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Notas Fiscais

Você sabe a diferença entre Razão Social e Nome Fantasia?

Ao abrir uma empresa, você precisará avaliar dois temas importantíssimos: Razão Social e Nome Fantasia. E devido a uma certa similaridade entre ambos, é natural que você possa confundir. Logo, conhecer e diferenciar cada um deles será extremamente importante para consolidar o seu negócio. Dito isso, para ter uma visão mais estratégica do seu novo empreendimento, fique atento aos principais assuntos sobre os temas a seguir: O que é Razão Social? A Razão Social se refere ao nome de registro da empresa, que estará presente em questões jurídicas (contrato social, notas fiscais etc.). É diferente do Nome Fantasia, pois não está ligado às questões mais comerciais como a logomarca e fachada do negócio, por exemplo. A Razão Social também pode ser chamada de Firma ou Denominação Social. Além disso, vale destacar que o seu processo de oficialização deve ocorrer na constituição do contrato social da Junta Comercial ou no Cartório. O que é Nome Fantasia? O Nome Fantasia também pode ser chamado de Nome Comercial, Nome de Marca ou Nome de Fachada. Está atrelado, por exemplo, à comercialização do produto ou serviço, à elaboração do logotipo, marca e fachada de um negócio. É aquele nome que você escolherá para divulgar o seu empreendimento e que poderá ser registrado no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). Observação: de modo geral, qualquer pessoa jurídica (privada ou pública) poderá optar pelo Nome Fantasia. Esse nome poderá ser igual ao que consta na Razão Social. Dicas para escolher Nome Fantasia e Razão Social No momento de definição da Razão Social e Nome Fantasia, há algumas dicas que serão estratégicas para o seu empreendimento. Razão Social: – Busque um contador para pesquisar a Razão Social do seu negócio. Afinal, não podem haver duas Razões Sociais iguais; – Escolha uma Razão Social que reflita o seu empreendimento e passe credibilidade, pois o termo estará presente em documentos importantes. Nome Fantasia: – Defina um nome que reflita o propósito do seu empreendimento, que tenha a ver com a sua marca; – Cuidado com os nomes óbvios, termos em inglês ou que geram interpretações variadas. Defina-o com criatividade; – Tenha presença digital, mas não se esqueça de pesquisar se o nome do seu site não foi registrado. Razão Social e Nome Fantasia podem ser alterados posteriormente? Após as informações passadas, é natural que você queira saber se a Razão Social e Nome Fantasia podem ser alterados. Nesse caso, saiba que tanto o Nome Fantasia quanto a Razão Social (com exceção do MEI) poderão ser alterados. A Razão Social deverá ser alterada no Contrato Social, com um novo registro na Junta Comercial ou Cartório. Já o Nome Fantasia pode ser alterado de forma simples e prática através da internet, diretamente pela base da Receita Federal. Razão Social e Nome Fantasia do MEI No caso do Microempreendedor Individual (MEI), definir a Razão Social e Nome Fantasia é mais prático, pois o processo é todo feito pelo Portal do Empreendedor de forma online. Ao seguir o passo a passo do site e informar seus dados, o seu CNPJ será registrado e sua Razão Social será a raiz do seu CNPJ seguido do seu nome completo (ex. 12.345.678 José da Silva). Com relação ao Nome Fantasia, com objetivo de simplificar a coleta de dados do processo de inscrição e de alteração do MEI, o ‘Nome Fantasia’ foi descontinuado na base do CNPJ a partir de 15 de novembro de 2023. – Gov.br Razão Social e Nome Fantasia do Empreendedor Individual Para evitar erros ao definir a sua Razão Social e Nome Fantasia, enquanto Empreendedor Individual (EI) busque ajuda de um contador. Saiba que a Razão Social deverá ter o nome do empreendedor, entretanto, o nome poderá ser abreviado. Já o sobrenome, não. Se o nome do empresário já estiver registrado, você poderá inserir o ramo de atuação do negócio em seguida. Exemplo: Maria da Graça Souza – empresa de colchões. Será: MG Souza Colchões. Diferenças entre Razão Social e Nome Fantasia: as finalidades são diferentes! Razão Social e Nome Fantasia possuem uma proposta parecida, mas finalidades diferentes. Portanto, conheça os pontos que as diferenciam a seguir: – Finalidade Promocional e Legal: a finalidade Promocional está ligada ao Nome Fantasia. Seu objetivo é dar nome ao negócio