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Lucro real: Qual empresa pode aderir a este regime?

Atualizado em 23/11/2023. O Lucro Real é um dos regimes tributários no qual o cálculo do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL), é realizado com base no lucro real da empresa.  É considerado por muitos como um regime mais complexo, por possuir regras mais rígidas, o que exige uma gestão minuciosa para que os valores apurados reflitam a realidade da empresa. Mas diante dos cálculos corretos, o gestor obtém a redução de despesas tributárias. Então, saiba que as alíquotas do Lucro Real são calculadas com base no lucro que foi obtido a partir das receitas e despesas geradas no período.  Portanto, se você pretende abrir uma empresa e quer saber mais informações sobre este regime, veja neste artigo quais empresas podem aderir ao Lucro Real.  Tributação Para facilitar a coleta de dados desse regime tributário, a Receita Federal disponibiliza o ECF-SPED, que se trata de um sistema digital voltado à escrituração contábil fiscal. Através dele é feito o envio dos dados da empresa, mediante os cálculos de alíquotas que são o resultado da seguinte fórmula: Receita (-) Despesas (=) Lucro Real. Assim, as alíquotas são as seguintes: Imposto de Renda Pessoa Jurídica: 15% para lucro de até R$ 20 mil mensais; Imposto de Renda Pessoa Jurídica: 25% para lucro superior a R$ 20 mil mensais.  Contribuição Social sobre o Lucro Líquido: a alíquota será de 9% sobre o lucro. Diante disso, os encargos aumentam ou diminuem de acordo com o lucro registrado no período. Por isso, a tributação mais justa é uma das principais vantagens do Lucro Real, além disso, também pode ser feita a compensação de prejuízos fiscais e a possibilidade de aproveitar créditos do PIS (Programa de Integração Social) e da Cofins (Contribuição para Financiamento da Seguridade Social) que também incidem sobre o Lucro Real.  Além disso, a empresa que faz adesão a este regime fica desobrigada a pagar os tributos sobre o lucro quando a empresa apresenta prejuízo fiscal. Quem pode aderir?  Algumas empresas devem, obrigatoriamente, optar pelo regime de tributação do Lucro Real em razão da atividade que exercem ou quando possuem um faturamento superior a R$ 78 milhões. Também devem optar por esse regime as organizações dos seguintes setores: Bancos, instituições independentes, cooperativas de crédito, seguro privado, entidades de previdência aberta e sociedades de crédito imobiliário; Empresas que obtiveram lucros e fluxo de capital com origem estrangeira; Empresas que exploram atividades de compras de direitos de crédito como resultado de vendas mercantis a prazo ou de prestação de serviços; Empresas com benefícios fiscais como a redução ou isenção de seus impostos. Da mesma forma, todas as empresas que se encaixam no setor financeiro ou faturamento acima condicionadas a adotar esse regime tributário. Vale ressaltar que qualquer empresa pode aderir ao regime voluntariamente.   A opção de aderir ao Lucro Real deve ser feita no início de cada ano-calendário e não poderá ser alterada ao longo do ano. Desta forma, a orientação é de que todas as obrigações fiscais da empresa estejam em dia para que seja possível se enquadrar nesse regime. Se você é MEI ou do Lucro Real, experimente mudar para a Contabilidade Digital Consultiva. A Solvção está à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas. É só entrar em contato com a gente pelo telefone 11 4858-4085 ou WhatsApp 11 95050-1217 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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Entenda como funciona o Lucro Real

