nada impede de você desenquadrá-la quando atingir um patamar mais alto com um faturamento maior. Conclusão: Ser MEI tem vantagens! __________________________________________________________________________________________ Se você é MEI ou tem uma empresa, experimente mudar para a Contabilidade Digital Consultiva.A Solvção está à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas sobre contabilidade, é só entrar em contato com a gente pelo telefone 11 4858-4085 ou WhatsApp 11 95050-1217 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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Registre sua marca antes que seja tarde

Atualizado em 16/06/2023. O registro de sua marca é muito importante. Com ela você dá identidade para o seu negócio e garante vantagens fundamentais para chegar ao sucesso. Esse é um grande diferencial e pode ser determinante para quem quer se destacar na sua área de atuação. Um dos motivos e talvez o principal para que você registre sua marca é para sua própria proteção. Se você começa a fazer um bom trabalho, ganha destaque no mercado. Se ainda não registrou, nada impede que seus concorrentes comecem a te imitar e até a reproduzir a sua marca. Por isso, registrando, você tem garantias contra o uso indevido, resguardando seu empreendimento da concorrência desleal e de atos de má fé realizados por terceiros. Além disso, a marca é também um importante elemento publicitário, pensando na captação de consumidores e de identificação com o público. Ter uma marca registrada é um dos maiores patrimônios de qualquer empresa e, certamente, pode ser muito mais valioso do que se imagina. A marca registrada garante ao proprietário o direito de uso exclusivo em todo o território nacional, que pode ser estendido para mais 137 países, pois o Brasil é membro da Convenção da União de Paris de 1883 (CUP) em seu ramo de atividade econômica. Caso o produto ou serviço inovador seja um sucesso, o empreendedor terá assegurado legalmente o direito de explorar e usufruir os benefícios gerados por sua invenção. Apesar dos custos envolvidos, o empreendedor deve entender que o registro de marca é um investimento, e não uma despesa, pois essa ação vai se refletir no futuro fluxo de caixa da empresa. Nos acompanhe nas Redes Sociais!! ——————————————————————————————————————– A Solvção está à disposição para ajudá-lo a esclarecer suas dúvidas sobre abertura de empresa e contabilidade Entre em contato com a gente pelo telefone 11 4858-4085 ou WhatsApp 11 95050-1217 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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O que você precisa saber sobre emissão de Nota Fiscal

Atualizado em 13/03/2023. O assunto “emissão de nota fiscal” é um dos temas que mais geram dúvidas para os novos empreendedores. Uma série de questionamentos assolam os administradores de empresas. Na verdade, muitas pessoas decidem formalizar seus negócios impulsionados pela vantagem de poder emitir notas fiscais, algo que muitas vezes seu tomador de serviço está cobrando. Vejamos algumas dúvidas dos empreendedores: Eu sou obrigado a emitir nota fiscal? A reposta é: Sim, você é obrigado. A regra geral é: sempre que existir uma receita, é preciso formalizá-la perante aos órgãos do governo, através da emissão de notas fiscais. A Lei 8.846 fala dessa obrigatoriedade. Sobre as Notas Fiscais Eletrônicas, se a cidade onde sua empresa está cadastrada já possuir esse ambiente de emissão de NF-S, você é obrigado a emitir também. Que tipo de informação eu preciso para emitir uma nota fiscal? Você vai precisar dos dados cadastrais do seu cliente, CNPJ, o endereço e a razão social. Depois é necessário descrever qual é a natureza do serviço, o valor e a condição de pagamento. Essas são as informações mínimas. É recomendado que você formalize qualquer transação comercial em contrato, especificando quem são as partes, o contratante e o contratado. Isso porque, no caso de uma fiscalização é comum ser solicitado o contrato para verificar algumas informações. Como efetuar a emissão da nota fiscal? Hoje é possível emitir a nota fiscal diretamente pelo site da prefeitura, mas para cada município é um caso diferente, pois é necessário que haja a integração da cidade com o sistema emissor. Além disso, as contabilidades online possibilitam que a nota fiscal seja emitida diretamente da plataforma através da qual o cliente acompanha o cumprimento das obrigações contábeis e fiscais da sua empresa, bem como o calendário para pagamento de impostos. ———————————————————————————————————— A Solvção está à disposição para esclarecer suas dúvidas sobre abertura de empresa e contabilidade. Entre em contato pelo telefone 11 4858-4085 ou WhatsApp 11 95050-1217 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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PRECISO DE UM CONTADOR PARA ABRIR UMA EMPRESA?

Para abrir a empresa, não necessariamente precisa de um contador. Porém, de acordo com os Conselhos Regionais de Contabilidade (CRCs) responsáveis pela fiscalização dos profissionais da área, todas as empresas precisam do acompanhamento e contabilização de sua movimentação por um contador devidamente registrado junto a esse órgão. Portanto, toda empresa precisa contratar um serviço de contabilidade para manutenção do negócio. Neste cenário, é altamente recomendável que já se contrate um profissional da área para auxiliar na abertura da empresa e numa possível consultoria contábil. E com relação ao MEI? Bem, na lei 128/2008, que trata das questões referentes ao Microempreendor Individual, não há nada que o obrigue a contratar uma contabilidade ou a manutenção de um contador por parte de empresas que não ultrapassem R$ 81 mil de faturamento anual, já que os impostos poderão ser recolhidos em valores fixos e mensais a partir de uma declaração de faturamento, através do Simples Nacional. Porém, sem uma contabilidade, o empreendedor será tributado em todo valor que ultrapassar 32% de seu lucro. E esse imposto não é baixo, podendo chegar a até 27,50%. Supondo que foram emitidos R$ 5.000,00 em notas no mês. Sem um contador, apenas R$ 1.600,00 estarão isentos de tributos. Em cima dos outros R$ 3.400,00, podem incidir impostos de até 27,50%. O trecho da Lei que aborda o tema está no Art. 14º da Lei Complementar Nº123, de 14 de dezembro de 2006. Quais os documentos necessários para abrir uma empresa? Basicamente, você precisará do comprovante da propriedade do endereço/contrato de aluguel e da cópia do último IPTU, isso com relação ao local que será a sede da empresa. Já sobre você e seus possíveis sócios, será necessário RG e CPF ou CNH, comprovante de endereço, se casado(a), certidão de casamento, número de entrega do recibo do último IRPF. Além desses documentos, será preciso identificar o tipo de negócio da empresa e estimar um faturamento para o primeiro ano. E se um estrangeiro quiser abrir uma empresa no Brasil? As facilidades cada vez maiores para abrir empresa no Brasil, as ideias de empreendedorismo sempre latentes e o processo constante de globalização e velocidade de informações fazem com que a busca por esse tema esteja cada vez mais presente no dia a dia do mundo empresarial. Você sabe o que um estrangeiro precisa para abrir empresa no Brasil? Veja quais são os documentos necessários: • Visto de residente no Brasil • RNE – Registro Nacional de Estrangeiros (válida) • CPF (Cadastro de Pessoas Físicas) • Comprovante de Endereço Quanto custa para abrir uma empresa? A resposta não é exata. O quanto custa varia muito de acordo com o tipo de empresa, a complexidade, a cidade, entre outras variáveis. Existem algumas taxas fixas, como DARE (Documento de Arrecadação de Receitas Estaduais), DARF (Documento de Arrecadação de Receitas Federais), Junta Comercial, Certificado Digital e honorários da contabilidade, que é uma exigência para se manter uma empresa. No Estado de São Paulo, por exemplo, a soma dessas taxas fica em até R$ 1.000,00 dependendo do tipo de empresa que será aberta – Sociedade, EIRELI ou Empresário Individual. Gostou? Então acompanhe a gente nas redes Sociais. Na próxima semana explicaremos como é o Processo de Abertura de uma Empresa. Curta nossa página no Facebook e fique ligado nas nossas publicações. —————————————————————————————————————————– A Solvção está à disposição para ajudá-lo a esclarecer suas dúvidas sobre abertura de empresa e contabilidade, é só entrar em contato com a gente pelo telefone 11 4858-4085 ou WhatsApp 11 95050-1217 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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foco de cima de uma mesa, onde podemos ver um notebook fechado e uma pessoa segurando um caderno e uma caneta. No caderno temos desenhos de empresas, edifícios, etc. dando alusão à abertura de empresas.

4 problemas que você pode enfrentar para abrir sua empresa

Atualizado em 02/05/2023 A decisão de abrir uma empresa, ter um negócio para chamar de seu, é por si só muito difícil. Seja do ponto de vista de mudança de rotina para quem sempre trabalhou com horário fixo e metas definidas por superiores, ou para aqueles que nunca desempenharam atividades laborais – todos estão começando a vida produtiva e já serão os próprios “chefes”. No Brasil, a burocracia ainda é um entrave para a abertura de empresas, mas está longe de ser o único. Vamos a uma lista de 4 problemas que você pode enfrentar para abrir seu negócio! 1. Falta de documentação Se o negócio será uma empresa comercial, uma indústria ou uma prestação de serviços, a documentação vai variar. Desde a escolha do nome, do local para instalar a sede, do investimento inicial até os sócios e o tipo empresarial, tudo deve ser pensado pelo futuro empreendedor antes de ser dado pontapé inicial. Como o dono não precisa dominar todos os processos, o ideal é buscar ajuda profissional para abreviar e agilizar os procedimentos. 2. Excesso de burocracia Quando se inicia um negócio, um contador é peça-chave para o seu crescimento. Alguns empreendedores buscam essa ajuda bem antes das empresas entrarem em funcionamento. Um contador e um advogado são cruciais para que menos tempo seja perdido neste processo. Assim, o negócio pode gerar resultados o quanto antes. Licenças de agências reguladoras, do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar, podem ser necessárias, dependendo do tipo de empresa que deseja iniciar. Por isso, estes profissionais podem te orientar sobre a necessidade de obtenção destas e de outras eventuais licenças e autorizações. 3. Falta de planejamento É comum uma pessoa pensar em abrir uma ou mais empresas com economias de uma vida toda ou com dinheiro obtido por meio de empréstimo bancário. Um Plano de Negócios é algo crucial para um empreendimento, qualquer que seja a sua área de atuação. Nesse planejamento, constam todos os detalhes, desde os produtos ou serviços até procedimentos relacionados à expansão das atividades. Ele permite que o negócio seja pensado para crescer e não apenas para ser mais uma no oceano de empresas que já existem. 4. Falta de pessoal qualificado nas empresas Esse é um problema grave para qualquer negócio. Quando se pensa em abrir uma empresa, espera-se que ela prospere, ganhe mercados e atravesse fronteiras. Mas de nada adianta ter um bom Plano de Negócios, um bom contador, um bom advogado e um negócio bem desenhado se você não consegue encontrar pessoal suficiente para fazer com que ele prospere. Quanto maior for o nível de complexidade do negócio, maior será a necessidade de pesquisa junto a empresas de recursos humanos para a escolha mais adequada dos funcionários certos. Abrir uma empresa no Brasil não é uma tarefa muito fácil, mas está longe de ser impossível. Há vários projetos que pretendem simplificar os procedimentos para abertura de empresas. Espera-se que em breve isso já não seja um dos principais entraves para quem quer ter o negócio próprio. ——————————————————————————————————— A Solvção está à disposição para ajudá-lo a esclarecer suas dúvidas sobre abertura de empresa e contabilidade, é só entrar em contato com a gente pelo telefone 11 4858-4085 ou WhatsApp 11 95050-1217 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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Por que escolher a Contabilidade Digital ao invés da Online ou Tradicional?

Atualizado em 27/02/2023 Com o avanço tecnológico, vários setores da economia passaram por mudanças. Foram implementadas estratégias e ferramentas para simplificar e aumentar a qualidade dos serviços prestados. No campo da Contabilidade não foi diferente. Por esse motivo, nos últimos anos vimos surgir os serviços de contabilidade prestados a distância, sem que empresa e contador estejam localizados na mesma cidade. Antes o único tipo de contabilidade era conceituado como tradicional, que englobava reuniões presenciais, office-boys para coletar documentos, numerosos contatos telefônicos, visita do contador e sua equipe na empresa do cliente rotineiramente, etc. Com a alta demanda por mudanças, surgem mais dois conceitos: online e digital. Apesar dos termos parecidos, tais modelos são bastante distintos. A grande questão é: qual a diferença entre esses serviços? Vem com a gente que vamos te explicar! Contabilidade Tradicional A contabilidade tradicional preza por atendimento e prestação de serviços de forma presencial, geralmente executa as atividades do dia a dia por meio de processos pouco automatizados, com pouca adesão de ferramentas tecnológicas e grande trânsito. Contato Direto – Embora muitas demandas possam ser resolvidas pela internet, o contato humano ainda é fundamental para diversas atividades. Entre os pontos que o tornam tão importante, podemos citar a confiança. Comodidade –  Embora tecnologias como o armazenamento em nuvem, meios de comunicação digital, e-mails e aplicativos tornem o armazenamento e a troca de informações mais simples, elas podem ser complexas e até não confiáveis para gestores. Serviço personalizado e especializado – Um contador especializado é capaz de identificar as necessidades no atendimento de determinados tipos de empresas, o que lhes permite prestar um serviço ainda mais alinhado às necessidades do negócio. Contabilidade Online A comunicação entre contadores e clientes acontece por meio de uma plataforma digital. O cliente geralmente não tem acesso a suportes telefônicos e na maioria dos casos, não há contato direto com o responsável contábil, bem como com os demais colaboradores envolvidos no atendimento. Quem decide se há ou não a necessidade de contato telefônico nesse modelo é a empresa contábil e não o cliente. Apesar da imensa burocracia que existe no Brasil, todos nós sabemos que não basta cumpri-las para atingir sucesso nos negócios. No modelo online, não há contribuições envolvendo a gestão, as finanças, dentre outras áreas de suma importância. O empresário está “sozinho” e os departamentos do escritório contábil não trabalham como uma extensão da empresa do cliente. Geralmente é a própria empresa contratante que se responsabiliza pela execução das diversas atividades. Por isso em muitos casos, o preço da contabilidade online é inferior, o que faz com que ela também seja conhecida como “econômica”. No entanto, o empreendedor pode sair perdendo, já que as horas gastas para realizar as tarefas provavelmente custam mais que o valor economizado anteriormente. A contabilidade online também possui uma limitação por atender apenas empresas de serviço e comércio, que praticam apenas as operações fiscais mais simples. Caso haja alguma urgência (e todo empresário sabe que elas existem), só há uma coisa a fazer: aguardar em uma (longa) fila de atendimento ou tentar a sorte no Reclame Aqui. Contabilidade Digital A Contabilidade Digital apareceu recentemente no mercado. Podemos dizer que trata-se de uma espécie de resposta dada pelos escritórios de contabilidade tradicionais para as empresas que atuam apenas de forma online. Esse modelo não concorre com preço. Entretanto, para gerar valor aos serviços, integrou novas tecnologias e práticas, ganhando eficiência e se caracterizando pela busca de desenvolvimento da relação com seus clientes. A intenção é aprimorar a eficácia dos resultados, resolver questões burocráticas corretamente e trabalhar de forma consultiva e próxima ao contratante do serviço. A contabilidade digital utiliza ferramentas inovadoras para tornar a atividade mais produtiva e aprimorar a oferta dos serviços contábeis, portanto, deve ser vista como uma oportunidade e não ameaça. A distância funciona? Com os diversos sistemas que possibilitam a integração da gestão contábil, poder contar com todos os serviços contábeis vindos de um escritório de qualquer localidade se tornou simples. Nós da Solvção temos total condição de oferecer todas as vantagens da Contabilidade Digital, somadas ao atendimento da contabilidade tradicional! Confira abaixo. Proximidade com a equipe e com o contador Somos capazes de oferecer uma interação entre empresa e contador, fato que não ocorre quando a Contabilidade Digital e Tradicional estão isoladas. Isso porque ela é capaz de unir os pontos positivos das duas modalidades, criando um atendimento muito mais completo. Neste modelo de negócios, não deixamos de oferecer novas formas de contato, ou seja, o empresário consegue facilmente falar com um contador sempre que tiver alguma dúvida. Integração entre o escritório e a empresa via ERP A troca de informações entre a empresa e o escritório de contabilidade é mais ágil e segura. Isso porque ela trabalha com a integração entre o ERP da empresa e o sistema utilizado pelo escritório. Graças a essa facilidade, o contador pode acessar, em tempo real, as informações que precisa para executar suas tarefas. Ressaltamos que essa comodidade não elimina o contato entre o contador e empresa; apenas permite que o profissional gaste menos tempo com deslocamento quando não for necessário, de modo que ele possa se concentrar em outras questões. Redução de custos para o cliente A redução de custos da operação torna o serviço contábil mais acessível financeiramente para o empresário. Além disso, a redução no uso de papéis permite que o cliente gaste menos com a impressão e armazenamento de documentos, refletindo de modo positivo em seu orçamento. Contando com os serviços da Solvção, a empresa contrata serviços eficazes graças ao uso de tecnologias e não perde o contato com os responsáveis pelo atendimento à sua empresa, já que essa relação é fundamental alinhar o trabalho às demandas de cada negócio. Se você é MEI ou tem uma empresa, experimente mudar para a Contabilidade Digital.A Solvção está à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas sobre contabilidade! É só entrar em contato com a gente pelo telefone 11 4858-4085 ou WhatsApp 11 95050-1217 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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Temos 5 dicas para reduzir o pagamento de impostos como PJ

Atualizado em 22/02/2023 Uma das grandes preocupações de prestadores de serviço é como conseguir pagar menos impostos sendo PJ. Afinal, os tributos estão entre os grandes custos do trabalho desse profissional. Além dos gastos normais com materiais (quando existem), marketing para captação de clientes e outros, um PJ ainda precisa pagar impostos do próprio bolso, o que reduz os seus ganhos. Mas é possível pagar menos impostos sendo PJ? Dá para organizar a sua vida contábil de modo a aproveitar a liberdade e autonomia de ser um profissional liberal sem pagar muito por isso? Claro que sim! Se você quer saber como, confira as 5 dicas que listamos para ajudar você. 1. Escolha o Enquadramento Tributário correto Você sabia que grande parte dos profissionais liberais paga mais impostos do que deveria originalmente? Parte desse problema está no regime tributário escolhido pelo profissional. Ao todo, existem três principais enquadramentos tributários para escolher: o Simples Nacional, o Lucro Real e o Lucro Presumido. Além deles, ainda existe o Inova Simples para startups e o MEI para Microempreendedores Individuais. O problema do MEI para profissionais liberais é que nem todas as profissões se encaixam nos seus requisitos e o limite de faturamento anual (R$81.000,00 por ano) é baixo demais. Dentre os três principais enquadramentos, existem diferenças de impostos pagos e alíquotas. Para muitos profissionais o Simples Nacional, por exemplo, é uma ótima opção. No entanto, para outros o Lucro Presumido ou Real é a alternativa com menos gastos. Por isso é importante analisar cada caso antes de tomar a sua decisão. 2. Estabeleça um Planejamento Tributário Parte dos gastos tributários de um profissional liberal são gerados por multas ao não pagar os impostos em dia. Isso encarece ainda mais a sua atuação profissional. No pior dos casos, a Receita Federal pode interpretar os atrasos e falhas como sonegação fiscal, o que gera consequências ainda piores. Por isso, é essencial acompanhar a agenda tributária para garantir que você terá um planejamento tributário adequado para não perder nenhuma data. 3. Analise possíveis Incentivos Fiscais na sua área Um dos mecanismos de políticas públicas para o desenvolvimento de áreas e segmentos econômicos na sociedade é a liberação de incentivos fiscais. Por exemplo, a Zona Franca de Manaus conta com incentivos fiscais, além de uma infraestrutura já em ordem, para estimular a implementação de operações fabris de alta tecnologia na região. Enquanto isso, cidades, regiões e estados podem estabelecer outros incentivos fiscais para estimular o empreendedorismo em seus domínios,  podendo ajudar você a pagar menos impostos sendo PJ. No entanto, esses incentivos quase nunca são “automáticos, ou seja: eles não aparecem sem que você faça nada. É necessário pesquisar a existência dos descontos para aplicá-los em sua vida contábil, especialmente porque a maioria exige algum tipo de adaptação ou documentação. Por isso, analise a possibilidade de encontrar incentivos fiscais na sua área de atuação ou na sua cidade para economizar no gasto com tributos. 4. Troque o Pró-Labore pelos Lucros e Dividendos Se você já pesquisou um pouco sobre o básico de administração e contabilidade, sabe que existe o pró-labore como ferramenta para que você ganhe um “salário” da sua atuação profissional. O pró-labore é uma ferramenta muito interessante para ajudar a diferenciar as contas da sua atuação como profissional liberal (que é uma empresa) e as suas contas pessoais como o seu aluguel e coisas do tipo. No entanto, o pró-labore pode gerar um desconto tributário de até 48% do seu valor por causa dos impostos presentes nele. Enquanto isso, a sua remuneração em distribuição de lucros é isenta de imposto de renda, o que a torna mais vantajosa. 5. Contrate uma Consultoria de Contabilidade Uma dica importante para que você possa pagar menos impostos sendo PJ é contratar uma consultoria de contabilidade para auxiliar na sua atuação. Além de tirar dúvidas e ajudar a cumprir os seus compromissos contábeis, a consultoria trabalha pró-ativamente para diminuir a carga de impostos que você tem que pagar, de modo a tornar a sua atividade profissional mais leve. Para completar, além de economizar com os impostos, a consultoria ainda aumenta a sua produtividade. Imagine, por exemplo, que você cobra R$50,00 por hora de trabalho e gasta 1 hora por dia para cumprir as suas obrigações contábeis. Em uma semana, são R$250,00 “perdidos” ao cuidar dessas tarefas de contabilidade. Em um mês, são R$1.000,00. Ao contratar uma consultoria, você fica livre para ocupar essas horas com clientes, gerando uma renda extra que compensa o pagamento da consultoria. Por isso, pode contar com a gente!!! _____________________________________________________ Se você é MEI ou tem uma empresa, experimente mudar para a Contabilidade Digital Consultiva.A Solvção está à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas sobre contabilidade, é só entrar em contato com a gente: pelo telefone 11 4858-4085 ou WhatsApp 11 95050-1217 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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O que é o PRÓ-LABORE e qual sua importância?