em uma campanha publicitária, mas sem uma obrigação legal envolvida na situação.Já a Razão Social possui uma finalidade legal. Está presente em contratos, certificados etc.; – Comprometimento: por estar associado às questões legais, a Razão Social possui obrigação fiscal e regulamentadora muito maior do que o Nome Fantasia; – Alteração: a mudança do Nome Fantasia é simples de ser feita. Quando isso ocorre com a Razão Social, todos os documentos que possuem relação com a mesma deverão ser alterados.Vale lembrar que a Razão Social só poderá ser alterada na Junta Comercial ou no Cartório; – Definição obrigatória: a Razão Social é necessária, mas a definição do Nome Fantasia é opcional. Razão Social e Nome Fantasia: onde são utilizados na prática? Descobrir de forma prática o uso da Razão Social e do Nome Fantasia é necessário para que você possa confirmar a importância dos temas e suas diferenças. Por isso, conheça logo abaixo algumas das principais situações em que a Razão Social e Nome Fantasia podem ser utilizados: Situações para o uso da Razão Social: – Notas Fiscais; – Faturas de clientes; – Folha de salário entregue ao funcionário; – Emissão de cheque bancário; – Certificados; – Contratos; – Comunicados à imprensa. Situações para o uso do Nome Fantasia: – Site; – Rede social; – Material gráfico; – Evento corporativo; – Fachadas; – Estabelecimento comercial; – Produtos fabricados; – Propagandas publicitárias. _______________________________________________________________________________ Experimente mudar para a Contabilidade Digital Consultiva. A Solvção está à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas sobre contabilidade.

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Guia completo: terceirização do setor financeiro.

O que é a Terceirização do Setor Financeiro? Quais são os serviços que a Terceirização envolve? Para quem é útil? Quando aderir a Terceirização do Setor Financeiro? Vantagens de terceirizar o financeiro Como a Solvção pode contribuir com a sua empresa?   Um dos setores mais importantes de toda empresa é o setor financeiro, por isso, garantir sua eficiência e otimização é fundamental para o sucesso de uma organização.   Na prática, esse recurso significa: gerir as finanças de forma eficiente com o conhecimento específico, tempo e recursos adequados, o que pode ser feito através da Terceirização do Setor Financeiro.   Muitas organizações optam por terceirizar sua área financeira, visando melhores resultados e benefícios significativos. Assim, vamos explorar neste blogspot o guia da Terceirização do Setor Financeiro, apresentando o que é BPO: quais os serviços, para quem é útil, quando aderir, as vantagens efetivas dessa prática e como a Solvção pode contribuir com sua empresa. O que é a Terceirização do Setor Financeiro? A Terceirização do Setor Financeiro, também conhecida como BPO (Business Process Outsourcing), envolve a transferência de atividades financeiras de uma empresa para um parceiro externo especializado que utiliza, em sua base, a tecnologia da informação.   Ao delegar as responsabilidades financeiras, a organização pode se concentrar em seu core business, enquanto profissionais qualificados cuidam das tarefas financeiras operacionais. Ou seja, o tempo de cuidar da conciliação bancária, das contas a pagar e a receber, entre outras tarefas de gestão das finanças será direcionado para a equipe externa contratada. Quais são os serviços que a Terceirização envolve? A Terceirização do Setor Financeiro abrange uma ampla gama de serviços, sendo adaptados às necessidades específicas de cada organização. Vamos conhecer algumas dessas atividades:   Contas a Pagar e Receber: processamento de pagamentos, emissão de faturas, gestão de cobranças e conciliação de contas. Emissão de Notas Fiscais e Boletos: preparação de declarações fiscais, demonstrações financeiras e cumprimento de obrigações contábeis. Conciliação Bancária: verificação e conciliação de transações bancárias com os registros contábeis. Redução de Custos: planejamento personalizado e soluções de otimização do balanço financeiro (despesas e receitas). Relatórios para acompanhamento: elaboração de orçamentos, análise de desempenho financeiro, projeções e relatórios financeiros. Movimentação Integrada com a Contabilidade: cálculo de salários, impostos, contribuições, benefícios e cumprimento de