O que é o Lucro Real? Como funcionam os ajustes fiscais? O principal desafio do Lucro Real As empresas podem aderir ao Lucro Real Calculando as alíquotas do Lucro Real As vantagens do Lucro Real As desvantagens do Lucro Real Os cuidados para essa tributação Organize os processos internos Entenda o período de apuração   O Lucro Real é um dos regimes mais importantes que existem no Brasil. Com vantagens e desvantagens, ele faz parte de uma pequena parcela de empresas quando comparado a outros regimes tributários.   Dentre os regimes tributários temos: Presumido, Arbitrado, Simples Nacional e o Lucro Real.   Este é considerado o mais complexo com relação aos outros tipos de regime tributário. Seu cálculo é mais longo e envolve a apuração da própria empresa, bem como os ajustes da legislação fiscal.   Uma característica importante é que as empresas dessa tributação precisam apresentar à Secretaria da Receita Federal os registros especiais de seu sistema contábil e financeiro.   Para entender todas as informações sobre o Lucro Real, não deixe de ver o conteúdo que a Solvção preparou para você! O que é o Lucro Real? O Lucro Real é um regime tributário que tem as alíquotas calculadas com base no lucro líquido gerado das receitas e despesas no período.   A apuração pode ocorrer de forma trimestral ou anual e, como os outros regimes, apresenta vantagens e desvantagens. Assim, é importante ter profissionais capacitados para tomar as melhores decisões.   No regime do Lucro Real, o cálculo do IRPJ e CSLL parte do lucro contábil acrescido de ajustes (exclusões e adições) determinado pela legislação fiscal e suas normatizações. Para ficar mais fácil, podemos colocar assim: Lucro ou Prejuízo Contábil (+) Adições (-) Exclusões (=) Lucro Real ou Prejuízo Fiscal do Período   Com isso, são feitos os cálculos para cumprir as obrigações fiscais da empresa, garantindo segurança. Como funcionam os ajustes fiscais? O controle dos ajustes fiscais é registrado em dois livros fiscais, o Livro Eletrônico de Apuração do Lucro Real (e-LALUR) e o Livro Eletrônico de Apuração da Base de Cálculo da CSLL (e-LACS).   Desde 2014 as empresas passaram a entregar esses livros por meio da ECF, dispensando o controle de forma física.   Para uma apuração correta, é importante que o sistema contábil tenha suporte para o controle das contas que serão adicionadas e excluídas, assim como informações que podem ser exibidas com segurança e assertividade para ECF. O principal desafio do Lucro Real A parte crucial de tudo é ter o conhecimento em quais situações as receitas ou despesas devem ser excluídas ou adicionadas.   A principal dica é procurar conhecer a realidade da operação e assim, buscar as possíveis adições ou exclusões na legislação. O resto é contar com um bom sistema automatizado que auxilie na consolidação das informações. As empresas podem aderir ao Lucro Real De forma geral, qualquer empresa pode ser do Lucro Real, mas via de regra, algumas são obrigadas pela legislação (Art. 14 da Lei nº 9718/1998), são elas:   Receita no ano-calendário superior a R$48.000.000 até 31/12/2013; Receita no ano-calendário superior a R$78.000.000 a partir de 01/01/2014; Atividades de bancos, sociedades de créditos, corretoras de títulos, empresas de arrendamento mercantil, empresas de seguros; Empresas que tiveram lucros, rendimento ou ganho de capital oriundos do exterior; Que possuam benefícios-fiscais de isenção ou redução de imposto; Empresas que tenham atividades de assessoria de crédito, administração de contas a pagar e receber, factoring; E empresas que optem pelo pagamento mensal de estimativa.   Assim, vale verificar quando as empresas estão enquadradas nos casos mencionados, evitando erros na escolha do regime tributário. Calculando as alíquotas do Lucro Real É fundamental entender dos cálculos para realizar os pagamentos dos impostos de forma correta, sendo considerados o lucro líquido da empresa para pagamento de CSLL e IRPJ. Dessa forma, a alíquota no IRPJ é de 15%. Caso o lucro exceda R$20.000,00 no mês, aplica-se 10% a mais sobre o montante que passou do valor. Ou seja, se uma empresa teve um lucro líquido de R$40.000,00 no mês, o cálculo é:   15% de R$40.000,00 = R$6.000,00; 10% de R$20.000,00 = R$2.000,00;   Assim, a contribuição para o IRPJ é de R$8.000,00. Além disso, é necessário quitar entre 9% e 12% de CLSS, que também incide sobre o Lucro Líquido.   