Atualizado em 13/02/2023 O Pró-Labore é como se fosse um “salário” para o sócio de uma empresa. É muito importante para a organização de um negócio e tem inúmeras funções. O termo Pró-labore significa “pelo trabalho”. É uma expressão em latim, utilizada para resumir a ideia de uma retirada mensal do sócio de uma empresa para pagar seus serviços como administrador. Apesar de muitos empresários deixarem de retirar o pró-labore de maneira contínua e também confundir com a distribuição de lucros, ele possui suas próprias características.  São dois conceitos diferentes e em empresas que estão começando, é normal haver essa dúvida. Porém, ela pode causar grandes danos, visto que a distribuição de lucros não tem incidência de impostos, diferente do pró-labore. Se todo o lucro for utilizado sem a realização de um pró-labore, o fisco entenderá que aquele lucro é o pró-labore total e todos os impostos incidentes em relação a ele serão cobrados com juros e multa.  Para simplificar: • O pró-labore não é o lucro da empresa, é um valor pago mensalmente ao sócio ou dono desse negócio e deve ser obrigatório. Seu valor mínimo é de um salário mínimo vigente e seu valor máximo não tem teto estipulado;  • Ele deve ser feito mensalmente e com um valor fixo (Vamos explicar quais são os valores incidentes no pró-labore para que você entenda melhor como é feita sua emissão); • O lucro é o que sobra depois de pagar o pró-labore e todos os outros gastos da empresa. Pode ser transferido para a pessoa física no fim do ano, quando é feito o balanço geral do negócio – também pode ser antecipado, desde que a empresa esteja com a contabilidade em dia; • O lucro não tem incidência de impostos, afinal, você já pagou tudo que devia ao fisco durante aquele ano. Logo, ele difere muito do pró-labore, que, por sua vez, possui impostos para ser transferido para a pessoa física. Com isso, entendemos que pró-labore é uma coisa e o lucro da sua empresa é outra totalmente diferente. O que muitos empresários fazem é colocar um pró-labore menor, para que o lucro seja maior e a incidência de impostos não seja tão grande. Essa é uma boa estratégia, mas requer muito planejamento e uma contabilidade totalmente organizada. Quais são os impostos incidentes na emissão do pró-labore? O “salário” pago ao dono ou sócio de uma empresa não é exatamente um salário formal, logo, não há direitos trabalhistas inclusos. De qualquer forma, é preciso pagar alguns impostos, como: – Para empresas do Simples Nacional não há contribuição patronal, porém, o sócio deve pagar o imposto retido na fonte de 11% de INSS e IR. – Para empresas do Lucro Presumido, há incidência de 20% que a própria empresa paga de encargos sociais e o sócio tem retido na fonte o valor bruto de 11% de INSS e IR.  – Os custos para a empresa do Simples Nacional são nulos, enquanto as empresas com Lucro Presumido pagam um valor de 20% na emissão desse pró-labore. Então, é essencial procurar seu contador para que ele analise o seu Regime Tributário. O pró-labore vale como comprovante de renda? Se você é dono de uma empresa, pode já ter se deparado com a seguinte situação: ao tentar comprar ou alugar um imóvel não conseguiu declarar sua renda e teve o pedido negado.  De modo geral, esse é um problema grande que os empresários em início de carreira passam, porém, ele é relativamente fácil de resolver. São duas opções viáveis: 1- Emita o Imposto de Renda como comprovação, embora ele não seja aceito em muitos lugares; 2- Peça para o seu contador providenciar uma declaração de pró-labore, que costuma ser aceita como comprovante de renda em financeiras. Além disso, se você estiver com sua contabilidade em dia, fica mais fácil realizar a comprovação de renda. Vale a pena procurar um contador especializado e conversar com ele sobre suas possibilidades. Finalizando O pró-labore da sua empresa é obrigatório e deve ser emitido todos os meses com as demais declarações obrigatórias. Quando uma empresa está iniciando, é fundamental procurar um contador para que seja possível analisar todos os seus processos. Lembre-se: ao não emitir o pró-labore, todo o seu lucro será considerado e os impostos serão cobrados sobre ele. Peça ajuda a um contador! Se você é MEI ou tem uma empresa, experimente mudar para a Contabilidade Digital.A Solvção está à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas sobre contabilidade, é só entrar em contato com a gente pelo telefone 11 4858-4085 ou WhatsApp 11 95050-1217 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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Você sabia que a Contribuição Previdenciária como MEI não dá direito a aposentadoria por tempo de contribuição?

Atualizado em 06/02/2023 É extremamente normal que alguns segurados questionem a negação da aposentadoria por parte do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), mesmo tendo cumprido o requisito do tempo necessário para adquirir o benefício.  No entanto, também é preciso se atentar quanto ao extrato de contribuições por meio do Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS) do cliente, no qual é possível identificar que as últimas contribuições realizadas foram como MEI. Muitos contribuintes costumam recorrer a este modelo de contribuição, por ela ser “mais barata” em alguns casos. Mas é como diz o ditado: “o barato sai caro”! Isso porque em regra, a contribuição feita como MEI dá direito apenas a aposentadoria por idade, bem como a benefícios por incapacidade, ambos no valor de um salário mínimo vigente.  Assim, para adquirir o direito à aposentadoria por tempo de contribuição é necessário complementar a contribuição como MEI. MEI O trabalhador autônomo que deseja formalizar a situação, pode optar por se tornar um Microempreendedor Individual (MEI), modalidade criada justamente para casos como esse.  Entre as várias vantagens do MEI está a possibilidade de realizar contribuições junto ao INSS. Contudo, o que muitas pessoas não sabem é que a contribuição como MEI dá direito apenas à aposentadoria por idade e benefícios por incapacidade.  Sendo assim, o tempo de contribuição pode ser agregado ao cálculo para a concessão da aposentadoria por idade, bem como para o cumprimento da carência por auxílio-doença, salário-maternidade e aposentadoria por invalidez, desde que sejam devidamente recolhidos.  Para isso, basta seguir a regra básica previdenciária, a qual dispõe que para qualquer tipo de aposentadoria por tempo de contribuição, o segurado precisa ter contribuído por um determinado tempo diante do percentual de 20% entre o salário mínimo e o teto previdenciário.  No entanto, quando o segurado se oficializa como MEI e opta por realizar as contribuições perante este regime empresarial, ele poderá escolher entre duas alternativas, onde na primeira não terá a aposentadoria por tempo de contribuição, e a segunda o valor máximo dos benefícios previdenciários obtidos não poderão ultrapassar a marca de um salário mínimo vigente.  O que fazer? Para obter mais vantagens como MEI, é possível complementar a contribuição, atitude que pode ser feita mediante o pagamento da Guia da Previdência Social (GPS) através do código 1910 (complementação mensal), permitindo o acréscimo de qualquer valor. Observa-se que, o valor da contribuição deve ser equivalente ao faturamento para não ter problemas fiscais. Sendo assim, caso o MEI queira pagar pelo teto, basta calcular 20% sobre o teto previdenciário da época que está realizando a contribuição e então subtrair 5% do salário mínimo que já está sendo pago pela GFIP do MEI. ______________________________________________________________________________ Se você é MEI ou tem uma empresa, experimente mudar para a Contabilidade Consultiva.A Solvção está à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas. Entre em contato com a gente pelo telefone 11 4858-4085 ou WhatsApp 11 95050-1217 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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Já pensou que enquanto você assiste a um bom filme pode estar aprendendo sobre finanças pessoais? Temos 10 dicas de filmes pra você!

A educação financeira é cada vez mais necessária no mundo atual. Com contas fixas e variáveis a pagar, compra de produtos de primeira necessidade, poupança para atingir objetivos e investimentos que fazem o dinheiro crescer, as finanças pessoais precisam de uma atenção especial de cada um para gerir seus dividendos da melhor forma possível. Por isso, selecionamos dez filmes que trazem muitas lições sobre a forma de lidar com a renda pessoal para você assistir no final de semana. Confira: Os delírios de consumo de Becky Bloom Rebecca Bloom é uma repórter que mora em Nova York e tem o sonho de trabalhar para uma renomada revista de moda. Enquanto não consegue alcançar seu sonho, ela escreve artigos sobre finanças pessoais numa revista financeira. Sua coluna faz sucesso, mas a verdade é que sua vida financeira é um caos. Ela faz o oposto do que escreve para os leitores, pois é uma compradora compulsiva, que vive fugindo dos cobradores e de suas dívidas acumuladas no cartão de crédito. É uma comédia romântica que retrata os problemas do consumo desenfreado, da importância de saber diferenciar se você quer algo por puro desejo ou se realmente precisa disso, e de como é importante fazermos um planejamento financeiro pessoal para não ficarmos com várias dívidas e sempre no vermelho. As loucuras de Dick e Jane Dick (Jim Carrey) e Jane viviam uma vida de luxo até que Dick é demitido do emprego. As dívidas começam a se acumular e para manter o estilo de vida confortável que tinham, o casal comete várias loucuras, inclusive roubar bancos. O filme promete boas risadas e também desperta reflexões sobre como é importante administrarmos melhor as finanças pessoais, termos uma reserva de dinheiro para imprevistos e se realmente precisamos de muito dinheiro e bens materiais para sermos felizes. Até que a Sorte nos Separe A vida nem sempre é feita de bons momentos, mas um bom momento muda completamente a família de Tino (Leandro Hassum). Tino e Jane (Danielle Winits) ganham na loteria, mas deixam o poder do dinheiro os levarem à falência. O grande prêmio é gasto em festas, viagens, compras com muita ostentação e, ao se verem “quebrados”, o casal conta com a ajuda do vizinho, que é consultor de Finanças, para se reestruturar financeiramente. O Lobo de Wall Street Jordan Belfort era um consultor em uma corretora de Wall Street, porém, na mesma época em que foi contratado, a bolsa de valores despencou drasticamente e ele perdeu o emprego. Jordan (Leonardo Dicaprio), então, começa a trabalhar em uma empresa pequena, com ações de baixo valor. Nessa situação, acontece uma grande sacada: Belfort abre uma empresa no segmento de vendas, em que as ações de baixo valor tiveram um retorno altíssimo para ele e seus consultores, e passa a ter uma vida de “rei”. O filme é baseado em uma história real. Você vai aprender sobre finanças e negócios. A negociação Robert Miller (Richard Gere) é um magnata da bolsa de valores que deseja vender sua empresa milionária rapidamente para esconder fraudes realizadas por ele. Às vésperas de vender a empresa para um grande banco, Robert sofre um acidente causando a morte de uma pessoa. Para esconder sua responsabilidade, ele abandona o local do acidente. Só que o investigador do caso não medirá esforços para descobrir o culpado do acidente e colocar os planos de Robert abaixo. O filme mostra que imprevistos podem acontecer a qualquer momento e como problemas financeiros e de corrupção afetam os negócios e também a vida pessoal. À Procura da Felicidade Indicado ao Oscar, o drama À procura da Felicidade é estrelado por Will Smith, e retrata a história de um pai solteiro que batalha para uma vida digna para seu filho Christopher (Jaden Smith), de 5 anos. Chris Gardner (Will Smith) investiu seu dinheiro em um negócio que não deu certo e, por causa disso, passou por diversos problemas financeiros e dificuldades que levaram ao término do seu casamento. Então, motivado pelo sonho de construir uma vida melhor para o filho, ele inicia sua carreira em um estágio não remunerado numa corretora de ações e passa por uma grande mudança graças a sua persistência a situações financeiras tão adversas. Trabalho Interno Trabalho interno é um documentário de Charles Ferguson sobre o desenvolvimento da crise financeira global de 2007 e 2008 e que custou ao mundo um prejuízo de 20 trilhões de dólares.O filme retrata como as mudanças no ambiente político ajudaram a criar uma crise financeira. O Homem que Mudou o Jogo Billy Beane (Brad Pitt), gerente do time de baseball Oakland Athletics, junto com Peter Brand (Jonah Hill), tem uma grande sacada ao desenvolver um programa de estatísticas para o clube com pouquíssimo dinheiro. A ideia levou o time à primeira liga dos esportes nos anos 80 e trouxe uma grande chance econômica para a dupla, que usou de uma boa ideia para colher bons frutos em meio às dificuldades. Grande Demais para Quebrar Richard Fuld é um banqueiro que tem a missão de salvar o Lehman Brothers, em um curto período de tempo. Em conversas com grandes personalidades do mercado financeiro, Fuld entende que uma boa solução pode ser uma iniciativa privada de banqueiros investidores e também de grandes membros do congresso para preservar a empresa sediada no coração de Nova York. A Grande Aposta Em “A Grande Aposta”, Michael Burry, que é dono de uma empresa de médio porte, decide investir uma grande quantia em uma aposta no mercado imobiliário prestes a quebrar nos EUA. Ao perceber os investimentos, Jared Vennett (Ryan Gosling) encontra uma oportunidade e passa a oferecer esse tipo de investimento aos seus clientes. Um guru, interpretado por Brad Pitt, ajuda uma dupla de iniciantes na bolsa de valores. A Solvção está à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas na área de contabilidade, é só entrar em contato com a gente pelo telefone 11 4858-4085 ou WhatsApp 11 95050-1217 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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Reforma trabalhista. Fique por dentro das mudanças!

A reforma trabalhista trouxe várias mudanças para os trabalhadores da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), ao mesmo tempo, é fundamental que as determinações sejam seguidas para evitar multas, pois oneram muito a operação. A seguir vamos conferir seis principais mudanças, que estão presentes: 1 – Flexibilização da jornada de trabalho Essa pode ser flexibilizada entre empregador/empregado. Sendo assim, o limite máximo é de 10 horas diárias e dá para compensá-las ao final do mês. A jornada de 12 horas é possível, porém é primordial que o descanso seja de 36 horas ininterruptas. 2- Modificações no regime de trabalho remoto (Home office) Esse tipo de modalidade deve ser expresso no contrato de trabalho e é preciso que esteja detalhado no documento. Em seguida, torna-se necessário citar o responsável pelos custos inerentes à função em home office.  Vale lembrar que o trabalho pode ser por tarefa, ou seja, elimina a necessidade de pagar horas extras. Lembre-se: não considerar as horas extras é importante para evitar o pagamento de valores adicionais por falta de atenção nisso.  3- Mão-de-obra poderá ser terceirizada com a reforma trabalhista Certamente que essa é uma das mudanças mais controversas e permite terceirizar qualquer setor da empresa. Assim, o trabalhador formal não pode ser demitido e contratado como terceirizado por prazo menor do que 18 meses. A atividade-fim também pode ser terceirizada e inclui, também, a contábil e traz alguns benefícios para o empregador. Por exemplo: maior qualidade de trabalho, profissionais com maior expertise e mais segurança para o trabalho.  4- Compensar as horas do banco A realidade mudou e a reforma trabalhista fez com que a compensação no banco de horas acontecesse no prazo máximo de seis meses, ou seja, o empregador deve pagar como hora extra, caso não tenha compensado.  5- Alterações no tempo de descanso são possíveis com a reforma trabalhista Os empregadores poderão negociar com os empregados, quais serão os intervalos para descanso, porém é preciso respeitar os trinta minutos. Portanto, é possível que os líderes alterem os dias de feriados, segundo o acordo entre as partes. 6- Mudança nas condições de trabalho para as gestantes  Se os médicos liberarem o trabalhado, as gestantes poderão trabalhar sob condições insalubres mas será preciso que sejam de grau mínimo. Do mesmo modo, se gerar algum risco à saúde da colaboradora e do bebê, é preciso apresentar um laudo. Quando o local de trabalho apresentar muita insalubridade, o empregador deverá transferi-la para outro departamento salubre. Caso não aconteça, a empregada deve ser afastada e esse fato não muda os 120 dias de licença maternidade.  A Solvção está à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas, é só entrar em contato com a gente pelo telefone 11 4858-4085 ou WhatsApp 11 95050-1217 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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Você se considera um Profissional Criativo?

Atualizado em 30/01/2023 A criatividade está em todos nós, mesmo que em níveis diferentes, pois é uma competência natural do ser humano. Trata-se de uma capacidade muito útil, pois em tempos de crise pode trazer um grande retorno para o profissional autônomo que pratica o empreendedorismo. Que tal entender um pouco mais sobre a importância dela no dia a dia? Continue a leitura e descubra! Qual é a importância da criatividade profissional? Ela pode ser um grande diferencial para os profissionais autônomos conseguirem ter uma perspectiva diferente sobre o negócio. Muitas vezes, momentos de crise fazem com que a desmotivação cresça em cada um de nós. No entanto, utilizar essa desvantagem para enxergar novas oportunidades é um trabalho que demanda muita criatividade e inovação. Mesmo que não exista uma maneira específica de usar sua criatividade em um determinado momento, existem formas de exercitar essa competência constantemente. Desse modo, quanto mais puder colocar a habilidade em prática, mais fácil será o processo criativo em diversas situações, incluindo a prestação dos seus serviços. Por que a criatividade é necessária em tempos de crise? Em momentos de incertezas, nos vemos desafiados a garantir uma fonte de renda para manter o nosso padrão de vida. A criatividade em tempos de crise fará com que você enxergue possibilidades para conseguir tirar proveito da situação, por mais adversa que ela pareça. Pode não parecer verdade, mas, para o cliente, quanto mais diferenciado for o atendimento do profissional, mais vontade ele terá de fechar o serviço. Portanto, aposte na personalização de seu trabalho e ofereça o melhor de si, sempre. Como fazer isso na prática? Por mais que não exista um guia de como ativar a criatividade nos momentos que mais necessitamos, é possível aprimorar o que fazemos com alguns novos hábitos. Para oferecer um atendimento exclusivo a cada cliente, é preciso aproveitar muito bem a criatividade. Com poucos passos já é possível criar novos pontos de vista e aplicar estratégias diferenciadas na prestação de seu serviço. Veja a seguir as dicas que preparamos para você. Reinvente-se A pandemia afetou o mundo todo e, principalmente, o mercado de trabalho. Muitas pessoas perderam os seus empregos: só no Brasil já foram 7,8 milhões de postos de trabalho aniquilados. Isso fez com que as pessoas adotassem outras alternativas para gerar renda. Vendo esse cenário, é importante que você se reinvente durante a crise, de forma que não seja afetado em grandes proporções. Busque alternativas para oferecer o seu serviço, mude sua rotina, seja criativo e permita-se trocar alguns hábitos. Mantenha-se ativo Com tantas preocupações diárias, é importante tirar um momento para si. Sempre que você se sentir preso, com dificuldade para ter foco ou para pensar em novas oportunidades, mude de ambiente. Sair do escritório ou de qualquer espaço fechado para tomar um sol é um bom começo. Assim, é possível sentir um pouco de ar livre para ajudar a sua mente a voltar a trabalhar de forma criativa. Também vale fazer alguns alongamentos, meditar ou somente levantar e se movimentar para ter um melhor rendimento. Crie uma estratégia Você pode estar muito decidido a fazer acontecer, mas para isso, é necessário um planejamento que terdirecione pelo melhor caminho. Criar uma estratégia é uma forma de se manter motivado a estabelecer objetivos de curto, médio e longo prazo. Por isso, uma vez que sentir vontade de começar, coloque no papel qual será o processo estratégico para conseguir atingir o seu objetivo. Observe a concorrência Sabia que olhar os seus concorrentes pode gerar bons resultados para o seu negócio? Mesmo que você seja um profissional do setor de reformas, por exemplo, observar como os profissionais de outros setores interagem com os clientes ajuda a trazer novas ideias e vantagens para o seu próprio serviço. Não sinta receio em fazer comparações com outros profissionais autônomos. Analise o que eles fazem bem e use como referência para se tornar um profissional com mais habilidades. Valorize seus parceiros Por mais que você queira trabalhar utilizando sua criatividade para buscar soluções, não precisa fazer isso sem ajuda. A busca por parceiros que o ajudem no desenvolvimento dessas soluções também é importante. De uma pequena conversa com amigos ou pessoas de sua área podem sair muitas ideias! Assim, quando você já tiver suas ideias prontas para execução, não esqueça de desenhar estratégias para manter um controle e definir seus objetivos. Dessa forma, futuramente poderá analisar com mais clareza o retorno que teve do seu trabalho. A partir de agora, use a sua criatividade em tempos de crise e melhore constantemente sua prestação de serviços. Lembre-se de que o melhor profissional é aquele que está constantemente buscando aprimoramento. A Solvção está à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas, é só entrar em contato com a gente pelo telefone 11 4858-4085 ou WhatsApp 11 95050-1217 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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Você tem um Pequeno Negócio? Aprenda a separar CPF de CNPJ.

