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O que você precisa saber antes de abrir uma empresa

O ato de abrir uma empresa é a concretização de um objetivo, significa um sonho sendo realizado. Até chegar nesse ponto, existe uma série de questões a serem analisadas e estudadas. A ideia é que a iniciativa não seja frustrada e os esforços e investimentos envolvidos não tenham sido em vão. Entre outras coisas, é necessário avaliar se existe um perfil empreendedor. É importante conhecer suas principais características, escolher seus sócios, estudar o mercado no qual vai entrar, estabelecer um plano de negócios, definir metas, prever custos iniciais, planejar uma reserva de capital e escolher o regime de tributação adequado. Também existem muitas coisas para os futuros empresários ficarem atentos. Uma delas é que aprender com os erros dos outros é mais vantajoso do que aprender com os seus próprios erros. Deve saber observar e tirar proveito disso. Outro ponto é que conhecer o seu cliente é tão ou mais importante do que conhecer o seu produto, portanto, esteja pronto para monitorar sua concorrência. É preciso também obter ajuda especializada. Neste aspecto, um escritório de contabilidade é muito importante para cuidar dos setores fiscais e trabalhistas da empresa. Qual tipo de empresa devo abrir? Entre as muitas decisões importantes que o empreendedor se vê desafiado a tomar, uma das mais importantes é com relação ao tipo de empresa que ele vai abrir. Aí estamos falando de Formato Jurídico, Regime Tributário e Porte da Empresa. Existem muitos tipos de empresa, que são formados pelas escolhas das opções existentes entre essas três variáveis, cada um atendendo a um determinado perfil de empreendedor. Regime Tributário É nesta hora que o dono da empresa vai começar a desenhar o tipo de tributação que sua empresa irá sofrer. Aqui é necessário averiguar se o negócio pode ser enquadrado no Simples Nacional, que é um modelo de tributação preferido por unificar o pagamento dos impostos em uma única guia, o DAS. Caso não possa ser do Simples, a tendência é a empresa estar no Lucro Presumido. O regime tem esse nome pelo sistema de tributação dos seus principais impostos federais. São eles: o Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e a Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL). Ambos incidem sobre a parcela que a legislação considera como lucro. O IRPJ e a CSLL são apurados e pagos trimestralmente utilizando a receita desse período como base de cálculo bruta. Porte da Empresa Aqui o que vai mandar é o faturamento. É ele que irá definir o porte da sua empresa. Se uma empresa fatura na faixa até R$ 360 mil por ano, ela será enquadrada como uma microempresa, também conhecida como ME, que é uma empresa de pequena dimensão. Já se a receita bruta anual for superior a R$ 360.000,00 e igual ou inferior é R$ 4,8 milhões ela será enquadrada como Empresa de Pequeno Porte. Para obter mais informações sobre abertura de empresa e a melhor forma de trabalhar com a tributação, conte com a SOLVÇÃO! Estamos à disposição para auxiliar você a esclarecer qualquer dúvida e alinhar suas expectativas com a realidade de empreender! Vamos Contabilizar uma História de Sucesso Juntos!

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Você sabe a diferença entre Razão Social e Nome Fantasia?

