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Pequeno Empresário

Você tem um Pequeno Negócio? Aprenda a separar CPF de CNPJ.

Atualizado em 23/01/2023 Por vocação ou necessidade, o número de pessoas donas do próprio negócio disparou. E infelizmente, metade destas novas empresas não terá vida longa. Em torno de 25% devem fechar as portas antes de completar dois anos, apontam estudos do Sebrae. O motivo? Em parte, por terem que quitar dívidas que não são delas. Mesmo o MEI (Microempreendedor Individual) deve separar as receitas e despesas da empresa das contas que a pessoa física tem que pagar. Essa confusão nos números acaba sacrificando o caixa da empresa em benefício do dono. E muitas vezes, quando o empreendedor percebe o quanto isso é prejudicial, já é tarde demais. Os micro e pequenos negócios representam praticamente 90% dos empreendimentos do país. Muitos deles perderam o emprego na pandemia e empreender foi a única opção. A maioria tem boa qualificação profissional, mas pouco conhecimento em gestão. Estudos revelam que de cada 10 empresas, 4 fecham as portas por falta de planejamento financeiro. E a confusão com os gastos é um dos principais motivos. Muita gente confunde CPF e CNPJ e isso coloca em xeque a saúde financeira da empresa. O erro que a maioria dos pequenos empresários cometem Tem empreendedor que está dentro da empresa, aí chega uma conta de casa – luz, água, ou o colégio do filho – e ele já coloca no caixa, pagando aquela conta como se fosse uma despesa da pessoa jurídica. Isso vai fazer falta logo à frente. A orientação é definir um valor fixo de retirada mensal – o que os contadores chamam de pró-labore. Isso nada mais é do que a remuneração, uma espécie de salário ao dono do negócio pelo tempo e pelo esforço dedicados à empresa. Uma sugestão é verificar o salário médio que os profissionais que fazem o mesmo que você, recebem. Não basta a empresa ser sua que o seu salário será o dobro ou triplo do mercado. Como estipular qual será o salário do dono do negócio Vamos tomar como exemplo um microempreendedor, dono de um salão de beleza. O salário médio de um cabeleireiro hoje é de R$ 2.400,00 na região da capital. O ideal é que o dono do salão deve começar com esse parâmetro e retirar esse valor mensalmente, considerando como sendo seu salário. O lucro, deve ser reinvestido na empresa e garantir um capital de giro, além de fazer um fluxo de caixa. É importante ter conhecimento de todas as receitas e despesas como água, luz, internet, aluguel etc. Com o passar do tempo e a receita aumentando, o valor do pró-labore poderá ser revisto. Mas o que se vê na prática é muita gente limpando o caixa da empresa para fazer a reforma da casa ou comprar um carro novo, no lugar de usar esta verba para expandir o negócio, comprar um equipamento ou investir na divulgação da marca. E aí, sem nenhuma reserva, basta um pequeno imprevisto e a empresa se vê sem dinheiro. Organizar os custos para diminuí-los é fundamental Quem mantém o CNPJ afastado do CPF tem facilidade em dizer se a empresa está dando lucro, qual o valor das sobras e também dos custos de manutenção. E ter isso à mão permite reavaliar suas escolhas e promover mudanças para tornar sua gestão mais eficiente. Quanto você gasta com produtos de limpeza? E com juros? E com as tarifas do banco? Rever custos também envolve a renegociação de dívidas. A pandemia gerou uma quebra brusca na demanda. Muitas empresas viram o faturamento despencar de um mês para o outro e não conseguiram honrar seus compromissos financeiros. Fugir dos credores definitivamente, não é o caminho. O melhor é ter uma conversa franca e honesta, expondo suas dificuldades e solicitando um prazo maior para quitar a dívida. Se necessitar de um empréstimo para manter a empresa funcionando, pesquise! Não assine contrato com o primeiro que lhe oferecer, há várias linhas de crédito disponíveis no mercado, e com juros cada vez menores. Para quem anda meio desmotivado, mais uma vez os números comprovam que a reação econômica já começou. Além disso, há várias oportunidades em meio à crise. Muitas empresas que não vendiam pela internet começaram a vender. Aproveite esta oportunidade para verificar se não tem outros nichos de mercado que você pode explorar. Por fim, ao idealizar um novo negócio, conte com a Solvção para que seja um processo tranquilo e o menos burocrático possível! Estamos à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas, é só entrar em contato com a gente pelo telefone 11 4858-4085 ou WhatsApp 11 95050-1217 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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O Pequeno Empresário precisa de contador?