Há também o pagamento do PIS 1.65% e Cofins com 7,6% de alíquota. Estes são tributados sobre o faturamento. As vantagens do Lucro Real A grande vantagem é poder realizar um planejamento tributário e analisar, com base no resultado contábil e seus ajustes, se esse tipo de apuração é o mais vantajoso para a empresa. Vale lembrar que esse estudo tributário envolve análises de tributação do PIS/COFINS, que também são cruciais para a tomada de decisão. Além disso temos:   A possibilidade de a empresa compensar prejuízos fiscais anteriores, assim como do mesmo exercício; Utilizar créditos do PIS e COFINS; Reduzir ou suspender o recolhimento do IRPJ e CSLL, com balancetes mensais. As desvantagens do Lucro Real As desvantagens estão relacionadas ao detalhamento exigido por esse regime de tributação. Duas delas são muito importantes, veja:   Maior inflexibilidade contábil com relação às regras tributárias. A burocracia é mais nítida; Alíquotas do PIS e COFINS mais elevadas. Assim, é preciso verificar cada caso, colocando as vantagens e desvantagens na balança, para que seja feito o melhor enquadramento. Os cuidados para essa tributação De forma genérica, o Lucro Real para efeito do IRPJ pode ser vantajoso, caso o lucro seja menor que o Lucro Presumido, que é normalmente de 32% para serviços e 8% para comércio; ou se as alíquotas efetivas forem menores que do Simples Nacional, se a empresa puder se enquadrar nesse regime.   Portanto, esse dado não pode ser analisado de forma isolada, pois o PIS/COFINS não pode deixar de ser considerado no cálculo.   Caso a empresa apresente prejuízo, não paga IRPJ/CSLL, diferente dos outros regimes, onde o pagamento do imposto é independente de prejuízo fiscal. Organize os processos internos Se aprofunde na

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O que é Lucro Real Não Cumulativo e quais são suas Vantagens

Vantagens do Lucro Real não cumulativo Dificuldades ao adotar o Lucro Real Não Cumulativo Como fugir dessas dificuldades Quando adotar o Lucro Real Não Cumulativo para sua empresa Qual é a diferença entre Lucro Real Não Cumulativo e Cumulativo? Exemplo Prático de como funciona o Lucro Real Não Cumulativo Conclusão   O Lucro Real não cumulativo é um regime de tributação que permite às empresas abater os créditos de PIS e Cofins sobre as suas compras de bens e serviços. Isso significa que as empresas não precisam pagar esses impostos sobre o valor total das suas vendas, mas apenas sobre a margem de lucro.   Esse regime é mais vantajoso para as empresas que têm um alto volume de compras e vendas, pois elas podem recuperar parte dos impostos que pagaram. No entanto, é importante lembrar que o Lucro Real não cumulativo também é mais complexo do que o Lucro Real cumulativo, pois as empresas precisam manter uma escrituração fiscal detalhada para apurar os créditos. Vantagens do Lucro Real não cumulativo As principais vantagens do Lucro Real não cumulativo são: Redução da carga tributária; Maior competitividade; Melhor fluxo de caixa; Maior controle das despesas. Redução da carga tributária A redução da carga tributária é uma das principais vantagens do Lucro Real não cumulativo. Isso ocorre porque as empresas podem recuperar parte dos impostos que pagaram sobre as suas compras de bens e serviços. Isso pode gerar uma economia significativa de recursos para as empresas. Maior Competitividade para a empresa A maior competitividade é outra vantagem do Lucro Real não cumulativo. Isso ocorre porque as empresas que adotam esse regime podem reduzir o seu custo de produção, o que pode torná-las mais competitivas no mercado. Melhor controle no fluxo de caixa Esta vantagem ocorre porque as empresas podem recuperar parte dos impostos