Ao abrir uma empresa, você precisará avaliar dois temas importantíssimos: Razão Social e Nome Fantasia. E devido a uma certa similaridade entre ambos, é natural que você possa confundir. Logo, conhecer e diferenciar cada um deles será extremamente importante para consolidar o seu negócio. Dito isso, para ter uma visão mais estratégica do seu novo empreendimento, fique atento aos principais assuntos sobre os temas a seguir: O que é Razão Social? A Razão Social se refere ao nome de registro da empresa, que estará presente em questões jurídicas (contrato social, notas fiscais etc.). É diferente do Nome Fantasia, pois não está ligado às questões mais comerciais como a logomarca e fachada do negócio, por exemplo. A Razão Social também pode ser chamada de Firma ou Denominação Social. Além disso, vale destacar que o seu processo de oficialização deve ocorrer na constituição do contrato social da Junta Comercial ou no Cartório. O que é Nome Fantasia? O Nome Fantasia também pode ser chamado de Nome Comercial, Nome de Marca ou Nome de Fachada. Está atrelado, por exemplo, à comercialização do produto ou serviço, à elaboração do logotipo, marca e fachada de um negócio. É aquele nome que você escolherá para divulgar o seu empreendimento e que poderá ser registrado no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). Observação: de modo geral, qualquer pessoa jurídica (privada ou pública) poderá optar pelo Nome Fantasia. Esse nome poderá ser igual ao que consta na Razão Social. Dicas para escolher Nome Fantasia e Razão Social No momento de definição da Razão Social e Nome Fantasia, há algumas dicas que serão estratégicas para o seu empreendimento. Razão Social: – Busque um contador para pesquisar a Razão Social do seu negócio. Afinal, não podem haver duas Razões Sociais iguais; – Escolha uma Razão Social que reflita o seu empreendimento e passe credibilidade, pois o termo estará presente em documentos importantes. Nome Fantasia: – Defina um nome que reflita o propósito do seu empreendimento, que tenha a ver com a sua marca; – Cuidado com os nomes óbvios, termos em inglês ou que geram interpretações variadas. Defina-o com criatividade; – Tenha presença digital, mas não se esqueça de pesquisar se o nome do seu site não foi registrado. Razão Social e Nome Fantasia podem ser alterados posteriormente? Após as informações passadas, é natural que você queira saber se a Razão Social e Nome Fantasia podem ser alterados. Nesse caso, saiba que tanto o Nome Fantasia quanto a Razão Social (com exceção do MEI) poderão ser alterados. A Razão Social deverá ser alterada no Contrato Social, com um novo registro na Junta Comercial ou Cartório. Já o Nome Fantasia pode ser alterado de forma simples e prática através da internet, diretamente pela base da Receita Federal. Razão Social e Nome Fantasia do MEI No caso do Microempreendedor Individual (MEI), definir a Razão Social e Nome Fantasia é mais prático, pois o processo é todo feito pelo Portal do Empreendedor de forma online. Ao seguir o passo a passo do site e informar seus dados, o seu CNPJ será registrado e sua Razão Social será a raiz do seu CNPJ seguido do seu nome completo (ex. 12.345.678 José da Silva). Com relação ao Nome Fantasia, com objetivo de simplificar a coleta de dados do processo de inscrição e de alteração do MEI, o ‘Nome Fantasia’ foi descontinuado na base do CNPJ a partir de 15 de novembro de 2023. – Gov.br Razão Social e Nome Fantasia do Empreendedor Individual Para evitar erros ao definir a sua Razão Social e Nome Fantasia, enquanto Empreendedor Individual (EI) busque ajuda de um contador. Saiba que a Razão Social deverá ter o nome do empreendedor, entretanto, o nome poderá ser abreviado. Já o sobrenome, não. Se o nome do empresário já estiver registrado, você poderá inserir o ramo de atuação do negócio em seguida. Exemplo: Maria da Graça Souza – empresa de colchões. Será: MG Souza Colchões. Diferenças entre Razão Social e Nome Fantasia: as finalidades são diferentes! Razão Social e Nome Fantasia possuem uma proposta parecida, mas finalidades diferentes. Portanto, conheça os pontos que as diferenciam a seguir: – Finalidade Promocional e Legal: a finalidade Promocional está ligada ao Nome Fantasia. Seu objetivo é dar nome ao negócio em uma campanha publicitária, mas sem uma obrigação legal envolvida na situação.Já a Razão Social possui uma finalidade legal. Está presente em contratos, certificados etc.; – Comprometimento: por estar associado às questões legais, a Razão Social possui obrigação fiscal e regulamentadora muito maior do que o Nome Fantasia; – Alteração: a mudança do Nome Fantasia é simples de ser feita. Quando isso ocorre com a Razão Social, todos os documentos que possuem relação com a mesma deverão ser alterados.Vale lembrar que a Razão Social só poderá ser alterada na Junta Comercial ou no Cartório; – Definição obrigatória: a Razão Social é necessária, mas a definição do Nome Fantasia é opcional. Razão Social e Nome Fantasia: onde são utilizados na prática? Descobrir de forma prática o uso da Razão Social e do Nome Fantasia é necessário para que você possa confirmar a importância dos temas e suas diferenças. Por isso, conheça logo abaixo algumas das principais situações em que a Razão Social e Nome Fantasia podem ser utilizados: Situações para o uso da Razão Social: – Notas Fiscais; – Faturas de clientes; – Folha de salário entregue ao funcionário; – Emissão de cheque bancário; – Certificados; – Contratos; – Comunicados à imprensa. Situações para o uso do Nome Fantasia: – Site; – Rede social; – Material gráfico; – Evento corporativo; – Fachadas; – Estabelecimento comercial; – Produtos fabricados; – Propagandas publicitárias. _______________________________________________________________________________ Experimente mudar para a Contabilidade Digital Consultiva. A Solvção está à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas sobre contabilidade.