Atualizado em 23/01/2023 Por vocação ou necessidade, o número de pessoas donas do próprio negócio disparou. E infelizmente, metade destas novas empresas não terá vida longa. Em torno de 25% devem fechar as portas antes de completar dois anos, apontam estudos do Sebrae. O motivo? Em parte, por terem que quitar dívidas que não são delas. Mesmo o MEI (Microempreendedor Individual) deve separar as receitas e despesas da empresa das contas que a pessoa física tem que pagar. Essa confusão nos números acaba sacrificando o caixa da empresa em benefício do dono. E muitas vezes, quando o empreendedor percebe o quanto isso é prejudicial, já é tarde demais. Os micro e pequenos negócios representam praticamente 90% dos empreendimentos do país. Muitos deles perderam o emprego na pandemia e empreender foi a única opção. A maioria tem boa qualificação profissional, mas pouco conhecimento em gestão. Estudos revelam que de cada 10 empresas, 4 fecham as portas por falta de planejamento financeiro. E a confusão com os gastos é um dos principais motivos. Muita gente confunde CPF e CNPJ e isso coloca em xeque a saúde financeira da empresa. O erro que a maioria dos pequenos empresários cometem Tem empreendedor que está dentro da empresa, aí chega uma conta de casa – luz, água, ou o colégio do filho – e ele já coloca no caixa, pagando aquela conta como se fosse uma despesa da pessoa jurídica. Isso vai fazer falta logo à frente. A orientação é definir um valor fixo de retirada mensal – o que os contadores chamam de pró-labore. Isso nada mais é do que a remuneração, uma espécie de salário ao dono do negócio pelo tempo e pelo esforço dedicados à empresa. Uma sugestão é verificar o salário médio que os profissionais que fazem o mesmo que você, recebem. Não basta a empresa ser sua que o seu salário será o dobro ou triplo do mercado. Como estipular qual será o salário do dono do negócio Vamos tomar como exemplo um microempreendedor, dono de um salão de beleza. O salário médio de um cabeleireiro hoje é de R$ 2.400,00 na região da capital. O ideal é que o dono do salão deve começar com esse parâmetro e retirar esse valor mensalmente, considerando como sendo seu salário. O lucro, deve ser reinvestido na empresa e garantir um capital de giro, além de fazer um fluxo de caixa. É importante ter conhecimento de todas as receitas e despesas como água, luz, internet, aluguel etc. Com o passar do tempo e a receita aumentando, o valor do pró-labore poderá ser revisto. Mas o que se vê na prática é muita gente limpando o caixa da empresa para fazer a reforma da casa ou comprar um carro novo, no lugar de usar esta verba para expandir o negócio, comprar um equipamento ou investir na divulgação da marca. E aí, sem nenhuma reserva, basta um pequeno imprevisto e a empresa se vê sem dinheiro. Organizar os custos para diminuí-los é fundamental Quem mantém o CNPJ afastado do CPF tem facilidade em dizer se a empresa está dando lucro, qual o valor das sobras e também dos custos de manutenção. E ter isso à mão permite reavaliar suas escolhas e promover mudanças para tornar sua gestão mais eficiente. Quanto você gasta com produtos de limpeza? E com juros? E com as tarifas do banco? Rever custos também envolve a renegociação de dívidas. A pandemia gerou uma quebra brusca na demanda. Muitas empresas viram o faturamento despencar de um mês para o outro e não conseguiram honrar seus compromissos financeiros. Fugir dos credores definitivamente, não é o caminho. O melhor é ter uma conversa franca e honesta, expondo suas dificuldades e solicitando um prazo maior para quitar a dívida. Se necessitar de um empréstimo para manter a empresa funcionando, pesquise! Não assine contrato com o primeiro que lhe oferecer, há várias linhas de crédito disponíveis no mercado, e com juros cada vez menores. Para quem anda meio desmotivado, mais uma vez os números comprovam que a reação econômica já começou. Além disso, há várias oportunidades em meio à crise. Muitas empresas que não vendiam pela internet começaram a vender. Aproveite esta oportunidade para verificar se não tem outros nichos de mercado que você pode explorar. Por fim, ao idealizar um novo negócio, conte com a Solvção para que seja um processo tranquilo e o menos burocrático possível! Estamos à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas, é só entrar em contato com a gente pelo telefone 11 4858-4085 ou WhatsApp 11 95050-1217 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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Fluxo de Caixa: entenda sua importância para manter a saúde da empresa.

Atualizado em 16/01/2023. Para cuidar das finanças da sua empresa, entender o que é fluxo de caixa e como fazer um bom controle é primordial. Um dos principais objetivos de uma empresa é gerar lucro, certo? Sendo assim, de nada adianta montar uma super operação, com estrutura e equipe impecáveis, se a gestão financeira não funcionar como se deve. Pensando nisso, explicamos aqui tudo o que você precisa saber: o que é fluxo de caixa e como fazer na sua organização. Quer saber mais? Confira a seguir! O que é fluxo de caixa? O fluxo de caixa consiste no registro de todas as entradas e saídas de receita no caixa da empresa. É um instrumento de controle financeiro importantíssimo para medir a saúde do negócio e projetar os próximos passos no planejamento estratégico. Para uma boa administração do fluxo de caixa, os registros dos ganhos e despesas precisam ser feitos com disciplina e sem erros. Importância do controle de fluxo de caixa Como dito anteriormente, a principal missão do fluxo de caixa é controlar as entradas e saídas de dinheiro na empresa, registrando recebimentos, pagamentos, lucros e despesas. Entre as vantagens que isso traz, a maior delas é livrar o empreendedor de possíveis enrascadas.  O fluxo de caixa pode, muitas vezes, trazer notícias ruins, pois ajuda a identificar falhas no controle financeiro. No entanto, isso é positivo, porque conhecendo os erros, fica mais fácil elaborar um plano de ação para corrigí-los. Afinal, é impossível resolver um problema enquanto ele permanece desconhecido. O fluxo de caixa também ajuda o empreendedor a não se deslumbrar com picos de vendas sazonais. No natal, por exemplo, os resultados do comércio costumam ser muito maiores do que em outras épocas. Uma boa análise dos relatórios anuais é suficiente para a empresa saber que deve manter os pés no chão na gestão financeira. Como fazer um fluxo de caixa com eficiência Aprender como fazer um fluxo de caixa é uma tarefa que requer disciplina e método. Monte uma equipe de confiança que tenha experiência em lidar com finanças corporativas e forneça a eles as ferramentas adequadas para que o trabalho seja bem executado. Para ter um fluxo de caixa eficiente, é preciso registrar absolutamente todas as entradas e saídas de receita, por menores que sejam. Só assim é possível obter um panorama real das finanças da empresa e evitar divergências nos balancetes finais. Portanto, anote todos os recebimentos, pagamentos, entradas e saídas previstas no período. Além de manter esse controle, é preciso fazer um bom uso dos registros. Não ignore o que os relatórios indicam, confie nos números e utilize os dados obtidos com inteligência. Em pequenas empresas, é comum que o controle do fluxo de caixa seja feito por planilhas. No entanto, o ideal é avançar para o uso de tecnologias de automação, como um sistema de gestão financeira online. A Solvção tem o sistema ideal para sua empresa, fale com a gente. Também é imprescindível manter relatórios periódicos com os dados registrados no fluxo de caixa. Eles podem ser diários, semanais, quinzenais ou mensais, de acordo com a necessidade da empresa em acompanhar as transações.  Seja qual for a frequência, ela é fundamental para que os números sejam apresentados com a maior precisão possível, pois dados desatualizados podem levar a conclusões equivocadas. E, finalmente, a partir dos seus resultados, é possível planejar ações futuras visando o sucesso do negócio e, além de ajudar a fazer correções, projeta ajustes para minimizar perdas e sair do vermelho. O mesmo vale para movimentos de crescimento, planejando investimentos para a expansão do negócio. Não seja dependente dele! Sozinho, ele não oferece respostas conclusivas sobre a realidade financeira do negócio. Ele é apenas uma ferramenta de apoio para as empresas definirem o planejamento com dados mais exatos. Existem vários outros métodos e ferramentas que devem ser usadas para complementar seu controle, como o controle de estoques, o controle analítico de clientes e o controle diário de vendas. Agora que você já sabe o que fluxo de caixa e sua importância, que tal colocar o que aprendeu em prática? Avalie os processos financeiros do seu negócio, e identifique quais dicas deste post podem ser usadas para melhorar os resultados. A Solvção está à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas, é só entrar em contato com a gente pelo telefone 11 4858-4085 ou WhatsApp 11 95050-1217 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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O que são demonstrações contábeis e qual sua importância para a empresa?

As demonstrações contábeis são um conjunto de documentos financeiros que toda empresa societária deve fornecer ao público de interesse, ou seja, acionistas ou sócios. Basicamente, esses materiais devem conter o cenário atual da companhia, como fluxo de caixa entre outras informações financeiras. A lista desses documentos obrigatórios é bastante extensa e exige do setor responsável bastante organização e transparência. As demonstrações contábeis de empresas são compostas por: A lei permite que a empresa que entregar o DMPL, esteja isenta de apresentar o DLPA. Isso porque as informações contidas neste último fazem parte da demonstração das mutações do patrimônio líquido. Conheça os 7 tipos de demonstrações contábeis 1- Balanço Patrimonial Esse documento mostra o cenário atual financeiro da companhia. Apresenta todo o patrimônio que a empresa possui, sejam bens ou dinheiro em caixa, por exemplo. Ou seja, é um item essencial das demonstrações contábeis.  É no Balanço Patrimonial também que estarão as informações sobre os direitos e obrigações da empresa, como valor a pagar para fornecedores e a receber dos clientes. Essa ferramenta não permite, por exemplo, verificar a evolução ou problemas financeiros da empresa, já que não mostra as ações rotineiras, mas sim um cenário estático. 2- Demonstrativo do Resultado do Exercício (DRE) A análise de DRE é um balanço financeiro mais completo, além de ser uma ferramenta simples de ser compreendida nas demonstrações contábeis.  Nele constam todas as movimentações financeiras do fluxo de caixa como: 3- Demonstrações das Mutações do Patrimônio Líquido (DMPL) O DMPL demonstra quais foram as mudanças no patrimônio líquido da empresa, ou seja, o quanto a empresa ganhou ou perdeu de bens durante o período escolhido.  Por meio desse documento, é possível saber se a empresa enriqueceu ou não entre uma avaliação e outra. 4- Demonstrações de Lucros e Prejuízos Acumulados (DLPA) Caso não queira ou não precise fazer o DMPL, a DLPA é um documento mais simples de ser feito e, normalmente, as empresas optam por fazer essa demonstração no final do ano. É ela que mostra no que o lucro líquido da empresa está sendo utilizado. Por exemplo: uma empresa pode utilizar o seu lucro líquido, que é apontado no DRE, para diversas funções, entre elas: 5- Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC) Por meio deste documento será registrada toda a movimentação do caixa da empresa, ou seja, todo o dinheiro que entra ou sai. Nenhum setor financeiro de uma companhia deve atuar sem criar essa demonstração contábil desde o primeiro dia de funcionamento do negócio. 6- Demonstração do Valor Adicionado (DVA) Este documento compila todo o valor monetário conquistado pela empresa durante o período das demonstrações contábeis. É a ferramenta que vai incluir como foram conquistados os lucros da empresa e como foram utilizados naquele exercício específico. 7- Notas Explicativas São explicações sobre os números e dados apresentados em cada ferramenta. Na lei, existem as informações básicas das notas explicativas, mas espera-se que a área financeira esclareça o que os documentos não esclareceram por si só.  Sabemos que as informações podem parecer complexas, assim de início. Mas é para esclarecer suas dúvidas que a SOLVÇÃO está aqui! Tenha suas demonstrações contábeis entregues por profissionais qualificados e especialistas no assunto!! Entre em contato com a gente pelo telefone 11 4858-4085 ou WhatsApp 11 95050-1217 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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Como saber a hora certa de expandir meus negócios?

Essa dúvida é natural, pois expandir o negócio requer muito planejamento e investimento. Ou seja, para não correr o risco de fracassar é importante tomar esta iniciativa no momento certo! Antes de mais nada, sugerimos que você se faça alguns questionamentos: – Extraí o máximo possível da minha empresa no panorama atual? – Já estudei o mercado e realizei análises suficientes que possibilitam a expansão? – Posso garantir a qualidade das minhas entregas mesmo após expandir? – Será possível manter a minha identidade de forma satisfatória, em outras filiais? – Meus clientes vão se adaptar ao novo modelo ou a novos produtos/serviços? – Estou pronto – financeiramente e emocionalmente – para assumir esse risco? Obviamente, isso não significa que se você estiver seguindo todos esses indicadores vai crescer e se tornar uma grande empresa. Mas significa que você está pensando como uma grande empresa e pode crescer se continuar cultivando esse comportamento. A decisão de expandir o negócio é um passo muito importante para a empresa e o empreendedor. A organização deve estar preparada para o crescimento, levando o negócio e os diversos aspectos que o impactam em consideração; Assim como a infraestrutura, local de instalação, processos, logística, equipes e tecnologias. Se a decisão não for tomada de forma correta, as ações de expansão farão com que a sua empresa perca competitividade. Além disso, decisões equivocadas podem reduzir a participação na fatia de mercado na qual a empresa atua. Por isso, a decisão pelo crescimento da empresa deve ser tomada com cautela. Qual o momento certo para expandir? A expansão de uma empresa deve ser realizada através de um planejamento estratégico eficiente para que a ideia de crescimento seja executada com sucesso. Inúmeros detalhes devem ser considerados como um alto nível de investimento, recursos e de tempo. Por isso, é importante estabelecer uma análise estratégica, onde o empreendedor compreenda todos os custos, as demandas de pessoal e infraestrutura, além dos riscos que envolvem o projeto de expansão. Fatores a levar em conta: • Calcular os custos deste crescimento Um projeto de crescimento da empresa envolve riscos. Por isso, o empreendedor precisa compreender quais são os riscos envolvidos. Quando se toma a decisão de fazer a empresa crescer, significa que o empreendedor e seu negócio estão saindo da zona de conforto. Isso tudo envolve novos processos com os quais o empreendedor talvez não tenha conhecimento. Por esta razão, ao decidir pelo crescimento da empresa o empreendedor deve se concentrar em seu objetivo final. • Linha Contábil A oportunidade de decidir quando a empresa deve crescer pode vir de forma inesperada. Esta oportunidade pode chegar através do estabelecimento de uma parceria ou abertura de uma nova unidade. Mas, mesmo que a oferta pareça irrecusável, antes da tomada de decisão o empreendedor terá que avaliar cada passo e planejar as ações. Este processo envolve analisar a saúde financeira da empresa de forma minuciosa. Para isso, é importante contar com a ajuda de um profissional de contabilidade que irá demonstrar os resultados da operação. Assim, será  mais fácil de descobrir os pontos fortes e fracos do negócio. Através desta avaliação, o empreendedor poderá descobrir que sua empresa possui custos operacionais altos. Também conseguirá perceber se há dívidas pendentes, como empréstimos e financiamentos, que podem reduzir seu potencial de investimento. Porém, ainda que hajam questões técnicas, o instinto empreendedor é o que move qualquer empresa. Por isso, confie em sua experiência e nas oportunidades únicas que podem aparecer. • Aumentar a Equipe Durante o processo de expansão, pode surgir a necessidade de aumentar a equipe e investir nos colaboradores que já se encontram na empresa. O primeiro passo deve ser olhar para dentro do negócio e analisar os funcionários que já estão em sua equipe. O empreendedor deve avaliar se os funcionários estão realizando suas funções de forma adequada e eficiente. Se este fator não for analisado de forma correta, a contratação de novos funcionários pode originar novos problemas, pois os processos realizados na empresa não estão bem definidos e firmados. Por isso, é importante mapear os fluxos de trabalho e entender a função de cada um. • Investir em Tecnologia Empreender e inovar tem relação direta com o investimento de tecnologia. Assim, ao decidir quando a empresa deve crescer, o empreendedor também deve pensar em apostar em tecnologia online e offline. A tecnologia pode ajudar de duas formas principais: melhoria de processos e aumento de produtividade. Os softwares e os programas especializados podem ajudar a melhorar o controle de processos e garantir menor desperdício de matéria, menor burocratização e até menos ações dos funcionários na produção. Desta forma, o investimento em tecnologia pode ser útil na otimização do tempo e maior eficiência. Isso resulta em uma tendência no aumento do nível de produção, como também na receita da empresa que pode facilitar outros fatores. • Investir em Publicidade A publicidade pode ser uma ferramenta poderosa para expandir a empresa, pois torna a marca conhecida, além de trazer novos clientes. O investimento em publicidade deve ser tomado com cautela, pois pode representar um alto custo que pode ser substituído por ações menos dispendiosas.  Antes de decidir pelo investimento em publicidade, identifique se sua empresa está pronta para atender a demanda divulgada. Além disso, entenda quais são seus potenciais clientes, os meios que serão usados para atingi-los, quanto está disposto a investir e qual o retorno esperado. Depois de analisar esses fatores, procure profissionais qualificados para realizar o processo ou uma agência de publicidade. • Investir em Marketing Digital  Devido à popularização da internet e outros recursos digitais, o marketing digital tem ganhado espaço em todo o mundo. Um investimento bem-sucedido em estratégia de marketing digital pode implicar em um valor obtido maior do que foi aplicado. Por isso, levando em conta essa lógica, em um cenário de expansão, o marketing digital pode ser um bom investimento para estimular o desempenho de uma empresa. • Saber escolher Linhas de Financiamento Após decidir que a empresa deve crescer, há a decisão de optar qual o melhor tipo

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Por que existem vários tipos de notas fiscais? E quais suas finalidades?

A internet transformou vários padrões e um deles foi nas transações comerciais. Muitas pessoas têm comprado produtos online, levando as empresas a modernizar os seus serviços. Hoje, existem vários tipos de notas fiscais que facilitam as operações de venda no ambiente virtual, que estão ganhando cada vez mais espaço. Em 2008, surgiram várias formas de cupons fiscais, e isso tem dificultado para muita gente. Apenas o MEI (Microempreendedor Individual) não obriga a lançar notas. Além de ser considerada uma atitude ética, a emissão correta do cupom evita a sonegação de impostos, permite o controle de gastos da sua empresa, identifica a quantidade da compra, o tributo a ser pago e facilita a troca de produtos por parte dos consumidores. Pensando nessa importância, neste texto, explicamos quais são os tipos de notas fiscais, a relação deles com o serviço oferecido pela empresa e como a tecnologia ajuda na gestão das notas. Vamos lá? E quais as finalidades das notas fiscais? As notas fiscais são documentos que comprovam a compra e venda de produtos ou serviços. Elas garantem que os impostos sejam recolhidos pelo governo. A seguir, confira a utilidade de cada uma: Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) Usada em transações entre pessoas jurídicas. Pode ser operada nas negociações comerciais de um produto ou serviço e a validação depende da assinatura digital e da autorização da Secretaria de Fazenda de cada Estado. Por meio dessa nota, o fisco consegue arrecadar o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) e o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) Usado para o transporte de cargas. Ele pode ser feito nas rodovias, trens, rios ou por meio de um vôo. Quando for lançar o cupom, preste atenção nas informações do remetente e destinatário. Precisam ser iguais em relação ao que foi informado. Não deixe de conferir dados como o preço da mercadoria e o ICMS que será arrecadado, além do preço e volume do produto. Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e) Trata-se do cupom entregue ao consumidor. Por isso, o documento é muito comum no varejo, em bares, farmácias, restaurantes e outros estabelecimentos. A nota permite que o cliente verifique o que comprou. Nesse cupom aparece o dia que a mercadoria foi comercializada, o horário, as condições de pagamento, a identificação da empresa e a descrição do produto. A NFC-e é impressa no momento da compra para o cliente. Esse papel tem a chave de acesso e o QR Code para que ele cheque a veracidade do documento. Isso é feito por meio de uma consulta no portal estadual da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica. Nesse local, o consumidor só vai precisar desses dois dados para verificar a autenticidade. Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e) Utilizada na comprovação da prestação de serviços. Eles podem ser de uma pessoa jurídica à outra ou entre uma empresa e um cliente. Muitos autônomos e profissionais liberais — como advogados, nutricionistas e publicitários — emitem essa nota. A NFS-e precisa ser lançada junto à prefeitura na qual o CNPJ está inscrito. Esse documento está ligado ao ISS (Imposto Sobre Serviços), que é arrecadado pelo município. Lembre-se de que só pode aparecer um tipo de serviço na nota e é permitido lançar o documento apenas quando a atividade for finalizada. Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (MDF-e) Foi criado com o objetivo de facilitar a fiscalização e reduzir o tempo de parada dos veículos nos locais onde ocorre esse processo. Esse comprovante é lançado para informar como o transporte foi feito para reunir todos os documentos fiscais. A empresa que faz transporte de cargas é obrigada a emitir esse comprovante e, caso não seja feito, a transportadora e o prestador de serviços estão sujeitos a multas. Como a tecnologia pode ajudar? As novas tecnologias têm trazido diversos benefícios às empresas. Muitos estão relacionados à redução de custo, melhora na gestão e na segurança. Confira abaixo como a informatização do processo pode otimizar a gestão dos diversos tipos de notas fiscais. Diminuição do espaço Acabou a história de precisar organizar e definir o local para armazenar a papelada. Você não terá a preocupação de escolher um lugar fixo destinado a guardar as notas, o que já representa um custo a menos. Agora, está muito simples reservar esses comprovantes. Basta colocá-los em nuvem, arquivos ou diretório de dados. Logo, não há necessidade de manutenção e sempre é possível armazenar mais documentos porque não há limite de espaço. Redução do gasto de emissão Antigamente, todas as empresas tinham de comprar blocos de notas em gráficas. Como hoje o processo é feito eletronicamente, não há mais despesa com os lançamentos. Aumento da segurança da informação Imprevistos sempre podem acontecer. Quando se usava apenas notas manuais, havia possibilidade de perder ou extraviar os papeis. Nesse caso, não teria o registro e o estoque de um produto. Com os documentos digitais, não há como isso ocorrer. Portanto, mesmo que o servidor de dados tenha algum problema, é possível fazer a impressão dos boletos, baixar os arquivos no formato XML e realizar consultas na Secretaria da Fazenda (Sefaz) do seu Estado. Agilidade no controle fiscal Com a digitalização desses tipos de notas fiscais, fica mais fácil para os agentes fiscalizadores encontrarem as informações. Isso agiliza as inspeções em relação aos veículos e às cargas. Por fim, também facilita para você encontrar e administrar as notas da sua empresa, além de reconhecer as atividades dela no período que desejar. Ajuda no balanço mensal Como esses documentos contêm informações de ganhos e gastos, eles acabam ajudando no balanço mensal e na gestão financeira da empresa. É possível analisar todas as despesas e ver se todas foram úteis. Pode-se observar detalhadamente, quais foram os produtos que contribuíram para a elevação ou diminuição das receitas da empresa. A Solvção está à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas! Basta entrar em contato com a gente pelo telefone  11 4858-4085 ou WhatsApp 11 95050-1217 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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Imagem com martelo de juiz destacada na frente e, ao fundo, equipamentos de epi, estabelecendo relação trabalhista.