obrigações trabalhistas. Para quem é útil? A Terceirização do Setor Financeiro é válida para empresas de todos os tamanhos e segmentos. Alguns exemplos são as pequenas e médias empresas que não possuem recursos suficientes para manter uma área financeira interna bem estruturada em tempo integral e podem se beneficiar da expertise de uma equipe financeira externa. Ou, ainda, grandes empresas que aproveitam a terceirização para focar em atividades estratégicas, reduzindo custos e aumentando a sua eficiência operacional. Quando aderir a Terceirização do Setor Financeiro? Quanto antes! Vimos que a Terceirização do Setor Financeiro pode ser considerada em várias situações, mas que estão diretamente ligadas ao desenvolvimento organizacional, como, por exemplo:   Para a redução de custos: terceirizar é um caminho muito mais viável e econômico em relação a manter uma equipe interna de finanças, visto que isso exige salários, benefícios, treinamentos e infraestrutura. Além de ter efeitos na redução de despesas gerais mediante a gestão externa otimizada. Necessidade de especialização: se a empresa não possui profissionais financeiros especializados, a terceirização permite tanto o acesso a conhecimentos técnicos avançados como tecnologias facilitadoras. Escalabilidade e flexibilidade: a terceirização pode se ajustar às necessidades da empresa, possibilitando o aumento ou redução dos serviços conforme a demanda.   Sendo assim, vale a pena esperar para implementar uma solução que possa gerar resultados melhores e contribuir com o crescimento da empresa? Vantagens de terceirizar o financeiro Na prática, a Terceirização do Setor Financeiro traz diversas vantagens para as empresas, vamos conhecer algumas delas:   Foco no core business: ao delegar as atividades financeiras a especialistas, a empresa pode se concentrar em suas competências essenciais e no crescimento do negócio. Redução de riscos e erros: profissionais financeiros experientes possuem técnicas e métodos específicos para lidar com questões complexas e garantir conformidade com regulamentos e leis. Acesso à tecnologia e inovação: a terceirização permite acesso a sistemas financeiros atualizados e atividades inovadoras, que podem melhorar a eficiência e a precisão das operações financeiras. Redução de custos operacionais: a terceirização elimina a necessidade de investir em infraestrutura, software e treinamento, resultando em economia de recursos e otimização de processos. Como a Solvção pode contribuir com a sua empresa? A Solvção é uma empresa especializada em BPO e uma parceira confiável para sua empresa, assumindo a responsabilidade pelas atividades financeiras do seu negócio com uma Contabilidade Digital integrada ao Sistema de Gestão Empresarial.   Os valores da Solvção são: integridade, competência e a excelência. É a partir deles que todas as atividades de Terceirização do Setor Financeiro, para empresas de quaisquer segmentos e tamanhos, são desempenhadas. Tais quais:   Análise dos indicadores financeiros: com a capacidade analítica da Solvção você conta com auxílio na tomada de decisões baseando-se em números e indicadores. Organização de informações estratégicas: fazendo com que o grande volume de dados – que geralmente são complexos – virem informações simples de fácil compreensão para você e seu negócio. Otimização na visão futura da sua empresa: com uma comunicação direta, o planejamento financeiro te dá mais segurança para garantir precisão ao seu negócio.   Quer saber mais como implementar a Terceirização do Setor Financeiro na sua empresa e otimizar seus processos contábeis? Entre em contato com a nossa equipe de atendimento através do WhatsApp: (11) 95050-1217.   A Solvção está pronta para atender você.             Quando aderir a Terceirização do Setor Financeiro? Quanto antes! Vimos que a Terceirização do Setor Financeiro pode ser considerada em várias situações, mas que estão diretamente ligadas ao desenvolvimento organizacional, como, por exemplo: Para a redução de custos: terceirizar é um caminho muito mais viável e econômico em relação a manter uma equipe interna de finanças, visto que isso exige salários, benefícios, treinamentos e infraestrutura. Além de ter efeitos na redução de

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Erros na gestão de notas fiscais de entrada podem gerar multas superiores a R$ 1 mil por documento.