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Pró-labore: O que é, quem tem direito, valores e prazos para retirada

O Pró-labore se refere a um valor adicional que pode ser pago em algumas situações. Para esclarecer todas as dúvidas sobre o tema, nós da Solvção preparamos esse artigo sobre o que é pró-labore e todos seus detalhes. O que é pró-labore O termo está relacionado à remuneração dos sócios e administradores de uma empresa, contribuindo para o desenvolvimento e sucesso do empreendimento. Não é um benefício, mas uma remuneração aos sócios que podem receber por seu trabalho na organização, como uma compensação financeira pelo trabalho prestado. Outro pensamento equivocado sobre o tema é achar que pró-labore é igual a lucros e dividendos. Enquanto o pró-labore é uma compensação de trabalho, os lucros são ganhos operacionais e os dividendos são distribuições de lucros aos acionistas. Cada um tem um papel diferente na parte financeira e de gestão da empresa. Vale ressaltar que nem toda empresa tem pró-labore e, mesmo que tenha, o valor não é distribuído a todos os sócios e nem de forma proporcional. Quem tem direito a receber A modalidade é destinada aos sócios e administradores que atuam diretamente na gestão da empresa. Pode ser distribuído para quem faz parte da tomada de decisão estratégica, supervisão de equipes, participação em reuniões de diretoria e outras responsabilidades relacionadas a administração da empresa. Colaboradores que não desempenham funções de gestão, não podem tirar pró-labore. Pró-labore e Salário: a diferença Como já colocamos, o pró-labore é uma remuneração aos sócios que trabalham na empresa. O salário é um pagamento mensal destinado aos trabalhadores com carteira assinada. O pró-labore é como se fosse um salário, mas tem diferenças com o salário de um funcionário, como a falta do 13º e benefícios. Ambos são formas de compensação financeira, mas têm finalidades diferentes dentro da empresa. Como definir o valor do pró-labore A definição do valor leva em consideração vários fatores, como o porte da empresa, o mercado que atua e o valor médio da remuneração para funções semelhantes. Dessa forma, seu valor pode variar conforme o papel de cada sócio na empresa, só não pode ser menor que o salário-mínimo vigente. Quando retirar o pró-labore Não existe uma regra que determine a frequência para retirar o pró-labore, mas é comum que seja feito de forma mensal. Veja as opções de retirada: – Mensal: É a prática mais comum e conveniente em muitos casos. Permite que os sócios recebam uma remuneração regular, como um salário, facilitando o planejamento financeiro pessoal. – Trimestral: Pode ser apropriado quando as finanças da empresa permitem um pagamento com menos frequência quando os sócios têm outra fonte de renda. – Anual: É mais comum em negócios sazonais, quando a maior parte do faturamento se concentra em uma determinada época do ano. A escolha do período para retirar pró-labore deve ser feita com base na necessidade e situação financeira da empresa, assim como nas preferências dos envolvidos. Imposto sobre o pró-labore O valor está sujeito a tributação, sendo que os principais são o IRRF (Imposto de Renda Retido na Fonte) e a Contribuição previdenciária. O IRRF é deduzido direto na fonte e o cálculo depende do valor recebido, com descontos entre 0 e 27%. A Contribuição Previdenciária ao INSS é sobre o valor total do pró-labore e deve ser recolhida de forma mensal. Como tem contribuição ao INSS, quem recebe pró-labore tem direito a aposentadoria e outros benefícios. Portanto, é uma forma de remuneração diferente de um salário, direcionado aos sócios da empresa que dedicam tempo e esforço para a gestão e administração do negócio. Quer realizar o seu sonho de empreender? Entre em contato com a SOLVÇÃO e entenda a melhor maneira de Abrir sua Empresa. Vamos Contabilizar uma História de Sucesso JUNTOS!