Como evitar as Questões Trabalhistas?

As questões trabalhistas são alguns dos maiores desafios em uma empresa, seja ela grande ou pequena. Para manter a companhia segura e 100% dentro das leis do trabalho, é preciso estar atento a alguns detalhes extremamente importantes da legislação. Horas extraordinárias, insalubridade, intervalos intrajornada e interjornada não respeitados e controle de ponto ineficiente estão entre alguns dos principais motivos nas questões trabalhistas relacionadas à gestão de RH. Com relação ao controle de ponto, existem diversas medidas que podem ser tomadas para proteger a empresa e os colaboradores. Como o Controle de Ponto Auxilia nas Questões Trabalhistas? O software de controle de ponto online é um extremo aliado do setor de Recursos Humanos. Com ele, é possível resolver os principais problemas relacionados à gestão de jornada – além de garantir segurança jurídica para a companhia. O ponto online auxilia no gerenciamento das horas extras, de intervalos intrajornada, da compensação de horas trabalhadas – com a organização e validação do banco de horas – entre outros aspectos. Com ele, toda essa tratativa fica mais automatizada e prática. Além disso, por estar 100% de acordo com as Portarias 373 e 1510 do MTE, serve como prova jurídica em questões trabalhistas no TST.  Assinatura Digital Uma das maneiras que a Pontomais (empresa parceira da Solvção) encontrou de tornar o controle de ponto online ainda mais eficiente foi a utilização da assinatura digital de espelho-ponto. Com ela, o colaborador só precisa cadastrar sua assinatura uma vez para validar todos os pontos no fechamento mensal. De acordo com Izabella Alonso Soares, advogada na Alonso Pistun: “No âmbito das relações trabalhistas, não há previsão legal obrigando a assinatura física de documentos pelas partes (empregado e empresa). “ Portanto, a assinatura eletrônica pode ser adotada como procedimento padrão, desde que a adoção da prática seja acordada entre as partes. Que pode ocorrer através de um termo escrito aditivo ao contrato de trabalho ou condição já prevista no próprio contrato de trabalho.” Além disso, a advogada salienta que a assinatura eletrônica veio para ficar, que está de acordo com o movimento mundial de relações mais ágeis e transparentes, com controle e gestão de dados por parte das empresas. Questões Trabalhistas Sobre Controle de Ponto Para entender como proteger a sua empresa, é preciso conhecer um pouco mais sobre o assunto. Por isso, separamos algumas das questões trabalhistas mais comuns com relação ao controle de ponto: Horas Extras De acordo com as estatísticas do Tribunal Superior do Trabalho (TST), o assunto mais recorrente nos últimos 3 anos foram as horas extras. Somente no período entre janeiro e agosto de 2020, mais de 30 mil processos judiciais foram abertos por conta das horas extraordinárias. Intervalo Intrajornada Outra questão trabalhista relacionada ao controle de ponto que figura no ranking de assuntos mais recorrentes no TST é o intervalo intrajornada. Esse intervalo diz respeito ao período entre duas jornadas de trabalho consecutivas.  De acordo com o Art. 66 da CLT, todo colaborador que trabalha com carteira assinada tem direito a um intervalo mínimo de 11 horas entre cada jornada de trabalho.  Situações de empresas que não respeitam essa regra figuram em 6º lugar no ranking, com mais de 20 mil processos judiciais somente em 2020. Compensação da Jornada Em jornadas flexíveis, é muito comum que aconteça a compensação da jornada de trabalho. Isso acontece quando o colaborador prolonga a jornada em alguns dias e trabalha menos horas em outros.  Dessa forma, é importante fechar a quantidade de horas mensais estabelecida no contrato de trabalho. Porém, quando essa compensação não é feita de forma adequada, pode incorrer em questões trabalhistas e processuais. Ainda de acordo com as estatísticas do TST, somente em 2019 foram mais de 6 mil casos de processos judiciais envolvendo este tema. Por isso, lembre-se: um controle de ponto bem feito pode proteger a sua empresa contra questões trabalhistas. ______________________________________________________________________________ A Solvção está à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas, é só entrar em contato com a gente pelo telefone  11 4858-4084 ou WhatsApp 11 95050-1217 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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Tendências de atendimento da Era Digital

Oferecer um bom atendimento ao cliente é uma das condições mais importantes para um negócio alcançar o sucesso. Estruturar uma abordagem correta exige muito mais do que focar em um roteiro. É preciso considerar o papel da tecnologia nesse processo e as novas tendências de atendimento da Era Digital. Atendimento ao cliente: o que considerar? A evolução do atendimento ao cliente é uma realidade em todo o mundo e em todos os setores de atuação. As mudanças, no entanto, não se limitaram aos processos em si. Elas também evoluíram em relação às expectativas do público, afinal na Era Digital as pessoas têm outras prioridades sobre como desejam ser atendidas e sobre o que mais valorizam. Mas, o que o cliente deseja? Confira algumas das principais demandas que o seu cliente espera do seu negócio – e o que considerar nesse atendimento: Experiência do cliente Primeiramente, há uma expectativa do cliente quanto a uma experiência memorável e uma atuação por parte da empresa que lhe entregue resultados diferenciados. Afinal, pessoas e companhias não desejam contar com um atendimento burocrático ou incompleto. Em vez disso, buscam ter todas as necessidades satisfeitas. Por isso, é preciso pensar no atendimento como um momento para encantar seus clientes e posicionar a marca de uma maneira positiva. Também é essencial agir para que a atuação seja consistente e que entregue uma performance diferenciada. Atendimento humanizado e eficiente Mesmo na Era Digital, as pessoas desejam falar com outras pessoas – e buscam ser vistas também dessa maneira. Uma comunicação distante e pouco personalizada não faz sentido quando a intenção é atender às expectativas do seu cliente. No caso da contabilidade digital, é especialmente importante ter uma abordagem personalizada e atendimento humanizado. Isso permite esclarecer dúvidas, considerar as necessidades específicas do negócio e tornar o cotidiano mais simples, fácil e ágil para seu cliente. Velocidade de resposta Com tanta tecnologia a nossa volta, uma das tendências de atendimento na Era Digital é a velocidade de comunicação. As pessoas estão em um ritmo acelerado e, por isso, esperam receber respostas em questão de minutos. Na prática, isso significa que o atendimento aos seus clientes deve ser planejado com cuidado. Você deve, por exemplo, se certificar de atender a todos com o mesmo nível de qualidade. Do contrário, seu trabalho poderá ser colocado em xeque – juntamente com a credibilidade do seu negócio. Variedade de canais de comunicação Além da velocidade na comunicação, é indispensável considerar a necessidade de oferecer diversos meios para o atendimento ao cliente. Afinal, as pessoas desejam ter liberdade de escolha e poder selecionar quais são as opções mais convenientes para serem atendidas. Isso exige que sua empresa seja capaz de selecionar os meios mais adequados para o seu público e que consiga integrá-los. É assim que surge a proposta do omnichannel, no qual um atendimento começa em um ponto e continua em outro, de forma natural e sem interrupções. Quais as tendências de atendimento na Era Digital? Além das novidades em termos de expectativas do seu cliente, é preciso considerar as tendências de atendimento a partir das ferramentas disponíveis no mercado. Afinal, são elas que permitirão manter um contato direto e eficiente com seus clientes. Essas soluções podem ser utilizadas separadas ou em conjunto, a partir do atendimento multicanal. Escolher a segunda opção, inclusive, permitirá que você se destaque entre seus clientes e mantenha um trabalho cada vez mais próximo a eles. Confira a seguir algumas das principais tendências de atendimento ao cliente na Era Digital: Chatbots Os chatbots são algoritmos ou códigos digitais programados para interagir com base em respostas programadas. Trata-se de um serviço de autoatendimento que pode servir, por exemplo, para fazer uma triagem inicial das dúvidas ou dos problemas dos clientes. Uma das maiores vantagens de recorrer a essa alternativa é a sua disponibilidade. Um chatbot funciona de maneira ininterrupta e está sempre pronto para ajudar o interessado. Como a velocidade de resposta é um fator importante, é possível encantar seus clientes. Chat ao vivo É preciso entender que chatbots têm algumas limitações naturais ao seu funcionamento. Uma solicitação não reconhecida ou uma dúvida fora do padrão fazem com que o recurso não entregue os resultados esperados. Por isso, também é interessante contar com um sistema de chat “ao vivo”. Nessa modalidade, o cliente consegue falar em tempo real com seu atendimento. Dessa forma, é possível manter a velocidade de resposta sem perder a humanização envolvida no processo. Sistema de tickets O sistema de tickets é outra aposta do atendimento ao cliente que favorece a produtividade e aumenta a excelência do atendimento. A partir dessa associação, cria-se fluxos de trabalho automático, seguindo a ordem de atendimento e a prioridade dos tickets. Ao finalizar o atendimento, o ticket é fechado. Essa é uma forma de ter mais controle, visibilidade e acompanhamento do atendimento oferecido ao seu cliente. Para lidar com várias solicitações, essa pode ser uma solução recomendada. Notificações em tempo real Apesar de não formarem um sistema de atendimento, na prática, as notificações em tempo real favorecem a comunicação com o cliente. Essa é, inclusive, uma possibilidade para que os clientes acompanhem o atendimento. Se a tecnologia é utilizada para facilitar o cumprimento da legislação, também pode ser aplicada para melhorar o contato com seus clientes e impulsionar o seu negócio. Por que contar com um parceiro estratégico nessa empreitada? Ao longo desse artigo você percebeu a importância de conhecer processos e ferramentas de atendimento ao cliente na Era Digital. Mas, tão importante quanto reconhecer as necessidades e tendências do atendimento ao cliente, é saber como aplicá-las. Nesse quesito, a escolha de um bom parceiro faz toda a diferença. Contar com uma plataforma robusta e que ofereça recursos de atendimento ao cliente completos é a melhor alternativa. Assim, você entregará uma experiência cada mais positiva aos seus clientes e se destacará em relação aos seus concorrentes. Como consequência, você ganhará visibilidade e atrairá mais negócios. Fonte: osayk.com.br A Solvção está à disposição para ajudá-lo, é só entrar em contato com a gente pelo

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Imagem ilustrativa com modais de transporte com foto de entregador segurando caixas com expressão simpática

Logística bem organizada é essencial para o sucesso de pequenas e médias empresas

A logística organizada e bem planejada vem se mostrando uma peça essencial para o sucesso de pequenas e médias empresas, seja no mundo virtual ou offline, trata-se de fator importante na hora de mostrar resultados ao seu cliente. Uma logística elaborada pode melhorar várias áreas do empreendimento, que vão desde a organização interna até o fortalecimento da relação com a clientela. Confira aqui algumas dicas para melhorar a logística de sua empresa! 1. Benchmarking Com o benchmarking o empreendedor aprende com as experiências de terceiros. Esse conceito nada mais é do que a referência de determinado mercado. Ao fazer uma análise de serviços de uma área específica, você identifica qual a empresa usada como o maior identificador com relação aos seus produtos. Essa prática consiste em observar e estudar as empresas da área desejada e adaptar as estratégias que mais funcionam para elas. Não é necessário analisar ações de negócios apenas de setores relacionados ao da sua empresa, mas também de outros que são bem-sucedidos. Utilizando essa técnica, você pode poupar seu negócio de muitas campanhas que talvez não tivessem retorno, além de aumentar seus lucros. 2. Organização Uma boa logística interfere diretamente na boa organização de um empreendimento, afinal, um arranjo bem preparado evita gastos e custos operacionais desnecessários, além de economizar tempo de seus profissionais e clientes. Com relação ao estoque, é uma das áreas que precisam de mais cuidado do empreendedor. Procure organizá-lo de maneira eficiente, categorizando e subdividindo suas mercadorias. Essa ação — que pode levar algum tempo caso seu estoque esteja muito desorganizado — poupará esforços. Além disso, facilitará a entrega das compras para os clientes que consequentemente, ficarão mais satisfeitos com o serviço prestado. 3. Checklists Mais um item altamente eficaz para uma ótima logística dentro de um negócio: a utilização de checklists. Apesar de não parecerem tão importantes à primeira vista, é por meio dessas listas de “tarefas a cumprir” que os profissionais mais envolvidos em determinado processo poderão ter total controle daquilo que fazem. Use as checklists quantas vezes precisar, desde a área de vendas até a liberação de equipamentos ou cargas. Isso evitará perdas de produtos e dará a você maior controle e segurança. 4. Previsões de demanda Analise o histórico de vendas da empresa para fazer uma previsão de demanda para meses futuros. Tendo isso em mente, elabore uma estratégia de alto nível para conservar o seu estoque abastecido e sua rede fornecedora alerta. Apesar de não ser uma ciência exata, essa técnica pode salvar empresas de alguns empecilhos, como altas sazonais de demanda, além de fazer com que você conheça melhor seus clientes. As previsões de demanda também ajudarão você a entender melhor os hábitos do mercado em que está inserido, o que é muito útil na hora de planejar estratégias de marketing e vendas. Por que seus clientes compram tal produto em determinado período? O que posso fazer para eles comprarem aquela outra mercadoria também? Como posso aumentar meu lucro em datas comemorativas? As respostas para essas perguntas estão no estudo de comportamento de seus consumidores. Tenha sempre em mente que entender o cliente é fundamental para o sucesso de um negócio. 5. Logística reversa Tanto para empresas virtuais ou no mundo real, é importante estabelecer políticas claras de troca e vendas de produtos. Em e-commerces, em especial, aquelas políticas devem ser muito bem planejadas e, essa devolução, feita de forma rápida e prática para o cliente. Já que na internet não é possível experimentar peças de roupas, por exemplo, uma empresa que oferece políticas de retorno pode atrair muito mais clientes. Para isso, crie uma logística reversa dentro do negócio: essa área cuidará especificamente do fluxo de entrada e saída de produtos da empresa. Assim, entre suas responsabilidades, estará a de coletar e devolver essas mercadorias retornadas. 6. Tecnologia Hoje em dia, a tecnologia pode ajudar muito a vida de pequenas e médias empresas. Existem softwares e sistemas que tornam mais fáceis a vida de quem maneja seu próprio negócio. Assim, a automatização de processos é uma das dicas mais importantes para melhorar a logística de uma empresa, visto que ela torna mais seguros e rápidos os processos do negócio. Utilize a tecnologia a seu favor: muitos aplicativos e softwares estão à disposição daqueles que pretendem automatizar os processos de uma marca. Isso fará com que todos os setores do empreendimento interajam de forma mais prática, o que também vai ajudar a melhorar a comunicação e a coleta de informações. 7. Análise de dados É fundamental coletar e analisar os dados da sua empresa, a fim de melhorar sua logística e, como consequência, seu lucro. Em um primeiro momento, parta para o estudo de seus processos internos, que vão desde emissão de notas fiscais até a embalagem das vendas. Com essa análise, você poderá identificar possíveis erros e vícios que estão atrapalhando a eficiência de seu negócio. Outros dados também podem ser bem relevantes para a construção de uma logística mais eficaz. É importante, ainda, fazer um planejamento financeiro adequado para sua empresa, anotando todos os gastos e receitas geradas em um determinado período de tempo. Com isso você poderá ter uma noção mais completa de seu lucro mensal e identificar aspectos a serem melhorados. Não se esqueça: a empresa que não tem controle sobre a própria vida financeira e processos internos não alcança o sucesso e nem se mantém no mercado. 8. Estudo aprofundado de seus produtos Realize um levantamento daqueles produtos que vendem mais bem como os que costumam ficar mais tempo no estoque. Com essas informações, você pode traçar estratégias (como promoções), para melhorar a utilização do seu estoque, o que aumentará o giro. Além disso, você também poderá planejar melhor suas compras futuras, evitando gastos com produtos que ficam estocados por longos períodos. Qual empresário gosta de gastar dinheiro sem motivo? Saber quais produtos agradam mais ou menos aos seus consumidores e em quais épocas do ano eles são mais comprados é uma dica preciosa para melhorar a logística de seu negócio. Como percebemos,

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RH Digital: Otimize sua Rotina

Nos dias de hoje, o papel do setor está 100% conectado com o sucesso da companhia, pois a gestão de RH é a responsável pela retenção e desenvolvimento de talentos, pela contratação de funcionários estratégicos, pelo engajamento e pela produtividade dos colaboradores. Parece desafiador, não é mesmo? É aí que entra o RH digital: as ferramentas tem o propósito de auxiliar e facilitar as novas tarefas do departamento pessoal, garantindo ainda mais a sua eficiência. Para cada atividade existe uma tecnologia que pode ser aplicada, o que garante a efetividade do seu RH e a modernização dos processos convencionais. Veja algumas dicas: Perfil Comportamental Compreender o perfil comportamental dos seus colaboradores é uma ferramenta essencial para o desenvolvimento da cultura organizacional da empresa. Essa prática auxilia na integração e na gestão de times, assim como saber qual o perfil correto para cada vaga aprimora o processo seletivo. Existem diversas metodologias para encontrar o perfil comportamental de uma pessoa. A partir dessa compreensão, é possível implementar uma gestão estratégica de capital humano.  Para isso, basta mapear os perfis dos colaboradores utilizando testes específicos. Então, é necessário promover o diálogo entre líderes e equipes – a fim de utilizar os perfis da melhor maneira no dia a dia – e desenvolver ações para a integração dos colaboradores, de modo a explorar as suas melhores qualidades.  Além de impactar diretamente na cultura da sua empresa, trazendo funcionários que tenham os mesmos valores da companhia, essa prática otimiza os processos de recrutamento e possibilita a retenção de talentos.  O resultado? Transformar equipes em verdadeiros times de alta performance. Gestão de Pessoas Não adianta implementar novidades no RH sem monitorar o seu desenvolvimento. É nessa tarefa que entram as ferramentas de gestão de pessoas, que oferecem diversas vantagens e auxiliam o RH em questões práticas do dia a dia.  Plataformas de gestão de pessoas auxiliam o RH na comunicação interna, no gerenciamento de objetivos e conquistas e, até mesmo, na prática do feedback. Algumas delas também facilitam a pesquisa de satisfação interna, importantíssima para empresas que buscam melhoria constante.  Gestão de Jornada Você não precisa esperar o final do mês para saber como foi a jornada de trabalho dos colaboradores da sua empresa. Atualmente, softwares de controle de ponto como o da Pontomais facilitam esse acompanhamento, o que aproxima o RH e os gestores do time no dia a dia. Com essa ferramenta é possível saber os horários de entrada e saída dos funcionários em tempo real, acompanhar o banco de horas diariamente, receber e catalogar atestados com praticidade, entre outras funcionalidades. Além disso, o fechamento do espelho ponto é facilitado com relatórios de horas trabalhadas. No final do mês, basta extrair todas as informações do sistema automaticamente, exportar e utilizá-las em um software de folha de pagamento.  Desse modo, o tempo do RH é otimizado, pois não há a necessidade de fazer a contabilidade das horas mensais manualmente ou com planilhas. Folha de Pagamento Outra função do RH que costuma levar muito tempo é a folha de pagamento. Porém, atualmente existem diversos sistemas que auxiliam nessa tarefa. Os softwares de folha de pagamento fazem o processamento inteligente de informações. Automaticamente, calculam dados como FGTS, adicionais noturnos, horas extras, férias, décimo terceiro, entre outros.  Com eles, o salário dos colaboradores e os demais adicionais são calculados de forma proporcional e automática. Desse modo, todas as atividades fiscais e administrativas do setor de RH podem ser feitas em apenas alguns cliques.  Plataforma de Treinamentos Existem alguns serviços de treinamento online que podem ser utilizados para os mais diversos objetivos dentro de uma empresa. Com eles, é possível criar conteúdos específicos para os seus colaboradores, utilizar treinamentos prontos e monitorar o andamento e o desenvolvimento dos funcionários em uma só plataforma. Os treinamentos institucionais são importantes para diversos aspectos do desenvolvimento dos seus funcionários. Com essa prática, é possível aumentar a produtividade, informar sobre um produto novo, aprimorar o atendimento ao cliente, alinhar os valores da empresa e melhorar o engajamento das equipes de forma prática e ágil. Recrutamento e Seleção Além de compreender o perfil comportamental que você precisa dentro de uma empresa, existem ferramentas que auxiliam o RH a encontrar essas pessoas de maneira prática.  Com elas, é possível fazer o mapeamento de talentos, por exemplo. Além disso, alguns serviços realizam a triagem e a seleção de currículos automaticamente, utilizando a inteligência artificial.  Também é possível realizar testes práticos antes mesmo da entrevista presencial, o que otimiza o processo seletivo através da análise de dados e de indicadores consistentes.  Por isso, aproveite essas dicas práticas e utilize o RH digital para aumentar ainda mais o sucesso da sua empresa! Fonte: pontomais.com.br