Gestão de notas fiscais ainda é desafio para as empresas. Trabalho, muitas vezes, feito manualmente ou com softwares inadequados, causando penalidades. Facilitar a rotina fiscal e ter erros humanos minimizados neste campo é o sonho de toda empresa brasileira, afinal, a legislação do país é extremamente complexa e, por consequência, passível de retrabalho, perda de tempo e de dinheiro.  Neste aspecto, um dos principais desafios das empresas tem sido a recepção e gestão completa de documentos fiscais de entradas, das compras, de mercadorias, de serviços e outras. Geralmente, se não houver um padrão de organização bem delineado destes documentos, que servem para certificar uma transação comercial, constando os detalhes sobre o produto ou o serviço adquirido, bem como seus respectivos impostos, não há como fazer uma boa gestão, afetando muitas áreas de uma organização, desde compras, controladoria, fiscal, contábil e, principalmente, o contas a pagar.  Outro problema bem narrado pelas empresas é o preenchimento incorreto de documentos fiscais pelos seus fornecedores. Adiante, vem ainda a conferência de autenticidade dos documentos, que para notas de mercadorias pode ser feita em um portal, mas para as de serviços, são “apenas” 5.570 portais, de cada município.  Mas não acaba aí, há ainda a conferência de regularidade do fornecedor no site da Receita Federal, da opção do Simples Nacional em outro portal e do CPOM (cadastro de prestadores de outros municípios) em cada prefeitura. Ou seja: um processo longo, manual e cheio de detalhes.  Por fim, tem a questão da guarda e do prazo para conservação desses documentos, exigido por lei, que é de cinco anos. Isso quer dizer que se um fiscal for a um estabelecimento e requerer uma ou mais notas, e se o empresário não apresentar, é multa na certa, que pode, inclusive, ultrapassar R$ 1 mil, por documento, além da glosa de dedutibilidade do IRPJ e da CSLL, de 34%, mais 9,25% de créditos irregulares de PIS e COFINS. É muito dinheiro e não vale a pena correr o risco. Gestão de notas fiscais Além do obstáculo “armazenamento”, há o desafio de monitorar as notas fiscais após o recebimento, onde o usuário necessita fazer uma consulta sempre que quiser saber o status do documento, pois estes podem ser cancelados ou anulados pelo fornecedor sem a autorização do destinatário.  Em situações como essa, a empresa pode estar se apropriando de créditos indevidos e registrando notas fiscais inválidas em seu Enterprise Resource Planning (ERP). Portanto, para evitar dor de cabeça, o ideal é automatizar a gestão de notas fiscais de entradas (compras).  “Quando a empresa opta por fazer este trabalho de forma manual, haverá um gasto de tempo exorbitante e custos para o setor fiscal, contábil e em toda a empresa, porque há pessoas de diversas áreas recebendo e registrando documentos fiscais de compras. As empresas mais preocupadas com Compliance, escalabilidade e transformação digital, estão automatizando o processo de ponta a ponta”, garante Lucas Ribeiro, CEO do ROIT BANK.. Para se ter uma ideia, por lá, foram extraídas as informações de mais de 1 milhão de notas fiscais de mercadorias e de serviços, utilizando Inteligência Artificial, com a aplicação de OCR (Optical Character Recognition – Reconhecimento Óptico de Caracteres, em português) e de NLP (Natural Language Processing – Processamento de Linguagem Natural, em português), tecnologias voltadas para reconhecer caracteres em documentos eletrônicos, compatível com diversos formatos de imagem e texto, tais como JPEG, PNG, PDF, assim como, definir o tipo de dado e reconhecê-lo por contexto, com altíssima acuracidade. O segredo de tanto sucesso é um só: automatizar o processo por completo, e não apenas parte dele. Isso envolve desde a baixa dos documentos fiscais, sua classificação, extração, enriquecimento com consultas externas diversas, vinculação automática a pedido de compras, cadastro do fornecedor no ERP (software de gestão) automático, críticas fiscais, classificação contábil, pagamento diretamente no banco e consolidação dos dados no ERP.  Um longo processo, atualmente operado por muita gente nas empresas, que leva tempo, está sujeito a diversos erros e não é escalável. Com o avanço da inteligência artificial e da robotização essa realidade vem mudando muito. Ficou com alguma dúvida? Nós da Solvção podemos te orientar, clique no link abaixo e fale com um de nossos especialistas.