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Taxas municipais: o que sua empresa precisa pagar

Ao abrir seu negócio, é importante manter regular os impostos e taxas Federais, Estaduais e Municipais, sabendo que as cobranças federais abrangem todo o território nacional, diferente de quando falamos da taxa municipal. É necessário ter as informações da cidade que seu negócio está inserido, seja para abertura ou manutenção do negócio. Por isso, separamos essa matéria para que você entenda onde consultar e como pagar as taxas municipais. O que é taxa municipal? A taxa municipal é a cobrança de valores pelas Prefeituras e tem pagamentos a serviços solicitados ao órgão, sendo eles recorrentes ou não. Embora a legislação federal tenha uma orientação abrangente sobre as taxas municipais, a definição de valores e datas é feita pela Prefeitura – então cada cidade pode ter um nome e valores diferentes. As taxas municipais Com relação as taxas empresariais, as prefeituras geralmente cobram pelo menos dois tipos: – Licenciamento, ao abrir a empresa;– Fiscalização sanitária, para empresas que se enquadram neste perfil, como restaurante e locais que utilizam coisas perecíveis. Em cada município as cobranças podem ter nomes diferentes, por isso você pode consultar sua contabilidade o que se encaixa com seu negócio. Em muitas cidades há diferença nas taxas para MEI (Microempreendedor Individual), ou até isenção da cobrança. As taxas municipais para empresas mudam com o porte? Para que o exemplo fique mais claro, vamos explorar o exemplo da Prefeitura Municipal de São Paulo. A Secretaria da Fazenda da Prefeitura Municipal de São Paulo informa sobre as taxas de forma online. No Município estão vigentes três taxas: – TFE – Taxa de Fiscalização de Estabelecimentos, que visa o controle e fiscalização referente à segurança, saúde, higiene, vigilância sanitária, ordem pública, dentre outros serviços; – TFA – Taxa de Fiscalização de Anúncios, que visa o controle e fiscalização referente à exploração ou utilização de anúncios em vias públicas ou qualquer lugar de acesso ao público; – TRSS – Taxa de Resíduos Sólidos de Serviços de Saúde, que custeia a coleta, transporte e destino final dos resíduos originados dos serviços de saúde de população humana e animal. Esta tem valores diferentes referente ao volume de resíduos gerados e podem ser classificadas como pequenos ou grandes geradores. Como fazer o pagamento das taxas Cada município define as taxas e formas de cobrança, bem como os valores. O pagamento é realizado pela guia de arrecadação municipal – que na maioria dos casos pode ser emitida de forma online. Para que essas taxas servem? Os valores das taxas servem para custear o funcionamento dos serviços municipais. Seu pagamento é obrigatório, definido em legislação. Assim, é possível entender a importância de ter uma parceria com sua contabilidade. A SOLVÇÃO Contabilidade está pronta para Contabilizar uma História de Sucesso COM VOCÊ e te auxiliar a realizar seu sonho de empreender.

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Como ter descontos comprando com CNPJ?