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5 Dicas para empreender no Brasil

Segundo pesquisa realizada pela GEM (Global Entrepreneurship Monitor), o Brasil atingiu 38% na Taxa de Empreendedorismo Total. O número indica que cerca de 52 milhões de brasileiros possuem algum negócio próprio. Em outras palavras, empreender no Brasil é uma tendência que pode aumentar ainda mais nos próximos anos. Quando comparado a outros países do BRICS, que fazem parte: Brasil, Índia, China, Rússia e África do Sul, o Brasil é que tem a maior taxa de empreendimentos. Outra pesquisa realizada com o apoio do SEBRAE constatou que, dentre os brasileiros entre 18 a 64 anos, 36 em cada 100 tem um negócio ou está no caminho de empreender. Isso significa um terço da população e é o melhor resultado desde 2002. Nesse sentido, vemos esse desejo de empreender no Brasil, consciente que nem sempre o empreendedorismo se sustenta, pois muitos negócios são abertos sem preparo com a possibilidade de fechar em pouco tempo. Apesar do mercado não ser muito favorável para empreender no Brasil, existem algumas dicas que trazem mais garantia para o seu negócio ter mais sucesso. Confira abaixo! 1- Busca de parceiro O primeiro passo é procurar por um sócio que seja parceiro do seu negócio. Ele deve abraçar sua ideia e ter um conhecimento diferente do seu, onde um pode ficar responsável pelas finanças, outro pelas entregas, outro pelo marketing, etc. Dividir as tarefas é importante para desenvolver um negócio organizado e sustentável. 2- O planejamento é importante O planejamento é uma etapa fundamental de qualquer inovação e, se não houver pesquisas embasadas em dados e análise de mercado, dificilmente será possível desenvolver alguma estratégia eficiente. Além de utilizar os meios de pesquisa, também é importante ir às ruas para sentir o mercado, as necessidades dos consumidores e identificar oportunidades. É nesse momento que você deve verificar se a sua ideia tem potencial para abrir uma empresa maior ou se um MEI já é suficiente para desenvolver suas atividades. 3- Peça feedbacks Antes de tudo, existe o receio de alguém roubar sua ideia, então vale a pena buscar sugestões com o máximo de pessoas que conseguir. Igualmente vale consultar familiares, amigos e conhecidos que possam dar um feedback, contribuir com ideias e fazer apontamentos sobre o seu negócio que pode não estar percebendo. 4- Divulgue ao máximo Após estruturação, pesquisas e planejamento é hora de ir em eventos, encontros, feiras para conseguir contatos, fazer networking e encontrar potenciais clientes. Você precisa buscar clientes e validar seu modelo de negócio. Da mesma forma, a busca de investidores, aceleradoras ou incubadoras deve ser feita por pessoas que trarão sinergia e mentoria ao projeto, não apenas participação financeira. 5- Desenvolva uma cultura organizacional Se você já concluiu todos os passos anteriores, é hora de pensar na cultura organizacional da sua empresa. Construa uma empresa embasada em valores, contrate pessoas que estejam alinhadas ao seu propósito, que tenham visão, que queiram crescer e se desenvolver. Após isso, é hora de implantar todas as ideias e torná-las realidade. Em média, as empresas demoram 5 dias para serem abertas no Brasil. O prazo pode ser um estímulo para os novos empreendedores. Ainda tem alguma dúvida sobre o assunto? Entre em contato com a Solvção! Somos especializados em assessoria empresarial. Fonte: jornalcontabil.com.br

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A importância da Presença Digital para sua empresa

Chamamos de “presença digital” a forma como uma marca se posiciona e a importância da empresa na internet, através dos canais para construir sua relevância, credibilidade e relacionamento com os consumidores.   Tornou-se uma prática comum entre os consumidores a busca na internet de empresas e produtos de seu interesse, compará-los e então escolher a melhor opção. A facilidade de encontrar empresas e produtos na web tornou o ambiente digital a principal ferramenta usada pelos consumidores para conhecer novas opções de negócios. Já imaginou se todos que precisassem de algum produto específico, tivessem que se deslocar até o estabelecimento? Dificilmente compraríamos produtos importados, por exemplo. Entender a importância de ter sua empresa na internet é o primeiro passo. O que ajuda a empresa marcar presença no meio digital? Muitos empreendedores acreditam que para garantir uma boa visibilidade na web é preciso estar presente em todos os ambientes digitais possíveis. O que não é verdade.  Quando a empresa está consolidando sua marca, o importante é garantir presença nos canais que seja possível atingir o público-alvo de maneira eficiente, ou seja, saber onde eles mais interagem. Para isso, é importante conhecer as 3 variações de mídia que existem: Mídia Paga Como o próprio nome sugere, a mídia paga consiste no investimento em anúncios para aumentar o alcance da sua empresa na internet e se destacar em relação aos concorrentes. Exemplos disso são: links patrocinados, anúncios ou banners em blogs e sites, publicações promovidas no instagram e facebook, entre outros.  Quem não tem familiaridade com esse processo, acredita que essa é uma forma “errada” de ganhar visibilidade no meio digital, quando se trata de uma possibilidade de alcance ao reconhecimento que deseja. Mídia Própria  Todo conteúdo produzido, monitorado e controlado pela sua marca, como perfis de redes sociais, blog e também o próprio site da empresa é considerado mídia própria. Para seguir com essa estratégia é importante estudar a concorrência, seu público-alvo e passar pelo objetivo da empresa. Com conteúdos alinhados aos seus propósitos, fica muito mais fácil chamar a atenção de seu público-alvo, fazendo com que eles se tornem promotores número um da marca. Mídia Espontânea  Conhecida também como “mídia orgânica”, é a capacidade que a marca tem em gerar engajamento por meio dos conteúdos produzidos sem a necessidade de pagamento. Por exemplo, comentários nos posts das redes sociais. Você pode usar esses feedbacks recebidos nas redes, sejam eles positivos ou negativos, para coletar informações e melhorar seu produto/serviço. Além disso, o monitoramento dos feedbacks é fundamental para que seja possível controlar comentários e avaliações negativas antes que isso prejudique a reputação do negócio. Uma das principais formas para conseguir mídia orgânica é por meio das estratégias de marketing, que você vai conhecer no próximo tópico. Principais mídias para aplicar as estratégias de marketing Agora que você já conhece melhor as estratégias de marketing, chegou a hora de saber onde você pode aplicá-las diretamente.  Para isso, é importante que você já tenha uma ideia de quais são os principais canais utilizados pelo seu público para facilitar os esforços das suas estratégias. Site O site é vai ser o canal oficial da sua empresa. Você o utilizará para fornecer informações relevantes para o público, como meios de contato, endereço, produtos e serviços oferecidos, valores etc.  Para criar um site para sua empresa, você pode fazer um cadastro no Google Meu Negócio, inserindo suas informações e, em seguida, a plataforma irá transferi-las para a criação de um site. Além disso, o cadastro vai permitir que na hora da busca os usuários encontrem sua marca mais facilmente, por meio de um recurso da ferramenta chamada “ficha local”.  Blog O blog é o principal canal para trabalhar suas estratégias de conteúdo e uma ótima forma de mostrar ao seu público que sua empresa é autoridade na área. A grande maioria das pessoas não sabe que tem uma necessidade e, com os conteúdos do blog, é possível ajudá-los a suprir essa necessidade antes mesmo que ela apareça. É importante lembrar que os resultados dessa ação são a longo prazo. Ou seja, existe um caminho a ser percorrido que envolve educar o público, ajudá-lo em suas dúvidas e ofertar seu produto ou serviço. Redes Sociais Criar uma conta para a empresa nas redes sociais tornou-se a melhor forma de engajar o público, além de facilitar a comunicação entre ambos. Cada rede social tem uma característica que vai definir o melhor tipo de conteúdo a ser postado, para gerar interação com o público daquele canal. Por exemplo, ao configurar uma conta comercial no Instagram, o principal tipo de conteúdo postado na rede são imagens e pequenos vídeos. Benefícios da presença online Agora que já sabe qual a importância da empresa na internet e o que você pode fazer para construir a imagem do seu negócio, é hora de listar os principais benefícios dessa ação para a sua marca. Confira: Autoridade Promover conteúdos de valor e qualidade para o público ajuda a criar uma visão de autoridade no assunto, construindo uma relação de confiança. Dessa forma, as pessoas se tornarão promotores da sua marca, favorecendo ainda mais na visibilidade do negócio. Visibilidade A cada dia que passa, o consumidor está mais rigoroso na seleção de uma empresa para investir seu dinheiro, e a internet é onde eles pesquisam, conhecem e escolhem as marcas, buscando feedbacks de outros consumidores até conseguir sentir confiança para comprar algum produto.  Por isso, uma presença digital bem estruturada e alinhada ajuda a atrair muitos consumidores que ainda não conhecem os serviços oferecidos. Eficiência de segmentação A interação do público com sua marca pelas redes é excelente para a segmentação de seu público.  Quando você tem informações exatas sobre o perfil de seus potenciais clientes, fica muito mais fácil conseguir impactá-los por meio de campanhas específicas. Relacionamento com o público A importância da sua empresa na internet é que o ambiente digital sempre vai ser o mais propício para uma interação rápida e informal. Sem que você precise pedir, o público sempre está oferecendo feedback sobre a

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Quer empreender? Então fique atento aos erros que podem matar seu negócio.

Após cinco anos de funcionamento, somente quatro em cada dez empresas continuam a operar no Brasil, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em seu último estudo de Demografia das Empresas e Estatísticas de Empreendedorismo. E os erros que podem matar seu negócio se repetem: falta de planejamento, falta de visibilidade sobre fluxo de caixa, entre outros. Para evitar cair nas mesmas falhas de outros empreendedores, o melhor é se informar. Conheça os cinco erros que a maioria dos empreendedores principiantes cometem ao abrir um negócio e garanta o sucesso da sua empresa. 1 – Sacar todo o dinheiro do caixa É muito importante administrar o lucro, fazer um planejamento no sentido de ter um salário fixo ou ganhos que representem apenas um percentual do lucro. Muitos empreendedores não fazem isso e acabam ficando sem capital de giro. O erro também ocorre por acharem que o período de ganhos fartos se estenderá por um longo tempo. Mas após esse período de bonança, a receita diminui e se veem numa situação sem caixa. Por isso é muito importante ter um planejamento de caixa e de salário próprio, além de pés no chão para ter fôlego quando as coisas não estiverem indo tão bem. 2 – Investir pouco na melhoria do negócio Com pouco caixa acaba faltando dinheiro para reinvestir na melhoria do negócio. Com o crescimento da empresa, o ideal é que você passe a terceirizar parte do serviço ou automatizar, buscando avanços que proporcionem tempo para focar na gestão do negócio e não no operacional. Dessa forma, você pode ganhar escala para aumentar a sua receita. Isso se torna um problema se você tiver uma má gestão do caixa da empresa. Além disso, operar sem caixa te coloca em maus lençóis em momentos inesperados, como o que ocorreu na pandemia, fazendo diversos negócios trabalhar de portas fechadas por alguns meses. 3 – Não saber precificar o trabalho Busque sempre referências, entenda seus custos e seu diferencial. A precificação do seu trabalho passa por diversos cuidados e é muito importante; às vezes você pode estar vendendo muito mas operando no zero a zero se não colocar seu preço com uma margem de lucro. Na criação de conteúdo, o exercício de entender o seu produto deve ser constante, porque ele muda o tempo todo. Na gestão do negócio, cometer o erro de vender por um preço muito abaixo do mercado ou muito acima também é perigoso. Ambas as linhas são ruins a longo prazo. 4 – Demorar para aprender e mudar a estratégia A agilidade é fundamental para negócios que estão nascendo, porque geralmente você aprende com os erros apresentados nos testes de produtos. Não há uma fórmula mágica que te aponte qual produto será mais vendido e falado no mercado. O ponto de atenção aqui é fazer deste teste algo rápido. O aprendizado tem que ser constante e as mudanças de rotas devem ser rápidas, pois demorar muito tempo em alguma estratégia que não está dando certo pode ser mortal para os negócios. 5 – Não ter uma identidade visual clara A identidade visual e de comunicação faz o cliente identificar sua marca em um feed com milhares de postagens. Ao bater o olho, ele já sabe quem está fazendo a postagem. Além de investir na melhoria do seu produto, também tome um cuidado especial de como está publicando a sua marca. Uma falta de identidade, em geral, não te destaca em um mercado competitivo. Por fim, conclui-se que pequenas ações podem salvar o seu negócio de erros que podem ser prejudiciais a médio e longo prazo. Esperamos que essas dicas te ajudem a ter um negócio sólido e conte com nossa contabilidade para ajudá-lo a crescer.

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O Relógio de Ponto evoluiu!

A Origem do Relógio de Ponto Você já se perguntou quando foi que alguém teve a ideia de criar um relógio para controlar as jornadas? Então deixa eu te responder, Willard Le Grand Bundy foi quem teve a ideia de criar um relógio marcador de tempo em 1888. Inicialmente a ideia dele era apenas gravar o momento exato em que as pessoas entravam e saiam das empresas. Mas foi apenas em 1930 que as empresas adotaram o relógio de Bundy para marcar os horários de seus colaboradores. Naquela época o controle de ponto não era obrigatório, mas conforme os anos foram passando surgiram as leis trabalhistas e com o controle de ponto não foi diferente. De lá para cá houve várias formas de marcar o ponto: Controle de Ponto Manual Conhecido como livro de ponto é muito conhecido por ser uma das formas mais baratas para se controlar as jornadas de trabalho. Mas cuidado, nem sempre o mais barato é o mais seguro. Apesar de muito simples, esse sistema não é seguro, uma vez que está sujeito a rasuras, fraudes e erros operacionais. Controle de Ponto Mecânico O controle de ponto mecânico, também conhecido como relógio de ponto cartográfico, é aquele sistema onde o funcionário utiliza um cartão de ponto para registrar os horários de sua jornada.   Apesar de mais confiável que o livro de ponto, esse sistema não é seguro, uma vez que está sujeito a fraudes e erros operacionais. Controle de Ponto Eletrônico Nesse método existem 2 formas diferentes para os funcionários registrarem o ponto: 1 – pela leitura da biometria, onde o funcionário consegue bater o ponto e registrar os horários de sua jornada por meio da impressão digital. 2 – via cartão de ponto, ou o famoso crachá de acesso, onde o colaborador também conseguirá utilizar para registrar os horários da jornada de trabalho. Essas são duas formas extremamente seguras de registrar o ponto dos funcionários, uma vez que impossibilita fraudes e garante a veracidade das informações. Controle de Ponto Alternativo O controle de ponto alternativo é uma das formas mais modernas de controle de jornada, e ele foi criado justamente para atender uma demanda que os outros modelos de controle de ponto não atendiam. Esse tipo de sistema possui 3 formas de marcação de ponto, além de fazer integração com outros tipos de sistemas de controle de ponto. Confira as três formas: 1 – Web Ponto: O web ponto é uma das formas de realizar a marcação dos horários dos funcionários, por meio dessa ferramenta é possível “bater ponto” pelo computador. Você também deve pensar que ele não é seguro, porém, cada funcionário tem sua própria senha para registro de ponto e a empresa pode escolher ceder acesso somente nos computadores do próprio local de trabalho. Dessa forma, não haverá ocorrências do tipo um funcionário bater ponto em qualquer outro lugar. 2- Cartão de ponto digital por Celular: O controle de ponto alternativo possui aplicativos possíveis de realizar o controle e marcação dos horários de trabalho. Nesse modelo, basta baixar o app em um celular, cadastrar o código da empresa e pronto, o funcionário poderá registrar o ponto de qualquer lugar da sua empresa. Uma dúvida muito comum é sobre a segurança desse tipo de aplicativo. Mas gostaria de ressaltar que esse sistema possui 6 medidas de segurança (senha, foto, identificador de número, voz, geolocalização e reconhecimento facial), que asseguram a veracidade das informações. 3- Cartão de ponto digital por Tablet: A marcação de ponto por tablet possui a mesma lógica do ponto por celular, por meio de um aplicativo instalado no aparelho o funcionário consegue registrar a jornada de trabalho. Qual a importância do controle de ponto digital para pequenas e médias empresas? Independentemente do tamanho da sua empresa, é de extrema importância gerenciar as jornadas de trabalho dos seus colaboradores para evitar prejuízos e assegurar que todas as especificações das leis trabalhistas estão sendo cumpridas. A Consolidação das Leis de Trabalho (CLT) especifica que estabelecimentos com mais de 10 funcionários façam o controle da jornada por meio de um sistema de controle manual, mecânico ou eletrônico. Se sua empresa se encaixa nesse perfil, não tem jeito, adotar um sistema de controle de ponto é obrigatório. Mas caso sua empresa não se encaixe nessa determinação não significa que não poderá adotar. Na verdade, toda empresa deveria adotar uma forma de controle de jornada. Nós da Solvção nos baseamos no fato de que em 2018 o Tribunal Superior do Trabalho, registrou 95.363 processos trabalhistas com temas referentes a controle de ponto. Desse número 32.476 eram sobre horas extras. Se pararmos para observar, muitos desses processos poderiam ter sido evitados se as empresas tivessem adotado sistemas de controle de ponto, não é mesmo? Eu sei que você deve estar pensando que para as pequenas e médias empresas, um controle de ponto eficiente que assegure as informações conforme a lei deve ser uma ferramenta cara. Mas é aí que você se engana, os controles de ponto digitais são justamente uma ferramenta acessível a qualquer tipo de negócio. Falamos sobre as variedades do cartão de ponto, como ele evoluiu até chegar no modelo que temos hoje. A expressão “cartão de ponto” é velha, mas com as ferramentas digitais a marcação de ponto ficou muito mais otimizada e, melhor ainda, o controle de jornada também. Conforme você descobre que a tecnologia pode ser uma grande aliada na Gestão de Pessoas, a sua cultura organizacional muda completamente. E quanto mais próxima da inovação sua empresa estiver, mais ela se tornará referência. O sistema de ponto digital é uma ferramenta inovadora, que está facilitando a vida de gerentes de RH e empreendedores. Se você quer saber o porquê dele estar facilitando os processos, marque uma demonstração com a equipe da Solvção, que teremos prazer em detalhar essas facilidades pra você.

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Como anda a gestão de talentos em sua empresa? Confira os exemplos que separamos e mantenha sua equipe motivada!