que pagaram antecipadamente, o que pode melhorar o seu fluxo de caixa. Maior controle das despesas da empresa Uma grande vantagem do regime. Isso ocorre porque as empresas precisam manter uma escrituração fiscal detalhada para apurar os créditos de PIS e Cofins. Isso pode ajudar as empresas a controlar melhor as suas despesas e evitar o pagamento de impostos indevidos. Dificuldades ao adotar o Lucro Real Não Cumulativo O Lucro Real não cumulativo gera alguns desafios que demandam um escritório de contabilidade especializado, como: Maior complexidade; Maior burocracia; Maior necessidade de profissionais qualificados. Maior complexidade Isso ocorre porque as empresas precisam manter uma escrituração fiscal detalhada para apurar os créditos de PIS e Cofins. Isso pode exigir um maior investimento de tempo e recursos das empresas.   Por isso, empresas como a Solvção Contabilidade são muito necessárias para que essas economias com tributos sejam possíveis. Maior Burocracia nos Processos As empresas precisam cumprir uma série de obrigações fiscais adicionais quando optam por este regime, o que pode aumentar o seu custo de conformidade. Maior necessidade de profissionais qualificados As empresas que optam por este regime precisam contar com profissionais qualificados para manter a sua escrituração fiscal em dia e para apurar os créditos de PIS e Cofins. Isso pode aumentar o custo, principalmente pela dificuldade de localizar escritórios ou profissionais competentes. Como fugir dessas dificuldades Com mais de 30 anos de experiência, a Solvção é especialista neste regime, essas dificuldades não são sentidas por nenhum de nossos clientes, tudo isso porque nosso método de gestão integrada de contabilidade permite tranquilidade, sucesso, atendimento priorizado e o melhor custo x benefício do mercado. Quando adotar o Lucro Real Não Cumulativo para sua empresa Se você tem uma empresa que compra de muitos fornecedores, ou que compra em grande volume e frequência, com certeza pode funcionar para você.   Se você está pensando em adotar este modelo, é importante consultar um contador para avaliar se esse regime é adequado para o seu negócio. Fique a vontade em conversar com a Solvção, nossa equipe está pronta para tirar todas as suas dúvidas. Qual é a diferença entre Lucro Real Não Cumulativo e Cumulativo? O Lucro Real Cumulativo, por outro lado, não permite que as empresas abatam os créditos de PIS e Cofins. Isso significa que as empresas precisam pagar esses impostos sobre o valor total das suas vendas. Aqui está uma tabela que resume as principais diferenças: Característica Lucro Real Não Cumulativo Lucro Real Cumulativo Créditos de PIS e Cofins Podem ser abatidos Não podem ser abatidos Carga tributária Pode ser menor Pode ser maior Complexidade Mais complexo Menos complexo Adesão Opcional Obrigatório Exemplo Prático de como funciona o Lucro Real Não Cumulativo Considere uma empresa chamada “Empresa A” que é optante pelo Não cumulativo. A Empresa A tem uma receita bruta de R$ 1 milhão, custos de produção de R$ 500 mil e despesas operacionais de R$ 200 mil. O lucro líquido da empresa é de R$ 300 mil.   A Empresa A também teve créditos de PIS e Cofins de R$ 100 mil sobre as suas compras de bens e serviços. Esses créditos podem ser abatidos do imposto devido, o que reduz o imposto a pagar para R$ 200 mil.   Se a Empresa A fosse optante pelo Lucro Real cumulativo, ela teria que pagar o imposto sobre a receita bruta total, o que seria de R$ 500 mil. Isso significa que a Empresa A economizaria R$ 300 mil em impostos ao optar pelo Lucro Real não cumulativo. Conclusão Como você pode ver, o este modelo de tributação tem muitas vantagens para o negócio, mas depende de um escritório de contabilidade eficiente para se tornar um bônus e não um ônus ao seu negócio. Converse com a equipe Solvção e tire todas as suas dúvidas.

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