Comprar com CNPJ é uma excelente maneira de reduzir os custos quando você adquire bens, matérias-primas e insumos para a empresa. Esses descontos são possíveis porque, comprando como Pessoa Jurídica, as cargas tributárias são menores que as direcionadas para Pessoas Físicas, fazendo o preço final ser mais baixo. Além disso, com o número do CNPJ a compra diretamente com fornecedores se torna possível, o que elimina lucros acumulados, que são comuns quando há revenda por intermediários. Mas, antes de tudo, o primeiro passo é Abrir um CNPJ e mantê-lo ativo e regular. Por fim, é importante saber os produtos que podem ser comprados dessa forma e se realmente vale a pena comprar assim. Então leia esse artigo e encontre suas respostas. A forma de comprar com CNPJ pode variar, mas geralmente segue a seguinte ordem: 1 – Abra sua empresa Ao abrir um CNPJ você regulariza seu negócio, garantindo o registro em órgãos importantes, como a Receita Federal. Para que o processo seja realizado da forma correta, você deve ter o suporte de um contador, o que evitará escolhas erradas que podem comprometer o futuro do seu negócio. 2 – Pesquise onde estão os produtos e equipamentos para o seu negócio. Ao pesquisar lojas e fornecedores que trabalham com o que você precisa, você terá uma visão de preços, qualidade e outros fatores que irão influenciar na sua tomada de decisão de compras. 3 – Confirmar se realizam vendas para Pessoa Jurídica. Para evitar surpresas na hora do pagamento, é importante realizar essa confirmação de vendas para PJ, apesar de serem raros os fornecedores que não fazem esse comércio B2B. 4 – Veja quanto desconto irá conseguir Além de verificar se o desconto existe e qual o percentual, tente explorar outras facilidades, como a forma de pagamento e parcelamentos. Como os descontos funcionam? O desconto funcionará de acordo com as regras das empresas vendedoras, ou seja, não existe nenhuma regra predeterminada. Mas entenda alguns motivos das compras serem mais baratas para PJ: 1 – No atacado Aqui, as aquisições são feitas em maiores quantidades, assim, o vendedor pode dar descontos com base no volume de compra. 2 – No varejo Apesar de não trabalhar com grandes quantidades, os descontos vão variar de acordo com cada empresa, mas a grande maioria tem descontos para PJ. 3 – Diretamente do Fornecedor Aqui, sem intermediários na relação de compra, é possível conseguir maiores descontos. O valor sem juros acumulados é popularmente chamado de “preço de fábrica”. A lista do que comprar com CNPJ é extensa, desde bens que podem ser adquiridos em grande quantidade até veículos com componham a frota de carros da empresa. Lembre-se do que explicamos no início desse artigo: O primeiro passo é abrir um CNPJ e, para isso, você pode contar com a Solvção!!

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foco de cima de uma mesa, onde podemos ver um notebook fechado e uma pessoa segurando um caderno e uma caneta. No caderno temos desenhos de empresas, edifícios, etc. dando alusão à abertura de empresas.

4 problemas que você pode enfrentar para abrir sua empresa

Atualizado em 02/05/2023 A decisão de abrir uma empresa, ter um negócio para chamar de seu, é por si só muito difícil. Seja do ponto de vista de mudança de rotina para quem sempre trabalhou com horário fixo e metas definidas por superiores, ou para aqueles que nunca desempenharam atividades laborais – todos estão começando a vida produtiva e já serão os próprios “chefes”. No Brasil, a burocracia ainda é um entrave para a abertura de empresas, mas está longe de ser o único. Vamos a uma lista de 4 problemas que você pode enfrentar para abrir seu negócio! 1. Falta de documentação Se o negócio será uma empresa comercial, uma indústria ou uma prestação de serviços, a documentação vai variar. Desde a escolha do nome, do local para instalar a sede, do investimento inicial até os sócios e o tipo empresarial, tudo deve ser pensado pelo futuro empreendedor antes de ser dado pontapé inicial. Como o dono não precisa dominar todos os processos, o ideal é buscar ajuda profissional para abreviar e agilizar os procedimentos. 2. Excesso de burocracia Quando se inicia um negócio, um contador é peça-chave para o seu crescimento. Alguns empreendedores buscam essa ajuda bem antes das empresas entrarem em funcionamento. Um contador e um advogado são cruciais para que menos tempo seja perdido neste processo. Assim, o negócio pode gerar resultados o quanto antes. Licenças de agências reguladoras, do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar, podem ser necessárias, dependendo do tipo de empresa que deseja iniciar. Por isso, estes profissionais podem te orientar sobre a necessidade de obtenção destas e de outras eventuais licenças e autorizações. 3. Falta de planejamento É comum uma pessoa pensar em abrir uma ou mais empresas com economias de uma vida toda ou com dinheiro obtido por meio de empréstimo bancário. Um Plano de Negócios é algo crucial para um empreendimento, qualquer que seja a sua área de atuação. Nesse planejamento, constam todos os detalhes, desde os produtos ou serviços até procedimentos relacionados à expansão das atividades. Ele permite que o negócio seja pensado para crescer e não apenas para ser mais uma no oceano de empresas que já existem. 4. Falta de pessoal qualificado nas empresas Esse é um problema grave para qualquer negócio. Quando se pensa em abrir uma empresa, espera-se que ela prospere, ganhe mercados e atravesse fronteiras. Mas de nada adianta ter um bom Plano de Negócios, um bom contador, um bom advogado e um negócio bem desenhado se você não consegue encontrar pessoal suficiente para fazer com que ele prospere. Quanto maior for o nível de complexidade do negócio, maior será a necessidade de pesquisa junto a empresas de recursos humanos para a escolha mais adequada dos funcionários certos. Abrir uma empresa no Brasil não é uma tarefa muito fácil, mas está longe de ser impossível. Há vários projetos que pretendem simplificar os procedimentos para abertura de empresas. Espera-se que em breve isso já não seja um dos principais entraves para quem quer ter o negócio próprio. ——————————————————————————————————— A Solvção está à disposição para ajudá-lo a esclarecer suas dúvidas sobre abertura de empresa e contabilidade, é só entrar em contato com a gente pelo telefone 11 4858-4085 ou WhatsApp 11 95050-1217 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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5 Dicas para empreender no Brasil