Você sabe se a gestão de talentos em sua empresa está trazendo resultados positivos? A melhor maneira de descobrir isso é usando indicadores de desempenho de departamento pessoal. Os indicadores de desempenho são ferramentas que calculam resultados e mensuram o impacto de determinadas ações realizadas em uma organização. Para o setor de departamento pessoal, o uso de indicadores é fundamental para que se possa descobrir o potencial de cada colaborador e atribuir a eles funções e responsabilidades de acordo com o perfil profissional. Isso ajuda a melhorar o serviço e os resultados da empresa. Além disso, com a ajuda dos indicadores de departamento pessoal, é possível também identificar quais estratégias têm dado certo e quais não estão funcionando tão bem. Assim, fica mais fácil agregar valor ao negócio por meio de ações focadas nos colaboradores. Pensando nisso, separamos aqui 7 indicadores de departamento pessoal para você utilizar na sua empresa. Confira e saiba como eles podem te ajudar a acompanhar os resultados e a tomar decisões mais assertivas. 1 – Rotatividade de funcionários Também conhecido como turnover, a rotatividade de funcionários é um indicador que mostra a quantidade de colaboradores que se desligam da empresa em determinado período de tempo. O cálculo pode ser feito de forma mais geral ou segmentado por cargo, departamento, gênero, idade etc. Com o resultado do turnover, é possível, por exemplo, identificar padrões nos perfis de funcionários para os quais a empresa é mais interessante e se há evasão de um tipo específico de profissional. Ao determinar esse índice, evite usar porcentagens vagas. Em vez disso, utilize números absolutos, expondo de que maneira isso pode ser bom ou ruim para empresa. 2 – Custos de rotatividade A rotatividade gera custos para a empresa. Para calcular este KPI gestão de pessoas, é necessário inserir todas as informações de despesas relacionadas a pagamento das rescisões contratuais, multas, tributos e reposição do profissional que saiu da empresa, além de treinamentos e demais capacitações com o novo funcionário. A rotatividade representa um alto custo para as empresas, por isso, medi-la é fundamental. 3 – Eficácia de treinamentos Uma das responsabilidades do departamento pessoal é garantir que os colaboradores recebam os treinamentos certos no momento certo. Para garantir a eficácia dos treinamentos, é interessante medir quantos funcionários receberam treinamento. Além disso, você pode fazer uma avaliação de desempenho comparando a performance do funcionário antes e depois de ser treinado. 4 – Satisfação dos funcionários Muitos empresários se preocupam apenas com a satisfação dos clientes e esquecem que funcionários insatisfeitos também podem impactar os resultados do negócio. Esse indicador é importante para saber se os colaboradores estão felizes em trabalhar na empresa. Dependendo do resultado, fica mais fácil definir quais estratégias podem ser tomadas para melhorar o índice de satisfação. Para isso, faça uma pesquisa e colete dados quantitativos e qualitativos. 5 – Horas extras X Horas trabalhadas A relação entre horas extras e horas trabalhadas está ligada à produtividade dos colaboradores. É um doa mais usados indicadores de horas extras. Incluir esse índice entre seus KPIs de RH é importante para avaliar se os funcionários estão sendo sobrecarregados em suas funções, se a capacidade operacional da empresa está dentro dos conformes, se há necessidade de realocar mão de obra ou de fazer novas contratações. 6 – Taxa de absenteísmo A taxa de absenteísmo é um dos mais importantes indicadores de departamento pessoal. Ela mede o número de faltas, justificadas ou não, que ocorreram durante determinado período e pode ser aplicado de maneira coletiva ou individual. A partir desse índice, é possível identificar os motivos que têm levado ao alto absenteísmo, como insatisfação dos funcionários (más condições de trabalho, remuneração baixa, pouco reconhecimento, etc.) e problemas pessoais. A taxa de absenteísmo é extremamente importante para a empresa, pois, quanto maior ela for, menor será a produtividade e maiores serão as despesas. 7 – Índice de reclamações trabalhistas As reclamações trabalhistas são um dos principais motivos de dor de cabeça para os empresários. Isso porque enfrentar um processo judicial dessa natureza gera muito desgaste e custos com advogados e indenizações. Por isso, é fundamental que o departamento pessoal esteja atento ao índice de reclamações trabalhistas. O objetivo desse KPI de RH é fazer com que ele esteja o mais baixo possível. Para evitar esse tipo de processo, a empresa deve sempre se assegurar de que está operando dentro das obrigações legais, oferecendo boas condições de trabalho, não atrasando os pagamentos, recolhendo INSS, FGTS etc. Esses foram os 7 principais indicadores de departamento pessoal. Qual deles você já usa na sua empresa? A Solvção está à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas, é só entrar em contato com a gente pelo telefone  11 4858-4084 ou WhatsApp 11 99339-8780 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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CONHEÇA ALGUMAS DICAS QUE VÃO AJUDAR A MELHORAR O RH DA SUA EMPRESA

Como anda o departamento de recursos humanos da sua empresa? Basicamente, o RH é responsável por dois tipos de serviços: administrativos e estratégicos. Dependendo do tamanho da sua equipe e da sua empresa, os funcionários de RH desempenham atividades como: • recrutamento e seleção de novos talentos; • integração entre funcionários; • gerenciamento da folha de pagamento e benefícios; • investigação de reclamações; • redação e acompanhamento de políticas da empresa; • treinamento e muito mais. Um departamento de RH eficaz ajuda a cultura da empresa a crescer. Além disso, torna-se o caminho para um feedback honesto e valioso dos funcionários para os líderes do negócio. Por isso separamos algumas dicas que vão te ajudar a descobrir como melhorar o RH da sua empresa: 1 – Otimize seu processo de contratação Para montar uma equipe forte, com profissionais capacitados e experientes e que estejam dispostos a permanecer na empresa por um longo tempo, o RH precisará se dedicar mais no processo de recrutamento e seleção. Dessa forma,  poderá descobrir o máximo possível sobre um funcionário em potencial, como suas necessidades, expectativas, hábitos e motivações. Depois de saber tudo isso, compare os resultados e monte uma equipe coesa e pronta para prosperar. 2 – Ofereça treinamentos aos seus funcionários Se você deseja manter seus colaboradores felizes e satisfeitos, você deve proporcionar-lhes oportunidades de desenvolver suas habilidades profissionais e pessoais. Dedique uma parte do seu orçamento mensal para investir em aulas online, workshops e minicursos com conteúdo relevante e oferecê-los aos seus funcionários. Essa ação será recompensada, pois eles aprenderão novas habilidades que podem ser usadas para melhorar os resultados empresa. 3 – Seja claro sobre as expectativas Para que o colaborador entregue o resultado que você espera, é fundamental ter clareza ao comunicar essas expectativas. Caso contrário, você vai esperar “X” e o funcionário vai entregar “Y”. Por isso, o setor de RH precisa ser o mais claro possível na hora de fazer a contratação. Assim, deve comunicar o comportamento e as atitudes que se espera do novo colaborador e reforçar isso ao longo do tempo. 4 – Trabalhe com programas de recompensa Para manter seus funcionários felizes e motivados, você precisará recompensá-los por um bom trabalho. Pessoas que são reconhecidas por seu trabalho árduo são mais produtivas e ficarão felizes em passar 8 horas por dia trabalhando para você. Converse com seus funcionários sobre suas necessidades e considere a oferta de incentivos para a conclusão das metas semanais da equipe. 5 – Utilize um software de RH A implementação de um software para gestão de pessoas é uma das mais importantes dicas de como melhorar o RH de uma empresa. Isso porque, ao recorrer ao uso de tecnologia, o departamento eliminará um grande volume de papelada desnecessária. Além disso, vai agilizar determinados processos, evitar falhas humanas e economizar tempo e dinheiro. 6 – Alinhe o RH com os objetivos estratégicos da empresa Defina os objetivos do departamento de RH que estejam alinhados com sua visão e planos de negócios futuros e que agreguem valor a sua empresa. Por exemplo, se fornecer um excelente atendimento ao cliente for um elemento-chave da sua visão, inclua o treinamento e desenvolvimento dos funcionários como principais objetivos de RH. 7 – Invista em pesquisas de clima organizacional Para o departamento de RH, as pesquisas internas de clima organizacional são fundamentais para compreender melhor a atual situação do ambiente de trabalho e orientar melhor os funcionários sobre suas funções. Assim será possível adotar medidas que tornem o clima organizacional mais saudável, o que fará com que os funcionários sintam mais prazer em trabalhar. 8 – Tenha clareza ao definir as funções O funcionário que tem clareza sobre as suas funções tende a ser mais produtivo, pois concentrará seu tempo e sua energia em tarefas que realmente importam. Assim, reduz o estresse do dia a dia e foca no atingimento de metas. 9 – Utilize o feedback constantemente O feedback é uma poderosa ferramenta de gestão. Quando incorporado às rotinas de RH, ele permite que o funcionário saiba quais aspectos a empresa espera que ele melhore e quais a empresa considera como pontos positivos. O feedback precisa funcionar também como uma via de mão dupla, na qual o funcionário também deve se sentir à vontade para expressar o que ele sente em relação empresa. 10 – Implemente e aperfeiçoe a avaliação de desempenho A avaliação de desempenho é uma prática essencial para o departamento de recursos humanos. Individual ou coletiva, essas avaliações servirão como base para programas de treinamento, promoções internas, reajustes salariais, programas de recompensa e até decisão de desligamento. 11 – Ofereça um plano de carreira O plano de carreira é um importante instrumento para trabalhar a motivação do funcionário. Se ele sabe que tem possibilidade de crescimento dentro da empresa, ele tenderá a dar o seu melhor para alcançar cargos maiores. Isso será bom para diminuir a taxa de rotatividade e para os índices de produtividade. 12 – Organize um banco de horas A fim de flexibilizar a jornada de trabalho dos funcionários, muitas empresas já adotam o chamado banco de horas, que consiste no armazenamento de horas extras e futuramente poderão ser trocadas por folgas. Isso permite que o funcionário consiga equilibrar melhor sua vida pessoal com a profissional, o que impacta no seu rendimento no trabalho. 13 – Incentive a criatividade O incentivo à criatividade é uma boa forma de promover a integração entre os funcionários e a organização. Desafie e estimule os funcionários a encontrarem soluções criativas para diversos problemas que a empresa possa estar enfrentando, como a necessidade de reduzir gastos. Nesse caso, é possível oferecer prêmios proporcionais à economia gerada pelas novas ideias e projetos apresentados pelos colaboradores. Esperamos que aproveite bem essas dicas e, se precisar, conte conosco! A Solvção está à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas, é só entrar em contato com a gente pelo telefone  11 4858-4084 ou WhatsApp 11 99339-8780 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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Afinal, qual é o papel do contador na vida do empresário?

É muito importante que contador e empresário saibam dos seus papéis dentro da relação de parceria para trabalhar em conjunto, de forma assertiva e com bons resultados.  O empresário precisa estar ciente de que é responsável por todo o cenário da sua empresa, incluindo informações contábeis e fiscais através do seu contador que, por sua vez, deve estar sempre atento à legislação, impostos e tudo mais que for necessário para garantir que seu cliente esteja sempre dentro da lei.  O contador pode acabar desempenhando diferentes papéis dentro de uma empresa, mas sempre com a principal responsabilidade de ser o guardião financeiro e contábil de todos os seus clientes.  Existe o contador mais técnico, que geralmente se preocupa apenas em cumprir as obrigatoriedades, calcular todos os impostos e entregar tudo corretamente ao Fisco. Ou seja, um serviço mais voltado à contabilidade tradicional.  Em seguida, temos o contador que, além de técnico, também atua fortemente como consultor de seus clientes. Ou seja, comprometido com a gestão financeira das empresas, prestando consultorias de negócios e participando ativamente do crescimento de cada um dos seus clientes. Avançando mais um pouco, entramos na fase de contador conselheiro que, além de técnico, trabalha em uma junção com o papel de consultor, participando do planejamento estratégico das empresas, em todos os quesitos, como se fosse um diretor financeiro, ou seja, alguém diretamente ligado à prosperidade de seus clientes. Nessas duas últimas fases, o contador desempenha um papel muito importante de parceiro efetivo dos empresários na jornada de prosperidade das empresas e é capaz de agregar muito mais valor ao seu trabalho.  Fique atento e descubra, qual é o papel de contador que você quer ter com os seus clientes: A contabilidade consultiva Contabilidade Consultiva é o modelo de negócios no qual o contador atua de forma mais próxima dos empresários, com o foco no relacionamento com o cliente, utilizando-se da Ciência da Contabilidade para diagnosticar e cuidar da saúde das pequenas empresas, levando-as à riqueza e à prosperidade. A Contabilidade Consultiva não deixa de realizar as atividades comuns à contabilidade, como apurar fluxo de caixa e orçamentos anuais, controlar passivos fiscais, despesas fixas e variáveis. Mas esse não é o foco. O foco do contador consultor é adotar estratégias de marketing de relacionamento e inovação onde puder. É uma nova visão da contabilidade, mais moderna e com maior valor agregado.  A contabilidade tradicional e a transformação digital Já não é novidade para ninguém que o mundo dos serviços contábeis está em constante transição, sofrendo rápidas e fortes mudanças. Mas isso tem levado a uma enorme confusão entre os diferentes modelos existentes, principalmente na linha digital para o meio contábil conceitos como a contabilidade online e a contabilidade digital, porém não são a mesma coisa, são modelos bem diferentes de serviço oferecido.  O contador sempre foi o profissional de maior confiança para os empresários, porém o momento atual exige mudança e o contador possui total conhecimento para trabalhar em busca da prosperidade das empresas de uma forma mais próxima de seus clientes. A transformação digital precisa ser vista como uma oportunidade de negócio para os contadores mais tradicionais, e não como uma ameaça. O mais importante para se tornar um contador digital, consultor e conselheiro dos seus clientes, é a expertise, os conhecimentos. Ou seja, um pré-requisito que todos os contadores já possuem.  É aqui que a tecnologia entra como ponto principal para essa transformação, onde as tarefas podem ser automatizadas e o foco das suas atividades pode ser totalmente voltado para o desenvolvimento de planejamento e novas estratégias para seus clientes.  Ou seja, uma nova forma de agregar valor aos seus serviços e trabalhar com muito mais eficiência e agilidade. Tudo isso de forma digitalizada, com tarefas e funções automatizadas e informações de qualidade que permitem melhores previsões e planejamentos, além da criação de cenários mais reais para o futuro dos seus clientes. ————————————- A Solvção está à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas e também oferecer um serviço de contabilidade moderno e confiável. É só entrar em contato com a gente pelo telefone  11 4858-4084 ou WhatsApp 11 99339-8780 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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Você sabe qual é a diferença entre RH e Departamento Pessoal?

Todo mundo conhece, ou pelo menos já ouviu falar, desses dois departamentos da empresa, os famosos Recursos Humanos (RH) e o Departamento Pessoal (DP). O que poucas pessoas sabem é que, embora sejam áreas complementares, existe uma diferença enorme entre as atividades que eles executam. Muitas organizações possuem dentro de sua estrutura somente o Departamento Pessoal, mas acreditam, erroneamente, que estão lidando com um RH. Essa é uma confusão muito comum entre os empregadores, colaboradores e até mesmo entre os profissionais que pretendem ingressar na área. Então, qual é a principal diferença entre o RH e o Departamento Pessoal? De maneira bem sucinta e objetiva, podemos dizer que o RH está condicionado à estratégia e resultado, ou seja, métodos e planejamento que devem ser alinhados com a gestão, para que se alcance os objetivos almejados através das pessoas da organização. Já o DP, está associado às práticas que devem ser seguidas pelo empregador, para que não incorra em processos trabalhistas ou questões legais, no momento que gerencia as pessoas. Vale destacar que tanto o RH quanto o DP são setores que integram a gestão de pessoas e, segundo Idalberto Chiavenato, a “Gestão de Pessoas tem como objetivo proporcionar que todas as pessoas da empresa conversem uma mesma língua e dediquem o mesmo potencial para a realização do trabalho que todo empresário deseja.” . ‍Processos que englobam o setor de Recursos Humanos • Recrutamento e Seleção Esta é uma das atividades desenvolvidas pelo RH que ganhou mais popularidade e ficou bastante conhecida. O R&S, como é chamado, é o processo que visa atrair e selecionar profissionais para compor a equipe de pessoal da empresa. Apesar de parecer simples, esta tarefa requer certo cuidado. No momento da seleção, o profissional de Recursos Humanos deve ter bem definidas as competências técnicas e comportamentais que busca no novo profissional, de modo que estejam alinhadas à demanda e necessidade da organização. • Treinamento e Desenvolvimento Este é um dos subsistemas do RH que envolve a integração e o aperfeiçoamento das equipes. Na maioria dos casos, os treinamentos existem para melhorar as rotinas de trabalho, ou para auxiliar na implantação de novos processos. Além de trazer melhorias para a execução dos trabalhos, eles reduzem as margens de erros operacionais, proporcionam maior aderência entre equipes e empresa, e podem ser utilizados pelo RH para manter os colaboradores mais engajados e motivados. • Avaliação de Desempenho Essa ferramenta é fundamental para que se possa mensurar o desenvolvimento e performance dos colaboradores. A forma como ela vai ocorrer, isto é, sua periodicidade, setores envolvidos, modelo de análise etc., depende da estratégia traçada pela empresa e do alinhamento às diretrizes empresariais. A avaliação de desempenho também funciona como um norteador nas tomadas de decisões que envolvem promoções, transferências e recolocações nas equipes de trabalho, sendo uma atividade direcionada ao setor de Recursos Humanos. • Pesquisa de Cultura e Clima Organizacional Esta é uma ferramenta gerencial que permite ao RH avaliar e mensurar o nível de satisfação dos colaboradores e assim identificar as forças e fraquezas, internas da organização, no que se refere à maneira como gerencia as pessoas e/ou processos. Por meio da Pesquisa de Clima, o RH poderá identificar os conflitos e gaps produtivos que geram insatisfação e interferem no crescimento organizacional, bem como corrigir e tratar determinadas situações, propiciando assim um ambiente mais saudável, favorável e motivador para os colaboradores. Nela podem ser avaliadas, por exemplo, questões relativas à comunicação, salários e benefícios, formas de relação com o gestor ou superior imediato, entre outros pontos. ‍Processos que englobam o setor de Departamento Pessoal • Admissão O processo admissional de uma empresa é bem complexo, pois trata-se da inclusão legal de uma pessoa na companhia. É nesse momento que o profissional, selecionado na fase de recrutamento e seleção, feita pelo RH, será direcionado ao Departamento Pessoal. Este por sua vez fará o contrato de trabalho a partir dos documentos recolhidos. O setor providenciará a assinatura da carteira de trabalho, a inclusão dos benefícios ofertados pela empresa e todos os demais processos burocráticos que são inerentes a essa fase inicial da relação empregatícia. • Folha de Pagamento Também é de responsabilidade desse setor realizar o cálculo mensal da folha de pagamento, ou seja, informar os dados relativos a salário, benefícios, horas extras, faltas e/ou atestados e, ao final, deduzir todas as despesas em relação aos ganhos, para chegar ao valor que será recebido pelo profissional como remuneração. É no DP que serão apurados os impostos e encargos trabalhistas, como FGTS, INSS, IRRF dentre outros que forem devidos. • Apuração de Ponto O controle da assiduidade do colaborador também é algo que deve ser monitorado por este setor, considerando todas as ausências ou horas de trabalho excedidas. Mais do que ter um controle sobre os horários praticados, o acompanhamento do ponto é necessário para verificar se a empresa está cumprindo com as obrigações legais, no que se refere a horas trabalhadas por dia, horário de intervalo e descanso. Ter um bom software de gestão auxilia muito nesse controle. • Demissão O processo demissional se assemelha ao admissional, porém aqui a relação empregatícia está sendo finalizada. Por isso, é necessário apurar todos os pagamentos que são devidos ao empregado, além de retirá-lo dos sistemas da empresa, dar a baixa na CTPS, dentre outros processos legais. Esperamos que este conteúdo tenha proporcionado clareza sobre a diferença entre RH e Departamento Pessoal, os conceitos de cada um destes setores e que auxilie a organizar melhor a gestão de pessoas de sua organização! (Fonte: pontomais.com.br) A Solvção está à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas, é só entrar em contato com a gente pelo telefone  11 4858-4084 ou WhatsApp 11 99339-8780 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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WhatsApp Business: Aumentando as Vendas da sua Empresa

Como funciona e por que utilizar o aplicativo WhatsApp Business? A versão para negócios é quase igual a versão tradicional. A navegação e usos são idênticos. Se você já utiliza a versão convencional, não terá dificuldade de usar a versão para negócios. Assim como o aplicativo convencional, o WhatsApp Business é gratuito e está disponível para instalação em celulares com sistema Android e iPhone. A grande vantagem de trabalhar com esse aplicativo é poder organizar seus contatos e ter um atendimento mais profissional com seus clientes. Ele é um aplicativo separado do WhatsApp convencional e te permite cadastrar um novo número de contato, podendo inclusive ser o telefone fixo da sua empresa. Assim, você pode manter todos seus contatos e conversas profissionais em um local diferente das suas conversas pessoais e dos grupos de amigos e família. A versão para empresas também conta com algumas funcionalidades diferentes que ajudam a catalogar suas conversa e fazer envios de promoções. Falamos dessas funções mais à frente neste artigo. Como mudar para conta comercial? Basta fazer o download do aplicativo e criar uma conta para sua empresa. Uma das vantagens é que você pode cadastrar um telefone fixo do seu estabelecimento como número da sua conta de WhatsApp Business. Porém, se você já usa a versão comum do app, não é permitido usar o mesmo número de telefone na conta do WhatsApp Business. Você precisa escolher somente uma das versões para usar um número de celular. Tenha também muito cuidado na hora de criar a conta da sua empresa. O aplicativo vai criar uma conta de usuário vinculando o número com as informações que você incluir, e essas informações não podem ser alteradas no futuro. Então verifique bem se o nome está correto e evite brincadeiras ou incluir ofertas pontuais, pois não será possível alterar depois. Como faço para usar o WhatsApp Business no meu celular? Siga os passos abaixo para instalar o aplicativo: Funcionalidades do WhatsApp Business: Apesar de ter uma aparência bem similar ao whats convencional, a versão para negócios possui algumas funcionalidades diferentes que ajudam a promover sua empresa: 1 – Perfil empresarial Na hora de criar sua conta na versão para empresa, você vai perceber que precisa preencher algumas informações referentes à sua empresa: Garanta que essas informações estejam atualizadas e corretas, pois elas ficarão expostas para os clientes sempre que eles clicarem para ver seu Perfil. 2 – Respostas Rápidas Sabe quando os sites possuem uma área de Perguntas Frequentes? Essa funcionalidade é quase a mesma coisa. Com ela você pode criar algumas respostas prontas para responder perguntas comuns que os clientes possam fazer. Então se o cliente perguntar se tem alguma oferta, você pode ter uma resposta rápida informando qual é a oferta e os descontos. Outra opção é quando o cliente pergunta se você faz entregas, e você ter uma resposta rápida indicando o link do seu site de delivery, por exemplo. 3 – Respostas Automáticas Além das opções de Respostas Rápidas, também é possível configurar algumas respostas padrões que são disparadas automaticamente quando o seu cliente envia uma mensagem. Você pode criar uma mensagem de boas vindas, recebendo o seu cliente de uma forma mais divertida e personalizada. Outra opção é criar respostas de ausência, para informar o cliente que você não está disponível e orientar qual o melhor horário para ele voltar a entrar em contato. 4 – Etiquetas para organizar conversas Organização é um item fundamental para atender seus clientes com atenção e qualidade. Uma das funções mais legais do WhatsApp Business é a possibilidade de catalogar as conversas com etiquetas. Assim você pode organizar os contatos e as conversas conforme o status da negociação, o tipo de cliente, ou até a prioridade do atendimento. O Whats já propõe algumas etiquetas padrões, mas você pode criar as suas próprias e organizar da forma que quiser. WhatsApp Web Assim como na versão convencional do WhatsApp, a versão para empresas também tem a opção de você conversar usando o computador. Isso ajuda bastante no dia a dia, evitando que você tenha de pegar o celular toda hora. A forma de conectar é a mesma. Basta abrir o site web.whatsapp.com ; abrir o WhatsApp Business no celular; ir até o menu e escolher a opção WhatsApp Web; e então mirar a câmera do celular para o QR code que estará na tela do computador. Como posso aumentar as vendas usando o WhatsApp Business? Esta ferramenta foi criada para facilitar a interação com cliente e potenciais clientes do seu negócio. Se usada de forma correta, poderá ajudar a aumentar as suas vendas: 1 – Utilize listas de transmissão e não grupos É comum criar Grupos para fazer o envio de mensagens em massa. Essa prática nem sempre consegue atingir o objetivo, além de ser considera irregular pela própria ferramenta e poder gerar penalidades para sua conta. Grupos costumam sair do controle, as pessoas se incomodam em serem adicionadas em algo que não solicitaram, alguns bloqueiam notificações e não verão as mensagens, e você acaba não tendo o resultado que esperava. As Listas de Transmissão são mais fáceis de manusear e mais assertivas na hora de enviar as mensagens de promoção e divulgação para seus clientes. Com elas, você pode enviar a mesma mensagem para uma lista de contatos pré-definidas por você. Se você tem uma oferta exclusiva para clientes VIP, você pode criar uma lista com esses clientes e fazer um disparo exclusivo. Outra vantagem é que quando o cliente responde sua mensagem, ela é enviada somente a você. Diferente de grupos, onde a mensagem é vista por todos. E com isso você pode ter um tratamento diferenciado para cada cliente. Importante: Apenas os contatos que possuem seu número adicionado no telefone poderão receber suas mensagens. Caso o cliente não esteja recebendo a sua transmissão, peça para ele adicionar seu número no aparelho dele. Como criar uma Lista de Transmissão? Seguindo estes passos você terá criado uma lista com destinatários para suas transmissões. Agora, quando você enviar uma mensagem para sua

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Mude para o Ponto Eletrônico Online.