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O que é um arquivo XML de nota fiscal e para que serve

Atualizado em 26/05/2023 Depois da nota fiscal eletrônica, a emissão de NF de compra e venda de produtos e serviços ficou mais simples. No mesmo período, surgiu o arquivo XML de nota fiscal. Apesar do tempo de funcionamento, há quem se pergunte o que é arquivo XML e qual sua finalidade. Acompanhe o conteúdo dessa matéria e saiba como o seu estabelecimento deve cumprir as exigências da Receita Federal. O que é o arquivo XML de nota fiscal O XML – Extensible Markup Language – é um arquivo de texto encontrado dentro da norma nacional de escrituração fiscal. Esse arquivo é o formato digital da NF-e e dentro dele constam todas as informações referentes a emissor, destinatário, produtos e serviços adquiridos. Como parte da obrigatoriedade fiscal, impõe que tanto o emissor quanto o destinatário preservem o documento pelo prazo mínimo de 5 anos. O arquivo XML deve ser apresentado sempre que exigido. Caso a pessoa ou empresa não o tenha em mãos, a Receita Federal poderá aplicar multas. O arquivo XML chegou para simplificar processos, inclusive no setor contábil. Essa simplificação proporciona a organização das notas fiscais, o armazenamento por tempo limitado e envio digital aos clientes, método que reduz drasticamente os custos com impressão. Como o arquivo XML é emitido e o que deve conter nele Para emitir o arquivo XML é necessário possuir um certificado digital e um sistema de emissão de notas fiscais eletrônicas. Após preencher os dados e realizar a validação da NF-e, o documento XML é gerado automaticamente. É preciso salvá-lo de imediato em um local seguro. É obrigatório conter as seguintes informações no documento: – Dados da nota fiscal eletrônica: número, modelo e série da NF-e, datas de emissão, entrada/saída e valor; – Todos os dados do emissor e cliente: nomes, endereços, CNPJs, entre outros dados; – Informações sobre o produto ou serviço; – Dados do ICMS, impostos, base de cálculo, valor de frete, entre outras informações; – Informações sobre transporte: entregador, veículo, placa, entre outros. Como o arquivo XML é gerado a partir de uma nota fiscal eletrônica, todas as informações são reproduzidas nele. As obrigações de quem envia e recebe o arquivo XML É obrigação do emissor, enviar esse documento para o cliente. Alguns softwares fazem essa tarefa de forma automática logo após o arquivo XML ser gerado, inclusive na versão PDF. Existem procedimentos indispensáveis que devem ser feitos após o recebimento da NF-e pelo cliente, um deles é a verificação da autenticidade do arquivo recebido e a validade da certificação digital. Esses garantem que o documento siga todas as normas. Com relação ao setor contábil e financeiro de uma empresa, é interessante que relatórios sejam desenvolvidos, agilizando o processo de entrega para a diretoria. Também existem soluções inteligentes que automatizam essa tarefa, gerando de forma eficiente toda a documentação necessária. _______________________________________________________________________________ Se você tem uma empresa, experimente mudar para a Contabilidade Digital Consultiva. A Solvção está à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas sobre contabilidade, é só entrar em contato com a gente:pelo telefone 11 4858-4085,  WhatsApp 11 95050-1217 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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Entenda a diferença entre Nota fiscal, NF-e, NFC-e, cupom fiscal e recibo

Atualizado em 10/04/2023 Os documentos fiscais estão presentes no dia a dia de muitos consumidores e são utilizados como comprovantes de pagamento, negociações e transações comerciais.  Além disso, também desempenham papel importante para os empregadores e profissionais liberais.  Então, o que são nota fiscal, NF-e, NFC-e, cupom fiscal e recibo? Todos são documentos fiscais. Isso significa que são capazes de comprovar transações comerciais ou prestações de serviços. Sua função vai além de garantia para os consumidores, que podem usar estes documentos para comprovar suas transações. Os documentos fiscais indicam que ocorrerá recolhimento de impostos pela Receita Federal de parte do dinheiro da transação comercial, ou seja, estes documentos beneficiam o consumidor, que pode, desde contestar pequenos erros de compras até comprovar seus gastos e impostos.  