Segundo pesquisa realizada pela GEM (Global Entrepreneurship Monitor), o Brasil atingiu 38% na Taxa de Empreendedorismo Total. O número indica que cerca de 52 milhões de brasileiros possuem algum negócio próprio. Em outras palavras, empreender no Brasil é uma tendência que pode aumentar ainda mais nos próximos anos. Quando comparado a outros países do BRICS, que fazem parte: Brasil, Índia, China, Rússia e África do Sul, o Brasil é que tem a maior taxa de empreendimentos. Outra pesquisa realizada com o apoio do SEBRAE constatou que, dentre os brasileiros entre 18 a 64 anos, 36 em cada 100 tem um negócio ou está no caminho de empreender. Isso significa um terço da população e é o melhor resultado desde 2002. Nesse sentido, vemos esse desejo de empreender no Brasil, consciente que nem sempre o empreendedorismo se sustenta, pois muitos negócios são abertos sem preparo com a possibilidade de fechar em pouco tempo. Apesar do mercado não ser muito favorável para empreender no Brasil, existem algumas dicas que trazem mais garantia para o seu negócio ter mais sucesso. Confira abaixo! 1- Busca de parceiro O primeiro passo é procurar por um sócio que seja parceiro do seu negócio. Ele deve abraçar sua ideia e ter um conhecimento diferente do seu, onde um pode ficar responsável pelas finanças, outro pelas entregas, outro pelo marketing, etc. Dividir as tarefas é importante para desenvolver um negócio organizado e sustentável. 2- O planejamento é importante O planejamento é uma etapa fundamental de qualquer inovação e, se não houver pesquisas embasadas em dados e análise de mercado, dificilmente será possível desenvolver alguma estratégia eficiente. Além de utilizar os meios de pesquisa, também é importante ir às ruas para sentir o mercado, as necessidades dos consumidores e identificar oportunidades. É nesse momento que você deve verificar se a sua ideia tem potencial para abrir uma empresa maior ou se um MEI já é suficiente para desenvolver suas atividades. 3- Peça feedbacks Antes de tudo, existe o receio de alguém roubar sua ideia, então vale a pena buscar sugestões com o máximo de pessoas que conseguir. Igualmente vale consultar familiares, amigos e conhecidos que possam dar um feedback, contribuir com ideias e fazer apontamentos sobre o seu negócio que pode não estar percebendo. 4- Divulgue ao máximo Após estruturação, pesquisas e planejamento é hora de ir em eventos, encontros, feiras para conseguir contatos, fazer networking e encontrar potenciais clientes. Você precisa buscar clientes e validar seu modelo de negócio. Da mesma forma, a busca de investidores, aceleradoras ou incubadoras deve ser feita por pessoas que trarão sinergia e mentoria ao projeto, não apenas participação financeira. 5- Desenvolva uma cultura organizacional Se você já concluiu todos os passos anteriores, é hora de pensar na cultura organizacional da sua empresa. Construa uma empresa embasada em valores, contrate pessoas que estejam alinhadas ao seu propósito, que tenham visão, que queiram crescer e se desenvolver. Após isso, é hora de implantar todas as ideias e torná-las realidade. Em média, as empresas demoram 5 dias para serem abertas no Brasil. O prazo pode ser um estímulo para os novos empreendedores. Ainda tem alguma dúvida sobre o assunto? Entre em contato com a Solvção! Somos especializados em assessoria empresarial. Fonte: jornalcontabil.com.br

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