Porque escolher um sistema de ponto online Ao escolher trocar o registro de ponto manual por um sistema automatizado, sugerimos que você busque por uma solução de ponto online que te ajude a otimizar seus processos. Isso por que o ideal é encontrar um serviço que não apenas atenda as necessidades do momento atual, mas que te ajude com desafios futuros e que proporcione mais crescimento para o seu negócio. É isso que a transformação digital traz para as empresas. Essa inovação emprega tecnologia e automação em processos burocráticos para que funcionários e empreendedores tenham mais tempo de se dedicar aos processos estratégicos. Além disso, sistemas de ponto eletrônico como o da Pontomais permitem que o RH tenha mais autonomia e praticidade na gestão de pessoas, no controle de jornada e no fechamento de ponto. Integração automática com relógio de ponto eletrônico Caso você já utilize a marcação em outros aparelhos, é possível extrair e gerenciar informações deles em nosso sistema. A Pontomais possibilita total integração com relógio de ponto biométrico e as informações são enviadas automaticamente para a nuvem. Mesmo assim, é possível corrigir eventuais erros de marcação dos horários. Para garantir o controle de ponto, toda modificação nos registros deve passar por um gestor ou supervisor. Ou seja, além de tornar o processo mais transparente, o nosso sistema também gera mais confiança entre líderes e suas equipes. Dentro desse processo, o cloud computing promove uma sincronização rápida, totalmente online e elimina a necessidade de backups constantes. Tudo isso com a segurança e a praticidade do sistema antifraude gerado pelo armazenamento em nuvem. Qual a importância da segurança cloud no sistema de ponto? Quando o assunto é o controle de ponto, adotar um sistema que opera em nuvem protege o acesso às informações por meio de criptografia e do uso de senhas. Na Pontomais, o controle de horas é realizado de maneira simples. Uma vez que o acesso ao sistema é liberado, o funcionário pode: • Visualizar as ocorrências do ponto em tempo real; • Controlar horas extras e faltantes; • Ver os dias que precisam de ajustes e abonos; • Gerenciar o banco de horas; • Conferir as informações da jornada de forma rápida e prática. Por meio do nosso registro de ponto, os dados são armazenados na nuvem, garantindo o acesso à informação de qualquer lugar. A Pontomais investe no sistema antifraude para garantir a segurança e para que os dados dos nossos clientes permaneçam invioláveis. Para que serve o sistema antifraude da nuvem? No geral, a segurança cloud serve para proteger a empresa das seguintes questões: • Violação de dados importantes; • Invasão de contas e sequestro de dados; • Acesso às informações por pessoas não autorizadas; • Exposição do sistema a vírus e outros problemas comuns do acesso à internet; • Fraudes e falhas na marcação de ponto. A Pontomais trabalha com um conjunto de políticas e tecnologias de personalização e com o controle dos serviços, o que torna suas operações muito mais seguras. Isso ajuda a proteger dados, a infraestrutura e os próprios aplicativos das ameaças citadas acima. Outro ponto interessante do sistema da Pontomais é a praticidade. Aqui, o colabodaror consegue registrar seu ponto sem maiores dificuldades. Além disso, o sistema é intuitivo e o controle de jornada é bastante facilitado pela interface simples e prática. Se você deseja mais segurança no controle de ponto da sua empresa, experimente nossas vantagens! _____________________________________________________________________________ A Solvção Contabilidade e Sistema é parceira da Pontomais. Entre em contato com a gente pelo telefone 11 4858-4084 ou WhatsApp 11 99339-8780 ou e-mail: contato@solvcao.com.br e informe-se sobre a implantação do ponto eletrônico online na sua empresa.

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Seja um MEI e Amplie seus Negócios!

MEI é a sigla para Microempreendedor Individual. Este regime tributário tem o objetivo de formalizar trabalhos informais. A partir disso, autônomos ou mesmo aqueles que planejam abrir um negócio passam a ter uma opção menos burocrática para regularizar suas atividades. O que é MEI? O MEI é a forma mais utilizada para se empreender no Brasil. Ele possui uma carga tributária mais baixa perante outros regimes tributários e ainda, permite o acesso do empreendedor à Previdência Social. Dessa forma, ele tem como benefícios o auxílio-doença, licença maternidade, pensão por morte e muitos outros. Além disso, e ao mesmo tempo, o MEI também pode ter um funcionário contratado, desde que receba um salário mínimo ou o piso da categoria. Sendo esse, outro facilitador na atividade de uma microempresa. Qual a diferença entre o MEI, microempresa e empresa de pequeno porte? Cada uma dessas modalidades de empresa tem obrigações fiscais diferentes. Elas devem ser muito bem estudadas pelo empreendedor antes de escolher o melhor regime tributário para a sua empresa. No entanto, a principal distinção entre elas está no seu rendimento bruto anual: Pré-requisitos: quem pode ser MEI? O faturamento não é o único fator que pode classificar a sua empresa no MEI. Os principais requisitos para se enquadrar na categoria são: Atividades permitidas para o MEI Nem todas as atividades estão liberadas para o MEI. São mais de 480 atividades cadastradas para quem deseja entrar neste regime. Entre as profissões estão artesão, fotógrafo, comerciante, eletricista, mecânico e muito mais. Entre em contato conosco e teremos prazer em orientá-lo quanto à atividade que mais se encaixa com seu negócio.  Como funciona o regime MEI? Para se tornar um Microempreendedor Individual precisa entender que não há uma separação entre o patrimônio pessoal e o empresarial. A partir do momento em que o empreendedor está no MEI, ele estará exercendo a atividade de empresa com o seu próprio nome. Isso também significa que caso haja dívidas ou qualquer complicação contraída pelo nome da empresa, isso afetará também o patrimônio pessoal do empreendedor titular e vice-versa. Para entender ainda mais sobre o regime é indicado entender bem os pré-requisitos necessários para tornar-se um MEI, esse é um passo importante para não se deparar com problemas futuros. Quanto custa ser MEI? A inscrição do MEI é isenta de qualquer taxa, no entanto após a formalização e cadastramento é necessário fazer um pagamento mensal do carnê DAS (Documento de arrecadação do Simples Nacional). Os valores variam entre R$ 51,95 a R$ 57,95. Confira agora o valor a ser pago mensalmente, dependendo do ramo de atuação: *Importante: esses valores são referentes ao ano de 2020. *Esse é um valor fixo atualizado anualmente, ou seja, ele não mudará conforme seu volume de vendas. Quais são as obrigações do Microempreendedor Individual? O MEI  possui obrigações importantes, que são: Isso significa que o MEI possui tarefas a cumprir junto ao fisco e caso tenha contratado um funcionário, também será necessário cumprir com as obrigações trabalhistas que são: O MEI não é obrigado a emitir nota fiscal quando efetua uma venda ou presta um serviço para pessoa física, ou seja, o consumidor final. Exceto nos casos em que o cliente solicite. Quais são os benefícios do INSS do Microempreendedor Individual? O INSS para MEI funciona de maneira bastante simples, e assim o microempreendedor pode ficar mais tranquilo, já que todos os seus direitos como contribuinte estão garantidos. A grande facilidade é que o MEI pertence à categoria de Contribuinte individual do INSS e o pagamento é feito através da guia mensal DAS MEI.  O valor pago já inclui a alíquota de 5% referente ao salário mínimo, que será destinado para o INSS. Todos os benefícios previdenciários são válidos para os que contribuem como MEI. Exceto para obter aposentadoria por tempo de contribuição. Existem muitas vantagens para os empreendedores que se tornam MEI, sendo a principal delas o direito a benefícios como: MEI precisa de contador? Não. Porem é importante contar com a ajuda de um profissional especializado caso haja dúvidas a respeito de algum processo ou sobre as questões mais burocráticas. Nós da Solvção apoiamos o empreendedorismo e damos todas as instruções e ajuda GRÁTIS para os nossos clientes na abertura com a definição exata da atividade e posteriormente fazemos o cadastro, emissão do alvará e CCM, isso quer dizer: regularizamos o MEI junto a a Receita federal e ao Município. É só entrar em contato com a gente pelo telefone 11 4858-4084 ou WhatsApp 11 99339-8780 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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Veja como fazer a gestão por competência em uma empresa.

A gestão por competência é de responsabilidade do setor de Recursos Humanos e busca soluções para questões que envolvem as habilidades da equipe. Nesse sentido, um gerenciamento eficiente das competências é capaz de levar às organizações importantes diferenciais competitivos, a medida em que consegue colocar a pessoa certa no lugar certo. Quando a gestão de RH ignora a importância dessa gestão, corre o risco de manter colaboradores pouco produtivos e que dificilmente conseguirão contribuir com o desenvolvimento da organização. Neste post, você confere como fazer a gestão por competência em sua empresa. Acompanhe! O que é gestão por competência e qual a sua importância para a organização? Utilizando padrões mensuráveis e avaliações de competências, os profissionais do RH observam as competências dos colaboradores de acordo com as funções desempenhadas. São analisadas as aptidões e habilidades desses colaboradores, a fim de verificar se o desempenho está sendo satisfatório ou se existe alguma ação que deva ser tomada para alinhar as competências necessárias para a função. Dessa forma, os profissionais podem ser aproveitados da melhor forma e, como consequência, a empresa tem mais resultados. Podemos destacar como benefícios da gestão por competência: Agora que você já sabe o que é gestão por competência, veja como fazer no seu negócio. Como fazer a gestão por competência? Existem alguns passos básicos para fazer a gestão por competência na sua empresa. Acompanhe! Mapeie as competências Mapeie as competências de cada cargo. Dessa forma, será possível observar e adequar os colaboradores às exigências das funções. Avalie os resultados Com o mapeamento de competências em mãos, faça a avaliação dos profissionais e verifique se eles possuem as habilidades e responsabilidades exigidas para a função. O ideal é que essa avaliação seja feita antes do preenchimento do cargo. Para isso, analise a experiência do candidato e suas competências técnicas e comportamentais. Ofereça treinamentos para desenvolver as competências escassas É possível que, por meio da aplicação da avaliação por competência, alguns gaps de formação sejam identificados, assim como sejam percebidos colaboradores abaixo do nível de exigência da função. Quando isso acontece, é preciso investir em capacitação. Essa é uma maneira de reconhecer o valor do funcionário (aumentando o engajamento dele) e também proporcionar o desenvolvimento desse profissional e da empresa. É essencial fazer o cruzamento de competências existentes com aquelas necessárias para realizar: realocação de cargos; promoção; definição para futuras competências. Garanta bons feedbacks É preciso informar aos colaboradores sobre o resultado da avaliação por competência e dar a eles a oportunidade de se qualificarem. A empresa pode oferecer o treinamento ou eles podem procurar o aperfeiçoamento por conta própria. É preciso estabelecer uma comunicação clara e profissional, a fim de manter a motivação em alta e conquistar o comprometimento do profissional. Desligue profissionais menos adaptados Após o diagnóstico, feedback e monitoramento das ações, se o colaborador não buscar se desenvolver, será preciso considerar o desligamento dele e a contratação de profissionais mais aptos para a função. (Fonte: pontomais.com.br) _____________________________________________________________________________ A Solvção está à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas, é só entrar em contato com a gente pelo telefone  11 4858-4084 ou WhatsApp 11 99339-8780 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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O Pequeno Empresário precisa de contador?

Com exceção do Microempreendedor individual (MEI), todas as demais microempresas (ME) precisam de contador não apenas por exigência da lei, mas para se tornarem mais seguras e eficientes. A principal diferença tem a ver com o teto de faturamento, valor limite para a emissão de notas. No caso do MEI, é permitido emitir até 81 mil reais anuais em notas fiscais e o empreendedor não pode ter participação ou sociedade em outras empresas. Já a ME pode faturar até 360 mil reais durante um ano. Ela pode se enquadrar como Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real, escolha que depende da atividade e estratégia do negócio. E sabe quem auxilia você nessa decisão? Ele mesmo: o contador! Além disso, nem todas as atividades são permitidas para o MEI, sabia? Por isso, é preciso analisar previamente se é ou não possível abrir a empresa nesse formato. Em caso positivo, não é preciso registrar o Contrato Social da Junta Comercial, como é exigido com a ME. E se a intenção é ter mais de um funcionário ou mesmo uma pequena equipe, o caminho é optar pela ME. Essas são as diferenças básicas entre os dois tipos. A partir delas já dá para entender que uma opção não é melhor que a outra, mas sim mais ou menos adequada para cada situação. Enquanto o MEI não exige tantas etapas e documentos, a ME tem mais liberdade para faturar e crescer. Se você se enquadra nesse segundo cenário, não se preocupe, pois a parceria com um bom contador consegue deixar o processo bem mais tranquilo e com menores riscos! Além de cuidar da entrega das obrigações para o governo na hora certa, o contador irá lhe auxiliar a abrir sua empresa da maneira correta, comandar o planejamento financeiro, verificar se está tudo caminhando para o lucro, além de gerar informações essenciais para a tomada de decisões a respeito do futuro da empresa.  O balanço, os livros contábeis e aqueles arquivos enviados digitalmente (SPED, DIRF, DCTF e tantas outras siglas) precisam ser assinados por um contador com registro ativo no Conselho Regional de Contabilidade (CRC). Nesse contexto, dá até para pensar que a alternativa mais vantajosa é se tornar um MEI para se ver livre de todas essas obrigações, não é mesmo? Na prática, porém, não é bem assim que funciona. Para você entender melhor do que estamos falando, vamos aproveitar para mostrar algumas diferenças entre a Microempresa (ME) e o Microempreendedor Individual (MEI). Nós contadores somos parceiros para todas as horas, afinal de contas, qual é o papel do contador? Explicamos, anteriormente e de maneira geral, sua importância, mas precisamos detalhar suas funções. Entenda! Cuida do processo de abertura do CNPJ A formalização de uma empresa exige uma série de procedimentos que empreendedores não costumam conhecer. Entra aí o contador, profissional especializado que sabe de todos os detalhes necessários para lidar com esse processo. Ele dá suporte na definição do capital social e do regime de tributação, bem como orienta sobre o CNAE mais adequado para o ramo de atividade, entre diversos outros pontos do início ao fim do processo. Organiza rotinas diárias e mensais Como a contabilidade demanda informações financeiras bem detalhadas, acaba imprimindo ritmo e organização aos lançamentos de entradas e saídas de caixa, estoque e administração de bens e equipamentos. O contador é quem recebe essas informações e as organiza, gerando relatórios mensais, semestrais e anuais, obrigatórios para prestar satisfações ao Fisco. Gera informações e relatórios para a gestão Os documentos gerados pelo contador não servem apenas para atender a exigências legais. Na realidade, eles podem orientar os rumos da empresa, apontando tanto aquilo que dá lucro como o que representa fragilidade para o negócio. O apoio desse profissional também ajuda na tomada de melhores decisões sobre o fluxo de caixa, o capital de giro, a formação de preços, entre outros assuntos. Mantém a empresa regularizada A contabilidade é responsável pelo fornecimento de dados para investidores, sócios e o governo. Especificamente para o governo, quando essas informações são passadas de forma incorreta, o negócio fica exposto ao pagamento de multas e restrições que podem até impedir seu funcionamento. Mas não se preocupe, porque são mínimas as chances de ter que lidar com isso ao contar com o auxílio de uma boa contabilidade, que vai enviar as devidas obrigações com precisão na apuração e, claro, nas datas certas. Fonte: jornalcontabil.com.br ______________________________________________________________________________ A Solvção está à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas, é só entrar em contato com a gente pelo telefone  11 4858-4084 ou WhatsApp 11 99339-8780 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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Não tenha medo de trocar de contador

Muitas empresas, por muitos motivos, sentem a necessidade de trocar de contador e é preciso tomar alguns cuidados neste processo para que a transição ocorra de forma segura. A troca em si é muito simples, o foco deve estar em manter a regularidade fiscal da empresa de forma organizada para evitar dores de cabeça com o fisco, por exemplo, e ainda organizar as atividades estratégicas do negócio com uma mentalidade de crescimento e lucratividade. Escritório contábil terceirizado X Contador no ambiente empresarial Obrigatório em todas as empresas (exceto MEI), o contador e seu escritório são importantes para alinhar a gestão financeira, econômica, tributária e patrimonial no ambiente dos negócios. A rotina desse profissional envolve cálculos, demonstrativos de resultados e apuração de impostos. Um escritório terceirizado, por exemplo, consegue auxiliar o gestor de uma empresa a ter uma visão mais direcionada às receitas e despesas do negócio e o que efetivamente está gerando lucro. Além disso, esse processo ajuda na avaliação de riscos, no desenvolvimento de estratégias para reduzir a carga tributária e ainda na escolha de decisões mais assertivas conforme a empresa e o mercado em que atua. Posso ou não trocar de contador? Segundo o Código de Defesa do Consumidor, todos os empresários têm o direito de escolher uma empresa que atenda às necessidades do seu negócio. Você, empresário, precisa se atentar na assinatura do contrato, quais são os serviços inclusos e se há multa por rescisão contratual antes do prazo acordado por ambas as partes. Se houver multa, faça uma avaliação colocando ‘na ponta do lápis’ os valores e a troca,  e se preciso negocie com a nova empresa que vai assumir as atividades contábeis para que seu negócio consiga uma boa vantagem nesta troca. Como trocar de contador? Existem vários motivos que levam um empresário a trocar de contador e de empresa. Muitas podem ser as razões recorrentes, como uma falta de comunicação eficiente, como também atrasos nas entregas combinadas. A motivação pode ser financeira também, afinal, muitas empresas podem não estar satisfeitas com o valor que pagam à contabilidade relacionada com os serviços prestados. Após entender o motivo e fechar a questão, formalize o cancelamento dos serviços através de um e-mail ou documento assinado e digitalizado para a empresa. Existe o prazo de 30 dias de rescisão de contrato em que é possível organizar a documentação cadastral, fiscal e contábil da sua empresa para tudo esteja em suas mãos nesta finalização. Forma segura de trocar de contador Para ter efetividade neste processo, você deve levar em consideração alguns pontos essenciais para escolher uma nova empresa. Busque por empresas conhecidas no mercado, seja por amigos empresários, prestadores de serviços que você conhece, como até mesmo clientes que você confia na indicação. Atualmente as empresas de contabilidade online estão crescendo muito em função da praticidade, segurança e valores aplicados ao serviço. Além disso, se atende para: • Se o escritório conta com registro regular no CRC; • Se a oferta de serviços vai ao encontro  das necessidades do seu negócio; • Observe se a proposta inclui condições específicas como valores extras por serviços prestados ou multa de rescisão; • Informe-se sobre os processos e documentos para solicitação de guias para pagamentos de impostos ou informações gerenciais. _______________________________________________________________________________ A Solvção está à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas, é só entrar em contato com a gente pelo telefone:  11 4858-4085 ou WhatsApp: 11 95050-1217 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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Trabalhando de casa? 5 dicas para manter-se em segurança