Qual a diferença entre os tipos de documentos? A principal forma de distinguir os documentos fiscais é entender como cada modelo funciona, já que a maior diferença está na sua finalidade. Nota Fiscal A nota fiscal é um documento que comprova a posse do consumidor em relação a algo. Ela depende de um programa emissor e, geralmente, os melhores softwares de gestão empresarial contemplam essa funcionalidade. Sua emissão é necessária para registro de toda transação de compra e venda. Dentro do grupo das notas fiscais, existem duas categorias: a NFC-e e a NF-e, que designam as notas que são eletrônicas. Porém, apesar de pertencerem ao mesmo grupo de existência digital, elas têm diferenças. NFC-e A NFC-e significa Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica e é responsável por atestar operações de vendas destinadas ao consumidor final e deve ser emitida somente nessas situações. NF-e A sigla NF-e significa Nota Fiscal Eletrônica e atende às outras operações de vendas possíveis, como devolução para fornecedor, exportação e etc. Deve ser emitida em qualquer situação de vendas ou prestação de serviços. Recibo Diferente das notas, o recibo é um documento emitido para comprovar o recebimento do pagamento e não diz respeito à comprovação de propriedade. Assim, ao receber um pagamento, um serviço ou uma mercadoria, deve-se emitir um recibo comprobatório.  Ele é ideal para controle financeiro e para prestação de contas com a Lei.  Para ser válido o recibo deve ser emitido em duas vias, como determina a Receita Federal, para toda e qualquer situação de controle fiscal.  Existem disponíveis no mercado, modelos de recibo prontos que o empreendedor pode utilizar livremente. Cupom Fiscal Já o cupom fiscal é um resumo da nota fiscal. Para emitir o cupom fiscal, é necessário possuir o Emissor de Cupom Fiscal (ECF), conhecido também como impressora fiscal. Este equipamento condensa as informações da Nota Fiscal e exibe apenas alguns detalhes de determinada transação comercial, como informações da empresa, local, data e horário da venda, valores e descrição dos itens.  Por conta dessa diferença, o cupom não atende alguns requisitos fiscais de comprovação, mas pode ser emitido para fins mais simples, como controle e outros. Sua emissão deve ser feita para o consumidor final como comprovação de compra e venda. Quais as vantagens e desvantagens de cada um dos modelos de documentos? Não há dúvidas que a emissão de documentos fiscais torna seu negócio mais confiável e garante alguns direitos dos consumidores. Mas ainda assim, há questionamentos sobre os prós e contras de cada um.  Nota Fiscal Vantagens: A emissão de nota fiscal regulariza todos os tributos ao Fisco. Além disso, confere credibilidade aos negócios e dá a garantia de que mercadorias e/ou serviços prestados são legais e possuem registro. Desvantagens: Excesso de burocracia para emissão, aumento de custo, processos mais lentos e um pouco mais difíceis, e limitação na emissão de notas. NF-e e NFC-e Vantagens: Reduz o uso de papel, reduz custos, são de fácil armazenamento e geram mais eficiência por conta da integração de dados digitais. Desvantagens: Não agregam clientes mais resistentes à tecnologia, requer utilização de certificado digital, limitadas apenas aos clientes com acesso à internet e uma parcela dos consumidores não sentem segurança com suas notas disponíveis no cenário digital. Cupom Fiscal Vantagens: Garantia e comprovação de transações comerciais, controle fiscal e registro facilitado de vendas. Desvantagem: Não tem validade para comprovação fiscal, pois não contém dados do comprador. Recibo Vantagens: Controle financeiro, prestação de contas com a Lei, caso necessário e comprovação de transação legal. Desvantagens: Custo com papéis e não atende a algumas exigências fiscais. _______________________________________________________________________________ Se você tem uma empresa, experimente mudar para a Contabilidade Digital Consultiva.A Solvção está à disposição para ajudar e esclarecer suas dúvidas sobre contabilidade. É só entrar em contato com a gente: Pelo telefone 11 4858-4085 ou WhatsApp 11 95050-1217 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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O que você precisa saber sobre emissão de Nota Fiscal