Com exceção do Microempreendedor individual (MEI), todas as demais microempresas (ME) precisam de contador não apenas por exigência da lei, mas para se tornarem mais seguras e eficientes. A principal diferença tem a ver com o teto de faturamento, valor limite para a emissão de notas. No caso do MEI, é permitido emitir até 81 mil reais anuais em notas fiscais e o empreendedor não pode ter participação ou sociedade em outras empresas. Já a ME pode faturar até 360 mil reais durante um ano. Ela pode se enquadrar como Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real, escolha que depende da atividade e estratégia do negócio. E sabe quem auxilia você nessa decisão? Ele mesmo: o contador! Além disso, nem todas as atividades são permitidas para o MEI, sabia? Por isso, é preciso analisar previamente se é ou não possível abrir a empresa nesse formato. Em caso positivo, não é preciso registrar o Contrato Social da Junta Comercial, como é exigido com a ME. E se a intenção é ter mais de um funcionário ou mesmo uma pequena equipe, o caminho é optar pela ME. Essas são as diferenças básicas entre os dois tipos. A partir delas já dá para entender que uma opção não é melhor que a outra, mas sim mais ou menos adequada para cada situação. Enquanto o MEI não exige tantas etapas e documentos, a ME tem mais liberdade para faturar e crescer. Se você se enquadra nesse segundo cenário, não se preocupe, pois a parceria com um bom contador consegue deixar o processo bem mais tranquilo e com menores riscos! Além de cuidar da entrega das obrigações para o governo na hora certa, o contador irá lhe auxiliar a abrir sua empresa da maneira correta, comandar o planejamento financeiro, verificar se está tudo caminhando para o lucro, além de gerar informações essenciais para a tomada de decisões a respeito do futuro da empresa.  O balanço, os livros contábeis e aqueles arquivos enviados digitalmente (SPED, DIRF, DCTF e tantas outras siglas) precisam ser assinados por um contador com registro ativo no Conselho Regional de Contabilidade (CRC). Nesse contexto, dá até para pensar que a alternativa mais vantajosa é se tornar um MEI para se ver livre de todas essas obrigações, não é mesmo? Na prática, porém, não é bem assim que funciona. Para você entender melhor do que estamos falando, vamos aproveitar para mostrar algumas diferenças entre a Microempresa (ME) e o Microempreendedor Individual (MEI). Nós contadores somos parceiros para todas as horas, afinal de contas, qual é o papel do contador? Explicamos, anteriormente e de maneira geral, sua importância, mas precisamos detalhar suas funções. Entenda! Cuida do processo de abertura do CNPJ A formalização de uma empresa exige uma série de procedimentos que empreendedores não costumam conhecer. Entra aí o contador, profissional especializado que sabe de todos os detalhes necessários para lidar com esse processo. Ele dá suporte na definição do capital social e do regime de tributação, bem como orienta sobre o CNAE mais adequado para o ramo de atividade, entre diversos outros pontos do início ao fim do processo. Organiza rotinas diárias e mensais Como a contabilidade demanda informações financeiras bem detalhadas, acaba imprimindo ritmo e organização aos lançamentos de entradas e saídas de caixa, estoque e administração de bens e equipamentos. O contador é quem recebe essas informações e as organiza, gerando relatórios mensais, semestrais e anuais, obrigatórios para prestar satisfações ao Fisco. Gera informações e relatórios para a gestão Os documentos gerados pelo contador não servem apenas para atender a exigências legais. Na realidade, eles podem orientar os rumos da empresa, apontando tanto aquilo que dá lucro como o que representa fragilidade para o negócio. O apoio desse profissional também ajuda na tomada de melhores decisões sobre o fluxo de caixa, o capital de giro, a formação de preços, entre outros assuntos. Mantém a empresa regularizada A contabilidade é responsável pelo fornecimento de dados para investidores, sócios e o governo. Especificamente para o governo, quando essas informações são passadas de forma incorreta, o negócio fica exposto ao pagamento de multas e restrições que podem até impedir seu funcionamento. Mas não se preocupe, porque são mínimas as chances de ter que lidar com isso ao contar com o auxílio de uma boa contabilidade, que vai enviar as devidas obrigações com precisão na apuração e, claro, nas datas certas. Fonte: jornalcontabil.com.br ______________________________________________________________________________ A Solvção está à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas, é só entrar em contato com a gente pelo telefone  11 4858-4084 ou WhatsApp 11 99339-8780 ou e-mail: contato@solvcao.com.br

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