Segundo a OWL Labs, 52% dos funcionários trabalham de casa (home-office) pelo menos um dia da semana. Nos EUA, 4,7 milhões de funcionários passaram a trabalhar de casa mais da metade do tempo, tendo essa modalidade de trabalho crescido em 173% desde 2005. E no Brasil não está sendo diferente. Trabalhar de casa – uma nova realidade Fica evidente que trabalhar de casa se tornou uma nova realidade para muitas pessoas, já que diversas empresas têm encorajado, e até mesmo pedido que seus funcionários trabalhem remotamente. Na verdade, eventos recentes têm acelerado esta tendência de home-office, ou processo de transformação da força de trabalho, com as empresas restringindo as viagens dos funcionários, e muitas alocando mais recursos para viabilizar o trabalho virtual. Grandes empresas de tecnologia, como Twitter e LinkedIn, foram ainda mais longe implementando políticas que exigem que todos os funcionários trabalhem de casa. Trabalhar de casa obviamente deixou de ser apenas uma iniciativa para aproveitar talentos globais, e se tornou também uma forma de proteger os funcionários contra riscos. Maiores riscos contra a segurança Na McAfee, temos seguido de perto esta tendência, observado aumentos massivos no número de dispositivos pessoais conectados online. Embora trabalhar de casa ofereça benefícios para os funcionários, este aumento no número de dispositivos pessoais conectados a empresas pode acabar expondo essas organizações e sua equipe a riscos contra a segurança, como ataques de malware, roubo de identidade, e ransomware. Com o mundo encarando esta nova realidade, a dúvida permanece – como empregadores e funcionários podem se equipar com os recursos necessários para trabalhar de casa, seja meio período ou período integral, de forma segura? Trabalhando de casa com segurança Os empregadores não precisam apenas educar seus funcionários com relação às melhores práticas para a segurança digital, mas fornecer a eles as ferramentas necessárias para combater ameaças online que podem se originar do trabalho remoto. Com muitos de nós dependendo de e-mails e da rede para trabalhar remotamente, precisamos ter consciência dos indícios-chave do surgimentos de ameaça. A partir daí, poderemos localizar, marcar e reportar qualquer coisa que pareça suspeita. Compartilhando a responsabilidade e encorajando outras pessoas a marcar qualquer coisa que pareça perigoso, todos nós poderemos naturalmente gerar consciência e ajudar outras pessoas a evitarem armadilhas semelhantes, Sendo honestos uns com os outros, poderemos estar um passo à frente dos hackers. Dicas para proteger seus dados pessoais e corporativos Quer garantir que seu trabalho de casa será feito de forma segura? Aqui temos cinco dicas rápidas e ferramentas que você pode utilizar para proteger dados pessoais e corporativos: Utilize uma VPN Muitas pessoas utilizam Wi-Fi público em restaurantes, aeroportos, etc., para permanecerem conectados para fins profissionais e pessoais. No entanto, conectar-se a redes Wi-Fi não seguras pode gerar uma brecha fácil para que hackers acessem suas informações e dados pessoais. Certifique-se de utilizar uma rede virtual particular (VPN), o que é  de extrema importância para estabelecer uma conexão segura para trabalhar em arquivos e visualizar fotos pessoais salvas na nuvem. Tenha cuidado com e-mails de phishing Nós vimos hackers tentarem tirar vantagem dos medos das pessoais fingindo vender máscaras online para enganar pessoas desavisadas e fazê-las informar os detalhes do seu cartão de crédito. Não abra anexos de e-mail ou clique em links que pareçam suspeitos. Troque regularmente as senhas da nuvem com autenticação por dois fatores A autenticação por dois fatores é uma forma mais segura de acessar aplicativos relacionados ao trabalho. Além do combo senha/nome de usuário, você receberá uma solicitação para verificar quem você é em um dispositivo única e exclusivamente seu, como um celular. Simplificando: são utilizados dois fatores para confirmar uma identidade. Em última instância, conseguir acesso a algo supostamente confidencial não é tão difícil para os hackers nos dias de hoje. Mas uma segunda forma de identificação limita o raio de ação dos hackers. Utilize senhas fortes e exclusivas Caso um hacker consiga, de fato, acesso a uma de suas contas, certifique-se de utilizar senhas complexas para todas as suas outras contas, e jamais reutilize suas credenciais em diferentes plataformas. Outra boa ideia é atualizar consistentemente suas senhas para garantir ainda mais proteção para os seus dados. Você também pode utilizar um gerenciador de senhas, ou uma solução em segurança que inclua um gerenciador de senhas, para monitorar todas as suas senhas exclusivas. Navegue com proteção ativada Certifique-se de continuar atualizando suas soluções em segurança em todos os seus dispositivos. Isso ajudará a proteger os dispositivos contra malwares, ataques de phishing e outras ameaças, bem como a identificar sites maliciosos durante a navegação. Fonte: mcafee.com Sabemos que as coisas passam, mas enquanto isso não acontece, nós da Solvção estaremos aqui para auxiliá-lo da melhor forma. É só entrar em contato com a gente pelo telefone  11 4858-4084 ou WhatsApp 11 99339-8780 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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Entenda o que é ERP (Sistema de Gestão Empresarial).

Nessa matéria esclarecemos os principais pontos para você entender o que é software ERP, que cada vez se torna mais necessário para a sua empresa. A História do ERP e como tudo começou: no fim dos aos 50 já existia um modelo de software de gestão, que demandava tempo e muito dinheiro, porque todo o trabalho ainda era realizado de forma manual. Com o avanço das tecnologias, as formas de gerir também foram sofrendo alterações e tiveram que se adaptar a um novo cenário. Atualmente existem diversos tipos de ERP disponíveis no mercado. Embora conhecer os tipos seja importante para que a empresa saiba qual escolher, inicialmente é preciso, de fato, olhar para dentro da instituição e compreender quais são as demandas de maior importância, para que a partir daí a busca se torne mais efetiva. ERP é uma sigla em Inglês que significa Enterprise Resource Planning, que nada mais é em português que: Planejamento dos Recursos da Empresa, e também conhecido como Sistema Integrado de Gestão. Então, com base em toda a explicação acima, podemos entender que o software de gestão é um sistema de informática responsável por cuidar de todas as operações diárias de uma empresa, desde o faturamento até o balanço contábil, de compras a fluxo de caixa, recursos humanos, vendas, finanças, geração de nota fiscal, de apuração de impostos a administração de pessoal, de inventário de estoque às contas a receber, do ponto dos funcionários a controle do maquinário da fábrica. Enfim, todo o trabalho administrativo e operacional feito numa empresa. O ERP tem como objetivo organizar o trabalho numa empresa. Um ERP registra informações referentes a clientes, fornecedores, funcionários, produtos, vendas, compras, pagamento, impostos entre outros. A forma como estes registros se “conversam” faz parte do desenho de processos do ERP e é neste momento que o ERP tem a função de ser um integrador de processos com base nas regras de negócios e definições parametrizadas pela empresa. Claro que o ERP faz muito mais pela empresa, ele mantém todos os dados registrados e com base nestes dados é possível trabalharmos informações mais abrangentes e refinadas, tais como: “Qual nosso produto mais vendido; Quem é o melhor cliente da empresa; Qual época do ano mais se vende determinado produto; Qual a margem do meu produto etc.”. Com o registro correto dos dados temos informações importantes sobre o negócio, aumentando a competitividade no mercado. Com base no exposto acima, o ERP organiza o trabalho na empresa aplicando regras de negócios e parâmetros definidos para atender os processos e tarefas diárias feitas pelos funcionários da empresa, o que permite ao gestor entender melhor a dinâmica de sua empresa, com todas as informações estratégicas que permitem aumentar, em tempo real, uma tomada de decisão mais assertiva. De forma simples, um software ERP, em sua maioria, é dividido em 3 camadas: 1 – Nesta camada temos o software ERP com as suas funcionalidades, processos, cadastros (formulários divididos em campos) e demais dados necessários para a operação da empresa; 2 – Os dados gerados na camada “Aplicação” devem ser armazenados de forma lógica no Banco de Dados (possivelmente algum software ERP tenha que acessar o Banco de Dados por um mecanismo de conexão, não sendo uma conexão nativa); 3 – Todo software ERP deve ter uma camada onde é possível configurar/parametrizar o sistema e também customizar/personalizar o ERP, para isso é necessário uma camada de construção de novo código-fonte e sua compilação, para que assim estas novas funcionalidades desenvolvidas fora do ERP padrão estejam disponíveis na aplicação; Vale lembrar que não estamos tratando aqui da camada do Sistema Operacional, essencial para que o ERP seja executado, que para a empresa é essencial. Na sua maioria, o software ERP é dividido por módulos. Os módulos com a visão departamental visam suportar módulos verticais na execução das rotinas-padrão e que pouco mudam de empresa para empresa, como Contabilidade, Contas a Pagar e Receber, por exemplo. Mesmo o ERP sendo dividido por módulos, os seus dados são armazenados de forma única, independentemente do módulo que acessar. ERP Local ou ERP na nuvem , ou em ERP em cloud Ao implementar uma ferramenta de gerenciamento, esse é um dos pontos que toda empresa deve ter em mente. Os ERPs podem ser agrupados entre o modo de hospedagem no servidor local ou na nuvem.  A diferença entre eles é que as soluções locais limitam o uso de software no dispositivo em que for instalada, enquanto o modo Cloud possibilita acesso ao programa de qualquer lugar e a qualquer momento, por meio de qualquer dispositivo com conexão à internet.  Por outro lado, ao hospedar um software na nuvem, é preciso saber que as informações serão armazenadas nos servidores em nuvem do provedor e não nos da empresa. Fato que acaba refletindo em uma grande economia de espaço.  Da mesma forma, as soluções em Cloud permitem que o usuário faça cópias de backups dos dados automaticamente, assegurando assim a proteção das informações e sua recuperação a qualquer momento.  Para escolher entre as duas modalidades é importante que a companhia se pergunte se tem a necessidade de acessar dados de qualquer lugar e se a segurança das informações é uma prioridade para ela.  Nesse caso, o ideal é que a opção seja por um ERP Cloud. No entanto, se a preferência for controlar os dados, talvez seja melhor um software local. Como o software ERP é utilizado atualmente nas empresas? Segundo pesquisas realizadas pelo Aberdeen Group (consultoria americana), estima-se que apenas 27,6% das funcionalidades disponíveis no software ERP são utilizadas, ou seja, podemos afirmar com base na pesquisa acima que 73,4% das funcionalidades de um sistema integrado de gestão não são utilizadas. Os benefícios que as empresas têm com implantações bem-sucedidas de ERP são os seguintes:  Benefícios Tangíveis Ocorrência  Redução de estoques 32%  Redução de Pessoal 27%  Aumento de Produtividade 26%  Redução no tempo de ciclo de Ordens 20%  Redução de tempo de ciclo de fechamento contábil/financeiro 19%  Redução de Custos de TI 14%  Melhoria em processos de suprimentos 12%  Melhorias na gestão de

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Como usar a folha de pagamento para reduzir os custos da empresa, no Simples Nacional.

Administrar a folha de pagamento não é uma tarefa simples — muito menos se o objetivo for reduzir os custos para a empresa com salários e encargos trabalhistas, proporcionando uma situação financeira mais tranquila. No entanto, o indicado é que a Folha de Pagamento não exceda o limite de 30% a 40% do orçamento da organização, mesmo dentro do regime tributário do Simples Nacional. Isso porque, até essa porcentagem, a empresa consegue trabalhar dentro de uma margem saudável. Entenda como é a Folha de Pagamento para empresas do Simples Nacional em comparação ao Lucro Presumido: – No Simples Nacional a empresa está dispensada de diversos encargos sociais como: Sistema S, INSS Patronal e Seguro Acidente de Trabalho. Veja que os encargos sociais no simples nacional representam quase 28% a menos em comparação às empresas de lucro presumido. Os demais custos trabalhistas como férias, 13º e benefícios indiretos são os mesmos para ambas. Como diferenciar os anexos no Simples Nacional, para prestadores de serviços: Além da divisão por segmento o simples nacional diferencia os anexos de tributação para prestadores de serviços de acordo com a atividade exercida, são os Anexos III, IV e V. Iremos conhecer cada um deles começando pela diferença entre o III e V: Anexo III x Anexo V Nesses dois anexos estão contidas a grande maioria das atividades de serviços, no Anexo III são alocados os serviços que podemos chamar de mecanizados que é o oposto do Anexo V. Para diferenciar um do outro podemos utilizar os fatores, técnico, científico e intelectual toda vez que um serviço necessitar de um desses termos para ser executado. Essa atividade estará alocada no Anexo V do simples nacional, caso contrário podemos usar o Anexo III, respeitando as regras vigentes na legislação. As alíquotas iniciais de tributação são de 6% para o Anexo III e 15,5% para o V. Um dos benefícios para diminuição da carga tributária nas atividades enquadradas no Anexo V é a incidência da Folha de Pagamento sobre o seu faturamento, o chamado “fato r”. No simples nacional toda vez que sua Folha de Pagamento acumulada corresponder ao seu faturamento acumulado em 28% ou mais, e a empresa esteja no Anexo V, ela poderá utilizar as alíquotas do Anexo III para apuração do seu tributo daquele mês, o que representa uma boa redução no tributo a pagar, isso deve-se na utilização do “fator r” como benefício e sair de uma alíquota inicial de 15,5% do Anexo V para 6% do Anexo III. Anexo IV Neste Anexo estão alocados serviços específicos que têm por características o fornecimento de mão de obra para sua execução, são eles construção de imóveis, obras de engenharia em geral, projetos e serviços de paisagismo, decoração de interiores, serviço de vigilância, limpeza e conservação, estão incluídos neste anexo também os serviços advocatícios. O diferencial deste Anexo é que a CPP (Contribuição Previdenciária Patronal) é recolhida à parte, o que não o torna tão vantajoso apesar de alíquotas iniciais menores. Existem formas de otimizar a Folha de Pagamento  para redução de custos. Seguem algumas estratégias que ajudam a aumentar a lucratividade e a quitar as despesas com os funcionários: 1 – Proponha a criação de banco de horas As horas extras sempre foram um problema no custo da Folha de Pagamento. Por isso, mantenha uma produção organizada e dentro dos horários para que essas despesas sejam reduzidas. Assim, elas vão ocorrer quando houver mesmo uma urgência. Uma dica é criar o banco de horas trabalhadas, para que os colaboradores possam descontar os minutos a mais em folgas — preferencialmente, em um período propício, como um feriado que possa ser emendado. Com isso, é possível diminuir os custos e alegrar os funcionários com mais dias de descanso. 2 – Otimize a jornada e o trabalho O mau aproveitamento da jornada de trabalho eleva os salários dos funcionários, que precisam de mais horas para produzir os pedidos dos clientes. Por exemplo, uma organização que tem 20 colaboradores e fabrica 300 tortas por mês, terá uma média de 30 tortas por funcionário — ou seja, por dia, cada um faz meia sobremesa. Diante desses dados, é possível perceber que não há boa utilização dos recursos, dos maquinários e do tempo. Nessa situação, há duas soluções: otimizar a jornada de trabalho, por meio de um método organizacional para desenvolvimento da produtividade, e investir em equipamentos que produzam maiores quantidades. Dependendo da metodologia usada na montagem das tortas, é possível comprar fornos novos para reduzir o número de funcionários e aumentar o volume da produção. 3 – Use a tecnologia É imprescindível ter um sistema de gestão empresarial automatizado para fazer a Folha de Pagamento e os seus encargos, controlar a jornada de trabalho através de cartão de ponto eletrônico  e emitir o holerite para os trabalhadores, mesmo que os pagamentos sejam realizados por depósito bancário. No entanto, mantenha o arquivo físico e assinado por eles para evitar ações judiciais e servir de comprovantes para a fiscalização. 4 – Faça o provisionamento do décimo-terceiro Como você sabe que todo ano deverá pagar o 13º salário e as férias, é possível prever essas despesas e se planejar para efetuá-las. Então, comece a poupar uma porcentagem ao longo do ano, conforme a orientação acima de custos, para não ter de recorrer a empréstimos bancários. 5 – Invista na terceirização Uma forma de economizar na folha é terceirizar parte dos serviços de sua empresa, como os setores de produção, limpeza e marketing, dentre outros — desde que não seja a área técnica. Geralmente, os serviços terceirizados são mais baratos, visto que você não terá obrigações trabalhistas e, ainda, poderá ficar mais focado nas questões estratégicas do seu negócio. 6 – Mantenha uma reserva de contingência Criar uma reserva de contingência é essencial para cobrir imprevistos. Dessa forma, não precisará mexer no capital dos sócios ou de giro, no patrimônio da empresa e nem pedir empréstimos para saldar problemas como ações trabalhistas, desastres naturais etc. Contudo, para reduzir os impostos de forma legalizada, é necessário estar dentro do regime tributário adequado, bem como ter um planejamento tributário para obter as oportunidades do Governo Federal, Estadual e Municipal com os créditos e incentivos fiscais, além

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Alívio para os Microempreendedores (MEI): contribuição mensal ganha novos prazos.

Mais uma ação para minimizar os efeitos da crise. Na última semana, o Comitê Gestor do Simples Nacional anunciou que o pagamento de tributo dos microempreendedores individuais (MEI) ganha novos prazos. A partir do mês de abril, os valores serão prorrogados tendo as datas de vencimento entre abril e dezembro. A decisão foi anunciada em parceria com o governo federal, que informou também uma série de ações tendo como público alvo os trabalhadores formais. As novas datas de pagamento dos impostos acontecerão todas a partir do segundo semestre e estão sujeitas a prorrogação caso a crise gerada pelo coronavírus perdure. Segundo o ofício liberado no último dia 18 de março, os envios de abril, maio e junho acontecerão da seguinte forma:• Cobrança referente ao mês de março de 2020, com vencimento inicial em 20 de abril de 2020, ficará com validade para 20 de outubro de 2020;• Cobrança referente ao mês de abril de 2020, com vencimento inicial em 20 de abril de 2020, ficará com validade para 20 de novembro de 2020;• Cobrança referente ao mês de maio de 2020, com vencimento inicial em 20 de abril de 2020, ficará com validade para 20 de dezembro de 2020; Segundo os representantes, a medida espera segurar a classe durante o período de instabilidade financeira. Na categoria de micro empreendedor, estão enquadrados trabalhadores como Uber, entregador de comidas, pequenos empresários, donos de negócios em desenvolvimento, restaurantes, salões de beleza e mais. Profissionais que estão sendo afetados e sendo paralisados por causa da pandemia que está em expansão desde o mês de fevereiro. No entanto, é preciso estar atento, pois as guias de fevereiro, que tinham como data máxima o dia 20 de março, ainda precisam ser pagas e estão sujeitas a juros. Se você é MEI ou tem uma empresa, experimente mudar para a Contabilidade Digital Consultiva. A Solvção está à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas sobre contabilidade, é só entrar em contato com a gente:pelo telefone 11 4858-4085ou WhatsApp 11 95050-1217ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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MEI que não declarar rendimento será penalizado e poderá perder CNPJ

Até o dia 31 de maio, os Microempreendedores Individuais devem enviar a Declaração Anual do Simples Nacional (DASN) dos rendimentos de 2019. Ou seja, caso o MEI atrase para a sua declaração, terá que pagar uma multa de, no mínimo, R$ 50,00 e com a possibilidade de juros caso demore mais para fazer o pagamento. Além disso, há casos mais extremos que fazem o MEI perder CNPJ. A responsabilidade do envio da DASN é exclusiva do MEI. O microeemprendedor, portanto, deve preencher o valor total das vendas de produtos e prestação de serviços, seja em dinheiro, cheque ou cartão, realizadas no ano anterior, seja com notas fiscais ou não. Punições ao MEI O MEI pode receber multa por atraso e ficar impossibilitado de emitir boletos mensais das obrigações tributárias, o Documento de Arrecadação Simplificada (DAS).Além disso, há também a possibilidade de perda dos benefícios adquiridos com a formalização, como o direito à Previdência Social. E até mesmo, em casos mais graves, quando há o atraso de dois anos consecutivos para o envio da declaração e pagamento do boleto, o cancelamento do CNPJ. Se você é MEI ou tem uma empresa, experimente mudar para a Contabilidade Digital Consultiva.A Solvção está à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas sobre contabilidade, é só entrar em contato com a gente: pelo telefone 11 4858-4085ou WhatsApp 11 95050-1217 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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A importância da Contabilidade

Muitos gestores, principalmente os das pequenas empresas, acreditando ser mais uma burocracia que uma aliada, não dão a devida importância para a contabilidade que é importantíssima para a saúde financeira e crescimento da entidade.A função da contabilidade é muito mais que anotar entradas e saídas de dinheiro.É necessário também:– conhecer o negócio;– acompanhar estoques;– apurar impostos corretamente;– ter um bom planejamento tributário;– saber sobre a guarda correta de documentos;– conhecer as obrigações acessórias da atividade;– formar custos para avaliar a lucratividade corretamente;– orientar colaboradores para o bom desempenho da equipe,– entre tantos outros controles que a contabilidade proporciona.Tudo adaptado às mudanças de cenário, pois não basta fazer um bom planejamento e segui-lo, é necessário revisá-lo a cada período adequando a cada realidade encontrada e é este o papel da contabilidade que por meio de relatórios gerenciais pode colaborar na tomada de decisões.Por isso, independente do porte da empresa, é fundamental ter uma contabilidade que ajude o negócio a cumprir todas as exigências legais e ainda trabalhe de maneira consultiva para que o negócio continue ativo e lucrativo.____________________________________________________A Solvção está à disposição para ajudá-lo, é só entrar em contato com a gente pelo telefone: 11 4858-4085 ou WhatsApp: 11 95050-1217 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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