Atualizado em 13/03/2023. O assunto “emissão de nota fiscal” é um dos temas que mais geram dúvidas para os novos empreendedores. Uma série de questionamentos assolam os administradores de empresas. Na verdade, muitas pessoas decidem formalizar seus negócios impulsionados pela vantagem de poder emitir notas fiscais, algo que muitas vezes seu tomador de serviço está cobrando. Vejamos algumas dúvidas dos empreendedores: Eu sou obrigado a emitir nota fiscal? A reposta é: Sim, você é obrigado. A regra geral é: sempre que existir uma receita, é preciso formalizá-la perante aos órgãos do governo, através da emissão de notas fiscais. A Lei 8.846 fala dessa obrigatoriedade. Sobre as Notas Fiscais Eletrônicas, se a cidade onde sua empresa está cadastrada já possuir esse ambiente de emissão de NF-S, você é obrigado a emitir também. Que tipo de informação eu preciso para emitir uma nota fiscal? Você vai precisar dos dados cadastrais do seu cliente, CNPJ, o endereço e a razão social. Depois é necessário descrever qual é a natureza do serviço, o valor e a condição de pagamento. Essas são as informações mínimas. É recomendado que você formalize qualquer transação comercial em contrato, especificando quem são as partes, o contratante e o contratado. Isso porque, no caso de uma fiscalização é comum ser solicitado o contrato para verificar algumas informações. Como efetuar a emissão da nota fiscal? Hoje é possível emitir a nota fiscal diretamente pelo site da prefeitura, mas para cada município é um caso diferente, pois é necessário que haja a integração da cidade com o sistema emissor. Além disso, as contabilidades online possibilitam que a nota fiscal seja emitida diretamente da plataforma através da qual o cliente acompanha o cumprimento das obrigações contábeis e fiscais da sua empresa, bem como o calendário para pagamento de impostos. ———————————————————————————————————— A Solvção está à disposição para esclarecer suas dúvidas sobre abertura de empresa e contabilidade. Entre em contato pelo telefone 11 4858-4085 ou WhatsApp 11 95050-1217 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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Por que existem vários tipos de notas fiscais? E quais suas finalidades?

A internet transformou vários padrões e um deles foi nas transações comerciais. Muitas pessoas têm comprado produtos online, levando as empresas a modernizar os seus serviços. Hoje, existem vários tipos de notas fiscais que facilitam as operações de venda no ambiente virtual, que estão ganhando cada vez mais espaço. Em 2008, surgiram várias formas de cupons fiscais, e isso tem dificultado para muita gente. Apenas o MEI (Microempreendedor Individual) não obriga a lançar notas. Além de ser considerada uma atitude ética, a emissão correta do cupom evita a sonegação de impostos, permite o controle de gastos da sua empresa, identifica a quantidade da compra, o tributo a ser pago e facilita a troca de produtos por parte dos consumidores. Pensando nessa importância, neste texto, explicamos quais são os tipos de notas fiscais, a relação deles com o serviço oferecido pela empresa e como a tecnologia ajuda na gestão das notas. Vamos lá? E quais as finalidades das notas fiscais? As notas fiscais são documentos que comprovam a compra e venda de produtos ou serviços. Elas garantem que os impostos sejam recolhidos pelo governo. A seguir, confira a utilidade de cada uma: Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) Usada em transações entre pessoas jurídicas. Pode ser operada nas negociações comerciais de um produto ou serviço e a validação depende da assinatura digital e da autorização da Secretaria de Fazenda de cada Estado. Por meio dessa nota, o fisco consegue arrecadar o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) e o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) Usado para o transporte de cargas. Ele pode ser feito nas rodovias, trens, rios ou por meio de um vôo. Quando for lançar o cupom, preste atenção nas informações do remetente e destinatário. Precisam ser iguais em relação ao que foi informado. Não deixe de conferir dados como o preço da mercadoria e o ICMS que será arrecadado, além do preço e volume do produto. Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e) Trata-se do cupom entregue ao consumidor. Por isso, o documento é muito comum no varejo, em bares, farmácias, restaurantes e outros estabelecimentos. A nota permite que o cliente verifique o que comprou. Nesse cupom aparece o dia que a mercadoria foi comercializada, o horário, as condições de pagamento, a identificação da empresa e a descrição do produto. A NFC-e é impressa no momento da compra para o cliente. Esse papel tem a chave de acesso e o QR Code para que ele cheque a veracidade do documento. Isso é feito por meio de uma consulta no portal estadual da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica. Nesse local, o consumidor só vai precisar desses dois dados para verificar a autenticidade. Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e) Utilizada na comprovação da prestação de serviços. Eles podem ser de uma pessoa jurídica à outra ou entre uma empresa e um cliente. Muitos autônomos e profissionais liberais — como advogados, nutricionistas e publicitários — emitem essa nota. A NFS-e precisa ser lançada junto à prefeitura na qual o CNPJ está inscrito. Esse documento está ligado ao ISS (Imposto Sobre Serviços), que é arrecadado pelo município. Lembre-se de que só pode aparecer um tipo de serviço na nota e é permitido lançar o documento apenas quando a atividade for finalizada. Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (MDF-e) Foi criado com o objetivo de facilitar a fiscalização e reduzir o tempo de parada dos veículos nos locais onde ocorre esse processo. Esse comprovante é lançado para informar como o transporte foi feito para reunir todos os documentos fiscais. A empresa que faz transporte de cargas é obrigada a emitir esse comprovante e, caso não seja feito, a transportadora e o prestador de serviços estão sujeitos a multas. Como a tecnologia pode ajudar? As novas tecnologias têm trazido diversos benefícios às empresas. Muitos estão relacionados à redução de custo, melhora na gestão e na segurança. Confira abaixo como a informatização do processo pode otimizar a gestão dos diversos tipos de notas fiscais. Diminuição do espaço Acabou a história de precisar organizar e definir o local para armazenar a papelada. Você não terá a preocupação de escolher um lugar fixo destinado a guardar as notas, o que já representa um custo a menos. Agora, está muito simples reservar esses comprovantes. Basta colocá-los em nuvem, arquivos ou diretório de dados. Logo, não há necessidade de manutenção e sempre é possível armazenar mais documentos porque não há limite de espaço. Redução do gasto de emissão Antigamente, todas as empresas tinham de comprar blocos de notas em gráficas. Como hoje o processo é feito eletronicamente, não há mais despesa com os lançamentos. Aumento da segurança da informação Imprevistos sempre podem acontecer. Quando se usava apenas notas manuais, havia possibilidade de perder ou extraviar os papeis. Nesse caso, não teria o registro e o estoque de um produto. Com os documentos digitais, não há como isso ocorrer. Portanto, mesmo que o servidor de dados tenha algum problema, é possível fazer a impressão dos boletos, baixar os arquivos no formato XML e realizar consultas na Secretaria da Fazenda (Sefaz) do seu Estado. Agilidade no controle fiscal Com a digitalização desses tipos de notas fiscais, fica mais fácil para os agentes fiscalizadores encontrarem as informações. Isso agiliza as inspeções em relação aos veículos e às cargas. Por fim, também facilita para você encontrar e administrar as notas da sua empresa, além de reconhecer as atividades dela no período que desejar. Ajuda no balanço mensal Como esses documentos contêm informações de ganhos e gastos, eles acabam ajudando no balanço mensal e na gestão financeira da empresa. É possível analisar todas as despesas e ver se todas foram úteis. Pode-se observar detalhadamente, quais foram os produtos que contribuíram para a elevação ou diminuição das receitas da empresa. A Solvção está à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas! Basta entrar em contato com a gente pelo telefone  11 4858-4085 ou WhatsApp 11 95050-1217 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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